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PRONAC 203491Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

COMPOSIÇÕES DE LÁ E DE CÁ

OSTERVALDO GALDINO DA SILVA
Solicitado
R$ 197,9 mil
Aprovado
R$ 197,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,47

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
DF
Município
Brasília
Início
2021-11-16
Término
2022-11-29
Locais de realização (1)
Brasília Distrito Federal

Resumo

O Projeto propõe uma exposição de pinturas em óleo sobre tela, com entrada gratuita. As obras com temáticas do Brasil e de Portugal são de autoria do Artista Plástico Ostervaldo. Como contrapartida social serão doadas réplicas das pinturas a instituições de ensino públicas, museus e bibliotecas e ocorrerá a divulgação da mostra, das imagens dos trabalhos e das ações de contrapartida social em um sítio de internet. A ação formativa de caráter cultural e gratuito será a explanação e prática sobre a técnica de criação de uma pintura sensorial.

Sinopse

As obras de arte, pinturas em óleo sobre tela, são os principais produtos do presente projeto. Serão extraídas réplicas dos originais das obras. Uma breve explicação do conteúdo de cada uma das 30 obras, de classificação etária livre, segue abaixo: Obra nº 1 - Igreja São Francisco de Assis (Brasil): Igreja Católica de estilo Barroco e elementos decorativos de estilo rococó, localizada na Cidade de Ouro Preto, no Estado de Minas Gerais, Brasil. Considerada obra-prima da arte colonial brasileira. Sua construção iniciou-se no ano de 1766. Foi projetada pelo grande mestre e maior escultor brasileiro, João Francisco de Lisboa, mais conhecido como “Aleijadinho”, que pessoalmente criou o projeto da igreja e a decorou com a colaboração de outros artistas. Aleijadinho era filho do respeitado mestre de obras e arquiteto português, Manuel Francisco Lisboa e da escrava africana, Isabel. Obra nº 2 – Igrejas do Carmo e dos Carmelitas (Portugal): As duas igrejas são posicionadas lado a lado, na cidade do Porto, Portugal. Para quem está de frente para as fachadas, a igreja da direita é a Igreja do Carmo e a da esquerda é a dos Carmelitas. A Igreja dos Carmelitas ou Igreja dos Carmelitas Descalços, de estilo barroco, foi construída primeiro, em 1628, e a Igreja do Carmo, de estilo rococó, foi construída em 1768. O conjunto foi classificado como Monumento Nacional de Portugal, no ano de 2013. Obra nº 3 – Cais do Porto no Rio de Janeiro (Brasil): Localizado na região da Praça Mauá, na cidade do Rio de Janeiro, Brasil. Há longos anos, existe próximo um Mosteiro, de nome São Bento, fundado no século XVII, que está no conhecido morro de mesmo nome. O povoamento do local começou no século XVIII, e a transformação do porto se deu em 1811, com o chamado Cais do Valongo por onde desembarcaram mais de 500 mil africanos, época em que a Corte Portuguesa já estava instalada no Brasil. O Cais do Valongo foi substituído pelo Cais Tereza Cristina em 1843. Obra nº 4 – Ribeira (Portugal): Localizada às margens do Rio Douro – Portugal, este bairro fica na bela cidade do Porto, que é reconhecida como Patrimônio da Humanidade pala UNESCO. Situada no Morro da Pena Ventosa ou Monte dos vendavais, os seus declives descem para os rios Douro e para o pequeno rio da Vila. Porto, inicialmente denominada Porto Cale, deu origem ao nome do seu país - Portugal. A belíssima Cidade Turística do Porto, sempre demonstrou também seu grande potencial na construção naval e para as atividades industrial e comercial. Obra nº 5 - Feirinha em Realengo (Brasil): Esta feira é localizada na cidade do Rio de Janeiro. A feira é uma manifestação cultural introduzida no Brasil no século XVI pelos imigrantes Europeus. Há registros em documentos que D. João III, em 1548, e D. Afonso, em 1677, ordenaram a criação de feiras nas colônias para o escambo, entre os portugueses e os nativos. As atividades de compra e venda só vieram a acontecer no século XVII, com o comércio de gados e produtos agrícolas, que abasteciam a população. Obra nº 6 - Feira em Caldas da Rainha (Portugal): Detalhe de feira em Caldas da Rainha, cidade a Oeste de Portugal. A feira funciona todos os dias pela manhã na “Praça das Frutas”, onde se comercializa horte-frutes desde o século XIX. A origem dessa atividade sociocultural é muito antiga. As feiras medievais têm origem nos Burgos (cidades medievais). Foi a partir do século XI com a intensificação do comércio e do surgimento da burguesia que desenvolveu-se, hoje as feiras são praticadas em muitos países. Obra nº 7 - Casa da Moeda (Brasil): Criada em 1694 pelos Governantes Portugueses, na época do Brasil Colônia, em Salvador – Bahia. Responsável por cunhar as moedas, com o ouro extraído da mineração. Anos depois passou a funcionar em Minas Gerais e por fim foi transferida para o Rio de Janeiro. Hoje encontra-se no belo prédio, onde funciona também o Arquivo Nacional, localizada no Campo de Santana, Centro do Rio. Obra nº 8 - Casa da Moeda (Portugal): Construída em Lisboa – Portugal, entre os anos de 1889 e 1891, pelo Arquiteto José Antônio Gaspar. Hoje no prédio funciona o Instituto Superior de Ciências de Administração. Obra nº 9 - Largo dos Guimarães (Brasil): Situado no Bairro Carioca de Santa Tereza, Rio de Janeiro – Brasil. Surgiu em 1857 a partir de grande chácara pertencente ao português João Joaquim Marques de Castro, a qual foi vendida, posteriormente, ao seu patrício Joaquim Fonseca Guimarães. Anos depois, a chácara foi loteada e vendida fracionada, daí surgindo o Largo dos Guimarães que é também um famoso ponto turístico e cultural da Cidade do Rio de Janeiro. Obra nº 10 - Noite em Guimarães (Portugal): Cidade no Distrito de Braga – Portugal. Berço do belo país Luzitano, centro Turístico e Cultural onde podemos mergulhar no seu passado e também desfrutar dos aconchegantes locais noturnos. É uma cidade singular. Obra nº 11- Aqueduto da Carioca (Brasil): Mais conhecido como Arcos da Lapa, no centro do Rio de Janeiro- Brasil. Obra construída durante o período Colonial, no Governo de Martins Correia de Sá, Governador da Capital, com a finalidade de deslocar as águas do rio carioca, que nasce na floresta da Tijuca, para abastecer a parte baixa da Cidade. Em 1750, as águas brotaram pela primeira vez, aos pés do Convento de Santo Antônio em um chafariz de mármore. Com o passar do tempo, novas alternativas surgiram para o abastecimento de águas e, a partir de 1896, o aqueduto já desativado, passou a ser utilizado como viaduto para os bondes de ferro, transporte que até hoje liga o centro do Rio ao morro de Santa Tereza. Obra nº 12 - Aqueduto das Águas Livres (Portugal): Em 1748, o Rei de Portugal, D. João V, mandou construir o Aqueduto para abastecer de águas a Cidade de Lisboa. As águas vinham do reservatório Mãe de Águas das Moreiras que supriu por muitos anos a cidade Lisbonense, sendo que o mesmo foi desativado em 1968. Hoje o Aqueduto é uma atração turística, sendo muito visitado nos passeios guiados até o vale de Alcântara. Obra nº 13 - Feijoada (Brasil): Prato típico da gastronomia brasileira que foi introduzido em nosso país pelos portugueses, no preparo do “cozido”. Aqui, o cozido transformou-se em nossa feijoada, com as suas especificidades, sendo introduzidos outros ingredientes, principalmente o feijão preto, que é cozido junto às carnes, sendo servida sempre com arroz, couve e farofa de farinha de mandioca. Obra nº 14 - Bacalhoada (Portugal): Prato tradicional da culinária portuguesa, dos mais conhecidos e apreciados, também, por outros povos. A popularidade dessa saborosa iguaria, que ultrapassou fronteiras, nos relatos populares, dá conta de que ganhou fama através de um taberneiro português chamado Braz, do Bairro Alto de Lisboa, fazendo surgir o nome da badalada bacalhoada do Braz. Obra nº 15 - Folclore (Brasil): Detalhes de apresentação da dança “Quadrilha” no Brasil, com semelhanças, especialmente em seus trajes, com as danças do folclore Português. Essa dança tradicional no Brasil foi introduzida em nosso país, por volta de 1830, nas festas da Corte Imperial, quando D. Pedro I era o Imperador. Embora tenha sido uma dança aristocrata, a “Quadrilha” caiu no gosto popular. Ocorridas algumas adaptações, tornou-se uma das manifestações populares mais praticadas em nosso território. Obra nº 16 - Folclore (Portugal): Detalhes de dança Folclórica em Celorico de Basto, Vila portuguesa no distrito de Braga. Os Festivais lá apresentados, promovem apresentações de grupos com as suas tradicionais danças, cantares e trajes do belo Folclore Português. Obra nº 17 - Estádio do Maracanã (Brasil): Estádio Mário Filho (Maracanã), Rio de Janeiro – Brasil. Segundo consta, o futebol no Brasil surgiu em 1894, através do brasileiro Charles Miller, que estudava na Inglaterra, e levou as regras do referido esporte para o país. Mas a ligação do futebol brasileiro com os nossos irmãos lusitanos, acontece em 1898, quando certo grupo de imigrantes portugueses funda um Clube de Remo, clube esse, que mais tarde transformou-se no grande clube de futebol Luso-Brasileiro Vasco da Gama, em homenagem ao grande navegador Português. Obra nº 18 - Estádio do Dragão (Portugal): Cena da chegada dos torcedores ao Estádio do Dragão na cidade do Porto. O futebol em Portugal surgiu em 1888 em Cascais, através de Guilherme Pinto Bastos, que introduziu a primeira bola de futebol no país. Em 1894, foi realizado o primeiro jogo de futebol patrocinado pelo Rei Carlos I. Assim como no Brasil, este esporte tornou-se uma paixão nacional. Obra nº 19 - Telhados e quintais (Brasil): Moradias em morro carioca no Rio de Janeiro – Brasil. Há relatos de que as favelas no Brasil surgiram por vota de 1897, no antigo morro Santo Antônio, como uma alternativa de moradia para muitas pessoas que deslocavam-se para a Capital do país, em busca de dias melhores. Eram ex-escravos, imigrantes europeus, especialmente portugueses, que por causa da decadência da produção do café, a abolição da escravatura e outros fatores moravam em “cortiços”. O então Prefeito do Rio de Janeiro Cândido Barata Ribeiro, para se livrar dessa situação, manda demolir os “cortiços”, o que segundo consta, levou ao surgimento das primeiras favelas no Rio de Janeiro. Obra nº 20 - Telhados e quintais (Portugal): Detalhes das moradias na cidade do Porto – Portugal. Conhecida como uma das localidades mais antigas que em épocas medievais fora cercada por muralhas. Em meados do século XIV, o local teve uma grande expansão urbana, levando para fora dessas muralhas, a construção de muitas moradias no morro da Pena Ventosa. Este surto de povoamento trouxe para as margens do Ribeira do Douro importantes atividades comerciais e marítimas. Em meados do século XVIII, parte da muralha foi demolida dando lugar a ruas, monumentos e praças. Em 1926, os resquícios da muralha Fernandina, foram classificados como Monumentos Nacionais. Obra nº 21 - Theatro Municipal do Rio de Janeiro (Brasil): Cinelândia – Rio de Janeiro – Brasil. Foi o primeiro Teatro do Brasil. Consta como fundador o Padre Dias Lopes Ventura (1710 – 1772). Segundo notícias, ele tocava “rabeca” uma espécie rudimentar de violino. O teatro construído por ele tinha palco, lugares para o público e músicos, no entanto, teve pouca duração, pois, pegou fogo em 1769. Há informações de que foi reativado, em 1773, pelo então Marquês do Lavradio, perdurando até 1813, quando o Monarca D. João VI, inaugurou no mesmo lugar, o Teatro São João que teve depois outros nomes. Hoje, no mesmo lugar encontra-se o Teatro João Caetano, na Praça Tiradentes. Obra nº 22 - Teatro Nacional D. Maria II (Portugal): De construção Neoclássica. Localiza-se na Praça D. Pedro IV, na Cidade de Lisboa – Portugal. Inaugurado em 1846, em condições provisórias em um teatro Nacional da Rua dos Condes. Seu histórico começou dez anos antes de sua inauguração. Em 2012, foi reclassificado como Monumento Nacional Português. Obra nº 23 - Companhia Têxtil de Paracambi (Brasil): Detalhe do prédio da Companhia Têxtil Brasil Indústria, em Paracambi – Rio de Janeiro – Brasil. Foi no período colonial em 1810, quando D. João VI se encontrava no Brasil, que surgiram as primeiras indústrias de tecido. Esta bela construção, fundada em 1887, manteve suas atividades têxteis por muito tempo, quando, em 1987 foi desativada, por ter sido comprada pela prefeitura de Paracambi e transformada na chamada fábrica de conhecimentos, onde funciona hoje uma universidade e um polo de Cultura com diversas atividades. Obra nº 24 - Companhia Fiação de Crestuma (Portugal): Detalhes da A.C. Cunha Moraes – Fiação Crestuma – Portugal. Situada às margens sul do Rio Douro, foi criada em 1854, surgida das instalações antigas da Fábrica de Arcos de Ferro, por intermédio de quatro ricos negociantes, que fundaram a fábrica de fiação de algodão. Dez anos após passar por mudanças e transitar pelas mãos de outros donos, a fábrica passa para Augusto Cesar Moraes, em 1864, passando a chamar-se A.C. Cunha Moraes – Fiação Crestuma. Hoje desativada e passado mais de um século de sua construção, o belo e antigo prédio continua de pé. Obra nº 25 - Castelo da Ilha Fiscal (Brasil): Detalhe da construção no centro do Rio de Janeiro – Brasil. O belo castelo foi construído entre os anos de 1882 e 1889 por portugueses e escravos na pequena ilha onde existia um posto de fiscalização do Porto, na então Capital do Império, a qual é conhecida até hoje como Ilha Fiscal. O Castelo é muito visitado, especialmente, por ser um marco da ligação inconteste do passado e do legado dos nossos irmãos portugueses. O monumento é tombado como Patrimônio Nacional. Obra nº 26 - Muralhas Fernandinas (Portugal): Detalhes das ruínas/troços das Muralhas Fernandinas na cidade do Porto – Portugal. A obra foi terminada no reinado de D. Fernando, assim, explica-se o fato der designada "Muralhas Fernandinas". Passada a sua importância militar, as muralhas foram sendo demolidas para dar lugar a ruas, praças e edifícios. Em 1926 as ruínas que sobraram foram classificadas como "monumentos nacionais". Obra nº 27 - Bondinho de Santos (Brasil): Esses bondes percorrem as ruas do centro histórico da cidade de Santos e são muito utilizados por turistas. O Bonde 32 foi construído em 1911 e hoje é o mais antigo bonde em circulação no Brasil. A linha de Santos possui bondes de origem portuguesa, escocesa e italiana. Obra nº 28 - Bonde elétrico em Lisboa (Portugal): Os bondes de Lisboa são um dos meios de transporte mais úteis para se locomover pela cidade. Para os turistas, também são uma incrível atração turística. Os 57 bondinhos levam muitas pessoas para lugares lindos de Lisboa como o Castelo de São Jorge, o Bairro Alto, Baixa e outros. Obra nº 29 - Casarão do Parque Lage (Brasil): Situado no Bairro Jardim Botânico no Rio de Janeiro – Brasil. Tem sua origem através do militar português Francisco de Freitas de Melo e Castro (1689 – 1748). Herdeiro de grande extensão de terras na cidade Carioca e, que após ficar viúvo, voltou a Portugal em 1717, aonde veio a falecer. Com isso, suas terras ficaram abandonadas por um longo tempo. Somente no século XIX, no período de D. João VI, foi o referido palacete construído, vindo mais tarde a ser utilizado como parque público e para a prática de atividades artísticas e culturais. O Monumento foi tombado pelo IPHAN. Obra nº 30 - Universidade de Évora (Portugal): Construída pelo então Cardeal D. Henrique I, que mais tarde se tornaria Rei de Portugal, instituiu no prédio a Universidade do Espírito Santo, entregando-a à Companhia de Jesus. Em 1759, com a expulsão dos Jesuítas, as atividades foram encerradas por ordem do Marques do Pombal. A partir de 1973, a então Universidade do Espírito Santo, passou a ser o Instituto Universitário Évora; em 1975, Escola Superior de Estudos Sociais e Econômicos; em 1979, o Instituto Universitário Évora dá lugar à atual Universidade de Évora, que entre as diversas atividades ministradas, estão às ligadas as Artes e a Cultura. Obra nº 31 - Palácio de São Cristóvão (Brasil): O Palácio encontra-se na Quinta da Boa Vista, no bairro de São Cristóvão, no Rio de Janeiro - Brasil. Durante o Reinado, o Palácio, em estilo neoclássico, foi residência da família Real Portuguesa e no Império, foi residência da família Imperial Brasileira, logo após D. Pedro I ter proclamado a independência do Brasil, em 1822. Na noite de 2 de setembro de 2018, o Museu Nacional que funcionava no Palácio foi atingido por um incêndio de grandes proporções. Obra nº 32 - Palácio Nacional de Queluz (Portugal): É localizado no Conselho de Sintra, Distrito de Lisboa - Portugal. Este Palácio é considerado uma das últimas grandes obras em estilo Rococó da Europa. Também possui traços do Barroco e do Neoclássico. O palácio foi construído como um recanto de verão para D. Pedro de Bragança, que viria a ser mais tarde marido e rei consorte de sua sobrinha, a rainha D. Maria I de Portugal. A partir de 1794, o Palácio de Queluz tornou-se a residência oficial do príncipe regente português, o futuro D. João VI, e de sua família. Permaneceu assim até a fuga da família real para o Brasil em 1807, devido à invasão francesa de Portugal.

Objetivos

1. OBJETIVO GERAL:Ao compor obras, "de lá e de cá", pretende o artista contribuir de forma distinta e original com a preservação e difusão do patrimônio cultural imaterial do Brasil e de Portugal, ao demonstrar a bela influência daquele país na Cultura do Brasil ao máximo de visitantes, conjugando-se a instituições fundamentais, como as Embaixadas dos dois países, instituições públicas de ensino e demais defensores e gestores das artes. Espera-se que o projeto, ao ser executado, possa conscientizar a todos os presentes, por meio da sensibilidade das artes, de que é preciso resgatar e conservar as suas raízes, a sua história, para que a identidade cultural de cada nação jamais se perca. 2. OBJETIVO ESPECÍFICO: a) realizar duas exposições de 32 pinturas em óleo sobre tela, durante 30 dias cada, com entrada franca; b) produzir, publicar e distribuir 1.500 réplicas das obras originais para serem doadas a instituições públicas de ensino e de cultura; e c) será disponibilizado um sítio na internet para a divulgação das exposições e das obras de arte, contribuindo didaticamente para com as pesquisas de alunos, o ensino de professores e a assimilação do nosso Patrimônio Imaterial Luso-Brasileiro.

Justificativa

O autor do presente projeto necessita utilizar o mecanismo de incentivo a Projetos Culturais, por intermédio da Lei Rouanet, nos seguintes termos: - auxiliar no sentido de facilitar, a todos os cidadãos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura, de acordo com o inciso I, do Art. 1º, da Lei nº 8.313/91; - apoiar a valorização e divulgação do conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores, os quais em relação aos dois países, são e foram cultuados pelas pessoas simples, amantes das artes, da arquitetura e da religiosidade, oriundos das mais variadas regiões de Portugal e do Brasil, de acordo com o inciso III, do Art. 1º, da Lei nº 8.313/91; - colaborar com a proteção das expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional, de acordo com o inciso IV, do Art. 1º, da Lei nº 8.313/91; - contribuir para a preservação dos bens imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro, de acordo com o inciso VI, do Art. 1º, da Lei nº 8.313/91; - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações, de acordo com o inciso VII, do Art. 1º, da Lei nº 8.313/91; - auxiliar no incentivo à produção e difusão de bens culturais, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória, de acordo com o inciso VIII, do Art. 1º, da Lei nº 8.313/91; e - priorizar o produto cultural originário do Brasil, de acordo com o inciso IX, do Art. 1º, da Lei nº 8.313/91. Para justificar o uso do mecanismo de incentivo a Projetos Culturais da Lei Rouanet, o projeto pretende alcançar, de acordo com o artigo 3º da Lei nº 8.313/91, os objetivos abaixo descritos: - fomentar a produção cultural e artística ao realizar uma exposição de artes visuais com o tema que aborde a influência de Portugal na paisagem, na arquitetura, no cotidiano e na cultura do Brasil. Tudo de acordo com a letra c), do inciso II, do Art. 3º, da Lei nº 8.313/91; - preservar e difundir o patrimônio artístico, cultural e histórico do nosso povo, por meio da ampliação de coleções e acervos de museus, bibliotecas e outras organizações culturais, de acordo com a letra a), do inciso III, do Art. 3º, da Lei nº 8.313/91; - estimular ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante o acesso gratuito à exposição de artes visuais, de acordo com a letra a), do inciso IV, do Art. 3º, da Lei nº 8.313/91; - realizar levantamento, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte, de acordo com a letra b), do inciso III, do Art. 3º, da Lei nº 8.313/91; - cobrir as despesas com o transporte, seguro das obras e a montagem da estrutura previstas para a exposição nos dois países (Brasil e Portugal), de acordo com a letra d), do inciso II, do Art. 3º, da Lei nº 8.313/91; e - contratar serviços para que seja possível a elaboração do presente projeto cultural, de acordo com a letra b), do inciso V, do Art. 3º, da Lei nº 8.313/91.

Estratégia de execução

Não há outras informações.

Especificação técnica

Obras apresentadas no Projeto Composições De Lá e De Cá: 1) Pintura (32 obras): Técnica: Óleo sobre tela. Medida da Tela (tecido algodão): 50cm x 80cm. Medida da moldura (madeira lisa): 52,5cm x 82,5cm 2) Pintura sensorial (2 obras): Técnica: Gesso e tinta acrílica. Medida da Tela (compensado): 50cm x 80cm. Medida da base de madeira para a tela: 52cm x 82cm. 3) Réplicas das pinturas originais (32 modelos diferentes): Medida: 20cm x 50cm. Material: Folhas em colchê brilho 210g com 4 x 0 cores. Acabamento corte linear.

Acessibilidade

1. EXPOSIÇÃO DE ARTES VISUAIS: a. Acessibilidade Física - A estrutura que será montada para a exposição não possuirá degraus (o piso será nivelado e confeccionado de material para evitar acidentes); - A instituição/órgão/espaço cultural a ser escolhida para receber a exposição, em cada cidade, deverá oferecer rampas ou calçadas rebaixadas e/ou elevadores para que o acesso a portadores de deficiência física seja possibilitado. Será exigido, ainda, que o espaço ofereça banheiros adaptados para os mesmos; e - No local onde a estrutura da exposição estará montada deverá haver espaço suficiente para que os portadores de deficiência física possam deslocar-se com segurança. b. Acessibilidade para deficientes visuais - Serão disponibilizados textos para todos os visitantes, inclusive em braille, facilitando especialmente aqueles que possuam deficiência visual; - O artista disponibilizará na exposição uma pintura sensorial para que as pessoas com deficiência visual possam sentir a emoção de tocar em uma das obras; e - Haverá um profissional qualificado para o atendimento de pessoa portadora de necessidade especial. c. Acessibilidade para deficientes auditivos - As descrições das obras serão escritas também em catálogo da exposição para facilitar o acesso ao conteúdo pelos que possuam deficiência auditiva; e - Haverá um profissional qualificado para o atendimento de pessoa portadora de necessidade especial (também especialista em libras). 2. CONTRAPARTIDA SOCIAL: 2.1 AÇÃO FORMATIVA (Pintura Sensorial) a. Acessibilidade Física - As escolas públicas a serem escolhidas para a ação formativa cultural no Brasil, deverão oferecer rampas ou calçadas rebaixadas e/ou elevadores para que o acesso às pessoas portadoras de deficiência física seja possibilitado. Será exigido, ainda, que o espaço ofereça banheiros adaptados aos mesmos; e - No local onde ocorrerá a ação formativa cultural deverá haver espaço suficiente para que pessoas portadoras de deficiência física possam deslocar-se com segurança. b. Acessibilidade para deficientes visuais - A ação formativa cultural possibilitará que o deficiente visual toque e sinta a pintura sensorial; e - O artista transmitirá de forma verbal as informações de maneira que o portador de deficiência visual compreenda a mensagem transmitida, com apoio de profissional formado para atendimento de pessoa com deficiência física. c. Acessibilidade para deficientes auditivos - Haverá um profissional qualificado para o atendimento de pessoa portadora de necessidade especial (também especialista em libras), o qual auxiliará o acesso dessas pessoas à ação formativa cultural. 2.2 DOAÇÃO DE RÉPLICAS DAS OBRAS (Pinturas) a. Acessibilidade Física - As escolas públicas, museus e bibliotecas a serem escolhidas para a doação das réplicas das obras, deverão oferecer rampas ou calçadas rebaixadas e/ou elevadores para que o acesso às pessoas portadoras de deficiência física seja possibilitado. Será exigido, ainda, que o espaço ofereça banheiros adaptados aos mesmos; e - Será orientado ao responsável pela instituição contemplada que as réplicas sejam fixadas em paredes em uma altura máxima de 1,70 m e em espaços com acesso para crianças e pessoas portadoras de necessidades físicas. b. Acessibilidade para deficientes visuais - Será orientado ao responsável pela instituição contemplada que faça uma divulgação para professores e alunos portadores de deficiência visual que existe no local da exposição uma pintura sensorial a qual possibilitará que o deficiente visual sinta a emoção de tocar e reconhecer a obra do artista. c. Acessibilidade para deficientes auditivos - Será orientado ao responsável pela instituição contemplada que faça uma divulgação para professores e alunos portadores de deficiência auditiva que há no local da exposição de artes um profissional qualificado para o atendimento de pessoa portadora de necessidade especial (também especialista em libras), o qual auxiliará o acesso dessas pessoas às obras expostas. 2.3 SÍTIO DE INTERNET a. Acessibilidade Física - Serão seguidos os padrões web, as diretrizes ou recomendações de acessibilidade e realizadas as devidas avaliações de acessibilidade de acordo com o Portal eMAG do Governo Federal para que seja desenvolvido um sítio de internet do projeto que seja acessível a pessoas portadoras de deficiência física. b. Acessibilidade para deficientes visuais - Serão gravadas e inseridas no sítio de internet do projeto a ser criado áudio-descrições para cada obra a ser exposta, além de vídeos explicativos sobre a exposição e as diversas ações ocorridas no projeto. Essas ações visam facilitar o acesso ao áudio do conteúdo do sítio para pessoas portadoras de deficiência visual. c. Acessibilidade para deficientes auditivos - Será instalado no sítio de internet do projeto o link para o software VLIBRAS, o qual proporcionará ao deficiente auditivo o acesso ao conteúdo/descrições das obras, utilizando-se da linguagem brasileira de sinais.

Democratização do acesso

O presente projeto adotará as seguintes medidas para a democratização de acesso: 1. EXPOSIÇÃO DE ARTES VISUAIS: - será permitida a captação de imagens das atividades e da exposição, sendo autorizada a sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias. Tudo de acordo com o inciso IV, do Art. 21 da IN 02, de 23 de abril de 2019; e - será divulgada e incentivada, durante o período da exposição, a possibilidade de uso do Vale-Cultura para a aquisição das réplicas das pinturas com valor promocional. Tudo de acordo com o inciso IX, do Art. 21 da IN 02, de 23 de abril de 2019. 2. CONTRAPARTIDA SOCIAL: - 40% (quarenta por cento) das réplicas das pinturas originais da exposição serão doadas a escolas públicas, museus e equipamentos culturais de acesso franqueado ao público. Tudo de acordo com o inciso I, do Art. 21 da IN 02, de 23 de abril de 2019; e - a ação formativa cultural será voltada para o público infantil e infantojuvenil, de acordo com o inciso VII, do Art. 21 da IN 02, de 23 de abril de 2019. 3. SÍTIO DE INTERNET: - será disponibilizado na internet um sítio contendo registros das exposições, das obras, e das atividades ocorridas nas instituições públicas de ensino. As imagens e descrições resumidas de cada obra da exposição, neste sítio, tem por finalidade facilitar a consulta ao acervo, bem como a divulgação da exposição e do conteúdo das obras de arte que buscam colaborar com a preservação do patrimônio cultural de Portugal e do Brasil. Tudo de acordo com o inciso III, do Art. 21 da IN 02, de 23 de abril de 2019.

Ficha técnica

O dirigente realizará as seguintes atividades durante as fases do projeto: 1. Na fase de Pré-produção a. Levantar orçamentos e preparar os projetos para a montagem da estrutura da exposição; b. Concluir a criação das obras (pinturas em óleo sobre tela); c. Estabelecer parcerias; e d. Captar recursos. 2. Na fase de Produção a. Fiscalizar a impressão das réplicas das obras e do material de divulgação; b. Preparar a pintura sensorial; c. Divulgar a mostra em cada cidade (Brasília e Lisboa); d. Fiscalizar o transporte do material da exposição e a montagem e a desmontagem em cada cidade; e. Participar de todas as fases da realização da mostra; e f. Realizar pessoalmente a doação das réplicas das pinturas. 3. Na fase de Pós-Produção a. Fiscalizar a desmontagem, o transporte e a guarda do material da exposição; e b. Prestar contas da exposição. CURRÍCULO RESUMIDO DO ARTISTA PLÁSTICO E DIRIGENTE DO PROJETO: Ostervaldo nasceu no estado de Pernambuco, Brasil. O Artista Plástico é autodidata, cadastrado na Secretaria de Cultura do DF e inscrito no IPHAN. Seus trabalhos denotam uma característica própria. O Artista tem como predileção retratar a natureza e em particular o cotidiano das pessoas e as coisas simples do seu país. Já participou de várias Exposições coletivas e individuais. É premiado em Salões de Artes no Brasil. Tem trabalhos em acervos particulares, no Brasil e no exterior. É autor de 35 pinturas (retratos) de Personalidades (Patronos) das Forças Armadas do Brasil, os quais pertencem ao acervo do Museu da Gráfica do Exército em Brasília. Tem trabalhos ainda, no Museu do Forte de Copacabana, no TRF da 1ª Região em Brasília e na Academia Militar das Agulhas Negras, em Resende –RJ. A imagem do Índio Felipe Camarão (Guerra dos Guararapes) – pintura em óleo sobre tela de Ostervaldo, ilustra a coleção de livros didáticos Conexões com a História. Faz parte do site da Galeria Internacional www.saatchi-gallery.co.uk/yourgallery. Sua página eletrônica na internet é a seguinte: www.ostervaldo.com.br. Atualmente, o Artista reside em Brasília – Distrito Federal. Algumas Premiações e Participações: 2007- XXXI Salão da Primavera- Sociedade Brasileira de Belas Artes-RJ (Medalha de Bronze) 2007- V Salão de Artes Plásticas da Escola Superior de Guerra-RJ (Medalha de Prata) 2007- III Salão de Artes Plásticas Centro Cultural Theophilo Massad- Angra dos Reis-RJ (Medalha de Ouro) 2007- XI Salão de Artes Plásticas Feirense-RJ (Destaque) 2007- I Salão de Artes Plásticas- ABD e Secretaria de Cultura da Prefeitura de Nova Friburgo-RJ (Destaque) 2008- I Salão de Artes Plásticas-ABD e Espaço Cultural Palacete de Laguna-RJ (Homenagem Especial) 2008- II Salão de Artes Plásticas ABD, Liceu de Artes e Ofícios e SPBA (Medalha de Ouro) 2008- Salão de Artes Plásticas em Homenagem ao dia do Trabalho - Centro Cultural do Tribunal Regional do Trabalho – 1ª Região (medalha de Prata) 2008- IV Salão de Artes Plásticas ABD/AMAN – Resende-RJ (Homenagem Especial) 2008- Participou da Feira Internacional de Artes (Artexpo’Las Vegas)-EUA 2008- XXXIII Salão de Artes Brasília Marinhas - 7º Distrito Naval-DF (Menção Honrosa) 2009- V Salão Especial de Artes Plásticas ABD/ Museu Militar Conde de Linhares (Medalha de Ouro) 2009- I Salão de Artes Plásticas ABD/ Casa Histórica do Marechal Deodoro da Fonseca (Homenagem Especial) 2010- IV Salão de Artes plásticas ABD e Forte Copacabana ( Troféu ) 2010- III Salão de Artes Plásticas ABD e Centro Cultural Palacete de Laguna (Destaque) 2015- 62° Salão de Artes do Clube Militar – RJ (Prêmio Especial do Juri) 2015- Exposição Individual (Luz e Cores) no TRF da 1ª Região – DF Obs: A partir do ano de 2015 o Artista Plástico Ostervaldo vem dedicando-se a dois novos Projetos Culturais de Exposição Itinerante, motivo pelo qual não participou mais de salões de artes.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.