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O projeto A FEIRA COMO ESPAÇO DE CRIAÇÃO E CONSERVAÇÃO DE SABERES E EXPERIÊNCIAS objetiva: preservar o patrimonio cultural imaterial que é a Feira de Campina Grande, através da recuperação de parte da infraestrutura física da Feira de Campina Grande, da promoção de atividades culturais que retratem e promovam os saberes e experiências da Feira e da conscientização de crianças e jovens sobre a importância de preservar o patrimônio cultural imaterial.
A classificação indicativa do projeto é livre. Palestra sobre a Importância de preservar os bens culturais: Carga horária: 2h Público esperado por palestra: 50 jovens. O desejo de preservar a memória e a história do país é uma herança histórica e colonial. Porém este desejo só se tornou fato no século XX, mais precisamente no ano de 1937 com a criação do Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). No início o tombamento era ligado somente a monumentos, com o passar do tempo a abrangência se estendeu para o ofício da confecção de um determinado objeto, uma manifestação cultural, etc. já que muito de nossa história foi se perdendo por causa de demolições e outras formas de destruição. Dentre os temas abordados na palestra, estão a política de preservação do patrimônio imaterial; os saberes e fazeres da cultura popular; apresentação do processo de reconhecimento da Feira de Campina Grande como patrimonio cultural imaterial do Brasil, fortalecendo a política do patrimônio imaterial no estado e aproximando os diferentes atores envolvidos nesta temática. Além de esclarecer muitos questionamentos, a palestra servirá para sensibilizar crianças e jovens quanto à importãncia de preservar a memória imaterial, de maneira que histórias e tradições culturais não se percam na memória da comunidade.
Objetivo Geral: Promover e conservar os saberes, os ofícios, formas de expressão e edificações de valor histórico, comunitário, artístico e cultural presentes na Feira de Campina Grande. Objetivos Específicos: - Recuperar a infraestrutura da Feira, especificamente no aspecto da pintura do espaço do galpão central, oferecendo melhores condições de trabalho e tornando-o atrativo para feirantes, turistas e público em geral; - Consolidar a Feira como um espaço de manifestação das tradições culturais do Brasil e dos saberes e experiências da Feira, através de 08 apresentações culturais a exemplo de cordel, coco de roda, poesia, viola entre outros. - Contribuir com a educação de crianças sobre a importância da preservação de bens culturais, através da realização de 02 palestras.
No caminho que corta o sertão até o litoral paraibano, desde muito longe já se pode ouvir o burburinho da Feira de Campina Grande, Patrimônio Cultural do Brasil. Suas cores, aromas, personagens e sons inconfundíveis são a marca de uma cidade que tem sua história e seu traçado misturados com os de seu centro mercadológico e também cultural. Campina Grande é uma cidade-feira. A Feira um lugar de referência, criação, expressão, sociabilidade e identidade do povo nordestino. As trocas mercadológicas se misturam às trocas de significados e sentidos, tornando-a um lugar onde se concentram e reproduzem práticas culturais. É ali - entre raízes que curam tudo, pratos de buchada e copos de gelada de coco, gritos das ofertas e o cantar do galo - que também se anunciam as novidades e desabafam os amigos, rezam os crentes, criam-se as rimas. E a Feira continua ressoando no cantar dos emboladores de coco, dos repentistas, forrozeiros, cordelistas, violeiros e tantos outros artistas, que fazem da Feira palco das manifestações culturais e tradições de sua terra. Outrora palco de importantes manifestações políticas populares como a Revolta do Quebra Quilos, a Feira é onde podemos encontrar os produtos sertanejos, no atacado e no varejo, algodão, couro, carne, queijo, rapadura, mandioca e todo o tipo de alimento e utensílio de casa e do trabalho. Por meio de seu intenso comércio circulam conhecimentos e modos de fazer enraizados no cotidiano de diversas comunidades da região, além de inúmeras manifestações literárias, musicais, plásticas, cênicas e lúdicas. De geração a geração, os saberes e experiências dos feirantes são transmitidos a filhos, netos e bisnetos, da mesma forma que os espaços de comercialização. Herdados como verdadeiros legados familiares, os ofícios representam a história daqueles personagens, que dedicam sua vida à Feira e que, por isso, têm nela sua referência fundamental. Atualmente, a Feira de Campina Grande é uma das maiores e mais intensas praças comerciais ao ar livre no território brasileiro. Apresenta forte relação com o espaço urbano em que se insere, estando no mesmo local há sete décadas, ocupando um espaço de aproximadamente 75 mil metros quadrados. Funciona todos os dias da semana, exceto aos domingos. No momento em que Campina Grande comemora seus 155 anos (2019), frente à efervescência cultural que se desenvolve na Feira, a um novo momento no cenário turístico e ao recente reconhecimento da Feira de Campina Grande como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, é que este projeto se apresenta e que deverá promover o desenvolvimento de Campina Grande, fortalecendo o seu caráter como cidade-mercado, consolidando a Feira como lugar privilegiado para a troca e difusão de informações sobre as coisas da cidade e da região, transformando a paisagem local. A execução do projeto, na parte da recuperação da infraestrutura, proporcionará uma melhor orientação visual ao transeunte na Feira. Mas a orientação não se dá só pela via física, mas também pela sonoridade dos feirantes, que possuem um linguajar próprio evidenciado nas falas dos artistas populares, dos emboladores de coco, poetas, cantores de viola, no cordel e nos feirantes que servem de inspiração para esses artistas e que traduzem cenas do cotidiano da Feira. É neste aspecto, que o projeto proporcionará resgate, conservação e perpetuação desse patrimônio tão peculiar da Feira de Campina Grande! O presente projeto se enquadra no Art. 1º, da Lei nº 8.313 de 1991, principalmente nos Incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Além disso, o projeto contribui para o alcance dos objetivos constantes no Art. 3º da referida Lei, especialmente no que diz respeito a: Inciso II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore e realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. Inciso III - Preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; Inciso IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. Atendido os preceitos legais, assinale-se que Campina Grande, localizada entre o sertão e o litoral da Paraíba, na extensa região do Nordeste brasileiro, registra uma população aproximada de 450 mil habitantes, sem levar em contar o contingente flutuante formado, majoritariamente, por visitantes, negociantes e passantes do chamado Compartimento da Borborema _ área composta por cerca de 58 municípios _ com população próxima a 1 milhão de pessoas, que direta ou indiretamente gravitam em seu entorno e se servem de sua infraestrutura, comércio, serviços, cultura e arte. A utilização da Lei de Incentivo à Cultura justifica-se por vários motivos, destacando-se, no presente caso, três: a). As desigualdades regionais impõem a região nordestina uma debilidade financeira, implicando em sérias dificuldades de produzir arte e cultura, sem citar que as grandes empresas com cacife financeiro para realizar operações de renúncias fiscais, concentram-se no eixo Rio/São Paulo; b). Mesmo tardiamente é preciso que os produtores culturais nordestinos se insiram na prática de elaborar projetos profissionais que ensejem, natural e prioritariamente, as demandas da população, mas que preencham, também, os pleitos das empresas, dividindo com o poder público o ônus das produções e oferecendo ao público o bônus de suas benesses e; c) permitir ao público apresentações completamente gratuitas, oferecendo a todos a chance de conhecer o mais belo das artes. Mais que compensação financeira, o incentivo ao setor cultural, através da lei de Incentivo à Cultura tem um impacto essencial à saúde dos negócios: · Ganho de imagem institucional; · Agregação de valor à marca; · Reforço do papel da empresa na localidade onde atua; · Desenvolvimento de novas oportunidades de negócio; · Reforço da política de relacionamento da empresa com outras esferas do governo. Além disso, existe outro aspecto relevante: a participação em projetos culturais e de promoção social, num mercado que só cresce a cada dia, é também uma forma de valorizar a imagem institucional.
Não se aplica.
A instituição proponente é responsável pela administração do projeto, cujo valor está previsto na planilha orçamentária, nos custos vinculados, que cobrirá despesas de material de consumo, pagamentos de pessoal administrativo e demais atividades-meio do projeto. O orçamento do projeto inclui os custos relativos à todas as etapas do projeto, incluindo as apresentações culturais.
Produto 1: Bem Imóvel - Restauração/preservação Acessibilidade física: Rampas Produto 2: Apresentação Musical/cultural Acessibilidade física: as apresentaçõs musicais ocorrerão no Centro Cultural "Bom é na Feira", já dotado de acesso a pessoas com necessidades especiais. Deficientes auditivos: Intérprete de libras Deficientes visuais: Uma das apresentações será com audiodescrição
Produto 1: Bem Imóvel - Restauração/preservação III - Disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais do processo de restauração. Produto 2: Apresentação Musical/cultural III - Disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais do processo de restauração. Prevendo-se o que diz o Artigo 21 da IN N.02/2019, prevê ainda: Inciso IV - Permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias. Inciso V - 02 Ensaios Abertos - Formação de Público para promover e estimular a prática cultural entre crianças e jovens.
A Fundação PAQTCPB, ao longo de mais de trinta anos de caminhada, tem buscado fomentar e aprimorar ações em apoio ao empreendedor inovador, prospectando fontes privilegiadas de financiamento, assessoria, consultoria, e apoio técnico. A pluralidade e disposição das instituições participantes de seu Conselho Diretor (CNPq, Governo do Estado, Prefeitura de Campina Grande, UFCG, UEPB, UFPB, BNB, SEBRAE, FIEP e AEBT) credenciam a cada ano a continuidade da agenda sustentada pela Fundação PaqTcPB, em sintonia com as competências e vocações instaladas na Paraíba. A participação na realização de projetos e no apoio a eventos culturais vem desde o ano de 2011 e desde o ano de 2014, que a Fundação PaqTcPB vêm contemplando ações de apoio e realização de eventos culturais, a partir de ações de apoio ao empreendedorismo na área de economia criativa, especialmente nas áreas de audiovisual, teatro e música. Neste sentido, suas ações englobam: a) Apoio a empreendimentos no segmento de Audiovisual (cinema, vídeo, animação, jogos digitais, etc.) através da ITCG Criativa (incubadora de empreendimentos criativos); b) Apoio na realização do Festival Internacional de Música de Campina Grande. c) Apoio na realização do Festival Atos (Teatro Universitário) d) Apoio na realização do Festival de Inverno de Campina Grande e) Projeto apoiado pelo MINC (Mecenato) Manuscritos Avulsos e em Códices referentes a História Indígena e escravidão negra do Brasil. Neste projeto, a Fundação é responsável pela execução do projeto, além do acompanhamento e gestão em todas as suas etapas, com uma equipe multidisciplinar. Gerencia e articula com todos as empresas envolvidas na execução, além de atuar ativamente na contratação dos prestadores de serviços, na articulação com fornecedores e ser responsável pela prestação de contas do projeto. Portanto, fará a administração do projeto e estará à frente de todo processo decisório do projeto, com recursos previstos na planilha orçamentária, nos custos vinculados. Os principais Participantes e suas funções no projeto: - Nilton Silva – Diretor Geral da Fundação Parque Tecnológico da Paraíba Nilton Silva é Bacharel em Engenharia Química pela Universidade Federal de Campina Grande (2009), Mestre e Doutor em Engenharia Química pela Universidade Federal de Campina Grande (2013), Licenciado em Química pela Universidade Estadual da Paraíba (2006). Professor Adjunto na Universidade Federal de Campina Grande, tem experiência na área Gestão da Inovação é ativo em Sistemas de Inovação, Empreendedorismo Inovador, Proteção do Conhecimento, Transferência de Tecnologia, Interação Universidade-Empresa e Incubadoras de Empresas/Parques Tecnológicos. Desde 2017 exerce a função de Coordenador do Núcleo de Inovação e Transferência de Tecnologia NITT/UFCG e em 2018, Diretor Geral da Fundação Parque Tecnológico da Paraíba – PaqTcPB e coordenador da Incubadora de Economia Criativa. Coordenador do Projeto BOM É NA FEIRA na área de economia criativa, Projeto de Desenvolvimento para Feira Central de Campina Grande, patrimônio cultural imaterial do Brasil. - Jonnas Costa - Coordenação geral Gestor do núcleo de projetos da Fundação Parque Tecnológico da Paraíba, já atuou no varejo no Grupo RUTRA como gestor de estratégia e análise de dados e junto a Atecel como gerente de projetos de engenharia e arquitetura. Tem competências em comunicação, coordenação de atividades, trabalho em equipe e possui adaptabilidade a novos cenários e contextos, com foco em resolução de problemas de forma estruturada demonstrando criatividade e uma postura de ética no trabalho, com mais de 10 anos de experiência na área em que atua hoje. Fluente em inglês e de fácil relacionamento, bem humorado, com habilidades desenvolvidas em gerenciamento do tempo, a formação em Relações Internacionais aliada aos 4 anos de Engenharia Elétrica e as experiências profissionais nos setores privado e público somam um conjunto único de aptidões orientadas a resultados. - Maximino Lima - Produtor Maximino Ferreira de Lima Filho Produtor Cultural, poeta cordelista , Compositor, Multi Artista Atuou como: 2018- Produtor, diretor e criador do projeto em cordel Feliz Natal meu Nordeste. Musical as margens do açude velho 2011-2019 Produtor de textos para Quadrilhas juninas incluindo um campeonato nacional e três regionais. 2011-2018 Presidente da associação de quadrilhas juninas de Campina Grande 2010-2016 Presidente da Quadrilha junina Tradição da Serra 2016-2019 Membro do conselho Municipal de Cultura, 2016-2019 Vice presidente do Instituto Cultural Rede Repente 2017-2018- Diretor do Centro Cultural de Campina Grande 2016-2018 Produtor do projeto turístico cultural "Quadrilhando" Mine São João. 2012- 2019 Produtor dos festivais de quadrilhas juninas de Campina Grande e Região Agreste. 2014-2019 Produtor do Melhores do Ano o Oscar quadrilheiro 2016-2019 Palesttrante e mestre de cerimônias com o Personagem Virgulima de Campina 2015-2019 Produtor do projeto Quadrilhando da inclusão São João para portadores de necessidades especiais 2014 - Produtor e compositor do projeto Forró Bunito musicas autorais para o projeto SETE NOTAS do SESC-CG 2019 Aprsentador do programa de Rádio Viva Campina 2016-2018 Apresentador da TV UEPB nas coberturas do Troféu Gonzagão e outros programas. 2017 Produtor e criador do projeto BALSA CULTURAL música no espelho d'água do açude velho com musica, dança e poesia. 2017 - Produtor da VOLANTE CULTURAL artesanato e experiências culturaisno vão do MAAP 2017 - Produtor do evento PROSAS E VIVÊNCIAS voltado para o bem estar da terceira idade Apresentador dos eventos: COMUNICURTAS, FESTIVAL DE CULTURA DE ILHÉUS, CAMINHOS DO FRIO e RURAL-TUR. - Maria Helena Silva - Coordenação do Projeto Graduada em Ciências Econômicas pela Universidade Federal da Paraíba (1990), Especialista em Qualidade e Produtividade (1996) e Mestre em Ciências da Sociedade pela Universidade Estadual da Paraíba (2001). Atuou como coordenadora da Central de Projetos da Fundação Parque Tecnológico da Paraíba, atendendo empresas inovadoras na elaboração de projetos e captação de recursos de 1993 a 2007 e de 2013 a 2016, como Bolsista DTI/CNPq. Atuou também como docente do ensino superior na graduação e na pós-graduação no Grupo KROTON no Estado de Mato Grosso de 2007 a 2012. Gestora da empresa Maria Helena Silva ME, desde 2016, cuja atuação principal é consultoria na elaboração de projetos para captação de recursos nas áreas de: ciência, tecnologia e inovação; social, ambiental e cultural. Consultora do SEBRAE/PB, Tutora presencial do SENAR na disciplina de Gestão de Projetos e Docente da UNESC Faculdades. Carolina Alves Bernardo da Silva (Coordenadora da parte social) Graduada em Assistência Social pela Universidade Paulista - UNIP (2019), apresentando o trabalho de conclusão de curso com título Habitação de Interesse Social, tem interesse em áreas de pesquisa social tendo participado dos cursos de Serviço Social em equipe multidisciplinar e Elaboração de Projetos de Pesquisa. Atualmente está desenvolvendo atividades no projeto Bom é na Feira, no mapeamento de projetos sociais realizados na Feira Central de Campina Grande, através da Fundação Parque Tecnológico com patrocínio da VISA Brasil e apoio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico da Prefeitura Municipal de Campina Grande. Giovanna Aquino - Historiadora - Palestrante Possui graduação em Licenciatura Plena Em História pela Universidade Estadual da Paraíba (1999), mestrado em Ciências da Sociedade pela Universidade Estadual da Paraíba (2005), doutorado em História pela Universidade do Minho (2011), doutorado em História pela Universidade Federal da Bahia (2011) e Pós-doutorado na Universidade Federal de Campina Grande, junto ao Programa de Pós Graduação em História (2017). Atuou como professora (2006.1 a 2016.2) na Unifavip Devry- Caruaru; Além da História contemporânea, tem experiência na área de Patrimônio material e imaterial, cultura popular, cultura brasileira, diversidade cultural, história oral, análise do discurso, identidades plurais e Ensino de História. É Integrante do grupo de pesquisa: História da cultura do mundo luso-brasileiro, liderado pela Profa. Dra. Lígia Bellini (UFBA) e do Centro de Estudos Interdisciplinares do século XX- CEIS 20, Universidade de Coimbra, Portugal, coordenado pelo Prof. Antônio Pedro Pita.
PROJETO ARQUIVADO.