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MONTAGEM E TEMPORADA DO ESPETÁCULO "A HISTÓRIA DE AMOR DE FERNANDO E ISAURA" COM TEXTO DE ARIANO SUASSUNA.
Marcos era um rico fazendeiro de São Joaquim. Ele morava com seu sobrinho Fernando. Estava de casamento marcado com Isaura, uma moradora de São Miguel. Devido a promessa feita, Marcos deveria se casar no 1º domingo de páscoa, mas surgiram negócios e ele pediu para que Fernando fosse em seu lugar... Mas eles acabaram se apaixonando sem intenções e mesmo após o casório continuaram se encontrando. Ao descobrir, Marcos os expulsou de sua fazenda e eles foram morar em outra cidade para procurar emprego. A ver que ele não tinha condições de dar a vida que sempre sonhou à Isaura, Fernando pediu que Marcos a aceitasse de volta e ele iria embora. E foi o que aconteceu. Fernando se mudou de cidade, casou-se de novo, sua nova mulher também se chamava Isaura, mas nunca esqueceu Isaura de Marcos. Fernando resolveu dar uma festa para os amigos de seu trabalho, mas um dos homens não gostava dele e acabou com uma briga, ele havia se machucado e estava prestes a morrer, e o que lhe restava era despedir de seu grande amor do passado. Somente lendo o livro para saber se eles se reencontrarão e se Fernando morrerá mesmo.
Escrito no ano de 1956 por Ariano Suassuna, o romance "A História do Amor de Fernando e Isaura", trata-se da versão brasileira de "os poemas que a admirável lenda de Tristão e Isolda fez renascer", ou seja, "O Romance de Tristão e Isolda", interpretação medieval e literária da antiga lenda celta do século IX que narra um amor trágico entre um cavaleiro da Cornualha e uma princesa irlandesa. Objetivo geral: Queremos apresentar um espetáculo teatral em homenagem à Ariano Suassuna, que representa uma das maiores personalidades da cultura brasileira. Com uma dramaturgia original e simples, explorando a versatilidade do trabalho do ator e suas potencialidades na atuação e representação, oferecendo ao público, um espetáculo de qualidade que conta com uma equipe de criação e técnica de relevância para o Teatro Brasileiro. Objetivo específico: Contribuiremos com o processo para a formação de plateia, por meio de ações sócio-culturais, oferecendo convites para alunos e professores de Instituições Não Governametais, escolas de Rede Pública de Ensino e Ong´s. Nosso público alvo são jovens, adultos, idosos e crianças de todas idades e classes sociais. Nosso objetivo é realizar dois meses de temporada na Ccdade do Rio de Janeiro. Serão 26 apresentaçõs no total com 2 ensaios abertos gratuitos a população
O presente projeto resume a proposta de adaptação e encenação teatral da acima citada obra do autor, a ser intitulada "O Romance de Fernando e Isaura", como referência direta ao título da obra primeira e original por ele adaptada. A adaptação e encenação pretendem enfocar, além do imaginário mágico da história original a qual Suassuna se inspira, o aspecto intertextual que caracteriza especificamente a dramaturgia e em geral toda a obra literária do autor, mesclando conhecimentos da antiguidade aos do período moderno, configurando os arcaísmos como elementos consequentes para a articulação de uma ideia de presente que não exclui o passado a caminho do futuro. Em outras palavras, a maestria da versão de Suassuna se caracteriza por fazer com que a atração do velho poema subsista fundamentalmente em uma recriação por assim dizer renovada, destacando antigos códigos de valor como o amor, a honra, a solidariedade e a beleza, presentes sempre de forma exemplar e única na obra do escritor, de acordo com suas próprias e singelas palavras: "para fazer então a história de amor entre Fernando e Isaura eu pensei como seria o meu caso de amor com Zélia se ele tivesse dado errado (...). A primeira frase que Fernando pronuncia ao abordar Isaura foi a mesma frase que eu falei quando conversei com Zélia pela primeira vez: ‘você não se importa de me conhecer assim sem ninguém para nos apresentar?’" Ainda, consonante com o universo estético de Ariano Suassuna, a encenação pretende valorizar o ambiente histórico, artístico e cultural do nordeste brasileiro, enfatizado no gestual dramático-imagético e nas sonoridades produzidas pela voz falada e pelas estruturas musicais cênicas e incidentais. Por tudo isso, e como forma de homenagem àquele que reconhecidamente foi uma das mais importantes e influentes personalidades da cultura brasileira, justifica-se a realização do projeto. O projeto se enquadra: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; § 1o Os incentivos criados por esta Lei somente serão concedidos a projetos culturais cuja exibição, utilização e circulação dos bens culturais deles resultantes sejam abertas, sem distinção, a qualquer pessoa, se gratuitas, e a público pagante, se cobrado ingresso.(Renumerado do parágrafo único pela Lei nº 11.646, de 2008) Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
DURAÇÃO - 90 MINUTOS CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA - 14 ANOS
Acessibilidade física: A acessibilidade é essencial para o desenvolvimento e aprofundamento da nossa democracia. Significa permitir que todos desfrutem de todos os espaços e serviços que a sociedade oferece, independentemente da capacidade física de cada um. Significa não apenas permitir que pessoas com necessidades especiais de locomoção participem de atividades culturais, mas a inclusão e extensão do uso destes para uma determinada população. Os espaços urbanos, sejam públicos ou privados, devem permitir o acesso à qualquer cidadão, atendendo às suas necessidades quer sejam em locomoção, deslocamento ou consumo. As atividades básicas do ser humano dependem da sua possibilidade de deslocamento e acesso. Para isso, os Teatros escolhidos para realização do espetáculo teatral A HISTÓRIA DE AMOR DE FERNANDO E ISAURA, produto principal deste projeto, tem obrigatoriamente as melhores condições de segurança e autonomia em suas dependências para atender ao maior número possível de pessoas, a fim de oferecer atenção especial a todos aqueles que possuem mobilidade reduzida ou quaisquer outras deficiências físicas e aos idosos. Declaramos, com isso, que os espaços para os quais o espetáculo foi selecionado possuem, entre outros quesitos, rampas de acesso para cadeirantes, corrimão, banheiros para deficientes, poltronas para pessoas acima do peso, iluminação de solo, acompanhamento presencial a ser contratado pelo Projeto para auxiliar na locomoção de portadores de deficiência visual ou auditiva, além de todo e qualquer outro benefício para atender de forma responsável aos portadores de qualquer deficiência e aos idosos. Acessibilidade para deficientes visuais: Realização de 02 sessões do espetáculo com Áudio-descrição. Acessibilidade para deficientes auditivos: Realização de 02 sessões do espetáculo com intérprete em libras. Os audiodescritores e intérprete em Libras acompanharão, além das sessões, os debates/bate-papos previstos após as sessões conforme Plano de Democratização e Plano de Distribuição do Produto.
DEMOCRATIZAÇÃO Referente à distribuição gratuita à população, adotaremos o exposto no artigo 20 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania. I - Doação dos ingressos ou produtos para instituições ou associações que tenham por finalidade atender camadas menos assistidas da população e com menor poder aquisitivo. II - Distribuição gratuita de 1.000 ingressos para Professores e Estudantes da Rede Pública de Ensino. Referente às medidas de ampliação do acesso às atividades, aos produtos, serviços e bens culturais adotaremos: o exposto no inciso V e VI do artigo 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania. III - Realizar gratuitamente uma Oficina de Interpretação Gratuitas para Jovens até 21 anos. IV - Debate gratuito sobre a obra de Ariano Suassuna a ser realizado após a sessão. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS Realizar gratuitamente uma Oficina de Interpretação Gratuitas para Jovens até 21 anos. Realização de Debate GRATUITO para portadores de deficiência fisíca. Acessibilade para deficiente visuais: Realização de Debate GRATUITO com Áudio-descrição. Acessibilidade para deficientes auditivos: Realização de Debate GRATUITO com Interprete em Libras.
DIREÇÃO/ADAPTAÇÃO - WAGNER CAMPOS Compositor, diretor teatral, pesquisador, arranjador, diretor/ produtor musical e musicista especializado em instrumentos antigos e tradicionais de cordas dedilhadas. Iniciou sua carreira de instrumentista em meados da década de 1970 como concertista de violão, realizando inúmeros recitais solo e em duo, bem como diversos recitais como camerista. Em 1980, grava seu primeiro disco, contendo composições próprias para o instrumento. A partir de 1995 se especializa em instrumentos antigos e tradicionais brasileiros de cordas dedilhadas, incluindo alaúde medieval, vihuelas, guitarras de quatro, cinco e seis ordens e clássico-romântica, violas de arame e machete. É autor de inúmeras composições musicais para formações instrumentais diversas, orquestrais e de câmara e solos para variados instrumentos, interpretadas por grupos/músicos nacionais e estrangeiros. Em 2002 gravou o CD “Rapsódia Pantaneira”, para viola de cocho, viola de arame e orquestra de câmara, atuando como compositor, regente e solista, lançado em 2003. Em 2004 participou da gravação do CD “O Violão Brasileiro”, atuando em duas faixas como solista, lançado em 2005. No campo da pesquisa musical vem desenvolvendo estudos, recolhas e registros musicológicos (sonoros e escritos) de diversas manifestações da música do povo do Brasil, realizados em várias regiões do país. Ainda, realiza conferências, palestras e seminários sobre a música brasileira, nas áreas da pesquisa e recolha musicológicas, composição e produção musical. É produtor e diretor musical em mais de quarenta projetos de gravação de CDs realizados em diversos estados brasileiros, atuando nos segmentos da música escrita e de tradição oral do Brasil. (Quarteto Romançal (PE), Quinteto Villa-Lobos (RJ), Quinteto Latino Americano de Sopros da Paraíba (PE), Camerata Contemporânea do Rio de Janeiro (RJ), Música Antiga da UFF (RJ), Duo Passos e Cohen (RJ) e Nelson da Rabeca (AL), Lia de Itamaracá (PE), Mestre Eugênio (PR), Gentil do Orocongo (SC), Grupo de Samba Chula Os Filhos da Pitangueira (BA), entre outros). É compositor, arranjador, instrumentista, diretor e produtor musical em mais de trinta produções em Teatro, Televisão e Cinema, atuando desde o ano de 1979. Em publicações editoriais, é autor de vários artigos e estudos sobre a música brasileira, destacando, entre outros, “A Música do Nordeste do Brasil”, “A Música do Norte do Brasil”, “A Música do Sudeste do Brasil” e “A Música do Sul do Brasil”, publicados entre os anos de 2002 a 2004, “A Viola do Samba Chula”, “A Guitarra, a Viola”, “Achegas para a História do Violão” publicados em 2004 e 2005 e “Achegas para a História da Viola no Brasil”, publicado em 2007. É autor do livro “A História do Violão”, publicado em 2006. Entre 1998 e 2008 foi curador musical do Projeto SONORA BRASIL – Circuito Nacional de Música, do Sesc Nacional. Entre 2008 e 2016 dirigiu o NPAV – Núcleo de Produção de Audiovisual, do Sesc Nacional. Fundador da Cia Limite 151 adaptou para o teatro as obras “Dom Quixote de La Mancha” de Miguel de Cervantes (1991) e “Os Contos de Canterbury” de Geofrey Chaucer (2004). Em 2016 dirigiu ao lado de Gláucia Rodrigues a peça “O Casamento Suspeitoso” de Ariano Suassuna. CENÁRIO E FIGURINOS - COLMAR DINIZ Sociólogo graduado pela PUC-RJ. Um dos mais conhecidos cenógrafos e figurinistas do teatro também passou pela televisão e cinema. Em 1989/90 assinou os figurinos de Kananga do Japão e Pantanal, novelas da Rede Manchete, que primavam pelos detalhes. Foi cenógrafo, diretor de arte e figurinista em mais de noventa espetáculos, sendo criador da cenografia e figurinos do espetáculo O Mistério de Irma Vap, que marcou a cena brasileira por causa das muitas e rápidas trocas de figurino. Premiado quatro vezes com Prêmio Molière de teatro por cenários e figurinos e APCA – Associação Paulista de Críticos de Arte, por Kananga do Japão. Especialista Cultural da Gerência de Cultura e Arte do Sistema FIRJAN de 1999 a 2015. Premiação ¨ PRÊMIO IBEU 1975, “A Noite Campeões”, de Jason Miller – Melhor espetáculo texto americano ¨ PRÊMIO MOLIÈRE 1978, “Arte Final”, de Carlos Queiroz Telles – Cenografia e Figurinos ¨ PRÊMIO MOLIÈRE 1980, “Dom Quixote”, de Camila Amado – Cenografia e Figurinos ¨ PRÊMIO ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE CRÍTICOS DE ARTE 1990, “Kananga do Japão”, de Wilson Aguiar Filho – Figurinos ¨ PRÊMIO GOVERNADOR ESTÁCIO DE SÁ (RJ) 1991, “Kananga do Japão” – Figurinos ¨ PRÊMIO IBEU 1994, “O Grito do Anjo”, de Bill Davis – Melhor espetáculo texto americano ILUMINADOR - ROGÉRIO WILTGEN CURSOS: ¨“Theatre Lighting: Design & Technology”, Londres, 1991 Curso realizado em Março de 1991, em Londres onde foram selecionados pelo Conselho Britânico iluminadores de todo o mundo para participar de palestras, análises e debates com iluminadores como Andrew Brige (The Phantom of the Opera, Cats) , David Hersey (Miss Saigon), entre outros TEATRO: Projeto de Iluminação cênica de mais de cem espetáculos teatrais, muitos deles indicados e ganhadores de prêmios como Prêmio Moliére, Shell, Mambembe , SATED , Coca-cola e Cultura Inglesa de Teatro (12 prêmios de Melhor espetáculo e indicações como melhor iluminador dos anos de 1995 e 96), trabalhando com diretores como Amir Hadad, Bibi Ferreira, Jacqueline Laurence, José Henrique, Carlos Augusto Nazareth, João Bittencourt, Jorge Fernando, Luís Armando Queirós, Luís Arthur Nunes, Marília Pêra, Pedro Paulo Rangel, Sérgio Britto, João Fonseca, entre outros SHOWS: Membro das equipes de iluminadores de eventos como “Rock in Rio”, “Hollywood Rock” e “Free Jazz”, trabalhando como iluminador para a Peter Gasper Associados, IRIS Luminotécnica e Oficina de Luz. Já tendo realizado shows diversos com artistas como Ivan Lins, Nana Caymi, Gilberto Gil, Zezé Motta, Marília Pêra, etc. e tido a oportunidade de trabalhar em shows internacionais como Paul McCartney, Sting, Rod Stewart, Tina Turner, Paul Simon, Pavarotti, Os Três Tenores etc. CARNAVAL: ¨ Desde 1992 os projetos da iluminação de todos os carros alegóricos da escola de samba G.R.E.S. Beija-flor de Nilópolis, desde 1995 também da escola Unidos do Viradouro, tendo trabalhado com os carnavalescos Joãozinho Trinta, Maria Augusta, Max Nunes, Milton Cunha entre outros ILUMINAÇÃO NATALINA: ¨Petrópolis Cidade Luz: Projeto de toda a decoração de Natal da cidade de Petrópolis onde foram utilizadas mais de 3,3 milhões de lâmpadas pelas principais avenidas da cidade, no Palácio de Cristal e nos principais pontos turísticos da cidade, além de três árvores de natal computadorizadas com 25 metros de altura ¨Iluminação da Fachada do Centro Cultural Banco do Brasil de 1996, 1997, 1998, 2000 sendo considerada, tanto pelo Jornal O Globo, quanto pelo Jornal do Brasil, como uma das melhores decorações natalinas da cidade ¨Iluminação da Fachada do Centro Cultural Light, por ocasião do Natal de 1999 ¨Iluminação da Torre de Comando do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, por ocasião do Natal de 1996 PROJETOS DE TEATRO Vários projetos realizados para a implantação e reforma da infra-estrutura de iluminação cênica e arquitetural em salas de espetáculos de pequenos (IBEU de Copacabana e da Tijuca – 80 lugares), médio (CCBB I, II e III, Teatro Pio XII – 600 lugares) e grande porte (auditório principal do BNDES na Avenida Chile – 1200 lugares), além de colaborar com a montagem de casas de espetáculos como o “Metropolitan”, “By Marius”, entre outras ELENCO CONFIRMADO: GLÁUCIA RODRIGUES - ATRIZBacharel em artes cênicas pela UNIRIO, Gláucia estreou no teatro em 1981 em Nelson Rodrigues: O Eterno Retorno, de Nelson Rodrigues, com direção de Antunes Filho, participando de festivais de Teatro em Londres e Berlim. Em 1982 atuou em Macunaíma, de Mário de Andrade, com direção de Antunes Filho, cumprindo uma excursão pela América do Sul e Europa, num total de nove países. Trabalhou ainda em montagens de, A Comédia dos Erros (1992), As Malandragens de Scapino (1995), O Olho Azul da Falecida (1996), A Moratória (01), O Avarento (2002), O Doente Imaginário (2005), As Preciosas Ridículas (2006) , As Eruditas (2007) e O Santo e a Porca (2008) e Therese Raquin, de Émile Zola (2011) e na remontagem do musical Vicente Celestino – A Voz Orgulho do Brasil, de Wagner Campos (2012) e O Auto da Compadecida de Ariano Suassuna (2012). Estreou na televisão em 90 na novela Pantanal, da TV Manchete. Seguiram-se papéis nas novelas Amazônia (91), Amazônia II (91), História de Amor (1995), e em episódios dos seriados Você Decide (98) e Carga Pesada (04). Seu primeiro papel no cinema foi em 2002, no longa-metragem Meteoro, de Diego de La Texera. Em 2010 participou do longa-metragem Chico Xavier, com direção de Daniel Filho e em 2011 da séria AS BRASIELIRAS. Foi indicada aos Prêmios:Prêmio SHELL 2008 como atriz da peça O SANTO E A PORCAPrêmio Mambembe/1997 como atriz coadjuvante no espetáculo O HERÓI DO MUNDO OCIDENTALPrêmio Cultura Inglesa/1996 como melhor atriz no espetáculo O OLHO AZUL DA FALECIDAPrêmio Cultura Inglesa/1995 como melhor atriz no espetáculo AS ARMAS E O HOMEM DE CHOCOLATE RAFAEL CANEDO - ATOR Formado pela ETE Martins Pena.No teatro atuou nas peças: “O Olho Azul da Falecida” de Joe Orton, direção de Sidnei Cruz (15); “Auto da Compadecida” de Ariano Suassuna, direção de Sidnei Cruz em (15); “Fazendo História” de Alan Bennett, direção de Gláucia Rodrigues em (14); “O Estranho Caso do Cachorro Morto” de Mark Haddon, direção de Moacyr Góes em (14)(; "Porcos com Asas" -vencedor do prêmio de melhor espetáculo na FITA 2012 - sob a direção de Claudio Handrey (12); "A Carroça dos Desejos" com direção de Eduardo Vaccari e "O Homem Com a Flor na Boca" de Luigi Pirandello com a direção de Pedro Murad em 2011.Foi Indicado aos Prêmios:Melhor ator pelo prêmio CESGRANRIO de Teatro pelo espetáculo “O estranho caso do cachorro morto” - 2014-Melhor Ator da Mostra Adulta no Festival de Teatro do Rio deJaneiro com a "Carroça dos Desejos" - 2012-Indicado ao prêmio de melhor ator da FITA 2012 com "Porcoscom Asas" - 2012 I -Forneça maiores esclarecimentos quanto à atividade que o proponente (ou o Dirigente da Instituição, em caso de Pessoa Jurídica) realizará no projeto, uma vez que o mesmo também deverá ser o responsável pela gestão do processo decisório, visto que sua delegação caracteriza-se como intermediação, fato que motiva o arquivamento da proposta por contrariar a regulamentação relativa ao uso do incentivo fiscal. OBS: O PROPONENTE DO PROJETO RECEBERÁ COMO COORDENADOR GERAL DO PROJETO E SERÁ O RESPONSÁVEL PELA GESTÃO DO MESMO NA PESSOA DE: EDMUNDO ROBERTO BUONGERMINO LIPE - CPF nº 468.926.997-15 - SÓCIO-GERENTE DA EMPRESA PROPONENTE.
PROJETO ARQUIVADO.