Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O presente projeto prevê a execução de atividades de preservação do patrimônio cultural material brasileiro, para serem realizadas paralelas ao 27º Congresso Mundial da União Internacional dos Arquitetos, que acontecerá no Rio de Janeiro de 18 a 22 dejulho de 2021. A principal atividade será a produção de uma publicação contendo texto explicativo e encarte de quatro maquetes tridimensionais em papel, de obras icônicas da arquitetura brasileira, com tiragem de 2.000 exemplares. Também haverá encarte em Braille, com 200 exemplares. A atividade complementar será a realização de três encontros de grupos de "Urban Sketchers" (Croquis Urbanos) de desenhos de observação feitos a mão livre, de paisagens e monumentos arquitetônicos do Rio de Janeiro, com 90 participantes ao todo, com uma exposição virtual dos trabalhos.
LIVROS Os livros, além das maquetes em papel, trarão texto explicativo com detalhes históricos e arquitetônicos sobre cada uma das quatro obras: Palácio Itamaraty O nome Itamaraty vem de sua antiga sede, na ex-capital da república (Rio de Janeiro), um refinado casarão neoclássico originalmente pertencente a Francisco José da Rocha Leão, Conde de Itamarati. Itá, em tupi, significa “pedra”; mara vem do tupi pará, que significa “mar” e “ti” significa “água”. O Palácio Itamaraty, que é a sede do Ministério das Relações Exteriores, foi projetado por Oscar Niemeyer e inaugurado em 1970. Durante a concepção do projeto, coube ao Embaixador Wladimir Murtinho transmitir ao arquiteto as necessidades que precisariam ser atendidas, a parceria tão bem sucedida que, até hoje, não foi necessário fazer qualquer modificação estrutural no edifício. O cálculo estrutural, que permitiu a realização de impressionante vão-livre, foi realizado pelo engenheiro Joaquim Cardoso. O Palácio Itamaraty foi concebido como edifício que serviria ao propósito de apresentar o Brasil aos visitantes estrangeiros e, portanto, foi construído apenas com materiais nacionais e seus salões abrigam obras apenas de artistas nascidos ou naturalizados brasileiros – como Athos Bulcão, Alfredo Volpi, Bruno Giorgi, Frans Krajcberg, Franz Weissmann, Maria Martins, Mary Vieira, Iberê Camargo, Ione Saldanha, Rubem Valentim, Sérgio de Camargo e Tomie Ohtake. O paisagismo é autoria de Roberto Burle Marx. Igreja de São Francisco em Ouro Preto A Igreja de São Francisco de Assis, localizada em Ouro Preto, Minas Gerais, é considerada uma das obras-primas do barroco brasileiro, além de ser uma das maiores realizações do Aleijadinho (1730 - 1814). A Igreja é uma das raras construções em que o projeto, a obra escultórica e a talha são de autoria de um mesmo artista, o que confere grande unidade e harmonia ao conjunto. Não há descompassos entre arquitetura e ornamentação. Mesmo a pintura e o douramento - do forro, retábulos e laterais -, sob a responsabilidade de Manoel da Costa Athaide (1762 - 1830), encontram-se em perfeita sintonia com o conjunto. A encomenda do risco para a igreja, feita ao então jovem escultor, arquiteto e entalhador, se efetiva em 1766, logo após a morte do pai do artista, importante arquiteto e mestre de obras local. O Aleijadinho altera o plano primeiro da igreja, arredondando-lhe as torres e elaborando novo frontispício e ornamentos para as fachadas, que se enriquecem em graça e detalhes pela mestria com que maneja a arte do cinzel. A decoração em pedra-sabão constitui outro traço peculiar e original do barroco mineiro que se expande por diversos núcleos de mineração da colônia. A vida urbana de Vila Rica (elevada à categoria de cidade em 1714 e batizada Ouro Preto, em 1897) abriga uma população heterogênea, um intenso comércio e diversos tipos de artes: música, literatura (os integrantes da Arcádia), arquitetura, pintura e escultura. Museu de Arte Contemporânea de Niterói Projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, o Museu de Arte Comtemporânea tornou-se um dos cartões-postais de Niterói. O edifício em si do MAC Niterói é a primeira obra que o museu oferece à contemplação. Sua estrutura de linhas circulares do edifício apresenta-se como uma escultura de 16 metros de altura em praça aberta, em que o espelho-d’água colocado em sua base e a iluminação empregada confere grande leveza. A rampa sinuosa externa conduz ao interior, com dois pavimentos. O moderno complexo arquitetônico apresenta o concreto nu e duro numa forma arredondada, suave e moderna, do jeito que já chega a ser um tipo de marca registrada em quase todas as obras de Oscar Niemeyer. No primeiro pavimento funciona a Administração. No segundo pavimento, estão a sala de exposições e a varanda panorâmica, envidraçada, também reservada para mostras. O mezanino, por sua vez, que circunda todo o interior do museu, é dividido em salas menores, destinadas a exposições. No subsolo, encontram-se uma área para armazenagem de obras, um bar, um restaurante e um auditório para conferências. O Museu tem 2 500 m² de área e sua construção demorou cinco anos, tendo sido preciso 300 operários. Foram consumidos 3,2 milhões m³ de concreto, quantidade suficiente para levantar um prédio de 10 pavimentos. O prédio tem 50 metros de diâmetro, tendo recebido tratamento térmico e impermeabilizante. A estrutura consegue suportar um peso de cerca de 400 kg/m² e ventos de velocidade de até 200 km/h. Construído sobre o Mirante da Boa Viagem, na orla de Niterói, o museu com sua fachada futurística possibilita que o visitante desfrute de vistas panorâmicas que se lhe oferecem quer fora do museu, a partir do pátio, quer dentro do museu por um olhar pelo anel de janelas que divide este gigantesco prato de concreto em duas faixas. Centro Cultural Banco do Brasil O Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro ocupa o histórico nº 66 da Rua Primeiro de Março, no centro da cidade. O prédio tem linhas neoclássicas e, no passado, esteve ligado às finanças e aos negócios. Sua pedra fundamental foi lançada em 1880, materializando projeto de Francisco Joaquim Bethencourt da Silva (1831-1912), arquiteto da Casa Imperial, fundador da Sociedade Propagadora das Belas-Artes e do Liceu de Artes e Ofícios. Com 19.243 m² de área construída, o prédio foi inaugurado em 1906, como sede da Associação Comercial do Rio de Janeiro. Na década de 1920, o edifício passou a pertencer ao Banco do Brasil, que o transformou em sede própria. No final da década de 1980, resgatando o valor simbólico e arquitetônico do prédio, o Banco do Brasil decidiu pela sua preservação ao transformá-lo em um centro cultural. O projeto de adaptação preservou o requinte das colunas, dos ornamentos, do mármore que sobe do foyer pelas escadarias e retrabalhou a cúpula sobre a rotunda. ENCONTROS URBAN SKETCHERS - Os três encontros de "Urban Sketchers" (Croquis Urbanos) terão, cada um com 30 participantes, que farão desenhos de observação no Rio de Janeiro. Cada encontro terá duração de seis horas. Na primeira hora os participantes terão uma apresentação e introdução ao desenho de observação e a demonstração de um primeiro desenho, feita pelo sketcher coordenador.Os encontros foram divididos em três categorias, cada um num local específico, a saber:Natureza: praia de Copacabana, região do Forte, com vista para o Pão de Açúcar ou Parque Lage (coordenação de Fabiano Vianna).História: Cinelândia, com opções como o Museu de Belas Artes ou o Teatro Municipal (Coordenação de Simon Taylor).Arquitetura Moderna: Praça Mauá e Museu do Amanhã e arredores (Coordenação de Raro de Oliveira).
OBJETIVO GERAL Valorizar e divulgar a arquitetura brasileira para todos os participantes do 27º Congresso Mundial da União Internacional dos Arquitetos e para a população em geral. O objetivo deste projeto é a realização de eventos para ocupar os espaços públicos da cidade do Rio de Janeiro com atividades de preservação do patrimônio cultural material brasileiro, executada em locais de grande valor arquitetônico-paisagístico. A ideia síntese é mostrar ao público em geral a importância da arquitetura e aproximá-la do dia a dia da população. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Confecção de um livro com 32 páginas, com tiragem de 2.000 exemplares, contendo quatro maquetes em papel de importantes obras arquitetônicas brasileiras (a Igreja São Francisco de Assis, em Ouro Preto; o Palácio do Itamaraty, em Brasília; o edifício do Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro; e o prédio do Museu de Arte Contemporânea de Niterói), além de texto explicativo detalhando aspectos históricos e construtivos de cada uma delas. Os textos serão elaborados pelo arquiteto e urbanista João Virmond Suplicy Neto, ex-presidente da FPAA - Federação Paranamericana de Associações de Arquitetos e do IAB - Instituto de Arquitetos do Brasil. - Confecção de um encarte do livro, contendo o texto da obra, com capa e mais 16 páginas, no formato 23 x 31 cm, impresso em braille, com tiragem de 200 exemplares. - Realização de três encontros de "Urban Sketchers" (Croquis Urbanos) convidando os participante ao desenho de observação no Rio de Janeiro. Cada encontro terá 30 participantes e duração de seis horas. Na primeira hora os participantes terão uma apresentação e introdução ao desenho de observação e a demonstração de um primeiro desenho, feita pelo sketcher coordenador de cada encontro.Os encontros foram divididos em três categorias, cada um num local específico, a saber:Natureza: praia de Copacabana, região do Forte, com vista para o Pão de Açúcar ou Parque Lage (coordenação de Fabiano Vianna).História: Cinelândia, com opções como o Museu de Belas Artes ou o Teatro Municipal (Coordenação de Simon Taylor).Arquitetura Moderna: Praça Mauá e Museu do Amanhã e arredores (Coordenação de Raro de Oliveira). Todos os eventos e desenhos serão registrados em pelo fotógrafo Washington Takeuchi e serão utilizados para a exposição virtual. O Urban Sketchers é uma comunidade desenhos de locação (feitos ao ar livre) na web, criada em 2008 pelo jornalista espanhol e residente nos Estados Unidos, Gabriel Campanario. Criado por ele, o blog www.urbansketchers.org reúne entusiastas desse tipo de atividade artística. Essa comunidade global inclui pintores, arquitetos, jornalistas, publicitários, ilustradores, designers e educadores, que publicam mais que apenas desenhos na web, compartilhando também a narrativa e as circunstâncias em que esses desenhos foram feitos. Em 2011, por meio da iniciativa de Eduardo Bajzek, João Pinheiro e Juliana Russo, o Urban Sketchers ganhou uma versão nacional oficial. Desde então, esse grupo vem crescendo e reunindo um número cada vez maior de entusiasmados desenhistas, em diversas cidades brasileiras como São Paulo, Salvador, Rio de Janeiro, São Luís, Curitiba, Goiânia, Natal, Fortaleza, Brasilia, Vitória, Belo Horizonte, Aracajú, Araraquara, Santo André, Florianópolis, Maringá, São Carlos, Porto Alegre etc.
Em janeiro de 2019 o Rio de Janeiro recebeu o título de Capital Mundial da Arquitetura. Concedida pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), a honraria foi dada em função do Brasil sediar, pela primeira vez na história, um Congresso Mundial da União Internacional dos Arquitetos (UIA), o maior fórum de arquitetura do planeta, que acontece a cada três anos, desde 1948. O Rio de Janeiro recebeu o título de Capital Mundial da Arquitetura em função da sua grande diversidade urbanística. A cidade tem em seu território situações comuns tanto em grandes centros urbanos de países ricos como em desenvolvimento, o que a torna um caso quase único de interesse para os arquitetos do mundo todo. Mesmo sendo relativamente nova em comparação com capitais europeias, o Rio já deixou valiosas referências na história da arquitetura. Ao longo de seus poucos séculos, passou por transformações substanciais, de grande magnitude, com técnicas complexas da engenharia e do urbanismo contemporâneos. Poucas cidades tiveram alteração tão expressiva em sua topografia original. O Rio possui uma mescla eclética de estilos arquitetônicos e paisagem urbana reverenciadas pelo mundo por suas condições naturais. Além disso, a arquitetura moderna brasileira, estilo que tem Oscar Niemeyer, Lúcio Costa e Burle Marx como seus expoentes, teve no Rio de Janeiro edificadas suas principais obras iniciais. Posteriormente, com a construção de Brasília, a arquitetura brasileira ganha destaque e referência mundial. Durante o Congresso está prevista a participação de mais de 15 mil estudantes e profissionais. Desta forma, esta é uma oportunidade única para ressaltar e apresentar nosso patrimônio cultural material e a arquitetura brasileira para o mundo, visto que ela é, reconhecidamente, uma das mais criativas e inovadoras. Por meio da edição de uma publicação contendo quatro maquetes tridimensionais em papel de obras arquitetônicas significativas do nosso país, e dos desenhos de observação, este projeto apresentará aos profissionais, estudantes e público em geral que participará do 27º Congresso da UIA, uma ação importante para a preservação do patrimônio cultural material brasileiro. E isto tudo só será possível com o apoio da Lei de Incentivo à Cultura, visto que por meio dela poderão ser obtidos os recursos para a conseção das ações previstas. O presente projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; e IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes.
2.000 livros No formato 31 x 23 cm, contendo capa em em papel cartão 250gr, 4 x 1 cor; mais 16 páginas impressas 4 x 4 cor, em papel couché 150 gr; com acabamento em grampo; e tendo ainda quatro maquetes encartadas, cada uma delas confeccionada em quatro lâminas nas dimensões de 31 x 23 cm, em papel cartão duo-design 250gr, com impressão em policromia. Os cartões são cortados e picotados por facas especiais, especificamente desenvolvidas para essa realização, que permitem que cada um dos artefatos guarde semelhança com o original. Os livros e encartes serão embalados em poliolefínico (celofane/shrink). 200 encartes em braille Miolo com 16 páginas, impresso em papel offset 120g. Capa em papel couchê 250g com laminação. Acabamento dobra e grampo.
Todas as atividades do projeto, tanto o lançamento do livro, como os encontros de Urbans Sketchers, serão realizados em locais dotados de acessibilidade física e adaptados para público portador de necessidade especial. Para garantir a acessibilidade de conteúdo, será produzido um encarte do livro, contendo o texto da obra, com capa e mais 16 páginas, no formato 23 x 31 cm, impresso em braille, com tiragem de 200 exemplares. Este material será doado para o Instituto Paranaense de Cegos, sempre carente de publicações de interesse dos usuários. Por ser uma obra que trata do patrimônio cultural material brasileiro, voltado para a arquitetura, trata-se de um conteúdo que não é comumente encontrado em braille. PRODUTO: LIVRO ACESSIBILIDADE FÍSICA: não se aplicaDEFICIENTES AUDITIVOS: não se aplicaDEFICIENTES VISUAIS: livros em Braille. A seguir informamos as formas de acessibilidade em relação ao Encontro de Urban Sketchers. PRODUTO: ENCONTRO DE URBAN SKETCHERS ACESSIBILIDADE FÍSICA: todos os locais com rampas, elevadores etc. DEFICIENTES AUDITIVOS: não se aplica, visto que os mesmos poderão participar das atividades e visualizar o resultado final no site especialmente criado.DEFICIENTES VISUAIS: no site haverá vídeodescrição de todos os desenhos e conteúdos inseridos.
2.000 LIVROS Dos 2.000 livros produzidos, a intenção é comercializar 400 dos mesmos. Os demais serão distribuídos da seguinte forma: 100 livros serão distribuidos gratuitamente para o patrocinador, conforme Inciso I, do Artigo 44, do Decreto 5.761/2006 50 livros serão utilizados para divulgação, conforme Inciso II, do Artigo 44, do Decreto 5.761/2006. Os 1450 livros restantes serão distribuídos gratuitamente da seguinte forma: 100 livros para bibliotecas públicas implantadas pelo Governo Federal, em atenção ao Inciso I, do Artigo 21, da Instrução Normativa nº 2/2019 do Ministério da Cidadania. 500 livros para instituições públicas (estaduais e federais) de ensino de Arquitetura e Urbanismo no Paraná (UFPR, UTFPR, UEL e UEM), em atenção ao Inciso I, do Artigo 21, da Instrução Normativa nº 2/2019 do Ministério da Cidadania. 850 livros para os Departamentos Estaduais dos Institutos de Arquitetos e Urbanistas, em atenção ao Inciso I, do Artigo 21, da Instrução Normativa nº 2/2019 do Ministério da Cidadania. 200 encartes do livro, impressos em braille, doados para o Instituto de Cegos do Paraná, em atenção ao Inciso I, do Artigo 21, da Instrução Normativa nº 2/2019 do Ministério da Cidadania. ENCONTROS DE URBAN SKETCHERS Serão reservadas 20% das vagas dos encontros para estudantes de Arquitetura e Urbanismo de Universidades Públicas do Rio de Janeiro, em atenção Inciso V, do Artigo 21, da Instrução Normativa nº 2/2019 do Ministério da Cidadania. CONTRAPARTIDA SOCIAL Além da doação dos livros será realizada uma masterclass sobre a obra de Oscar Niemeyer, ministrada pelo arquiteto e urbanista João Virmond Suplicy, para 260 pessoas. Deste público, em atenção ao Inciso V, do Artigo 21, da Instrução Normativa nº 2/2019 do Ministério da Cidadania, pelo menos 50% será constituído por professores e estudantes, principalmente de Arquitetura e Urbanismo. Em relação aos Encontros de Urban Sketchers a contrapartida social se dará com a realização de uma oficina com 4 horas de duração, sobre a confecção de desenhos de observação. Esta atividade, totalmente gratuita, será ministrada em Curitiba pelo oficineiro arquiteto e urbanista Fabiano Vianna da Silva, sendo dirigida a estudantes de Arquitetura e Urbanismo da capital paranaense, em atenção ao Inciso V, do Artigo 21, da Instrução Normativa nº 2/2019 do Ministério da Cidadania, e terá capacidade para 45 pessoas.
EUNICE RAUEN VIANNA (EUNICE RAUEN) - Proponente e Coordenadora (com remuneração) Formação: - Curso de Arquitetura e Urbanismo, pela PUC-PR (1988) Principais realizações e produções culturais: - Idealizadora e produtora da “Agenda Mais – Arquitetura, Engenharia e Decoração”; - Organizadora eventos para a Loja PortoBello Shop Batel, Estil Cequipel - Móveis Corporativos e Instituto de Arquitetos do Brasil- Departamento do PR; - Vencedora do Prêmio Brasilit de Arquitetura 1990 - Tema “Utopia e Realidade”; - Vice-Presidente do Sindicato dos Arquitetos e Urbanistas no Estado do Paraná - gestão 2001/2003; - Conselheira Suplente do CREA-PR – 2003/2005; - Diretora Cultural do IAB – PR – 2008- 2009 e 2011 -2013. ANTONIO CARLOS DOMINGUES DA SILVA (ANTONIO CARLOS DOMINGUES) - Produtor Executivo Formação: - Comunicação Social UCP – Concluído em 1979 (Jornalista: DRT Nº 1132/1983 – Publicitário: DRT Nº 520/1986); - Diretor de - Cinema – Roteirista – Diretor de Produção Cinematográfico: DRT Nº. 8033/2000. Principais realizações e produções culturais: - Curta 8 – Festival Internacional de Cinema Super 8 de Curitiba (2008 a 2019) – Produtor Executivo; - Show da cantora Fafá de Belém (2018) - Produtor local; - Show da cantora Elba Ramalho (2018) - Produtor local; - Show da cantora Amelinha - Curitiba e São Paulo (2016) – Produção; - Documentário longa-metragem "Procurando Cris McClayton" (2014) – Roteiro e produção executiva; - Festival de Cinema da Lapa (2005, 2007, 2008, 2010) – Organizador; - Episódio para o quadro Casos e Causos da Revista RPC (Globo/PR 2009) - "Ismênio, um caso de amor" – Roteiro; - Livro "O Natal de Todas as Gentes no Paraná" - Elaboração do projeto e coordenação da edição (de Maria do Carmo Strobel – 2005); - Foi Presidente da Associação de Vídeo e Cinema do Paraná – AVEC (1997-2006); - Membro Titular do Conselho Municipal de Cultura (2008/2009). JOÃO VIRMOND SUPLICY NETO (JOÃO SUPLICY) - Pesquisa, textos e masterclass de Contrapartida Formação Arquitetura e Urbanismo - UFPR (1982); Mestrado em Arquitetura - UFRGS (2004); Doutorado em Arquitetura - USP (2010). Principais realizações e produções culturais - Livro “Winterverno, Poemas e Desenhos”, co-autoria com Paulo Leminski, 2001; - Coordenador do livro “Memória do Arquiteto”, Editora UFPR, 2012; - Coordenação projeto “Arquitetura, Cultura e Cidadania”, quatro obras de Oscar Niemeyer, 2010, Ministério da Cultura; - “A obra de Romeu da Costa”, Biblioteca Pública do Paraná, Curitiba; - Ensaio “Oscar Niemeyer e a magia na Arquitetura”, Globo Online, RJ, 2009; - Prefácio livro “Elgson Ribeiro Gomes”, Curitiba, Paraná, 2008; - Texto do catálogo da exposição “Novos Modernos”, Museu Oscar Niemeyer, Curitiba, Paraná, 2011; - Texto para a abertura da exposição de João Filgueras Lima (Lelé), Museu Oscar Niemeyer, Curitiba, 2012; - Ex-presidente da Federação Panamericana de Associassões de Arquitetos (FPAA) 2012 - 2016; - Conselheiro do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Paraná (CAU/PR), 2017- 2020; - Ex-presidente e conselheiro vitalício do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB). FABIANO VIANNA DA SILVA (FABIANO VIANNA) - Oficineiro/Coordenador de encontro Urban Sketchers Formação Formado em Arquitetura e Urbanista – (PUC-PR, 2001) Professor de desenho no curso Artes Visuais – Centro Europeu Principais realizações e produções culturais – Edita uma revista de literatura pulp chamada Lama com vários colaboradores, entre eles, escritores, fotógrafos e ilustradores; – Editor do livro Sketchers do Brasil; – Um dos organizadores do 1º Encontro Nacional de Urban Sketchers; – Um dos criadores do grupo Urban Sketchers Curitiba (2015); – Exposição Retrospectiva Urban Sketchers Curitiba – Gibiteca de Curitiba; – Edição revista Lama nº 1 (2009). Vínculo: editor executivo e responsável pelo projeto gráfico; – Edição revista Lama 2 (2011). Vínculo: editor executivo e responsável pelo projeto gráfico; SIMON TAYLOR SALEM SANTOS (SIMON TAYLOR) - Oficineiro/Coordenador de encontro Urban Sketchers Formação Superior em Pintura pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná, 2012. Principais realizações e produções culturais - Em 2016 foi um dos organizadores e coordenadores do 1º Encontro Brasileiro de Urban Sketchers; - Formador do “3º Encontro Internacional de Desenhadores de Rua”, em Torres Vedras, Portugal, 2017; - Realizou projetos Gráficos, ilustrações e charges políticas de diversas publicações (jornais, revistas, cartazes, folders, livros, etc...) desde 1996. Entre eles estão A Folha da Imprensa, Jornal Hora H, Jornal A Cidade, Agência de Notícias Cone Sul, Jornal A Tribuna do Estado, Revista da FAEP, Jornale, Blog do Zé Beto, Jornal O Farol, Revista Ágora, Revista da Ordem etc.; - Em 2013 lançou o livro “Meus Cases de Sucesso” e participou da coletânea de quadrinhos “Cidade Sorriso dos Mortos-Vivos”; - Em 2013 editou, organizou e ilustrou o livro “Maurício em Charge - O bom humor de Maurício Fruet em textos e charges”; - Em 2013 participou com a história em quadrinhos “Zoombitiba” no livro “Cidade Sorriso dos Mortos-Vivos”; - Em 2015 fundou o coletivo internacional Urban Sketchers Curitiba; - Em setembro de 2017 lançou o livro “A Caricatura da Arquitetura” em São Paulo, durante o “2º Encontro Nacional de Urban Sketchers”; em outubro, em Torres Vedras, Portugal, durante o “3º Encontro Internacional de Desenhadores de Rua”, em novembro, na Livrarias Curitiba, em Curitiba; e em dezembro no Coletivo Praia, em Florianópolis; ROOSEVELT ANTONIO ROSA DE OLIVEIRA (RARO DE OLIVEIRA) - Oficineiro/Coordeandor de encontro Urban Sketchers Formação - Graduando - Licenciatura em Artes Visuais pela Unespar – FAP Principais realizações e produções culturais - Autor e organizador do livro “Sketchers do Brasil”; - Participação e organização no Coletivo de Arte – Galeria de Rua Associart/PB – João Pessoa / Paraíba; - Ilustrações para livro “Alquimista na Chuva”, de Assionara de Souza; - Ilustração e design para CD – “Na Solidão em busca de companhia”, de Fabrício Ribeiro e Francisco Luz; - Participação na Mostra Coletiva de urban sketcheres – Sketchers de Curitiba; - Organizador do 1º Encontro de Urban Sketchers Brasil – Curitiba; - Vencedor do Prêmio Aquisição do 1º Salão de Artes Plásticas de União da Vitória; WASHINGTON CESAR TAKEUCHI (WASHINGTON TAKEUCHI) - Fotógrafo Formação - Curso básico e intermediário em fotografia pela Omicron Escola de Fotografia em 2010; - Curso anual profissionalizante em fotografia pela Omicron Escola de Fotografia em 2014/2015. Principais realizações e produções culturais - Mantém desde 2009 o blog Circulando por Curitiba, onde diariamente publica fotografias de sua própria autoria, tendo sempre a cidade de Curitiba como protagonista. Nesse período mais de 2.960 posts foram publicados, contendo mais de 7.000 fotografias de um acervo pessoal de aproximadamente 75.000 imagens de Curitiba. O número de visualizações de páginas atingiu a marca de 2.313.018 em Junho/2017. O blog tem sido uma referência para jornalistas e estudantes de arquitetura que encontram no blog informações e imagens para suas matérias e trabalhos de faculdade; - Lançou o livro “Circulando pela Arquitetura Modernista de Curitiba”, em 2015, contendo 70 imagens de casas e prédios representativos da arquitetura modernista, com textos de abertura dos arquitetos Key Imaguire Jr e Karina Pimentel; - Exposição individual “Circulando pela Arquitetura Modernista de Curitiba”, composta de 24 fotografias impressas em Fine Art, de 18/02 a 21/03/2015 na Carmesim Espaço de Arte e Design, rua Dr. Faivre, 621 – Curitiba – PR; - Exposição individual “Circulando pela Arquitetura Modernista de Curitiba”.
PROJETO ARQUIVADO.