Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Realização da oitava edição do 12º Cine Congo _ Festival Audiovisual da Paraíba , no Cariri paraibano que oferece o cinema de forma gratuita em praça pública com exibição de filmes que não circulam nas grandes mídias nacionais, bem como a realização de oficinas sobre o audiovisual, visando democratizar o acesso aos filmes de produções regionais e nacionais. O 12º Cine Congo será realizado entre os dias15a20de Novembro de 2021. A abertura do festival se dá com o Cortejo da Arte, junto aos grupos artístico-culturais da cidade que anunciam a chegada da oitava edição do festival pelas ruas da cidade no dia 11, seguindo com realização de oficinas para jovens da comunidade até o dia 17 quando se dá início as sessões em praça pública. Nesta edição o tema abordado pelo festival será: "Cinema e Acessibilidade (LIBRAS)". O Festival será realizado entre os dias 15 e 20 de novembro de 2021.
Oficinas e Atividades durante o Festival: IMAGENS EM MOVIMENTO. A Oficina abordará o processo de criação de um filme, desde a concepção do roteiro até a realização de uma pequena obra cinematográfica pelos alunos participantes. Equilíbrio entre explanação teórica e exercícios práticos será a tônica do minicurso.Carga-horária:24hPúblico-alvo: Alunos do Ensino Médio da Rede Pública de Ensino.Conteúdo programático: Gêneros cinematográficos – o real e a imaginação em cinema, O som e o sentido de um filme, Princípios básicos do roteiro, Forma e conteúdo (o que e como contar na linguagem do audiovisual), Roteiro de documentário e roteiro de ficção, Construção de personagens, Narratologia (narrativa clássica e desconstrução narrativa), Roteiro literário e roteiro técnico, Exercícios práticos de análise de obras de curta duração sob a ótica do roteiro, Construção em grupo de um breve roteiro de curta-metragem. FAZENDO FILMES CURTÍSSIMOS. Proporcionar uma aproximação acerca da produção audiovisual de curtíssima duração no cinema independente, sobretudo, quanto aos aspectos que caracterizam o formato do micro-metragem. Trabalhar sua apropriação como expressão artística e sua aplicabilidade no contexto cinematográfico. E realizar ainda durante o curso, um filme com duração de três minutos, pondo em prática o conteúdo da oficina. Como encerramento, realizar uma exibição pública do filme finalizado.Carga-horária:24hPúblico-alvo: Alunos da Rede Pública de Ensino e jovens em vulnerabilidade social.Conteúdo programático: História do cinema – Estrutura da história – Roteiro – Manuseio de equipamento – Noções de linguagem – Aplicabilidade do cinema de grupo – Produção para cinema – Questões sobre cultura digital – Orientação sobre softwares de edição – Som direto – Introdução aos movimentos de câmera – Software – Festivais de cinema – Reflexão sobre o Vimeo e Youtube – Cinema independente. FÓRUM DOS FESTIVAIS E MOSTRAS DE CINEMA DA PARAÍBA: Produção de catálogos dos festivais e Mostras de Cinema da Paraíba.Carga-horária: 8hPúblico-alvo: Realizadores de Festivais e Mostras de Cinema do Estado da Paraíba.Conteúdo programático: Políticas Públicas e Lei de Incentivo à Cultura. Financiamento de Editais. VÍDEOMAKER: Produção de documentário do Festival.Carga-horária:144hPúblico-alvo:Alunos do Ensino Médio da Rede Pública de Ensino.Conteúdo programático: A oficina oferece noções de Direção cinematográfica, Análise do roteiro na perspectiva da direção, Direção de elenco, Sintaxe cinematográfica, Concepção da fotografia, arte e figurino, segundo a conjugação roteiro e direção, Montagem/edição em cinema e Realização cinematográfica. O MOVIMENTO NEGRO NO BRASIL: NOVOS E VELHOS DESAFIOS: Ao longo dos últimos 30 anos são muitas e ricas as ações de combate ao racismo que vimos desenvolvendo. Construímos excelência em alguns campos que tem resultado em avanços reais da questão racial.Público-alvo:Professores e alunos da Rede Pública e Privada de Ensino e público em geral.Conteúdo programático: A oficina tem o propósito de oferecer uma reflexão e discussão sobre o Movimento Negro no Brasil: novos e velhos desafios. Na qual tomaremos como base o pensamento de grandes Intelectuais Negras Latinas Americanas que discutem sobre o tema. Tivemos e temos no Brasil muitos nomes, entre os quais os daquelas quepartiram frente à causa da mulher negra; evidenciam-se BeatrizNascimento e Lélia Gonzáles. E outras que na atualidade segue na militância como: Sueli Carneiro, Nilma Lino Gomes , Djamila Ribeiro , Carla Akotirene, Joice Berth, Grada Kilomba, Jurema Werneck, Conceição de Evaristo dentre tantas outras vozes insurgentes que fizeram e fazem partem do movimento negro no Brasil. Trago nomes de mulheres negras, pois atualmente, quem está a frente do movimento negro no Brasil são elas.Numa sociedade de herança escravocrata, patriarcal e classista, cada vez mais se torna necessário o aporte teórico e prático que o Movimento Negro no Brasil traz para pensarmos o novo marco civilizatório.
OBEJETIVO GERAL Realizar em praça pública mais uma edição do Festival de Cinema do Congo, 8º Cine Congo, oferecendo oficinas, debates e sessões gratuitas para a população congoense e pessoas das cidades circunvizinhas que visitam o festival. A contra partida social oferecida pelo projeto, visa capacitar através das oficinas de cinema e LIBRAS estudantes e professores de escolas públicas do município, e outros jovens aspirantes por cinema no aprofundamento da linguagem cinematográfica e dentro dessa linguagem cinematográfica destacar a importância da LIBRAS no contexto social da região. Quanto ao cortejo da arte, apresentamos à população o potencial artístico cultural em desfile pelas ruas da cidade, proporcionando também valorização aos músicos locais. Com as exibições dos filmes em praça pública, a população tem acesso gratuito e democrático ao produto audiovisual paraibano e nacional. Dessa maneira, o público é beneficiado de forma crítica e reflexiva acerca das produções selecionadas no Festival CineCongo. OBJETIVOS ESPECíFICOS * Exibir filmes de curtas-metragens, ao ar livre, em Praça Pública;* Democratizar o acesso às produções cinematográficas brasileiras; * Congregar realizadores audiovisuais da Paraíba e de outros Estados do Brasil bem como agentes culturais, jornalistas, cineastas e grupos artísticos da Paraíba; * Estimular, capacitar e incentivar o surgimento de novos realizadores de audiovisual, particularmente no interior do Estado, através das oficinas oferecidas; * Contribuir para divulgar a cidade do Congo como polo turístico e cultural em desenvolvimento na região do Cariri paraibano; * Oferecer 05 (cinco) oficinas de formação.
A iniciativa de realizar este projeto se justifica, principalmente, em dar continuidade a um trabalho gerador de frutos nas regiões interioranas do Estado. O acesso gratuito ao produto audiovisual, através da exibição de curtas e a formação de um olhar cinematográfico, por meio de cursos e oficinas, têm proporcionado o surgimento de jovens realizadores nas microrregiões da Paraíba que estão produzindo obras audiovisuais feitas com baixo custo. Em 2009, considerando as questões colocadas acima, criamos o CineCongo. A iniciativa foi recebida com entusiasmo pela população do município que compareceu entusiasticamente às sessões dos filmes, realizadas no Auditório Municipal, e com o passar dos anos, exibidas de forma gratuita em praça pública. O CineCongo apresenta uma identidade própria, um formato inovador, autêntico, que difere de outros festivais de cinema do país, por sua característica singular de fazer e exibir cinema. A proposta é sempre atender às produções de curtas que acontecem em todos os recantos do estado como forma de estímulo aos realizadores e consequente aprimoramento da produção. Durante seis dias, realizadores de pequenos municípios de toda a Paraíba e de outros Estados do Brasil convergem para o Festival. Durante o evento, população do Congo tem acesso à oficinas de formação e reciclagem, palestras, passeios ecológicos, entre outros, além de um panorama atual do cinema nacional brasileiro.O CineCongo é mais uma ação no caminho da consolidação de iniciativas anteriores para a democratização e a descentralização do acesso aos bens culturais. Ações fundamentais para a garantia da fixação do homem (principalmente os jovens da cidade) na região, e para a construção de um futuro efetivo ao desenvolvimento do semiárido nordestino, e a cultura como instrumento para esse fim. O município do Congo está situado no Cariri Paraibano, localizado na Região Geográfica de Sumé,a 492 metros de altitude, com população estimada, segundo o último senso, em 4.786 habitantes distribuídos por 333,5 km², e a pontuação de 0,581 em seu Índice de Desenvolvimento Humano Municipal _ IDHM, segundo os dados do último senso realizado em (PNUD, 2010).O município está incluído na área geográfica de abrangência do semiárido brasileiro, localizada a 212 quilômetros de João Pessoa. Nele se localiza um dos maiores açudes da paraíba responsável por abastecer diversas cidades da região. No interior do município (cortado pelos rios Comprido, Do Meio e o Surucu) existem diversos cursos de água que alimentam pequenos reservatórios, conferindo à cidade, por seu potencial hídrico, grande importância ambiental. Nos últimos onze anos, o Congo vem vivenciando ações contínuas ligadas ao cinema em ambientes educativos, tanto em escolas públicas quanto em instituições de proteção às crianças e adolescentes, como o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos - SCFV, criado pelo governo federal, para atender os que se encontram em grau de vulnerabilidade social. O momento ápice de celebração da sétima arte na cidade e de todo o trabalho realizado nesses ambientes educativos, se consolida na realização anual do CineCongo, festival de cinema que desde 2009 vem transformando a realidade local, socializando democraticamente o produto audiovisual a toda população congolense.É imprescindível, primeiramente, entendermos a importância de projetos como o ViAção Paraíba, o Cinestésico e o JABRE _ Laboratório de Roteiro para Jovens do Interior da Paraíba, que há alguns anos vêm possibilitando aos jovens do interior paraibano um envolvimento direto com o cinema através da educação. Esses projetos acabaram contribuindo substancialmente para o desdobramento do cinema como ferramenta de transformação crítica e social, não só na cidade de Congo, como em vários municípios circunvizinhos que congregam a região do Cariri Paraibano, tais como: Coxixola; Serra Branca, São José dos Cordeiros e Caraúbas, que pela experiência vivenciada por alguns de seus jovens estudantes universitários, a partir das edições do CineCongo, resolveram também criar em suas cidades, festivais de arte e cultura, sobre os quais discorreremos mais adiante. A cidade do Congo, na Paraíba, nunca possuiu uma única sala de cinema. O primeiro contato com o cinema nessa municipalidade ocorreu no ano de 2003, não com o processo de exibição de filmes comerciais ou coisa parecida, e sim com a produção amadora do curta-metragem "Joaquim Pecherada" (Fic., 22 min.), realizado por Arnaldo Farias, professor da Rede Pública Estadual de Ensino, contando com a ajuda de seus estudantes, parentes e amigos. Em 2006, é produzido na cidade, também de maneira amadora, o longa-metragem "Palavras de um menino em busca de um sonho" (Dir: José Dhiones Nunes, Fic., 68 min.), contando com a participação de 58 pessoas, durante os fins de semana em que estavam disponíveis para as gravações. Esse grupo reunia crianças, adolescentes e adultos e viajava de Toyota por várias comunidades rurais para gravar nas locações escolhidas para o filme. Em 2007, parte dos membros desse grupo, resolve criar a Associação Cultural do Congo _ ACCON, buscando fortalecer a cultura e o cinema na localidade. Ainda em 2007, acontece no Congo a gravação do média-metragem ficcional "O carneiro de ouro" (Dir: José Dhiones Nunes, Fic., 38 min.), com o mesmo grupo de pessoas percorrendo vários pontos do complexo geomorfológico da Serra da Engabelada, localizada na região. É justamente nesse ano efervescente de 2007, que surge o Projeto ViAção Paraíba, tendo como idealizador Torquato Joel, técnico da Universidade Federal da Paraíba _ UFPB, e cineasta paraibano renomado. Influenciado por Soraia Jordão, uma amiga congolense, moradora de João Pessoa, Torquato Joel traria seu projeto de interiorização do cinema até o Congo. O ViAção Paraíba, como já mencionado, visa capacitar e despertar no jovem o olhar crítico, além da sensibilidade no ato do "fazer cinema". A metodologia desse projeto envolve a construção básica de um roteiro para cinema, sua linguagem técnica, além de exibição e debate de filmes. Depois do trabalho do ViAção Paraíba no Congo, os jovens da cidade envolvidos com as dinâmicas do projeto, deixaram de lado os "megaprojetos" de produção de longa-metragem Naif, uma vez que, agora, possuíam conhecimento sobre as técnicas de como fazer, e começaram a produzir filmes mais concisos, preocupados com a função crítica e sucinta que possui o curta-metragem. Além disso, objetivando dar continuidade às ações desenvolvidas durante a vigência do projeto na cidade e em democratizar o acesso ao cinema aos seus conterrâneos, esses jovens criaram, através da ACCON, uma mostra de cinema com filmes paraibanos, aberta e gratuita para toda a população do Congo. Essa ação foi tão bem acolhida pelos habitantes da cidade que os membros da ACCON resolveram prosseguir com a mostra. É a partir daí, desse desdobramento do Projeto ViAção Paraíba, que surgiria, em 2009, o festival CineCongo.A experiência vivenciada durante os cinco anos de existência no Laboratório de Roteiro para Jovens do Interior da Paraíba - JABRE, criado em 2011, na cidade de Congo, proporciona aos jovens selecionados, tanto conhecimento e segurança sobre aquilo que se deseja construir, a partir de um argumento, passando pelo roteiro literário, que posteriormente será transformado em roteiro técnico, como também a pensar criticamente em como a(s) narrativa(s) será(ão) contada(s) na plataforma audiovisual (imagens e sons). O laboratório é um verdadeiro processo de imersão, denso, prazeroso e desafiador. O cineasta Torquato Joel e a Prof.ª Dr.ª Virgínia de Oliveira Silva são especialistas na área e os responsáveis pelo laboratório. Em todos os instantes, eles acompanham os jovens no desenvolvimento de cada roteiro, prestando orientações. À noite, os integrantes do JABRE participam de exibições e debates de filmes, alguns desses, muitas vezes, produzidos por ex-alunos do próprio laboratório. Como pudemos observar, somente após 113 anos de sua invenção, o cinema chegou ao Congo e chegou, e ao que parece, para ficar. Jovens voluntários da ACCON começaram a expandir um projeto semelhante ao vivenciado durante o ViAção Paraíba, levando oficinas de produção audiovisual para estudantes e professores de escolas públicas das Redes Estadual e Municipal de ensino, tanto na Zona Urbana como Rural, Institutos Federais, e para crianças e adolescentes do Serviço de Convivência e Fortalecimentos de Vínculos. É notório que o festival CineCongo tem transformado a realidade do lugar. Há um engajamento de todos os setores ligados aos comerciantes locais, artesãos, pousadas, restaurantes, escolas, além de parcerias construídas com prefeituras de municípios circunvizinhos que se deslocam com seus grupos culturais para realizarem dentro do festival suas apresentações. Durante a realização do festival, a economia e o turismo de aventura e experiência sofre um aquecimento importante dentro do município. Durante a realização do evento, as pousadas apresentam um aumento de até 60% no seu faturamento, supermercados 30%, restaurantes e lanchonetes 70%, além de pequenos comerciantes, feiras livre, lojas e artesanatos apresentam um aquecimento de 80% nas suas vendas. Ao longo de todo o ano, são desenvolvidas na cidade várias atividades orientadas para as artes (fotografia, dança, teatro, música). No tocante à área cinematográfica, são realizados pelas próprias escolas públicas e instituições culturais e sociais, festivais de cinema feitos por alunos, utilizando o aparelho celular. Tudo isso é congregado ao festival CineCongo, ápice das artes na cidade, tendo como foco central, o cinema. Nas últimas onze (2009-2019) edições, foram captados os seguintes números:1.Público _27.300 pessoas; 2.Horas de Exibição total _ 476 horas;3.Números de Filmes inscritos _ 2.715; 4.Números de filmes exibidos _ 383; 5.Número de artistas convidados _ 430; 6.Número de Jornalistas convidados _ 350; 7.Número de oficinas _ 31; 8.Público das Oficinas _ 1.000; 9.Empregos gerados _ 500; 10.Centrimetragem _ R$ 260.776,80. (Informações obtidas através do site do festival HYPERLINK "http://www.cinecongo.tk/" http://www.cinecongo.tk/.Importante destacar que o CineCongo nunca foi realizado com recursos de editais. Sua realização se deu, até o presente momento, pelo esforço, dedicação, voluntariado e guerrilha de vários jovens da cidade que participam da Associação Cultural do Congo. Esse grupo criou várias estratégias de apoio e parcerias com várias instituições para a realização do festival, tais como: Programa de Artesanato da Paraíba; FUNESC; UEPB; UFCG; UNICAP _ PE, pousadas e restaurantes; Prefeituras; Associações Culturais da região, etc). Mesmo com todos esses parceiros, ainda carece de um grande investimento que dê suporte para sua realização e projeção nacional, como uma das principais janelas de exibição e difusão que ainda (re) existem no interior da Paraíba há tantos anos. Um fato curioso é que em todos esses anos de existência do festival, nunca se conseguiu alugar cadeiras para acomodar o grande público de mais de 400 pessoas que comparecem todas as noites. As poucas cadeiras adquiridas para o "cinemão de rua", vem de algumas escolas, igrejas e da própria comunidade que trazem de suas casas (cadeiras, tamboretes e bancos). Reafirmando o que já fora apresentado, precisamos de investimentos em nossa identidade visual com placas de sinalização etc. O projeto cultura Cine Congo enquadra-se nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91:III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Finalidades do Art. 3° que serão alcançadas com o projeto:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil; c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001) IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
Os espaços públicos utilizados para a realização das mostras de filmes, possui acessibilidade. O espaço de exibição da praça pública por conter suas ruas são planas, facilita a acessibilidade dos cadeirantes locais e de cidades circunvizinhas, que participam todas as noites do festival. Isso já ocorre há vários anos. Cinquenta por cento dos filmes que já foram e são exibidos pelo festival CineCongo, possuem Linguagem Brasileira de Sinais (LIBRAS). Importante salientar que no ano de 2016, o CineCongo prestou uma homenagem a todos os surdos mudos da região que fazem parte da Escola Bilingüe do Cariri. A temática desta edição foi, Cinema e Libras na Educação Inclusiva. As sessões do 12º Cine Congo disponibilizarão de interpretes de LIBRAS durante as exibições dos filmes, a sinalização da classificação indicativa dos filmes também serão realizadas pelos alunos da Escola Bilíngue do Cariri, referência no ensino de LIBRAS na região. O Festival terá uma sessão com filmes com as medidas de acessibilidade: legendagem para surdos e ensurdecidos (LSE), janelas de Libras e audiodescrição.
O Festival será realizado, gratuitamente, com sessões de classificação para todos os públicos, em Praça Pública, ao ar livre. As Oficinas de Formação, Palestras, Fórum, Passeios Ecológicos, Cortejo da Arte, são algumas das atividades que serão realizadas de forma gratuita. As contrapartidas sociais do projeto são: Exibições, GRATUITAS, em Praça PúblicaEstimativa de público: 300 pessoas por sessãoPúblico-Alvo: Moradores da Cidade do Congo ( População de 5.000 habitantes ).Classificação Indicativa das sessões: LIVRE Oficinas e Atividades, GRATUITAS, durante o Festival: IMAGENS EM MOVIMENTO. A Oficina abordará o processo de criação de um filme, desde a concepção do roteiro até a realização de uma pequena obra cinematográfica pelos alunos participantes. Equilíbrio entre explanação teórica e exercícios práticos será a tônica do minicurso.Carga-horária:24hPúblico-alvo: Alunos do Ensino Médio da Rede Pública de Ensino.Conteúdo programático: Gêneros cinematográficos – o real e a imaginação em cinema, O som e o sentido de um filme, Princípios básicos do roteiro, Forma e conteúdo (o que e como contar na linguagem do audiovisual), Roteiro de documentário e roteiro de ficção, Construção de personagens, Narratologia (narrativa clássica e desconstrução narrativa), Roteiro literário e roteiro técnico, Exercícios práticos de análise de obras de curta duração sob a ótica do roteiro, Construção em grupo de um breve roteiro de curta-metragem. FAZENDO FILMES CURTÍSSIMOS. Proporcionar uma aproximação acerca da produção audiovisual de curtíssima duração no cinema independente, sobretudo, quanto aos aspectos que caracterizam o formato do micro-metragem. Trabalhar sua apropriação como expressão artística e sua aplicabilidade no contexto cinematográfico. E realizar ainda durante o curso, um filme com duração de três minutos, pondo em prática o conteúdo da oficina. Como encerramento, realizar uma exibição pública do filme finalizado.Carga-horária:24hPúblico-alvo: Alunos da Rede Pública de Ensino e jovens em vulnerabilidade social.Conteúdo programático: História do cinema – Estrutura da história – Roteiro – Manuseio de equipamento – Noções de linguagem – Aplicabilidade do cinema de grupo – Produção para cinema – Questões sobre cultura digital – Orientação sobre softwares de edição – Som direto – Introdução aos movimentos de câmera – Software – Festivais de cinema – Reflexão sobre o Vimeo e Youtube – Cinema independente. FÓRUM DOS FESTIVAIS E MOSTRAS DE CINEMA DA PARAÍBA: Produção de catálogos dos festivais e Mostras de Cinema da Paraíba.Carga-horária: 8hPúblico-alvo: Realizadores de Festivais e Mostras de Cinema do Estado da Paraíba.Conteúdo programático: Políticas Públicas e Lei de Incentivo à Cultura. Financiamento de Editais. VÍDEOMAKER: Produção de documentário do Festival.Carga-horária:144hPúblico-alvo:Alunos do Ensino Médio da Rede Pública de Ensino.Conteúdo programático: A oficina oferece noções de Direção cinematográfica, Análise do roteiro na perspectiva da direção, Direção de elenco, Sintaxe cinematográfica, Concepção da fotografia, arte e figurino, segundo a conjugação roteiro e direção, Montagem/edição em cinema e Realização cinematográfica. O MOVIMENTO NEGRO NO BRASIL: NOVOS E VELHOS DESAFIOS: Ao longo dos últimos 30 anos são muitas e ricas as ações de combate ao racismo que vimos desenvolvendo. Construímos excelência em alguns campos que tem resultado em avanços reais da questão racial.Público-alvo:Professores e alunos da Rede Pública e Privada de Ensino e público em geral.Conteúdo programático: A oficina tem o propósito de oferecer uma reflexão e discussão sobre o Movimento Negro no Brasil: novos e velhos desafios. Na qual tomaremos como base o pensamento de grandes Intelectuais Negras Latinas Americanas que discutem sobre o tema. Tivemos e temos no Brasil muitos nomes, entre os quais os daquelas quepartiram frente à causa da mulher negra; evidenciam-se BeatrizNascimento e Lélia Gonzáles. E outras que na atualidade segue na militância como: Sueli Carneiro, Nilma Lino Gomes , Djamila Ribeiro , Carla Akotirene, Joice Berth, Grada Kilomba, Jurema Werneck, Conceição de Evaristo dentre tantas outras vozes insurgentes que fizeram e fazem partem do movimento negro no Brasil. Trago nomes de mulheres negras, pois atualmente, quem está a frente do movimento negro no Brasil são elas.Numa sociedade de herança escravocrata, patriarcal e classista, cada vez mais se torna necessário o aporte teórico e prático que o Movimento Negro no Brasil traz para pensarmos o novo marco civilizatório.
JOSÉ DIONES NUENS DOS SANTOS (DIRETOR DO FESTIVAL). Natural do município de Congo/PB; Formado em Pedagogia pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB); Pós-graduado em Psicopedagogia e Supervisão Escolar pela Universidade Cândido Mendes/ RJ; Licenciado em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Campina Grande (UFCG); é Professor da Educação Básica do município de Camalaú/PB; É presidente da Associação Cultural do Congo e Diretor do Festival de Cinema CineCongo há onze anos; Coordena o Projeto eDOCação ofertando oficinas de produção audiovisual para crianças e adolescentes em ambientes educativos. E membro do Grupo de Pesquisa Políticas Públicas. Gestão Educacional e Participação Cidadã (PPGEPaC), Projeto Cenestésico, UFPB. Mestrando em Ensino de Sociologia pela Universidade Federal de Campina Grande (UFCG). LEO TABOSA (CURADOR). Formado em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo e História (Universidade Católica de Pernambuco - Unicap). É Especialista em História Regional do Brasil: Nordeste (Unicap), Pós-graduado em Produção Cultural e Gerenciamento de Evento (Faculdade Senac) e Pós-graduando em Estudos Cinematográficos pela Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP). É idealizador do Cine Jardim – Festival de Cinema de Belo Jardim (Belo Jardim – Pernambuco), Mostra Curta Vazantes: Cinema em Comunidade (Vazantes – Ceará) e curador do Cine Congo – Festival do Audiovisual da Paraíba (Congo – Paraíba). É sócio diretor da Pontilhado Cinematográfico e Produções Culturais e Artísticas LTDA e, também, exerce a função de Gestor Cultural da Universidade Católica de Pernambuco. Franciel Sales de Souza (ASSISTENTE DE PRODUÇÃO). Nasceu no dia 22 de setembro de 1987, no município do Congo/PB. Filho de Francisco de Assis Teodoro de Souza e Francinete Sales de Souza. Reside na Avenida Ministro José Américo, 506, Centro, Congo/PB. Formado em Estatística e Matemática pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB). Sócio fundador da Associação Cultural do Congo, onde trabalha na produção local com teatro e produção audiovisual. É voluntário da Casa da Cultura Mira Ramos. Compõe a equipe do CineCongo desde 2009. Ana Lúcia César Lins Silva (ASSISTENTE DE PRODUÇÃO). Nasceu no dia 31 de janeiro de 1997, no município de Campina Grande/PB. Filha de Maria Lucia César Lins Silva e Severino Matias da Silva. Reside na Rua Capitão José Lucas, 17, Centro, Congo/PB. Tem Formação Técnica em Farmácia, pelo Complexo Educacional do Cariri (CEC), Monteiro/PB. Participa da Associação Cultural do Congo, onde trabalha na produção local com teatro e produção audiovisual. Cineasta local, realizou o curta-metragem “Filha”(Fic. 3’). É voluntária da Casa da Cultural Mira Ramos. Compõe a equipe do CineCongo desde 2013. Gabriel Francisco Farias da Silva (ASSISTENTE DE PRODUÇÃO). Nasceu no dia 06 de julho de 2000, no município de Sumé/PB. Filho de Josinete Farias do Nascimento e José Francisco da Silva Filho. Reside na Sítio Tapera, Zona Rural do município do Congo/PB. Trabalha como costureiro. Participa da Associação Cultural do Congo, onde trabalha na produção local com teatro e produção audiovisual. É voluntário da Casa da Cultural Mira Ramos. Compõe a equipe do CineCongo desde 2015. Mikael Araújo de Barros (ASSISTENTE DE PRODUÇÃO). Nasceu no dia 02 de dezembro de 1998, no município de Congo/PB. Filho de Marta das Neves Araújo de Barros e Josinaldo Nunes de Barros. Reside na Rua Moisés Conegundes Oliveira S/N, Centro, Congo/PB. Trabalha como costureiro. Participa da Associação Cultural do Congo, onde trabalha na produção local com teatro e produção audiovisual. É voluntário da Casa da Cultural Mira Ramos. Compõe a equipe do CineCongo desde 2015. Carlos André de Lima (ASSISTENTE DE PRODUÇÃO). Nasceu no dia 18 de janeiro de 1994, no município de Sumé/PB. Filho de Josefa dos Santos Lima e Hermínio Ferreira de Lima. Reside na Rua José de Oliveira Marcolino, 241, Centro, Congo/PB. Cursando (ADS) Analista e Desenvolvedor de Sistemas, pelo Instituto Federal de Ciência e Tecnologia (IFPB/ Campus de Monteiro/PB). Trabalha como Técnico em instalação e Manutenção de Internet (CPnet). Participa da Associação Cultural do Congo, onde trabalha na produção local com teatro e produção audiovisual. É voluntário da Casa da Cultural Mira Ramos. Compõe a equipe do CineCongo desde 2015.
PROJETO ARQUIVADO.