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PRONAC 203455Apresentou prestação de contasMecenato

REDE NACIONAL DO ARTESANATO CULTURAL BRASILEIRO - ano IV

ARTESOL - ARTESANATO SOLIDARIO
Solicitado
R$ 1,46 mi
Aprovado
R$ 1,15 mi
Captado
R$ 950,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
33592510000154VALE S.A.1900-01-01R$ 950,0 mil

Eficiência de captação

82.7%

Classificação

Área
—
Segmento
Intervenções em bens imóveis tombados/acautelados
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Patrimônio cultural imaterial
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2021-06-01
Término

Resumo

Dar continuidade ao projeto Rede Nacional do Artesanato Cultural Brasileiro (PRONAC 193387), para promover a salvaguarda dos saberes e fazeres artesanais de tradição cultural - técnicas e conhecimentos que integram o patrimônio cultural material e imaterial do Brasil, alguns dos quais registrados pelo IPHAN. O projeto conta com conjunto de ações, como mapeamento da cadeia produtiva - que será ampliado; produção de conteúdos editoriais e técnicos - que terá novas reportagens, atualização e inclusão de novos perfis de membros na plataforma e manutenção da articulação dos membros da rede. Novos grupos mapeados e selecionados receberão capacitação para uso de tecnologias digitais para acessar os canais de aprendizagem virtual do portal e se fazerem presentes na internet. O ambiente virtual de aprendizagem do site contará com novos conteúdos de formação para os artesãos. Também selecionaremos grupos que se destacarem pelo perfil empreendedor para receber mentorias em temas específicos.

Sinopse

· Plataforma: - Inclusão de 45 páginas no site com perfis de novos membros. Inclusão de 24 reportagens nas editorais e blog. Inclusão de 5 programas de podcasts, 6 episódios de webaulas e 3 minidocs de boas praticas. Implantação de vitrine para o comercio eletrônico de produtos artesanais dos artesãos da rede. · Oficinas de Capacitação: - 720h de capacitação in loco para novos grupos integrantes da Rede e 120h de mentoria virtual para membros selecionados · Contrapartida Social - 20 palestras de 1h de duração voltada a alunos, professores da rede pública de ensino e agentes culturais de instituições públicas.

Objetivos

· Objetivo geral - Contribuir com as ações de salvaguarda dos saberes e fazeres artesanais de tradição cultural, da arte popular, do artesanato indígena, entre outros, que sejam representantes do patrimônio cultural imaterial do Brasil; - Reconhecer e valorizar os praticantes dessas técnicas como guardiões e principais agentes da salvaguarda desse patrimônio imaterial. - Estimular a autonomia e o protagonismo dos artesãos das comunidades mapeadas, fortalecendo sua autoestima e o seu papel de agente de desenvolvimento comunitário. - Proporcionar ganhos financeiros sistemáticos e justos para os artesãos, promovendo a ampliação, o fortalecimento e o equilíbrio dos elos dessa cadeia produtiva. - Fortalecer cada vez mais a plataforma da REDE como uma referência para pesquisas sobre patrimônio cultural imaterial e o artesanato de tradição cultural no Brasil; - Sensibilizar a sociedade sobre a importância cultural, social e econômica do fazer artesanal do país; - Articular os membros dessa Rede por meio da plataforma digital com o comprometimento de mapear, organizar, difundir e promover parcerias estratégicas entre os diversos agentes dessa cadeia criativa e produtiva. - Estimular o empreendedorismo no campo cultural e da economia criativa nos territórios e grupos membros da Rede, promovendo a inovação e a sustentabilidade dos negócios artesanais liderados pelos artesãos. · Objetivos específicos Esse projeto se estrutura com 3 produtos: 1. Plataforma Implementar e aprimorar funcionalidades na plataforma (site), que facilitem a navegação e a visibilidade dos conteúdos e páginas dos artesãos, grupos e demais membros. - Produzir 24 novas reportagens para as editorias da plataforma promovendo reflexões sobre a relação do artesanato de tradição cultural com a inclusão social, a biodiversidade, a moda atemporal, o design, a cultura popular. - Ampliar o mapeamento da rede, incluindo 15 novos grupos; 15 mestres e 15 artesãos individuais, aumentando o número de beneficiados a cada edição do projeto. - Produzir e disponibilizar gratuitamente a 3ª temporada de conteúdos no canal de aprendizagem virtual com: 5 programas de podcast, 6 episódios de videoaulas e 3 minidocumentários de boas práticas, para auxiliar os membros a adquirir e aprimorar seus conhecimentos para a melhor gestão de suas iniciativas. - Criar um ambiente de vitrine para potencializar a comercialização eletrônica dentro da plataforma da Rede para seus membros artesãos. 2. Oficinas de capacitação - Capacitar 15 novos membros (grupos) da Rede de forma presencial para utilizar a plataforma explorando todas as suas funcionalidades, promovendo a inclusão digital desses indivíduos e a efetiva participação na REDE; - Selecionar 10 membros com maior perfil empreendedor para receber mentoria em formato virtual por seis meses, aprofundando a capacitação em temas específicos para implementarem negócios de impacto cultural, social e econômico em suas comunidades. 3. Contrapartida Social - realizar 20 palestras na cidade de São Paulo (sede da proponente), sobre a importância dos saberes e fazeres artesanais tidos como patrimônio cultural imaterial para alunos, professores e agentes culturais de instituições financiadas pelo poder público, adequando os conteúdos para cada publico.

Justificativa

O referido projeto tem a necessidade do uso do mecanismo Incentivo a projetos Culturais para seu financiamento e atende aos seguintes incisos do Art. 1° da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Além disso, o projeto também atende aos objetivos dos seguintes incisos do artigo 3º, da mesma lei: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; c) fornecimento de recursos para o FNC e para fundações culturais com fins específicos ou para museus, bibliotecas, arquivos ou outras entidades de caráter cultural; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais; O patrimônio cultural imaterial de modo geral e o artesanato de tradição, em particular, são recursos de especial significação em termos da história, das visões de mundo e da organização social de seus detentores. São saberes e fazeres das comunidades e sua salvaguarda pode contribuir decisivamente para o aumento da renda familiar, o fortalecimento da autoestima e a promoção do acesso aos direitos de cidadania. Segundo os objetivos da Convenção da UNESCO para a Salvaguarda do Patrimônio Intangível, a continuidade do artesanato tradicional depende do fortalecimento de sua transmissão a novos executantes e da sua ampla disseminação e promoção. Portanto, esse projeto tem por objetivo reconhecer, valorizar e estimular a autonomia desses criativos e produtores de artesanato de tradicional cultural, proporcionando a sustentabilidade do fazer artesanal em si, preservando-o e dando elementos para sua continuidade e manutenção. Já o Termo de Referência do Artesanato do SEBRAE (2010) afirma que existem 8,5 milhões de artesãos no país. Dados do MUNIC/2009 do IBGE _ cooperação técnica IPEA/MDIC revelam que a maioria dos municípios brasileiros (64,3%) possuem algum tipo de produção artesanal e que essa produção movimenta cerca de R$ 55 bilhões anuais, sendo cotada entre as cinco maiores contribuintes para o PIB. Dessa forma, pode-se observar a importância do fazer artesanal para a economia da cultura no Brasil. Contudo, observamos que o cenário atual de apoio à essa atividade revela grandes carências, tais como: investimentos financeiros, articulação, ações de fomento, de acompanhamento e apoio a salvaguarda e políticas pública que impulsione o imenso potencial de desenvolvimento socioeconômico que o segmento representa. Para enfrentar esses desafios e propiciar um uso criativo, socialmente eficiente e sustentável desse setor, esse projeto visa fortalecer o modo como se realiza a apropriação sociocultural da tradição; contribuindo com a revitalização dos objetos artesanais e com as mudanças das condições sociais, materiais e humanas em que o artesanato tradicional é praticado e recriado. Ao organizar e qualificar os dados sobre os detentores desses conhecimentos, identificar e articular os atores dessa cadeia produtiva, promover a comercialização da produção artesanal das comunidades tradicionais e capacitar os artesãos para atuarem como protagonistas, e profissionais, temos a certeza de que estamos contribuindo com a salvaguarda do patrimônio cultural imaterial e material do nosso país.

Estratégia de execução

Os trechos definidos na tela de deslocamentos poderão ser alterados conforme necessidades de produção. O proponente informa que no momento é possível afirmar que as rubricas que já sabe que irá se remunerar são as de: coordenação técnica, produção, coordenação geral do projeto, pesquisa. No entanto, poderá se remunerar por outras rubricas, se comprometendo desde já que apenas será remunerado pelos serviços prestados no Projeto. Informamos que poderão ocorrer alterações quanto aos profissionais envolvidos no projeto, em razão de disponibilidade no período de realização. No entanto, desde já informamos que os novos profissionais seguirão a temática do projeto e estarão em conformidade com o objetivo proposto.

Especificação técnica

Produtos 1. Plataforma A plataforma virtual que já existe no domínio www.artesol.org.br contará com melhorias de programação, atualização de layout, conteúdo e inserções de novos ambientes. As estruturas que serão atualizadas e ou reestruturadas são: - Sobre a Rede - Como fazer parte - Guia de tipologias - Técnicas Artesanais - Conteúdo sobre Patrimônio Cultural imaterial - Conteúdo sobre o movimento do Comercio Justo - Diretório de (mestres, artistas, artesãos, associações, cooperativas, lojistas, instituições de apoio) - Mapa de georeferenciamento do mapeamento - Páginas individualizadas com o perfil completo dos membros (dados para contato, sobre a técnica praticada, sobre a cultura local, sobre a estrutura organizacional, galeria de fotos) - Editorias e reportagens sobre o diálogo do artesanato cultural com a geração de renda, a inclusão social, a biodiversidade, a moda, o design, os saberes e fazeres - Ambiente Virtual de Aprendizagem – com podcast, web aulas, fórum, mentoria - Espaço Artiz - vitrine para qualificação e comercialização do produto Artesanal dos membros - Conteúdos sobre o Festival da Rede – Fazer Artesanal – Cultura Imaterial 2. Oficinas de Capacitação: Cada novo grupo selecionado no mapeamento receberá oficinas de capacitação ministradas presencialmente por consultores especializados em cultura popular e artesanato. Duração de 3 dias e carga horária de 24 horas . Entre todos os membros da rede serão selecionados os com maior perfil empreendedora para participar da programação de mentorias. Locais de realização: Os grupos serão mapeados na fase de produção do projeto. Atualmente, não há como precisar as municipalidades exatas, por isso, estão detalhadas as capitais dos estados a serem mapeados como centros de custos e para melhor dimensionamento do projeto por parte da Secretaria Especial da Cultura. 3. Contrapartida social As ações de contrapartida social tem o objetivo de divulgar a importância da produção artesanal de tradição cultural, para que seja mais valorizada pelos brasileiros. Realizaremos 20 palestras com 1 hora de duração, ministrada com recursos audiovisuais, por profissional especializado na área para: alunos , professores e agentes culturais de instituições publicas.

Acessibilidade

Plataforma Acessibilidade física:não se aplica Acessibilidade de Conteúdo: Deficientes visuais: aumento de fontes, site acessível para leitura por plug-ins de narração de conteúdo. Deficientes auditivos: legendas, tradução em libras Oficinas de capacitação: Acessibilidade física: as oficinas de capacitação serão ministradas em espaços que atendam a legislação vigente de mobilidade à epoca de sua execução. Acessibilidade de Conteúdo: Deficientes visuais: contará com programas e ferramentas para atender à deficientes visuais caso se façam presentes. A equipe de instrutores será treinada para lidar com diferentes demandas de pessoas com deficiência, criando todas as condições necessárias para acolher tal público - seja com ferramentas de cenários e material inclusivo, caso se faça necessário. Deficientes auditivos: contará com programas e ferramentas para atender à deficientes auditivos caso se façam presentes. A equipe de instrutores será treinada para lidar com diferentes demandas de pessoas com deficiência, criando todas as condições necessárias para acolher tal público - seja com ferramentas de tradução para libras ou intérpretes caso se faça necessário. Contrapartida social Acessibilidade física: as palestras de contapartida social serão ministradas em espaços que atendam a legislação vigente de mobilidade à epoca de sua execução. Acessibilidade de conteúdo: Deficientes visuais: contará com programas e ferramentas para atender à deficientes visuais caso se façam presentes. A equipe de instrutores será treinada para lidar com diferentes demandas de pessoas com deficiência, criando todas as condições necessárias para acolher tal público - seja com ferramentas de cenários e material inclusivo, caso se faça necessário. Deficientes auditivos: contará com programas e ferramentas para atender à deficientes auditivos caso se façam presentes. A equipe de instrutores será treinada para lidar com diferentes demandas de pessoas com deficiência, criando todas as condições necessárias para acolher tal público - seja com ferramentas de tradução para libras ou intérpretes caso se faça necessário.

Democratização do acesso

O projeto adotará as seguintes medidas de democratização de acesso, de acordo com o art. 21, da IN 2/2019. O projeto é oferecido gratuitamente, sem qualquer custo para os participantes. Plataforma: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2o do art. 22; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e o cinas, além da previsão do art. 22; Oficinas de Capacitações: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2o do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; Os conteúdos desenvolvidos para a capacitação serão disponibilizados na internet para acesso gratuito de qualquer interessado. Os participantes das oficinas de capacitação terão permissão para gravar as sessões para multiplicar os conhecimentos adquiridos.

Ficha técnica

Proponente: A ONG Artesol foi fundada há 22 anos e nestes anos já realizou 247 projetos de capacitação, beneficiando mais de 60 mil pessoas. É membro da World Fair Trade Organization – WFTO e credenciada na UNESCO – integrando o Comitê de Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial. Sua missão é apoiar a salvaguarda do fazer artesanal de tradição cultural, promovendo a autonomia dos artesãos e o desenvolvimento socioeconômico de suas comunidades. O projeto central da organização é a Rede Artesol (Rede Nacional do Artesanato Cultural), uma iniciativa pioneira e inovadora que mapeia, capacita, divulga e conecta artesãos de todo o país ao mercado através de uma moderna plataforma virtual. https://www.artesol.org.br/ Nome: Sonia Cristina Rehder Quintella de Carvalho / Função Diretora geral / Dirigente da instituição proponente / Resumo de CV - Empresária, administradora de empresas com especialização em Marketing, presidente do Conselho Diretor da Artesol. É a responsável legal do projeto - com trabalho não remunerado pelo mesmo. Tem sob sua responsabilidade decisões sobre as diretrizes e aprovações de ações gerenciais do projeto. Responde pela comunicação com esferas governamentais, financeiras e investidores do projeto. Rubrica orçamentária: essa profissional não será remunerada pelo projeto, exerce a função de forma voluntária. Nome: Josiane Masson/ Função: Coordenação geral / Resumo de CV – Formada em Terapia Ocupacional, com especialização em gestão de projetos sociais pela PUC /SP. Coordenadora executiva da Artesol. Produtora de eventos culturais tais como: exposições, festivais, seminários. Consultora e facilitadora de processos de desenvolvimento institucional para grupos produtivos de artesanato cultural. Idealizadora da proposta da Rede Nacional do Artesanato Cultural Brasileiro. Função: coordenação geral - Elaboração e execução do plano de trabalho geral do projeto, coordenação da equipe. Rubrica orçamentária: Coordenador geral Coordenação de Comunicação: Camila Fróis – Jornalista, com experiência na gestão da comunicação estratégica para ONGs e projetos sociais, culturais e de desenvolvimento sustentável. Atendimento à mídia, gestão de redes sociais, articulação com assessoria de imprensa, desenvolvimento de conteúdo para campanhas, site, mídias sociais, sistematização de conhecimento, implementação de estratégias de MKT digital e gestão de produção de vídeos e edição e produção de reportagens. Função: coordenação estratégica de comunicação - elaboração, implementação e monitoramento do plano de comunicação da rede. Rubrica orçamentária : Coordenador editorial Coordenação Técnica: Sheila Maiorali – administradora, com larga experiência na gestão de projetos sociais, culturais e de geração de renda junto a comunidades tradicionais. Função: supervisão da articulação da Rede - elaboração, implementação e monitoramento do plano de articulação da rede. Responsável pela gestão financeira do projeto. Rubrica Orçamentária: Coordenador Técnico Coordenação de pesquisa e conteúdo: Raquel Lara Rezende - Doutora em Educação pela Universidade Federal de Juiz de Fora, mestre em Comunicação Social pela mesma Instituição, tem experiência nas áreas de Cultura Popular, Educomunicação, Memória e Narrativa, tendo coordenado e trabalhado em projetos com fins educativos, sociais, artísticos e culturais. Os últimos trabalhos mais relevantes foram desenvolvidos junto à Organização Artesol, com pesquisa e produção de conteúdo na área do Artesanato Tradicional Brasileiro. Rubricas orçamentárias: Oficineiro / Edição de textos / pesquisa Gerência de projeto: Helena Luísa Kussik – Mestre em Antropologia (linha de pesquisa: Saberes, Memórias e Territorialidades) Universidade Federal do Paraná. Graduada em Moda - Habilitação em Estilismo pelo Centro de Artes (CEART) da Universidade do Estado de Santa Catarina. Realizou intercâmbio universitário durante a graduação na Faculdade de Belas Artes de Lisboa com ênfase em técnicas de criação têxtil e fotografia. Desde a graduação pesquisa formas de integrar o design com a produção artesanal, explorando possibilidades das técnicas tradicionais têxteis de forma sustentável e justa. Atualmente se dedica à projetos de mapeamento e articulação de rede junto às comunidades artesãs e entre setores e agentes integrados na cadeia do artesanato nacional. Rubrica orçanmentária: Gerente de projeto Assistência de produção e assessoria em prestação de contas: SamyCom Cultura - Desde 2008, a empresa liderada por Samantha Costa, já atuou em agências e produtoras culturais, como Grupo Máquina, A4 Comunicação, Conteúdo Teatral, JLeiva Cultura e Esporte, Bourbon Street Music Club, Fundação Abrinq, British Council, Ufscar Geminis, TJ Produções e Deroull Filmes. Elabora, produz e faz gestão de projetos com verba direta ou por meio incentivo fiscal. Rubricas orçamentárias: Produção / administrativo - assessoria operacional Em resposta à diligência de 24/07/2020, o proponente responde que: ● A atividade da dirigente da instituição será realizada de forma voluntária. ● O proponente informa que no momento é possível afirmar que as rubricas que já sabe que irá se remunerar são as de: coordenação técnica, produção, coordenação geral do projeto, pesquisa. No entanto, poderá se remunerar por outras rubricas, se comprometendo desde já que apenas será remunerado pelos serviços prestados no Projeto. ● Informamos que poderão ocorrer alterações quanto aos profissionais envolvidos no projeto, em razão de disponibilidade no período de realização. No entanto, desde já informamos que os novos profissionais seguirão a temática do projeto e estarão em conformidade com o objetivo proposto.

Providência

Prestação de Contas final apresentada, aguardando análise.

2023-03-01
Locais de realização (27)
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