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Realização do festival Nossa Rua, um festival de arte de rua que vai reunir as melhores atrações culturais de diversas ruas de lazer, que serão estimuladas e implementadas durante o desenvolvimento do projeto, contribuindo para a ocupação do espaço público através da difusão da arte de rua.
Como a programação artística do Festival Nossa Rua depende da implantação das Ruas de Lazer e da seleção de artistas que se apresentarão nessas ruas de lazer, não temos condições de apresentar as sinopses das peças de teatro de rua e dos espetáculos neste momento incipiente do projeto. Entretanto, segue abaixo uma sinopse do evento:Nossa Rua é um festival de arte de rua, com cerca de 07 horas, que terá apresentações de teatro, música, dança, oficinas de arte, entre outras atividades culturais, com entrada franca. Classificação Indicativa Etária: Livre
OBJETIVO GERAL Realizar o festival de artes Nossa Rua com uma série de apresentações de teatro, música e dança, que serão selecionadas entre diversas Ruas de Lazer a serem implementadas e estimuladas por nosso projeto, além de disponibilizar oficinas de arte e um espaço para leitura. Assim este grande evento, com cerca de 6 horas de duração, será uma vitrine para artistas de rua de diversas comunidades e classes sociais, bem como uma contribuição, através das artes, para a ressignificação do espaço público, que certamente terá um papel muito importante no resgate do convívio social no pós-pandemia do Corona Vírus. OBJETIVO ESPECÍFICO Para uma melhor performance de todo o potencial que um projeto dessa natureza pode operar em diversas comunidades, desenhamos uma linha de ação que se inicia com a prospecção de líderes comunitários que queiram criar ruas de lazer, uma política pública iniciada em São Paulo nos anos 70, que permite aos moradores de determinada localidade solicitar o fechamento de uma rua (seguindo uma série de critérios técnicos) aos domingos e ali desenvolver atividades aos finais de semana. Para tanto, vamos desenvolver uma plataforma para a inscrição de interessados que serão selecionados conforme a viabilidade de abertura de ruas de lazer em sua região. Uma vez selecionados, daremos toda a orientação e assessoria necessária para esses líderes ou associações comunitárias solicitarem ao poder público a atribuição de rua de lazer. Aprovado o processo da Rua de Lazer junto à Prefeitura, passamos para o segundo estágio do projeto, em que desenvolveremos em comum acordo com os moradores uma grade de programação artística que dará sustentação à Rua de Lazer. Vamos desenvolver também uma Consultoria de Economia Criativa, onde estimularemos a produção cultural, a gestão de recursos e a geração de renda para profissionais como designers gráficos, artesãos, promotores de eventos, músicos, fotógrafos, atores, dançarinos, grafiteiros etc. Com ela vamos capacitar grupos artísticos e profissionais da economia criativa a participarem de eventos de maneira formalizada, até mesmo ajudando esses profissionais a abrirem suas MEIs e receberem os seus primeiros cachês através do nosso projeto. Como parte de todo o envolvimento feito com a comunidade, desenvolveremos uma Oficina de Grafite para pintura de muro, preferencialmente na própria Rua de Lazer, e ofereceremos material cenográfico, como tintas, madeira, caixotes de feira, garrafas pets para confecção de adereços, lãs e tecidos para adornar as árvores, entre outras soluções cenográficas de baixo custo para dar uma identidade única ao local e ampliar o sentimento de pertencimento da Rua de Lazer àquela comunidade. Quando a comunidade tiver o conhecimento de todos os fundamentos para que a produção cultural, ao lado das atividades esportivas que são praticadas em qualquer rua de lazer, possam ser perenes mesmo sem nossa presença, faremos um evento de para simbolizar a entrega desta rua de lazer para a comunidade local. Para este evento traremos uma Kombi personalizada, "Komboza", uma espécie de palco ambulante, na qual as atrações da comunidade poderão se revezar com grupos profissionais que serão convidados para fazer este intercâmbio com os artistas locais. Neste dia realizaremos também 04 sessões de Oficina de Pintura e Oficina de Material Reciclável, e 01 sessão da Oficina de Malabares e da Oficina de Dança. Teremos também um Espaço de Leitura, onde organizaremos uma mini biblioteca. O projeto inclui também a doação de livros, equipamento de som portátil e microfone para cada uma das Ruas de Lazer manterem suas atividades. Esse processo será repetido em 15 novas localidades, culminando com a entrega de 16 novas ruas de lazer, gerando oportunidades de negócio para toda a comunidade local e estimulando a produção e difusão de sua cultura. Após a implantação de 16 Ruas de Lazer, concluiremos o projeto com o festival de arte de rua "NOSSA RUA", onde apresentaremos as melhores atrações selecionadas entre as 16 Ruas de Lazer, celebrando a amizade, o convívio e a harmonia em torno de um bem comum, o espaço público. Abaixo seguem os objetivos específicos que serão desenvolvidos: RUAS DE LAZER a) Teatro na Komboza realizar 02 apresentações profissionais de espetáculos teatrais da "Komboza" a serem selecionados x 16 ruas = 32 apresentações teatrais b) Música Instrumental na Komboza realizar 01 apresentação profissional de música instrumental da "Komboza" a ser selecionada x 16 ruas = 16 apresentações de música instrumental c) Teatro Local realizar 01 apresentação de grupo teatral local a ser selecionado x 16 ruas = 16 apresentações teatrais d) Dança Local realizar 01 apresentação de grupo de dança local a ser selecionado x 16 ruas = 16 apresentações de dança e) Música Instrumental Local realizar 01 apresentação de música instrumental local a ser selecionada x 16 ruas = 16 apresentações de música instrumental f) Música Popular Cantada Local realizar 01 apresentação de música popular cantada local a ser selecionada x 16 ruas = 16 apresentações de música popular cantada g) Oficina de Pintura realizar 04 sessões de Oficina de Pintura x 16 Ruas = 64 sessões h) Oficina de Material Reciclável realizar 04 sessões de Oficina de Material Reciclável x 16 Ruas = 64 sessões i) Oficina de Malabares realizar 01 sessão de Oficina de Malabares x 16 Ruas = 16 sessões j) Oficina de Dançarealizar 01 sessão de Oficina de Dança x 16 Ruas = 16 sessões k) Oficina de Grafite realizar 01 Oficina de Grafite x 16 Ruas = 16 oficinas l) Consultoria de Economia Criativa realizar 01 Consultoria de Economia Criativa x 16 Ruas = 16 oficinas m) Doação Doar 20 livros para o prosseguimento das atividades de cada Rua de Lazer 20 livros x 16 Ruas = 320 livros Doar 1 equipamento de som portátil com um microfone para o prosseguimento das atividades de cada Rua de Lazer 1 equipamento de som c/ microfone x 20 Ruas = 20 equipamentos de som c/ microfone FESTIVAL NOSSA RUA a) Festival realizar 01 Festival de Arte de Rua com cerca de 06 horas de programação cultural b) Teatro na Komboza realizar 02 apresentações profissionais de espetáculos teatrais da "Komboza" a serem selecionados c) Música Instrumental na Komboza realizar 01 apresentação profissional de música instrumental da "Komboza" a ser selecionada d) Teatro realizar 05 apresentações de espetáculos teatrais a serem selecionados e) Dança realizar 05 apresentações de grupos de dança a serem selecionados f) Instrutor de Dança No Festival vamos ter uma apresentação do professor da Oficina de Dança no palco para animar a plateia e passar uma coreografia que todo o público possa realizar junto. g) Música Instrumental Local realizar 04 apresentações de música instrumental a serem selecionadas h) Música Popular Cantada Local realizar 02 apresentações de música popular cantada a ser selecionada i) Oficina de Pintura realizar 08 sessões de Oficina de Pintura j) Oficina de Material Reciclável realizar 08 sessões de Oficina de Material Reciclável k) Oficina de Malabares realizar 08 sessões de Oficina de Malabares l) Oficina de Grafite realizar 01 Oficina de Grafite
A constituição arquitetônica da cidade moderna, em especial a de uma grande cidade como São Paulo, delegou à rua uma função voltada majoritariamente para a circulação de carros, mercadorias e pessoas, tornando um espaço eminentemente público em um local de passagem que não gera conexões afetivas e de pertencimento naqueles que por ali transitam e habitam. Essa perda de conexão com a rua e a impossibilidade de vivenciar experiências significativas naquele espaço, apresentam conseqüências negativas que vão desde a perda de identificação com o local onde vivem e o sentimento de pertencer àquele local, afetando diretamente o desenvolvimento de relações comunitárias e de cuidado com o espaço público que passa a ser encarado como um "lugar de ninguém". Esse fenômeno, observado em muitos lugares ao redor do mundo é muito bem descrito pelo antropólogo Marc Augé em sua obra "Não lugares: Introdução a uma antropologia da supermodernidade". Adicionando a esse cenário a grande penetração das tecnologias de informação e comunicação nos lares, vivências ao ar livre com caráter comunitário pouco aparecem no cotidiano das pessoas, empobrecendo suas narrativas enquanto cidadãs e sua capacidade de se contextualizar no lugar cuja história as atravessa. A experiência recente com o novo coronavírus e a necessidade constante (porém passageira) de longos períodos de isolamento social e de quarentena levaram milhões de brasileiros a se fechar em suas casas e de perceber a rua como um local perigoso, onde estariam expostas ao contágio da COVID 19. Partindo da reversão da curva de contágio e da retomada das atividades quotidianas, a soma de todos esses tendem a tornar a rua um local pouco amigável. Por outro lado, longos períodos de isolamento e distanciamento social causarão nas pessoas um forte desejo de retomar a proximidade com outras pessoas e deixará evidente a necessidade de atividades artísticas e culturais para amenizar os efeitos que essa brusca e repentina mudança causou em nossas vidas. Entretanto, outro fator complicador nesse processo serão os efeitos econômicos impostos pelo isolamento social e a falta de recursos para que principalmente as pessoas mais pobres possam usufruir de todos os benefícios que essa experiência artística, comunitária e ao ar livre podem gerar. Dessa forma, cientes do potencial transformador da arte e da cultura é que propomos a realização de um projeto que viabilize a rua como um espaço permanente de vivência cultural, artística e comunitária, através da mobilização e capacitação de atores locais para que a partir da organização local a rua se torne um espaço de identificação, alegria, convivência e conhecimento, proporcionado por artistas e moradores para sua própria comunidade. Assim, para a viabilidade deste projeto, solicitamos o apoio da Secretaria Especial de Cultura, através da Lei de Incentivo à Cultura, entendendo que o nosso projeto atende aos incisos I, II e III, do Artigo 1º, da Lei 8.313/91, a saber: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; Com a realização deste projeto atingiremos os objetivos da alínea c do Inciso II, do artigo 3º da Lei 8.313/91, a saber: Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.
Levando em consideração o inciso I, do anexo IV, da Instrução Normativa no 02/2019, em que projetos de artes cênicas, como o nosso, que se organizam sob a forma de festival são enquadrados no artigo 18, a saber: ANEXO IV SEGMENTOS CULTURAIS ENQUADRADOS NO ART. 18, § 3o, DA LEI No 8.313, DE 1991. OS INCENTIVADORES DE PROJETOS QUE SE ENQUADREM NA LISTAGEM DESTE ANEXO FARÃO JUS AO BENEFÍCIO DE QUE TRATA O § 1o DO ART. 18 DA LEI No 8.313, DE 1991. PARA OS DEMAIS PROJETOS, ENQUADRADOS NO ART. 25. DA LEI, OS INCENTIVADORES FARÃO JUS AO BENEFÍCIO DO ART. 26. I - ARTES CÊNICAS e) teatro; (art. 18, § 3o, alínea a) E compreendendo que nosso festival se caracteriza pela multidisciplinaridade das atividades culturais, comprometemo-nos a contratar no mínimo 60% das atrações musicais com repertório exclusivo de Música Instrumental. Assim sendo, vimos, por meio desta, solicitar o enquadramento de nosso projeto no artigo 18 da Lei 8.313/91.
SUGESTÃO DE PROGRAMAÇÃO DO FESTIVAL NOSSA RUA PALCO11h00 - Som ambiente com músicas brasileiras Mestre de Cerimônia interage com o público 11h10 - Grupo de Música Instrumental 11h25 - Mestre de Cerimônia interage com o público 11h30 - Grupo de Teatro 12h00 - Mestre de Cerimônia interage com o público 12h05 - Grupo de Dança 12h15 - Mestre de Cerimônia interage com o público 12h20 - Grupo de Música Instrumental 12h35 - Mestre de Cerimônia interage com o público 12h40 - Grupo de Teatro 13h10 - Mestre de Cerimônia interage com o público 13h15 - Grupo de Dança 13h25 - Mestre de Cerimônia interage com o público 13h30 - Grupo de Música Instrumental 13h45 - Mestre de Cerimônia interage com o público 13h50 - Grupo de Teatro 14h10 - Mestre de Cerimônia interage com o público 14h15 - Grupo de Dança 14h25 - Mestre de Cerimônia interage com o público 14h30 - Grupo de Música Instrumental 14h45 - Mestre de Cerimônia interage com o público 14h50 - Grupo de Dança 15h00 - Mestre de Cerimônia interage com o público 15h05 - Grupo de Teatro 15h25 - Mestre de Cerimônia interage com o público 15h30 - Grupo de Música Popular Cantada 15h45 - Mestre de Cerimônia interage com o público 15h50 - Grupo de Dança 16h00 - Mestre de Cerimônia interage com o público 16h05 - Grupo de Teatro 16h25 - Mestre de Cerimônia interage com o público 16h30 - Grupo de Música Popular 17h00 - Mestre de Cerimônia finaliza o dia Quando fizermos a seleção, a duração das atrações será readequada de acordo com a necessidade da grade de programação. As três atrações da Komboza serão realizadas no palco secundário da Kombi. OFICINAS11h às 17h - 08 sessões de Oficina de Pintura 11h às 17h - 08 sessões de Oficina de Material Reciclável 11h às 17h - 08 sessões de Oficina de Malabares
FESTIVAL NOSSA RUA ACESSIBILIDADE FÍSICA Comprometemo-nos a disponibilizar banheiros químicos adaptados e toda a infra-estrutura necessária para receber idosos, pessoas com mobilidade reduzida e cadeirantes, bem como espaço adequado para que eles tenham uma boa visão de todos as atrações artísticas durante o Festival de Rua que finaliza o projeto. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS Destacaremos um monitor para acompanhar o grupo de deficientes visuais durante toda a programação do Festival. Eles poderão ficar num espaço prioritário para pessoas com necessidades especiais para usufruir melhor de toda a programação do Festival de Rua que finaliza o projeto. Além disso ofereceremos transporte para instituições sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência visual. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS Teremos Intérprete de Libras no palco principal do Festival de Rua que finaliza o projeto, e ofereceremos transporte para instituições sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência auditiva. ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE FÍSICA Comprometemo-nos a disponibilizar banheiros químicos adaptados e lugares para deficientes físicos obterem uma boa visibilidade do teatro de rua a ser realizado no Festival de Rua que finaliza o projeto. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS Como estaremos em espaço público aberto, num ambiente em que não teremos total controle de acesso, não será possível o oferecimento de audiodescrição para pessoas com deficiência visual. Desta forma, vamos oferecer monitores para acompanhamento deste grupo de pessoas e ofereceremos a programação impressa em libras, onde constará as sinopses das peças de teatro de rua que serão encenadas no decorrer do Festival de Rua que finaliza o projeto. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS 01 sessão com Intérprete de Libras APRESENTAÇÃO MUSICAL ACESSIBILIDADE FÍSICA Comprometemo-nos a disponibilizar banheiros químicos adaptados e lugares para deficientes físicos obterem uma boa visibilidade dos músicos de rua do Festival de Rua que finaliza o projeto. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS Como se trata de apresentação de música, não há necessidade de audiodescrição. Desta forma teremos monitores que apoiarão o público com deficiência visual para auxiliá-los durante as apresentações dos músicos do Festival de Rua que finaliza o projeto. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS Como se trata de uma apresentação de música, não há necessidade de um intérprete de libras no palco durante sua execução. Entretanto, teremos um intérprete de libras no palco, ao lado do Mestre de Cerimônia, para acompanhar toda a programação do Festival de Rua, e que estará atento para intervir, caso algum músico dialogue com o público. OFICINAS ACESSIBILIDADE FÍSICA As Oficinas serão estruturadas fisicamente para atender também cadeirantes durante o Festival de Rua que finaliza o projeto. Os profissionais envolvidos em sua execução estarão atentos para as eventuais alterações do espaço físico, bem como alterações no conteúdo para integrar todos os participantes. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS Teremos 02 sessões com monitores preparados para atender o público com deficiência visual e com atividades que possam integrar esse público ao contexto geral de nosso festival. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS Teremos 02 sessões com intérprete de libras para atender o público com deficiência auditiva. CONTRAPARTIDA - PALESTRA DE FORMAÇÃO CULTURAL ACESSIBILIDADE FÍSICA As Palestras de Formação Cultural serão realizadas em escolas que tenham banheiros adaptados e rampas que facilitam o acesso de pessoas com deficiência física. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS Como se trata de palestra em que não vamos ter grande recurso audiovisual, não há necessidade de se ter um instrumento, como audiodescrição ou impressos em libras, para que a pessoa com deficiência visual possa usufruir desta ação. Entretanto, se houver um deficiente visual na plateia, o palestrante levará em consideração esta situação e poderá efetuar algumas alterações em seu discurso para que não haja nenhuma perda na compreensão do conteúdo a ser exposto. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS Teremos 01 sessão com intérprete de libras para atender o público com deficiência auditiva.
Como se trata de um Festival que será realizado na rua sem cobrança de ingresso, o que dará acesso universal a toda a sociedade, não teremos um acesso controlado de público. Desta forma, comprometemo-nos a contabilizar o público a partir de registros fotográficos que darão a dimensão da quantidade de pessoas que puderam usufruir deste bem cultural, atendendo às disposições preliminares do Pronac - Programa Nacional de Apoio à Cultura que valoriza o livre acesso às fontes de cultura. Já no que tange às Oficinas de Arte, que também serão gratuitas, poderemos ter um controle maior com uma lista de presença. Público16 Ruas de Lazer x 500 pessoas = 8.000 pessoas01 Festival x 6.000 pessoas = 6.000 pessoasTotal de público estimado de 14.000 pessoas De qualquer forma, para ampliar o acesso a este produto cultural, vamos oferecer a instituições sem fins lucrativos, que trabalham com o público idoso e deficiente físico, 02 vans para fazer o transfer para o Festival. Assim, vamos promover o transporte gratuito de pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida e idosos, atendendo ao inciso II, do artigo 21, da Instrução Normativa no 02/2019, a saber: Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos.
FICHA TÉCNICA DIRETOR GERAL | ALUAN FERNANDES ROMERO DIRETOR DE PRODUÇÃO | SÉRGIO HENRIQUE DA SILVA COORDENADOR DE PRODUÇÃO - WAGNER MAIA FERNANDES ALUAN FERNANDES ROMERO (Proponente) Diretor Geral (Sócio-Diretor da Animarte, responsável pela condução de todas as áreas do projeto) Formado em 2001 como ator pelo Teatro Escola Macunaíma e como arte educador pela Faculdade Mozarteum de São Paulo, pós-graduado em gestão de marketing de serviços na FAAP e atualmente cursando Antropologia da infância na A Casa Tombada. É empresário sendo sócio proprietário da Explore Aprendizagem Criativa e CEO da agencia Animarte Estratégias Surpreendentes e há 19 anos no mercado atua com diferentes tipos de eventos que evolvem arte e cultura, como o Dia de Brincar Nickelodeon, evento realizado em parques públicos com jogos, brincadeiras, teatro, música, contação de histórias, clowns dentre outras coisas. Tem vasto conhecimento na área de eventos, empreendedorismo, liderança e criatividade. Atualmente lidera projetos proprietários da Animarte que conectam com suas buscas, dentre eles o NOSSA RUA!,projeto de ressignificação dos espaços públicos por meio do resgate do brincar na rua. SÉRGIO HENRIQUE DA SILVA Diretor de Produção Formado em administração pelas Faculdades Integradas Rio Branco. Há 17 anos atua na área de marketing promocional e eventos, e já passou pelos cargos de atendimento, produção e criação. Atualmente é responsável por toda a área operacional da agência, como CPO. Ao longo dessa jornada, desenvolveu projetos para clientes como: Santander, Nickelodeon, McDonald ́s, GPA, Disney, Outback entre outras. Desde 2009 atua como diretor de marketing e direção de carnaval no G.R.C.E.S Mocidade Alegre, fazendo parte de todo o desenvolvimento, planejamento e captação de recursos para a construção do carnaval. Em 2014, foi voluntário e uma das lideranças da equipe de STS (Serviços ao Telespectador), na WorldCup Brasil 2014, participando de todos os jogos realizados na Arena Corinthians. WAGNER MAIA FERNANDES Coordenador de Produção Formado pela Fundação Escola de Sociologia e Política de SP. Estudou Gestão de Projetos Sociais em organizações do terceiro setor na PUC/SP. Há 13 anos atuando em Organizações da Sociedade Civil, realizou atividades de coordenação de estágios, projetos, recursos humanos, obtenção e renovação de certificações, gestão de contratos e de recursos financeiros. Trabalhando com incentivos fiscais, escreveu, inscreveu, aprovou, captou recursos, para dois projetos através do Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica (PRONON), realizando de projetos na área de formação de recursos humanos em centros de transplante de medula óssea e casas de apoio em todo o Brasil. PEDRO ALVES Coordenador Técnico Atuando há 26 anos na produção cultural e captação de recursos, Pedro Alves tem grande experiência na confecção e acompanhamento de projetos inscritos nas Leis de Incentivo Fiscal, instrumento fundamental para a realização de espetáculos teatrais, filmes, exposições, shows, concertos e etc. Em 1999 dirigiu seu primeiro filme de curta-metragem, Vou te Encontrar Vestida de Cetim, exibido em vários festivais nacionais e internacionais ganhou os prêmios de Melhor Roteiro e Melhor Ator da Jornada Internacional de Cinema da Bahia de 1999, de Melhor Filme de Ficção, Melhor Direção, Melhor Roteiro e Melhor Ator do Festival Guarnicê de Cine-Vídeo do Maranhão de 2000. Em 2009 lançou seu primeiro disco intitulado Horizontes, com canções de sua própria autoria, realizando shows em teatros e livrarias da Grande São Paulo. Com grande experiência na elaboração e administração de projetos culturais, em 2013 fundou a empresa Veredas Cia das Artes para prestar serviços de produção, gestão financeira e captação de recursos em todos os segmentos da cultura. Neste mesmo ano atuou como Coordenador Administrativo do espetáculo teatral O Desaparecimento do Elefante, com Caco Ciocler, Maria Luisa Mendonça, Marjorie Estiano e grande elenco, com direção de Monique Gardenberg. Em 2014 foi Coordenador Administrativo do Club NME, show internacional da revista inglesa de música NME - New Music Express realizado no Cine Jóia, em São Paulo. Em 2018 atuou como Coordenador Administrativo do espetáculo teatral O Escândalo Philippe Dussaert (2018), com Marcos Caruso e direção de Fernando Philbert, que esteve em cartaz no Teatro FAAP, em São Paulo. Em 2019 atuou como Coordenador Técnico da exposição Mulheres na Arte Brasileira - Entre Dois Vértices, que esteve em cartaz no Centro Cultural São Paulo. Atualmente é Produtor Executivo dos longas-metragens Brasileiríssima, em co-produção com a Globo Filmes, e da ficção No Outro Encontro Você, ambos com direção de André Bushatsky, em fase de finalização.
PROJETO ARQUIVADO.