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PRONAC 203394Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Achilles e a Inclusão Social

GRAMANI EDITORA LTDA
Solicitado
R$ 366,4 mil
Aprovado
R$ 366,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livros ou obras de referência - valor Humanístico
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2021-01-01
Término
2023-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Publicação de um livro com diversos depoimentos, contando a história da Achilles no Brasil e seu esforço para a inclusão social de pessoas com qualquer tipo de deficiência através da prática de atividades físicas.

Sinopse

A definição final da forma de abordagem dos conteúdos será realizada na etapa de pesquisa. A princípio, trataremos da Acessibilidade no Brasil, da história da participação de PCDs em corridas de rua e casminhadas no Brasil, da origem e história da Achilles no Brasil, da inclusão de pessoas com qualquer deficiência em corridas e caminhadas, etc. Através de depoimentos (previsão de 30) o livro contará com muitas imagens inspiradoras de participantes, de diversas deficiências, nestas atividades físicas. Buscaremos nos depoimentos tratar dos sentimentos humanos: tristeza, vontade, força, vergonha, timidez, raiva, revolta, aceitação, desafios, barreiras, felicidade, amor, conquistas, superação, auto estima, alegria, sucesso, ...

Objetivos

Objetivo principal _ através da publicação do livro, narrar a trajetória do trabalho desenvolvido pela Achilles Internacional no Brasil em todo o seu esforço para a inclusão social de pessoas com qualquer tipo de deficiência, através da prática de atividades esportivas, numa ação que visa a transformar a vida destas pessoas, resgatando a autoestima para a reinserção social em todos os níveis, servindo de exemplo motivador para todos. Objetivos específicos: - Produzir 2.700 exemplares de livro em edição normal. - Produzir 300 exemplares em Braile

Justificativa

A acessibilidade vem evoluindo lentamente em nosso país, que tem dimensões continentais. Utilizando a mesma base de dados do Censo 2010, o IBGE aponta que a proporção das pessoas com deficiência na população é de 6,7%, algo em torno de 14 milhões de pessoas, sendo que, destes, apenas 1% está no mercado de trabalho (Fonte Agência Brasil _ Direitos Humanos). Anos atrás, por volta de 1980, as pessoas com deficiência no Brasil não ficavam tão expostas e com isto não conseguíamos mensurar as dificuldades que enfrentavam. Com a instauração do Dia Internacional das Pessoas Com Deficiência, que é comemorado em 3 de dezembro, as pessoas começaram a sair de casa e compartilhar ambientes comuns, com isto as dificuldades de acessibilidades foram sendo mensuradas, trazendo à tona problemas e limitações de nossas instalações sociais e urbanas. Segundo o Decreto Nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, a deficiência pode ser definida como "toda perda ou anormalidade de uma estrutura ou função psicológica, fisiológica ou anatômica que gere incapacidade para o desempenho de atividade, dentro do padrão considerado normal para o ser humano". A deficiência pode ser classificada em física, auditiva, visual, mental ou múltipla, quando duas ou mais deficiências estão associadas. A partir das leis mais recentes, tem havido uma evolução nas adaptações e na preocupação de nossos governantes em facilitar a vida dos brasileiros portadores de algumas deficiências. Vimos que nas grandes cidades, dentro dos principais estados geradores de renda no nosso país, isto acontece com mais rapidez, mas temos ainda um longo caminho a percorrer. Nos últimos anos a acessibilidade ganhou mais destaque e visibilidade através da prática esportiva competitiva, com a divulgação dos Jogos Paraolímpicos. Desde então, as organizações desenvolvem ações conjuntas visando ao desenvolvimento do esporte para deficientes. A Achilles permite que pessoas com todo o tipo de deficiência (não precisa ser atleta) participem do desafio do esporte/atletismo, e promove a realização pessoal, melhora a autoestima e diminui as barreiras, efetivamente contribuindo para a inclusão social. "A prática da corrida como inovação cultural no mundo moderno e contemporâneo pode ser observada na Inglaterra do século XIX, nos Estados Unidos da década de 1970 e no Brasil atual. Em nenhum dos casos, entretanto, a corrida remonta à sua essência, ou seja, um recurso biológico destinado à interação do ser humano com a natureza, mas à transmissão e aquisição de significados culturais. De um recurso natural do ser humano, a corrida, submetida ao processo de transformação histórico-social conforme a época e lugar, adquiriu novos valores, usos e costumes". (A corrida de rua: aspectos históricos e culturais - Marcelo Augusti e Carmen Maria Aguiar) "As inovações culturais são muitas vezes obra de pequenos grupos, mais do que indivíduos". Peter Burke (O que é História Cultural) Pesquisa da Pnad 2015 aponta que 24,6% dos brasileiros praticam caminhada ou corrida de rua. A São Silvestre é certamente a mais tradicional das corridas de rua brasileiras, um fenômeno de quase 100 anos que já faz parte da cultura da cidade e que faz milhares de pessoas se aventurarem pelas ruas de São Paulo nos seus atuais 15 km de percurso. No ano 2000 foram 20 mil participantes, número que subiu para 30 mil em 2014 e em 2019 chegou a 35 mil. Cabe ressaltar que a prática de corridas de rua e caminhadas (para amadores) cresce a todo ano no Brasil, e já faz parte do calendário cultural de várias cidades, que realizam corridas e caminhadas comemorativas e de aniversário. Quanto às pessoas portadoras de deficiência, podemos dizer que as leis garantem o acesso, mas ainda assim, temos outro desafio a ser superado, que é o do preconceito e da vergonha. Mesmo tendo o direito garantido ao ACESSO, muitas vezes as pessoas com deficiência não se sentem confortáveis e confiantes para a vida em sociedade, ficando grande parte de seu tempo/vida reclusas. É neste momento que a Achilles (sociedade sem fins lucrativos) inicia a sua atuação, ao APOIAR e ENCORAJAR pessoas comuns, com qualquer tipo de deficiência a sentir o prazer de participar em eventos junto com o público em geral, acreditando que é possível inspirar estas pessoas a participarem de eventos sociais, sejam eles quais forem. Desta forma, a Achilles, além de contribuir para a recuperação da autoestima pessoal, promove uma transformação social através da inclusão social, uma vez que estimula as pessoas comuns com qualquer tipo de deficiência a participar de corridas e caminhadas EM LOCAIS PÚBLICOS, INTEGRADOS AOS DEMAIS PARTICIPANTES. Isto tem incentivado estas pessoas a frequentar com mais assiduidade parques, praças e outros locais culturais da cidade, como teatros, cinemas, bibliotecas etc. É comum relatos de PCDs sem vida social ativa, que ficam reclusos em casa sem muitas alternativas de passeios. Conforme Edson Santo, "Hoje em dia ir a um Teatro, Cinema, Shows, Ginásios e Arenas esportivas, é tão natural. Momentos impensáveis antes da prática esportiva". Vemos desta forma, que a prática de atividades esportivas é uma das portas de entrada para o convívio social e cultural de PCDs. Entendemos que nossa proposta promoverá a INCLUSÃO SOCIAL e CULTURAL DE PESSOAS COM QUALQUER TIPO DE DEFICIÊNCIA, sendo a Lei de Incentivo à Cultura a única forma de disseminar esta obra de forma inteiramente gratuita, a todos os públicos. O projeto enquadra-se no Art. 1º da Lei 8313/91 através dos incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Para o cumprimento das finalidades expressas no art. 1° da Lei 8313/91, conforme o Art. 3º da referida norma, este projeto atenderá ao seguinte objetivo: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;

Estratégia de execução

Nos custos vinculados administrativos estamos considerando a prestação de serviços PJ principalmente para apoio administrativo, prestação de contas e material de escritório.

Especificação técnica

Tiragem total: 2.700 exemplares Edição bilíngue Formato proposto: 20 x 20 cm (fechado) Especificação proposta: Capa Dura: papelão 18, revestido com papel couché brilho LD 150 g/m², impresso em 4x0 cores Guardas: 2 lâminas com 20 x 40 cm, em papel ColorPlus 180 g/m² Miolo: 240 páginas, 4x4 cores, em papel couché brilho LD 150 g/m² Acabamento: lombada quadrada, com costura Proteção: shrink individual Enobrecimento capa: hot stamping, laminação bopp brilho e verniz UV com reserva, Acondicionamento entrega: caixas de papelão com 10 exemplares Livro em Braile: Tiragem: 300 exemplares Edição em língua portuguesa Formato: A4 Transcrição, Formatação e Impressão em Braille e fonte ampliada (Arial 24 n) Miolo - Papel offset 130 g/m², formato A4. Capa – Papel offset 180 g/m² Encadernação em wire-o.

Acessibilidade

PRODUTO: LIVRO Acessibilidade física: não se aplica. O lançamento do livro ocorrerá em espaço que atenda a todas as exigências quanto à acessibilidade para idosos e pessoas com deficiências. Acessibilidade para deficientes visuais: serão impressos livros em Braile, com adaptação do texto original Acessibilidade para deficientes auditivos: não se aplica PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: as palestras ocorrerão em locais que atendam a todas as exigências quanto à acessibilidade para idosos e pessoas com deficiências. Acessibilidade para deficientes visuais: não se aplica. Teremos monitor na sala, sendo que poderão participar normalmente da palestra/debate. Acessibilidade para deficientes auditivos: teremos tradução simultânea na linguagem de libras em uma das palestras/debates a serem realizadas.

Democratização do acesso

- Todos os livros serão distribuídos gratuitamente. Referente ao art. 21 da IN nº 02 de 23/abril/2019 do Ministério da Cultura, a proposta irá adotar como ação de democratização de acesso o inciso: I – doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados, uma vez que todos os livros terão distribuição gratuita. - 10% para os Patrocinadores - 10% para Divulgação do projeto (formadores de opinião) - 10% em caráter social e educativo, a ser distribuído entre Bibliotecas e Escolas Públicas - 10% para distribuição a todos os participantes da Palestra Contrapartida Social - 60% distribuído gratuitamente pela Achilles Brasil

Ficha técnica

Plinio Gramani Filho, EDITOR: O proponente poderá será remunerado pelas atividades de Pesquisa, Coordenação Editorial, Coordenação Gráfica, Tratamento de Imagens e Revisão. Plínio é sócio‐diretor da Gramani Editora desde 1978. Em 1988, já como Editor da Revista Abigraf (edita até os dias atuais), criou um novo conceito na mídia especializada setorial, defendendo a ideia de reservar a capa da Revista Abigraf, órgão oficial da indústria gráfica nacional, à reprodução da obra de destacados pintores, valorizando a Arte. E faz isso há 32 anos, abrindo um espaço exclusivo para a cultura brasileira, publicando em cada edição da revista, com texto de um respeitado crítico de arte, a trajetória e a obra de um importante artista, colocando um dos seus quadros na capa, enriquecida por recursos gráficos adicionais. Desde que essa dedicação à divulgação da cultura artística nacional foi iniciada, a revista já apresentou a vida e a obra de cerca de 150 artistas, de diferentes escolas, estilos e características. Citamos aqui alguns apenas para exemplificar: Rugendas, Almeida Jr., Lasar Segall, Portinari, Guignard, Bonadei, Pancetti, Pennacchi, Volpi, Di Cavalcanti, Arcangelo e Thomaz Ianelli, Anita Malfatti, Djanira, Tarsila, Goeldi, Cícero Dias, Samson Flexor, Clóvis Graciano. Da colônia japonesa, entre outros, Tomie Ohtake, Manabu Mabe, Fukushima, Wakabayashi. Além da Revista, já editou livro de arte, bilíngue português/inglês, reproduzindo as matérias de 22 artistas selecionados, distribuído às livrarias e que já se encontra esgotado. Foi convidado pela Fundação Biblioteca Nacional para realizar uma edição especial da Revista Abigraf para ser a publicação oficial do nosso país no Salão Internacional do Livro, em Paris. A editora produziu uma edição dedicada exclusivamente à presença brasileira no Salão, bilíngue português/francês, distribuindo 10.000 exemplares a partir do estande do País no evento. Além de apresentar a biografia dos 35 escritores que compunham a delegação oficial do Brasil, a publicação foi composta por cinco artigos especiais de autoria de catedráticos da USP e UFRJ abordando a influência francesa na cultura brasileira, nas áreas da arte, literatura, arquitetura, engenharia, ciências e biblioteconomia. Editou também o livro VAPT VUPT, numa antologia de autores e ilustradores de histórias em quadrinhos, que rendeu em 2003 o prêmio “HQ MIX” como melhor livro conceitual. Publicou em 2014 o livro “Ikebana Ikenobo – O caminho das flores”, que destaca aspectos inerentes à cultura japonesa, como a disciplina, a contemplação e o profundo respeito à natureza, aplicados à técnica dos arranjos florais desenvolvida há mais de 550 anos no país oriental e que passou a ser mais conhecida no Brasil a partir de l985, graças ao trabalho, à dedicação e ao ideal de uma representante da colônia. Em 2017 lançou o projeto de Livro pela Rouanet com o título “Nonô, do sonho à velocidade” e, em 2018 o livro “Éramos Vinte – A História do Corpo de Bombeiros de São Paulo” Cesar Mangiacavalli, PRODUTOR GRÁFICO/DESIGNER: (a ser confirmado) será responsável pelas atividades de Projeto Gráfico e Design, além dos materiais de divulgação do projeto. Artista gráfico, diretor e editor de arte, Cesar cursou Artes Plásticas na Fundação Armando Álvares Penteado. Atuou como assistente de estúdio, chefe de estúdio, assistente de criação e Diretor de Arte em diversas agências de propaganda. Foi diretor de criação da Midialog. Atendeu inúmeros clientes nas áreas de propaganda e editorial. Desde 99 é membro do júri do Prêmio de Excelência Gráfica Fernando Pini. Como artista gráfico e editor de arte, alguns projetos que executou: “Abigraf 40 Anos”, “200 Anos da Indústria Gráfica no Brasil”, “Max Schrappe ‐ Mein Lieben /Minha Vida”, “Da Arte do Brasil”, “Coragem, Ismael Nery e Murilo Mendes – Reflexos”, “Ikebana Ikenobo ‐ O Caminho das Flores”, “Afeigraf ‐ Dez Anos de Tecnologia em Impressão Gráfica”, “Todo mundo disse que não ia dar certo”, “Compliance 360 ‐ Riscos, Estratégias, Conflitos e Vaidades no Mundo Corporativo 2ª ed.”, “Sem Limite ‐ A Vida de Péter Murànyi”, “Histórias de meu avô Tristão ‐ A biografia de Alceu Amoroso Lima”. Como diretor de Arte da Revista Abigraf, ganhou os Prêmios Comtexto de Comunicação Empresarial de 1989 e 1990; os Prêmios Aberje de 1993, 1994, 1995, 1996 e 1998, da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial; o Prêmio Benny e Certificate of Merit de 1998 e Award of Recognition de 2000 e 2001, da Printing Industries of America; os Prêmios Anatec Ouro e Prata de 2006, da Associação Nacional de Editores de Publicações Técnicas. Com a revista Ideia Sustentável ganhou os Prêmios Anatec Ouro de 2009, da Associação Nacional de Editores de Publicações Técnicas; e o Prêmio Jornalistas & Cia/HSBC de imprensa e sustentabilidade em 2010.Com o Anuário Brasileiro da Indústria Gráfica ganhou o Prêmio Anatec Ouro de 2006. Com o livro Vapt‐Vupt ganhou o Troféu HQ Mix de 2003. Bruno Favoretto, JORNALISTA: será responsável pela Produção e Edição de Textos, além de poder realizar Pesquisas e Assessoria de imprensa. Bruno fez Comunicação e Jornalismo na FUMEC/MG. Passou 12 anos na Editora Abril, onde foi editor da Viagem e Turismo e da Recreio, além de repórter de Placar, Men's Health e Manequim; também contribuiu em Guia 4 Rodas, Playboy, Runner's World, VIP, Arquitetura & Construção, Manequim Noiva e publieditoriais. No turismo, foi colunista da rádio CBN e tem trabalhos na revista Viajar pelo Mundo. A expertise em turismo fez com que recebesse convites para consultorias em acessibilidade do hotel Radisson e do turismo de Fernando de Noronha, pois Bruno é cadeirante (PCD) mas MEGA independente, dirige, mora sozinho, viaja o mundo sozinho, mergulha e faz maratona de handbike. No jornalismo, também colaborou na rádio Transamérica e na TV Band Minas, para citar alguns nomes. Realiza Palestras sobre turismo, acessibilidade e jornalismo. Ricardo Gramani de Magalhães, Administrador de Empresas será responsável principalmente pela concepção e desenvolvimento do projeto, pesquisas e prestação de contas, podendo ter outras funções. Ricardo é formado em Administração de Empresas (FGV), pós-graduado em Finanças e Marketing (FGV) com carreira de 25 anos em empresa multinacional, na qual atuou nas áreas de Controladoria, Preços, Planejamento, Marketing e Compras. Atuou como Diretor Geral em empresa nacional de médio porte até se tornar sócio da Núcleo Propaganda em 2011 e criar a Núcleo Cultural em 2013, onde atua no desenvolvimento de projetos, na produção executiva, na elaboração da prestação de contas e na captação de recursos, entre outras atividades. A Sociedade Achilles, através de seus Diretores abaixo, participará da concepção do projeto, das palestras para Contrapartida Social, das pesquisas e da sugestão dos depoimentos. Mário Sérgio Mello, Professor de Educação Física formado pela FEFISA e pós graduado pela FMU. É Sócio diretor da Assessoria Mário’s Team, preparador físico competitivo do Club Athletico Paulistano 91/92, Clube Paineiras do Morumby de 94 a 04, autor do Livro “Guia Básico de corrida” – Treinamento para entrar em forma. Palestrante desde 2008 atuando no Programa Fôlego da radio bandeirantes como colunista. Mario Rollo, Cirurgião Dentista pela USP, atua junto às PcDs desde 2002. Criador da largada diferenciada para os PcDs, em corrida de rua. Foi Diretor Técnico da CORPORE por 23 anos e Árbitro da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt). Edson Santi, Administrador de Empresas pela Faculdade Ibirapuera. Trabalhou mais de 30 anos como Analista de Sistemas e é Coordenador dos ACD´s (Atletas com Deficiência) da Achilles Brazil há 8 anos. Edson teve poliomielite (paralisia infantil) aos 2 anos de idade e hoje acumula 3 Maratonas Internacionais (Nova York, Berlin e Washington) e muitas provas pelo nosso Brasi. Já deve ter percorrido em torno de 8000 km, tudo isto em um período considerado por ele curto, os últimos 10 anos.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.