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ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: Pela presente proposta pretendemos produzir, montar e realizar uma temporada do espetáculo teatral infantil "Casa Estranha", nova peça com dramaturgia inédita. CONTRAPARTIDA SOCIAL: Iremos oferecer oficinas, com a participação de crianças e educadores, onde será ensinado como montar uma "traquitana", assim como as que são usadas no espetáculo, que permitem os efeitos práticos vistos em cena, tendo como modelo os dispositivos usados em jogos do tipo "escape room".
Toda rua tem uma casa estranha. A rua onde fica a casa do João não foge a essa regra. Ela fica quase na esquina e se destaca no quarteirão porque ao contrário de todas as outras casas da rua, ela é a única que não está pintada, cuidada e aparentemente, habitada. Tudo na Casa Estranha é sinistro. Não tem vidro nas janelas. Alguém colocou umas madeiras, então ninguém abre nem fecha as janelas faz um bocado de tempo. Existe um jardim na frente que se transformou numa espécie de floresta amazônica que se enxerga através de um portão que deve ter sido branquinho um dia, mas hoje tem aquela cor marrom de ferrugem. À noite no sobrado, acontece uma coisa muito sinistra. Apesar de aparentemente abandonado, você vê luzes acesas no quarto, o que significa que tem alguém morando lá. É isso mesmo que você leu. A Casa Estranha parece abandonada, ferrada, largada, mas o fato é que tem alguém morando lá. Ou então ela é assombrada. E pra tirar a dúvida, só invadindo, como concluem João, Igor e Helena, as três crianças sócias fundadoras do Clube do Susto, que funciona no sótão da casa de João. É lá que esses melhores amigos da rua contam histórias de terror, criam planos mirabolantes e compartilham segredos e traquinagens. João tem especial fascínio pela Casa Estranha da rua e após uma série de investigações envolvendo relatos do seus avós, pais, vizinhos e guarda da rua, ele propõe aos seus amigos uma missão expedicionária de invasão. O terror se apodera dos amigos, mas o desejo de aventura se sobrepõe. No Clube do Susto, a regra principal é nunca sucumbir ao medo e mesmo diante das perturbadoras justificativas para o abandono do imóvel, João, Igor e Helena invadem a casa. Logo, eles descobrirão que sons estranhos e aparições macabras precisam ser enfrentadas já que, da Casa Estranha, nunca se sai pela mesma porta que se entra, mesmo porque ela se trancou depois que as crianças entraram. A aventura começa na sala infestada de fantasmas, passa pela cozinha das facas flutuantes, avança pelos corredores dos quadros que falam e chega finalmente até o quarto misterioso, que eles descobrirão ser habitado por um velho senhor sociofóbico, que há vinte anos não sai para a rua. Na figura desse enigmático morador, está a resposta para todos os eventos aparentemente paranormais da Casa Estranha. Classificação indicativa: LivreDuração: 45 minutos
OBJETIVO GERAL: Produzir, montar e realizar na cidade de São Paulo uma temporada do espetáculo teatral infantil "Casa Estranha", escrita e dirigida por Leonardo Cortez. No elenco, André Santos, Conrado Sardinha, Djair Guilherme e Isadora Petrin. Com tal proposta pretendemos: - Montar um texto infantil apresentando a criança como a protagonista em seus questionamentos, descobertas, aprendizados e sucessos;- Apresentar temas universais para o público, como o medo e a superação;- Promover o entendimento do medo como uma ferramenta da psiquê humana para lidar com as mais diferentes questões;- Estimular a formação de plateia, oferecendo ingressos gratuitos a instituições que promovam a inserção social de crianças e jovens, a colaboradores (orientadores, educadores e professores) e a estudantes de escolas da rede pública de ensino;- Gerar empregos na área cultural, especificamente, na área teatral. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Realizar uma temporada ao longo de três meses, em teatro, do espetáculo "Casa Estranha", totalizando 24 apresentações, sendo duas por semana.- Atender um público previsto de 4320 pessoas ao longo do projeto.- Realizar 12 oficinas gratuitas de "Cosntrução de Traquitanas"
Casa Estranha enquadra-se nos incisos I, VIII e IX do Art. 1º da Lei 8313/91 e contribui para o alcance dos objetivos descritos nos incisos II, alínea "e" e IV, alínea "a", do Art. 3º da Lei 8313/91. Art. 1ºI - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3° II - fomento à produção cultural e artística, mediante:e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. Todos nós já sentimos medo, de alguma forma. Todos nós temos um (ou mais, ou muitos) medo(s) em especial, dos mais racionais aos mais irracionais ele é presente em nossas vidas. O medo exerce a função de nos alertar e proteger do perigo, seja esse um perigo presente ou antecipado. Também podemos entender o medo como uma insegurança em relação a uma pessoa, situação, objeto, animal, e é pessoal, o que assusta um pode não assustar o outro. Ninguém gosta de sentir medo. Evitamos ao máximo nos sentir assim e se nos deparamos com uma situação amedrontadora, nos esforçamos para nos afastar dela o mais rápido possível. Quando saímos do campo do real e passamos à ficção, nos deparamos com um paradoxo. Se sentir medo é uma experiência tão desagradável, por que milhares de nós ainda consumimos tantos filmes e livros que nos amedrontam? Por que queremos experimentar, na arte, o estado de tensão, o suor frio, a pulsação acelerada e todas as outras reações físicas que o medo gera? Em seu texto "Duas Espécimes de Medo", Rodrigo Carreiro cita o filósofo norte-americano Noël Carroll (1999) dizendo que ele "chamou esse comportamento contraditório de 'paradoxo do coração'(...). O livro de Carroll constitui um dos mais conhecidos e importantes estudos sobre a estranha popularidade do sentimento do medo no cinema." E continua, "a conclusão de Carroll é longa e complexa demais (e talvez insatisfatória, afinal) para caber neste texto, mas os dados que ele apresenta são incontornáveis: ao longo ao longo da história do cinema, o horror e demais gêneros fílmicos que lidam com o medo têm gerado muitos dos mais populares e/ou importantes filmes já produzidos (...). De algum modo, sentir medo no cinema dá prazer a uma enorme quantidade de gente." E finaliza dizendo que "é por isso que muitos gêneros importantes, como o suspense, o thriller de mistério e, evidentemente, o horror, trazem como pré-requisito inescapável a experiência afetiva desse sentimento." No trecho acima o autor fala sobre cinema, mas o mesmo pode ser dito sobre a literatura e, quiçá, sobre o teatro. Noël Carroll afirma que "pois, idealmente, parece que os leitores e espectadores de ficção de terror devem assemelhar-se, de grosso modo e sob certos aspectos, às emoções dos protagonistas humanos na ficção, ou, dito de um modo um pouco diferente, devemos compartilhar certos elementos das respostas emotivas a esses monstros com personagens humanos positivos nas ficções relevantes. Especificamente, compartilhamos com os personagens as reações emotivas de monstros como sendo temíveis e impuros - perigosos e repulsivos - e isso causa sensações relevantes em nós. Ao contrário dos personagens de tais ficções, não acreditamos que os monstros existam; nosso medo e nojo é mais uma resposta ao pensar em tais monstros. Mas, nossos estados avaliativos rastreiam os dos personagens." O mesmo se dá com as crianças. No texto "Histórias de Terror para as crianças brasileiras - Os prós e contras para o público infantil na visão de especialistas", Andressa Pessanha e Fernanda Pina afirmam que "o terror conquista também as crianças. Na literatura, os monstros, bruxas, fantasmas e casas mal-assombradas estão cada vez mais presentes, tanto no âmbito internacional como no nacional. A inserção dessas figuras mais imaginárias nas narrativas, entretanto, não é arbitrária, segundo especialistas. De acordo com a autora do livro Histórias de Terror para Crianças, Fernanda Chazan Briones, a personificação dos medos em criaturas fantasiosas tem o objetivo de estimular a imaginação do público infantil e de deixar a história de terror mais lúdica." Nossa intenção com a peça previamente intitulada "Casa Estranha" é trazer esse fascínio, o referido poder de identificação e catarse que o terror possibilita para os palcos, que tiveram pouco contato com o gênero, por meio do medo infantil. O universo infantil contém medos, com as três crianças da nossa peça não é diferente. Os medos permeiam várias esferas da infância: Medo que os pais se separem, medo de fazer amigos, medo de ficar doente, medo do que pode ser, medo do que é. Mas, o personagem mais medroso, na nossa obra, é o homem que mora na casa estranha no fim da rua. Ele vive trancado e nunca sai de casa, por nada. O que mais tem medo é quem quer provocar medo no outro, por isso, esse homem faz armadilhas na sua casa para assustar e afastar as pessoas. As três crianças entram nessa casa e têm seus medos escancarados. Aos poucos vão desmontando as estruturas e descobrindo a verdade, desmascarando o medo, enfrentando-o e resgatando o ‘amedrontado’. Sobre o estereótipo da casa mal-assombrada e sua importância nas narrativas de terror em sua monografia "Monstros Assustadores e Terror na Literatura para Crianças e Jovens", Felipe Ribeiro Campos afirma: "a utilização da casa mal-assombrada como cenário é o exemplo de um lugar onde aconteceram e/ou podem acontecer coisas ruins, é o palco de eventos paranormais e possivelmente lar de fantasmas que, nas histórias de terror, sempre são malignos e querem fazer o mal para aqueles que por acaso invadiram seu espaço. Vários lugares podem ser mal-assombrados: hotéis, parques de diversão, escolas, hospitais, cemitérios, etc., mas a casa é o único lugar onde qualquer pessoa se sente segura, protegida de todos os males do mundo." E ressalta ainda que "a boa ficção de terror mostra que não trancamos o mal no lado de fora, mas que estamos nos trancando com ele dentro de nossa casa. Em outra interpretação, a casa de uma pessoa é a extensão dela mesma, a degradação de um lar consequentemente acarreta na profanação daquele que vive no ambiente. Nas histórias de terror os cenários funcionam como espelhos das personagens, tendo a casa e a mobília como elementos que podem identificar as nuances de cada um, o que acontece com os habitantes da casa." A intenção é que o medo seja elaborado, para que se possa discuti-lo e superá-lo. Trabalharemos o medo como elemento dominante na construção do ser humano. O mundo pode ser assustador, mas se você enfrentar seus medos e suplantá-los o mundo se torna menos horripilante. Assim como as crianças da peça, as crianças da platéia precisam saber da necessidade de enfrentar os seus medos, ter coragem, e para que essa coragem floresça é preciso saber que as coisas não são tão terríveis assim. O terror ajuda a criança a exteriorizar o desconhecido e a lidar com ele. Acreditamos também que ao trabalhar com um gênero que gera muito interesse nas crianças, iremos gerar um interesse grande para o teatro, fazendo com que mais crianças queiram ir à espetáculos, contribuindo assim diretamente com formação de público.
Não se aplica
ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade física:Para a realização das apresentações, será selecionado um teatro cujas instalações garantam o livre acesso da pessoa portadora de deficiência física ou mobilidade reduzida e de idosos.Caso o espaço não atenda plenamente às condições de acessibilidade, o produtor que acompanhará todas as apresentações durante a temporada (identificado como Coordenador Administrativo-Financeiro no orçamento), em conjunto com a equipe do teatro, será responsável por facilitar o livre acesso de portadores de deficiência física ou mobilidade reduzida e das pessoas idosas. Acessibilidade para deficientes visuais:Gravação e edição de registro em vídeo do espetáculo com audiodescrição em português (BR). Este vídeo será disponibilizado de forma gratuita e aberta ao público em geral, através de plataformas de streaming, além de fazermos contato por meios eletrônicos com instituições que atuam com pessoas com deficiência visual, informando sobre a ação. Esta informação também constará em anúncios do espetáculo em mídia. Acessibilidade para deficientes auditivos:Serão realizadas oito apresentações com tradutor intérprete de LIBRAS, sendo uma por final de semana da temporada. Esta ação será amplamente divulgada, especialmente, pela assessoria de imprensa, pela internet (redes sociais), por meio de vídeos com tradução em Libras do elenco convidando o público a assistir ao espetáculo e por anúncios publicitários na mídia impressa. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS Acessibilidade física:Para a realização das oficinas, serão selecionados espaços nas escolas cujas instalações garantam o livre acesso da pessoa portadora de deficiência física ou mobilidade reduzida.Caso o espaço não atenda plenamente às condições de acessibilidade, o produtor que acompanhará as oficinas, em conjunto com a equipe da escola, será responsável por facilitar o livre acesso de portadores de deficiência física ou mobilidade reduzida. Acessibilidade para deficientes visuais:Com acompanhamento de um monitor, será feito um acompanhamento sensorial durante três oficinas, de forma que os portadores de deficiências visuais possam interageir com os mecanismos que estão sendo criados. Acessibilidade para deficientes auditivos:Serão realizadas três oficinas com tradutor intérprete de LIBRAS.
A fim de se democratizar o acesso ao produto cultural, serão adotadas as seguintes ações previstas nos incisos I: a), d) do art. 20 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania: - Doação de 20% de ingressos exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística (Instituições que promovam a inserção social de idosos, estudantes de escolas públicas estaduais e a aposentados). - Mínimo de 10% (dez por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012; Além disso, conforme, em complemento, conforme disposto no art. 21, inciso V da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania: - Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas. Iremos oferecer 12 oficinas gratuitas.
FICHA TÉCNICA Texto e direção: Leonardo CortezElenco: André Santos, Conrado Sardinha, Djair Guilherme e Isadora PetrinTrilha sonora e direção musical: Jonatan HaroldCenografia e efeitos: Djair GuilhermeDireção de Produção: Sonia Kavantan Funções do proponente (remuneradas pelo projeto). - Direção de produção- Captação de recursos CURRÍCULOS Leonardo CortezTexto e direção É dramaturgo, ator, diretor e roteirista, formado em Artes Cênicas pela Escola de Comunicações e Artes da USP. No teatro, foi indicado quatro vezes ao Prêmio Shell de Melhor Autor, além de três indicações na mesma categoria no Prêmio APCA, uma no Prêmio Cooperativa Paulista de Teatro e três no Prêmio Aplauso Brasil, conquistado por ele no Voto Popular em 2016. O autor possui três livros editados: “Trilogia Canalha”, prefaciado por Sebastião Milaré (Editora Candombá); “Comédias Urbanas” (Editora SESI-SP) e “Sala dos Professores” (Editora Giostri). Além de dezenas de peças de outros autores, atuou em diversas montagens de sua autoria de 2004 até a presente data. Em 2003, escreveu e dirigiu “O Crápula Redimido”, recebendo dois prêmios pelo texto nos Festivais de Florianópolis e Pindamonhangaba. No mesmo ano, escreveu e interpretou o monólogo “In Memoriam”, pelo qual recebeu o Prêmio Charles de Melhor Ator. André SantosAtor Formado pela Escola de Atores do Centro de Artes Cênicas do TUCA (PUC-SP / 2003), entre os trabalhos recentes destaca: “Quem Prospera, Sempre Alcança”, texto e direção de Leonardo Cortez (2019-2020)“Quem Conta um Conto, Aumenta Um Sonho”, Contos de autores brasileiros, direção de Plinio Meirelles (2019-2020)“Muro”, Coletivo Favela em Cena, texto de William Gutierre e André Santos, direção de André Santos (2018)“Bob é Negro”, texto e direção de João Fábio Cabral (2013)“Nos Campos de Piratininga”, texto de Renata Pallottini e Graça Berman, direção de Imara Reis (2008-2010)“O Natal Presente no Meu Presente de Natal”, texto e direção de William Gutierre (2012)“Rua do Medo”, texto de Leonardo Cortez e direção de Marcelo Lazzaratto (2011)“Escombros”, texto de Leonardo Cortez, direção de Leonardo Cortez e Frederico Foroni (2010)“Edmond”, texto de David Mamet, direção de Ariela Goldman (2006)“Depois da Queda”, texto de Arthur Miller, direção de Jussara Morais (2003) Conrado SardinhaAtor Ator formado pela Escola de Atores Wolf Maya em 2009, foi integrante do grupo da Escola de Atores Wolf Maya por 3 anos e integrou também o Grupo TAPA por 5 anos. Participou do curso de interpretação de cinema com o Diretor Fernando Leal, do curso livre de atuação para cinema com Sérgio Penna e de curso livre com o Theatre du Soleil. Sua experiência em atuação tem como destaque a série “Irmandade” da Netflix (1ª e 2ª temporadas), os espetáculos teatrais “Um presente para Ramiro”, de Valdo Resende; “O Rei da Vela”, de Oswald Andrade, pelo Grupo Parlapatões com direção de Hugo Possolo; projeto-espetáculo "Arte na Comunidade", dirigido por Valdo Resende; “Espetáculo Anti-Nelson Rodrigues”, de Nelson Rodrigues, pelo Grupo TAPA; “Longo Adeus”, de Tennessee Williams, direção de Flávio Tolezani; “Alguns Blues do Tennessee”, de Tennessee Williams, pelo Grupo TAPA; “Os Credores”, de Strinberg, pelo Grupo TAPA; “Cardiff”, pela Cia. Triptal, direção André Garolli. Djair GuilhermeAtor / Cenógrafo Ator, brinquedeiro e dramaturgo. É bacharel em Interpretação Teatral, formado pela ECA/ USP. Foi membro da Cia Bastarda de Teatro Plástico e da Cia dos Gansos. Como ator em teatro, participou de: “Rua do Medo” texto de Leonardo Cortez e Direção de Marcelo Lazzarato, São Paulo, 2010; “O rei dos urubus” texto de Leonardo Cortez e Direção de Marcelo Lazzarato, São Paulo, 2008 - indicado para o prêmio de melhor ator coadjuvante no 3º Fentepira (Festival de Teatro de Piracicaba) e no 32º Festepinda (Festival de Teatro de Pindamonhangaba); “Escombros” texto de Leonardo Cortez e Direção de Frederico Foroni, São Paulo, 2006; “A Construção” texto de Djair Guilherme e Direção de Eduardo Coutinho, São Paulo, 2005; “Frio 36,5 ºC” concepção de Arthur Belloni, São Paulo, 2003 - espetáculo selecionado para o IXª. Edição do Festival Internacional de las Artes - Costa Rica. Criou a cenografia dos espetáculos teatrais: “Um Presente para Ramiro”, “Rua do Medo” e “Pra você que me esqueceu”, entre outros. Isadora PetrinAtriz Possui graduação/bacharelado em Artes Cênicas pela Escola Superior de Artes Célia Helena onde também se formou como atriz pelo Teatro-Escola Célia Helena. É integrante do Grupo Arte Simples de Teatro com o qual participou de espetáculos como "A Festa", “Arte Simples conta Tchekhov”, “O Ultimo Pássaro”, "A BOLA: Historias que Rolam", "UTOPIA” e “Amores”, que ficaram em cartaz na comunidade de Heliópolis e circularam por aparelhos culturais como CEUs, bibliotecas e casas de cultura. Durante a pandemia desenvolveu o projeto “Amores Difíceis - Teatro no Zoom”, onde se apresentam virtualmente para pessoas do mundo todo. Também como atriz participou de “Um Presente Para Ramiro”, texto e direção de Valdo Resende (2018-2019) e foi integrante da Fraternal Companhia de Arte e Malas-Artes de 2007 a 2011 participando das peças “Auto da Infância”, “As Três Graças” e “A História de Muitos Amores” que também circularam por inúmeros lugares. Jonatan HaroldDireção musical Músico e ator, com formação erudita e popular em piano, canto, regência e teatro (UNESP, CDMCC de Tatuí, Berklee Scholarship), indicado ao "Prêmio Shell" 2014 na categoria "Música", especializou-se na junção dessas linguagens artísticas. Buscando sempre a união da técnica e sensibilidade, faz trilhas originais para peças, direção musical, composições, produção musical, arranjos, performances e recitais no Brasil e exterior. Trabalhando com renomados artistas premiados, sempre presente nos processos de criação e idealização dos projetos. Seus últimos trabalhos de destaque foram “Quem Prospera Sempre Alcança”, “Palavra de Stela”, “Florilégio 2 - Nas Ondas do Rádio”; “Camille e Rodin”; “Elza e Fred”; “Sou Toda Coração”; “Jocasta”; “A Graça Do Fim” e “Isadora”. Sonia KavantanDireção de produção Socióloga e Pedagoga formada pela USP. Produtora cultural com mais de 30 anos de experiência, atua na área educacional e cultural, em produção, consultoria, marketing cultural e pesquisa. É uma das pioneiras em formação de produtores e agentes culturais, ministrando cursos, palestras e workshops por todo o Brasil desde 1995. Dentre os projetos realizados recentemente, destacam-se: Quem Prospera Sempre Alcança, Um presente para Ramiro, Palavra de Stela, Aeroplanos, Arte na Comunidade 4 (Vale do Paraíba), Maldito Benefício, Florilégio Musical II – Nas Ondas do Rádio e Dramaturgias Urgentes.
PROJETO ARQUIVADO.