Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Elaboração e edição de um livro de arte com as fotografias da artista Raquel Coelho.
Este é um livro de arte para apresentar a produção fotográfica de uma artista contemporânea brasileira. Raquel Coelho é a nova geração da arte da fotografia que se instala no século XXI. Com textos de apresentação de Joaquim Paiva e Wilson Lázaro, o livro traz cerca de 400 imagens que ilustrarão a edição, representando o produto artístico e o processo de sua produção. Resumo detalhado, por capítulos A obra proposta é um registro fotográfico que propicia um resumo das culturas que povoam o imenso país Brasil. Registro das manifestações populares (reizado, congado, frevo, capoeira etc), festas religiosas, comportamentos sociais urbanos brasileiros e natureza e paisagens que compõe o território de mais de 8.516.000 km². O livro apresentará várias imagens agrupadas por região do país e segue o fio condutor proposto pela fotógrafa, de captar através das lentes o que procuraria o olhar curioso de cada leitor ao visitar os mais diversos rincões do país, dos pampas do sul passando pela serra gaúcha povoada de línguas europeias e asiáticas que ainda permanecem nos descendentes dos antigos imigrantes; da pujante agricultura paranaense que migra para o Centro-oeste do país, registrando a relação de trabalho do homem com a terra; do mundo industrial paulista em contraste com a metrópole efervescente da capital; do comportamento urbano carioca aos costumes e rituais do povo do Nordeste, a vivência da região do semiárido. E finalmente, o registro da natureza da região Norte do país, diluída nas viagens de barcos pela Bacia Amazônica e na mescla de vivência rural e urbana que caracterizam os povoados da região. Tema central que será abordado no livro Mais do que resgatar a ancestralidade cultural de nossas raízes populares, a artista propõe um diálogo da população brasileira consigo mesma. Descobrir no percurso de sua produção das imagens o que cada cultura local exala ao restante do país. A obra ressalta a brasilidade como essência do povo, em imagens múltiplas de cada espaço de chão do país, habitado ou não, capturados pela fotógrafa em sua pesquisa iconográfica. Como se estivesse em uma exposição real, o leitor percorre os ambientes repletos de imagens que são o registro de cada região do país, se inserindo naquela a que pertence e descobrindo as nuances das outras que compõem o complexo caldeirão cultural de costumes e pensares que formam uma nação. Como o autor pretende dividir e conduzir a narrativa As imagens serão acompanhadas dos textos de um grupo de pesquisadores e críticos que abordarão o universo pictórico da autora e a descrição de seus registros fotográficos. Uma narrativa das imagens e seus significados mais profundos, complementada pela descrição do processo de criação e a técnica na captura de imagens. Assim, serão registros em cor e preto e branco das diversas regiões brasileiras, centrados em aspectos específicos de cada uma: o Norte apresentado em sua natureza avassaladora, o Nordeste com costumes e rituais que percorrem os tantos estados que o compõem, o Centro-oeste no registro do encontro do homem com a natureza no trabalho agrícola, o comportamento urbano dos habitantes do Sudeste e, no Sul, o encontro com as culturas migrantes que povoaram a serra gaúcha e as terras catarinenses. O conjunto dessa Relevância do tema abordado para a área cultural brasileira Esse é um livro produzido para que os brasileiros se reconheçam nas diversas paisagens e culturas que povoam o país. É também um livro para a pesquisa do universo fotográfico. Um registro iconográfico é sempre fonte de pesquisa para alunos, professores, historiadores. É ainda um modo de apresentar a outros países o que realmente somos, que povo habita essas tão deslumbrantes terras que sempre fascinaram nativos e estrangeiros. Há várias maneiras de apresentar a cultura de um povo, mas os livros são registros permanentes que podem ser fonte de prazer e consulta. Contam a história com palavras e, neste caso, com imagens captadas pela artista. É importante ressaltar que os autores convidados para a escrita são profundos conhecedores do universo da fotografia, compreendendo a sua importância no registro da cultura popular e revelando o que o próprio imperador D. Pedro II maravilhou-se ao se deparar com a técnica que mudaria os registros históricos a partir do século XIX. A história da cultura de cada povo pode ser contada com muito mais detalhes e riqueza através da fotografia.
O objetivo desse projeto e´ a ediça~o de um livro de arte para apresentar a produção fotográfica de uma artista contemporânea brasileira: Raquel Coelho, da nova geração da arte da fotografia que se instala no século XXI. Com textos de apresentação de Joaquim Paiva e Wilson Lázaro, o livro traz cerca de 400 imagens que ilustrarão a edição, representando o produto artístico e o processo de sua produção. A percepção da "singularidade da imagem" tem alta sinergia como título da criação da artista Raquel Coelho, com um olhar que escapa dos clichês predominantes das imagens usuais nas produções artísticas. Um conjunto de 400 imagens foi selecionado, a partir da fixação do olhar sensível e pulsante da artista, para essa publicação fotográfica, com descobertas precisas da sua câmera e seu olhar. São fotografias solares que enfatizam as características únicas de cada imagem produzida no percurso da sua vida, uma construção para pesquisa da fotografia atual brasileira. A autora propõe um livro pesquisa do olhar, em que é preciso estar atento para desfrutar as nuances que o olhar pode provocar. A ideia é ajudar estudantes, colecionadores, o público a pensar sua história em imagens. A fotográfa Raquel Coelho irá produzir uma obra inédita para compor o livro. Como Contrapartita Social será realizada uma palestra com a Raquel Coelho em uma ONG ou escola pública. Porém, devido ao momento de isolemento social por conta da pandemia de COVID-19, a palestra poderá ser realizada via transmissão ao vivo na internet. Objetivos especi´ficos: 1. Realizar levantamento das 400 fotografias da artista para compor o livro;2. Pesquisar os processos de produça~o da artista;3. Produção de obra inédita da artista para compor o livro;4. Produção de textos;5. Confecção de 1.000 exemplares do livro;6. Realizar a audiodescrição do livro;7. Promover a distribuição do livro em bibliotecas públicas;8. Ampliar o acesso do público às obras da fotógrafa Raquel Coelho.
O principal foco das imagens artísticas da criadora Raquel Coelho é um registro que revela a riqueza cultural e as belezas naturais do Brasil e do universo internacional, na correspondência de imagens das diferentes culturas em cada fotografia criada. Mas instiga, também, a reflexão sobre as decorrências históricas da formação de cada povo, gerando assim memória e matéria que ajudam a entender questões essenciais do universo de cada um no seu cotidiano cultural. Dessa forma, artista contribui para o desenvolvimento e a difusão da fotografia brasileira, que de forma tão vibrante retrata a cultura e a grandeza deste vasto e instigante universo chamado "Fotografia". Raquel Coelho é artista mineira. Fotógrafa e arquiteta, nasceu em 1969 e trabalha com fotografia desde 2006. A carreira de arquiteta _ seu escritório de arquitetura funcionou por 20 anos em Belo Horizonte (1994-2014) _ foi sendo aos poucos deixada de lado porque uma nova paixão se impunha. Não mais as linhas retas do projeto, mas a liberdade de poder olhar o mundo fora das pranchetas a levou à fotografia. A fotógrafa tem registrado com suas lentes regiões remotas da Terra e os grupos humanos que as habitam. Também os conglomerados urbanos atravessam suas lentes, em registros que revelam um olhar sensível a montar um mosaico da contemporaneidade.Raquel estabeleceu uma trajetória de compromisso ético e estético que resultou em várias séries fotográficas: • HOMENAGEM A MALEVICK - 2006 Travessia do Rio congelado Chadar, na região do Ladakh na Índia, fronteira com o Paquistão. • SLEEPER CLASS _ 2009 a 2011 A cor azul significa tranquilidade, harmonia, mas também a frieza, a monotonia e a estática. Simboliza a água, o céu e o infinito. • SEM DATA _ 2012Série realizada nos poucos imóveis inabitados em Londres.• PAQUISTA~O _ 2012Trekking nas montanhas de Karakoram. • VERDE E ROSA - 2013 Rota do Chá, caminho da China até o Tibet, explorando os vilarejos e as plantações do Pu erh. • CERAMISTAS _ 2013 Registro de três gerações de ceramistas que utilizam técnica milenar para produzir os seus trabalhos, sustentam suas famílias e vivem nos vilarejos no interior da China. • UM PRESENTE DE SORTE _ 2014 Índia, Jaypur e Udaipur. Uma jornada do conhecimento do uso de cores contra o "mau olhado". • GIGANTE ENTRE OS HOMENS _ 2014Série realizada com os trabalhadores de estrada no Paquistão. • RITUAIS _ 2015 Trabalho realizado na busca dos rituais milenares da cultura japonesa, na arte, no esporte e na tradição. • O CRIME NA~O COMPENSA - 2016 Registro realizado no Complexo Penitenciário Estevão Pinto, situado em Belo Horizonte _ MG. • SILÊNCIO _ 2016Série realizada nas florestas do monte Fuji, Japão. • "ALGO INTERESSANTE VAI ACONTECER" _ 2017 Registros da cidade de Paris. O projeto contribui para o alcance dos objetivos descritos no artigo 1o da Lei 8.313/91, principalmente no que diz respeito aos incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exerci´cio dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalizaça~o da produça~o cultural e arti´stica brasileira, com valorizaça~o de recursos humanos e conteu´dos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestaço~es culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expresso~es culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsa´veis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; e IX - priorizar o produto cultural origina´rio do Pai´s. Os objetivos do projeto, que sera~o alcançados esta~o em conformidade com o Artigo 3o da Lei 8.313/1991, no que diz respeito ao respectivo Inciso e Ali´nea: Inciso II, Ali´nea "b": ediça~o de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;
O proponente será remunerado através do item Coordenador do Projeto. Não estamos solicitando verba para remuneração de captação, pois já temos o patrocinador do projeto, conforme carta de intenção de patrocínio anexada ao projeto.
Tiragem de 1.000 exemplares, tamanho 33 x 25 cm, capa dura com luva, 240 páginas, papel GardaPat 13 Kiara, verniz UV.
O projeto vai promover a gravação do livro em audiodescrição, adaptando‐o para deficientes visuais, que seŕá disponibilizada gratuitamente na internet. No livro haverá uma página com o link de acesso e o QR Code para a audiodescrição completa.
O livro terá tiragem de 1.000 exemplares e distribuição gratuita de 60% (600 exemplares) dos livros em escolas públicas, escolas de arte, ONGs, universidades públicas e bibliotecas públicas de todo o país. Tiragem: 1.000 exemplares. Quant. divulgação: 100 Quant. patrocinador: 100 Distribuição gratuita: 600 Venda: 200Valores de venda: R$ 50,00 e 95,00. Como Contrapartita Social será realizada uma palestra gratuita com a fotógrafa Raquel Coelho em uma ONG ou escola pública. Porém, devido ao momento de isolemento social por conta da pandemia de COVID-19, a palestra poderá ser realizada via transmissão ao vivo na internet. Caso seja feita através da internet, faremos parcerias com ONGs para que o público seja de no mínimo 50% de estudantes e professores da rede pública de ensino.MEDIDAS QUE SERÃO ADOTADAS CONFORME ARTiGO 21 DA IN Nº 02/2019: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identicados; IX - promover o uso do Vale-Cultura para aquisição dos produtos e serviços culturais resultantes do projeto que, eventualmente, venham a ser comercializados, nos termos da Lei no 12.761, de 2012, no caso de não enquadramento da proposta cultural ao Parágrafo único do art. 20, desta Instrução Normativa;
Rafael Bezê _ COORDENAÇÃO GERAL Gerente de Projeto, Produtor Executivo e Curador “Trônica – Festival de Cinema de Música Eletrônica” (Caixa Cultural, 2012); “Dogma 95” (CCBB, 2015); “Making Of” (Caixa Cultural, 2016); “Cine Rua Farm” (Rio de Janeiro, 2016); e “Sonora: Ennio Morricone” (CCBB, 2018). Como Produtor Executivo: "Abel Ferrara, a religião da intensidade" (CCBB, 2012), Samuel Fuller: Se você morrer eu te mato! (CCBB, 2013) e "Trônica (Caixa Cultural, 2013), “Oscar Micheaux: O Cinema Negro e a Segregação Racial” (CCBB, 2014), "O novo cinema pernambucano" (CCBB, 2014); “Francis Ford Coppola: O Cronista da América” (CCBB, 2015); “Do Brasil para o Mundo” (CCBB, 2016); “Jean Cocteau: O Testamento de um Poeta” (CCBB, 2017); “Som: A História Que Não Vemos” (CCBB, 2017); “Cidade em Chamas: O Cinema de Hong Kong” (CCBB, 2018); “Acorde! O Cinema de Spike Lee” (CCBB, 2018); “A Vida Lá Fora: O Cinema de Jean Renoir” (CCBB, 2018); e “Scorsese” (CCBB, 2019). Diretor e Roteirista no curta-metragem “Tá Tudo Bem” (2020). Wilson Lazaro _ Coordenador EditorialAtual diretor da dotArt galeria, em Belo Horizonte, MG, desde 2016. Curador responsável por 3 coleções particulares de arte, em Belo Horizonte e Curitiba. Curador e coordenador dos projetos Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea, Rio de Janeiro, RJ, 2003 – maio 2013. Curador do Projeto Funarte Além dos Limites, Ministério da Cultura – 2006. Organizador do livro Arthur Bispo do Rosário – Século XX. Editoras Cosac Naify – 2006 e Réptil – 2012. Criação da Escola Livre - Ela do Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea, Rio de Janeiro / RJ – 2008. Coordenador do Seminário “Arquitetura de lo Efímero: Carnaval versus Fallas” parceria com Rafael Gil Salinas, Universitat de València, Universitat Internacional de Gandia, Valencia, España – 2010. Organizador do livro Maria Leontina, texto Paulo Herkenhoff – 2010. Desde 2018 desenvolve um trabalho de acompanhamento curatorial com a artista Raquel Coelho. Foi o coordenador do projeto do livro 7 x artistas lançado em 2019. Exposições: 2004: Série Animais, Wanda Pimentel, Galeria Manoel Macedo, Belo Horizonte, MG. 2006: Bembé, intervenções, instalações, ações e performances / Ronald Duarte, Carlos Contente, Arjan e Jorge Pinheiro – Museu AfroBrasil, São Paulo, SP. Bispo do Rosário, Oriel Mostyn Gallery, Pais de Galis – UK. 2008: Doce Olhar - Anna Maria Maiolino / Galeria Manoel Macedo / Belo Horizonte, MG. 2009: Hombre Patata. Carmen Calvo, Jardim Botânico da Universitat de València, Valencia, España. 2010: Algo Más – Sergio Alevatto, José Antonio Orts e Nieves Torralba, Jardim Botânico da Universitat de València, Valencia, España. 2011: Gigante pela própria natureza – Adriana Varejao, Adrianna Eu, Alair Gomes, Alberto da Veiga Guignard, Alfredo Volpi, Anna Maria Maiolino, Armando Queiroz, Artur Barrio, Beatriz Milhazes, Bispo do Rosário, Cabelo, Caio Carlos Vergara, Cildo Meireles, Delson Uchôa, Ernesto Neto, Hélio Oiticica, Ivens Machado, Ivan Serpa, Joaquim Paiva, Katie Van Scherpenberg, Laura Lima, Lucio Costa, Lula Wanderley, Marcos Chaves, Marepe, Maria Leontina, Maria Nepomucena, Nelson Félix, Niura Bellavinha, Oscar Niemeyer, Os Gêmeos, Paula Trope, Pedro Varela, Raul Mourao, Vik Muniz, Walter Carvalho, Wanda Pimentel e outros 18 artistas. Instituto Valenciano de Arte Moderna, IVAM, Valéncia, Espanha. 11ª Bienal de Lyon, curador convidado para as obras do artista Arthur Bispo do Rosário, junto com a curadora Victoria Noorthoorn, Lyon, França. 2011/2012: La vie à travers le fil - Bispo do Rosário, Festival Europalia Brasil, Art&Imarges, Bruxelas, Bélgica. 2012: 30ª Bienal de São Paulo, curador convidado para a sala do artista Arthur Bispo do Rosário junto com o Curador Luis Péres Oramas - Fundação Bienal, São Paulo, Brasil. Azul dos ventos - Arthur Bispo do Rosário, Museu Victoria and Albert, V&A, Londres, Inglaterra e Museu da Cidade, Lisboa, Portugal. 2013: 55ª Bienal de Veneza, curador convidado para as obras do artista Arthur Bispo do Rosário junto com o diretor artístico Massimiliano Gioni – Arsenale Pavilion Giordini dela Biennale, Veneza, Itália. Wanda Pimentel, galeria Manoel Macedo Arte, Belo Horizonte, MG. 2014: Futebol em prosa, galeria Manoel Macedo Arte, Belo Horizonte, MG. Coletiva: Alexandre Navarro, Amilcar de Castro, Ana Horta, Anna Maria Maiolino, Artur Barrio, Cabelo, Carlos Contente, Carlos Zilio, Caetano Dias, Cícero Dias, Cristina Motta, Eduardo Sued, Iberê Camargo, Lorenzato, Lula Vanderley, Miguel Rio Branco, Nelson Felix, Tunga e Wanda Pimentel e outros. 2015: Aposta certa, galeria Manoel Macedo Arte, Belo Horizonte, MG. Coletiva: Bruno Miguel, Camila Soato, Camila Valones, Carolina Ponte, Fernando de La Rocque e Julia Debasse. Tamo junto e misturado, galeria Manoel Macedo Arte, Belo Horizonte, MG. Coletiva: Antonio Manuel, Armando Queiroz, Marta Neves, Paulo Nazareth, Rosana Palazyan e Sônia Gomes. Geometria / flor – Wanda Pimentel, galeria Anita Schwartz, Rio de Janeiro, RJ. Bia Gross _ Produção executivaProdutora executiva de projetos culturais, especialista em elaboração e gerenciamento de projetos. Trabalhou na área de assessoria de comunicação, divulgação e assessoria de imprensa e projetos editoriais – produção e revisão. Em 2011/12, fez a produção executiva do festival internacional Europalia.Brasil, realizado na Bélgica, responsável pelas áreas de teatro, dança, música e circo, envolvendo a participação na Bélgica e países vizinhos (França, Holanda, Luxemburgo, Alemanha) de 700 artistas e técnicos brasileiros em mais de 250 eventos culturais), promovido pelos Ministérios da Cultura e de Relações Exteriores; é consultora da Universidade Católica de Pernambuco na área de projetos culturais; foi coordenadora de produção editorial de projetos em parceria entre a Editora PUC-Rio e a Cátedra Unesco de Leitura – PUC-Rio, de 2010 a 2015; na PUC do Rio de Janeiro foi coordenadora executiva da Cátedra Carlo Maria Martini de 2008 a 2010; de 2004 a 2008 trabalhou na Funarte – Fundação Nacional de Arte – como produtora executiva do Programa Arte Sem Barreiras e coordenação de produção do Projeto Além dos Limites. Fez a produção executiva do projeto do livro 7 x artistas lançado em 2019. Raquel Coelho _ Fotógrafa Raquel Coelho é artista mineira. Fotógrafa e arquiteta, nasceu em 1969 e trabalha com fotografia desde 2006. A carreira de arquiteta – seu escritório de arquitetura funcionou por 20 anos em Belo Horizonte (1994-2014) – foi sendo aos poucos deixada de lado porque uma nova paixão se impunha. Não mais as linhas retas do projeto, mas a liberdade de poder olhar o mundo fora das pranchetas a levou à fotografia. A fotógrafa tem registrado com suas lentes regiões remotas da Terra e os grupos humanos que as habitam. Também os conglomerados urbanos atravessam suas lentes, em registros que revelam um olhar sensível a montar um mosaico da contemporaneidade.Raquel estabeleceu uma trajetória de compromisso ético e estético que resultou em várias séries fotográficas: • HOMENAGEM A MALEVICK - 2006 Travessia do Rio congelado Chadar, na região do Ladakh na Índia, fronteira com o Paquistão. • SLEEPER CLASS – 2009 a 2011 A cor azul significa tranquilidade, harmonia, mas também a frieza, a monotonia e a estática. Simboliza a água, o céu e o infinito. • SEM DATA – 2012Série realizada nos poucos imóveis inabitados em Londres.• PAQUISTÃO – 2012Trekking nas montanhas de Karakoram. • VERDE E ROSA - 2013 Rota do Chá, caminho da China até o Tibet, explorando os vilarejos e as plantações do Pu erh. • CERAMISTAS – 2013 Registro de três gerações de ceramistas que utilizam técnica milenar para produzir os seus trabalhos, sustentam suas famílias e vivem nos vilarejos no interior da China. • UM PRESENTE DE SORTE – 2014 Índia, Jaypur e Udaipur. Uma jornada do conhecimento do uso de cores contra o “mau olhado”. • GIGANTE ENTRE OS HOMENS – 2014Série realizada com os trabalhadores de estrada no Paquistão. • RITUAIS – 2015 Trabalho realizado na busca dos rituais milenares da cultura japonesa, na arte, no esporte e na tradição. • O CRIME NÃO COMPENSA - 2016 Registro realizado no Complexo Penitenciário Estevão Pinto, situado em Belo Horizonte – MG. • SILÊNCIO – 2016Série realizada nas florestas do monte Fuji, Japão. • “ALGO INTERESSANTE VAI ACONTECER” – 2017 Registros da cidade de Paris.
PROJETO ARQUIVADO.