| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 34151100000211 | SOTREQ S/A | 1900-01-01 | R$ 733,1 mil |
| 07658098000118 | Qualicorp Administradora de Beneficios Ltda | 1900-01-01 | R$ 660,0 mil |
| 02270689000108 | REPSOL SINOPEC BRASIL SA | 1900-01-01 | R$ 620,0 mil |
| 50991421000108 | Alvorada Serviços e Negócios Ltda | 1900-01-01 | R$ 400,0 mil |
| 01640625000180 | TECON Rio Grande S.A | 1900-01-01 | R$ 160,0 mil |
| 33112152000135 | Saveiros Camuyrano Serviços Marítimos S.A. | 1900-01-01 | R$ 140,0 mil |
| 62375134000144 | Bram - Bradesco Asset Management S/A DTVM | 1900-01-01 | R$ 120,0 mil |
| 01392043000122 | NORSUL CARGO NAVEGAÇÃO SA | 1900-01-01 | R$ 50,0 mil |
| 43133503000148 | BPAR CORRETAGEM DE SEGUROS LTDA | 1900-01-01 | R$ 50,0 mil |
| 04278130000141 | Nova Paiol Participações s/a | 1900-01-01 | R$ 30,0 mil |
| ***238867** | JOSE CARLOS MATHIAS | 1900-01-01 | R$ 2,0 mil |
| ***214847** | ROGERIO OLIVEIRA DE BRITO | 1900-01-01 | R$ 1,0 mil |
A Galeota Real, também denominada como Galeota de D. João VI, foi construída em 1808 para o serviço particular do Príncipe Regente, no contexto da transferência da corte portuguese para o Brasil (1808-1821). O projeto "Galeota Real - Exposição na Ilha Fiscal" consiste na construção de um novo espaço próprio de exposição para este acervo na área aberta a visitação da Ilha Fiscal.
Objetivo Geral O objetivo deste projeto é executar o projeto cenográfico, técnico e executivo para transferência e implantação da Exposição de longa duração da Galeota Real na Ilha Fiscal. No desenvolvimento desse trabalho foram considerados todos os aspectos e requisitos cenográficos de atração do público, bem como as questões de segurança para o transporte, conservação do acervo e montagem da exposição. Objetivos Específicos 1) Realizar 01 exposição de longa duração sobre a Galeota Real, apresentando este acervo ao público visitante da Ilha Fiscal. 2) Realizar o tratamento de conservação e higienização deste acervo.
A Galeota Real, também denominada Galeota de D. João VI, é uma pequena galé, um tipo de embarcação movido a remos. Por vezes é confundida com o iate Galeota Imperial, de duas rodas, com propulsão a vapor, que após a proclamação da República Brasileira, foi rebatizado como iate Quinze de Novembro e, posteriormente, como iate Silva Jardim. Inspirada na Galeota Grande e na Saveira Dourada, que atendiam a Família Real Portuguesa em Lisboa, a Galeota Real foi construída em 1808 por determinação do conde da Ponte, nos estaleiros do Arsenal da Capitania da Bahia em Salvador, para o serviço particular do Príncipe Regente, no contexto da transferência da corte portuguesa para o Brasil (1808-1821). Foi transportada para o Rio de Janeiro no ano seguinte (1809). Em 28 de março, foram mandados receber, no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, 23 "algarves" (remadores reais, naturais da província do Algarve), que tinham vindo em um dos navios da esquadra, para serem empregados no serviço da Galeota, sob as ordens do patrão-mor do Arsenal. Estes homens envergavam um uniforme especial, em que se destacavam capacetes de prata. Com casco de madeiras nobres, com 24 metros de comprimento, a Galeota Real foi propelida primitivamente por 22 remos (onze em cada bordo), posteriormente aumentados para 30. Na popa, possui um camarote forrado de veludo, ricamente decorado, e, na proa, a carranca de um dragão, símbolo da Casa de Bragança. Na Corte, atendeu aos deslocamentos da Família Real pela baía de Guanabara, tendo recebido a Princesa D. Leopoldina e, posteriormente conduzido a Família Real à embarcação que a transportou de volta a Portugal, em 25 de abril de 1821. Sem similar no continente americano, foi utilizada até aos primeiros governos da República Velha. Entre outros personagens, transportou o então Presidente da República Argentina, Dr. Julio Argentino Roca, quando de sua visita ao Rio de Janeiro (1899) e o Presidente eleito da República Argentina, Dr. Roque Sáenz Peña e sua comitiva em visita ao Brasil (1910). Realizou a sua última viagem em setembro de 1920, no desembarque da família real da Bélgica, que chegou ao Rio de Janeiro a bordo do Encouraçado São Paulo. À época da gestão do Almirante Protógenes Pereira Guimarães à frente do Ministério da Marinha (1931-1935), foi formulada uma proposta de serrá-la ao meio e remeter uma das metades para o Museu Histórico Nacional. Após muitos anos conservada no Arsenal da Marinha do Rio de Janeiro, quando da criação do Espaço Cultural da Marinha, no centro histórico do Rio, encontra-se no momento indisponível para visitação. O presente projeto consiste na construção de um novo espaço próprio de exposição, inserido agora na área aberta de visitação da Ilha Fiscal, palco, inclusive, do evento que ficou conhecido como "O Último Baile do Império", realizado alguns dias antes da Proclamação da República. Após muitos anos conservada no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, quando da criação do Espaço Cultural da Marinha, no centro histórico do Rio, encontra-se no momento indisponível para visitação. O Espaço Cultural da Marinha, depois de anos fechado para as obras de derrubada do Elevado da Perimetral, que ficava encoberto por esta via, passou, a partir de 2016, a ter visibilidade e uma enorme visitação para os seus navios-museus e passeios culturais à Ilha Fiscal e pela Baía de Guanabara. Durante a Olimpíada, o público visitante atingiu 97 mil pessoas e desde então a média mensal de visitantes tem sido superior a 10 mil pessoas. Entretanto, a edificação destinada à área expositiva, construída em 1996, não pode ser reaberta por suas condições precárias a recepção de acervo e de público e, portanto, a a Galeota Real encontra-se impossibilitada de ser visitada. Este projeto permitirá que o acervo possa novamente ser visitado e que sejam construídas novos diálogos da sociedade brasileira com este tão importante símbolo da história do país. A presente proposta se enquadra nos seguintes objetivos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Quanto ao Art. 3º da referida lei, exploraremos os objetivos abaixo: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICA DO EXTINTOR DE INCÊNDIO - PQS ABC 6 KG• Extintor de incêndio portátil, com carga de pó químico seco à base de bicarbonato de sódio (Totalit Super), de acordo com a norma ABNT NBR 15808.• Pressurizado com nitrogênio, válvula gatilho com rosca M30 x 1,5 testado à pressão de 21 kgf/cm² e acoplado um indicador de pressão e o’ring, para que não haja vazamento do gás expelente.• Destinado à proteção e combate a incêndio da Classe B (líquidos inflamáveis) C (materiais elétricos sob carga), fornecido na capacidades de 6 quilos de agente extintor, com pressão de serviço 10,5 kgf/cm² (1,02 Mpa) e pressão de testes de 30 kgf/cm² (2,94 Mpa). Temperatura de operação: -10 a 50 °C.Recipiente: Fabricado a partir de uma chapa plana de aço, calandrada, com fundo e cúpula estampados a frio, soldados pelo processo MIG, incluindo a abertura para o agente extintor (gargalo). No cilindro é efetuado ensaio hidrostático, a uma pressão de 30 kgf/cm², o qual deve ser refeito a cada cinco anos, apartir da data de fabricação conforme a norma ABNT NBR 15808.Válvula: Tipo gatilho com rosca M30 x 1,5.Indicador de Pressão: Fabricado em bourdon espiral, escala 0 a 21 kgf/cm² (1,03 Mpa) rosca 1/8” NPT, caixa em inoxQtd: 8 unidades ESPECIFICAÇÕES TÉCNICA DO DETECTOR DE FUMAÇA AUTÔNOMO - DFA 620• Utilizaremos o DFA 620 da Intelbras porque é um detector de fumaça autônomo, desenvolvido para complementar soluções de segurança em ambientes residenciais ou comerciais.Ao detectar a fumaça já no princípio de incêndio e disparar um alarme, o DFA 620 atua como um eficaz protetor da vidas e de patrimônios.Sua aplicação ideal é em salas, corredores ou escadas — ambientes afastados de fontes naturais de fumaça, como cozinhas, por exemplo.Características:• Segurança e proteção adicional para a sua casa ou escritório• Sem fios, basta conectar a bateria para entrar em ação• Equipado com LED indicador de funcionamento• Função Teste verifica de forma rápida o funcionamento dodetector• Função suspender alarme para mais comodidade• Acompanha bateria 9 V com autonomia de até 5 anos• Alarme sonoro com intensidade superior a 85 dB• Uso exclusivo em ambiente interno.Qtd: 4 unidades
PROJETO ESTRUTURAL• Desenvolvimento de projeto de estrutura metálica para edificação destinada à exposição da Galeota Real, com rampa para acesso a cadeirantes.• Executado com base nas informações preliminares, contidas nos projetos, de acordo com as normas vigentes, constituído de desenhos e detalhamentos de fabricação e montagem e lista de materiais.• A área total prevista à ser estruturada será de 138m² de cobertura, com vedações laterais, e 37m² de rampa. ESTRUTURA PARA ABRIGO DO ACERVO COM TIPOLOGIA DE CONTAINER• Dimensão da estrutura: 5,20m (L) x 26,50m (C) 4,50m (A)• Criação de iluminação e ventilação zenital conforme projeto• Cobertura da estrutura do abrigo e do lanternim com telha acústica e sistema de calha na parte traseira e esgotamento pluvial por dispositivo de corrente à vista• Criação de caixilho no único vão aberto da vitrine para instalação da pele de vidro em painéis fixos laminados com 10mm de espessura• Instalação de porta chaveada para acesso e manutenção do acervo e abrigo• Instalação de exaustores (8 und)• Execução de suporte para apoio do acervo (opcional, asd)• Execução de cobertura para a rampa (opcional, asd)• Aquisição de escada técnica móvel para acesso e manutenção do acervo (opcional, asd)• Execução das esquadrias tipo escotilhas conforme projeto• Pintura da estrutura metálica na cor preta. ESTRUTURA METÁLICA DO ABRIGO• Fabricação com aço tipo ASTM A572 e ASTM A36, destinado a receber vedações horizontais tipo telhado com uma água e lanternim com tapamento em telhas térmicas, e vedações verticais em painéis metálicos térmicos, com fachada frontal preparada para receber painel de vidro.• A estrutura será constituída de chapas de base simplesmente apoiadas sobre o solo regularizado (regularização por conta da contratante), com pilares conectados sobre elas, vigas perimetrais principais, sendo a da fachada frontal com 26m livres de apoios, caibros, terças, contraventamentos, calha em chapa galvanizada com respectivos bocais de escoamento pluvial. Um dos painéis laterais será removível para acesso da embarcação. INSTALAÇÃO DA VITRINE DO DIORAMA• Pele de vidro laminado de 10mm• Toda esquadria que não abrigar equipamento de exaustorreceberá vidro compatível com sistema de abertura de escotilha INSTALAÇÃO DE EQUIPAMENTOS PARA SEGURANÇA DO ACERVO• Detector de fumaça• Extintor compativel com a estrutura do diorama e material do acervo VEDAÇÕES HORIZONTAIS E VERTICAIS• Fornecimento de materiais, equipamentos, insumos (gases, abrasivos e mastique) e mão de obra especializada para execução das vedações horizontais nas telhas da estrutura citada no item 9.2 desta proposta, e vedação vertical em painéis térmicos.• Painéis a serem instalados subsequentemente sobre as vigas metálicas e fixados através de parafusos autobrocantes.• Vedação vertical composta de face interna e externa planas em aço zincalume preenchidas entre si com 30mm de poliestireno.• A vedação horizontal será composta do mesmo material, sendo a parte externa em telhas trapezoidais em aço zincalume, ambas com pintura eletrostática branda nas faces aparentes.• A área prevista para execução destas vedações será de 200m² de tapamento vertical e 135m² de tapamento horizontal. VITRINE DO DIORAMA• Pele de vidro laminado• Fechamento em vidro incolor temperado 10mm com película PS2000 transparente para proteção dos vidros e colocado com perfil reforçado em toda a extensão dos vidros• Toda esquadria que não abrigar equipamento de exaustor receberá vidro compatível com sistema de abertura de escotilha Medida do vão: 300x2600,5cm ILUMINAÇÃO CÊNICAToda iluminação de LED será instalada em trilho externo fixado na face que contém o vidro, oculta aos olhos do observador e direcionada para o acervo e legendas.Características:• Trilho Elétrico - 15 unidades• Conector em L - 2 unidades• Conector Reto para trilho - 15 unidades• Spot Classic para Trilho - 74 unidades• Lâmpada de LED MR 16 - 6W 2700K - 74 unidades PAINÉIS INTERPRETATIVOS DO DIORAMA• Legenda (área interna)Plotagem sobre photogloss adesivo aplicado em chapa de PVC de 2mm, com laminação fosca, fixado em púlpitos de base disposta de forma inclinada ao longo da parte plana da rampa, fixados internamente no piso da estrutura com tipologia de container. Total de 4 unidades com superticie de 1,00 x 0,50 metros a ummetro de altura do piso, garantindo uma visualização confortável e continua durante a visitação.• Idiomas: definir idiomas pretendidos para tradução. PAINÉIS INTERPRETATIVOS DO DIORAMA• Painel Cenográfico (área interna)Painel com função de fundo cenográfico da Galeota, com arte impressa em vinil adesivo (conteúdo a definir). Área total de 26,50m x 4,50m. PAINÉIS INTERPRETATIVOS DO DIORAMA• Painel Fotográfico (área externa)Envelopamento da estrutura com arte impressa em vinil adesivo nas 3 faces cegas do diorama (conteúdo a definir).Área Externa face Norte – área total de 5,20m x 4,50mÁrea Externa face Sul – área total de 5,20m x 4,50m• Idiomas: definir idiomas pretendidos para tradução. PAINÉIS INTERPRETATIVOS DO DIORAMA• Painel Fotográfico (área externa)Envelopamento da estrutura com arte impressa em vinil adesivo nas 3 faces cegas do diorama (conteúdo a definir).Área Externa face Oeste – área total de 26,50m x 4,50m• Idiomas: definir idiomas pretendidos para tradução. • Imagens: as imagens utilizadas para a programação visual são simuladas. Deverão ser adquiridas imagens de acordo com o conteúdo dos painéis, que ainda precisa ser definido pelos contratantes, obedecendo aos formatos da programação visual sugerida.• Desenhos: todos os desenhos deverão ter seus direitos adquiridos ou serem refeitos por ilustrador, seguindo as indicações dos que estão aplicados nos layouts dos painéis. • Arte-final dos painéis: assim que os layouts sugeridos no projeto forem aprovados, deverão ser feitas as artes-finais dos painéis, utilizando as imagens e desenhos definitivos, em alta resolução (cada imagem ou desenho com um mínimo de 300 dpi, escala 1:1). • Impressão dos painéis: deverá ser feita conforme as especificações técnicas descritas nesta proposta técnica. • Cores: como cada plotter costuma apresentar um padrão diferente de cor para a mesma referência Pantone, deverão ser feitos testes de cor prévios, até alcançar as definições de cor indicadas no projeto (comparando os testes de plotagem com o catálogo oficial Pantone). Quando se chegar às cores do catálogo, a definição deverá ser aplicada aos arquivos que serão finalizados para plotagem. • Letras: em todos os painéis será utilizada a família da fonte Calibri. Serão mantidos os tamanhos de letras proporcionais ao tamanho indicado dos painéis na escala 1:1. • Idiomas: o investimento em tradução será apresentado após definição de quais idiomas serão contemplados na tradução e depois que todo o conteúdo em português já estiver definido.
Produto: Exposição de Artes Acessibilidade física: O projeto prevê aquisição de material, equipamentos, insumos (gases, abrasivos e eletrodos) e mão de obra especializada para execução da estrutura metálica de uma rampa de acesso a cadeirantes na fachada frontal do abrigo da Galeota Real. A rampa deverá seguir as orientações da NBR 9050/2015 - Acessibilidade e será fabricada com tipo ASTM A36 e SAE 1020, constituída de chapas de base simplesmente apoiadas sobre o solo regularizado, com pilares conectados sobre elas, vigas perimetrais principais, vigas secundárias, vedações horizontais, assoalho em chapa de aço xadrez, e vedações verticais em chapa lisa, corrimão acessível nos dois lados em tubos galvanizados.• Modelagem da Rampa de Acesso em único sentido em estrutura metálica com piso em chapa xadrez• Instalação de Guarda Corpo acessível em duas alturas nos dois lados da rampa• Tamponamento da base para ocultar a estrutura da rampa em chapa com tipologia visual de calado de embarcação Deficientes auditivos: A exposição não utilizará recursos audiovisuais. Deficientes visuais: Desenvolvimento de audioguia para acompanhar a exposição de longa duração. Produto: Contrapartidas sociais Acessibilidade física: o espaço onde serão realizas as atividades de mediação possui elevadores, rampa, corrimões e banheiros adaptados. Deficientes auditivos: as atividades poderão ser adaptadas para deficientes auditivos com a contratação de mediador fluente em LIBRAS (ABNT NBR 15599:2008), de acordo com a necessidade dos indivíduos que se cadastrarem. Deficientes visuais: disponibilização de guia vidente de cegos (item 7.4.2 da ABNT NBR 15599:2008). Esta ação não irá gerar custos à proposta.
Produto: Exposição de Artes VI - oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural. Produto: Contrapartidas sociais III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22.
Departamento Cultural do Abrigo do Marinheiro – Proponente e Coordenação Administrativa O Departamento Cultural do Abrigo do Marinho (DCAMN), criado em 28 de dezembro de 1995, com sede e foro na cidade do Rio de Janeiro, foi estabelecido para dinamizar as atividades sociais de cunho cultural e recreativo do Abrigo do Marinheiro (AMN), fundado em 12 de outubro de 1919. É uma associação civil de direito privado, sem fins lucrativos e considerada de utilidade pública. Seu objetivo é promover, dirigir, incentivar e colaborar com as iniciativas e eventos de caráter cívico, cultural, social e recreativo, bem como despertar o apreço à Marinha e às tradições navais, contribuindo para criar e manter junto à sociedade uma consciência sobre a importância do mar para o País. Nesta função, o DCAMN tem estabelecido ao longo dos anos uma estreita parceria com a Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha (DPHDM), desenvolvendo e executando numerosos projetos conjuntos com captação de recursos extra-marinha, como se seguem, dentre outros:- Empresa EL PASO (Revitalização Museográfica da Sala I do Museu Naval – 2004),- Uso da Lei Rouanet; - Fundação VITAE de Apoio a Cultura (Higienização, Catalogação e Informatização do Acervo Museológico – 2004 a 2006)- Instituto Brasileiro de Museus (modernização da área educativa dos museus – 2005);- Caixa Econômica Federal (Higienização e Catalogação de Acervo Museológico – 2007);- Empresas NORSUL, TRANSPETRO, CNPQ e GRANADO (Projetos educativos – 2005 a 2010); e- Revitalização da Galeota D.João VI (Fundação Espírito Santo – 2008). Entre as diversas ações sociais, culturais e turísticas de cunho sócio educativo e de entretenimento desenvolvidas, elaboradas e/ou apoiadas pelo DCAMN, destacam-se, nos últimos dois anos, os projetos: “Projeto Escola” (realizado desde 1998 e em 2018 em parceria com a EMGEPRON e a Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro, via Lei Municipal de Fomento à Cultura); “Uma Tarde no Museu” (desde 2009, patrocinado pela Granado Pharmácias); "Visitação à Ilha Fiscal"; "Passeio Marítimo"; “Visita ao Espaço Cultural da Marinha”; “Visita ao Museu Naval” (desde 2006); editoração da Revista Marítima Brasileira e Revista Navigator; estande da Marinha do Brasil no Aquário Marinho do Rio de Janeiro (parceria entre o DCAMN, a Marinha do Brasil e o Instituto Rumo ao Mar); a Campanha de Conscientização do Patrimônio Cultural Subaquático (2017 - patrocinado pela Vale); e diversas exposições temporárias como "A História dos Jogos Olímpicos através dos selos" (Museu Naval-RJ), "De Martino no Brasil" (Museu Nacional de Belas Artes-RJ), "o Rio de Janeiro em Cartas Naúticas" (Museu Naval-RJ), e "O Brasil e a MINUSTAH - 10 anos de paz no Haiti" (Museu Naval-RJ). RUBRICAS EMITIDAS PELO PROPONENTE - Custos Vinculados: Administração / Captação de Recursos Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha – Direção Geral do ProjetoSediada no Rio de Janeiro e sob a direção do Vice-Almirante José Carlos Mathias, a DPHDM é responsável por promover estudos e pesquisas, consolidar e publicar documentação relativa à cultura marítima, conservar o patrimônio histórico e cultural da Marinha, promover intercâmbios com entidades públicas e privadas, nacionais e internacionais, envolvidas com a história e a cultura marítima.Sob sua administração estão a Biblioteca da Marinha, o Arquivo da Marinha, o Museu Naval, a Ilha Fiscal, o Espaço Cultural da Marinha, os navios-museus Bauru e Laurindo Pitta, o submarino-museu Riachuelo e o helicóptero-museu Sea King. A Direção Geral do Projeto pela DPHDM não terá custos para o projeto e portanto não consta na planilha orçamentária.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.