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PRONAC 203419Apresentou prestação de contasMecenato

Plano Anual Raízes do Brasil - 3ª Edição

ASSOCIACAO DE APOIO A CRIANCA EM RISCO - ACER
Solicitado
R$ 147,3 mil
Aprovado
R$ 146,6 mil
Captado
R$ 40,0 mil
Outras fontes
R$ 27,0 mil

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

27.3%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações educativo-culturais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
Eldorado
Início
2020-08-17
Término
2022-03-16
Locais de realização (1)
Diadema São Paulo

Resumo

O Plano Anual de Atividades Raizes do Brasil - Ano III objetiva a manutenção do programa Raízes do Brasil, que realiza desde 2002 atividades e oficinas culturais gratuitas com foco prioritário, mas não exclusivo, em cultura africana e indígena, para crianças e adolescentes. O projeto propõe-se a financiar a manutenção de atividades periódicas e integradas de: a) Mediação de Leitura b) Contação de Histórias. Como ação adicional de Contrapartida Social, o projeto realizará minipalestras que tem como tema "A História do Teatro de Bonecos", seguida de uma mostra do tema através da apresentação de peça teatral com bonecos. Esta ação formativa que realiza montagem e circulação de peça de teatro de bonecos também constitui a formação de platéias para artes cênicas, pois proporciona o acesso. As atividades ocorrem em escolas publicas e outros espaços publicos (parques, UBS), além de organizações da sociedade civil (ONGs) parceiras, para crianças entre 06 e 10 anos.

Sinopse

Teatro de BonecosOcorre em cada uma das 8 escolas/espaços da comunidade 1 sexta feira por mês, conforme agenda das escolas e espaços parceiros, apresentando a peça de Teatro de Bonecos com a peça que está montada.Serão remontadas ao longo do Projeto 02 peças, adaptadas do livro Contos Moçambicanos 3 , que a ACER Brasi (o poroponente) possui cessão de direitos autorais. O livro é uma seleção de histórias da cultura africana e atividades lúdicas realizadas por estudantes daSociedade Aberta de Maputo. Ese livro teve a publicação realizada através da Lei Federal de Incentivo em 2010 ( (Pronac 0810508). Estão previamente escolhidos 2 contos: Peça 1 (sinopse) – Um rei que tinha uma filha muito bonita Trata-se de uma história de um rapaz muito menosprezado, que conseguiu conquistar a filha do Rei. Pretende-se aconselhar que o verdadeiro a mor não se baseia a penas na aparência, mas na sim no jeito de saber fazer feliz o outro. Seja romântico! Peça 2 (sinopse) – Um Homem GulosoO conto pretende ensinar que vale a pena trabalhar e auto sustentar-se, em vez de fingir de doente para comer sem trabalhar, porque tarde ou cedo serás descoberto e envergonhado publicamente. Informações adicionais sobre a publicação Contos Moçambicanos 3 utilizada para o roteiro das peças do Teatro de bonecos e maioria das atividades de medicação de leitura e contação de histórias. IntroduçãoMoçambique é um País como muitos países da África que foram vítima do Colonialismo Português. Logo após a independência desencadeou-se um conflito armado entre a Frelimo e a Renamo, que teve a duração de 16 anos que, por sua vez, terminou em 1992 com a assinatura do acordo geral de Paz. Devido a esta situação colonial, assim como a guerra civil dos 16 anos, fez com que o povo moçambicano passasse por situações difíceis como a fome, guerra, calamidades. Neste contexto a crise do emprego a injustiça social acabou fazendo parte da vida social de muitos moçambicanos. Neste âmbito, o desejo de muitos era se ver livre dos males que assolavam o país. Para efeito muitos recorriam a meios inadequados para superar os diversos problemas do momento, tais como: a esperteza, a corrupção, a exploração ect. É perante este tipo de problemas, que muitos contos foram criados, para retratar aspectos do cotidiano. Por isso, os contos deste livro buscad esencorajarem as práticas inadequadas e imorais, com vista a contribuir para uma harmonização social assentes nos valores socialmente aceites na sociedade em que estão inseridos. Daí, osobjetivos destes contos visam denunciar e repudiar todo tipo de conduta que socialmente considera-se anormal, a favor de uma conduta digna, visando promover a cultura de honestidade, cultura de trabalho e o respeito pelos mais velhos. É por isso que em Moçambique a preservação e a valorização dos contos, em outras palavras, é uma forma de apostar na formação e na educação da humanidade. Conteúdo- Capítulo 1: O homem casado com uma mulher estérilA estória procura-se ensinar que quando um casal não faz filhos, nem sempre a incapacidade degerar filho resulta da mulher, por vezes pode resultar do próprio homem. - Capítulo 2: O homem ignoranteA história fala do Homem que enterrava os seus filhos por causa da ignorância. O conto ensina quea ignorância não somente prejudica aos outros, mas também pode pôr em causa a vida do próprioignorante. - Capítulo 3: Um rei que tinha uma filha bonitaTrata-se de uma história de um rapaz muito menosprezado, que conseguiu conquistar a filha do Rei.Pretende-se aconselhar que o verdadeiro amor não se baseia a penas na aparência, mas na sim nojeito de saber fazer feliz o outro. Seja romântico! - Capítulo 4: A velha de um denteO teor da história enaltece a heroicidade de um homem, que põe fim às mortes causadas por uma velha, que matava e comia pessoas. Por isso, o reconhecimento é para os valentes.- Capítulo 5: O chefe da família que não gostava de trabalhar A estória deixa claro que o chefe da família não deve ser preguiçoso, mas sim trabalhador, educador e responsável, de modo e criar o bem estar para a sua família. - Capítulo 6: Um homem gulosoO conto pretende ensinar que vale a pena trabalhar e auto sustentar-se, em vez de fingir de doente para comer sem trabalhar, porque tarde o cedo serás descoberto e envergonhado publicamente. - Capítulo 7: Namuara Sapata: a mulher que não sabia guardar segredos.A moral da história diz que nunca se dá uma confiança total a uma mulher, pelo fato dela demonstrar grandes dificuldades em guardar segredos. - Capítulo 8: O Rapaz que jogava bem as cartas.Trata-se de um rapaz muito desprezado que ganha o rei e recebe como troféu a filha deste e vive feliz para sempre. Procura-se também ensinar, que nunca devemos desprezar os nossos adversários

Objetivos

A ACER BRASIL _ proponente deste projeto - atende diretamente em atividades sócio culturais e desportivas regulares em seu espaço comunitário, 360 crianças e jovens, em Oficinas de Capoeira, Percussão, Dança Afro, Brincadeiras Tradicionais Africanas, violão, dentre outras, além dos serviços da Biblioteca Comunitária, que foi inaugurada em 2002. A Biblioteca Comunitária ACER BRASIL promove o acesso gratuito da população aos livros, contando com um acervo de 10 mil publicações - disponíveis para empréstimos, além de revistas deinformação e quadrinhos, realizando cerca de 200 atendimentos mês incluindo brinquedoteca, eventos de leitura e as crianças e adolescentes que utilizam a Biblioteca para trabalhos escolares. A Biblioteca Comunitária hoje está fechada, aguardando um projeto de reforma. Desde em 2010 a ACER Brasil vem realizando ininterruptamente atividades sistemáticas de disseminação da cultura africana e incentivo à leitura que ocorrem externas à biblioteca, emparcerias com escolas e outros espaços publicos da periferia Sul Diadema. O objeto do Plano Anual de Atividades Raizes do Brasil Ano III é obter recursos para viabilizar 2 atividades (Oficinas de Mediação de Leitura, Oficinas de Contação de Histórias), já que estas atividades não possuem ainda perspectivas de parcerias para sua sustentabilide e viabilização em 2021. Serão beneficiadas com as estas atividades de Medicação de Leitura e Contação de Histórias, prioritariamente, 2.500 crianças entre 04 e 10 anos. Com a ação formativa sobre a "A História do Teatro de Bonecos Teatro de bonecos" (minipalestras e mostra de um espetáculo de teatro) serão abrangidas além das 2.500 crianças nas escolas publicas, outros 500 jovens, adultos e idosos em outros espaços públicos em eventos abertos nos bairros Eldorado e Jardim Inamar em Diadema. As atividades são planejadas e executadas por 20 jovens a comunidade (Mediadores de Atividades), que recebem capacitação, supervisão e uma bolsa auxílio. Objetivo Geral Viabilizar a continuidade do Plano Anual de Atividades Raizes do Brasil, que promove o acesso, vivência e convivência de crianças e adolescentes em atividades culturais com enfoque nastradições brasileiras de origem africana e indígena, como forma de proporcionar reconhecimento e valorização das raízes de muitas das manifestações culturais brasileiras, favorecendo uma relação de tolerância à diversidade de expressões que formam a cultura de uma nação. Objetivos Específicos - Promover atividades de Mediação de Leitura em parceria com 8 escolas públicas, no bairro Eldorado e Jardim Inamar em Diadema, com meta de abranger prioritariamente 2.500 crianças entre 6 e 10 anos ; - Promover atividades de Contação de História em parceria com 8 escolas públicas nos bairros Eldorado e Jardim Inamar em Diadema, com meta de abranger prioritariamente 2.500 crianças entre 6 e 10 anos; - Envolver a juventude da comunidade no projeto, motivá-los e capacitá-los a inserir a leitura no cotidiano das pessoas;

Justificativa

O Plano Anual de Atividades Culturais da ACER Brasil - Ano III propõe-se a viabilizar as atividades do Programa Raízes do Brasil, que tem por propósito contribuir para que a cultura africana e indígena seja acessível, conhecida, compreendida respeitada, valorizada, preservada _ e desta forma reconhecida como culturas constituintes e formadoras da sociedade brasileira. A expressão "cultura brasileira" é associada sintomaticamente à palavra diversidade; e ao que Diversidade representa.A formação da multiculturalidade no Brasil inicia-se na colonização do território, quando passam a ser inseridas (no começo impostas) religiões, crenças, hábitos, dos povos que aqui chegaram e viveram.O intenso contato com os índios e especialmente com os africanos e indígenas marcam o início da fusão cultural característica que hoje somos. Sinteticamente, entende-se diversidade cultural as identidades que caracterizam um povo: expressões, gostos, gêneros, tradições, crenças. Em um país de dimensões continentais, colonizado e povoado e por múltiplas etnias (africanos, portugueses, italianos, espanhóis, franceses, ingleses, holandeses, japoneses), o termo "diversidade da cultura brasileira" torna-se proporcional à sua abrangência territorial: o Brasil é o 5º maior país do mundo, dentre 191 nações. Não é possível dimensionar "quanto" um país contém de diversidade cultural, como ocorre ao mensurarmos seu tamanho territorial. Porém estas colocações com base geográfica e histórica indicam referências consideráveis do "mundo de diversidade" que se estende por um Brasil imenso. A diversidade cultural é um tema tratado com atenção, pois está relacionado diretamente ao desenvolvimento de cada país. A Declaração Universal da UNESCO sobre a Diversidade Cultural, aprovada por 185 Estados-membros em 2001, representa o primeiro instrumento de definição de padrão internacional destinado a preservar e promover a diversidade cultural e o diálogo intercultural. O documento referido é fruto do esforço permanente da Unesco em promover o respeito e a valorização da diversidade cultural no mundo, reconhecendo estes aspectos como uma das maiores riquezas da humanidade, para a manutenção da pluralidade, da paz, da criatividade e dademocracia. É divididos em 4 sessões (1. Identidade, diversidade e pluralismo; (2. Diversidade cultural e direitos humanos; (3. Diversidade cultural e criatividade; e (4. Diversidade cultural e solidariedade internacional), seus princípios convergem para fortalecer a discussão sobre adiversidade e apontam para uma linha de ação que permita que os mesmos sejam incorporados pelas nações em suas políticas. O Programa Raízes do Brasil alinha-se especialmente com o Artigo 2 da Declaração Universal da UNESCO sobre a Diversidade Cultural: " Artigo 2 _ Da diversidade cultural ao pluralismo cultural: em nossas sociedades cada vez mais diversificadas, torna-se indispensável garantir uma interação harmoniosa entre pessoas e grupos com identidades culturais a um só tempo plurais, variadas e dinâmicas, assim como sua vontade de conviver. As políticas que favoreçam a inclusão e a participação de todos garantem a coesão social, a vitalidade da sociedade civil e a paz. Definido desta maneira, o pluralismo cultural constitui a resposta política à realidade da diversidade cultural. Inseparável de um contexto democrático, o pluralismo cultural é propício aos intercâmbios culturais e ao desenvolvimento das capacidades criadoras que alimentam a vida pública". Outro aspecto que justifica este projeto refere-se ao perfil sociocultural e geográfico que caracteriza o povoamento de Diadema e particularmente a periferia, onde estão situados os bairros Eldorado e Jd Inamar, área de atuação da ACER Brasil. Diadema possui a 2ª maior densidade demográfica do Brasil, é um município repletos de desafios sociais Os desafios atuais de Diadema têm origem histórica, causas sobretudo do crescimento desordenado da população, que viveu uma grande explosão demográfica nas décadas de 80/90, ocasionada por migrantes de vários estados do Brasil, atraídos pela industrialização da região.A convivência de pessoas oriundas de diferentes culturas submetidas a viver adensadas em pouco espaço é, historicamente na natureza humana, fator gerador de tensão e conflitos. É um fato que explica em parte, o índice de violência vivido por Diadema, predominante em sua periferia e notadamente nos bairros Eldorado e Jd. Inamar. Em relação à escolha da atividade formativa e formação de platéias para artes cênicas que o projeto se popõe, ampara-se em alguns dados estatisticos: Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apenas 23,4% dos municípios brasileiros possuem teatros ou salas de espetáculos. O dado é do ano de 2014 e a observação dos profissionais é que a crise economica que o País atravessa nos ultimos anos, vem diminuindo ainda mais o acesso às artes cênicas. Citando Zélia Monteiro, bailarina e professora do curso de Comunicação das Artes do Corpo daPUC-SP, pondera sobre uma das causas deste distanciamento(que não é só cultural), mas de serviços essenciais: "São vários motivos para que esse afastamento ocorra, um deles é a dificuldade de mobilidade. Os teatros em sua maioria estão no centro da cidade , a passagem para uma família vir para um espetáculo de teatro infantil, por exemplo, com quatro pessoas é caríssimo ida e volta de ônibus e metrô, além disso tem o valor do ingresso. Então mesmo com algumas iniciativas de preços populares ou até espetáculos gratuitos, existe uma dificuldade de locomoção." Com o projeto, promoveremos uma experiência de acesso às artes cências, apresentando-nos na região de moradia e estudo, e que talvez será o primeiro contato com artes cênicas para crianças, adolescentes e adultos. Nesta perspectiva de ilimitada fusão cultural _ e de certa confusão que também causa o excesso de informações disponíveis, compreendemos que os princípios da Diversidade que defendemos com o Projeto Raízes do Brasil, de valorização e reconhecimento do pertencimento do indivíduo às suas raízes e origens, "torna-se indispensável garantir uma interação harmoniosa entre pessoas e grupos com identidades culturais a um só tempo plurais, variadas e dinâmicas, assim como sua vontade de conviver" - como propõe a Declaração Universal da Diversidade Cultural e para que possamos realizar a missão da ACER Brasil com êxito. No que tange ao enquadramento, conforme Art. 1º da Lei 8313/91 o projeto alinha com os incisos I, IV, VI e IX:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o plenoexercício dos direitos culturais;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveispelo pluralismo da cultura nacional;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;IX - priorizar o produto cultural originário do País. Em relação aos objetivos a serem alcançados, em conformidade com o Art. 3° da Lei 8313/91, o projeto se propôe, organizado conforme nosso entendimento por relevância: IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Ver tópico (1documento)b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; Vertópico (4 documentos) III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; II - fomento à produção cultural e artística, mediante:e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;

Estratégia de execução

1 - Calculo dos numeros das metas mínimas de atendimento 1.1 - Mediação de Leitura e Contação de Histórias: Atividades nas escolas e espaços publicos: - Cada escolas/espaço publico recebe no ano, em média, 10 atividades durante o ano - sendo 5 de Mediação de Leitura e 5 de Contação de Histórias.- Alunos beneficiados, em média, por escola e ou espaço público: 10 turmas x 30 alunos x 08 escolas = 2.400 alunos. Total beneficiados: 2.400 (aproximadamente) 1.2 - Ação fomarativa: Mini palestra sobre sobre a história do teatro de bonecos e mostra do conteúdo, com apresentação de uma peça de tetro de bonecos na sequencia. - Cada escolas/espaço publico recebe no ano, em média, 4 apresentações do teatro de bonecos (2 apresentações de cada peça). Alunos beneficiados por escola em média: 10 turmas x 30 alunos = 300 x 08 escolas = 2.400 alunos. Entendemos que um beneficio complementar de Democratização de Acesso, o projeto também abrange formação de platéias para artes cênicas, já que acessa um público com pouco ou nenhum acesso ao Teatro. Temos a meta de abranger minimamente outras 500 crianças, adolescentes e adultos em atividades eventuais outros espaços públicos além das escolas, como outras ONGS, Parques, Bibliotecas, escolas, atividades com patrocinadores. A meta mínima são 10 apresentações ao longo do projeto, para publico em torno de 50 pessoas. 10 x 50 = 500 Total beneficiados Ação formativa com tpalestras sobre a história do teatro de bonecos e apresentação de uma peça d teatro de bonecos: 2.900 (aproximadamente)

Especificação técnica

6.0 - Detalhamento, Metodologia e Sinopse dos Produtos Culturais do Projeto - Mediação de Leitura- Contação de Histórias- Ação de formação educativa: minipalestra sobre história do Teatro de Bonecos e como mostra de conteúdo, apresentação de Teatro de Bonecos (montagem e circulação de 2 peças). 6.1 - Aspectos Gerais da MetodologiaAs atividades ocorrem sistematicamente em parceria formalizada com pelo menos 08 escolas/locais públicos do bairro. Ocorrem nos espaços das próprias escolas, conforme negociação entre a Coordenação técnica do Projeto e a direção das escolas. Cabe ressaltar que as escolas relacionadas são ou foram parceiras em diversas outras atividades ou eventos sócio-culturais realizados pela ACER – há uma relação já constituída para viabilização do projeto. Cada grupo (classe) com cerca de 40 alunos participa por 2 vezes por mês das atividades demediação de leitura e contação de histórias. Uma vez por mês, 1 vez por mês assistirãoapresentação do Teatro de Bonecos e palestra, ação de democratização Cada atividade dura entre30 e 50 minutos. Os conteúdos podem ser alinhados conforme proposta pedagógica da Escola, ou definido livremente pela Equipe do projeto, conforme entendimentos com a Escola.Preponderantemente, são utilizados publicações que abordam cultura afro brasileira e indígina com base no livro Contos Moçambicanos 3, publicados pelo proponente em 2010 através da Lei Rouanet (PRONAC 0810508). A média de alunos que serão atendidos individualmente por escola é de 300 alunos . O cálculo considera uma média de, minimamente, 10 turmas (classes) por escola. Sendo a meta 8 escolas, pelo menos 10 classes por escola, são 80 classes x 30 alunos = 2.400 alunos ano. Estes receberão em dias diferentes as tres atividades ao longo do ano. Possuímos hoje relacionamento com 12 Escolas Públicas: Chico Mendes; Jardim Inamar; Prof.ª Hercília A. da S. Ribeiro; Tarsila do Amaral; Florestan Fernandes; Annete Melchioretto; E.M. União; Novo Eldorado; Dr. Átila Ferreira Vaz; Prof.ª Fabíola de Lima Goyano; Dr. José Martins da Silva; Inspetor Reinaldo José Santana. Prioritariamente crianças entre 6 e 10 anos. Há ainda meta de abranger, com a ação formativa da "História do Teatro de Bonecos" cerca de outras 500 crianças, adolescentes e adultos em atividades eventuais outros espaços públicos além das escolas, como outras ONGS, Parques, Bibliotecas, escolas, atividades com patrocinadores. A meta mínima em "outros espaços públicos" são 10 apresentações ao longo do projeto, para publico em torno de 50 pessoas. Um diferencial do projeto é que as atividades são planejadas e executadas por 20 jovens da comunidade, (Mediadores de Atividades), que recebem capacitação, supervisão e uma bolsa auxílio de R$ 500,00. 6.2 – Mediação de Leitura A Mediação de Leitura propõe-se a servir como ponte entre o livro e o ouvinte.Ao ler é preciso ser fiel ao texto escrito; não dá para mudar as palavras, porém há variações no tom de voz, no ritmo da leitura, inserção de sons e silêncios que vão dar cor e temperatura à leitura.Os jovens selecionam os livros a serem lidos, considerando a idade das crianças e a intenção contida nas histórias. Após a Leitura, um bate papo com as crianças buscando que expressassem sua opinião e empatia com o que ouviram. Em seguida, foram disponibilizados o acervo livre de livros, para que todos pudessemde forma expontânea conhecer outras histórias e formas de expressão. 6.3 – Contação de HistóriasNa Contação de Histórias, os enredos podem ser inspirados em livros ou não - pode-se inventar histórias alegres, tristes e engraçadas ou pode recontar famosas histórias infantis. Pode ser praticada com total liberdade na expressão vocal, facial e corporal. Pode-se usar músicas, desenhos, roupas e qualquer acessório. Uma das atividades, por exemplo, é quando os jovens mediadores utilizam objetos que caracterizam os personagens e lugares retratados nas histórias, desta forma ampliando a imaginação das crianças. Ao término da Contação, os mediadores estimulam o publico a reproduzir os personagens da história de forma artística, como douradura, colagem, pintura, desenho geométrico entre outras técnicas. As crianças levam as atividades para casa, como possibilidade de contarem aos seus familiares e manterem viva na lembrança a história escutada. 6.4 - Ação de formação educativa: minipalestra sobre história do teatro de bonecos e apresentação de um espetáculo de Teatro de Bonecos como mostra do contúdo abordado Ocorre nas escolas e espaços da comunidade, conforme agenda programada, apresentando a peça de Teatro de Bonecos. Serão montadas ao longo do Projeto 02 peças, adaptadas do livro Contos Moçambicanos 2. Estão previamente escolhidos 2 contos que serão readaptados para o Teatro de Bonecos, já descritas no item acima SINOPSE da OBRA. No inicio de cada apresentação os jovens mediadores realizam uma breve fala sobre Teatro, com o seguinte conteúdo. - Origem do Teatro; - Origem do Teatro no Brasil (iniciou com os catequisadores para os índios); - Origem do Teatro de Bonecos; - Sobre a peça montada com base em contos africanos. - Incentivar a presença no Teatro Clara Nunes, uma otima casa de Espetáculos em Diadema,divulgando a programação gratuita. Quando o Teatro é apresentado à mesma turma nas escolas, a equipe planeja outro conteudo ainda não apresentado sobre a rica história do Teatro de Bonecos, conforme interesse dos grupos. Ressalte-se que a supervisão e apoio administrativo aos 20 jovens recrutados através de procersso seletivo aberto na comunidade, que realizam as atividades de mediação de leitura e de contação de histórias, são os mesmos que realizam a atividade formativa sobre teatro de bonecos (minipalestra e apresentação de uma peça como mostra do conteudo cultural abordado). Entendemos esta solução como forma de otimizar os recursos (públicos) envolvidos e atender o " Princípio da Economicidade" conforme Artigo 70 da Constituição Federal e todo seu ordenamento infraconstitucional da administração pública.

Acessibilidade

As atividades de a) mediação de leitura e b) contação de histórias, objeto deste projeto, são destinadas a crianças e adolescentes e ocorrem prioritariamente em escolas publicas - e outros locais publicos quando há convites. O projeto ocorre já há anos e cerca de 8 escolas/espaços públicos são parceiros, que anexamos a anuências. A ação formativa sobre teatro de bonecos (minipalestra e mostra de um espetáculo de teatro) também tem como úblico prioritário crianças e adolescentes nas mesmas escolas e espaços publicos parceiros, mas podem alcançar a convite - como recebemos com frequencia, outros locais públicos como parques, outras ONGs ou Unidades Básicas de Saúde como já ocorreu. Detalhamos a previsões de público no item Outras Informações, respeitando o artigo 22 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania) Acessibilidade para o produto Mediação de Leitura: Acessibilidade física: para o acesso de deficientes fisicos, os espaços onde as atividades ocorrem são publicos, e desde de 2.000 obrigados a a seguir as adaptações exigidas na Lei da Acessibilidade (n° 10.098/12/2000) para os espaços públicos. Raramente há uma escola ou centro cultural público sem acessibilidade. Se houver qualquer espaço com maior dificuldade, os mediadores de atividades, que são os produtores de cada atividade (jovens da comunidade recrutados para o projeto) estão capacitados a identificar previamente e ajudar no acesso, providenciando rampas, carregando cadeirantes ou o que for necessário. Acessibilidade para deficientes visuais: a atividade de mediação de leitura é auditiva. Não há impedimento para participação de pessoa com deficiência visual. Entretanto, as as escolas publicas parceiras que possuem alunos com deficiência dispoem de um Agente de Acompanhamento além de coordenação pedagógica, ambos da própria escola, e o planejamento da atividade envolve preparar previamente, como parte da produção, a inserção das pessoas com deficiencia conforme suas individualidades e limitações em contatos preliminares com a coordenação pedagógica da escola.Lembramos que o projeto já ocorre há 10 anos, há uma relação estabelecida com as coordenações pedagógicas e quando há novoas escolas interessadas, há todo um método estebelecido e em desenvolvimento. A preparação envolve às vezes, uma atividade especifica com a pessoa com deficiencia antes da apresentação, para maior integração e compreensão da atividade que será realizada. Acessibilidade para deficientes auditivos: as escolas publicas parceiras que possuem alunos com deficiência dispoem de um Agente de Acompanhamento (além de coordenação pedagógica, ambos da própria escola) e o planejamento da atividade envolve preparar previamente, como parte da produção, a inserção das pessoas com deficiencia conforme suas individualidades e limitações, em contatos preliminares com a coordenação pedagógica da escola.Lembramos que o projeto já ocorre há 10 anos, há uma relação estabelecida com as coordenações pedagógicas e quando há novoas escolas interessadas, há todo um método estebelecido e em desenvolvimento.A preparação envolve às vezes, uma atividade especifica com a pessoa com deficiencia antes da apresentação, para maior integração e compreensão da atividade que será realizada. Por exemplo, às vezes a criança não é alfabetizada nem em LIBRAS, nem em português. Quando já é alfabetizada, um recurso utilizado é a leitura do conto da peça - em acompanhamento simultâneo à apresentação e/ou em atividade prévia com o professor na escola. As peças são baseadas em contos de um livro - Contos Moçambicanos, textos bastante curtos. Outro recurso, quando a criança é alfabetizada em LIBRAS, é realizar a tradução do texto da peça (conto) utilizando programas gratuitos de tradução de portugês para LIBRAS que podem ser lidos simultaneamente em celulares, tablets ou telão, quando disponivel. Podem ocorrer simultaneamente ou previamente, conforme decisão do preofessor do educando com deficiência. O projeto prevê aquisição de 3 tablets para garantir a inclusão quando não há celulares ou equipamentos disponiveis ou suficientes. Acessibilidade para o produto Contação de Histórias Acessibilidade física: para o acesso de deficientes fisicos, os espaços onde as atividades ocorrem são publicos, e desde de 2.000 obrigados a a seguir as adaptações exigidas na Lei da Acessibilidade (n° 10.098/12/2000) para os espaços públicos. Raramente há uma escola ou centro cultural público sem acessibilidade. Se houver qualquer espaço com maior dificuldade, os mediadores de atividades, que são os produtores de cada atividade (jovens da comunidade recrutados para o projeto) estão capacitados a identificar previamente e ajudar no acesso, providenciando rampas, carregando cadeirantes ou o que for necessário. Acessibilidade para deficientes visuais: a atividade de Contação de hitórias é predominante auditiva. Descreve-se para o portador de deficiência a fantasia que eventualmente os mediadores de atividades utilizam. As escolas publicas parceiras que possuem alunos com deficiência dispoem de um Agente de Acompanhamento (além de coordenação pedagógica, ambos da própria escola) e o planejamento da atividade envolve preparar previamente como parte da produção a inserção das pessoas com deficiencia conforme suas individualidades e limitações, em contatos preliminares com a coordenação pedagógica da escola. Lembramos que o projeto já ocorre há 10 anos, há uma relação estabelecida com as corrdenações pedagógicas e quando há novoas escolas interessadas, há todo um planejamento. A preparação envolve às vezes, uma atividade especifica com a pessoa com deficiencia antes da apresentação, para maior integração e compreensão da atividade que será realizada. Acessibilidade para deficientes auditivos: as escolas publicas parceiras que possuem alunos com deficiência dispoem de um Agente de Acompanhamento (além de coordenação pedagógica, ambos da própria escola) e o planejamento da atividade envolve preparar previamente, como parte da produção, a inserção das pessoas com deficiencia conforme suas individualidades e limitações, em contatos preliminares com a coordenação pedagógica da escola. Lembramos que o projeto já ocorre há 10 anos. A preparação envolve às vezes, uma atividade especifica com a pessoa com deficiencia antes da apresentação, para maior integração e compreensão da atividade que será realizada. Por exemplo, às vezes a criança não é alfabetizada nem em LIBRAS, nem em português. Quando já é alfabetizada, um recurso utilizado é a leitura do conto da peça - em acompanhamento ou em atividade prévia (as peças são baseadas em contos de um livro - Contos Moçambicanos). Outro recurso, quando a criança é alfabetizada em LIBRAS, é realizar a tradução do texto da peça (conto) utilizando programas gratuitos de tradução de portugês para LIBRAS que podem ser lidos simultaneamente em celulares, tablest, telão quando disponivel. Podem ocorrer simultaneamente ou previamente, conforme decisão do preofessor da escola. O projeto prevê aquisição de 3 tablets para garantir a inclusão quando não há celulares ou equipamentos disponiveis ou suficientes Acessibilidade para a atividade formativa: minipalestra "A História do Teatro" e apresentação de um espetáculo cênico de teatro de bonecos, como complemento à minipalestra. Acessibilidade física (nas escolas e outros espaços públicos): para o acesso de deficientes fisicos, os espaços onde as atividades ocorrem são publicos, e desde de o ano 2.000 obrigados a a seguir as adaptações exigidas na Lei da Acessibilidade (n° 10.098/12/2000) para os espaços públicos. Raramente há uma escola ou centro cultural público sem acessibilidade. Se houver qualquer espaço com maior dificuldade, os mediadores de atividades, que são os produtores de cada atividade (jovens da comunidade recrutados para o projeto) estão capacitados a identificar previamente e ajudar no acesso, providenciando rampas, carregando cadeirantes ou o que for necessário. Acessibilidade para deficientes visuais (nas escolas e outros espaços públicos): A atividade formativa composta de minipalestra sobre a origem do teatro e a peça de teatro de bonecos apresentada na sequencia, são possiveis de serem apreciadas apenas através do senso auditivo. Não há impedimento para participação de pessoa com deficiência visual. Entretanto, as escolas publicas parceiras que possuem alunos com deficiência dispoem de um Agente de Acompanhamento (além de coordenação pedagógica, ambos da própria escola), e o planejamento da atividade envolve preparar previamente, como parte da produção, a inserção das pessoas com deficiencia conforme suas individualidades e limitações, em contatos preliminares com a coordenação pedagógica da escola.A preparação envolve às vezes, uma atividade especifica com a pessoa com deficiencia antes da apresentação, para maior integração e compreensão da atividade que será realizada. Como por exemplo, o reconhecimento tátil pouco antes do inicio da atividade formativa. Quando as atividades são realizadas fora de escolas e outros espaços publicos com educandos e educadores, para o público em geral, algumas atenções especiais são realizadas pelosmesmos mediadores de atividades. Os jovens mediadores da atividade buscam identificar se há na platéia a presença de deficientes visuais, procedimento antes de cada apresentação. Realizam a abordagem de forma cuidadosa, propor ao(s) deficiente(s) visual presente o reconhecimento tátil dos bonecos, do cenário, e procedem a descrição auditiva destes elementos. Acessibilidade para deficientes auditivos (nas escolas e outros espaços públicos): as escolas publicas parceiras que possuem alunos com deficiência dispoem de um Agente de Acompanhamento (além de coordenação pedagógica, ambos da própria escola) e o planejamento da atividade envolve preparar previamente, como parte da produção, a inserção das pessoas com deficiencia conforme suas individualidades e limitações, em contatos preliminares com a coordenação pedagógica da escola. Lembramos que o projeto já ocorre há 10 anos, há uma relação estabelecida com as corrdenações pedagógicas e quando há novoas escolas interessadas, há todo um planejamento. A preparação envolve às vezes uma atividade especifica com a pessoa com deficiencia antes da apresentação, para maior integração e compreensão da atividade que será realizada. Por exemplo, às vezes a criança não é alfabetizada nem em LIBRAS, nem em português. Quando já é alfabetizada, um recurso utilizado é a leitura do conto da peça - em acompanhamento simultâneo com a apresentação ou em atividade prévia na escola (as peças são baseadas em contos de um livro - Contos Moçambicanos). Outro recurso, quando a criança é alfabetizada em LIBRAS, é realizar a tradução do texto da peça (conto) utilizando programas gratuitos de tradução de portugês para LIBRAS que podem ser lidos simultaneamente em celulares, tablest, telão quando disponivel. Podem ocorrer simultaneamente ou previamente, conforme decisão do preofessor do educando com deficiência. Neste procedimento de verificação, identificam se transmitem o aplicativo com a peça já traduzida em libras ou emprestam os tablets adquiridos para o projeto.O projeto prevê aquisição de 3 tablets para garantir a inclusão quando não há celulares ou equipamentos disponiveis ou suficientes. As ações inclusivas são tema especifico inserido na capacitação técnica que os 20 jovens mediadores recebem para executar as atividades. A estratégia para deficientes auditivos é identificar e entregar o livro no qual se baseia a peça para leitura ou comprrensão do enredo através das figuras, se a criança não for alfabetizada. Nesta perspectiva, em acordo com o artigo art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania proposta cumpre as medidas de acessibilidade determinadas pelo ARTIGO 18 da INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 2, DE 23 DE ABRIL DE 2019, Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018.

Democratização do acesso

O projeto é baseado na absoluta democratização, gratuidade de acesso de todas as atividades e produtos culturais, incluindo a ação formativa do teatro de bonecos (minipalestra e mostra de um espetáculo de teatro). Os produtos culturais são: 1) Mediação de Leitura: As atividades ocorrem prioritariamente nas escolas públicas que formalizam a parceria, mas podem atender a convite outros locais como parques, Centros Culturais, outras ONGs parceiras. Em acordo com o artigo art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania a proposta irá abranger ação de democratização de acesso a todos os produtos culturais cadastrados no plano de distribuição os artigos I,III,VI e VII, conforme descrevemos: - Artigo I: o projeto já ocorre com gratuidade absoluta e prioritariamente em escolas publicas, com previsão de 90% de realização nas escolas publicas. Ressaltando que o projeto já ocorre há 10 anos e há relações estabelecidas com pelo menos 8 escolas publicas da periferia sul do municipio, conforme anuências anexadas; - Artigo III: os registros audiovisuais serão disponibilizados nas redes sociais do proponente, com licença aberta para utilização pública; - Artigo VI: o projeto, realizado realiza uma seleção e recrutamento de jovens da comunidade, que concorrem à 20 vagas de mediadores de atividades (Contações de História, Mediadores de Leitura e a ação formativa do Teatro de Bonecos). Recebem uma bolsa auxílio de R$ 500,00. Ressalte-se que neste processo os mediadores não são apenas prestadores do serviço cultural, mas também educandos acompanhados pelo Coordenador Pedagógico - Artigo VII: o publico alvo das atividades do projeto são crianças entre 6 e 10 anos, cerca de 90%. Ocasionalmente, adolescentes e adultos. 2) Contação de Histórias As atividades ocorrem prioritariamente nas escolas públicas que formalizam a parceiria, além de outros locais como parques, Centros Culturais, outras ONGs parceiras. Em acordo com o artigo art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania proposta a proposta irá abranger ação de democratização de acesso a todos os produtos culturais cadastrados no plano de distribuição os artigos I,III, VI e VII. - Artigo I: o projeto já ocorre com gratuidade absoluta e prioritariamente em escolas publicas, com previsão de 90% de realização nas escolas publicas. Ressaltando que o projeto já ocorre há 10 anos e há relações estabelecidas com pelo menos 8 escolas publicas da periferia sul do municipio, conforme anuências anexadas; - Artigo III: os registros audiovisuais serão disponibilizados nas redes sociais do proponente, com licença aberta para utilização pública; - Artigo VI: o projeto, realizado realiza uma seleção e recrutamento de jovens da comunidade, que concorrem à 20 vagas de mediadores de atividades (Contações de História, Mediadores de Leitura e a ação formativa do Teatro de Bonecos). Recebem uma bolsa auxílio de R$ 500,00. Ressalte-se que neste processo os mediadores não são apenas prestadores do serviço cultural, mas também educandos acompanhados pelo Coordenador Pedagógico - Artigo VII: o publico alvo das atividades do projeto são crianças entre 6 e 10 anos, cerca de 90%. Ocasionalmente, adolescentes e adultos. 3) Ação formativa: mini palestra e mostra do conteudo da palestra - apresentação de peça de Teatro de Bonecos. - Palestra interativa com a platéia, em formato de contação de história, com o tempo aproximado de 15 minutos, sobre a história do teatro. - Montagem e circulação de 2 peças de teatro de bonecos baseados em livro de conto africanos, promovendo apresentações em parceria com 8 escolas públicas Em acordo com o artigo art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania proposta a proposta irá abranger na ação de democratização de acesso atendimento aos os artigos I,III, e VI. Artigo I: a ação formativa projeto já ocorre com gratuidade absoluta e prioritariamente em escolas publicas, com previsão de 70% de realização nas escolas publicas. Ressaltando que o projeto já ocorre há 10 anos e há relações estabelecidas com pelo menos 8 escolas publicas da periferia sul do municipio, conforme anuências anexadas; - Artigo III: os registros audiovisuais serão disponibilizados nas redes sociais do proponente, com licença aberta para utilização pública; - Artigo VI: o projeto, realizado realiza uma seleção e recrutamento de jovens da comunidade, que concorrem à 20 vagas de mediadores de atividades (Contações de História, Mediadores de Leitura e a ação formativa do Teatro de Bonecos). Recebem uma bolsa auxílio de R$ 500,00. Ressalte-se que neste processo os mediadores não são apenas prestadores do serviço cultural, mas também educandos acompanhados pelo Coordenador Pedagógico

Ficha técnica

O proponente é o realizador e responsável do projeto, tanto administrativamente como tecnicamente, assim como pelo processo decisório em todos os aspectos. Não há nenhum tipo de intermediação. O propoponete cede como contrapartida, pessoas de seu proprio quadro de recursos humanos: o assistente de recursos humanos e o motorista, que remunera por fontes proprias. Contratará um Coordenador Técnico para dedicar-se especificamente, já que o quadro atual não conta com um, conforme detalhado abaixo. A equipe de recursos humanos dedicada às atividades objeto deste projeto é a seguinte: - 1 Coordenador Geral: Coordenador de projeto administrativo e financeiro; (cedidos peloProponente, sem remuneração no Projeto). A função é desempenhada por Marinisa Carminetti Baptista. Faz parte do quadro de recursos humanos da ACER Brasil; - 1 Coordenador Técnico: coordena diretamente a equipe dos 22 jovens Mediadores de Leitura, realizando recrutamento, seleção, (substituição), e capacitação dos jovens para as atividades de Contação de Histórias, Mediação de Leitura e Teatro de Bonecos.; também administra todos os trâmites burocráticos e mobilização estrutural do Projeto com as escolas e espaços onde ocorrerão as atividades.(a contratar especificamente para o Projeto); - 20 Monitores Bolsistas (Mediadores de Atividades), a serem recrutados na Comunidade:Mediação de Leitura, Contação de Histórias, Teatro de Bonecos, Atendimento na Biblioteca e Atividades nas Escolas (processo seletivo, vagas amplamente divulgadas na comunidade, jovens moradores na comunidade). Recebem bolsa auxílio, identificados na rubrica do orçamento como Bolsa Incentivo; - 1 Assistente de Recursos Humanos/Financeiro; rotinas, documentação e registro;(cedidos pelo Proponente, sem remuneração no Projeto). Função desempenhada por Luiza Santana, do quadro de recursos humanos da ACER Brasil; - 1 Motorista: rotinas de transporte dos Monitores e equipe técnica aos locais dasatividades; (cedidos pelo Proponente, sem remuneração no Projeto). Detalhamento da ficha técnica (dos principais participantes): Coordenador Geral: Realiza a coordenação geral, integrando todas as áreas, respondendo pelo cumprimento dos objetivos do projeto. Realiza as reuniões de equipe com coordenadores, realiza comunicação com a diretoria para decisões de gestão pertinentes (como contratação ou demissões de serviços e recursos humanos), responde pelo cumprimento do cronograma e ações Projeto, gere as decisões no âmbito adminsitrativo e financeiro. Realiza articulação com outras parcerias técnicas do projeto, representando a ACER Brasil junto à prefeituras, Estado, organizações, fundações, universidades e empresários. A função é desempenhada por Marinisa Carminetti Baptista. Faz parte do quadro de recursos humanos da ACER Brasil. Formação:- Pós-graduada em Psicopedagogia Clínica e Institucional. Faculdade São Luiz, conclusão 2006.- Especialização em Gestão do Terceiro Setor – Senac - 1996- Graduada em Serviço Social, Faculdade Paulista de Serviço Social conclusão em 1986. Experiência Profissional:- Desde 09/2011 Administradora Geral – Associação de Apoio a Criança em Risco – ACER Brasil- Março a Agosto de 2011 - Captadora de Recursos no Núcleo de Convivência Menino Jesus- Novembro de 1987 a Outubro de 2010 – Comunidade Inamar Educação e Assistência Social Atividades Profissionais:- Experiência de 30 anos como coordenadora e administradora geral de Instituição Social, comdomínio de toda área administrativa, inclusive de pessoal e da área pedagógica;- Elaboração, planejamento, organização e execução de programas de treinamentos, voltados aosprofissionais da Educação Básica, da Assistência, de Gestores e de Organizações Sociais; Formações relevantes à área: - Seminário em Recife sobre Combate à violência doméstica e sexual contra crianças eadolescentes - 60 horas;- Seminário em Brasília sobre Programa de Emergência Sócio-Sanitário – Cooperação Italiana –Embaixada da Itália – 60 horas;- Seminário de Gestão de Projetos do Instituto WCF – Brasil – 32 horas;- Seminário Internacional de Arrecadação de Fundos - Fundação Salvador Arena – 16 horas;- Curso Administração para Organização Terceiro Setor – Fundação Salvador Arena – 64 horas;- Curso “A Gestão Participativa de desenvolvimento de Organizações e Redes Sociais – NúcleoMaturi – realizado na FAENAC – 32 horas;

Providência

Prestação de Contas final apresentada, aguardando análise.