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O projeto "Que lixo é esse?" é uma peça teatral infanto-juvenil que busca conscientizar e trazer reflexões para crianças e adolescentes sobre a importância do bom tratamento dos resíduos para a sustentabilidade do planeta. É um espetáculo que traz contação de histórias, músicas, interatividade com o público e muito conhecimento para alunos das redes públicas.
O espetáculo teatral "Que lixo é esse?" é uma peça de interatividade com o público. A atriz incorpora vários personagens importantes para entendimento do ciclo do lixo: a dona de casa, a catadora, a criança, a agricultora e a artesã. Com muitas brincadeiras e músicas ela interage com o publico explicando de forma lúdica a importancia de cada uma dessas pessoas na cadeia que transforma o lixo em luxo.
Objetivo Geral: Realizar apresentações da peça teatral "Que lixo é esse?" para levar conceitos de educação ambiental e da culturateatral à escolas públicas, trazendo com divertimento e alegria as questões mais importantes dapreservação da natureza, em especial dos resíduos, por meio da arte teatral. Objetivos específicos: Realizar 40 apresentações do Espetáculo "Que lixo é esse?" em 20 escolas públicas de ensino fundamental I, alcançandoum público de 4.000 crianças;Promover interação com o público infantil por meio de brincadeiras teatrais visando intensificar a transmissão deconhecimentos acerca da sustentabilidade e preservação dos recursos naturais.
Despertar a consciência das crianças, que são o futuro da sociedade, sobre preservação dos recursos naturais é essencial para a evolução sustentável do planeta.Desta forma, por meio da arte teatral, utilizamos modelos didáticos e experiências interessantes na trama onde a participação do público é um componente essencial em todo o espetáculo. A peça propõe uma rica combinação cultural incluindo brincadeiras musicais, contação de histórias e cultura teatral com a finalidade de trazerà tona questões relevantes dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável propostos pela ONU. O teatro possibilita o desenvolvimento pessoal e permite ampliar, entre outras coisas, o senso crítico e o exercício da cidadania. Neste trabalho, ele dialoga com o contexto ambiental atual, aprimorando-se de suas diferentes linguagens para se fazer mais atuante no âmbito específico da reflexão e conscientização infantil. Dessa forma, possibilita ao público entrar em contato com a sua cultura, aprender por meio do "jogo" e do "drama" e, ainda, a lidar com as diferenças de forma a construir em si próprio um referencial cultural. Neste sentido, em total consonância com a finalidade da Lei Rouanet, o presente projeto contribui para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; promove e estimula a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; apoia, valoriza e difunde o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; salvaguarda a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; preserva os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; e prioriza o produto cultural originário no país A proposta se enquadra nos objetivos expressados no art. 1° da Lei 8.313, sendo: III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Para isso, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do art. 3 da mesma Lei: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.
A peça teatral terá duração de 60 minutos e contará com figurinos e cenários especialmente criados para essa realização, pensados de forma a serem facilmente montáveis de desmontáveis, portáteis e atraentes para o público, complementando e ambientando o conteúdo do roteiro da peça.
Para todas as cidades listadas nos locais de realização as apresentações só serão realizadas em ambiente escolar com infraestrutura de acessibilidade física garantida (rampas, banheiros adaptados, etc), assim sendo, as crianças portadoras de deficiência motora poderão assistir sem nenhum inconveniente. Para Acessibilidade de conteúdo, utilizaremos aparelhagem de som para ampliação das vozes dos atores, garantindo assim acessibilidade aos portadores de deficiência auditiva parcial. Nas escolas com alguma ocorrência de deficientes visuais no público, faremos audio-descrição do espetáculo.
As apresentações nas escolas terão 100% de gratuidade. Em atendimento ao artigo 21 da IN de 26/12/17, informamos que será adotado a seguinte medida de democratização do acesso: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas ao projeto, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas. Esta medida da democratização do acesso será cumprida por meio de debate dirigido com o público, realizado ao término de cada apresentação em todos os locais do plano de distribuição com duração de 1hora.Os vídeos e fotos das apresentações serão amplamente divulgados nas redes sociais da Cacimba Cultural e do projeto.
Direção: CLÉO MORAES – DRT 1360 - Diretora - Atriz desde 1986, formada em 1990 na FUNDARTE - Fundação das Artes de São Caetano do Sul. Atualmente cursando 4º Semestre de Licenciatura em História na FMU/SP. Trabalha desde 2014 na BRAAPA – ESCOLA DE ATORES - SP como orientadora artística no “Curso Técnico de Formação de Ator” ministrando aulas de Interpretação, História do Teatro, Expressão Corporal e Coreografias. Em 2017 fez preparação de atores e assistência de direção da peça “NÒS” de Elmo Ferrer, produção da Meraki Cia. Teatral. Em 2016 escreveu e participou como atriz da peça “Uma Louça Quebrada e Nenhuma Roupa Lavada”, direção de Eduardo Osório, com a qual ganharam o prêmio de Melhor Iluminação e 2º Melhor Espetáculo no 7º Festival de Mogi Guaçu.Em 2013, fez residência artística no Attis Theatre, em Atenas/Grécia, participou de workshop ministrado por Theodoros Terzopoulos e estreou no teatro grego Attis, o espetáculo “Krísis”, com a Cia. Nova de Teatro. Em 2012, com o espetáculo “Caminos Invisibles, apresentou-se em Milão/Itália, com o “Premio Internazionale per il Teatro dell’Inclusione Teresa Pomodoro”.Nos últimos anos atuou nos seguintes espetáculos: (2011) “Pesadelo” dramaturgia do Grupo Teatro FORJA – direção de Tin Urbinatti (2010) “Luta Mulher Poética” texto: Maria Cecilia Garcia – direção Tin Urbinatti (2009/2008) “Foices, Facões, Fuzis” inspirada na obra de B.Brecht “Os Fuzis da Sra.Carrar” - Direção de Maria Cecília Garcia e Lúcia Capuani - (2007) - Dança Teatro – Criação, Concepção e Interpretação da Performance “Mutações” , no Projeto Novas Presenças do Núcleo Taanteatro de Formação, Pesquisa e Criação - contemplado pelo Programa Municipal de Fomento á Dança.Na linguagem de audiovisual, atuou em 2008 no filme média metragem: “Interpretações” - de Tin Urbinatti, ni qual também trabalhou como produtora executiva. E em 2009 – Participação na Minissérie “João Miguel” do projeto “Direções” da TV Cultura, na edição de Agosto, sob a direção de André Garolli.Trabalhou como arte educadora em diversos projetos, entre eles: PROGRAMA DE PREVENÇÃO NAS ESCOLAS - HORTOLANDIA de 2011 a 2014. Em 2008, “Processos Educativos Através Do Teatro” – promovido pela FUNAP (Fundação de Amparo aos Presos), no Presídio Masculino Parada Neto – Guarulhos. Participoucomo atriz e oficineira do “Encontro Latino Americano de Teatro do Oprimido”, ocorrido em janeiro de 2010, em Jujuy, na Argentina, ministrando oficina Introdução ao Teatro do Oprimido para grupo de adolescentes na Província de Susques e no Presídio da Província de Jujuy e no 8º Presidio Federal da Argentina. Em 2009 fez parte do quadro de Jurada da FESEC (Federação das Escolas de Samba e Entidades Carnavalescas do Estado de São Paulo). E da Comissão de Debates do FESTEC – Festival de Teatro de Catanduva onde também ministrou o Workshop “Teatro do Oprimido – Princípios e Exercícios”.Em 1997, fundou, juntamente com Eduardo Mancini, o Núcleo Teatral - Treinadores da Alegria, especializado em Teatro Treinamento e Educação Ambiental, que, desde então, atua junto aempresas, ONG’s e escolas. Com esse projeto, escreveu diversos textos teatrais. Também fez a direção artística e administração dos seguintes projetos do Núcleo Teatral Treinadores da Alegria – Cooperativa Paulista de Teatro: SOS PLANETA TERRA – PROAC ICMS (2009), O LUXO DO LIXO – PROAC ICMS (2011) O LUXO DO LIXO – ROUANET (2012) SOS PLANETA TERRA – PROAC ICMS (2013) É DE PEQUENINO QUE SE TORCE O PEPINO – PROAC ICMS (2014) e CIDADÃO EM CONSTRUÇÃO - ROUANET (2014/2015). Desde 2009 segue com sua pesquisa em Artes do Corpo / Dança, participa atualmente do Curso Livre: Danças Brasileiras, ministrado por Silvana de Jesus Santos, na Escola de Dança de São Paulo. E em 2016 Participou da Oficina de Dança: Experimentando o movimento-corpo com Leticia Sekito e Dança Afro-Brasileira com Priscila Paciência, ambas no CRD-SP – Centro de Referencia a Dança. Em 2015 participou daOficina “Introdução à Dança Brasileira: matrizes africanas”, com Letícia Doretto; “Workshop Dançando ao Máximo Sem Dançar - Introdução ao Treinamento Evolutivo e Contact Dao” – Elias Cohen e do 7º Encontro Internacional de Contato Improvisação em SP - organizado por Ricardo Neves. Coordenação e produção: Luciana Silva Castro. Dirigente da Instituição. 1993 a 1996 – Atuou com Professora de Língua Portuguesa em escolas Públicas do Estado de São Paulo; 1996 a 1998 – Coordenadora pedagógica em escolas públicas do Estado de São Paulo; 1998 a 2000 – Coordenou o Projeto Guri – polo Itapecerica da Serra nos bairros Jardim Jacira e Jd. Santa Julia; 2000 a 2004 – Foi Diretora de Meio Ambiente da Prefeitura de Itapecerica da Serra e Coordenou o Programa de Jovens da Reserva da Biosfera do Cinturão Verde da Cidade de São Paulo em parceria com a Fundação Florestal; 2004 a 2006 – Foi Coordenadora Institucional da Sociedade Humana Despertar – Sumaré/SP; 2006 a 2008 – Fundou a Holos 21 – Transdisciplinaridade em tempo real em São Bernardo do Campo e foi coordenadora do Ponto de Cultura “Olhar com Arte” em Diadema, desenvolvendo oficinas comunitárias de fotografia, teatro, textos jornalísticos e saraus tendo participado ativamente das Teias doCultura Viva em São Paulo, Minas Gerais e Fortaleza; 2009 a 2011 – Foi Coordenadora Institucional da Associação Comunitária Clave de Sol em Itapecerica da Serra; 2011 a 2014 - Gerente de Projetos e Relações Comunitárias do Instituto Agires, fazendo a gestão direta de projetos como Ecooperar e Ecoviver (patrocinados pela empresa Ecovias), Projeto Cidadão do Futuro em Mariana/MG, Ubu e Mãe Bá/ES (patrocinados pela Samarco Mineradora), Projeto Ventos de Asa Branca nos municípios de João Câmara e Parazinho/RN (patrocinado pela ContourGlobal S/A). 2014 a 2019 – Diretora da Companhia da Cultura desenvolvendo importantes projetos como o planejamento estratégico do Instituto AES Brasil, captação de recursos para o Museu do Samba no Rio de Janeiro, Companhia Delas de Teatro, Casa Fiat de Cultura, Liquid Media Lab, Dandara Produções, Museu da Pessoa, Sopa Comunicação, Tuva Editora, Koch Tavares, Komedi, Instituto Valore, Associação Educacional Luz e Lápis, Labor Cultural, dentre outros. Escreveu e geriu projetos como Tem um Rio na Biblioteca no Pará e Tocantins e Biblioteca CEDE em Imperatriz no Maranhão. Desde 2017 ministra os cursos de Avaliação, indicadores e impacto social como especialista pelo Cultura e Mercado/SP e realiza as capacitações do Sescoop nacional para elaboração de projetos culturais e socioambientais, tendo realizado anualmente workshops em Goiás, Maranhão, Bahia, Distrito Federal, Tocantins e Rondônia.
PROJETO ARQUIVADO.