| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 42584318000107 | Credit Suisse (Brasil) S/A Corretora de Títulos e Valores Mobiliários | 1900-01-01 | R$ 300,0 mil |
Projeto de publicação do livro ‘Arjan Martins' (título provisório), em edição bilíngue português-inglês, apresentando um panorama da trajetória do pintor carioca, com foco em sua produção mais recente, incluindo suas cartografias e os formatos navegatórios. Como Contrapartida Social, haverá palestras informais (aulas abertas) que buscarão refletir os aspectos da arte contemporânea, criatividade e temas subjacentes, para estudantes e professores de instituições públicas (Art. 21 e 22/ IN-2019) ministradas por curadores a serem designados. Haverá também a conversão digital para livro acessível em formato Dayse com link disponibilizado a instituições de deficientes visuais.
LIVRO a) Resumo do livro detalhado por capítulos: A obra Arjan Martins (título provisório) é um livro de arte sobre a obra do artista plástico Arjan Martins. O livro será organizado pelo curador Paulo Miyada e compreende toda a carreira do artista, com ênfase nos últimos 10 anos. O livro não é dividido em capítulos, mas em blocos de imagens e blocos de textos. No bloco de imagens constarão as reproduções das obras em formato grande com as legendas das obras, as quais incluem título, técnica e dimensão. No bloco de textos, constará um texto crítico do organizador Paulo Miyada e uma entrevista da professora e historiadora Raquel Barreto. Na parte final do livro, haverá uma biografia do artista, a relação com todas as exposições que o artista participou e as coleções das quais ele faz parte. O livro será bilíngue (português/inglês) para que o público estrangeiro também tenha acesso à história do pintor Arjan Matins. b) Tema central do livro: O tema central é a obra do artista plástico carioca Arjan Martins ao longo de toda a sua carreira, com ênfase nos últimos 10 anos. Serão reproduzidas as imagens das obras traçando o percurso da sua trajetória, evidenciando como ele se tornou um artista importante no cenário nacional e internacionalmente reconhecido. c) Como o autor pretende dividir e conduzir a narrativa: A narrativa será conduzida através do texto crítico do curador Paulo Miyada que, além da seleção das imagens, fará uma análise sobre o trabalho de pintura do artista Arjan Martins, abordando a evolução da obra e seus desdobramentos. A seguir, a entrevista da professora e historiadora Raquel Barreto com o artista jogará luz sobre questões não só pertinentes à obra, mas também à trajetória pessoal do artista. Desta forma, a narrativa pretende ser completa, abrangendo obra e vida do artista. d) Relevância do tema abordado para a área cultural brasileira: O artista carioca Arjan Martins tem uma trajetória como pintor de mais de 30 anos. Nos últimos 10 anos sua obra ganhou força e destaque, participando de muitas exposições e ganhando relevância internacional. O artista foi o ganhador do Prêmio Pipa 2019, um dos prêmios nacionais mais importantes. É fundamental que o trabalho de artistas brasileiros relevantes seja registrado em forma de livro para que alcance o maior número de pessoas, além do livro ser um registro da memória da cultura brasileira. PALESTRAS Como produto secundário referente à Contrapartida Social de formação de plateia (Art.22) haverá apresentação de aulas abertas (ou palestras informais) para 300 pessoas (10% do quantitativo do produto cultural – livro), entre alunos e professores de escolas da rede pública. Tais palestras serão ministradas por uma equipe de curadores a ser designada, e discorrerão sobre aspectos da arte contemporânea, discussões sobre a criatividade e enfoques subjacentes.
OBJETIVO GERALO livro Arjan Martins (título provisório) apresenta um panorama da carreira do pintor carioca, com foco em sua produção mais recente. Arjan integra a legião de artistas cuja obra é concebida não como o resultado de um projeto (isto é, da antecipação dos resultados finais da obra antes de sua efetiva execução), mas da expressão das pulsões e tensões do seu universo interior ao longo do processo de feitura do trabalho. As imagens de imigrantes e descendentes africanos são parte fundamental do repertório do artista, mostrando-os em ações cotidianas, desde a chegada ao novo continente até os dias atuais. Seus trabalhos percorrem também a cartografia e os formatos navegatórios, que chegam como elementos muito significativos do período histórico das navegações e toda a formação que se deu a partir dali. ?O primeiro objeto de pesquisa que chamou a minha atenção foram as cartografias, pois o Brasil está transbordando de histórias nesse atlântico hipercomplexo, é um tema muito rico e controverso?, explica o artista. Algumas de suas obras mais conhecidas trazem bússolas, caravelas ou mapas, signos de elementos cruciais para que colonizadores atravessassem os oceanos carregando africanos. A obra de Arjan já foi apresentada em várias das instituições mais importantes do Brasil, além de em importantes bienais pelo mundo, como a Bienal de Dakar e a Bienal do Mercosul. Seu pinturas fazem parte, ainda, de importantes coleções públicas e privadas. O livro, em edição bilíngue, apresenta cerca de 150 imagens e dois textos críticos sobre a produção do artista.Considerando o momento, parece-nos oportuno divulgar parte da obra de Arjan Martins, que traz justamente à luz os rostos e corpos que foram marginalizados pela sociedade, as pessoas negras, segregadas no Brasil pelo racismo estrutural ao longo da formação do país. OBJETIVO ESPECÍFICO? Apresentar a obra de um artista brasileiro com foco nas migrações afro-atlânticas do período colonial no Brasil e seus reflexos até os dias atuais; ? Tiragem do livro: 3000 exemplares? Oferecer uma palestra gravada (live) sobre a obra, por ocasião do lançamento do livro, a qual estará disponivel para consulta no canal youtube da Editora Cobogó, com tradução em linguagem de Libras.? Como Contrapartida Social, ministrar palestras informais (aulas abertas) para 300 pessoas, sobre arte contemporânea com foco em estudantes e professores de instituições públicas de ensino;? Fazer a conversão digital da obra para livro acessível em formato Dayse, com link disponibilizado a instituições de deficientes visuais.? A produção se estenderá por 12 meses, a partir da aprovação da proposta pelo MinC e do recebimento da primeira parcela de patrocínio.
a) • O livro proposto trará um panorama da carreira do pintor carioca Arjan Martins com destaque para sua produção mais recente, retratando imagens de imigrantes e descendentes africanos em ações cotidianas, desde a chegada ao novo continente até hoje. • A necessidade do uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais advém do alto custo de produção da proposta, cujo subsídio torna-se indispensável à sua realização. b) • Em contrapartida, o projeto se dispõe a atender às prerrogativas do Art.1° da Lei Rouanet n° 8313/91 em seus incisos III, IV e VII, que dizem respeito ao apoio e valorização cultural e sua diversidade; bem como à "difusão de bens culturais de valor universal, de cultura, memória e conhecimento". • O projeto também se enquadra no inciso VIII do Artigo 1° da Lei 8313/91; e em seu Artigo 3°, pretende alcançar os objetivos inscritos do item II (fomento à produção artística) (B) mediante edição de obra de arte. c) • Como custo benefício o projeto realizará um produto de divulgação cultural de qualidade, dirigido a um público alvo expressivo, com interesse voltado mais especificamente para as artes plásticas e cultura em geral; além do interesse na formação de público, entre estudantes e professores da rede pública de ensino, através das demandas estabelecidas pela IN2019/Art.22.
PLANO DE DIVULGAÇÃO LIVRO ― A logomarca MINC será posicionada na contracapa, segundo o padrão estipulado pela Instrução Normativa em vigor (Art.47 do Decreto n° 5761/06). LIVRO DIGITAL ― (Formato Dayse): com menção do incentivo cultural da Secretaria de Cultura e do patrocinador. CONVITE ― (virtual) com menção do incentivo cultural da Secretaria de Cultura e do patrocinador. ASSESSORIA DE IMPRENSA (da própria editora Cobogó) para divulgação do livro por ocasião do lançamento no Rio e em São Paulo. __________________________________ DECLARAÇÕES · Declaramos nosso compromisso em fazer constar do livro, a logomarca da Secretaria de Cultura, em estrita conformidade com o Art.47 do Decreto n° 5761/06 e de acordo com o Plano de Divulgação que integra o referido projeto. · Declaramos nosso compromisso em obter as autorizações dos artistas entrevistados, como condição para sua veiculação no projeto. · Declaramos nosso total compromisso em dar destinação cultural a todo e qualquer produto oriundo do projeto quando for o caso, e após a finalização do mesmo. Outrossim, nos comprometemos a fornecer à Secretaria de Cultura relação, devidamente protocolada, das instituições culturais sem fins lucrativos que, eventualmente, vierem a receber os respectivos bens culturais – relação essa que será anexada aos demais documentos da prestação de contas no final do projeto. REMUNERAÇÃO DO PROPONENTE Coordenação editorial = R$ 30.000,00 Edição de texto = R$ 10.000,00 Total = R$ 40.000,00
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DO LIVROFormato: 23 x 28 cm Acabamento: Capa dura, 4/4 coresGuarda: Offset 180grs 1x1Miolo: 224 páginas 4/4 cores couche fosco 150gCapa: capa dura, 4/0 Imagens: 150 imagens aproximadamenteTexto: 2 textos de 15 laudas cada + 10 laudas de serviçoIdioma: Português e inglês Tiragem: 3000 exemplares ? Formato Dayse: Conversão digital para livro acessível com link disponibilizado a instituições de deficientes visuais.? Palestra de lançamento sobre o conteúdo da obra, gravada pela plataforma Zoom e disponibilizada para consulta no Youtube da Cobogó. A conversa terá 1 hora de duração, com tradução para linguagem de Libras.ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DO CONVITEConvite virtual para divulgação na internet e redes sociaisESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DAS PALESTRAS? Como produto secundário referente à Contrapartida Social de formação de plateia (Art.22) haverá apresentação de palestras informais para 300 pessoas (10% do quantitativo do produto cultural – livro), entre alunos e professores de escolas da rede pública. Tais palestras (aulas abertas) serão ministradas por uma equipe de curadores a ser designada, e discorrerão sobre Arte Contemporânea, com foco em artes visuais e discussões sobre criatividade.
LIVRO:1) Acessibilidade para portadores de deficiência visual:? Lei n° 13146 ? o projeto fará a conversão digital para livro acessível em formato Dayse, com link disponibilizado a instituições de deficientes visuais. CONTRAPARTIDA SOCIAL: PALESTRAS INFORMAIS (AULAS ABERTAS)1) Acessibilidade para portadores de deficiência física: ? Art. 18 da Lei n° 13.146 ? A produção se compromete a realizar o lançamento do livro somente em local que observe todos os requisitos legais de acessibilidade às pessoas idosas e com deficiência, como rampas, banheiros elevadores ou escadas rolantes, além da disponibilidade de assentos confortáveis etc.2) Acessibilidade para deficientes visuais:? IN 2019/Art. 22 ? Como produto secundário da contrapartida social, todas as palestras (aulas abertas) serão acessíveis a deficientes visuais. (De acordo com as recomendações da Norma Brasileira n° 15599 : 2008 da ABNT).3) Acessibilidade para deficientes auditivos:? Todas as aulas abertas terão intérpretes em Libras. (De acordo com as recomendações da Norma Brasileira n° 15599 : 2008 da ABNT).
Art 21 , III, IN 02/2019 ? Palestra de lançamento sobre o conteúdo da obra, gravada pela plataforma Zoom e disponibilizada para consulta no Youtube da Cobogó. A conversa terá 1 hora de duração, com tradução para linguagem de Libras.
FICHA TÉCNICA Artista: Arjan Martins Curador e Organizador: Paulo Miyada Texto crítico (ensaio): Paulo Miyada e Raquel Barreto Administração Financeira: Editora Cobogó Outras atividades desenvolvidas pelo proponente no projeto: Coordenação Editorial e Edição de Texto (ambas remuneradas) CURRÍCULOS ARJAN MARTINS - Nascido no Rio de Janeiro, em 1960, Arjan Martins iniciou seus estudos artísticos na década de 1990, na Escola de Artes Visuais do Parque Lage onde desenvolveu a técnica pictórica, através da qual hoje aborda questões da diáspora africana e migrações afro-atlânticas ocorridas no período colonial brasileiro. Em 2020, participou das exposições coletivas Against Again: Art Under Attack in Brazil, na Anya and Andrew Shiva Gallery, e da Samba In The Dark, na Anton Kern Gallery, ambas em Nova York. Em 2018, Arjan recebe o prêmio PIPA, além de fazer parte da exposição Recortes da Arte Brasileira na Art Berlin Fair, da mostra Fratura no Instituto Tomie Ohtake, com curadoria de Paulo Myiada. Neste mesmo ano, integra, também, a exposição itinerante Ex-África, promovida pelo CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil), com curadoria de Alfons Hug, e participa da 11º Bienal do Mercosul. Em 2017, o artista foi contemplado com um prêmio de residência artística na África, promovido pelo Instituto Goethe na cidade de Lagos, Nigéria. Também em 2017, realizou a exposição individual O Estrangeiro, na Brasilea Foundation, em Basel, Suíça. Em 2016, realizou a exposição individual Et Cetera, na galeria A Gentil Carioca. Em 2014, fez exposição individual Américas, no MAM Rio (Museu de Arte Moderna), com curadoria de Paulo Sérgio Duarte, além de participar da coletiva Do Valongo à Favela, no MAR (Museu de Arte do Rio). Em 2009, participou da exposição coletiva Abre Alas, na galeria A Gentil Carioca. Em 2006, participou da Bienal de Dakar e em 2007 do Haiti Sculpture. Em 2005, recebeu o Prêmio Projéteis de Arte Contemporânea, da Funarte. Participou da mostra coletiva Arte Brasileira Hoje em 2005 e 2004, ambas no MAM Rio. Em 2002, realizou sua primeira exposição individual, Desenhos, no Museu da República, Rio de Janeiro. Suas obras integram as seguintes coleções: Pinacoteca de São Paulo, Fundação PIPA, Itaú Cultural e PAMM (Perez Art Museum Miami). Entre 2002 e 2009, participou de diversas exposições individuais e coletivas como Abre Alas, na galeria A Gentil Carioca, Bienal de Dakar 2006, Haiti Sculpture, 2007, Arte Brasileira Hoje, 2005 e 2004, no MAM Rio, Desenhos, no Museu da República, Rio de Janeiro, 2002. Suas obras integram as coleções da Pinacoteca de São Paulo, da Fundação PIPA, do Itaú Cultural e PAMM (Perez Art Museum Miami). Em 2005, Arjan Martinz recebeu o Prêmio Projéteis de Arte Contemporânea, da Funarte. PAULO MIYADA - Curador e pesquisador de arte contemporânea. Possui mestrado em História da Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo (FAU-USP), SP, pela qual também é graduado. É curador do Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, SP, onde coordena o Núcleo de Pesquisa e Curadoria e colaborou com diversas exposições, entre elas “Tomie Ohtake 100-101” (2015), “Nelson Felix: Verso” (2013) “Paulo Bruscky: Banco de Ideias” (2012) e o programa “Arte Atual” (desde 2013). Também no Instituto, co-coordena o programa de cursos da Escola Entrópica, em que é professor. Foi assistente de curadoria da 29ª Bienal de São Paulo (2010) e integrou a equipe curatorial do “Rumos Artes Visuais” do Itaú Cultural (2011-2013) e da edição retrospectiva desse programa realizada em 2014. Foi curador das mostras coletivas “A parte que não te pertence”, Wiesbaden, Alemanha (Kunsthaus Wiesbaden, 2014), “A parte que não te pertence”, Madri, Espanha (Galeira Maisterravalbuena, 2014), “Boletim”, São Paulo, SP (Galeria Millan, 2013), “É preciso confrontar as imagens vagas com os gestos claros” e “Em direto” (Oficina Cultural Oswald de Andrade, 2011 e 2012), “Se o Paraíso Fosse Assim tão Bom” (Fundação Iberê Camargo,2019), entre outras. Atualmente é curador adjunto do 34º Panorama da Arte Brasileira: “Da pedra, da terra, daqui”, no Museu de Arte Moderna de São Paulo, SP. RAQUEL BARRETO - Raquel Barreto é historiadora (UFF). Mestre em História Social da Cultura (PUC-Rio), especialista em Fotografia como Instrumento de Pesquisa nas Ciências Sociais (UCAM) e em Literatura Contemporânea Hispano-americana (UNAM/México). Atualmente, cursa o Doutorado em História (UFF). Lecionou na UNAM (México) e na Universidad del Claustro de Sor Juana (México). É pesquisadora especialista nas autoras Angela Y. Davis (1944) e Lélia Gonzalez (1935-1994) com uma dissertação defendida sobre o tema (“Enegrecendo o Feminismo ou Feminizando a raça: Narrativas de Libertação em Angela Davis e Lélia Gonzaléz). No doutorado, desenvolve uma pesquisa a respeito do Partido dos Panteras Negras (1966-1974) e as relações entre visualidade, política e poder. Em 2017, colaborou com a exposição “Todo Poder ao Povo. Emory Douglas e os Panteras Negras” no Sesc/Pinheiros, em São Paulo. Em 2018, participou do projeto de publicação independente dos livros de Lélia González e Beatriz Nascimento produzidos pela UCPA (União dos Coletivos Pan Afrikanos). Autora de artigos publicados em revistas de circulação nacional como a Revista Cult e o Suplemento Literário de Pernambuco. EDITORA COBOGÓ (proponente) ─ Criada em 2008, a Editora Cobogó com foco em publicações sobre arte e cultura contemporâneas, já lançou diversos títulos, entre eles “Saga Lusa: o relato de uma viagem”, de Adriana Calcanhotto; “A filosofia de Andy Warhol”, de Andy Warhol; “Hans Ulrich Obrist – Entrevistas” vols. 1 a 6; “5 x Favela”, baseado no filme homônimo, “Pintura Brasileira séc. XXI”, “Fotografia na arte brasileira séc. XXI”, e as monografias dos artistas Adriana Varejão, Nuno Ramos, Efrain Almeida, Rivane Neuenschwander, Rodrigo Andrade, além de “Concreto e cristal: o acervo do MASP nos cavaletes de Lina Bo Bardi”, org. Adriano Pedrosa (2015). A Cobogó tem como diferencial trabalhar muito próxima a seus autores e artistas, criando publicações individuais que recusam fórmulas e estruturas pré-determinadas. Contando sempre com um pensamento multidisciplinar e plural, a Editora Cobogó tem como compromisso a difusão das várias formas de arte. Ao longo destes anos, suas publicações ocuparam espaços generosos na imprensa especializada e geral. “O diálogo entre as várias formas de arte nos interessa muito. Queremos ressaltar a possibilidade de uma linguagem plural e multidisciplinar, híbrida”, explica Isabel Diegues* gestora e diretora editorial da Cobogó.
DILIGÊNCIA NA ANÁLISE PREDITIVA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.