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O projeto tem como fim a criação de um curta metragem de aventura finalizado em Full HD, dedicado ao público da primeira infância, com cerca de 11 minutos, que mistura animação com live-action. O curta conta a história de um pequeno extraterrestre, que observa com olhar curioso pela janela de sua nave, diferentes ambientes do planeta Terra. Com sua curiosidade, cai da janela da nave espacial no planeta Terra e vive uma série de aventuras. Ao final do filme, quando se encontra em uma situação de risco, chama por sua Mãe, que o resgata prontamente. O filme aborda o tema das diferentes infâncias brasileiras, em um paralelo com o personagem de um pequeno extraterrestre que, em constante atitude de curiosidade e predisposição à aventura, se joga no mundo desconhecido. A história retrata a relação de vínculo seguro com a sua mãe, que lhe permite espaço para a sua exploração do mundo com individualidade, mas com a segurança da sua presença incondicional.
Um pequeno extraterrestre que observa com olhar curioso o planeta Terra. Cai numa comunidade do DF, vivendo uma série de aventuras. No final, encontra-se em uma situação de risco, quando chama desesperadamente por sua Mae, que volta na nave espacial e o resgata. Toin-Toin experimenta a vida na Terra na montanha de lixo, entre que assustado e encantado, brinca com vários elementos e se esconde dentro de uma caixa de papelão. Um simpático catador de lixo pega a caixa com Toin-Toin, sem perceber a presença dele, e sai empurrando o carrinho cantando. Toin-Toin maravilhado com uma pipa, cai do carrinho. Corre atrás de um menino que entra numa escola. Do alto do muro da escola, parece ver uns serezinhos barulhentos se movendo lá em baixo. Olha tanto que cai na piscina de areia do parquinho da escola. Uma criança faz castelos e fala sozinha. Toin-Toin ajuda a cavar, parece importante. Ao criar um túnel na areia a mão da criança encontra o Toin-Toin do outro lado, ela grita, o ET grita e em seguida começam gargalhar. A criança pega Toin-Toin no colo e ficam brincando de fazer caretas no espelho. Chega o zelador e grita com uma parafernália de limpeza nas mãos: Toin-Toin se esconde no lixo. A senhora da limpeza vai recolher o lixo no banheiro e entra em trabalho de parto. Toin-Toin se esconde em sua saia e vai parar no hospital. Faltam poucos minutos para um bebê nascer, nada vai tirar a sua atenção da mãe que havia esperado anos por aquele momento, nada, a não ser um extraterrestre dentro da sala de parto. Toin-Toin imita os movimentos dela, ela parece reconfortada. O ET não faz ideia do que está para acontecer. Quando a criança nasce e começa a chorar, o ET fica confuso. No quarto, a moça vai ensinar ao Toin-Toin uma das verdades mais lindas e trágicas, a condição humana de nascer, viver e morrer Quando uma enfermeira entra no quarto, vê o ET olhando para o recém nascido e grita socorro. Toin-Toin acha melhor não se complicar e grita: MANHÊ!!! O curta aborda o tema da infância, em um paralelo com o personagem de um pequeno extraterrestre, que em constante atitude de curiosidade e predisposição à aventura se joga ao mundo desconhecido. Também aborda a relação de vínculo seguro com a sua mãe, que lhe permite espaço para a sua exploração do mundo com individualidade, mas com a segurança da sua presença incondicional O curta será dividido em 3 etapas, com transições fluidas. Começamos com a nave, onde seu ambientes e os ets são vistos em animação 2D, tons mais cinzentos, transições secas e planos mais ágeis. Depois que o Toin-Toin cai da nave, a narrativa se desenvolve em vídeo, live action, em estúdio e algumas externas. O personagem Toin- Toin é feito através de manipulação de um boneco luva. Para tal será contratada a manipuladora específica de mãos, Katiane Negrão. O fechamento, em animação 2 D, quando Toin-Toin è abduzido e conta para sua mãe as aventuras vividas.
Objetivo Geral Realizar obra audiovisual de curta-metragem finalizado em Full HD utilizando técnicas de live action e animação voltada para a primeira infância. Objetivos específicos · Realizar filme de curta metragem com técnica mista, utilizando live action e animação, com cerca de 11 minutos. · Possibilitar a contratação de, ao menos, 14 empregos diretos de profissionais da cadeia produtiva da economia criativa do Distrito Federal. · Realizar oficina online (contrapartida) sobre a arte para primeira infância.
Retratar outras infâncias e outros olhares da infância para o nosso mundo contemporâneo. A proposta se aventurará em um enorme desafio que é o de imaginar e criar uma proposta estética que reflita outro conceito da primeira infância, que respeite seus direitos, possibilidades e necessidades e que ajudem a enriquecer seu mundo, tendo um respeito profundo pelas crianças e que os representem e contemplem suas perspectivas, vozes, opiniões e pontos de vista. Para isso, a equipe de criação do curta buscará um discurso sobre a infância diferente daquele construído pelo mercado e que abra possibilidades inéditas no audiovisual brasileiro. A maior parte da criação audiovisual infantil, principalmente a voltada para a primeira infância cria uma espécie de assepsia, cria um mundo onde só existe aquilo que a criança pode ouvir, pode ver e retira do quadro e das cenas aquilo que talvez a confunda, aquilo que supostamente só interessaria aos adultos ou que a criança não estaria pronta para compreender. Mas, a criança vive dentro do mundo real dos adultos, o que se chama o mundo concreto. Enquanto o adulto trabalha, a criança está inserida neste contexto e, por mais que ela não compreenda todas as coisas e seja protegida, ela inevitavelmente se confrontará com este mundo real. Esse conflito da apropriação do mundo concreto será o objeto motivacional de nossa ação. O curta tem a intensão de trazer reflexões para pais e filhos. A criança invariavelmente vai entrar em contato com coisas que ela não entende, seja um diálogo, seja uma cena, mas dentro da história é possível fazer com que criança e adulto, mesmo com compreensões diferentes, vivam temáticas iguais ou semelhantes. Então quando adultos falam sobre a imaginação de uma forma abstrata, a criança pode experienciar a imaginação de uma forma muito mais concreta, "impressa nas coisas". Neste sentido, nossa proposta busca capturar a poesia do mundo concreto. A possiblidade de ressignificar a realidade de uma determinda comunidade, pelo olhar mágico do personagem central. O extraterrestre é a própria criança na sua busca de compreender o mundo, na continua relação e conflitos com as outras crianças e adultos na troca de conhecimentos, aceitação, identificação e acolhimento. Enquadramento na Lei nº 8.313/91 O projeto Nave Mãe se enquadra nos incisos I, II, VII e IX do art. 1º e inciso II, alínea a da Lei nº 8.313/91. Marco Legal da Primeira Infância Publicado em 08 de março de 2016, a Lei nº 13.257 dispõe sobre as políticas públicas voltadas para Primeira Infância onde a cultura não só é parte da Lei como é constitutiva dos seus direitos. No seu artigo 15, reconhece que as crianças são produtoras de cultura e não só consumidoras de bens e serviços culturais. Art. 15. As políticas públicas criarão condições e meios para que, desde a primeira infância, a criança tenha acesso à produção cultural e seja reconhecida como produtora de cultura. Plano Distrital pela Primeira Infância Publicado em dezembro de 2013, o Plano Distrital pela Primeira Infância foi criado pelo GDF em colaboração com a sociedade civil organizada, visando à garantia dos direitos das crianças de 0 a 6 anos em sintonia com o Plano Nacional pela Primeira Infância. Entre os objetivos e metas do Plano Distrital se encontra o incentivo e criação de novas plateias, fomentando a criação e circulação de obras dirigidas às crianças de 0 a 6 anos e proporcionando o acesso à cultura, para um público privado da oferta de atividades culturais.Público alvo O curta se destina aos públicos a todas as classes sociais, dentro de faixa etária ligada a pré-escola, de 2 a 6 anos de idade. Nave Mãe poderá posteriormente também ser comercializadas em televisões destinadas ao público infantil abertas e fechadas, além de divulgada no Youtube com o uso de ferramentas de marketing digital, incluindo google analytics, Youtube analytics e de ferramentas de monitoramento de redes sociais para fomentar números de cadastros, compartilhamento, views e watchtime. A presença desta faixa etária na rede já é bastante expressiva, principalmente devido a conveniência e mobilidade do celular.
O filme será realizado em técnica mista utilizando live-action e animação em 2D aplicada em pós-produção. Terá cerca de 11 minutos de duração para exibição em salas de cinema, internet e TV. Linha de direção Seguiremos a linha de investigação, criação e reflexão destinadas à infância realizadas por Latin Lab, Midiativa, canal Pakapaka (Argentina) e Comkids, por representarem a infância a partir da construção do pensamento entre a criança e os meios de comunicação com visões e dimensões inovadoras. O curta será dividido em 3 etapas, com transições fluidas. Começamos com a nave, onde seu ambientes e os ets são vistos em animação 2D, tons mais cinzentos, sua relação com a família dentro da Nave, transições secas e planos mais ágeis. Depois que o ET cai da nave, a narrativa se desenvolve em vídeo, em live-action, em estúdio e algumas externas. O personagem é feito através de manipulação de um boneco luva. Para tal será contratada a manipuladora específica de mãos. O fechamento do curta será, em animação 2D, quando o ET é abduzido de volta para sua Nave e conta para sua mãe as aventuras vividas no curta. A história será conduzida pelo pelo protagonista (character driven), por meio de conflitos relacionais que surgem de seus encontros com seres vivos e objetos da comunidade da Estrutural. A situação dramática do curta é “ Abdução e Reencontro” (Story Structure Architect), onde o protagonista é abduzido (neste caso, às avessas) pelo planeta terra e o seu campo gravitacional. Ele cai, vive conflitos aqui em baixo e por fim, se reencontra com sua mãe e volta a vida normal, mas já modificado pela aventura que viveu, alcançando seu objetivo de explorar o fantástico mundo dos humanos. O estado de consciência do protagonista que se maravilha com tudo o que encontra pode ser comparado aos personagens Mork - Robin Williams (Mork & Mendy), Boo de Monstros S.A. e até mesmo o Stitch de Lilo & Stitch. Personagens de outro mundo que conflitam o tempo todo com as diferenças do mundo que encontram. O personagem da websérie Lucas de Spider, serve de referência pela integração do personagem “invasor” ao nosso mundo e pelo nível de experimentação a que ele se submete. (Lucas The spider) https://www.youtube.com/watch?v=ieIeBWulAiQ https://www.youtube.com/watch?v=4HU6Z7anycw A diretora Clarice Cardell, que tem formação em artes cênicas e no audiovisual, é fundadora da companhia La Casa Incierta e da produtora audiovisual Bebelume, referência em todo o mundo no campo das artes e a primeira infância. Bebelume, formada pela atriz Clarice Cardell e pelo produtor Leo Hernandes vem desenvolvendo nos últimos anos um projeto de criação de diferentes obras para a primeira infância no campo da audiovisual, junto com o desing de animações Ricardo Makoto, o diretor de imagens Marcelo Barbosa e a diretora de arte Sara Nodah. A produtora já criou três séries para este público: Inspira Fundo - uma série de vídeo-poemas, Makuru – Canções de Berço, que promove o resgate das canções tradicionais da infância para o público em uma série que mistura live-action com animação e, Grão Jetê, um inédito trabalho de vídeo-dança voltado para a primeira infância. As produções podem ser conferidas no site: www.bebelume.com.br
O vídeo contará com os seguintes suportes técnicos: 1. Legendagem Descritiva; 2. Áudio Descrição; 3. Libras.
ACESSO AO FILME O vídeo será lançado nos canais da internet do Bebelume com ampla divulgação nas redes sociais e acesso gratuito. CONTRAPARTIDA SOCIAL Serão realizadas duas ações a título de contrapartidas, a saber: 1. Exibição do Filme em uma creche pública do DF e conversa com a diretora Clarice Cardell e a psicóloga Inês Catão (consultora do projeto) com professores. 2. Oficina sobre a arte para a primeira infância realizada por meio virtual (online) com a diretora e atriz Clarice Cardell Conteúdo: A oficina abordará os processos artísticos e pedagógicos em torno do universo artístico voltado para a primeira infância. A proposta é explorar o misterioso universo dos cinco primeiros anos de vida de um ser humano. A partir disso, será abordada a criatividade cênica para a primeira infância, dentro de uma perspectiva do trabalho poético sobre a inocência e a invisibilidade, por meio de exercícios práticos e teóricos no campo da dramaturgia e da encenação para bebês. Os professores compartilharão saberes e fazeres fundamentados em suas pesquisas e experiências em teatro para a primeira infância na Europa e Brasil nos últimos quinze anos. A oficina será realizada por meio virtual utilizando os canais de comunicação do BebeLume nas redes sociais. Carga horária: 1h20min Público Alvo: Professores, pedagogos, psicólogos e demais profissionais interessados na primeira infância Capacidade: Até 90 pessoas com inscrições gratuitas realizadas pela internet
Ficha Técnica Direção Produção: Leonardo Silveira Hernandes Roterista e Diretora: Clarice Cardell Marcelo Barbosa: Diretor de Fotografia Consultoria em Psicologia da primeira infância: Inês Catão Atriz (Manipulação objetos): Katiane Negrão Consultoria Repertorio Musical: Paulo Lameiro. Assistente de Direção e Coordenador de Animação: Ricardo Makoto: Diretor Musical: Lupa Marques Assistente de Fotografia: Juliana Caribé Diretora de Arte: Sara Nodah Minicurrículos Clarice Cardell - Roterista e Diretora Fundadora da Cia La Casa Incierta (teatro para Bebes) e Bebelume (audiovisual para a primeira infância). Formada em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília e com pós graduação em Interpretação Teatral- pela Real Escuela Superior de Arte Dramático de Madrid. Principais trabalhos como atriz em teatro, com diversas companhias nacionais e internacionais: Bella Ciau, de Alberto de Abreu Dir.: Mangueira Diniz; O Roubo no Olimpo, de Arthur Azevedo Dir.: Hugo Rodas; Mesure for Mesure, de Shakespeare Dir.: Paul Heritage; Nas ladeiras de Ouro Preto, de Living Theater Dir.: Judith Malina; Na Rua com Romeu e Julieta, dir. Ari Pararraios; Koikwa, um buraco no céu, Dir: José Regino de Oliveira; Você só sabechover, de Daniela Smith. Dir: Marcelo Diaz. Como atriz na La Casa Incierta com direção de Carlos Laredo, realizou mais de 2.000 apresentações em diversos países e festivais internacionais: ¿Pupila de Agua, A Geometria dos Sonhos, O Circo Incierto, Anda, Se tu não tivesses nascido, Na ponta de língua¿, de Miguel Angel Mendo Café Frágil e A Caverna Sonora. Como diretora e roteirista – Roteiro, atriz e direção da Série Inspira Fundo – 2018, Roteiro, cantora e direção da Série Makuru- Canções de Berço – 2019, Roteiro e Direção da Série Grão Jetê – 2020 Leonardo Silveira Hernandes Formado em Gestão de Políticas Públicas e Mestre em Desenvolvimento, Sociedade e Cooperação Internacional pela Universidade de Brasília e integra o Observatório de Políticas Culturais do CEAM-UnB. Foi Subsecretário de Fomento da Secretaria de Cultura do DF entre 2011 e 2014 responsável pelo Fundo de Apoio à Cultura - FAC e Diretor de Gestão de Mecanismos de Fomento do MinC entre 2015 e jun./2016, responsável pelo Fundo Nacional de Cultura e Vale-Cultura. Fundador da Rede Nacional de Gestores de Fomento e realizador do I Encontro Ibero-Americano Fomento à Cultura. Foi presidente da ONG Artéria, Cultura e Cidadania em 2008/9, onde realizou o projeto "Cartografia da Cultura Candanga" e produzido o vídeo documentário “De perto, quem é normal?”. Foi Jurado do Prêmio Rodrigo Mello Franco, IPHAN, em 2013/14. Trabalhou na Funarte Brasília como Gerente de Promoção em 2005/6. Consultor do Ministério da Cultura para a realização da "Caravana do Sistema Nacional de Cultura" para a implementação do SNC em 4 capitais. Foi produtor do Jogo de Cena por 8 anos. Iniciou sua carreira como ator em 1991 no Grupo A Culpa é da Mãe (atual Melhores do Mundo) e atuou em mais de 15 espetáculos de teatro e dança. Tem uma longa carreira no audiovisual como ator de TV e Cinema. Atualmente é Vice-Presidente do Instituto Bem Cultural – IBC, entidade por onde atuou como Secretário Executivo do Programa Território Criativo, iniciativa voltada para a capacitação e consultorias em economia criativa e foi Coordenador Geral da gestão e programação do Espaço Renato Russo 508 Sul no período de 2018 a 2020. É também Produtor Executivo da Bebe Lume Produções Audiovisuais tendo produzido as séries Inspira Fundo, Inspira Fundo 2, Makuru – Canções de Berço e Grão Jetê. Ricardo Makoto Após 15 anos criando e dirigindo trabalhos publicitários premiados, há 12 anos redirecionou seus esforços para a animação. Entre suas principais criações se destacam: · VAMOS ACABAR COM O MONSTRO(Criador e Diretor) 13x7 2017 FSA / TV BRASIL / TV CULTURA · A ILHA ENCANTADA 10x2’ Clipes Animados baseados em origami · PIPA E O CARACOL projeto de série 52x11” CANAL+ (França) e DISCOVERYKIDS. · SUSI E NERI - projeto de série 52x11” · ESCOLA BRASIL)- projeto de série 13x13” Lupa Marques Lupa Marques é um reconhecido percussionista do DF, com uma ampla experiência profissional tanto no campo da atividade musical em diferentes bandas musicais (Casa de Farinha, Satanique Samba Trio, entre outras) e na criação de trilhas sonoras para teatro, dança e audiovisual, como também na docência desde 2006 junto a crianças de 0 a 5 anos de idade, através de atividades de musicalização infantil. Inês Catão Possui graduação em Medicina pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1981), mestrado em Psicopatologia e Psicologia Clínica pelo Instituto Superior de Psicologia Aplicada (Lisboa, 2000) e doutorado em Psicologia Clínica e Ciências da Educação pela Universidade de Coimbra (2006). Pós-doutorado pela Universidade Côte d´Azur (Nice, França, 2010). Atualmente é professor colaborador voluntário da Área da Criança e do Adolescente da Faculdade de Medicina da Universidade de Brasília UnB. Psiquiatra infantil do COMPP - Centro de Orientação Médico Psico-Pedagógica (SES-DF) desde 14/09/2006; Psiquiatra Infantil do HCB - Hospital da Criança de Brasilia desde 09/2012. Coordenadora do grupo de Brasília da pesquisa PRÉAUT-BRASIL. Exerce a prática clinica privada enquanto psicanalista em Brasilia. Tem experiência na área de Psiquiatria Geral, Psiquiatria Infantil, e em Psicanálise. É especialista nos seguintes temas: voz e pulsão invocante (psicanálise), psicopatologia psicanalítica (em particular autismo), saúde mental, detecção e intervenção precoces, clínica psiquiátrica e psicanalítica com o bebê, a criança,o adolescente e o adulto, perinatalidade. Prática como formadora de profissionais da área da saúde e da educação
PROJETO ARQUIVADO.