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A MOÃ - Mostra de Cinemas Negros e Indígenas é um espaço criado e voltado para realizadores negros e indígenas com uma grande produção cinematográfica identitária que vem sendo produzida nos últimos anos no brasil de modo que essas epistemologias e produtos sejam difundidas e exibidas em território paraibano. Tem como proposta pensar e praticar o cinema e a educação, pensando estratégias para formação novos realizadores, críticos e curadores. O evento acontece em quatro (04) dias no Teatro Santa Catarina, no centro de Cabedelo-PB, com sessões acessíveis e gratuitas para toda a população local e das redondezas.
A Moã - Mostra de Cinema Negros y Indígenas é um festival com programação gratuita realizado em 04 (quatro) dias para a população do município de Cabedelo e da grande João Pessoa com o intuito de difundir memórias e histórias sob uma outra perspectiva para a formação do Brasil, enquanto contexto histórico, como também a sua contemporaneidade. O festival oferecerá mesas, oficinas, sessões de filmes produzidas por negros e indígenas a nível nacional e local para fomentar debates e a construção do pensamento crítico sobre populações que ainda continuam no contexto de invisibilidade de suas lutas e da sua própria história.
OBJETIVO GERALPromover e estimular a formação de conhecimento e de profissionais dentro do estado da paraíba, desse modo que as produções e narrativas negras e indígenas sejam consumidas e valorizadas; OBJETIVO ESPECÍFICOExibir, difundir, salvaguardar narrativas, memórias e histórias sobre a formação do Brasil e sobre as práticas e experiências cotidianas, desenvolvendo consciências humanizadas e reparadoras; Apoiar e referenciar a produção paraibana e os profissionais locais a fim de que aos nossos produtos e epistemologias entre em um circuito nacional;Promover o compromisso histórico com a memória e território de Cabedelo que em outrora fora uma região indígena;Restituir cidadanias e humanidades; Pensando nesses povos como formadores de uma cultura e identidade nacional e tendo como resultados a manutenção das tradições e histórias ancestrais;Promover a preservação patrimonial do negro e indígena e todas as culturas visuais brasileiras e paraibanas; Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Promover o fortalecimento do circuito de cineclubes pelo estado da paraíba; Capacitar professores da rede pública através de oficinas para a regulamentação da lei de diretrizes e bases da educação 13.006/2014 (programação de 2h de cinema por mês em sala de aula);Promover oficinas gratuitas de acesso a toda a população do munícipio; Promover mesas de debates sobre o negro e os indigenas nas produções audiovisuais; Difundir um um canal de produção de conteúdo digital sobre o festival e os debates sobre os caminhos do cinema indigena e negro;
Moã em Tupi Guarani significa Mãos, e trazendo esse símbolo enquanto signo para nomear uma Mostra Audiovisual é trazer para a superfície questões que permeiam o manuseio, o traquejo, o tato. Sobre pensar na possibilidade de novas mãos que trazem um corpo e consequentemente suas naturezas narrativas e projeções visuais. O cinema torna-se ferramenta didática e metodológica a partir do momento que propicia conhecimento, enriquece o capital teórico e cultural do interlocutor. Trabalhar e expandir os formatos educativos nos contextos pedagógicos e dialógicos junto aos povos identitários dentro de seu contexto histórico e suas identidades em uma perspectiva de respeito à diversidade em que valores ontológicos dimensionem a dinâmica da nossa brasilidade. Para melhor compreensão do Cinema Negro e Indígena na dimensão de alteridade e sua possível contribuição na educação, nos parece oportuno observar a origem e o desenvolvimento desta tendência étnica cinematográfica; sobretudo, indagando em que medida o cinema cruza a demanda do ensinamento no protagonismo pedagógico, visando investigar pontos convergentes na ética dos dois vetores em questão (cinema e educação), isto é, a relação midiática e o sentido humanitário na dinâmica em voga. O cinema já traz em si o movimento educativo pela imagem que remete uma comunhão de ideias nas quais elege sua expressiva capacidade de comunicação com diversas culturas, épocas em que a imagem se transforma em uma importante ferramenta de luta, de levantar questionamentos, da resistência na preservação da memória e do conhecimento pela dimensão pedagógica. Sobretudo formação de público e profissionais que possam contribuir e construir um cinema brasileiro diversificado e plural. A partir disso, é percebido a necessidade e urgência da criação de espaços que esses produtos possam circular. A Paraíba possui uma população majoritariamente negrodescendente e indígena e a Moã Cine como arte de afirmação das culturas trabalha e privilegia essa restauração da imagem dessas populações. No Brasil, temos um crescente na produção, profissionalização, demandas, mostras e festivais negros e indígenas. A começar a citar a Bienal do Cinema organizado pelo Ailton Krenak, o 12º Encontro de Cinema Negro Zózimo Bulbul que existe a 13 anos no Rio de Janeiro, Mostra do Audiovisual Negro Brasileiro _ APAN em São Paulo, Mostra de Cinema Negro de Sergipe - EGBÉ em Aracajú, Mostra Itinerante de Cinemas Negros Mahomed Bamba - MINB em Salvador, Mostra Negritude Infinita em Fortaleza, Mostra Competitiva de Cinema Negro Adélia Sampaio em Brasília. dentre outros.A MoãCine no que cabe ao Art. 1 está nos incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País; Com relação ao Art. 3, cumpre os incisos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;II - fomento à produção cultural e artística, mediante:a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
Canal Mõa A Mostra Moã, pretende criar uma série de vídeos que serão disponibilizados em um canal no youtube, homônimo ao festival, baseados na série “Diálogos ausentes” e “Culturas indígenas” do Itaú Cultural. Com objetivos educativos de difundir as pesquisas e os conhecimentos dos convidados que estarão presentes no evento e também divulgar a Mostra Moã no circuito nacional. - Oficinas : Oficina 1 - O Cinema e o Espelho: experiências, olhares e registros com Everlane Moraes Sinopse da atividade A Oficina "O Cinema e o Espelho" propõe um passeio pela história da evolução técnica e de linguagem do Cinema - e mais especificamente o gênero documentário - a partir de sua associação com outras áreas do conhecimento humano, como a História, Filosofia, Política, Antropologia, Sociologia e Ciência e com outras linguagens artísticas, como a Pintura, Literatura, Teatro, entre outras. Com foco nas suas próprias experiências a ministrante/documentarista discute a interdisciplinaridade no Cinema e propõe diálogos sobre a concepção e realização dos seus próprios filmes. PROJETO PEDAGÓGICO Descrição da atividade II Módulos I. Aula teórica: - O que é um documentário: o gênero, o olhar crítico e a verdade no documentário; - O uso da linguagem: formas, conteúdos, recursos narrativos e conceitos discutidos a partir de exemplos cinematográficos; - Abordagem temática: preparação do projeto, busca de temas e personagens. - Abordagem prática: as escolhas tecnológicas (câmera e lente), as composições (cores e formas), a edição (sentidos), o som, etc. - Exercícios teóricos e práticos de análise iconográfica e iconológica de imagens: pinturas, fotografias, imagens da televisão e do cinema brasileiro, etc. Subtemas: O peso da existência, a representação da realidade, as definições sobre "verdade" e "mentira" e a confluência entre objetividade e subjetividade nos diversos formatos do gênero documental. II. Aula prática: Apresentação de ideias a partir de material preparado pelos estudantes (anotações, fotografias ou referências visuais) para discussão entre o grupo. Esse processo possibilitará ao estudante reflexionar sobre seu projeto e rever as possíveis falhas antes de sair a gravar, construindo uma maior clareza e coerência em seu discurso audiovisual. Objetivo Desenvolver uma oficina teórica e prática sobre o Cinema, o gênero documentário e suas variantes, com o intuito de proporcionar aos participantes uma aproximação as questões que envolvem o universo do autor e do diretor e suas decisões conceituais e práticas no momento de filmar, tendo como base a interdisciplinaridade como uma ferramenta fundamental para o desenvolvimento de um cinema que dialogue com a diversidade de conhecimentos e linguagens artísticas. Justificativa Existe uma grande lacuna entre os estudantes/profissionais de cinema e as outras áreas artísticas e Logias. Essa lacuna cria uma distancia que isola os estudantes/profissionais de cinema das outras áreas afins. Muitas vezes esses não são capazes de correlacionar, conceitualizar ou contextualizar os temas/conteúdos cinematográficos com própria historia da evolução humana, da historiografia e do pensamento crítico e filosófico. Faltam conhecimentos nas áreas de Estética, Semiótica, Política, Antropologia, Sociologia, História, Psicologias, etc. Também falta entender a História da Arte como um conhecimento fundamental para o Cinema. A Oficina o Cinema e o Espelho pretende abrir uma lacuna de possibilidades, apontes e referências para que cada participante tenha mais repertório para poder conceitualizar as suas próprias ideias e entender o Cinema como uma Arte que contêm em si mesmo a interdisciplinaridade como essência Metodologia 2 dias | 8 h/diárias (sujeito a análise e ajustes/ 2 dias | 4h/ diárias). Exibição dos 8 curtas-metragens da diretora/ministrante seguidos de comentários sobre cada filme + Uma aula que passeia pela história da evolução técnica e de linguagem do Cinema - e mais especificamente o gênero documentário + Exercícios teóricos e práticos de análise iconográfica e iconológica de imagens + Conversa sobre a concepção e desenvolvimento dos seus filmes + Apresentação de ideias a partir de imagens. Oficina 2 - AFROFICÇÃO com Anti Ribeiro EMENTA: A oficina é um espaço que busca praticar formas de construção de uma identidade artística afrodiaspórica que se baseie nos elementos referenciais à cosmologia de África, buscando compreender o processo de perda da nossa memória ancestral e o quanto o ato de ficcionalizar tem o potencial de, mais do que projetar novos horizontes, preservar processos de entendimento do mundo que se distanciam da lógica eurocêntrica e colonial. Além disso, deposita um olhar específico sobre a ancestralidade brasileira que não baseia-se somente nos saberes provenientes de África, mas também perpassa conhecimentos indígenas, povos que já eram nativos quando o povo africano foi trazido à força para estas terras. OBJETIVOS: Refletir sobre a construção de uma identidade afrodiaspórica utilizando-se do audiovisual como marcador da trajetória histórica da representação dos corpos racializados;Contextualizar a forma como o processo de apagamento da memória dos povos racializados ocasiona perda de referencial identitário e de autorrepresentação destes;Discutir como o processo de colonização e diáspora forçada contribui para a ausência de indivíduos racializados nas esferas de poder, com foco no campo do audiovisual;Estudar ferramentas historicamente utilizadas para representar o corpo racializado de forma exótica;PÚBLICO-ALVO: Profissionais e aspirantes da arte racializados (artistas visuais, curadores, fotógrafos, cineastas, escritores, críticos de arte e cinema, atores e admiradores). Não há necessidade de experiência.METODOLOGIA: Apresentação de referências científicas acerca dos temas memória, diáspora, arquétipos, insconsciente coletivo, ficção negra e afrofuturismo;Apresentação de referências audiovisuais para contextualização e fixação dos conteúdos escritos;Práticas de escrita e elaboração de argumentos de ficção baseados nos conteúdos, referências audiovisuais e trajetórias individuais dos participantes;Abertura para sugestões de referências audiovisuais pelos participantes através da internet;Apresentação dos projetos e argumentos em discussão aberta com todos os participantes. CARGA HORÁRIA: 2 dias, 4 horas por dia, 8h horas no total Programação18.11.21 – Quinta-feira 08h - Oficina de Estética, Decolonialidade e Ficção (Afroficção) (4h) – Biblioteca – Anti Ribeiro 14h Oficina de Documentário – Teatro Santa Catarina – Everlane Moraes 19h - Sessão e solenidades de abertura – Teatro Santa 19.11.21 - Sexta-feira 08h - Oficina de Estética, Decolonialidade e Ficção (Afroficção) (4h) – Biblioteca – Anti Ribeiro 14h Oficina de Documentário – Teatro Santa Catarina – Everlane Moraes 16h - Sessão curtas – Teatro Santa Catarina 18h -Mesa 1 - Diálogos contemporâneos: Perspectivas e novos trajetos do cinema 19h – Sessão de curtas e um longa – Teatro Santa Catarina 20.11.21 - Sábado 14h- Master Class sobre o Cinema Indígena no Brasil (4h) – Teatro Santa Catarina – Ailton Krenak 16h - Sessão Experimental – Teatro Santa Catarina 17h - Mesa 2 “O cinema negro e indígena e a descolonização do olhar” 19h – Sessão de curtas – Teatro Santa Catarina 21.11.21 Domingo 14h – Sessão curtas infantil - Teatro Santa Catarina 16h - Sessão curtas – Teatro Santa Catarina 20h – Sessão e solenidades de encerramento e um longa e debate pós-sessão – Teatro Sanata Catarina
Em relação a Acessibilidade física, a Mostra terá sessões gratuitas no município de Cabedelo no teatro Santa Catarina (carta de apoio em anexo); É um espaço que foi reformado, em 2019, pelo governo do estado da Paraíba; ele possui plataforma elevatória para acessibilidade de cadeirantes; tem capacidade para 161 pessoas; possui palco; piso tátil; corrimão; cabine de som e iluminação; sala de apoio; diretoria; camarote e área técnica. Além disso, o espaço contém banheiros acessíveis masculino e feminino e camarins masculino e feminino com banheiros acessíveis. Com relação a acessibilidade do conteúdo, a Mostra terá uma programação com oficinas, mesas, sessões de filmes com intérprete de libras. Bem, como todos os filmes selecionados terão que dispor de versões com audiodescrição, legendagem descritiva e libras para compor a grade de programação do festival. (anexo na minuta do festival);
Toda a programação do festival é gratuita e acessível, estando livre a participação tanto nas escolas, como no teatro santa catarina;As sessões terão convites oficiais para todas as escolas públicas da cidade;As ações do festival serão transmitidas online pelas plataformas oficiais;Será distribuído material gráfico, incluindo banners, panfletos, cartazes A3 e parcerias com a imprensa paraibana visando o público alvo também da televisão e do rádio;Convidaremos artistas e grupos que tenham interesse em se apresentar antes das sessões dos filmes;As oficinas serão abertas e poderão receber tanto participantes inscritos quanto ouvintes espontâneos.Será realizada visitas técnicas para captação de público nas associações, institutos, escolas públicas e comunidades;
Diretor ArtísticoThiago Costa Graduando em Design Gráfico/IFPB. Dirigiu e roteirizou o filme Santos Imigrantes (2018); Direção de arte do filme LEBARA/FMC (2020), Idealiza e é curador da Mostra VRA - Vídeos rápidos e amadores. Produziu a Mostra Itinerante Pilão de Cinema Negro (2017), Diretor artístico, produtor e curador do Festival de Inverno do Castelo Branco (Ficabi)/FMC (2017). Foi premiado no Prêmio Poetize 2018 (Editora Vivara); compõe o grupo de autores e avaliadores dos Cadernos Negros na editora Quilombehje/SP; artista residente do ARQUIVO NEGRO produzido em 2018 pela AEAN - Ambiente de Empretecimento da Arte Nacional na Oficina Cultural Oswald de Andrade/SP. Artista colaborador no Coletivo CARNE - Coletivo de Artistas Negros em Recife/PE. Além disso, participou de exposições coletivas no brasil e em alguns países. Realizou duas edições de sua exposição individual Banzo, uma em 2018 em João Pessoa/PB na Casa da Pólvora e a outra em 2019 no Museu Murilo Lá Greca em Recife/PB com a curadoria de Ariana Nuala. Vive e trabalha entre João Pessoa e Cabedelo. Na Moã Cine atuará nas frentes da comunicação, coordenação de curadoria e programação e exibições. Produção Executiva Diego Lima Formado em Comunicação Social com habilitação em Relações Públicas. Já trabalhou como produtor executivo de festivais de cinema, projetos de desenvolvimento de séries e longas-metragens, bem como realização artística e oficinas. Integra o projeto como Produtor executivo no gerenciamento e apoios para a feitura da Moã. Destaque para a Mostra Guerrilha de Fronteira edição Sagi e Barra de Camaratuba, apoiados pela Universidade Federal da Paraíba e o Sebrae. Coordenadora de Educação Isabela Oliveira Bezerra, pedagoga, educadora popular, atriz e produtora cultural, formada em Pedagogia pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Durante a graduação, como educadora popular atuei no projeto de extensão Cine Clube Paulo Freire no Assentamento Wanderley Caixe - MST/PB. TrabalhOU como produtora do Reggae na Calçada (Natal/RN) nos anos de 2013 a 2016. Produziu o III Festival de Inverno do Castelo Branco (FICABi)/FMC 2017. Atuará nas atividades do projeto referente a processos educativos e acessibilidades. Diretora de Produção Janaína Quetza graduada em Cinema e Video (FTC-BA) e Mestra em Artes Visuais (UFPB), é realizadora e produtora audiovisual, atua na área de mostras e festivais cinematográficos, como o Cine Diamantina (Chapada Diamantina/BA) e da Mostra Walfredo Rodrigues (Parahyba). Atualmente produz o longa parahybano "Miami-Cuba" previsto para ser lançado setembro de 2020. Será responsável pela direção de produção. Curadoria e Mesa “Curadoria e mediação educativa - Descolonizando o olhar”Stênio Soares Performer. Professor Adjunto e Chefe do Departamento de Técnicas do Espetáculo da Escola de Teatro da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Professor colaborador do Programa de Pós-Graduação em Estudos Étnicos e Africanos (Pós-Afro/CEAO/UFBA) e Mestrado Profissional em Artes (Prof-Artes/UFBA). Vice-coordenador do colegiado dos cursos de graduação em artes cênicas da Escola de Teatro da UFBA. Doutor em Artes e Mestre em Estética e História da Arte pela Universidade de São Paulo (USP). Especialista em Museologia com ênfase em Curadoria e Educação em Museus de Arte pelo Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC USP). Bacharel em Ciências Sociais pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), em comum formação através de intercâmbio acadêmico na Faculdade de Antropologia e Sociologia da Université Lumière Lyon 2 (França). Foi aluno da Licenciatura em Teatro da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Realiza estudos interdisciplinares no campo das culturas afro-brasileiras, e à pesquisa estética e histórica das matrizes afro-diaspóricas na cena contemporânea. Oficina “O cinema e o espelho” e Mesa “Dramaturgias e narrativas - Corpos negros e indígenas em movimento” Everlane Moraes Especializada em DIREÇÃO DE DOCUMENTÁRIO pela Escuela Internacional de Cine y TV (EICTV/Cuba). Graduanda em ARTES VISUAIS Licenciatura pela Universidade Federal de Sergipe (UFS). Fundadora e codiretora do grupo criativo de autores A IRMANDADE FILMES, que une três produtoras com foco em formação, produção e distribuição em circuitos independentes de cinema. Membra da Associação dos Profissionais do Audiovisual Negro (APAN). Realizo filmes que apresentam uma estética híbrida, que dialoga as Artes Visuais e o Cinema em seus diferentes gêneros. Nesse espaço de experimentação fílmica, mesclo conceitos filosóficos as questões socioculturais da diáspora negra em busca de retratar as identidades e subjetividades dos meus personagens. Everlane ministrará a oficina O Cinema e o Espelho: experiências, olhares e registros. Oficina “AFROFICÇÃO” e Mesa “Dramaturgias e narrativas - Corpos negros e indígenas em movimento” Anti Ribeiro Anti Ribeiro (SE/PE) é sergipana, pesquisadora de ficção e estudante de Cinema e Audiovisual pela Universidade Federal de Pernambuco. É curadora do Recifest - Festival da Diversidade Sexual e de Gênero do Recife (PE), participou do processo curatorial da Mostra Macambira (RN) e já contribuiu para cineclubes independentes como o Cine Translesbixa (PB). De seu processo curatorial, desenvolveu a oficina de Afroficção, dedicada a discutir a representação da racialidade no meio audiovisual. A oficina já passou por Pernambuco, Sergipe, Ceará e Rio Grande do Norte. Dirigiu e roteirizou o curta-metragem O Fio (2019), projeto independente dedicado a ser um laboratório para estudantes negros de Cinema e Audiovisual da UFPE. Anti ministrará a oficina AFROFICÇÃO. Ziel Karapotó Curadoria e Mesa “Dramaturgias e narrativas - Corpos negros e indígenas em movimento” Nascido na comunidade indígena Karapotó Terra Nova, em São Sebastião (AL), é graduando no curso de Artes Visuais da Universidade Federal de Pernambuco. Atua em diferentes linguagens artísticas como a fotografia, a performance, a instalação e o audiovisual. Em 2016 foi premiadono 8a Salão Universitário de Arte Contemporânea de Pernambuco (VIII ÚNICO) com a instalação-performance “Inventá-rio Curumim”. Em 2016, realizou a performance “Entre o fogo e a penumbra” no Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães, Recife. Em 2017 realizou, no Instituto Ricardo Brennand, a performance “Todos falam de mim, ninguém me representa!”. Em 2018, foi selecionado no laboratório SESC. Confluências em Pernambuco que resultou na performance Piracema”, apresentada na exposição Corpos Dissidentes, no SESC Petrolina. Participou do X ÚNICO com a vídeoperformance “No princípio era verbo... E do verbo se fez carne. E do nosso verbo? E da nossa carne?” que resultou em seu filme de estréia como diretor, “O verbo se fez carne”, que participou de importantes festivais de cinema, como a 23a Mostra de Cinema de Tiradentes e recebeu, até então, sete prêmios, entre eles, “Melhor curta-metragem” pelo júri oficial e pelo júri da crítica no 18o NOIA - Festival do Audiovisual Universitário (Fortaleza, CE). Mesa “Curadoria e mediação educativa - Descolonizando o olhar” Ariana Nuala Ariana Nuala (Recife | PE - 1993) é educadora, pesquisadora e curadora independente. Combina estratégias que começam no corpo e se condensam em escrita e imagem. O exercício na curadoria é também proposta artística e educativa, uma necessidade em acompanhar e articular que tange seus próprios processos. Formada em Licenciatura em Artes Visuais pela Universidade Federal de Pernambuco (2017). Atua como coordenadora de conteúdo e também do educativo no Museu Murillo La Greca e integra o CARNE Coletivo (@carnecoletivo) responsável pela Mostra Palco Preto realizando ações formativas e de curadoria nas artes visuais entre artistas afrodiaspóricos de todo opaís. Seu exercício constante é incorporar práticas no seu caminhar, investigando os gestos entre o cuidar e o tensionar. Assim, busca abrir espaços de ativação em múltiplas paisagens.
PROJETO ARQUIVADO.