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PRONAC 203513Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Vagaluz - uma peça teatral sobre afeto, memória e ciclos da vida para a terceira idade

IGF - Instituto Gentil de Faria de Pesquisa e Consultoria em Educação e Cultura Ltda.
Solicitado
R$ 199,9 mil
Aprovado
R$ 199,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Linha do tempo

  1. 01/01/2020
    Cadastro PRONAC
    Ano 20
  2. 11/01/2021
    Início previsto
  3. 11/10/2021
    Término previsto
  4. 06/05/2026Encerrado
    Projeto encerrado por excesso de prazo sem captação

Histórico inicial = baseline (situação atual no momento da primeira ingest). Próximas mudanças de status serão capturadas automaticamente a cada nova sincronização SALIC.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
São José do Rio Preto
Início
2021-01-11
Término
2021-10-11
Locais de realização (6)

Resumo

Este projeto propõe encontros e diálogos com a terceira idade e suas comunidades de cuidadores por meio da circulação da peça teatral "Vagaluz" e de oficinas de contação de histórias "A Escuta Ativa na Contação de Histórias" (atividades paralelas gratuitas de ampliação de acesso) por espaços de referência no atendimento ao idoso e equipamentos culturais públicos. Como contrapartida social, apresentamos a ação formativa "Teatro e Memória", especialmente para alunos e educadores da rede pública, lançando um convite ao mergulho na nossa humanidade por meio da memória, dos afetos e de reflexões poéticas acerca da finitude e dos ciclos da vida.

Sinopse

"Vagaluz" - Peça teatral (Classificação etária: 14 anos) Um casal narra e presentifica pequenos fragmentos de histórias e situações diversas - momentos vividos ou ouvidos de quem viveu. São acontecimentos de outrora que, distantes de grandes feitos, poderiam ser considerados banais ou sem nenhuma importância. Aquilo que ficou, sabe-se lá porquê, mas está lá e, de alguma forma, os preenche. Assim, vai se tecendo um caminho para investigação da memória e do esquecimento. O que guardamos nós ao longo da vida? Como a memória se desfaz? Roda de conversa (Classificação etária: 14 anos)Realizada ao término de cada espetáculo, a roda de conversa abrirá espaço para o diálogo entre a equipe criadora do espetáculo e a plateia, possibilitando reflexões coletivas acerca dos assuntos abordados na peça e suas intersecções com a vida. Oficina "Escuta Ativa na Contação de Histórias" (atividade paralela gratuita de ampliação de acesso)Público-alvo: maiores de 16 anos, especialmente pessoas que cuidam ou convivem com idosos ou se interessam por esse universo.A Oficina propõe um mergulho no universo da contação de histórias, com o intuito de exercitar a ação de contar histórias para o outro, levando em conta a qualidade da presença, o olhar sensível e a escuta ativa na comunicação humana, especialmente para fortalecer os vínculos e estabelecer um diálogo circular e horizontal em nossas relações no decorrer da vida, em especial no relacionamento com a pessoa idosa. Ação Formativa (Contrapartida Social) - "Teatro e Memória" (Classificação etária: 16 anos) Os artistas criadores de "Vagaluz" apresentam trechos do espetáculo e conduzem um workshop sobre teatro e memória, tecendo diálogos sobre o processo criativo da peça e as características da linguagem teatral, para instigar os participantes a partilharem e a refletirem sobre a importância do teatro como forma de expressão e leitura de mundo e também sobre alguns temas trazidos pela peça.

Objetivos

Objetivo Geral O presente projeto tem o objetivo de promover encontros e diálogos com a terceira idade e suas comunidades de cuidadores acerca da finitude e dos ciclos da vida, por meio da circulação da peça teatral "Vagaluz" - direção de Antonio Januzelli e atuação de Lídia Engelberg e Edgar Campos - rodas de conversa e das oficinas "Escuta Ativa na Contação de Histórias" . Pretende-se, com este projeto, ampliar a escuta ativa na cotidianidade das relações com os idosos, dar voz à pessoa idosa, bem como reavivar memórias, sentimentos e o espírito de vida tanto no público idoso quanto em seus cuidadores e familiares, como também convidar o público em geral (14+) a refletir sobre a condição humana que nos une. Objetivos Específicos - Realizar 18 (dezoito) apresentações do espetáculo teatral "Vagaluz" seguidas por rodas de conversa com o público em 6 capitais brasileiras (em espaços de referência no atendimento ao idoso e em equipamentos culturais públicos); - Realizar 6 (seis) oficinas de contação de histórias (atividades paralelas gratuitas de ampliação de acesso) para professores e alunos da rede pública de ensino e a comunidade em geral, especialmente para pessoas que cuidam ou convivem com idosos no âmbito familiar ou em espaços de atendimento ao idoso. - Oferecer, como contrapartida social, 2 (duas) ações formativas "Teatro e Memória" especialmente para alunos e educadores da rede pública.

Justificativa

O envelhecimento da população é um fenômeno mundial, no entanto, a população idosa permanece sendo negligenciada ou ignorada pela sociedade, nas esferas pública e privada, muitas em situação de vulnerabilidade e até em completo abandono, o que deflagra a urgência de políticas públicas consistentes e iniciativas da sociedade civil capazes de dar suporte ao processo natural da vida humana que é envelhecer. Este projeto, concebido em tempos de isolamento social devido às medidas de contingenciamento do coronavírus (COVID-19), vislumbra tecer coletivamente possibilidades de encontros para nutrir as relações humanas, o espírito de vida e a construção de novos imaginários. Quando superarmos a COVID-19, será preciso fortalecer e cuidar da nossa saúde integral, especialmente da população idosa, tão atingida neste momento, seja pelos efeitos do confinamento ou pelos índices de letalidade nessa crise sem precedentes. O financiamento via mecanismo de incentivo a projetos culturais justifica-se pelo fato de que o projeto propõe a circulação de uma peça teatral e ações formativas paralelas por diferentes capitais brasileiras, com 50% das apresentações gratuitas e 50% a preços populares, tendo como público-alvo a população idosa, tradicionalmente negligenciada pela sociedade e apartada do exercício de seus direitos humanos e civis, e também sua comunidade de cuidadores e acompanhantes, enquadrando-se nos seguintes incisos do artigo 1º da Lei 8313/91: - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Serão alcançados com o projeto os seguintes objetivos do artigo 3º da Lei 8313/91: - fomento à produção cultural e artística, mediante: realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Além disso, a proposta também está alinhada com as bases do Estatuto do Idoso (Lei Federal nº 10.741 de 1 de outubro de 2003) na promoção de maior qualidade de vida para a terceira idade e com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas - ONU para o desenvolvimento socioeconômico do planeta em bases sustentáveis, dialogando especialmente com o Objetivo 3: Assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todas e todos, em todas as idades.

Estratégia de execução

Na peça teatral Vagaluz tudo o que ganha cena escapa a uma linha dramatúrgica e cronológica mais convencional, para assemelhar-se a um modo mais espontâneo, próprio dos nossos atos de lembrar e pensar. Pensamento e lembrança acompanham muitas vezes os estímulos à nossa volta, como: uma palavra escutada, um cheiro, um olhar, um gesto visto ou até mesmo uma intenção de movimento percebida ou pressentida... Assim, toda e qualquer memória pode vir à tona e, em seguida, invocar outra. O espectador, nutrido por essa atmosfera de se deixar afetar pelo entorno, acaba mergulhando em suas lembranças e complementa a dramaturgia, criada pelos atores e pelo diretor. A ideia é evidenciar o trabalho do ator como o coração pulsante da encenação. Pouco ou nenhum elemento ocupando o espaço cênico. A dupla de atores alternando e compartilhando a narração e a possibilidade de presentificar os fragmentos de memórias em solos distintos, mas mantendo-se sempre conectados e cúmplices na composição do imaginário e da atmosfera. A peça realizou uma abertura de processo no Itaú Cultural - São Paulo em junho de 2019 e estreou no SESC Pompeia - São Paulo em fevereiro de 2020 em uma temporada com 16 apresentações.

Especificação técnica

Espetáculo teatral - Vagaluz Duração: 60 minutos Cenário: duas cadeiras delineiam múltiplos espaços e tempos. Figurino: roupas simples e confortáveis, que parecem roupas de ensaio. Iluminação: pontual e intimista para ambientar e acolher a delicadeza da atmosfera. Música: cantigas a cappella (Cancioneiro Popular Brasileiro). Roda de conversa Duração: aproximadamente 30 minutos (imediatamente após cada apresentação) Local: sala de apresentação do espetáculo Não há qualquer tipo de necessidade técnica para este produto. Oficina "A Escuta Ativa na Contação de Histórias" Duração: 4h (cada encontro) Local: sala ou auditório - Centros culturais Público-alvo: maiores de 16 anos, especialmente pessoas que cuidam ou convivem com idosos ou se interessam por esse universo. Materiais utilizados: textos impressos (cópias para todos os participantes), papel e caneta Proposta pedagógica: Contar histórias é uma atividade que ocupa a imaginação humana há milhares de anos. Essa oficina tem como objetivo investigar a linguagem do contar histórias: quais as suas características principais e como ela pode contribuir para o exercício da escuta ativa em nossas relações do cotidiano. Partindo de uma relação subjetiva com o contar histórias, cada participante será convidado a resgatar algumas memórias e imaginários que fazem parte da sua vida, revisitar as palavras e os silêncios, a plenitude e o vazio - tempos da experiência vivida e lembrada para ser contada. Serão trabalhados aspectos das dinâmicas verbais (velocidade, volume e ritmo), da criação de imagens no contar e do desenvolvimento da escuta atenta por meio da respiração consciente e da conexão com cada interlocutor. Ação Formativa (Contrapartida Social) Teatro e Memória (Classificação etária: 16 anos) Duração: 1h30 (cada encontro) Público-alvo: alunos e educadores da rede pública de ensino Local: Sala de aula ou auditório em escola da rede pública de ensino Materiais utilizados: três cadeiras Proposta pedagógica: Apresentar duas ou três cenas da peça "Vagaluz" para engajar jovens e educadores em uma roda de conversa sobre a memória, o afeto e o ato de envelhecer, temas basilares na formação humana e que a peça traz à tona. O recurso de conversar sobre as cenas apresentadas será utilizado como ponto de partida do diálogo. Assim, serão também abordados aspectos da tessitura cênica (amosfera, dramaturgia, direção, corpo, voz e expressão) para que os participantes possam exercitar a leitura e a compreensão simbólica e metafórica dos signos.

Acessibilidade

ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS - "VAGALUZ" Acessibilidade física: Pelo menos 50% das apresentações de Vagaluz serão realizadas em espaços (preferencialmente públicos) de referência no atendimento ao idoso e, portanto, com acessibilidade física para facilitar a locomoção, garantindo maior segurança e autonomia na mobilidade do público da terceira idade, que já recebe atendimentos no local. As outras apresentações da peça acontecerão em equipamentos culturais públicos que possuam acessibilidade física, como rampas e banheiros adaptados. Acessibilidade para deficientes visuais: O projeto dará prioridade para o agendamento das apresentações em espaços que possuam acesso com piso tátil. Acessibilidade para deficientes auditivos: Intérprete de libras em 4 apresentações para acessibilidade do conteúdo do espetáculo para a comunidade surda. Serão contratados intérpretes locais em cada cidade. OFICINA “A ESCUTA ATIVA NA CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS” (atividade paralela de ampliação de acesso) Acessibilidade física: Acontecerá em equipamentos culturais públicos que possuam acessibilidade física, como rampas e banheiros adaptados. Acessibilidade para deficientes visuais: O projeto dará prioridade para o agendamento das oficinas em espaços que possuam acesso com piso tátil. Acessibilidade para deficientes auditivos: Intérprete de libras em 1 oficina para acessibilidade do conteúdo da oficina para a comunidade surda. Será contratado intérprete local. CONTRAPARTIDA SOCIAL "TEATRO E MEMÓRIA” (Ação Formativa) Acessibilidade física: Acontecerá em escolas da rede pública de ensino que possuam acessibilidade física, como rampas e banheiros adaptados. Acessibilidade para deficientes visuais: O projeto dará prioridade para o agendamento dos workshops em espaços que possuam acesso com piso tátil. Acessibilidade para deficientes auditivos: Intérprete de libras em 1 workshop para acessibilidade do conteúdo do encontro para a comunidade surda. Será contratado intérprete local.

Democratização do acesso

ESPETÁCULO TEATRAL - "VAGALUZ" (Art. 21) III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; Como ação de ampliação de acesso serão realizadas 6 oficinas “A ESCUTA ATIVA NA CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS”. (Art. 21) V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; Como contrapartida social serão realizados 2 workshops "TEATRO E MEMÓRIA”: (Art. 21) III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22;

Ficha técnica

Direção: Antônio Januzelli (Janô) Atuação: Edgar Campos e Lídia Engelberg Concepção e Dramaturgia: Antônio Januzelli (Janô), Edgar Campos e Lídia Engelberg Desenho de Luz: Thiago Zanotta Preparação Vocal: Andreia Kaiser Produção Executiva: Carolina Faria e Fernanda Tonoli Produção Geral (Proponente): IGF - Instituto Gentil de Faria de Pesquisa e Consultoria em Educação e Cultura LTDA. A instituição proponente irá cuidar da produção geral do projeto em interface direta com a produção executiva para acompanhar a execução do projeto e garantir a administração dos recursos e cronograma. Antônio Januzelli - Janô Bacharel em Direito pela PUCAMP e formado em Artes Cênicas pela ECA-USP e pela Escola de Arte Dramática. Mestrado e doutorado pela ECA-USP. Professor do departamento de Artes Cênicas da ECA-USP desde 1977. Foi professor da EAD entre 1977 e 2002. Autor do livro “A Aprendizagem do Ator” publicado pela Ática. Dirigiu e atuou em diversas produções no Brasil. Integra o núcleo criador da Cia Simples de Teatro e é diretor de “Se eu fosse eu”. Dirigiu os monólogos “A Hora e a Vez” e “O Porco”, indicado ao prêmio Shell de melhor ator. Foi membro do conselho editorial da Revista da ECA, membro do conselho editorial da revista do LUME-Unicamp e representante do Departamento de Artes Cênicas na AIEST. Edgar Campos Iniciou no teatro em 1980 com Jamil Dias, em “Do fundo do Baú”. Esse encontro resultou em outros trabalhos: “Exercício da Paixão”; “Guaiú, a Ópera das Formigas”; e “Por Pensamentos, Palavras e Atos”. Trabalhou com Mário Mazetti, em “Casa de Brinquedo”; e com João Albano, em “Sexo Chocolate e Zambelê. Faz parte do CPT com Antunes Filho em 85. Sua entrada na Fraternal Cia de Artes e Malasartes traz a possibilidade de dedicar-se à pesquisa cênica. Com direção de Ednaldo freire e dramaturgia de Luís Alberto de Abreu, de 1998 a 2013, participa de: “Iepe”, “Till Eulenspigel”, “Masteclé – O Tratado Geral da Comédia”, “Auto da Paixão e da Alegria”, “Borandá - O auto do Migrante”, “Memória das Coisas”, “Sacra Folia” e “As Três Graças”. Lídia Engelberg Iniciou nas artes cênicas no CPT, em 85. Ao longo dos anos, entremeou atuação em montagens e trabalhos de formação e pesquisa com estudos de dança e consciência corporal e cênica, e investigações de voz e canto; além da prática de aikido. Dentre os profissionais relacionados aos seus fazeres e pensares teatrais estão: Antunes Filho; Roberto Cordovani; Bru Palmieri; Cristina Calazans; Cristiane Paoli Quito; Alex Ratton; Antônio Januzelli e Juliana Sanches. Dedica-se à Arte de Contar Histórias, participando de projetos como: Viagem Literária, Circuito Teatral, Festival da Mantiqueira, Roteiro de Bibliotecas Públicas, entre outros; e de formação de educadores em universidades e Sescs. Thiago Zanotta Formado em Artes Visuais pela Faculdade Paulista de Artes - FPA e em Comunicação das Artes do Corpo pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - PUC-SP (2018). Radicado em São Paulo desde 2011, na Cia de teatro Os Satyros, atuou como cenógrafo e iluminador cênico, sendo também, por dois anos consecutivos, re-sponsável técnico do Festival Satyrianas, um dos mais tradicionais da capital paulista. Em 2014, fez residência artística em Cuba, onde realizou intervenções do projeto Sudários Urbanos, além de proferir uma palestra sobre o trabalho na Escola Nacional de Belas Artes “San Alejandro”, em Havana. No teatro, trabalhou em mais de 50 espetáculos nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Fortaleza, Teresina, Brasília e Porto Alegre. No exterior, também atuou em Estocolmo, na Suécia, em Santiago do Chile, na cidade cabo-verdiana de Mindelo, na África e em Madison, nos EUA. Atualmente, colabora com diversos grupos teatrais de São Paulo, como cenógrafo e iluminador cênico. Em 2018, assina a iluminação, sonoplastia e video-cenários do espetáculo “Casulo”, com direção conjunta de Robson Catalunha e Robert Wilson, via Watermill Center/NY. Em 2018, recebeu duas premiações pelo desenho de luz do espetáculo “O Desmonte”, com direção de Amarildo Félix, em Festivais de Mogi Guaçu/SP e Brasília/DF, além de, em 2019, ser indicado ao prêmio "Aplauso Brasil" pelo mesmo espetáculo. Andreia Kaiser Mestre em Música pela Universidade de São Paulo e diplomada em Ópera Performance pela Academia de Música de Viena, tem se apresentado regularmente em concertos no Brasil, Alemanha, Áustria, Bélgica, Escócia e França. Forma, desde 1999, com a alaudista Carin Zwilling, o Duo “As You Like It”, especializado nas canções originais de cena do teatro de William Shakespeare. Com patrocínio do "Prêmio Petrobrás Música" gravou, juntamente com o percussionista Joaquim Abreu, o CD "Materiales - Música Contemporânea Brasileira para Soprano e Grupo de Percussão”. É membra fundadora do “Núcleo Hespérides – Música das Américas”, com o qual gravou os CDs “Luminamara”, “Retratos de Radamés” (duplo); “Sons das Américas” (selo SESC, duplo) e “Hõnkrepöj”. Participou também do CD “A Música de Gilberto Mendes” (Selo SESC). É professora de Canto da Escola Municipal de Música de SP desde 1994. Também lecionou por 17 anos na Escola de Arte Dramática (EAD/ECA/USP) e no Instituto de Artes da UNESP, entre 1995 e 1997. Trabalha regularmente como preparadora vocal em diversos espetáculos teatrais. Carolina Faria Atriz formada pela Escola de Arte Dramática (EAD/ECA/USP), Licenciada em Letras pela Universidade Estadual Paulista (UNESP) e técnica em Dança pelo Centro Riopretense de Dança Isadora Duncan. É produtora e atriz fundadora do Grupo 59 de Teatro. Atuou como produtora executiva do Conexões - Projeto Teatro Jovem, um programa realizado pelo British Council, Cultura Inglesa, Colégio São Luís e Escola Superior de Artes Célia Helena (de 2007 a 2019), foi produtora e coordenadora da produção executiva do edital do Cultura Inglesa Festival (de 2006 a 2019). Atua no desenvolvimento de programas culturais, artísticos e educacionais e também presta consultoria e faz agenciamento de grupos, artistas e palestrantes internacionais para apresentações no Brasil. É sócia fundadora e diretora de produção da Café Produções Culturais. Fernanda Tonoli Produtora formada em Artes (Habilitação em Audiovisual) pela UFSCar e em Licenciatura em Língua Inglesa pela Faculdade Cultura Inglesa. No início de sua carreira como produtora concentrou-se em projetos na área de cinema, com destaque para seu papel como criadora, curadora e produtora da MOSCA – Mostra Audiovisual de Cambuquira. Com o passar dos anos, envolveu-se com produção cultural nas mais diversas áreas, trabalhando principalmente com teatro e música, produzindo espetáculos nacionais e internacionais, concertos de música coral, gravação de álbum, festivais e shows de grandes bandas. Foi coordenadora de produção do Cultura Inglesa Festival de 2007 a 2019. Atualmente é produtora do Coro d’A Cappella, consultora de programas sociais na Cultura Inglesa e sócia fundadora e diretora de produção da Café Produções Culturais.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

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