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PRONAC 203452ArquivadoMecenato

Arca de Noé

FABRICA DE EVENTOS PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 809,5 mil
Aprovado
R$ 809,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2020-07-01
Término
2023-12-31
Locais de realização (3)
Goiás GoiásGoiânia GoiásRio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Este projeto contempla a montagem e circulação doespetáculo teatral infantil "Arca de Noé", baseado nas obras homonimas de Vinicius de Moraes. A adaptação contará com textos e direção de Renato Carrera, que propõe uma montagem contemporânea e atual através da utilização de projeções, apostando na relação direta entre imagem, música, coreografia e poesia.

Sinopse

“Arca de Noé” de Vinicius de Moraes – 50 anos.Comemorando os 50 anos de uma das maiores obras infantis da cultura nacional e fazendo parte das festividades dos 40 anos da morte de um dos nossos maiores poetas, o projeto propõe uma montagem contemporânea e atual através da utilização de projeções, apostando na relação direta entre imagem, música, coreografia e poesia. Estes serão elementos fundamentais para a construção do espetáculo voltado para a primeira infância, onde os sentidos e o aprendizado sobre o mundo e os animais ainda estão em formação. O trabalho pretende aguçar os sentidos da criança, proporcionando a ela e aos pais uma experiência única. Memória e inovação para avós, pais e filhos. Os mais velhos dividindo com os mais novos a emoção das lembranças das novas descobertas através da montagem de uma obra tão significativa para a cultura nacional.A Arca de Noé de Vinícius de Moraes fala sobre vários bichos, daí a alusão à história bíblica tão conhecida, e sobre coisas (casa, porta, relógio...) também. O álbum, que era um sonho antigo do poeta, foi lançado postumamente, em outubro de 1980 (o poeta faleceu em julho do mesmo ano). As deliciosas versões musicais de A arca de Noé são exemplo dessa simpatia que o poeta conquistou entre pequenos e grandes leitores. Os discos A arca de Noé 1 (1980) e A arca de Noé 2 (1981) traziam composições como 'O pato', 'A casa', 'O gato', 'O pingüim' e 'São Francisco', que se tornaram famosas nas vozes de Chico Buarque, Milton Nascimento, Toquinho, Marina Lima e Ney Matogrosso, entre outros intérpretes.O espetáculo levará para o palco os 32 poemas da edição original.Mais conhecidos pelo disco feito para crianças, os poemas foram escritos por Vinicius muitos anos antes de sua primeira edição. Eram feitos para seus filhos Suzana e Pedro de Moraes. Por muitos anos, eles ficaram guardados. Só em 1970, o conjunto de poemas infantis ganha o mundo. Seu lançamento ocorre na Itália, país onde a presença do poeta era constante, seja através de diversas visitas e temporadas ou de traduções de sua obra. É lá, justamente quando Vinicius conhece um amigo de Chico Buarque chamado Toquinho, que o disco com os poemas infantis é preparado. O disco é chamado L’Arca. No mesmo ano, seus poemas musicados na Itália são lançados em livro no Brasil. Dez anos depois, os dois discos dedicados ao conjunto de poemas infantis de Vinícius também são lançados no país, com o mesmo nome do livro. A Arca de Noé tornou-se um dos livros mais populares de Vinicius de Moraes por ter criado um laço com as crianças. Todas as gerações têm nos seus poemas uma porta de entrada no mundo da literatura e da música popular brasileira. Ao mesmo tempo, no âmbito musical, foi o primeiro trabalho que apresentou a ele Toquinho, parceiro até o fim da vida. ESPETÁCULO TEATRALDURAÇÃO: 60 MINUTOS (PREVISÃO)CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: Livre

Objetivos

OBJETIVO GERAL - O projeto visa realizar 3 temporadas do espetáculo infantil "Arca de Noé" em três cidades brasileiras. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Realizar uma temporada estimada em 8 semanas (16 apresentações), com cobrança de ingressos, no Rio de Janeiro/RJ; - Realizar uma temporada estimada em 1 semana (2 apresentações), com cobrança de ingressos, em Goiânia/GO; - Realizar uma temporada estimada em 1 semana (2 apresentações), com cobrança de ingressos, na Cidade de Goiás/GO; - Realizar uma oficina gratuita de Produção Cultural, nas cidades do Rio de Janeiro e Goiânia; - Disponibilizar um produto de artes cênicas ao público geral, sem distinção de gênero ou classe social.

Justificativa

O espetáculo "Arca de Noé", baseado nas obras homônimas de Vinicius de Moraes, celebra o quinquagenário de uma das maiores obras infantis da cultura nacional, além de integrar em parte das festividades dos 40 anos da morte de um dos nossos maiores poetas. Este projeto será relevante para o período pós-pandemia da Covid-19, onde o encontro ao vivo vai ser uma potência! O teatro estará vivo e ressignificado. Sem cultura , sem imaginário não há nação, não há povo. O teatro é parte do processo de conhecimento e crescimento do povo. São os valores culturais que vão nos trazer a perspectivas e um horizonte novo e novos caminhos. E com a "Arca de Noé", através dos Mecanismos de Incentivo a Cultura, poderemos levar a sociedade um espetáculo que transpira beleza, leveza e diversão após um momento de tanta atribulação no mundo. A "Arca" será uma celebração pela vida de Vinicius de Moraes. Conforme artigo 1º da Lei 8.313, o projeto se inclui nas seguintes finalidades: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Para cumprimento das finalidades expressas no art. 3° desta lei, o projeto atenderá os seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de espetáculos de artes cênicas; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de parte dos ingressos para o espetáculo.

Estratégia de execução

“Arca de Noé” de Vinicius de Moraes – 50 anos. Cravado na memória da maioria dos adultos, esta nova visão sobre a obra-prima criada por nosso maior poeta, terá novos arranjos criados pelo premiado diretor musical Marcelo Alonso Neves, que fará uma releitura da música original criada por Toquinho. Trazer de volta versos que marcaram época como “Lá vem o Pato...” e “Era uma casa muito engraçada...” é um dos objetivos do espetáculo. O trabalho propõe uma imersão nessa arca contemporânea a partir da música, das coreografias criadas por Sueli Guerra e das imagens projetadas no cenário desenvolvido pelo cenógrafo Daniel de Jesus. São imagens, animadas e reais, de animais que serão projetadas em várias telas distribuídas pelo palco e ora servirão como superfícies para a projeção, ora farão parte do cenário que nos remeterá ao interior dessa Arca de Noé contemporânea. A dramaturgia será construída a partir dos 32 poemas do livro original de 1970, das músicas contidas nos dois álbuns (Arca de Noé, 1980 e Arca de Noé 2, 1981), além de todas as referências relacionadas a obra e criadas até hoje. Incluindo o programa de TV da Rede Globo (1980) e a peça “O Embarque de Noé” de mesma temática escrita por Maria Clara Machado. O elenco formado por Claudia Ventura, Cesar Augusto, Vilma Melo, Jefferson Schroeder contará com mais 5 atores selecionados de cias de teatro da periferia. O projeto visa com isso colaborar com a democratização do acesso da classe artística periférica, gerando oportunidade para atores que ficam a margem da programação oficial e de editais de teatro. O trabalho conta com a encenação do premiado diretor Renato Carrera (Malala, Vestido de Noiva, Abajur Lilás e Savana Glacial, entre outros) que traz inovação ao universo do teatro infantil ao trabalhar com a experimentação voltada para a primeira infância. Sua vertente em seu processo de criação, assim como em seus espetáculos, tem uma relação direta com a educação. Percebemos que em suas obras infantis, como “Malala, a menina que queria ir para escola” ou “Histórias de Jilú”, dois dos últimos trabalhos infantis que dirigiu, há um forte relacionar com os grandes teóricos da Educação, com linguagem características do pensamento de Montessori, Piaget e Dewey.A encenação tomará como base os poemas, as projeções e as coreografias. Todos os atores estarão em cena o tempo inteiro, cantando, dançando, tocando e interpretando. O cenário nos remeterá há uma grande arca de madeira composta por superfícies que aos poucos se revelarão como grandes telas onde serão projetados imagens, criadas para cada poema/música, em formato de desenho animado e também imagens reais dos animais e de todos os outros elementos contidos na obra como a Porta ou o Vento. A projeção será um dos elementos principais do trabalho, assim como a música e a coreografia. Dando continuidade as experiências vivenciadas e utilizadas em seu último espetáculo, “Malala, a menina que queria ir para a escola.”, Renato Carrera leva para o palco o diálogo entre imagem-desenho-gravura-fotografia. Paralelo a música que será tocada e cantada ao vivo pelos atores/cantores, a projeção utilizará imagens reais em fusão com animação e desenhos.Os atores cantores se transformarão, na frente do público, se modificando a cada cena/número musical. Como uma roupa que servirá de base, utilizando adereços, o espetáculo de aproximadamente 50 min, terá uma intensa troca de figurinos e objetos, revelando a criança a carpintaria teatral. A coreografia assinada por Sueli Guerra será criada a partir de cada música e de elementos diversos, que podem fazer parte do cotidianos da criança, como por exemplo: bolinhas de ping-pong que se transformarão em dezenas de pintinhos ou a coreografia da música “O Pato” que será um número musical de sapateado feito com “pé-de-patos”, ou ainda a cena do vento, quando vários ventiladores no centro do palco nos remeterá há um pequeno redemoinho ou quando ouvimos uma atriz, no fundinho do palco, dando vida a reclusa e quietinha coruja.Em um cenário que nos remetreá ao interior de uma grande arca de madeira, sem texto, inteiramente cantado, os 32 poemas contidos no livro original ganharão vida cência através do corpo e da voz de 10 atores/cantores, que se transformarão a cada número, acompanhados por três telas de projeção espalhadas pelo espaço, com coreografias criada para cada poema escrito, além da música cantada e tocada ao vivo.

Especificação técnica

A encenação tomará como base os poemas, as projeções e as coreografias. Todos os atores estarão em cena o tempo inteiro, cantando, dançando, tocando e interpretando. O cenário nos remeterá há uma grande arca de madeira composta por superfícies que aos poucos se revelerão como grandes telas onde serão projetados imagens, criadas para cada poema/música, em formato de desenho animado e também imagens reais dos animais e de todos os outros elementos contidos na obra como a Porta ou o Vento. A projeção será um dos elementos principais do trabalho, assim como a música e a coreografia. Dando continuidade as experiências vivenciadas e utilizadas em seu último espetáculo, “Malala, a menina que queria ir para a escola.”, Renato Carrera leva para o palco o diálogo entre imagem-desenho-gravura-fotografia. Paralelo a música que será tocada e cantada ao vivo pelos atores/cantores, a projeção utilizará imagens reais em fusão com animação e desenhos. Os atores cantores se transformarão, na frente do público, se modificando a cada cena/número musical. Como uma roupa que servirá de base, utilizando adereços, o espetáculo de aproximadamente 60 min, terá uma intensa troca de figurinos e objetos, revelando a criança a carpintaria teatral. A coreografia assinada por Sueli Guerra será criada a partir de cada música e de elementos diversos, que podem fazer parte do cotidianos da criança, como por exemplo: bolinhas de ping-pong que se transformarão em dezenas de pintinhos ou a coreografia da música “O Pato” que será um número musical de sapateado feito com “pé-de-patos”, ou ainda a cena do vento, quando vários ventiladores no centro do palco nos remeterá há um pequeno redemoinho ou quando ouvimos uma atriz, no fundinho do palco, dando vida a reclusa e quietinha coruja. Em um cenário que nos remetreá ao interior de uma grande arca de madeira, sem texto, inteiramente cantado, os 32 poemas contidos no livro original ganharão vida cência através do corpo e da voz dos atores/cantores, que se transformarão a cada número, acompanhados por três telas de projeção espalhadas pelo espaço, com coreografias criada para cada poema escrito, além da música cantada e tocada ao vivo.

Acessibilidade

Em atendimento ao Art. 18 da IN nº 2, de 23 de abril de 2019, serão adotadas as seguintes medidas: PRODUTO PRINCIPAL – ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: Acessibilidade física: Os espaços/teatros a serem definidos para a realização do espetáculo apresentarão condições de acessibilidade, ou seja, possuirão rampas de acesso, espaços reservados para cadeirantes e/ou assentos especiais para pessoas com mobilidade reduzida, entre outras instalações que estejam de acordo com as normas previstas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), e/ou equipe preparada para garantir o acesso de pessoas idosas e portadoras de deficiência ao espaço. Acessibilidade para deficientes auditivos: uma sessão com libras em cada cidade. Acessibilidade para deficientes visuais: uma sessão com audiodescrição. PRODUTO SECUNDÁRIO – CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: Acessibilidade física: Os espaços/teatros a serem definidos para a realização do espetáculo apresentarão condições de acessibilidade, ou seja, possuirão rampas de acesso, espaços reservados para cadeirantes e/ou assentos especiais para pessoas com mobilidade reduzida, entre outras instalações que estejam de acordo com as normas previstas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), e/ou equipe preparada para garantir o acesso de pessoas idosas e portadoras de deficiência ao espaço. Acessibilidade para deficientes auditivos: sessões com libras em cada cidade. Acessibilidade para deficientes visuais: apostilas em braile.

Democratização do acesso

Para o PRODUTO PRINCIPAL, em conformidade ao Art. 21 da IN nº 2, de 23 de abril de 2019, a medida proposta é: VI - oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural; Para o PRODUTO SECUNDÁRIO (Contrapartidas Sociais), em conformidade ao Art. 21 da IN nº 2, de 23 de abril de 2019, a medida proposta é: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;

Ficha técnica

Ficha técnica Dramaturgia – Renato CarreraDireção – Renato CarreraDireção de Produção – Claudia MarquesDireção Musical – Marcelo Alonso NevesIluminação – Renato MachadoCenário – Daniel de JesusFigurino – Kika LopesCoreografias – Sueli GuerraAssessoria de Imprensa – Ney MottaComunicação redes sociais – Flavia GarciaPreparação Vocal – Daniele SouzaElenco – Claudia Ventura, Cesar Augusto, Vilma Melo, Jefferson Schroeder, mais 5 atores convidadosRealização – Fábrica de Eventos Currículos RENATO CARRERA (Dramaturgo e Diretor) PRÊMIOS:QUESTÃO DE CRÍTICA 2013 MELHOR ESPETÁCULO - VESTIDO DE NOIVAQUESTÃO DE CRÍTICA 2016 MELHOR ATOR - O HOMOSSEXUAL OU A DIFICULDADE DE SE EXPRESSAR. INDICAÇÕES:PRÊMIO SHELL 2016 MELHOR DIRETOR - ABAJUR LILÁS PRÊMIOS CESGRANRIO, APTR 2016 MELHOR ATOR - O HOMOSSEXUAL OU A DIFICULDADE DE SE EXPRESSAR DIREÇÃO:MALALA 2018 (MELHOR PRODUÇÃO PRÊMIO CBTIJ – indicado 7 categorias) GISBERTA – CCBB -RJ/BH/BRASÍLIA; LISBOA-PORTO; SAVANA GLACIAL-PRÊMIO SHELL MELHOR TEXTO 2011-10 MELHORES ESPETÁCULOS - O GLOBO); DOIS AMORES E UM BICHO Clowns de Shakespeare 2015 – RN, SESC POMPÉIA . AUTOR: VIM ASSIM QUE SOUBE dir. Marco André Nunes - 2018 INDICAÇÃO SHELL TRILHA SONORA ; IELDA – COMÉDIA TRÁGICA (Atua e dirige) - SESI/PETRA GOLD ATOR:Cia.Teatral do Movimento Dir. Ana Kfouri (2001 a 2013) – Preguiça, Esfíncter, Senhora dos Afogados (Prêmio Qualidade Brasil - Direção/Espetáculo) Idealizou e atuou - O Ateliê Voador de Novarina - dir. Thomas Quilladert - Ano da França no Brasil 2009. DANIEL DE JESUS (Cenógrafo) PRÊMIOS: Concurso Internacional OUTROS TERRITÓRIOS-2019 - Instalação Artística em Arquitetura Predial-Obra Oceanário Internacional BURITIS; PROFISSINAL DO ANO 29º REDE GLOBO/ PRÊMIO ABRIL PUBLICIDADE 2014; PRÊMIO DE DESIGN-MG 2005 - Programação Visual Grupo Galpão “Um homem é um Homem”; Vencedor do PRÊMIO FERNANDO PINI DE DESIGN-Excelência Gráfica 2013. INDICAÇÕES: CENYM 2019-Melhor Cartaz-Programação Visual - Angels In America, CBTIJ 2018 - Cenário e Programação Visual - Malala, a menina que queria ir para a escola; PRÊMIO APTR 2016 - Categoria Especial, Aplicativo Teatro Brasil; CENOGRAFIA – IELDA e MALALA de Renato Carrera; DESESPERADOS e A PRODUTORA E A GAIVOTA de João Fonseca; VIM ASSIM QUE SOUBE, dir. de Marco André Nunes; A FLOR CARNÍVORA, dir. de Ivan Sugahara; NOITE EM CLARO dir. César Augusto PROGRAMAÇÃO VISUAL - IELDA, ANGELS IN AMERICA, GISBERTA, MALALA, A MENINA QUE QUERIA IR PARA A ESCOLA, DANÇANDO NO ESCURO, RIO DIVERSIDADE, MOSTRA HÍFEN. VILMA MELLO (atriz) PRÊMIOS E INDICAÇÕES:Prêmio Aplauso Brasil 2018 de melhor elenco Fulaninha e Dona Coisa (Juri Popular)Prêmio Questão de Critica 2018 - melhor espetáculo Balé RaléPrêmio Shell 2017 de melhor atriz por Chica da Silva- O MusicalPrêmio Cenym 2017 de melhor atriz coadjuvante em Amargo Fruto-A vida de Billie Holliday,Diretorio Academico do CLA da UNI RIO passa a se chamar Vilma Melo- 2017Prêmio de melhor atriz coadjuvante Festival de Teatro de Campos dos Goytacazes -2006 por O Romance do Pavão Misterioso.Indicada aos prêmios CBTIJ 2017 de teatro melhor atriz por Marrom, Nem Preto Nem Branco?Indicada ao Prêmio Cesgranrio 2017 de melhor atriz por Chica da SilvaIndicada ao Prêmio Botequim Cultural 2017 de Melhor atriz por Chica da Silva CLAUDIA VENTURA (Atriz) Atriz formada em Teatro pela Universidade do Rio de Janeiro (Licenciatura, Bacharelado e Mestrado). No teatro, como atriz, está em cartaz com O Canto de Macabéa ou A Hora da Estrela, com direção de André Paes Leme. Esteve ao lado de Diogo Vilela em A Verdade direção de Marcos Alvisi, (indicada aos prêmios Shell/Cesgranrio/ APTR e Botequim Cultural-melhor atriz), O Grelo em Obras, direção de Fabiano de Freitas (Vencedor do Prêmio Questão de Critica 2019); Agosto (indicada ao prêmio APTR/atriz coadjuvante), Histórias Que Não Deviam Ser Contadas, Amigo Cyro, Muito te Admiro e Hamelin, todos com direção de André Paes Leme; A Cuíca do Laurindo e O samba Carioca de Wilson Baptista, com direção de Sidnei Cruz; Bodas de Fígaro, direção de Daniel Herz (indicada aos Prêmios Reverência e Cesgranrio/Atriz de Musical), Amor Confesso e As Conchambranças de Quaderna, ambos direção de Inez Viana; A Serpente (Indicada ao Prêmio Shell/Atriz) e Jogo do Amor (indicada para os prêmios Mambembe e Coca-Cola/Atriz), com direção de Antonio Guedes. No cinema, esteve em Uma professora maluquinha, de Ziraldo, Coisa de mulher, do Grelo Falante, Chatô, de Guilherme Fontes, Didi e a Princesa Lili, de Marcos Figueiredo. Dirigiu o espetáculo A Nova Ordem das Coisas. Na TV Globo criou e redigiu o programa de humor Garotas do Programa. CESAR AUGUSTO (Ator) Membro da Cia dos Atores desde a sua formação como ator, diretor, produtor e, eventualmente, como cenógrafo. Paralelamente, desenvolveu e participou de outros projetos e ações culturais: Riocenacontemporanea – Festival Internacional de Teatro da Cidade do Rio de Janeiro (membro da diretoria e curador), Festival de Teatro de São José do Rio Preto (curador), Núcleo de Festivais Internacionais do Brasil (associado). Dirige o TEMPO_FESTIVAL, festival internacional de teatro, no Rio de Janeiro, que em 2019 completou de 10 anos de atividades. Foi diretor artístico da Ocupação CÂMBIO, no Teatro Glaucio Gill, entre 2010 e 2011, a convite da Secretaria Estadual de Cultura, sendo indicado na categoria especial do prêmio APTR por este trabalho. Entre seus últimos trabalhos como encenador estão: "LaborAtorial", "Próxima Parada", "Mamãe", "A Tropa", "A vida de Dr. Antonio contada por elle mesmo", o show e a gravação do DVD "Dusek veste Machete" e o espetáculo "Mondo Machete” e "Noite em Claro". Em 2019, ainda, dirigiu os espetáculos ANSIA, de Sarah Kane, e MENINES, de Marcia Zanelato, além de SUCESSO e POR ELISE, ambas montagens para formaturas no Instituto CAL. CLAUDIA MARQUES (Direção de Produção) Há 30 anos, a diretora de produção Claudia Marques sócia diretora da Fábrica de Eventos, vem contribuindo com a expansão e difusão da cultura carioca, no Brasil e em outros países, produzindo durante a carreira, teatro, música e festivais que integrem as modalidades da arte. Com mais de 35 peças no currículo produziu sucessos de público e crítica como O Sermão da Quarta Feira de Cinzas – Padre Antonio Vieira - com o consagrado ator Pedro Paulo Rangel, A Controvérsia de Jean Claude Carrier com Matheus Nachtergaele, Octávio Augusto, Ivan de Albuquerque entre outros, Nem Mesmo Todo o Oceano de Alcione Araujo, A Oredem do Mundo com Drica Moraes, Julia de Christiane Jatahy e os musicais Orlando Silva o Cantor das Multidões e a premiada montagem Os Saltimbancos de Chico Buarque que ficou 3 anos em cartaz lotando teatros de mais de 700 lugares. Levou aos palcos obras de jovens autores brasileiros que hoje se consagraram como representantes da nova dramaturgia carioca como Infância, Tiros e Plumas de Jô Bilac, Me Salve Musical e Trabalhos de Amores Perdidos de Pedro Brício e Mata Teu Pai de Grace Passô. Suas últimas produções teatrais foram Gisberta com Luis Lobianco, Vim Assim Que Soube com Cris Larin e Renato Carrera, O Condomínio com Pedroca Monteiro e Savio Moll com direção de Pedro Brício e Os Impostores de Gustavo Pinheiro e Rodrigo Portela. OBS.: Claudia Marques é socio-diretora da Fábrica de Eventos Produções Artísticas Ltda. e consta na ficha técnica como Diretora de Produção para o espetáculo "Arca de Noé". Além das suas atribuições como Diretora de Produção, ela também atuará com as demandas administrativas do projeto fazendo contratações de profissionais, operações de logística, entre outras. Dessa forma a proponente deverá ser remunerada pelas funções de direção de produção, coordenação administrativa e prestação de contas.

Providência

Arquivado a pedido do proponente.