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JF ROCK CITY _ "Rock Pela Vida" é um festival beneficente que temna música regional o principalcanal de apelo para uma linda campanha de arrecadação de alimentos que além de colocar pão na mesa de quem precisa, agrega valor aosartistas locais, aproxima o público do produto local e contribui parao registro da memória musical da cena cultural do nosso tempo.A 15° edição do projetoterá três dias seguidos, de5 a7 de março de 2021, com 32 shows locais (em alusão ao DDD da cidade) e uma grande estrutura com 3 palcos, internet e muitas câmeras. Tudo ao vivo & on-line. Os ingressos serão convertidos em vale-alimentos e serão retirados mediante doação de 1Kg de alimento não-perecível. O acesso on-line será simples e pelas redes. Serão maisde 7,5 toneladas de alimentos arrecados e 100.000 pessoas conectadas.
JF ROCK CITY – Rock Pela Vida é o festival musical que carrega em seu nome uma homenagem a suas origens – Juiz de Fora. É o mesmo que chamar Juiz de Fora de cidade da música. É o “rock” dos artistas locais em prol da caridade. É Juiz de Fora em prol da vida. Após quatorze edições ininterruptas e diversas premiações, o projeto segue tendo como base a oferta de uma carta de ótimos shows locais com estrutura de qualidade em troca de 1Kg de alimento não-perecível pela entrada em cada dia evento ou uma audiência interativa on-line que resulte na ampliação do impacto dos artistas no mundo digital. A décima quinta edição vem então com a missão de tornar a classe artística Juiz-forana mais relevante perante a sociedade e possibilitar uma melhor experiência de troca entre público cultural e artistas através da padronização de toda estrutura do projeto. Para isso os eventos serão realizados sempre no mesmo local e com os mesmos horários de funcionamento e estarão sempre disponíveis on-line em locais de fácil acesso. Vale ressaltar que no passado o festival tinha outro molde estrutural. As apresentações aconteciam espalhadas pelas diferentes casas noturnas da cidade e tudo funcionava de acordo com as normas de cada estabelecimento (horários e estrutura). Para essa edição é proposto exatamente o oposto. Um formato inédito e inovador que irá possibilitar uma divulgação padronizada, mais organizada e abrangente, além de aumentar o alcance e a atração de público em todos canais. Serão três dias seguidos no Cultural Bar (área interna + estacionamento com espaço bem amplo), 5, 6 e 7 de março de 2021, com 32 shows no total (em alusão ao DDD da cidade) e 3 palcos espalhados pelo local - sempre com muitas câmeras registrando tudo ao redor. Cada palco terá uma ilha digital de vídeos, assim como as ilhas de áudio e luz – afim de prover uma transmissão on-line grandiosa. A abertura dos portões (presenciais e on-line) será sempre às 16h e o término sempre às 02h da manhã, entrando na tendência dos grandes festivais do país. Serão onze shows no primeiro dia, onze shows no segundo dia e dez shows no terceiro dia. A entrada para cada dia de evento é gratuita e será trocada mediante doação de 1Kg de alimento não-perecível (sem ser sal e fubá), ou seja, o ingresso é um vale-alimento. Os ingressos poderão ser adquiridos antecipadamente nos pontos de troca (a serem confirmados) ou na bilheteria no dia (de acordo com as normas da vigilância sanitária). A censura mínima para participação presencial nos eventos é de 18 anos. ●As apresentações de música/shows: serão feitas por artistas, músicos e grupos musicais que tem residência estabelecida em Juiz de Fora (MG), com repertório autoral e terão 50 minutos de duração cada. O cast de artistas que irão se apresentar será definido pela produção/curadoria do festival mais próximo a data de realização e respeitando assim as mudanças que o cenário musical sofre corriqueiramente. Todos os artistas dentro do ecossitema citado estão cotados e aptos a participar de tal edição. Dos 32 shows que acontecerão, 23 serão escolhidos pela curadoria do festival durante a pré-produção executiva e receberão cachê. Os outros 9 virão de um concurso chamado “Seletiva JF Rock City” que possibilitará o fácil acesso e contato das novas gerações, porém, esses não receberão cachê. Esse concurso funcionará da seguinte forma: Inscrições via e-mail (jfrockcity@gmail.com) no período de 7 de janeiro a 7 de fevereiro de 2021;Itens necessários: presskit atualizado, foto e link com ao menos uma música autoral;Fase final | Concurso de Curtidas: 15 bandas serão classificadas pela curadoria do festival para essa fase. No dia 7 de fevereiro de 2021 o perfil do instagram (@jfrockcity) postará uma foto de cada banda selecionada.Resultado final: 14 de fevereiro de 2021 às 20h | Os 9 artistas com mais curtidas na foto postado na perfil do instagram (@jfrockcity) ganharão vaga no cast.●A curadoria musical e os critérios adotados: A curadoria que fará todo acompanhamento e seleção das bandas tem bastante conhecimento do cenário local e dos parâmetros do mercado. A mesma será composta pela equipe de produção do festival descrita nesse projeto e observará os seguintes fatores para a seleção final dos artistas, tanto do cast principal quanto do concurso de bandas: -Relevância Local (poder de atrair e se comunicar com o público); -Relevância Digital e Divulgação (redes sociais, Youtube, Spotify, Itunes...);-Relevância Artística (poder de expansão do produto - Qualidade & Atualização). Uma interessante novidade extra dessa edição está na caracterização digital de todo projeto. Algo que irá atender as necessidades que o momento impõe e irá também trazer uma linguagem atualizada. A marca JF ROCK CITY irá contribuir para o acervo e memória cultural da cidade produzindo e distribuindo digitalmente um documentário que abordará o impacto e os bastidores do projeto somados a entrevistas com o público, artistas e toda mão-de-obra participante. Além disso os perfis do festival nas plataformas de streaming e canais de distribuição de música on-line passarão a oferecer playlists agrupando canções de todos artistas que já se apresentaram no festival nesses anos. Vale ressaltar mais uma vez que TODOS os shows serão transmitidos também ao vivo pelas redes e youtube do festival e dos artistas, afim de promover uma ampla integração on-line. Para gerar uma aproximação ainda maior do público para com os artistas locais, e para aumentar a interação entre eles no dia do espetáculo possibilitando um conhecimento prévio de sua obra, serão distribuídos de forma gratuita (sem custos) e junto aos ingressos 1.000 CDs coletâneas do festival contendo músicas das bandas que estarão no cast da produção. Vale ressaltar que tal ação será feita em algum momento da divulgação ainda não definido. ● CD COLETÂNEA (DETALHES TÉCNICOS): A obra agrupará de 10 a 15 canções autorais já produzidas, gravadas e devidamente registradas pelos artistas commpositores originais - que serão selecionados para fazer parte do cast. Portanto a produção do festival irá apenas agrupar as faixas e fazer uma prensagem simples do conteúdo agrupado - conservando os registros originais numa linguagem simples. O tracklist e modelos gráficos serão elaborados cerca de 2 a 3 meses antes da realização da produção. Ao final das atividades os alimentos arrecadados serão entregues a instituições filantrópicas, ONGs e projetos sociais de diferentes áreas urbanas de Juiz de Fora. Tais instituições serão selecionadas na fase de pré-produção desse projeto. Será feita também uma prestação de contas pós-evento descrevendo as doações realizadas. É sensível ressaltar que todas as decisões (data, local, número de shows, tecnologia) e concepções do projeto foram tomadas analisando as inovações estruturais propostas que irão trazer impacto para o cenário cultural, e que a Lei Murilo Mendes é crucial para a realização do mesmo nos moldes pretendidos. Em consequência iremos bater o recorde de arrecadação dos anos anteriores com a meta de 7,5 toneladas arrecadadas e 100.000 pessoas assistindo... Iremos gerar um espaço que possibilitará que todos envolvidos ganhem visibilidade e contribuam levando comida até instituições filantrópicas através de sua arte ou do simples gesto de apoiar o cenário local assistindo um show. É o valor da música local sendo ressaltado, engrandecido e mudando vidas. Obs: O projeto é 100% voltado para Juiz de Fora. Só artistas e fornecedores daqui participam;
OBJETIVOS GERAIS: - Apresentar e impulsionar a relevância dos artistas locais perante a sociedade de Juiz de Fora e região em tempos de necessidade de uma re-apresentação da classe cultural ao seu público; - Despertar, conservar e estimular no público local o hábito de acompanhar e consumir os artistas culturais locais com maior frequência também no mundo digital (on-line) esclarecendo melhor sobre todo passo a passo de acesso on-line a LIVES feitos pela produção do festival durante a divulgação; - Gerar uma maior visibilidade para a cidade e seus artistas perante toda mídia da região - física e on-line; - Fomentar o consumo de música digital oriunda de Juiz de Fora e região; - Contribuir para o acervo histórico musical da cidade documentando e tornando público um catálogo de canções, fotos e vídeo de todas manifestações artísticas ao redor do festival nesses anos; - Gerar um espaço democrático de apresentações que possibilite a mistura de novos talentos com antigos artistas e que promova diferentes tipos de misturas de público em todas as plataformas (on-line) e locais (presenciais - se possível); - Atuar no cenário social da cidade doando ao menos cinco toneladas de alimentos não-perecíveis a instituições filantrópicas, ONGs, instituições de luta contra o câncer, asilos e projetos sociais; - Aumentar o engajamento, número de curtidas e views de todos artistas locais e festival em todas as plataformas digitais- Valorizar o povo Juiz-forano através da utilização de somente mão-de-obra local em todas as áreas do projeto; OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - 3 dias de atvidade; - 32 shows (Ao Vivo & On-line); - 1 programa de entretenimento no YouTube; - 1000 CDs Brinde; - 8000 Ingressos/Vale-Alimentos; - 100.000 pessoas on-line; - 1 campanha de doação de alimentos on-line; - 50 novos vídeos dos artistas locais para Youtube - Prover aos artistas envoltos nessa edição novos materiais para divulgar seus trabalhos e ampliar o impacto de suas carreiras na música (fotos, vídeos, gravações)
O festival JF ROCK CITY foi idealizado em 2007 com o intuito de ser um propulsor do cenário musical local e um marco na ação filantrópica da cidade de Juiz de Fora (MG). A ideia sempre foi prover aos artistas e fornecedores locais mais espaço para apresentações e aproximação com o público local cultural, além atrair visibilidade e profissionalização para a área através de um molde estrutural simples que pudesse alcançar destaque na mídia e levar assim o nome da nossa cidade para todo Brasil. De forma clara, o festival foi criado para ofertar uma carta de ótimos shows locais com estrutura de qualidade em troca de 1Kg de alimento não-perecível pela entrada em cada evento. Como vivemos novos dias, agora também oferecemos os shows no mundo digital e fazemos por ali uma campanha extra de captação de doações. O festival ajuda a tornar palpável o valor da música local sendo mostrado mudando vidas, ganhando notoriedade, relevando novos talentos, trocando experiências e atraindo os olhares do público e da mídia. E a generosidade segue sendo a maior bandeira do JF ROCK CITY e o diferencial que o marca no calendário de eventos de Juiz de Fora ano após ano. São em média 5 toneladas de alimentos não-perecíveis arrecadados e doados todo ano pelo projeto. Para fins de curiosidade, nossos alimentos supriram em média de 7 a 9 meses de funcionamento do Hospital Ascomcer por alguns anos no passado, fomos padrinhos de mais de 100 famílias carentes, 10 ONGs e 3 creches com crianças em situação de risco. Ou seja, generosidade e responsabilidade para poder fazer da classe artística Juizforana uma ferramenta em prol do próximo. Até aqui já proporcionamos em quatorze edições seguidas mais de 280 apresentações, 30 cursos de capacitação e 7 debates que possibilitaram um cenário mais aquecido para todos. Em 2021 o projeto precisa do apoio da Lei Rouanet, assim como a Lei Murilo Mendes para conseguir se conservar no calendário da cidade como o marco que é, se custear pagando de forma justa todos envolvidos (artistas, mão-de-obra e outros), manter a entrada filantrópica em cada evento, se manter de fácil acesso a população local, gerar um acervo musical histórico para as memórias da cidade, crescer e continuar estimulando a classe cultural de Juiz de Fora. São 15 edições sem fins lucrativos. O projeto aqui proposto, e já previamente aprovado pela lei de incentivo a cultura "Murilo Mendes" em Juiz de Fora (MG), se enquadra também no seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. E também os incisos do Art. 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001) c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; O JF ROCK CITY carrega a responsabilidade de ser o festival no calendário da cidade que provém a música local a chance de se apresentar para um grande público com uma grande estrutura e gerar uma volumosa arrecadação de alimentos. Portanto, mesmo com molde estrutural pensado e moldado edição a edição, a continuidade desse projeto de forma filantrópica, aliando a classe artística Juiz-forana a campanhas de arrecadação mediante troca de ingressos por alimentos, dependerá sempre de amparo do poder público, assim como as leis de incentivo à cultura vigentes no território nacional para custeio.
O festival acontece em Juiz de Fora desde o ano de 2007 e tem como característica principal a ausência de formato fixo estrutural. Cada edição é pensada e moldada ano a ano e isso faz com que os a marca JF ROCK CITY já tenha tido várias caras e também um grande número de parceiros ao longo desses 12 anos, inclusive a Funalfa, a Prefeitura de Juiz de Fora, a Lei Murilo Mendes, a LEIC, e o CCBM em diferentes momentos. Até aqui já proporcionamos em quatorze edições mais de 280 apresentações (inclusive internacionais), 30 cursos de capacitação e 7 debates que geraram uma arrecadação total de mais de 25 toneladas de alimentos não-perecíveis. Mais de 25mil pessoas estiverem presentes nos eventos proporcionados pelo festival. Além disso, o festival já distribuiu em mídia prensada (CD) três coletâneas agrupando músicas dos artistas locais (2009, 2013 e 2017). Em 2015 foi lançado o documentário “JF ROCK CITY – O Movimento Musical de Uma Geração” no Youtube. O festival está no calendário da cidade e provém a música local a chance de se apresentar para um grande público (presencial e on-line) com uma grande estrutura. Portanto, mesmo com molde estrutural pensado e moldado edição a edição, a continuidade desse projeto de forma filantrópica, aliando a classe artística Juiz-forana a campanhas de arrecadação, dependerá sempre de amparo do poder público, assim como as leis de incentivo à cultura vigentes no território nacional para custeio. Iremos ampliar o impacto no cenário local trazendo inovações tecnológicas (aplicativo do festival, site funcional, games) e informatização para dentro da cadeia de produção, além de começar a distribuição dos artistas locais de forma fixa e mais abrangente.
MENSURAÇÃO & DURAÇÃO: 3 dias de realização (sexta, sábado e domingo); 10h de evento por dia. 30h de festival no total (Ao Vivo & On-Line); Abertura dos portões sempre às 16h (ao vivo & on-line). Encerramento do evento sempre às 02H; 32 shows no total (11 shows no primeiro dia, 11 shows no segundo dia e 10 shows no terceiro dia) 1.600 minutos on-line. 50 minutos de duração cada show; Público-Alvo: 15 anos a 70 anos 55% Homens e 45% Mulheres Interesses: Música, Cultura, Tecnologia, Filantropia, Eventos, Festivais, Shows, Lives
Música é um bem universal e o JF ROCK CITY quer atrair a atenção e levar o cenário local a todos, inclusive públicos tradicionalmente não contemplados. Nós proveremos acessibilidade FÍSICA e também de CONTEÚDO em nossas atividades - dos shows ao vivo a toda divulgação ao redor da produção. Confiram abaixo: APRESENTAÇÕES MUSICAIS/FESTIVAL:Acessibilidade física: Disponibilização de infraestrutura (rampas, banheiro para deficientes e barras laterais) e adaptação de espaços/equipamentos com o objetivo de priorizar e facilitar o acesso; Acessibilidade para deficientes visuais: Utilizaremos locução gravada (audiodescrição), tanto na entrada/acesso quanto no atendimento prévio ao público, para possibilitar a descrição do ambiente onde serão realizadas as apresentações e atividades (desde o palco até a plateia). Será adotado também a linguagem em código "Braille" - símbolos em relevo - em todas placas e informativos. dentro do festival, inclusive cardápios. Acessibilidade para deficientes auditivos: Intérpretes de Libras disponíveis para atendimento prioritário e para possibilitar a descrição do ambiente onde serão realizadas as apresentações e atividades (desde o palco até a plateia). Sistema de legendagem e "Closed Caption" em conteúdos gravados transmidos nos telões e tv's. CONCURSO:Acessibilidade física: Não se aplica - concurso on-line; Acessibilidade para deficientes visuais: Utilizaremos locução gravada (audiodescrição) nos vídeos de divulgalçao e interação com o concurso; Acessibilidade para deficientes auditivos: Todo conteúdo conterá lengedagem e “Closed Caption”, que descreve também a sonoridade de uma cena. CD COLETÂNEA (DISTRIBUIÇÃO GRATUITA):Acessibilidade física: não se aplica; Acessibilidade para deficientes visuais: descrição em áudio do número da faixa que será executada, nome da música, cantor, compositor e demais informações da faixa; Acessibilidade para deficientes auditivos: descrição em "Braile", no encarte, com nome das músicas, cantor, compositor e demais informações da faixa. CONTRAPARTIDA SOCIAL:Acessibilidade física: Disponibilização de infraestrutura (rampas, banheiro para deficientes e barras laterais) e adaptação de espaços/equipamentos com o objetivo de priorizar e facilitar o acesso; Acessibilidade para deficientes visuais: Utilizaremos locução gravada (audiodescrição), tanto na entrada/acesso quanto no atendimento prévio ao público, para possibilitar a descrição do ambiente onde serão realizadas as apresentações e atividades (desde o palco até a plateia). Será adotada também a linguagem "Braile" - símbolos em relevo - em todas placas e informativos dentro do festival, inclusive cardápios. Acessibilidade para deficientes auditivos: Intérpretes de Libras disponíveis para atendimento prioritário e para possibilitar a descrição do ambiente onde serão realizadas as apresentações e atividades (desde o palco até a plateia). Sistema de legendagem e "Closed Caption" em conteúdos gravados transmidos nos telões e tv's. DOCUMENTÁRIO:Acessibilidade física: Inclusão de pessoas com deficiência em entrevistas e rodas de opiniões referentes ao tema. Disponibilização de infraestrutura (rampas, banheiro para deficientes e barras laterais) e adaptação de espaços/equipamentos com o objetivo de priorizar e facilitar o acesso a tais enrtevistas;Acessibilidade para deficientes visuais: Utilizaremos locução gravada (audiodescrição) em toda produção; Acessibilidade para deficientes auditivos: Todo conteúdo conterá lengedagem e “Closed Caption”, que descreve também a sonoridade de uma cena. É muito importante ressaltar que a música atrai olhares de toda população e por isso os públicos históricamente não-contemplados precisam ser tratados com atenção especial. A inclusão moraliza nosso movimento e humaniza nossa causa. Perante os olhos do público tais ações soam como uma afirmação coerente que o festival defende uma causa nobre e sem preferências. Todas medidas referentes a acessibilidade citadas acima tornarão possível a inclusão de igualdade de direitos para todos participantes e em todas situações cabíveis.
O JF ROCK CITY democratiza o acesso à cultura por meio das seguintes ações - que se enquadram no art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania: - Doar, além do previsto na contrapartida social, mais 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto (ingressos) a escolas e redes de ensino públicas (com restrição de idade - apenas para maiores de 18 anos); - Disponibilizar na Internet registros audiovisuais dos espetáculos e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; - Permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos, e autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; - Estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público (mão-de-obra qualificada trabalhando na produção);
Lucas da Silveira Souza - Idealizador, organizador, gerente de contas, controlador geral de atividades, prospecção de parceiros e fornecedores, coordenador da equipe e curador artístico. Richarles Jesus dos Santos | MG-8.749.686 Funções: Relações Públicas, Diretor de Arte, Planejador de Mídia e Curadoria Formação: Graduado em Artes e Design pela UFJF no ano de 2006Especialidades profissionais: Designer, produção de artes gráficas, Mídia, desenho geométrico, desenho auxiliado por computador (CAD) e organizador de eventos Resumo: Músico há 28 anos, atualmente é um dos vocalistas mais requisitados de Juiz de Fora e tem sua imagem fortemente ligada a movimentos jovens culturais. É vocalista da banda local Acoustic N’ Roll e no passado participo do projeto Glitter Magic, que lançou um premiado álbum autoral chamado “Bad For Health” em 2012 e rendeu contrato com a gravadora italiana “Heart Of Steel Records” para a distribuição e publicidade do disco em toda Europa e Oceania. Organizador de eventos há 20 anos. Dentre as principais produções destacam-se: JF ROCK CITY festival, Matanza Fest, Off Rock Party, Rock n' Hohoho, e muito mais. Foi ex-Tenor e solista no Coral da UFJF de 2000 a 2010, tendo participado e gravado dois CD's: "A moda da casa" (2000) e "Tear" (2003)André Luiz Pereira | MG-12.242.387 Funções: Financeiro, Atendimento, Vendas, Operacional e CuradoriaFormação: Graduado pela faculdade de Administração da UFJF | Ano de 2013.Especialidades profissionais: Gestão Financeira, Vendas, Gerenciamento de Equipes, Mentoria de Artistas, Produtor de Eventos, Atendimento & Parceiros. Resumo: Produtor cultural há 16 anos e escritor há 3 anos. Iniciou os trabalhos no backstage do mundo da música com a banda RowD em meados 2003 em Juiz de Fora e desde então segue contribuindo ativamente no cenário musical de Juiz de Fora. Em 2016 lançou um livro de poemas e poesias contemplando a vida chamado “Um André Por Dia”. O mesmo encontra-se esgotado. Em 2017 fundou junto de amigos o GIG lab. Uma empresa de produção que é responsável por trazer grandes shows nacionais e internacionais para a cidade como Lulu Santos, Humberto Gessinger e muitos outros. Atualmente é produtor executivo da aclamada banda local Onze:20 e faz turnê por todo Brasil e mundo com a banda.Ithamar Cristiano Pereira Alvim | MG-13.611.467 Funções: Produção Técnica (Som, Palco, Luz e Energia), Produção Artística e CuradoriaFormação: Graduado no curso de Contrabaixo Elétrico pela BITUCA Universidade de Música Popular | Ano de 2014Especialidades profissionais: Produtor de Eventos, Stage Manager, Produção Técnica, Produção Artística e Produção Musical Resumo: Músico há 25 anos e um dos mais conceituados baixistas de Juiz de Fora. Produtor cultural há 10 anos. Iniciou a carreira no mundo da música com os “Renegados” em 1999 e logo chegou à final do Festival de Bandas Novas da cidade, aclamado na época. Em 2005 foi premiado como melhor baixista de Juiz de Fora no Festival de bandas do Pró-Música. É um dos fundadores da banda Onze:20 e participo do lançamento do primeiro disco, o “Epinefrina” (2009). Em 2017 fundou junto de amigos o GIG lab. Uma empresa de produção que é responsável por trazer grandes shows nacionais e internacionais para a cidade como Lulu Santos, Humberto Gessinger e muitos outros. Atualmente trabalha fazendo a direção de palco de praticamente todas grandes produções de Juiz de Fora, inclusive a Festa Country.Vitor Araújo Rodrigues | MG-13.946.402 Funções: Coordenador de Mídia e Marketing Digital, Documentação e Produção Artística Resumo: Produtor cultural há 12 anos. Iniciou a jornada no backstage da música fazendo a produção artística do Grupo Alquimia em 2011. Apaixonado por festas, é um conhecido vendedor de shows locais na região e contribui no fluxo de artistas que passam por toda Zona da Mata mineira. É especialista em contratos e toda documentação legal dos eventos e mundo da música (alvarás, ARTs, Minutas...). Atualmente faz a produção do DJ local de funk Matheus Barreto.
PROJETO ARQUIVADO.