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Com "Pedro, Pedro e o quadro" o grupo dá continuidade ao estudo dramatúrgico que toma como base fatos históricos para criação de espetáculos teatrais. Na pesquisa anterior, o coletivo de artistas de teatro carioca se debruçou sobre os acontecimentos históricos ocorridos durante o ano de 1989, culminando na montagem do espetáculo "IELDA - COMÉDIA TRÁGICA", . O grupo se debruça agora, sobre o período da independência do Brasil. Tendo como personagens principais o pintor Pedro Américo e D. Pedro II. Criando assim um elo de fundamental importância na formação do jovem, entre história, educação e arte. O musical propõe uma leitura divertida dos fatos reais e das situações contidas no próprio quadro. Em alguns momentos, os personagens/figuras retratadas se "descolam" do quadro e conversam com o pintor. Em outra cena, há uma discussão (fictícia) entreeles sobre o que realmente aconteceu, como por exemplo, os problemas intestinais de D. Pedro na volta de Santos à beira do Rio Ipiranga.
"Pedro, Pedro e o Quadro" é um musical infanto-juvenil, que pretende temporada no ano de 2022 em comemoração aos 200 anos da independência do Brasil. O espetáculo, que possui a direção de Renato Carrera, dos sucessos "Malala, a menina que queria ir para a escola", "Savana Glacial", "Gisberta" e "Vestido de Noiva", tem elenco e equipe composto por artistas brasileiros e portugueses. O musical contará a história da pintura do famoso quadro "Independência ou Morte" ou "O Grito do Ipiranga" de Pedro Américo. O texto será baseado em fatos reais e na relação de Pedro Américo com o D. Pedro II e com a corte durante o final do século XIX. Com canções originais compostas especialmente para o espetáculo, a dramaturgia narra a trajetória de Pedro Américo, durante os dois anos de criação e produção do famoso quadro (de 1886 a 1888), sua relação com D. Pedro II, a corte e os conflitos com os historiadores da época que questionaram a veracidade do quadro e os instintos do artista e dos movimentos sociais, numa época em que a pintura tinha valor fundamental em relação à história e à educação. O espetáculo também relata fatos da época, através da encenação de cenas e situações que recompõe a história e a pintura do quadro que viria a se tornar um símbolo marcante no estudo da história do Brasil e de Portugal. Hoje, o quadro que se tornou a maior pintura brasileira digitalizada pela Google e ainda é a principal imagem de referência, em relação à independência do país, utilizado nas escolas brasileiras. Servindo inclusive de base para um filme protagonizado por Tarcísio Meira nos anos 80. Tendo como foco as comemorações e a busca de possíveis novas relações entre Portugal e Brasil, nos dias de hoje, o projeto pretende lançar ideias sobre os temas, propondo o intercâmbio através da arte e da criação de um espetáculo em conjunto com artistas dos dois países. Um dos objetivos é proporcionar debates após o espetáculo para que o trabalho tenha ressonância tanto em casa como em sala de aula, através de apresentações especiais para escolas públicas. A proposta inclui além da montagem e da temporada do espetáculo aos sábados e domingos, apresentações para escolas durante a semana, com debates entre os atores, equipe artística, estudantes e professores. A ideia é que a partir da comemoração da independência do Brasil possamos estreitar ainda mais a aliança entre os dois países levando até o jovem - tendo como foco a idade entre 9 e 12 anos, período em que se estuda o tema na escola - discussões e debates sobre a história dos dois países, a valorização da arte e dos artistas no Brasil e em Portugal, a partir da reflexão sobre as relações entre "arte / história" x "realidade /ficção".
OBJETIVO GERAL: Por ser tratar de um espetáculo infanto-juvenil, terá como público-alvo crianças e adolescentes a partir de 09 anos.O espetáculo musical que narra a pintura do quadro "Independência ou Morte" ou "Grito do Ipiranga", de Pedro Américo, propõe uma leitura divertida dos fatos reais e das situações contidas no próprio quadro.Público infantil, adolescente , estudantes e professores serão instigados a fazer uma nova leitura do quadro e da história de nosso país. Para além da percepção individual, o espetáculo se propõe a contribuir para as discussões sobre o material acadêmico utilizado nas salas de aula e, assim, ampliar a visão do público sobre a História do Brasil;Além da montagem, temporada e circulação do espetáculo, o projeto propõe debates após as apresentações e seções gratuitas para escolas públicas durante os dias de semana.O projeto propõe o intercâmbio cultural entre linguagens artísticas e históricas: teatro, artes plásticas e história. Cria-se, então, um elo entre dramaturgia e fatos históricos com o intuito de contribuir para a formação do jovem; proporcionar o encontro entre artistas brasileiros e portugueses em prol de uma criação teatral a serviço da discussão histórica e relacional entre os dois países. Trazer para a atualidade uma nova parceria entre Brasil-Portugal em busca de uma relação consistente, criativa e renovadora entre os países de língua portuguesa. OBJETIVO ESPECÍFICO: Montagem, temporada e circulação do espetáculo-musical inédito "Pedro, Pedro e o Quadro'', com direção de Renato Carrera, em unidades do Centro Cultural do Banco de Brasil (Rio, BH, DF e SP), ou teatros similares, durante o ano 2022, como parte das comemorações do bicentenário da independência do Brasil. As temporadas serão de dois meses em cada unidade com duas apresentações aos sábados e duas aos domingos às 11h e às 16h. Às sextas-feiras e às segundas-feiras haverá apresentações fechadas para escolas públicas e para o EJA (Educação de jovens e adultos) podendo também se estender ao ensino particular além de outras parcerias com instituições.
Ao propor a montagem do musical ''Pedro, Pedro e o Quadro'', o grupo pretende verticalizar sua pesquisa dramatúrgica a partir de acontecimentos e fatos históricos. Isso porque, a história da pintura do quadro ''Independência ou Morte'', por Pedro Américo, a pedido de D. Pedro II, nos parece ser um evento que, teatralizado, servirá de grande valia para a discussão de nossa história e, também, da própria história de Portugal, a partir desse intercâmbio que está sendo proposto entre artistas dos dois países.O aspecto simbólico do quadro, entendido ainda hoje como principal referência artística do evento, será trabalhado de maneira que possa propiciar um debate que amplie, por exemplo, a visão de estudantes a respeito do que efetivamente teria acontecido, assim como fornecer aos professores um material renovado para discussões em sala de aula.Por outro lado, acreditamos que a trajetória de Pedro Américo durante a feitura do quadro, fornece um material dramatúrgico bastante contundente e interessante. A relação do artista com D. Pedro II, durante os dois anos de criação e produção do quadro, e os conflitos com historiadores da época que questionaram a veracidade da pintura servem como base para o diálogo que o espetáculo pretende estabelecer com os dias de hoje. Para isso, a dramaturgia irá dialogar com os fatos reais e ainda com a colaboração de canções que serão compostas especialmente para o trabalho. Queremos, dessa forma, poder discutir e pensar a própria função da arte dentro da história e, também, dentro da educação, em uma conexão entre aquela época e a nossa.Como norte para esse trabalho em que arte e história serão articulados com realidade e ficção, o pensamento de Walter Benjamin nos parece bastante apropriado. Diz ele em uma passagem do texto ''Sobre o Conceito da História'': "Articular historicamente o passado não significa conhecê-lo 'tal como ele de fato foi'. Significa apropriar-se de uma recordação, como ela relampeja no momento de um perigo".Queremos, portanto, articular arte, história, realidade e ficção em função da leitura que cada um dos envolvidos no processo de criação do espetáculo for capaz de realizar, a partir do fato histórico concreto. E, assim, justificar a existência desse projeto como um ato que busca, de alguma forma, presentificar um 'devir histórico brasileiro'. Incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 a proposta se enquadra: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Objetivos do Art. 3° da da Lei 8313/91 serão alcançadas com o projeto: Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: a) realização de missões culturais no país e no exterior, inclusive através do fornecimento de passagens; b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais; c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pela Secretaria da Cultura da Presidência da República - SEC/PR, ouvida a Comissão Nacional de Incentivo à Cultura - CNIC. c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura. (Redação dada pela Lei nº 9.874, de 1999)
JEAN MARCEL GATTI - Ator, Músico e Palhaço. No cinema está no elenco dos longas The Seven Sorrows of Mary do diretor português Pedro Varela, Delírius Insurgentes do diretor Fernando Mamari e no curta argentino El Baño , nas séries Dependentes do Canal Futura direção de Marco Altberg, Pico da Neblina direção de Quico e Fernando Meirelles que está no ar pelo canal HBO. No teatro espetáculos como IELDA - Comédia Trágica ÀKILOQNOSKALA e Na Cozinha, ambos com direção de Renato Carrera e Macbeth com direção de Angel Palomero. Como Palhaço, fez parte da Academia de Palhaços do Teatro de Anônimo, também autor da peça Cartas que um Palhaço levou espetáculo inspirado na palhaçaria clássica, com gags e sem fala. Na música, foi vocalista de um grupo de samba/pagode por sete anos e toca instrumentos como cavaco, violão e percussão geral. ANDREZA BITTENCOURT - Atriz indicada ao Prêmio Questão de Crítica 2013 pelo espetáculo VESTIDO DE NOIVA, onde além de atuar, também foi idealizadora ao lado do diretor e parceiro artístico Renato Carrera. Desde então, dá continuidade a esta parceria. É formada pela CAL 1998, pela UNIRIO - bacharel em Artes Cênicas 2004 e pela Universidade Cândido Mendes docência em educação artística 2006. Foi fundadora e integrante do Grupo Alice 118, dirigido por Ana kfouri, ao longo de 10 anos. Últimas atuações: Savana Glacial - Prêmio Shell 2010 melhor texto; Vestido de Noiva - indicado em 7 categorias aos prêmios Shell, Cesgranrio e Questão de Crítica sendo vencedor deste último na categoria melhor espetáculo; Carmen, de Cervantes, direção Fabio Espírito Santo, Abajur Lilás e Vil ambos dirigidos por Carrera sendo o primeiro - indicado ao Prêmio Shell de melhor direção. RICARDO LOPES - Como ator: "Um Tartufo", "Um estranho no ninho", "Festa de Família", todas com direção Bruce Gomlevsky. Com a Cia Oráculo: Adoráveis Criaturas Nelson Rodrigues, O Planeta, O Bar do Manolo, todas com direção Gilson Gomes; Ópera de Aida Teatro Municipal, "Fábula das Fábulas" - Direção: Ailton Guedes, "Dos Males o pior" - Direção: Everton Frank, "Cama, Mesa e Banho" - Direção: Bruno Herbstrith, "A Cantora Careca" - A Decadência - Autor: Ionesco, adaptação Ailton Guedes, "Cordel Shakespeariano" Direção: Vic Militello. Musicais: "Festas da Tia Ciata" direção: Loly Nunes, A Sabiá Tributo a Clara Nunes direção Cazé Neto, "O Mundo Bita A imaginação que sumiu" direção Alessandra Colassanti, "Hair o Musical" - direção: Charles Muller e Cláudio Botelho. Leituras Dramatizadas: "O Batizado" - Direção: Dani Ornellas e Léa Garcia, "Como se fazia um deputado" - Direção: Paula Sandroni, "Arena conta Zumbi" (leitura musicada) direção Paula Sandroni, "Boca de Ouro" - Direção: Paula Sandroni. CAROLINA FERMAN - Formada pela CAL e pela PUC-Rio,foi indicada ao prêmio Cesgranrio 2014 na categoria melhor atriz com a peça "Desalinho" de Marcia Zanelatto e direção de Isaac Bernat. e também, "Por amor ao mundo- um encontro com Hannah Arendt", com Kelzy Ecard no papel de Hannah. Já fez mais de vinte espetáculos, dentre seus principais trabalhos estão: "IELDA-COMÉDIA TRÁGICA" com texto e direção de Renato Carrera. "Abas", texto autoral; direção de Felipe Storino. "Laio e Crísipo" de Pedro Kosovsky; direção de Marco André Nunes. "A Serpente" de Nelson Rodrigues; com Os Dezequilibrados; direção de Ivan Sugahara. "As horas entre nós", "Amérika" e "Paisagem Nua" com Cia Dragão Voador; direção de Joelson Gusson. É integrante e co-fundadoras da OutraCia, onde realizou os espetáculos "Baseado na rua de trás" e "Apocalipse naquela esquina"; ambos com direção de Gustavo Damasceno e do Grupo Fragmento com quem realizou "Paraíso zona sul" de Jô Bilac. LUCAS GOUVÊA - ator formado pela CAL. Atuou nos espetáculos Os Colecionadores (1998), As Criadas(2004), O que nos resta é o silêncio(2006), Manifesto Ciborgue(2008), Amerika(2012), As horas entre nós(2013) e O animal que ronda (2018) de Joelson Gusson. Um quarto de Crime e Castigo(1999) e Amores (2014) de Ivan Sugahara, Sutura(2009),Rocknroll(2009) , Tentativas contra a vida dela (2010), Duplo Crimp (2011), Depois da queda (2012) e Cabeça (2016) de Felipe Vidal Ponto de fuga (2010) de Rodrigo Nogueira, A morte do pato (2011) de Renato Carrera, Duas vezes um quarto (2014) de Marcelo Pedreira, Vulgar (2015) de Miwá Yanagizawa, Dois amores e um bicho (2017) de Daniele Farias e Dançando no escuro (2017) de Dani Barros. Atuou nos filmes Riscado e "Benzinho" de Gustavo Pizzi e Homem Livre de Álvaro Furloni. Foi indicado ao prêmio Botequim Cultural 2017 como melhor ator coadjuvante por Dançando no escuro. JOSE KARINI - Formado pela Cal (1994), UniRio (2002), Angel Vianna (2008) e PUC (2014). Participa, desde 1998, da Cia Teatral Os Dezequilibrados, com direção de Ivan Sugahara, com mais de 30 espetáculos realizados. Também trabalha com Renato Carrera, sendo Ielda o terceiro espetáculo. Também já trabalhou, entre outros, com os diretores Felipe Vidal, Moacir Chaves, Marcelo Pedreira e Márcio Vianna. ÂNGELA CÂMARA - Atriz formada pela Cal em 1997, integrante da cia Os DeZequilibrados desde sua fundação há 20 anos. Seus trabalhos mais recentes são "Histórias Veladas", direçäo de Marta Paret (2019); "Felicidade", direção de Marcos Americano (Cia Vida Bela), espetáculo de teatro-dança (Sesc Copacabana, 2019) Rio 2065, de Pedro Brício, direção de Ivan Sugahara (CCBB I, 2019); Rose, de Clarice Ripoll, direção de Vinícius Arneiro (2018); O tempo não dá tempo, de Duda Maia (Oi Futuro Flamengo, 2018); A Última Revolução Possível, de Fúrio Lonza, direção de Sidney Cruz (Teatro Serrador, 2017); Princípios transgredíveis para amores precários, de Thales Paradela, direção de Rafael Sieg (Teatro Serrador, 2017); Beija-me Como nos Livros, direção e dramaturgia de Ivan Sugahara (CCBB, Gláucio Gill, Cacilda Becker SP e turnê pelo BR); e Fala Comigo como a chuva e me deixa ouvir, de Tenesse Williams, adaptação e direção de Ivan Sugahara (2014), vencedora do prêmio Cesgranrio de Melhor Espetáculo. MAFALDA RODILES - Atriz de cinema, teatro e tv, com uma carreira próspera em Portugal, Em teatro destaca-se: Supervisão do projeto Curta com Teatro no Auditório Santa Bárbara do Forte de Copacabana (Abril a Dezembro 2013, Brasil); Encenação e dramaturgia das peças Transparência e Uma vez Papai, sempre Noelno Espaço cultural (Casimiro de Abreu 2012, Brasil); A Megera Domada de Shakespeare, adaptação Walcyr Carrasco, direção Renato Carrera no Teatro João Caetano, (2011,RJ); A Cidade das Mariposas, direção Alexandre Pontara no Teatro Maria Clara Machado, (2011,RJ). Em televisão, seus trabalhos mais recentes são: Seriado Sem Volta (Tv Record, Brasil 2016); Seriado Subúrbia Participação, Tv Globo, 2012); Seriado Tempo final A Despedida, Protagonista, realização de Leonel Vieira - Stopline(RTP, 2010); Novela Mar de Paixão - Elenco principal (TVI, 2010); Seriado Ele é Ela Elenco principal (TVI, 2009); Novela Feitiço de amor Elenco principal, Antagonista (TVI, 2008/09) MARIANA RIBAS - Atriz, Cenógrafa e Arquiteta formada pela FAU-UFRJ(BR),reside em Évora, Portugal. Como atriz cursa o 1 ano de interpretação na UNIRIO(BR), integra o Grupo teatral Casa Sete (Renato Carrera) e também o Teatro da Queda (Tiago Romero). Como arquiteta desenvolve projetos de cenografia para exposições e desfiles, arquitetura de interiores e instalações Entre as principais parcerias estão estão o designer Jair de Souza, o Atelier na Glória (Gringo Cardia) e a Crama Design. Integra o Coletivo Projetação (BR) de artistas multimídias e participa da X Bienal de arquitetura de SP. Em Portugal ,participa da exposição Como se pronuncia Design em Português: Brasil hoje, MUDE (Lisboa); das residências artísticas Arco do céu e oficina LAB-MAT, Festival Cidade Pré-Ocupada, Oficinas do Convento (Montemor-o-novo); do Festival Artes à Rua (Évora) com a Instalação urbana Fragmentos, molduras e enquadramentos e com a performance A casa que Habito:Travessia.
Espetáculo de teatro musical infanto-juvenil, com aproximadamente 90 minutos de duração. 40 apresentações em cada cidade, sendo elas: Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília e São Paulo. DIVULGAÇÃO: Será contratada assessoria de imprensa especializada para divulgar amplamente o projeto na mídia; contratação de profissional para fazer o gerenciamento das mídias digitais e redes sociais do projeto; produção e distribuição de material gráfico. Serão produzidos os seguintes materiais de divulgação: - Release de assessoria de imprensa - Fotos still - Filipetas - Cartazes - Banner - Programa - Template para internet - Mídia eletrônica
O projeto adotará as seguintes medidas em benefício das pessoas idosas e/ou com deficiência: - Acesso físico para pessoas idosas e/ou com deficiência, sendo o espaço equipado com: banheiros adaptados, rampas e/ou elevadores de acesso, corrimão, sinalização, locais para cadeiras de rodas, entre outros. - Atendimento prioritário às pessoas idosas e com deficiência, como mais uma forma de lhes possibilitar o pleno exercício de seus direitos culturais. - Será realizada uma sessão com tradução para Libras ao longo da temporada. Para essa sessão serão convidadas pessoas com deficiência auditiva, visual, intelectual ou múltipla, além de estudantes e professores da rede pública de ensino.
Em atendimento ao Artigo 22 da IN 02/2019, com a intenção de facilitar e democratizar o acesso ao público no espetáculo "Pedro, Pedro e o quadro." as contrapartidas são: - promover sessões destinadas com cotas de ingressos gratuitos a escolas públicas e a moradores de comunidades da cidade do Rio de Janeiro, a pessoas que comprovem baixa renda, a grupos de formações de plateia, a ONGs e a grupos de escolas públicas de artes cênicas; - honrar as leis de meia-entrada para estudantes e idosos;- promover diálogo com associações e com outras iniciativas que objetivem e facilitem o acesso e/ou o transporte de públicos geograficamente distantes do local das apresentações;- promover sessões acessíveis para surdos com intérpretes de libras;- promover sessões com debates após o espetáculo;- divulgar o apoio dos patrocinadores em todo o material gráfico, plano de mídia e mídia espontânea;- outras contrapartidas poderão ser elaboradas juntas e em acordo com o Centro Cultural Banco do Brasil, ou teatros similares que aderirem ao projeto. O projeto atende os seguintes incisos do Artigo 21 da IN 02/2019 III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias.
DIREÇÃO: RENATO CARRERA TEXTO: RENATO CARRERA ELENCO: ÂNGELA CÂMARA RIBEIRO, FERNANDA SAL, JOSÉ KARINI, MARCEL GIUBILEI (PROPONENTE), RICARDO LOPES, CAROLINA FERMAN, JEAN MARCEL GATTI, LUCAS GOUVÊA, ANDRESSA BITENCOURT, GABRIEL GARCIA, MAFALDA RODILES, MARIANA RIBAS E UM ATOR PORTUGUÊS A SER CONVIDADO. COORDENAÇÃO GERAL DO PROJETO: MARCEL GIUBILEI (PROPONENTE) E RENATO CARRERA DIREÇÃO DE PRODUÇÃO: MARCEL GIUBILEI (PROPONENTE) E GABRIEL GARCIA PRODUÇÃO EXECUTIVA: MARCEL GIUBILEI (PROPONENTE) E GABRIEL GARCIA DIREÇÃO DE ARTE E CENÁRIO: DANIEL DE JESUS ILUMINAÇÃO: RENATO MACHADO DIREÇÃO DE MOVIMENTO: LUCIANA CARNOT TRILHA SONORA ORIGINAL: ADRIANO SAMPAIO E PEDRO COSTA DIREÇÃO DE VOZ: DANIELLY SOUZA CARACTERIZAÇÃO: MONA MAGALHÃES MÍDIAS SOCIAIS: LUCAS GOUVEIA ASSISTÊNCIA DE DIREÇÃO: CAMILA ROSA LINS ASSESSORIA DE IMPRENSA: CRISTIANA LOBO FOTOGRAFIA: CAIQUE CUNHA RENATO CARRERA: PRÊMIOS QUESTÃO DE CRÍTICA 2013 MELHOR ESPETÁCULO - VESTIDO DE NOIVA QUESTÃO DE CRÍTICA 2016 MELHOR ATOR - O HOMOSSEXUAL OU A DIFICULDADE DE SE EXPRESSAR. INDICAÇÕES PRÊMIO SHELL 2016 MELHOR DIRETOR - ABAJUR LILÁS PRÊMIOS CESGRANRIO, APTR 2016 MELHOR ATOR - O HOMOSSEXUAL OU A DIFICULDADE DE SE EXPRESSAR DIREÇÃO MALALA 2018 (MELHOR PRODUÇÃO PRÊMIO CBTIJ indicado 7 categorias) GISBERTA CCBB - RJ/BH/BRASÍLIA; LISBOA-PORTO; SAVANA GLACIAL-PRÊMIO SHELL MELHOR TEXTO 2011-10 MELHORES ESPETÁCULOS - O GLOBO); DOIS AMORES E UM BICHO Clowns de Shakespeare 2015 RN, SESC POMPÉIA . AUTOR: VIM ASSIM QUE SOUBE dir. Marco André Nunes - 2018 INDICAÇÃO SHELL TRILHA SONORA ; IELDA COMÉDIA TRÁGICA (Atua e dirige) - SESI/PETRA GOLD ATOR Cia.Teatral do Movimento Dir. Ana Kfouri (2001 a 2013) Preguiça, Esfíncter, Senhora dos Afogados (Prêmio Qualidade Brasil - Direção/Espetáculo) Idealizou e atuou - O Ateliê Voador de Novarina - dir. Thomas Quilladert - Ano da França no Brasil 2009. MARCEL GIUBILEI (PROPONENTE): formado técnico em administração pela ETFG-SEBRAE/MG e engenheiro civil pela PUC-CAMPINAS, trabalhou na área de engenharia e administrativa por 13 anos (2000 a 2013). Como ator e produtor fez os seguintes trabalhos: NOVELAS - A Regra do Jogo, Globo (2015/16); Jesus, Record (2018/19). CINEMA - Delírius Insurgentes _ protagonista e produtor executivo (filme convidado para participar de dois festivais na África do Sul. Durban International Film Festival e IMPAC - Iniciativa for moving images on the African Continent), o filme Outraz (com lançamento previsto para o ano 2020) e 6 CURTA-METRAGENS, como Clepto (festival de Havana), entre outros. Trabalhou como produtor por mais de 3 anos na Pajé Cultural, Produtora de Cinema. TEATRO - 12 peças de teatro como ator, dentre elas e outras fez 10 peças como produtor, com destaque para a peça A Serpente de Nelson Rodrigues, (Sesc Niterói, 2016; Teatro Ziembinski, 2017; Teatro Maria Clara Machado, 2017; Circuito Sesc RJ, 2017), "Ielda - Comédia Trágica" (2020) que teve mais de 2 mil pessoas na temporada Sesi RJ, e começava a segunda temporada no Teatro Petra Gold, antes da pandemia. "As Bruxas de Salem", "Bergman" e "Pedro e Pedro e o Quadro" (2021 e 2022), todas dirigidas por Renato Carrera. "Porto de Memórias" (2014), 6 peças históricas com algumas delas tendo aproximadamente 100 artistas em cena, onde produziu as 6 e atuou em 4 delas. CURSOS - Atuação para cinema com Fred Tulipan; Curso livre de teatro com Daniel Herz; Nú Espaço; Um ano de oficina de imersão nas obras de Nelson Rodrigues, Sesc Niterói, ministradas pelo diretor Renato Carrera; (2017) e Rasaboxes, ministrado por Ana Aschar (2019). GABRIEL GARCIA: Ator, Pesquisador, Professor e Produtor Teatral. É Bacharel em Teoria do Teatro, Universidade Federal do Rio de Janeiro - UNIRIO (2010); e também no curso profissionalizante em Artes Cênicas, da Casa das artes de Laranjeiras - CAL. Cursou um período de Licenciatura em Teatro, Faculdade Cesgranrio (2019).Como Produtor executivo, trabalhou no espetáculo Bordados, do Amok Teatro (Mar 2020), no CCBB-RJ, Fez a produção do espetáculo, Ielda- Comédia Trágica (Jan 2020), junto com Marcel Giubilei. Texto e direção de Renato Carrera, Teatro Firjan SESI Centro. Foi Produtor Executivo do espetáculo Hamlet Candidato do Ateliê Alexandre Mello, e também, do espetáculo Jogo de Damas do Amok Teatro, ambas no SESC Copacabana e no primeiro semestre de 2019. Fez circulação do espetáculo Os Cadernos de Kindzu (2018) do Amok Teatro, nos teatros SESI do Estado do Rio: Itaperuna, Petrópolis, Macaé e Caxias e Campos. Nesse mesmo ano, produziu o espetáculo Akiloqnoskala com orientação de Renato Carrera no Solar de Botafogo; Produziu a "Metastase - Mostra de Dramaturgia Alemã", no Centro Cultural Laurinda Santos Lobo e no Teatro Café Pequeno. A Mostra encenou cinco espetáculo dos maiores dramaturgos alemães contemporâneos, teve a direção de Ole Erdmann e levou mais de mil espectadores em dois meses de temporada. Trabalhou na produção da residência da Ocupação Ziembinski com Vida, no teatro Ziembinski, durante o ano de 2016 até março de 2017. Ocupação que recebeu espetáculos de artistas como: Fernanda Torres, Fernanda Montenegro, entre outros e também foi secretário teatral na ocupação Glauce Com Vida, no Teatro Glauce Rocha em de agosto a novembro de 2014, ambas pela Opsis Soluções Culturais, projeto que recebeu artistas como: Denise Stoklos, Grupo Amok Teatro, Bruce Gomlevsky, Tonico Pereira, entre outros. Trabalhou ainda na produtora Focus Produções Culturais, e produziu espetáculos: Caminhando entre Contos, Palavras e Amores (2010) direção Elena Kosntantinovna (2009), Amores de Sabrina (2010) direção de Camilo Pellegrini. Como ator, participou dos seguintes espetáculos: "A Noite do Inocentes", texto de Rodrigo Murat e direção de Nelson Yabeta. Encenado num apartamento em Copacabana. Akiloqnoskala (2018), orientação de Renato Carrera e direção de Carmen Kawahara; Apocalipse Naquela Esquina ou a Corrosão do Caráter (2016-17), texto e direção: Gustavo Damasceno; Projeto Shakespeare nas Praças: Sonho de uma noite de verão (2006-14), direção Robson Sanches e Supervisão de Amir Haddad; Caminhando Entre Contos, Palavras e Amores (2010-11), direção Elena Konstantinovna; Arcamann(2010), texto: Pablo Diego direção Flávia Tolledo.Ópera Tosca - Direção Carla Carmurati - Teatro Municipal; A Flauta Mágica Direção Gustavo Ariani - Teatro MunicipalA Farsa do mestre Pathelin - Com a Cia Farsacena Teatral Dir Robson Sanches - Prêmio de melhor espetáculo do Festival de São João da Barra março/2007.Realizou estágio no Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (CEFET/RJ); Escola Parque e deu aula na Oficina de Atores do Teatro SESI Jacarepaguá (2013-2015). CAMILA ROSA LINS - Formada pela Escola de teatro Martins Pena (2015), e pela escola de Atores Wolf Maia. Foi assistente de direção e atriz na peça IELDA - de Renato Carrera - 2019. É coach profissional com ANA CARTER, HAMILTON DE OLIVEIRA E MARINA RIGUERA. Trabalhou Coach e imersão em teatro físico com ROBERT CASTEL - 2019 Fez parte do grupo de estudo do diretor Delson Antunes, com foco nas obras de Clarice Lispector. Fez parte do grupo de estudos com o diretor Alexandre Mello. FERNANDA SAL - Cênicas, bacharelado em interpretação, a UniRio, entre os anos 1999 e 2006. Ainda neste período participou da Duplô Cia de Atores, no período de 2003 à 2006, onde pesquisou dois autores: Nélson Rodrigues e Jean Genet; e montou dois espetáculos: Traição e Deflora-te. De 2007 à 2010 atuou como atriz no espetáculo infantil "O Menino que Brincava de Ser", pela Cia. Pandorga de Teatro. Em 2012/2013 fez parte da Cia. Enviezada, com a intervenção urbana Caminhos. No ano 2018 entrou para "Malala, a menina que queria ir para a escola".
PROJETO ARQUIVADO.