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PRONAC 203352Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

Festival ONLINE Audio Rebel Instrumental

AUDIO REBEL COMERCIO DE CDS LTDA
Solicitado
R$ 73,4 mil
Aprovado
R$ 73,4 mil
Captado
R$ 73,4 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

100.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2020-10-05
Término
2021-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Realizar um festival na internet com 08 shows de artistas de música instrumental de relevância no cenário atual da música contemporânea, transmitido ao vivo via redes sociais da Audio Rebel.

Sinopse

Não se aplica.

Objetivos

O Festival Audio Rebel Instrumental estava previsto para acontecer em 2020 na casa de shows Audio Rebel no Rio de Janeiro/RJ, porém com a pandemia por COVID-19 e isolamento social, a Audio Rebel teve que fechar as suas portas e até o momento não tem previsão de reabertura. Por essa razão, adaptamos o festival para acontecer de forma totalmente gratuito na internet com a transmissão ao vivo de 08 shows, através das redes sociais da Audio Rebel, o que possibilitará um maior alcance de público. Serão 08 apresentações de artistas brasileiros com foco na música instrumental, a partir de uma curadoria pautada na produção independente nacional e local, e na música de vanguarda brasileira. Para tanto, selecionamos artistas de relevância no cenário contemporâneo e de gêneros musicais diversificados. O festival terá duração de 16 semanas, sendo uma apresentação a cada 15 dias. Os shows serão transmitidos ao vivo pela internet, através do YouTube e Instagram. Os shows contarão com um apresentador. Após a transmissão ao vivo, os vídeos ficaram gravados no canal da Audio Rebel no YouTube. Programação sugerida (poderá haver mudança após a captação de recursos): 1- Renata Neves e Lourenço Vasconcellos 2 - Bernardo Ramos 3 - Abayomy 4 - Bruno Abdala 5 - Wallace Função Godoy 6 - Marco Scarassatti 7 -Idriss Boudrioua Quarteto 8 - Lise CONTRAPARTIDA SOCIAL Será realizado um bate-papo entre o curador do festival + um músico do festival para falar sobre música instrumental e contemporaneidade, na sede da Audio Rebel, assim que as atividades na casa e nas escolas estiverem retornadas. Serão convidados alunos e professores de escolas públicas e ONGs. Um ônibus será disponibilizado para o transporte deles até a Audio Rebel. Objetivos específicos: _ Contribuir para o fomento e o fortalecimento do cenário musical contemporâneo, sendo palco para esses trabalhos e atuando numa frente consolidada de formação de público para a música independente; _ Realizar 08 shows gratuitos de música instrumental de artistas contemporâneos na internet; _ Fomentar o cenário da música instrumental independente contemporânea; _ Promover geração de renda para artistas e produtores nesse momento atual de pandemia por COVID-19 e isolamento social; _ Contribuir para a democratização do acesso a bens e produtos culturais.

Justificativa

O Festival Audio Rebel Instrumental estava previsto para acontecer em 2020 na casa de shows Audio Rebel no Rio de Janeiro/RJ, porém com a pandemia por COVID-19 e isolamento social, a Audio Rebel teve que fechar as suas portas e até o momento não tem previsão de reabertura. Por essa razão, adaptamos o festival para acontecer de forma totalmente gratuita na internet com a transmissão ao vivo de 08 shows, através das redes sociais da Audio Rebel. Com este projeto pretendemos preencher uma lacuna importante no calendário das apresentações na internet: o de shows de música instrumental contemporânea de artistas com relevância na cena contemporânea nacional, de diferentes regiões do Brasil, e de diferentes gêneros e estilos musicais. Com o projeto será possível garantir um cachê base para as bandas para que as apresentações sejam totalmente gratuitas. A primeira edição do Festival Audio Rebel aconteceu entre os anos de 2017 e 2018 com nove shows e nove master classs. Os artistas que paticiparam da primeira edição foram: Idriss Boudrioua Brass Band; Space Charanga Quarteto (Thiago França, Amilcar Rodrigues, Marcelo Cabral e Sergio Machado); Duplexx, Chelpa Ferro e In-Sone; Bella & Cadu e Dedo; Bemônio; Kassin, Monteiro e Mekler; God Pussy; Marlon Sette; e Carlos Malta. A Audio Rebel é um espaço que engloba uma sala de shows para 80 pessoas, estúdio de ensaio, estúdio de gravação e uma loja de discos, vinis e artigos musicais. Fundada em 2005 por Pedro Azevedo, a Rebel vem se consolidando ao longo de dez anos como referência nacional e internacional no cenário da música independente e experimental na cidade do Rio de Janeiro. Ao longo de seus dez anos, a Audio Rebel tornou-se não só referência no cenário nacional e internacional de rock independente/música de vanguarda, como se tornou o principal espaço para uma nova cena carioca de canção/experimentalismo sonoro. Junto do Quintavant, a casa tem sido palco para o surgimento de uma nova geração de artistas cariocas interessados em criar dinâmicas colaborativas entre gêneros e estilos e desenvolverem ampla pesquisa de criação de linguagem musical, preparação e utilização diversificada de instrumentos, técnicas de gravação, etc. Essa inauguração de novas estéticas e experiências propostas por esses artistas estão extremamente imbricadas com a abertura para outras formas de produção e difusão da música que não a mercadológica vigente, só podendo se dar em um contexto como o possibilitado por espaços e redes como a da Audio Rebel. O projeto contribui para o alcance dos objetivos descritos no artigo 1º da Lei 8.313/91, principalmente no que diz respeito aos incisos: II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; e IX - priorizar o produto cultural originário do País. Os objetivos do Festival ONLINE Audio Rebel Instrumental estão em conformidade com o Artigo 3º da Lei 8.313/1991, no que diz respeito ao respectivo Inciso e Alínea: Inciso II, Alínea "c": realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore

Estratégia de execução

CONTRAPARTIDA SOCIAL O bate-papo do curador + músico convidado não terá custos com cachês, os profissionais abriram mão de serem remunerados para essa ação.

Especificação técnica

CONTRAPARTIDA SOCIAL Será realizado um bate-papo entre o curador do festival + um músico do festival para falar sobre música instrumental e contemporaneidade, na sede da Audio Rebel, assim que as atividades na casa e nas escolas estiverem retornado. Serão convidados alunos e professores de escolas públicas e ONGs. Um ônibus será disponibilizado para o transporte deles até a Audio Rebel. Duração: 01 hora. Ementa: O curador irá mediar uma conversa com o músico sobre o processo criativo, o que é música instrumental, a influência da tecnologia na música instrumental contemporânea e o que é música contemporânea. Os espectadores também farão uma visita aos estúdios da Audio Rebel para conhecer o processo de gravação de um disco.

Acessibilidade

O festival, por ser totalmente realizado na internet, cumpre acessibilidade para portadores de deficiência física e visual. As apresentações além de serem ao vivo, também serão gravadas para que possam ter acessos em outros momentos. Esses vídeos gravados terão legendas descritivas.

Democratização do acesso

Todas as apresentações serão gratuitas e transmitidas pela internet. Para cumprimento do Artigo 21 da IN nº 02/2019, o projeto irá adotar o seguinte inciso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2o do art. 22.

Ficha técnica

Pedro Azevedo - Coordenação do Projeto (proponente) - Responsável pela plena execução de todas as etapas do projeto. Pedro Azevedo formado em comunicação social pela PUC-Rio e músico guitarrista da banda Riveraid, banda que se apresentou em mais de 50 shows em 9 estados brasileiros durante os anos de 2000 e 2005, com uma CD demo lançado. Trabalhou como técnico de gravação e mixagem em diversas álbuns como:Chinese Coockie Poets, El Efecto e Daniel Higs. Fez produção executiva de mais de 60 bandas internacionais, e bandas nacionais com destaque na mídia como: Dead Fish, BlindBigs, Holly Tree, Darvin, ForFun, Strike, CPM22, Mukeka di Rato. É sócio fundador e administrador executivo da casa de shows Audio Rebel e produtor de eventos beneficentes para finalidades tanto culturais como sociais e ambientais, como “Festival de Música Anajé” (para a ONG Anajé), festa para arrecadação de fundos para produção de filmes universitários, etc. Trabalhou voluntário na ONG Projeto Anajé, não somente produzindo eventos como também participando ativamente do seu processo de pesquisa para sua fundação (viagens de pesquisa, contatos acadêmicos). Trabalhou como voluntário na realização da festa do Dia das Crianças no Jardim Zoológico de Niterói, trabalhando na montagem do evento. Músicos/Grupos artísticos: 1- RENATA NEVES E LOURENÇO VASCONCELLOS Renata Neves e Lourenço Vasconcellos, companheiros de vida e música, formaram o duo de violino e vibrafone em 2020, explorando as possibilidades sonoras mágicas dessa formação. O repertório diversificado, popular e sofisticado mescla composições autorais e também dos grandes mestres da música brasileira. Mãe, violinista, rabequeira e compositora, Renata é uma musicista atuante no cenário carioca há mais de 20 anos. Integrante do quarteto de cordas cAis, grupo que estará lançando seu primeiro CD ainda em 2020 e do grupo Forró de Pontuada, Renata Neves também lidera seu trio que estreou no Festival Sonora em 2019. Lourenço é um músico curioso que dialoga com as mais variadas linguagens. Acompanha a artista Letrux e é baterista do Relógio de Dalí, grupo importante na cena instrumental carioca, além de desenvolver seu próprio trabalho como vibrafonista e compositor. 2 - BERNARDO RAMOS Integrou a Itiberê Orquestra Família durante 10 anos, com a qual gravou três álbuns e se apresentou nas mais importantes salas de concerto do Brasil e da América Latina, além dos mais representativos festivais de jazz do país. Nesse período, Bernardo teve a oportunidade de absorver profundamente os princípios e técnicas da escola hermetiana, podendo desenvolver sua própria voz, uma abordagem particular da riqueza legada pelos mestres. Como instrumentista, atuou junto a importantes artistas da música brasileira, tais como: Hermeto Pascoal, Idriss Boudrioua, Arismar do Espírito Santo, Nenê, Leny Andrade, Dori Caymmi, Joyce Moreno, entre outros. Bernardo integra o grupo Bamboo, trabalho de grande destaque na cena de jazz contemporâneo brasileira, com o qual gravou dois álbuns autorais: Bamboo (2010) e Abertura (2012). Em 2016, gravou para o selo japonês Spiral Music o álbum Gesto, em trio com Joana Queiroz e Rafael Martini. Atua também em duo com o pianista Rafael Vernet, no sexteto de Joana Queiroz – com o qual gravou dois álbuns: Uma maneira de dizer (2012) e Boa noite pra falar com o mar (2016) – além de trabalhar como guitarrista, produtor e arranjador em projetos como o recém lançado disco da cantora Fernanda Gonzaga, Toda pessoa pode ser Invenção, em homenagem ao pai, Gonzaguinha. Em parceria com Naná Vasconcelos, compôs a trilha musical do espetáculo teatral Capitães da Areia (adaptação de Vitor Hugo), indicada ao prêmio Shell na categoria melhor música. Bernardo foi o vencedor da edição de 2009 do Festival Instrumental de Guarulhos. Atuou como diretor musical nas gravações dos discos do sexteto de sopros Inventos e, na edição de 2013 do Festival Villa-Lobos, Bernardo atuou como guitarrista, arranjador e diretor musical do concerto em homenagem aos 70 anos de Dori Caymmi, no Espaço Tom Jobim, com a participação do próprio Dori, Nana e Danilo Caymmi, além de Joyce Moreno. 3 - ABAYOMY apresenta neste início de ano o show “Afrobeat, Afrontas e Lacrações”, que trará toda a musicalidade da banda em um repertório que visita seus 10 anos de carreira. Além de faixas dos álbuns Abayomy e Abra sua Cabeça, o setlist contará com releituras representativas para a banda, como Meus Filhos, Meu Tesouro (Jorge Ben), Baba Alapalá (Gilberto Gil) e canções da Orquestra Afro-Brasileira. Os músicos prometem também apresentar uma faixa inédita, parte do trabalho que será lançado ainda em 2019. Neste novo ciclo, a sonoridade da Abayomy se volta ainda mais para a música brasileira, explorando ritmos do Norte e Nordeste do país. Expande as experimentações dentro da música africana, e aprofunda a crítica social sem perder a verve dançante e divertida, que são características importantes do som da banda. “Temos que nos divertir e entreter. Acho que de alguma forma nos dedicar a isso vai ser a melhor resposta contra aqueles que nos entristecem. Estamos buscando explorar melhor a poesia dentro da mensagem e musicalmente queremos dar um passo adiante sempre. Já temos alguns esboços de músicas e temas já bem encaminhados e esperamos em breve mostrar algumas delas para o público”, comenta o guitarrista Gustavo Benjão. A Abayomy nasceu no Rio de Janeiro como um tributo ao criador do afrobeat, o nigeriano Fela Kuti. Alguns dos 13 músicos já se conheciam, outros se conheceram nos ensaios no Cosme Velho. O que nenhum deles podia prever naquela época é que o show no primeiro Fela Day realizado no Brasil, em 2009, seria um sucesso e despertaria em todos uma vontade irresistível de levar o projeto a outro patamar. Então surge o nome Abayomy, uma celebração às raízes africanas e à convergência de energias e objetivos de seus integrantes: O significado em Iorubá é (entre outras coisas) “encontro feliz”. 4 - BRUNO ABDALA Abdala é produtor musical e utiliza instrumentos eletrônicos para criar um universo sonoro instrumental onde synthetizadores e máquinas se misturam à tradições culturais do Brasil profundo, Ásia e do norte africano. Abdala, que também utiliza as alcunhas de Xinelah Dih Mankuh e Kinah Hamilton, tem trabalhos lançados em diversos formatos por alguns países do globo e parcerias com membros das bandas Hurtmold, Baiana System, Boogarins, Elma, dentre outras. 5 - WALLACE FUNÇÃO GODOY Novo projeto de Renato Godoy que desde 2000 atuando na área de Audio profissional onde pude experienciar momentos diversos do mercado fonográfico. Passei por estúdios como Discover digital Studio 2000-2004 (Primeiro estúdio digital do país sob direção de Guilherme Reis e Fabio Henriques), Cia dos técnicos, Toca do Bandido 2008-2011 (Estúdio projetado e montado por Tom Capone), Monoaural (Estúdio dos produtores Kassin e Bernard Ceppas), Nas nuvens (Estúdio do produtor Liminha) e Audio Rebel. No projeto Wallace Função Godoy mistura suas influencias de free jazz, rock e improvisação que eram características do CCP e outras bandas que já participou, com a vivencia do Rio de Janeiro, zona norte dos anos 80/90. Funck, noize e vinhetas se misturam ao som tocado por Renato na bateria acústicas, samplers, efeitos e eletrônicos. 6 - MARCO SCARASSATTI Artista sonoro e compositor, realiza pesquisas em educação musical, pesquisa e constrói esculturas, instalações e emblemas sonoros. É professor da Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG. Participou e/ou compôs peças musicais que foram apresentadas nos seguintes festivais: ISIM Conferência (EUA, 2007), 3ª Bienal PATAGONICA (2007), Encontro de Arte Sonoro Tsonami (Chile, 2007), Buenos Aires 2009 e 2011, Festival Zeppelin 2008 (Espanha ), Encontro de Música Improvisada de Atouguia da Baleia, MIA (Portugal 2013 e 2014). Criou e participou o grupo Stracs Harampálaga, dedicado à intervenções sonoras em espaços públicos; grupo OlhoCaligari, composto de uma fusão entre poesia e música experimental; e Grupo Sonax, com quem ainda atualmente realiza projetos. Com este grupo lançou o álbum Sonax (2008), que foi lançado em CD pelo selo europeu Creative Sources Recordings. Com um Mestrado em Multimeios e doutorado em Educação, publicou artigos nas áreas de composição, trilha sonora, Educação Musical e Curadoria de Música Contemporânea. Foi idealizador e curador da exposição Paisagens Sonoras Plásticas (2005); do Primeiro Encontro de Música Improvisada, realizado na Unicamp em dezembro de 2007, e criador do Encontro de Costas, que reuniu músicos experimentais portugueses e brasileiros. Compôs ainda Novelo Elétrico, lançado em CD (Clew Eléctrica, Creative Sources Recordings, 2014), Rios Enclausurados (Rivers Cloistered, Seminal Records, 2015) e RUMOR, projeto coletivo com Gloria Damijan, Eduardo Chagas e Abdul Moimême (Creative Sources gravação, 2015) e autor do livro Walter Smetak, o alquimista de sons, publicado pela Perspectiva / SESC (2008). 7 -IDRISS BOUDRIOUA QUARTETO Com uma formação que reproduz a alma e a sonoridade de uma compacta big band, Idriss Boudrioua Quarteto é um supertime de músicos que interpretam o melhor do jazz brasileiro e internacional. O grupo tem dois CDs gravados, sendo o primeiro em homenagem ao saxofonista americano Phil Woods (2007), instrumentista que influenciou uma geração de músicos; e o segundo dedicado ao saxofonista brasileiro Íon Muniz (2013), autor de “Arrocho na Boca”, música presente em praticamente todo o repertório. Com produção, arranjos e composições de Idriss Boudrioua, os dois trabalhos reúnem o que há de melhor no roteiro musical do Base & Brass: das valsas “Waltzin” e “Waltz for Phil”, de Victor Assis Brasil, à bossa nova “Só danço samba”, de Tom Jobim e Vinícius de Moraes, passando pelo consagrado jazz internacional com “Ornithology”, de Bennie Harris e Charlie Parker; e “I Wish I Knew”, de M.C. Gordon e M. Warren. Também não podem faltar no repertório composições próprias de Idriss, como “Trois Ami`s Blues”, “Bop for Me” e “Playing for Canuto”. O Base & Brass (que significa base e sopros) conta nos metais com Idriss Boudrioua (sax alto), Aquiles Moraes (trompete e flugelhorn), Thiago Ferté (sax tenor) e Henrique Band (sax barítono). Na base, Sérgio Barrozo (contrabaixo), Eduardo Farias (teclado) e Emile Saubole (bateria). Biografia- Consagrado pelo público e pela crítica como um dos melhores instrumentistas do país, o saxofonista Idriss Boudrioua é um francês de alma brasileira. Desde que chegou ao Brasil, em 1982, sabia que aqui passaria muitos anos da sua vida e decidiu viver no Rio de Janeiro, a “Cidade Ímã”, na qual foi personagem no documentário do cineasta Ronaldo German, em 2011. É um dos restauradores de saxofone mais requisitados do país, habilidade que aprendeu na oficina da Selmer, famosa fábrica de instrumentos em Paris. Com nove CDs gravados, Idriss é reconhecido como um dos principais nomes do cenário musical tocando em diferentes formações em casas de shows, teatros, restaurantes e festivais de jazz no país e no exterior. Já dividiu o palco e o estúdio com grandes personalidades da música brasileira e internacional como Marcos Valle, João Donato, Ed Lincoln, Luiz Eça, João Carlos Assis Brasil, Tom Jobim, Djavan, Johnny Alf, Eric Seva, Rosa Passos, Michel Legrand, Fátima Guedes, Leny Andrade, João Bosco, Ed Motta, Alexandre Pires, Tito Madi, Kenny Barron, Jean-Loup Longnon, Célia Vaz, Toninho Horta, Chico Buarque, Joanna, Moacir Santos, entre outros nomes. 8 - LISE Lise é o projeto solo de Daniel Nunes, no qual explora sonoridades que absorvem elementos da música contemporânea aliados a eletrônica, rock e música ambiente.partindo de temas instrumentais, cria diálogos simultâneos entre a música experimental e a minimalista, convidando os ouvidos a experiências individuais desde o movimento mais consciente, até o mais raro lampejo casual. Lise está em constante transformação indo além do universo musical, permitindo trocas com artistas de outras vertentes que passam pela vídeo-arte e performance. Sobre Daniel Nunes Daniel Nunes Coelho compõe trilhas para cinema, longas e curtas-metragens e teatro. É um dos fundadores do selo independente mineiro "La Petite Chambre", dedicado à música experimental e idealizador do festival de música livre "Pequenas Sessões". Já apresentou trabalhos no Itaú Cultural(SP), na Oi Futuro (RJ), MIS (SP), SESC Paulista (SP), Santander Cultural (RS), SXSW (EUA), Focus Wales (Reino Unido), ESMAE (Portugal) e Centro de Arte Contemporáneo (Equador). É membro da banda Constantina e projeto lise com discos lançados na Inglaterra e nos Estados Unidos, shows apresentados em várias capitais brasileiras e países como Argentina, Equador, Estados Unidos, Portugal, França, Inglaterra, País de Gales, Suíça e Bélgica. OBS: OS DEMAIS PROFISSIONAIS SÓ PODERÃO SER CONFIRMADOS APÓS A CAPTAÇÃO DE RECURSOS.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.