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PRONAC 203447Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Na Solidão dos Campos de Algodão

ALLUCCI & ASSOCIADOS COMUNICACOES LTDA
Solicitado
R$ 395,1 mil
Aprovado
R$ 395,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2020-08-28
Término
2023-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Produção e realização de temporada da montagem inédita do espetáculo "Na Solidão dos Campos de Algodão", de Bernard-Marie Koltès, com as atrizes Cris Rocha e Lucienne Guedes, na cidade de São Paulo. O projeto possui como contrapartidas oficina para atores e estudantes de artes cênicas, e oficinas para alunos de escolas do sistema público de ensino da cidade de São Paulo.

Sinopse

Produto: Espetáculo de artes cênicas Peça teatral Classificação etária indicativa: 14 anos. Sinopse curta: Nessa tragédia contemporânea que traz a linguagem como protagonista e cujo mote da situação é o comércio, dois homens - na montagem, duas mulheres - se encontram num lugar neutro, indefinido. Um deles pretende fornecer o que o outro desejaria, mas nem o desejo, nem a mercadoria são revelados. E essa relação mostra-se, ao longo do tempo, como um combate sem vencedores, tendo a solidão como horizonte e a palavra como principal arma. "Na solidão dos campos de algodão" é um texto do francês Bernard-Marie Koltès (1948-1989), escrito em 1985 e com estreia em 1987, com direção de Patrice Chéreau, em Nanterre, na França. Segundo o próprio Koltès, a peça é uma história de dois personagens, uma conversa, um diálogo à maneira do século XVII. Esses dois personagens cujos nomes se reduzem a Dealer e Cliente, personagens-função, portanto, ou ainda personagens-ideias, sem passado explícito, acabam de se encontrar pela primeira vez na cena inicial da peça, à noite, num lugar sem mais ninguém. Estabelece-se aí um diálogo entre os dois: uma espécie de comércio do desejo, em que o Dealer oferece ao outro o que ele desejar, não sem violência, numa relação que vai se estabelecendo como contraditória e tensa. Essa oferta força vendedor e comprador a entrar em contato com sua mais profunda condição humana, com aquilo que pode haver de mais escondido, e que é feito explícito na peça, pelo embate de pensamento dos dois. Em 1996, na sala de espetáculos que fica no porão do Centro Cultural São Paulo, Gilberto Gawronski dirigiu e dividiu a cena com o ator Ricardo Blat na montagem de Na solidão dos campos de algodão. Gawronski escolheu, depois de ele próprio ter voltado da França, após uma participação como ator em outra peça de Koltès, Roberto Zucco, configurar a cena num cenário tanto minimalista quanto sombrio, um lugar-nenhum de uma cidade grande, um lugar em que os dois personagens o Dealer e o Cliente não fossem ameaçados por nada que viesse de fora. A ameaça, presente todo o tempo durante a montagem, vinha do diálogo, da tensão entre as linhas e as entrelinhas, do potência de explosão que carregavam cada uma das invocações do desejo, explicitado ali como mercadoria. Estávamos no ano de 1996, década em que muitos perderam suas vidas e amigos por conta da AIDS, esta ainda uma incógnita, um fantasma bastante cruel que rondava os desejos e o imaginário da sexualidade como um castigo. O próprio Koltès foi vítima da doença, e veio a falecer com 40 anos. A montagem de Gawronski e Ricardo Blat tinha uma vitalidade deslumbrante na potência do desejo escondido, sempre a ponto de explodir em gozo ou em morte; o texto era falado de maneira contida e calma (em sua superfície). A explosão em si acontecia no final, numa das cenas mais deslumbrantes do teatro daquela década, e o Cliente, personagem de Ricardo Blat, estertorava de maneira estranha um misto de desejo e felicidade, numa dança ao som de uma ensurdecedora música eletrônica. Fernando Peixoto escreveu, a respeito do momento em que pela primeira vez teve contato com as peças de Koltès, depois de assistir a uma montagem de Roberto Zucco no Teatro Schaubühne, dirigida por Peter Stein, na Alemanha, em 1990, e ler outros textos dele: "(...) estava diante do mais expressivo e revolucionário dramaturgo do teatro francês contemporâneo. Em todos os textos, enfocando uma temática sempre diferente e inesperada, Koltès consegue mergulhar a fundo na verdade contraditória e dilacerante do ser humano, sua existência enquanto indivíduo e enquanto parte de uma estrutura social formada de injustiças e violência , quase indescritível porque em permanente mudança. E sem dúvida estes textos, como na verdade toda a obra de Koltès, são estímulos vigorosos para a construção de espetáculos onde a imaginação e a invenção necessariamente terão que substituir qualquer tendência a cair no convencional." A montagem de Gawronski e Ricardo Blat para Na solidão dos campos de Algodão é, sem dúvida, muito expressiva daquele momento, e uma referência importante. Passados 20 anos, quase 21, o mundo mudou, e a AIDS, e mesmo a questão da homossexualidade ali depositada na tensão entre os dois homens da peça, embora não explicitamente, já não está tão presente nos medos do nosso imaginário. Agora, ambas as questões vieram para o plano do enfrentamento e disputa social e política, deslocando o problema para a esfera judicial e da militância, felizmente. E, então, a cena teatral desses problemas também tem mudado de feição. Mas, a rigor, o texto de Koltès é ainda maior do que as leituras que possam ser impressas nele. Para Heiner Müller, a dramaturgia de Koltès abre mão da estrutura de intriga, e a intriga é cansativa no teatro. É preferível tornar obscura e eliminar esta estrutura de intriga. Em Koltès, ao contrário, há uma estrutura de ária. Se quisermos nos aliar a Müller, e também a Patrice Chereau, o diretor de estreia da peça, será preciso olhar para a peça de novo, e só para ela, como um cantor que estuda uma ária para leva-la à sala de concerto mais uma vez, como se fosse a primeira vez, como se fosse no tempo presente, sempre. Será preciso, olhando no olho do texto, encontrar no espelho dele a dimensão do desejo no nosso tempo.

Objetivos

OBJETIVO GERALRealização da montagem inédita e temporada de apresentações do espetáculo "Na Solidão dos Campos de Algodão, de Bernard-Marie Koltès, com concepção artística e interpretação das atrizes Cris Rocha e Lucienne Guedes, em espaço cenográfico desenvolvido pelo artista multimídia Cildo Meireles. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Produto: Espetáculo de Artes Cênicas- Produção e realização de temporada com 24 apresentações da montagem inédita de "Na Solidão dos Campos de Algodão" em teatro da cidade de São Paulo;- Realização de 4 apresentações da temporada com interpretação simultânea em LIBRAS, favorecendo o acesso de pessoas com deficiência auditiva. Produto: Contrapartida social- Realização de 1 oficina com 6 horas de duração (divididas em 2 dias) para 30 atores e estudantes de artes cênicas, ministrada pelas atrizes Cris Rocha e Lucienne Guedes, sobre os procedimentos utilizados na montagem do espetáculo (Contrapartida social);- Realização de 8 oficinas com 2 horas de duração em escolas do sistema público de ensino da cidade de São Paulo, com jogos e exercícios teatrais, ministradas pelas atrizes Cris Rocha, Lucienne Guedes e pelo professor e produtor do projeto Leonardo Birche. Cada oficina terá até 30 alunos participantes, totalizando 240 alunos (Contrapartida social).

Justificativa

Na Solidão dos Campos de Algodão é um projeto gestado desde 2017 pelas atrizes Cris Rocha e Lucienne Guedes, e pelo produtor Leonardo Birche. Nesses anos, foram realizados diversos estudos sobre o texto de Bernard Marie-Koltès para desenvolver a concepção do espetáculo. Cris Rocha e Lucienne Guedes são atrizes, diretoras e pesquisadoras que se dedicam às artes cênicas desde o início da década de 90. Enquanto Lucienne é uma das fundadoras do Teatro da Vertigem, além de ter atuado como atriz e dramaturga em diversas companhias teatrais paulistas, como Os Argonautas, Teatro de Narradores, Núcleo Bartolomeu e Depoimentos, Cia Livre e Cia Balagan, Cris trabalhou com nomes como Gianni Ratto, Tiche Vianna, William Pereira, Georgette Fadel, Marcelo Romagnoli, Newton Moreno e Fernando Neves. As experiências que as atrizes desenvolveram em suas trajetórias profissionais permitem que elas se lancem como atrizes-performers nesse projeto, atuando como intérpretes e também diretoras e pesquisadoras da linguagem da montagem. À força motriz das atrizes-performers, soma-se a grande contribuição de Cildo Meireles, artista visual e multimídia responsável pela criação de um espaço cênico que influencie a interpretação das atrizes e permita que elas explorem diversas possibilidades de relação com ele. Esse espaço cênico será criado a partir de adaptações de obras já realizadas por ele. Na tarefa de transpor para o palco uma obra de Cildo Meireles, teremos a colaboração de Filipe Magalhães, diretor técnico do espetáculo, que trabalha na execução, adaptação e supervisão técnica das obras de Cildo há muitos anos. Além disso, Filipe será responsável pela coordenação técnica do espetáculo. A direção musical de Dani Nega traz ao trabalho a batida eletrônica e a batida do rap, além do spoken word, contribuindo para a criação da atmosfera urbana e musical que pretendemos para o espetáculo, como se uma sinfonia dos sons das ruas de São Paulo tomasse o palco. Os figurinos de Claudia Schapira são elementos que remetem à cidade, ao mesmo tempo que compõem com a obra do espaço cênico: um figurino que nos lembre da metrópole, mas também da poesia da peça. É por esses caminhos que passa a concepção da montagem inédita da peça de Koltès. O projeto propõe também que a experiência desenvolvida na montagem do espetáculo seja compartilhada com atrizes, atores e estudantes de artes cênicas, em oficinas ministradas por Cris Rocha e Lucienne Guedes. Como atividade educativa e formativa, oito oficinas de Iniciação Teatral serão realizadas para estudantes de escolas do sistema público de ensino da cidade de São Paulo. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. O projeto tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8313/91 (negrito): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;

Estratégia de execução

Atendendo ao disposto no Anexo III da IN 2/2019, que determina os documentos obrigatórios, foi anexada no Salic a carta de anuência dos detentores dos direitos autorais da peça, declarando ciência e autorizando a apresentação do projeto para inscrição no mecanismo Mecenato da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Especificação técnica

Produto: Espetáculo de Artes Cênicas Duração estimada: 80 minutos. Lotação da sala de espetáculos: 125 espectadores. Quantidade de apresentações: 24.

Acessibilidade

Produto: Espetáculo de Artes Cênicas Acessibilidade física: realização das apresentações do espetáculo em equipamento cultural com acessibilidade para PCD (banheiros adaptados, corrimões, rampas, assentos para obesos, espaços demarcados na plateia para cadeirantes, piso tátil e placas indicativas em Braille). Deficientes auditivos: interpretação simultânea em Libras em 4 apresentações (que serão divulgadas a instituições sociais que trabalhem com o público PCD auditivo). Deficientes visuais: programa e texto da peça impressos em Braille. Produto: Contrapartida Social Acessibilidade física: realização das apresentações do espetáculo em equipamento cultural e escolas com acessibilidade para PCD (banheiros adaptados, corrimões, rampas, assentos para obesos, espaços demarcados na plateia para cadeirantes, piso tátil e placas indicativas em Braille). Deficientes auditivos: interpretação simultânea em Libras das oficinas (quando for indicado pelas escolas que haverá público PDC auditivo) e interpretação simultânea em Libras nas sessões de conversa com as atrizes e o público. Deficientes visuais: linguagem oral utilizadas em todas atividades das contrapartidas.

Democratização do acesso

Produto: Espetáculo de Artes Cênicas O produto tem como medidas de ampliação do acesso, atendendo ao disposto no Art. 21º da IN 2/2019, as seguintes ações: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos ingressos do espetáculo resultante da execução do projeto a escolas públicas, devidamente identificadas, para que os ingressos sejam distrubuídos a seus alunos, professores e funcionários; V - realizar, gratuitamente, Ensaios Abertos como atividade paralela ao projeto.

Ficha técnica

Proponente Allucci & Associados Comunicações / Dirigente: Renata Rendelucci Allucci Função: Coordenadora de produção - Trabalho remunerado Administração do projeto - Trabalho remunerado Lucienne Guedes Função: atriz e idealizadora Cris Rocha Função: atriz e idealizadora Leonardo Birche Função: coordenador de produção e coordenador pedagógico das atividades da Contrapartida Social Cildo Meireles Função: cenógrafo Dani Nega Função: diretora musical Claudia Schapira Função: figurinista Filipe Magalhães Função: diretor técnico Fernanda Allucci Função: designer e assistente de produção Texto de Bernard-Marie Koltès, com negociação de direitos autorais com a International Editors’ Co. Literary Agency. CURRÍCULOS Allucci & Associados - proponente Produtora que atua desde 1994, nas áreas de fomento, difusão e gestão cultural. Desenvolve trabalhos com diversas linguagens artísticas. “Babel”, direção de Renato Borghi, Oficina Cultural Oswald de Andrade, São Paulo/SP - 1994 “Senhora do Camarim”, direção de Renato Borghi, Teatro Sérgio Cardoso, São Paulo/SP - 1995 “Sociedade Brasileira de Ópera” com direção artística de Naum Alves de Souza - 1996 “Violeta Vita”, dirigido por Beth Lopes – Centro Cultural São Paulo, São Paulo/SP; Festival de Teatro de Curitiba, Curitiba/PR; Teatro Laura Alvim, Rio de Janeiro/RJ - 1996 “Nocaute”, dirigido por Beatriz Sayad, com as atrizes Lu Grimaldi e Claudia Schapira, Centro Cultural São Paulo, São Paulo/SP - 1997 “Sete Corações - Poesia Rasgada” - Grupo Ventoforte - Teatro Ventoforte São Paulo/SP, Festival Internacional de Londrina – FILO, Londrina/PR - 1997 “O Círculo de Giz Caucasiano” - Grupo Ventoforte - Teatro Ventoforte, São Paulo/SP; Teatro Cacilda Becker, Rio de Janeiro/RJ - 1997 “Irmãs do Tempo”, dirigido por Regina Mendes, com as atrizes Neca Zarvos e Raquel Ornellas; Teatro Brincante, São Paulo/SP; Festival Internacional de Londrina – FILO, Londrina/PR; Festival de Teatro de Curitiba, Curitiba/PR; Festival de Teatro de Jerusalém, Israel; Fringe Festival do Canadá – Toronto, Winnipeg e Sudbury; Fringe Festival de Edinburgh/ Escócia - 1996 a 2000 “Bartolomeu - Que Será que Nele Deu?” - dirigido por Georgette Fadel – SESC Belenzinho, São Paulo/SP - 1998 Turnê dos 35 anos do Balé da Cidade de São Paulo por diversas cidades brasileiras: Theatro Municipal do Rio de Janeiro/RJ; Theatro São Pedro - Porto Alegre/RS; Teatro Guaíra – Curitiba/PR; Theatro Municipal de São Paulo/SP e Palácio das Artes – Belo Horizonte/MG - 2003 “Bodas de Sangue” – Teatro Ventoforte - Wereld Musiek Theater Festival na Holanda, Bélgica e Itália - 2006 Criação e desenvolvimento do “Panorama Setorial da Cultura Brasileira”. Destinado à cadeia produtiva da cultura, com informações e material de referência para o planejamento de atividades. Livros e material disponibilizado no site www.panoramadacultura.com.br - 2011 até o presente Projeto editorial para o Instituto Ambar e para o CISV (Children´s International Summer Village), que resultou na edição do livro “Brincadeiras para Crianças de Todo o Mundo”, chancelado pela UNESCO como “projeto de cooperação internacional” - 2006 Renata Rendelucci Allucci - dirigente da proponente e coordenadora de produção Doutora em Urbanismo pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Mestra em História Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Especialista em Bens Culturais: cultura, economia e gestão pela Fundação Getúlio Vargas. Graduada em Desenho Industrial pela Universidade Mackenzie, Pós-graduada em Comunicação pela Escola Superior de Propaganda e Marketing - ESPM. Sócia da Allucci & Associados, atua desde 1994 na produção e gestão cultural, realizando trabalhos em áreas diversas como teatro, música, dança, entre outras expressões e manifestações artísticas e culturais. Sua pesquisa profissional e acadêmica inclui os temas imaginários urbanos, patrimônio cultural, memória e identidade, festas populares e cadeia produtiva da cultura. Cris Rocha - atriz Atriz e diretora, formada pela Escola de Arte Dramática (EAD–ECA–USP). É professora de Atuação da Escola Livre de Teatro de Santo André. Em 2006 foi indicada ao Prêmio Shell de Melhor Atriz pela atuação no espetáculo Ferro em Brasa. Integrante da cia. Os Fofos Encenam durante 13 anos. Entre outros trabalhos, codirigiu o espetáculo Epidemia Prata da Cia. Mungunzá; e dirigiu Esqualidez ou ... da resiliência em tempos mortos; Impasse ou Isso não é uma peça, é um golpe; e Agora que estamos juntos, melhorou a partir do texto Incêndios, de Wajdi Mouawad em 2017. Entre os principais trabalhos como atriz estão: Elagalinha, texto e direção Marcelo Romanholi com a cia. Bendita - vencedor do APCA 2019 de melhor espetáculo infanto-juvenil em espaço aberto; Heresia ou o ponto de vista da carne queimada, com direção de Cris Lozano; O Canto das Mulheres do Asfalto, de Carlos Canhameiro e direção de Georgette Fadel; Terra de Santo, escrita em processo colaborativo com Newton Moreno e dirigida por ele e Fernando Neves; Ferro em Brasa, de Antonio Sampaio e direção de Fernando Neves; Assombrações do Recife Velho, adaptação e direção de Newton Moreno; Luzes da Bohemia, de Ramón del Valle-Inclán, direção de William Pereira; Marat Sade, de Peter Weiss, direção de Francisco Medeiros; O Mambembe, de Artur de Azevedo e direção de Gianni Ratto. Lucienne Guedes - atriz Lucienne Guedes Fahrer é dramaturga, atriz, diretora, professora e pesquisadora. É graduada e doutora pela USP, atriz fundadora do Teatro da Vertigem, grupo com o qual realizou os espetáculos O Paraíso Perdido (1992), Apocalipse 1,11 (2000), A Última Palavra é a Penúltima 2.0 (2014), Enquanto Ela Dormia (2017), entre outras colaborações. Lucienne tem trabalhado como artista colaboradora com vários grupos na Cidade de São Paulo, como por exemplo o Núcleo Bartolomeu de Depoimentos, o Teatro de Narradores e a Cia. Balagan. É autora das peças As siamesas – talvez eu desmaie no front (2019), que esteou no Teatro de Contêiner, As mulheres perderam a guerra (2012), que ganhou o Prêmio ProAc de dramaturgia, A ponte (2016), escrita para o Projeto Conexões, entre outras. É dramaturga da peça Cidade fim – Cidade coro – Cidade reverso, escrita em processo colaborativo com José Fernando Azevedo e com o Teatro de Narradores, espetáculo que representou o Brasil na Feira de Frankfurt em 2013. Foi professora e coordenadora da Escola Livre de Teatro de Santo André, professora de dramaturgia e atuação na SP Escola de Teatro, professora da UFOP/MG e atualmente é professora do Instituto de Artes da UNICAMP. Leonardo Birche - coordenador de produção e coordenação pedagógica da Contrapatida Social Mestrando em Educação pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul. Graduado em Publicidade e Propaganda pela ESPM-SP, ator formado pelo Teatro-escola Célia Helena e pós-graduado em Direção Teatral pela Escola Superior de Artes Célia Helena e em Interpretação pela mesma instituição, com extensão universitária em História do Teatro na Université d'Avignon et des Pays de Vaucluse, na França.É ator e produtor do Coletivo Cronópio desde 2013. Produziu projetos, temporadas e circulações de companhias teatrais a convite do SESC, SESI e Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo. Trabalha desde 2012 na 3D3 Comunicação e Cultura, como produtor e pesquisador de cultura e gestão de produção, em projetos para Centro Cultural Banco do Brasil (Festival CCBB de Carnaval São Luiz do Paraitinga: Uma rapsódia caipira), Observatório Itaú Cultural (Mapeamento dos cursos de gestão e produção cultural 1995 2016), Associação Brasileira de Arte Contemporânea (Pesquisa Setorial Latitude), entre outros. Com a equipe da 3D3, ministrou em 2019 oficinas de capacitação em produção cultural em 12 capitais brasileiras, como parte do Panorama Setorial da Cultura Brasileira, com patrocínio da Vivo.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.