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PRONAC 203545Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

100 Anos de Modernismo no Brasil

Instituto Solidariedade e Cultura
Solicitado
R$ 998,4 mil
Aprovado
R$ 998,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livros ou obras de referência - valor Humanístico
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2021-02-11
Término
2022-03-11
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O projeto 100 Anos de Modernismo no Brasil consiste na produção e edição de um livro (textos, artigos, entrevistas e fotos de documentação) sobre a história da formação da cultura brasileira em celebração aos cem anos do modernismo em nosso país e sua trajetória como construção de uma narrativa comprometida com o bem-estar da sociedade. O projeto incluí, como produto secundário, a produção e veiculação quinzenal de 10 ‘landing pages’, de visita, dentro de uma plataforma digital, para a difusão do pensamento moderno que norteou os últimos movimentos culturais de qualidade no Brasil e no mundo.

Sinopse

1 – Livro 100 Anos de Modernismo no Brasil: Tiragem 1.000 unidades; Capa, Cartão Supremo 250g; 4/0 cores; Orelhas 08 cm e Laminação Fosca; Tinta Escala em Tríplex X 250g e saída em CTP; Miolo 476; Papel Polem Soft 80g – 1/1 cor; 2 - 10 ‘Landing Pages’, de visita, dentro de uma plataforma digital, com uma linguagem livre, criativa, atual, independente, responsável e cidadã, e uma temática voltada para a difusão da cultura brasileira e do pensamento moderno que norteou os últimos movimentos culturais de qualidade no Brasil e no mundo. Edição quinzenal, durante 12 meses. 3 - Evento de Lançamento do projeto na Livraria Cultura, no Rio de Janeiro, tendo a participação da equipe e de artistas convidados. E ciclo de 06 Palestras e Encontros Críticos e Performáticos para a difusão do Livro e das ‘Landing Pages’ com o objetivo de contribuir para a discussão de que a arte e a cultura brasileiras são ferramentas de garantia de formação de cidadania. 4 - Contrapartidas Sociais: levar para as escolas públicas ao redor dos centros culturais que as palestras ocorrerão a equipe de convidados do projeto para o entretenimento e a difusão da informação de qualidade sobre a cultura brasileira. Serão 06 eventos de contrapartida social. SINOPSE DA OBRA PRODUTO: Livro O livro 100 ANOS DE MODERNISMO NO BRASIL será um livro de artigos, entrevistas e depoimentos curtos sobre o significado desse movimento para a construção da cultura e da sociedade brasileiras contemporâneas. Organizado pelo escritor e jornalista Maurício Nolasco e pela jornalista Beatriz Cardoso, o livro terá artigos de Fernando Santoro (Filósofo e Poeta, Mestre e Doutor em Filosofia pela UFRJ e Pós-Doutor em Filosofia pela Université, Paris, Sorbonne), José Ribamar Bessa Freire (Doutor em Letras pela UERJ e em História pela École des Hautes Études em Sciences Sociales, França), Filipe Ceppas (Filósofo e Docente da Faculdade de Educação – UFRJ, Filosofia Antropofágica), Alberto Pucheu (Poeta e Ensaísta, Professor de Teoria Literária do Programa de Pós-Graduação de Ciência da Literatura da Faculdade de Letras da UFRJ), Leda Tenório da Motta (Professora de Estudos Pós-Graduados em Comunicação e Semiótica da PUC-SP, Mestrada em Semiologia Literária pela École de Hautes Études em Sciences Sociales e Doutora em Semiologia Literária pela Université de Paris) e Francisco Carlos Teixeira (Historiador, Mestre em História do Brasil pela UFF e Doutor em História pela Universidade Livre de Berlim, Alemanha). Todos os convidados fazem parte do coletivo de articulistas para a realização das 10 “Landing Pages” (Sítio na Internet) do projeto em questão. Proposta: 329973. Para as entrevistas estarão relacionados os seguintes artistas e personalidades: Cacá Diegues (cineasta), Arnaldo Jabor (cineasta), Sílvio Tendller (cineasta), Caetano Veloso (músico), Turíbio Santos (músico), João Carlos Martins (maestro), Amir Haddad (diretor de teatro), Paulo José (ator), Milton Gonçalves (ator), Vera Goulart (artista plástica), Xico Chaves (poeta e artista plástico), Aracy Abreu Amaral (crítica de arte), Ana Gonçalves Magalhães (crítica de arte) e Cristóvam Buarque (política e educação). Para os depoimentos curtos, uma nova geração: João Anzanello Carrascoza (escritor), Ricardo Lísias (escritor), Patrícia Mello (escritora), Verônica Stigger (escritora), Jarid Arraes (cordelista), Alice Sant’Anna (poetiza), Bruna Beber (poetiza), Alexandre Guanieri (poeta) e Fabrício Corsaletti (poeta). TEMA CENTRAL: Modernismo e a representação de uma arte ‘genuinamente’ brasileira, com liberdade de expressão, valorizando a identidade cultural do Brasil e as presenças do índio e do negro no cotidiano do nosso povo, transferindo para a nossa essência uma qualidade incomum e, até mesmo, excêntrica. CONTEÚDO: Uma revisão da história da arte brasileira nos últimos cem anos, adotando a compreensão das particularidades esquecidas pelo conservadorismo que insiste em manter-se aceso mesmo diante do incontestável da nossa realidade. O livro será subdividido por uma “Apresentação” feita pelos organizadores, incluindo um artigo de abertura, e uma “Introdução” (Lima Barreto, a “Fala Pré-Modernista, Crítica e Renovadora”). Cada artigo será um capítulo. E as entrevistas também serão apresentadas por capítulos. RELEVÂNCIA: Trazer à superfície, aos dias atuais, o conceito de ruptura estabelecido pelo movimento modernista com o passado antiquado, retrógado e obsoleto, junto às estruturas fora de moda, antigas, autoritárias, conservadoras e ultrapassadas que, muitas vezes, ainda nutrem o comportamento de grande parte da nossa sociedade.

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS Celebrar os 100 anos do Modernismo; O livro 100 Anos de Modernismo no Brasil pretende contribuir para que a arte e a cultura brasileiras sejam compreendidas como ferramentas de garantia da cidadania em nosso país, ao dimensionar o conhecimento sobre a formação da nossa sociedade, vendo-as como um bem de consumo que a maioria da população não tem acesso e as elites precisam incorporá-las dentro do contexto econômico e social; Investir em uma profunda revisão da cultura brasileira com o objetivo de contribuir para a reconstrução de um forte movimento de reflexão sobre suas raízes, tendo na Língua Portuguesa um fator de identidade nacional e na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) uma ligação cultural, para a qual o projeto compromete-se a dar visibilidade; Apostar na arte e na cultura brasileiras como forma de incentivar a educação, realizando um trabalho de resgate da memória dos movimentos culturais dos últimos 100 anos (literatura, cinema, teatro, artes plásticas e música), observando a importância dessas manifestações na extensão do comportamento do povo brasileiro; Centralizar, na plataforma digital, a divulgação do livro, ampliando suas discussões, gerando matérias, artigos e entrevistas com artistas consagrados; Viabilizar reuniões virtuais com poetas, escritores, críticos, ensaístas, cineastas, teatrólogos, artistas plásticos, jornalistas e o público leitor para a promoção de uma discussão diversificada sobre a importância da cultura brasileira como expressão da atualidade, na disseminação de conceitos e valores de sustentabilidade, arte e empreendedorismo cultural. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Impressão de 01 livro: Tiragem 1.000 unidades; Capa, Cartão Supremo 250g; 4/0 cores; Orelhas 08 cm e Laminação Fosca; Tinta Escala em Tríplex X 250g e saída em CTP; Miolo 476; Papel Polem Soft 80g _ 1/1 cor; Veicular 10 páginas de cultura, com o resultado do livro e matérias de extensão sobre o tema, ou 10 ‘landing pages’, de ‘aterrissagem’, ou ‘destino’, dentro de uma plataforma digital, criadas estrategicamente para dar suporte a uma revisão estruturada da cultura brasileira do século 20; Produzir as edições das ‘landing pages’ a cada 15 dias, durante 12 meses, podendo conter de 08 a 10 matérias por edição, com informações de qualidade a respeito do passado e do presente da cultura brasileira e movimentos culturais estrangeiros que a influenciaram, com fotos de qualidade (atuais e de arquivo), plasticidade, estética, análise crítica e entrevistas; Dar sustentabilidade mensal a uma equipe de 04 jornalistas-redatores, 01 revisor de textos, 01 pesquisador, 01 produtor de conteúdo, 02 fotógrafos, 01 editor, 06 articulistas, 01 tradutor, 01 designer, 01 ilustrador, 01 assessor de comunicação, compra de fotos de arquivo, charges e cartuns, e mobilidade, para a produção das matérias; Criar e colocar em prática uma estratégica de marketing digital para maximizar a difusão das páginas e a divulgação do livro, contendo as seguintes ações: anúncios no Google, no Facebook, Linkedin, Bing Ads, ‘Inbound’ Marketing, gerenciamento nas redes sociais, uso das técnicas de SEO, sistema de envio de E-mail Marketing; Realizar o evento de lançamento na Livraria Cultura com as participações de escritores, cineastas, artistas e personalidades convidadas; Realizar um ciclo de 06 Palestras e Encontros Críticos e Performáticos destinado ao público, 01 a cada 02 meses, durante 01 ano, em espaços culturais do Rio de Janeiro; Realizar um ciclo de 06 Palestras e Encontros Críticos e Performáticos, em escolas públicas próximas aos espaços selecionados, 01 a cada 02 meses, durante 01 ano, para o cumprimento das contrapartidas sociais.

Justificativa

Os patrimônios culturais de natureza imaterial estão intrinsecamente relacionados ao comportamento social de uma sociedade. O projeto 100 Anos de Modernismo no Brasil objetiva dar visibilidade aos aspectos que separaram a sociedade de consumo das heranças culturais fundamentais para a compreensão da formação da nossa sociedade que lhe conferem identidade peculiar e especial. Somos um povo de ‘matrizes ameríndias’, de ‘referência lusitana’ e de ‘uma mistura genuína de povos africanos’, o que transfere para a nossa essência uma qualidade extremamente incomum e, até mesmo, excêntrica. Queremos acentuar as origens e as especificidades da cultura e do povo brasileiro conferindo à nossa narrativa a realidade atual do Brasil, refletida na consciência da história da formação da nossa sociedade. A arte e a cultura brasileiras são indiscutivelmente os patrimônios imateriais mais significativos do Brasil, visto a contribuição que os movimentos culturais e artísticos deram ao processo de desenvolvimento social do nosso país e à sua afirmação intelectual no exterior, dotada de um elevado senso crítico sobre a realidade mundial. A ideia do projeto não significa produzir um espaço com conteúdos temáticos. Será a produção de um Livro com a impressão de 1.000 unidades e 10 ‘landing pages’, quinzenais, durante 12 meses, sobre o que há de melhor no passado e no presente da cultura e da arte brasileiras, com uma linguagem livre, criativa, atual e independente. O objetivo é subsidiar o público com vários aspectos que caracterizaram a sociedade brasileira que tiveram a influência da arte e da cultura praticadas no Brasil nos últimos 100 anos, com a produção do livro e de uma plataforma moderna com informação de qualidade, contendo artigos e entrevistas especiais, fotografias de arte, ilustrações, charges e humor. Nossa tarefa será a realização de um mapeamento do que houve e há de melhor na cultura e na arte brasileiras, tendo as várias regiões do país como ponto de partida, privilegiando também os movimentos culturais no mundo que dialogaram e dialogam com a estética da arte brasileira contemporânea e moderna. Se a cultura de um povo é o reflexo de todas as inclinações que se manifestam na arte, na política, na ética, no comportamento, na estética, na filosofia, na ideologia, do jeito a interagir conflitos, semelhanças, distinções, tradições, alienações, etc... vindo inspirar um modo de ser, de pensar, de agir, dentro da sua formação histórica, esse é o caminho que o projeto 10 Anos de Modernismo no Brasil pretende seguir. Protagonizado por um coletivo de organizadores, jornalistas, fotógrafos, artistas, chargistas, escritores, articulistas e personalidades, o projeto busca contribuir para a construção de uma nova alternativa de reflexão sobre a cultura, menos consumista, abordando temas da arte e da cultura do Brasil e do mundo. O projeto se enquadra na Lei Rouanet como: a) livros ou obras de referência, impressos ou eletrônicos, de valor artístico, literário ou humanístico (art. 18, § 3º, alínea b),.

Estratégia de execução

OUTRAS INFORMAÇÕES As palestras nas datas subsequentes, em espaços diferenciados na cidade, serão: O evento de lançamento será na Livraria Cultura. As palestras subsequentes serão: Auditório do Mar, Auditório da UFRJ, Auditório da PUC, Centro Cultural FGV, Casa de Leitura de Laranjeiras e Casa Rui Barbosa. As atividades de contrapartidas sociais, conversas e debates com a equipe do projeto (jornalistas convidados e articulistas do livro e das ‘landing pages’), serão em 06 escolas públicas próximas de cada região dos eventos programados. Serão 06 eventos de contra partida social. ESCOLAS PÚBLICAS: Escola Municipal Rivadávia Corrêa (Presidente Vargas); CE Júlia Kubitschek (Centro); Escola Municipal Arthur da Costa e Silva (Botafogo); CE Andre Maurois (Gávea); Escola Municipal México (Botafogo); Escola Municipal José de Alencar (Laranjeiras) e CE Amaro Cavalcanti (Largo do Machado). Acesso Gratuito O acesso será livre e gratuito a todas as faixas etárias. A ideia é levar a discussão da cultura brasileira, como agente de inclusão social, ao público consumidor de cultura, exaltando a história da formação da nossa sociedade, favorecendo camadas menos escolarizadas, comunidades, jovens alunos da rede pública de ensino e deficientes físicos, a terem maior aproximação com a cultura brasileira, integrando-as, no espaço físico do evento, com o público formador de opinião. TEMAS DAS PALESTRAS 1 – Lançamento – 100 Anos de Modernismo no Brasil Celebração. Panorama da Semana de Arte Moderna de 1922, uma análise do patrimônio deixado para a arte, a cultura e a educação no Brasil pelo movimento modernista. Palestrantes: - Amir Haddad É ator e diretor de teatro. Foi um dos fundadores do Teatro Oficina, em 1958, com José Celso Martinez Corrêa e Renato Borghi. - Marcos da Veiga Pereira Presidente do Sindicato dos Editores de Livros - Francisco Carlos Teixeira Formado em História e Educação pela UFRJ. Possui especialização e mestrado em História do Brasil pela UFF. Magisterwissenschaft e doutor em História pela Universidade Livre de Berlim, Alemanha, e UFF, Niterói. 2 – Filosofia Antropofágica – 5 Equívocos Sobre os Índios Palestrantes: - Filipe Ceppas Filósofo e docente da Faculdade de Educação (UFRJ), onde trabalha na formação de professores de Filosofia para a Educação Média. - José Ribamar Bessa Freire É doutor em Letras pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). Cursou doutorado em História na École des Hautes Études em Sciences Sociales na França. - Fernando Santoro É filósofo e poeta, graduado em Filosofia (Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ) e em Literatura e Civilização Francesa (Université Nancy III). 3 – Lima Barreto, a Fala Pré-Modernista, Crítica e Inovadora - Luciana da Costa Ferreira Possui Graduação em Literaturas pela UFRJ, professora do IFRJ; - Carlos Alberto de Medeiros Jornalista e estudioso da questão racial, Graduado em Comunuicação e Editoração pela UFRJ, com mestrado em Ciências Sociais e Jurídicas pela UFF; - Zezé Motta Atriz e cantora. Peças: Roda Viva; Fígaro, Fígaro; Arena Canta Zumbi; Vida Escrachada; Godspell e Orfeu. Filmes: Vai Trabalhar Vagabundo; Ouro Sangrento; Anjos da Noite; Tieta do Agreste e Xica da Silva. Novelas: Corpo a Corpo; A Próxima Vítima; Porto dos Milagres e Renascer. Minisséries: Memorial e Maria Moura e Chiquinha Gonzaga. Considerada uma das maiores atrizes do Brasil. 4 – O Modernismo nas Artes Visuais, Performance e Comportamento - Vera Goulart Gravadora, desenhista, artista gráfica, programadora visual, pintora e crítica de arte, com várias exposições, coletivas e individuais, no Brasil e no exterior. - Fernanda Lopes Crítica de arte e pesquisadora, Doutoranda no Programa de Pós-Graduação da Escola de Belas Artes da UFRJ e Pesquisadora da Escola de Artes Visuais do Parque Lage e do Departamento de Arquitetura da PUC-Rio. - Xico Chaves Poeta, letrista, artista plástico, produtor cultural, pesquisador e jornalista. Formado em Artes e Ciência da Comunicação pela Universidade de Brasília (UnB). Notório Saber em Artes Visuais também pela UnB. 5 – O Modernismo na Literatura Brasileira - Alberto Pucheu Poeta e ensaísta, professor de Teoria Literária do Departamento e do Programa de Pós-Graduação de Ciência da Literatura da Faculdade de Letras da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). - Carlos Lima É um dos poetas da chamada Geração de 70, tradutor, ensaísta e articulista. Também é professor de Introdução à Cultura e Literatura Brasileira do Instituto de Letras da UERJ. - Ana Paula Maia Escritora e roteirista. Prêmio São Paulo de Literatura. Livros: Carvão Animal, Assim na Terra como Embaixo da Terra e Enterre seus Mortos. 6 – Pós Modernismo, Tropicalismo, Cinema Novo e Teatro Oficina - Walter Lima Jr. Cineasta e bacharel em Direito pela UFF. - Moacyr Góes É roteirista e diretor de cinema e teatro. - Amir Haddad É ator e diretor de teatro. Foi um dos fundadores do Teatro Oficina, em 1958, com José Celso Martinez Corrêa e Renato Borghi. DESCRIÇÃO DAS PÁGINAS DO SÍTIO DA INTERNET São 10 “Landing Pages” sobre cultura: 1 – Cinema Fazer uma introspecção na história do cinema brasileiro. Desde as suas origens mais remotas, com a tradição documental, passando por Humberto Mauro, um dos pioneiros sobre os temas brasileiros, ou pelas chanchadas de comicidade burlesca que influenciaram o enraizamento de uma cultura de humor no Brasil, ao cinema novo, o movimento que se destacou por discutir esteticamente as desigualdades sociais do país e por criar uma linguagem cinematográfica “própria”, fora dos padrões estabelecidos pelas superproduções de Hollywood que, na década de 60, exerciam uma forte influência no comportamento da nossa sociedade. Um dos objetivos da página é manter acesa a discussão de que o cinema abrange uma visão crítica da realidade, como peça artística e/ou mercadológica, capaz de contribuir para a maneira de pensar de um povo e que suas estruturas organizacionais e ideológicas constituem forças políticas de formação da opinião pública e desenvolvimento de um mercado nacional. A página vai de encontro ao reconhecimento de que as estruturas organizacionais do cinema no Brasil avancem no sentido da manutenção e do aperfeiçoamento das políticas públicas de incentivo, fomento e apoio à indústria cinematográfica no país. Por isso, uma revisão da história do cinema brasileiro pode contribuir para a compreensão das questões essenciais que acercam atualmente as produções nacionais, promovendo uma crítica construtiva de análise estética e artística, não deixando de se relacionar com cinematografias similares de outras regiões do mundo, atuais ou do passado. Será um espaço de questionamento das obras cinematográficas brasileiras e estrangeiras que incorporaram influências do contexto social, econômico, cultural e político do Brasil e do mundo, nos últimos cem anos, indo de encontro à celebração dos 100 anos de modernismo no Brasil. 2 – Teatro O teatro como forma de expressão da cultura universal e, principalmente, como um espaço privilegiado de formação de várias gerações de atores. Talvez, de todas as formas de expressão artísticas no Brasil, tenha sido o teatro a que mais influenciou a formação de “gerações intelectualizadas”, em resposta à modernidade que se apresentava com a passagem do século XIX para o século XX. Sabemos que o humor faz parte da cultura brasileira teatral desde os tempos do teatro de Martins Pena, na década de 40, dos anos 1800, considerado o inventor da comédia de costumes, com obras irônicas e bem humoradas sobre as injustiças da realidade brasileira da época. Machado de Assis foi outro pioneiro com a publicação de suas comédias satíricas, entre os anos 1860 a 1906, nas quais os seus personagens pertenciam à alta burguesia e em seus textos não faltavam críticas desmedidas aos costumes da sociedade. Mesmo com a ausência do teatro na Semana de Arte Moderna de 1922, Oswald de Andrade, na década seguinte, publicou três peças fundamentais para o desenvolvimento do teatro moderno no Brasil. Entre elas, a famosa e emblemática, Rei da Vela, dirigida e encenada pelo diretor José Celso Martinez Corrêa, marcou a história do teatro brasileiro. A página de teatro também dará um mergulho na história dessa manifestação artística que tem produzido atrizes, atores e diretores extraordinários que caracterizam a cultura brasileira como um estandarte do que há de melhor no país. De Procópio Ferreira, Bibi Ferreira, Paulo Autran, Fernanda Montenegro, passando pelo TBC e as Cias. Nydia Lícia-Sérgio Cardoso, Tônia-Celi-Autran, Cacilda Becker e o Teatro dos Sete, Ziembinski, ao Asdrúbal Trouxe o Trombone e o Tablado, faremos uma revisão com matérias históricas, entrevistas e comentários sobre o Teatro no Brasil, e o que tem de melhor como conceito e noção de cultura, política e formação da identidade brasileira. 3 – Música A página será um banco de dados musical, com matérias sobre o que há de melhor na história da música moderna e contemporânea, fazendo referência aos artistas consagrados e da nova geração, brasileiros e estrangeiros, celebrando as manifestações atuais e do passado que tenham um valor artístico representativo do cancioneiro popular do Brasil e do mundo. Um espelho da música popular, ou ‘música pop’, ou ‘pop music’, muitas vezes entendida como a música gravada para fins comerciais, destinada à audiência da juventude. Outras, e em sua parte mais criativa, como “o lugar” da poética, da performance, do pensamento livre e do comportamento de transformação da sociedade de consumo de bens materiais para a sociedade do consumo da informação. Terá uma cobertura diversa e eclética: ‘Galoviola’, ‘O Samba É Mais’, ‘Xotexaxado Brasil’, ‘Mistura Brasileira’, ‘Essas Mulheres Maravilhosas’, ‘Big Bossa’, ‘Black Museum Music’, ‘Pit’Stop Rock’, ‘Fhotomusic’, entre outras diferenciadas que poderão alcançar, desde uma revisão de Villa Lobos, e grandes violonistas brasileiros, a exemplo de Turíbio Santos, Badem Powell, Rapahel Rabello, Yamandu Costa, Paulo Bellinati, à elaboração de matérias sobre a diversidade dos ritmos brasileiros: o samba, o jongo, o maracatu, o caboclinho, o xote, o xaxado, o frevo, entre outros, e as peculiaridades das suas comunidades espalhadas pelo Brasil a fora. Além de matérias especiais, como, por exemplo, a relação da música popular brasileira e americana com a história dos ‘cabarés’ e ‘vaudevilles’ de ambos os países. 4 – Dança Criar uma panorâmica da história da dança no Brasil. Desde as suas várias expressões populares, afro-brasileiras, indígenas e folclóricas, às formas mais eruditas, passando pela dança moderna e contemporânea. Difundir as escolas de danças, atuais e as do passado, com as primeiras escolas de balé introduzidas por renomados bailarinos europeus, a partir da década de 1930. Demarcar as tradições das danças indígenas, conhecidas por celebrarem acontecimentos ou rituais religiosos. Produzir matérias sobre os grandes balés do ocidente, a exemplo da tradicional Cia. de Diaghilev, e bailarinos que marcaram uma época de inovações, Nijinsky, Fokine, Anna Pavlova e Balanchine. Estimular a percepção sobre a introdução da dança moderna no Brasil trazida por bailarinos como Luiz Arrieta, Maria Duschenes, Marika Gidali, Nina Verchinina, entre outros. Os primeiros balés brasileiros criaram identidades com temas indígenas. Em 1956, a bailarina polonesa Yanka Rudzka fundou a primeira instituição oficial de ensino superior da dança no Brasil, a Escola de Dança da Universidade Federal da Bahia, desenvolvendo um trabalho ligado à improvisação e ao candomblé, com forte embazamento técnico e teórico. A página vai criar matérias para contribuir com a compreensão da evolução da dança no Brasil e no mundo. Isadora Duncan que dançava descalça e com vestidos de seda, lembrando as dançarinas gregas, criou a dança moderna, entre Marta Graham, Émile Jacques-Dalcroze, Mary Wigman, Rudolf von Laban. A dança contemporânea é resultado da influência de várias outras linguagens e motiva uma nova abordagem de habilidade corporal e da produção de coreografias. Acentuar a influência do casal Angel e Klaus Vianna para a modernização da dança no Brasil. Eles fundaram o Centro de Pesquisa Corporal – Arte e Educação, inaugurando o primeiro curso de formação de bailarinos contemporâneos no Rio de Janeiro. O casal rompeu com a estética clássica e introduziu o conceito e a prática da expressão corporal criando o método de recuperação motora e terapia, através dos movimentos do corpo. A Cia. Tanztheater Wuppertal, dirigida pela coreógrafa e dançarina alemã Pina Bausch, torna-se conhecida mundialmente por contar histórias com coreografias sobre a própria vida dos seus balairinos. O Grupo Corpo no Brasil também emplaca um enorme sucesso em suas encenações por trabalhar suas coreografias mediadas pela relação entre o movimento e a música. A dança é uma inspiração e apresentá-la ao público como um instrumento de formação do conhecimento humano será um dos objetivos dessa página. 5 – Artes Plásticas A Semana de Arte Moderna de 1922 foi uma manifestação cultural que reuniu diversas expressões artísticas e propunha uma nova visão da realidade brasileira, a partir de uma arte e uma estética inovadoras. A manifestação chocou grande parte da sociedade trazendo à superfície um conceito de ruptura com o passado antiquado que nutria o comportamento da elite econômica do país. O movimento teve uma importância extraordinária para as artes plásticas no Brasil, não só pela capacidade criadora de artistas como Anita Malfatti, Di Cavalcanti, Lasar Segall, Tarsila do Amaral, Jonh Graz, Cândido Portinari, entre outros, mas, principalmente, porque incorporou a ideia da representação de uma arte ‘genuinamente’ brasilira, valorizando a identidade cultural do Brasil, com as presenças do índio e do negro em nosso cotidiano, transferindo para a nossa essência uma qualidade incomum e, até mesmo, excêntrica. A página de artes plásticas se propõe a fazer uma revisão da arte brasileira dos últimos cem anos, adotando a compreensão da importância das artes plásticas como instrumento de reflexão contra o conservadorismo que insiste em manter-se aceso mesmo diante do incontestável da nossa realidade. Somos um povo de ‘matrizes ameríndias’, de ‘referência lusitana’ e de ‘uma mistura genuína de povos africanos’. A Semana de 22 teve sua repercussão ampliada em consequência da exaltação do Brasil diante do seu futuro, da descoberta de uma linguagem brasileira como atualização e modernização do nosso comportamento, de uma arte que assumiu as mazelas e a criatividade de seu povo. As artes plásticas brasileiras incorporou ao seu modo de expressão o comportamento popular. Hélio Oiticica foi um pintor, escultor e artista plástico performático com inspirações anarquistas num período dos mais teneboros da nossa história: a ditadura militar. Inspirou o Tropicalismo e deixou uma herança inconfundível para o pensamento brasileiro moderno. Lígia Clark é outro exemplo. Pintora e escultora, intitulava-se “não artista”. A dimensão poética de sua obra sugere a desmitificação da arte, do artista e a desalienação do espectador. O objetivo da página é fazer uma cronologia das artes plásticas dimensionando a influência que teve no passado para a construção do presente. 6 – Literatura A literatura dos anos 30 inscreveu o Brasil no ‘rol’ dos países que produzem grandes escritores. Autores como Jorge Amado, Érico Verísimo, Gracilianos Ramos, Raquel de Queiroz, entre outros, foram traduzidos para vários países e em vários idiomas. A segunda fase do modernismo (1930 a 1945) foi marcada por uma literatura de altíssima qualidade que produziu obras que apresentavam uma visão crítica das relações humanas, envolvidas dentro de um contexto histórico de conflitos sociais e políticos que determinaram a história recente da humanidade. A poesia brasileira da época também despertou o interesse por grandes nomes como o de Carlos Drummond de Andrade, Vinícuis de Moraes, Murilo Mendes, Cecília Meireles e Jorge de Lima. Esses autores assentaram a cultura brasileira no mundo. Desde Machado de Assis e Lima Barreto no período pré-modernista, Mário de Andrade e Oswald de Andrade na primeira fase do modernismo e da segunda fase aos tempos modernos, o Brasil tem produzido, como dissemos, uma literatura universal, mesmo que, muitas das vezes, comprometida com a temática regionalista. E, por isso mesmo, o comprometimento da literatura brasileira com as questões sociais, políticas, étnicas, sobre a trajetória do nosso povo diante da sua própria saga, levou o país ao resto do mundo, através da cultura brasileira. A literatura brasileira é um dos produtos de mais valia da nossa cultura. Divulgar e rever a obra e a vida de escritores consagrados e/ou aqueles que não alcançaram independência econômica com a sua arte, mas ocuparam lugar de destaque na literatura, será um dos objetivos da página, chegando aos nossos dias e à difusão da literatura de autores contemporâneos. 7 – Brasil Negro e o Brasil Real Os patrimônios culturais de natureza imaterial estão intrinsecamente relacionados aos padrões da visa social outorgados por uma sociedade. O espaço Brasil Negro e o Brasil Real objetiva dar visibilidade aos aspectos que separam a população afro-brasileira das heranças culturais de dominação da nossa sociedade, tendo como meta discutir a hereditariedade social imposta pela colonização. A cultura afro-brasileira é indiscutivelmente um dos patrimônios imateriais mais significativos do Brasil. A seção Brasil Negro e o Brasil Real pretende ser uma das mais importantes iniciativas de promoção e divulgação da literatura afro-brasileira em nosso país, incentivando o seu desenvolvimento como formação do conhecimento humano sobre a nossa história. O nosso maior desafio aqui será contribuir para que a literatura afro-descendente do Brasil e do mundo seja uma ferramenta capaz de incentivar a criação de um espaço privilegiado de cultura e cidadania, ao dimensionar o conhecimento sobre a formação da sociedade brasileira em um bem de consumo responsável, incentivando a participação do Brasil nos principais debates sobre a pluralidade da sociedade mundial, vindo contribuir também para a reconstrução de um forte movimento de solidariedade em prol da literatura da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, para a qual esta página compromete-se a dar visibilidade bem como os seus blocos de identificação cultural. 8 – Essas Mulheres Maravilhosas Esse espaço será muito especial e prazeroso de produzir. Divulgaremos a vida e a obra de grandes mulheres que tiveram uma participação valiosa em vários segmentos da cultura, na música, na dança, no teatro, na literatura, no cinema e nas artes plásticas, assim como nos fatos políticos e sociais da recente história do Brasil e do mundo. 9 – Arte em Comunidades Seremos agentes promotores do empreendedorismo cultural, divulgando os trabalhos de grupos e comunidades periféricas no Brasil e no Rio de Janeiro. Essa seção terá como ponto de partida a difusão de ações inovadoras, com impactos sócios culturais positivos, no sentido de difundir para o público a percepção de um “Futuro Inclusivo”. O futuro das comunidades indígenas, quilombolas, extrativistas e ribeirinhas ou, até mesmo, das comunidades urbanas nas grandes cidades, está gravemente ameaçado pelos modelos de desenvolvimento adotados no Brasil, por um ambiente minado pela violência e a degradação ambiental. O custo social dessa conjuntura recai, cada vez mais, sobre a juventude que, excluída dos mecanismos de ascensão social convencionais (educação e trabalho), não encontra alternativas válidas de sobrevivência e acabam enveredando por caminhos sem retorno. Um dos grandes desafios aqui é difundir a ideia de que o Brasil pode se tornar um país aliado à prática da ação social, da educação, da cidadania e da responsabilidade coletiva, valorizando a cultura das suas comunidades. 10 – Arte Indígena Mapear e divulgar as inúmeras comunidades indígenas que desenvolvem vários tipos de artesanatos, desenhos e grafismos e os significados que eles representam para a nossa sociedade como um todo. Apesar do forte impacto que sofreram, desde o descobrimento do Brasil até os dias atuais, os índios brasileiros, em várias aldeias e regiões do país, preservaram a arte do artesanato e do grafismo. Os grafismos da mitologia e do espírito cosmológico do passado ainda permanecem nas cestarias ou em outros artesanatos, com símbolos e significados sagrados, produzidos em várias regiões do país. A importância dessa página ocorre pela necessidade de não restringir as sociedades indígenas brasileiras somente às pesquisas acadêmicas e ao círculo restrito da antropologia. Nas escolas as sociedades indígenas são ignoradas nos programas curriculares e têm sido sistematicamente vitimadas por um esquecimento, talvez, proposital. De propósito ou não, o fato é que os índios brasileiros estão sendo massacrados. Foram no passado, e esse processo de massacre tem continuado no presente, à foice e à faca, com a maior violência, com a presença indiscrimidada de garimpos e da extração ilegal da madeira em suas terras que são protegidas pela Constituição do país. O preconceito, a desinformação e a intolerância têm martirizado as populações indígenas do Brasil. Essa seção terá como objetivo contribuir para a construção de uma história de resgate sobre a cultura da “arte indígena” brasileira e levar mais conhecimento a respeito dos nossos índios ao público em geral. A pretensão é resgatar o passado, lançá-lo ao presente, de modo a projetar o futuro.

Especificação técnica

O PROJETO Impressão de 01 livro: Tiragem 1.000 unidades; Capa, Cartão Supremo 250g; 4/0 cores; Orelhas 08 cm e Laminação Fosca; Tinta Escala em Tríplex X 250g e saída em CTP; Miolo 476; Papel Polem Soft 80g – 1/1 cor; Elaboração e Veiculação de 10 ‘Landing Pages’ de Cultura Elaboração, edição e veiculação de 10 páginas de cultura em uma plataforma digital para a difusão da cultura brasileira, no Brasil e no exterior, com uma edição quinzenal, totalizando 24 edições, tendo-as como ponto de partida para uma ampla reflexão sobre a formação da nossa sociedade e a sua função de responsabilidade e inclusão social. Conteúdo Produção de conteúdos destinados a fazer uma revisão de registro sobre o movimento modernista no Brasil, desde o lançamento da Semana de Arte Moderna de 1922, aos seus subsequentes desdobramentos e influência sobre a cultura brasileira contemporânea, incluindo a análise e a compreensão dos vários movimentos artísticos no Brasil e no mundo que influenciaram a arte brasileira no último século. O Livro e as ‘Landing Pages’ terão como base informações históricas e análises críticas desses movimentos, através de matérias textos, artigos e entrevistas, que revisem o cinema, o teatro, a literatura, as artes plásticas, e as obras e as vidas de grandes artistas de visibilidade e daqueles de grande importância cultural que não alcançaram o devido reconhecimento dos seus trabalhos, abrindo uma janela sobre o passado e o presente da cultura nacional. Estratégia de Divulgação Maximização de uma estratégia de marketing digital para a difusão das ‘landing pages’, tendo em vista as variáveis externas, desenvolvendo um planejamento eficiente que potencialize a capacidade de obterem o máximo de visualizações e leitores fidelizados, através de anúncios no google, no facebook, ‘inbound’ marketing, gerenciamento das redes sociais, utilização das técnicas de SEO, sistema de envio de e-mail marketing. Evento de Lançamento Evento de lançamento do projeto na Livraria Cultura, no Rio de Janeiro, tendo a participação da equipe e de artistas convidados. Ciclo de Palestras e Encontros Críticos e Performáticos 01 a cada 02 meses, perfazendo um total de 06 eventos em diferentes espaços culturais, tendo por objetivo a divulgação do Livro e das ‘Landing Pages’, com a participação de artistas, personalidades e convidados. As palestras pretendem contribuir para a difusão da cultura brasileira como meio de expressão da atualidade e instrumento de inclusão e responsabilidade social.

Acessibilidade

1 – LIVRO – 100 Anos de Modernismo no Brasil ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Serão gravados 500 CDs de acessibilidade para deficientes visuais e distribuídos gratuitamente com notas e comentários registrados sobre o conteúdo do Livro 100 Anos de Modernismo no Brasil. 2 – SÍTIO DE INTERNET – ’10 Landing Pages’ ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES FÍSICOS: O “Quesito de Acessibilidade” para “Deficientes Físicos” no produto “Sítio de Internet” ‘não faz sentido’, na medida em que o “acesso ao Site se faz à longa distância”. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDIOVISUAIS: Para a veiculação das páginas de cultura na plataforma digital, implementaremos serviços de acessibilidade digital que possuem especificações para a oferta de recursos a pessoas com deficiência visual (equivale no orçamento à consultoria de acessibilidade). Os dispositivos utilizados irão converter textos e imagens para LIBRAS (a Língua Portuguesa de Sinais). Dessa forma, manter um site com acessibilidade para deficientes visuais será parte da estrutura disponível a todos os usuários possíveis. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Viabilizar um dispositivo e / ou aplicativo que converta os áudios disponíveis em cada edição para LIBRAS (a língua Brasileira de Sinais), com o objetivo de atender aos deficientes auditivos. 3 – SEMINÁRIO / SIMPÓSIO / ENCONTRO / CONGRESSO / PALESTRA Serão 07 Eventos: o evento de lançamento e 06 palestras em espaços culturais da cidade do Rio de Janeiro. ACESSIBILIDADE FÍSICA: Aluguel de uma Van para o transporte de deficientes físicos para levar ao evento de lançamento e a cada uma das palestras organizadas um grupo de deficientes (cadeirantes) de alguma instituição especializada no setor, e a disponibilização de um assistente de produção para acomodá-los adequadamente nos espaços dos eventos e ajudá-los na locomoção dentro dos locais. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Disponibilização de um assistente de produção para a condução interna e descrição do evento. Faremos isso com uma instituição especializada. ASSECIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Um profissional da Língua Brasileira de Sinais (Libras) estará presente a cada evento para dar suporte de compreensão aos deficientes auditivos. 4 – CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: ACESSIBILIDADE FÍSICA: Disponibilização de um assistente de produção destinado ao atendimento dos deficientes físicos em cada uma das escolas públicas dos eventos das contrapartidas indicadas, acomodando-os adequadamente nos auditórios das escolas e ajudando-os na sua locomoção. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Disponibilização de um assistente de produção para a condução interna e descrição do evento dentro de cada uma das escolas públicas relacionadas para o cumprimento das contrapartidas. Faremos isso em conjunto com a direção de cada escola. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Um profissional da Língua Brasileira de Sinais (Libras) estará presente a cada evento nas escolas públicas destinado a cumprir com as atividades das contrapartidas sociais para dar suporte de compreensão aos deficientes auditivos.

Democratização do acesso

1- LIVRO I – Distribuir gratuitamente 1.000 CDs gravados de resumo dos conteúdos do livro em celebração aos 100 Anos de Modernismo no Brasil. 2 – SÍTIO DE INTERNET III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; 3 – SEMINÁRIO / SIMPÓSIO / ENCONTRO / CONGRESSO / PALESTRA II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos 4 – CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; AMPLIAÇÃO DE ACESSO SOBRE O PRODUTO SÍTIO DE INTERNET: Além das ações de formação cultural relacionadas nas contrapartidas sociais junto às escolas públicas citadas, os organizadores do projeto irão promover uma ação permanente nessas mesmas escolas em conjunto e em comum acordo com os professores de história, de arte e de informática, no sentido de estimular a visita permanente dos alunos ao SÍTIO DE INTERNET, com a presença mensal (01 vez por mês) de um dos integrantes da equipe do projeto promovendo uma apresentação constante das atividades do projeto para os alunos das escolas públicas.

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA Jornalistas – Beatriz Cardoso, Angélica Basthi, Henrique Koifman e Renato Martins Arte e Designer – Roberto Dalmaso Revisão de Texto – Rodrigo Trindade Fotógrafos – Alex Ferro e Paulo Múmia Pesquisa – Thaís Fonseca Produção de Conteúdo – Bruno França Produção Executiva – Camilo Rezende Assistente de Produção – Flávia Campos Assessoria de Comunicação – Beatriz Santos Coordenação Geral – Maurício Nolasco BEATRIZ CARDOSO Diretora na Lettera Brasil Comunicação, partner da Trama Criações de Arte, é editora da TN Petróleo desde 2000. Formada em Jornalismo pela Faculdade de Comunicação de Santos (FACOS), foi bolsista do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) na primeira tirma de Mestrado em Jornalismo Científico e Tecnológico da Universidade Metodista de São Paulo (Rudge Ramos). Com 39 anos de jornalismo, já atuou como repórter especial, colunista, editora, subeditora e colaboradora de diversas publicações (jornais, revistas e sites, como O Estado de São Paulo, Revista Manchete, Isto É, entre outras) e como correspondente e colaboradora de revistas e agências internacionais (Análisis, Los Tiempos, Latinoamericana Press, etc). À frente da Lettera Brasil, tem atuado como consultorade comunicação para organizações de distintos segmentos, com ênfase em petróleo e gás, energia, química e petroquímica, tecnologia, meio ambiente e saúde. Pela TN Petróleo, recebeu prêmios e menções honrosas por suas reportagens, sendo vencedora do 3º- Prêmio da Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip-2003) e três vezes menção honrosa, na categoria Revista. Foi reconhecida pelo Prêmio Especialistas como uma das principais jornalistas do país na categoria Construção Naval e Offshore. Foi uma das responsáveis pela criação e projeto editorial da revista digital Think Energy, do Instituto Brasileiro do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (IBP), em parceria com a Trama Criações de Arte. ANGÉLICA BASTHI Formação acadêmica em Comunicação e Cultura pela Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (ECO-UFRJ). Especialização em Política e Sociedade (IESP-UERJ). Graduada em Gestão de Direitos Humanos pela Universidade Cândido Mendes. Pós-graduada em Docência para o Ensino Superior (UCAM). Formação em Inglês no Spring International Language Center da University of Arkansas e no Programa de Aperfeiçoamento em Inglês da Fulbrigth no IBEU (RJ). Cursos de atualização: Assessoria de Imprensa em Crises Empresariais; Questões Ideológicas na Cobertura da Mídia e Planejamento e Gestão de Relacionamento com a Mídia (Petrobras), além do curso de Roteiro para Cinema e TV (com José Louzeiro). Trabalhou nas redações da Gazeta Mercantil, Revista Manchete/ Grupo Bloch Editores, Amiga, Mulher Hoje, Boa Forma, Raça Brasil, Consumidor Moderno, Tribuna da Imprensa, Ecologia e Desenvolvimento, Rádio MEC, Globo Filmes, entre vários outras revistas, informativos, editoras e produtoras de cinema e vídeo. HENRIQUE KOIFMAN Formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com cursos de especialização em Comunicação e Marketing (FGV) e de extensão em Literatura e Cinema (Real Gabinete Português de Leitura) e Filosofia (Arte e Pensamento – UFRJ). Fluente em inglês e espanhol, domina ferramentas de construção, edição e publicação na internet. Trabalhou como repórter, fotógrafo, redator e editor em jornais e revistas como O Dia, Manchete, Ele & Ela, Geográfica Universal e Autonomia. Foi editor da Petrobras Magazine – revista internacional da Petrobras, pela qual recebeu o Prêmio Aberje – e editor, co-editor e jornalista responsável em diversas publicações institucionais, internas e externas, como a Revista BB com Você (Banco do Brasil); Revista Petrobras Distribuidora e Jornal do Revendedor da BR (Petrobras Distribuidora); Jornal da Vale, Logística em Foco e Vale News (Vale); ViverValeSul (Valesul Alumínio); Conexão Anglo American (Anglo American); TKCSA News (Thyssenkrupp CSA); Comunicar e Pestana News (Rede Pestana de Hotéis) e Via Expressa (Lamsa-Invepar), entre outros veículos. Foi coordenador e co-editor responsável pela adaptação e complementação do conteúdo para o lançamento das revistas Lonely Planet e Knowlegge (depois, Conhecer) no Brasil. Atuou como assessor de imprensa em eventos de grande porte. Foi responsável por uma coluna semanal sobre o segmento automotivo no jornal O Dia e mantém um blog sobre o assunto no jornal O Globo OnLine, tendo um canal no Youtube, além da página temática Carros do Rio, sobre carros antigos, no Facebbok, Instagran, Twitter e Google+. RENATO MARTINS Formado em Jornalismo pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP). Foi redator da editoria de Exterior da Folha de São Paulo. Repórter, redator e locutor do serviço em Língua Portuguesa da Rádio Coréia – KBS (Korean Broadcasting System) em Seul, Coreia do Sul, com “frilas” para a BBC de Londres, Rádio France International, Rádio e Televisão Portuguesa, Rádio Vaticana, Teledifusão de Macau e Jovem Pan. Foi editor-assistente de Política Exterior, Primeira Página e Opinião para a Folha de São Paulo. Foi também editor-assistente e editor-adjunto de noticiário internacional do Broadcast – serviço de noticiário econômico e financeiro em tempo real da Agência Estado. Atualmente, co-publisher e editor do mundoinvisivel.org. ROBERTO DALMASO Jornalista e Designer Gráfico, sócio-diretor da Trama Criações de Arte, desenvolve soluções de comunicação há 20anos para clientes de diversos segmentos no mercado. Egresso da Agência Casa – TV Globo e Manchete, foi sócio-diretor de arte da TelagráficaArte e Produção – especializada na criação de peças gráficas e cenográficas para a TV Globo (gerente da Agência Casa) e Manchete (responsável pela coordenação e planejamento de campanhas institucionais na mídia impressa). Junto com o designer e publicitário Valmir Pinto Ferreira, fundou há 20 anos a Trama Criações de Arte, empresa que atua no planejamento e construção de sites, produção de mídias digitais e impressos, livros, apresentações institucionais e materiais de marketing, integrando design e conteúdo, abrangendo serviços desde a criação de logomarcas e guia de identidade a projetos de comunicação, com a geração de conteúdos até o suporte digital ou físico. A Trama conta com as parcerias da Lettera Brasil Comunicação e da Ivens Consult, especializadas no desenvolvimento de informações estratégicas para organizações de médio e grande porte, com uma equipe de jornalistas especializados em diversos segmentos: petróleo e gás, energia, química, meio ambiente, qualidade e compliance. Foi um dos responsáveis pela criação de título, logomarca e projeto gráfico da revista digital Think Energy, do Instituto Brasileiro do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (IBP), em parceria com a Lettera Brasil Comunicação. RODRIGO TRINDADE Jornalista multimídia com 15 anos de experiência em atividades de comunicação da informação: repórter, redator, pesquisador, produtor de conteúdos, editor e revisor de texto. Formado em Comunicação Social pela Universidade Estácio de Sá e em Letras pela Universidade Anhanguera. Trabalhou nos Portais FGV e SRZD do jornalista Sidney Rezende e nas redações dos jornais O Dia e Lance. ALEX FERRO Fotógrafo profissional com a carreira iniciada em 1989 no jornal O Povo na Rua. Em 1990, nas revistas Manchete e Ele & Ela (Bloch Editores), teve a oportunidade de associar a cobertura de pautas diárias à criação de propostas temáticas, como as coberturas exclusivas do Carnaval do Rio de Janeiro. A partir de 2008, começou a viajar com regularidade para Portugal dividindo o tempo entre o Rio e Lisboa. Em Portugal, trabalhou no desenvolvimento de conteúdos para moda e fazendo reportagens e ensaios para o Grupo Cofina. Especializou-se em coberturas longas e megaprojetos, no Brasil e no exterior, acumulando experiência em trabalhos institucionais, comerciais e corporativos na iniciativa privada. Cobriu as Olimpíadas de 2016, como fotógrafo oficial do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos produzindo um banco de imagens, editadas e tratadas, com mais de 150 mil registros de fotos esportivas e da cidade do Rio de Janeiro. PAULO MÚMIA É formado em Museologia pela Universidade do Rio de Janeiro (UNI-RIO0, com Pós-graduação / Lato Sensu em Fotografia como Instrumento de Pesquisa nas Ciências Sociais pela Universidade Cândido Mendes (UCAM). É fotojornalista e antropólogo visual. Trabalha nas áreas de jornalismo institucional e fotodocumentarismo, além dos segmentos culturais como FUNAI e UNESCO. Nas últimas décadas tem desenvolvido projetos de investigação etnográfica e antropológica com povos indígenas do Brasil, assim como trabalhos fotojornalísticos. Cobriu os Jogos Mundiais dos Povos Indígenas, as manifestações de 2013, a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos e Paralímpicos do Rio em 2016, entre outros eventos. É documentarista assíduo do carnaval do Rio de Janeiro, tendo suas fotos em exposição no Museu de Arte Moderna (MAR), Zona Portuária, e nos Centros Culturais Laurinda Santos (santa Tereza) e Lobo e Baukurs (Barra da Tijuca). THAÍS FONSECA Pós-graduada em Ciências Políticas pela Universidade Católica de Pernambuco (PUC-PE) e graduada em Comunicação Social, especialização em Jornalismo, pela Universidade Salgado de Oliveira (UNIVERSO-RJ). Atuou como repórter, chefe de reportagem, apuradora, subeditora, produtora de texto e de conteúdo, assessora de comunicação em vários veículos, entre eles: Folha de São Paulo (Sucursal Rio), Jornal O Povo (RJ), Rádio Capibaribe (PE), A Voz da Favela e Portal Agência de Notícias da Favela (RJ), Portal Eu (PE), Portal do Instituto de Terras e Reforma Agrária do Estado de Pernambuco, Revista Let’s Go (PE). Possui curso avançado em inglês e intermediário em francês e espanhol. Habilidades em práticas de comunicação interna e externa, assessoria a empresas, produção de material institucional, endomarketing e comunicação corporativa, relações institucionais, gerenciamento, coordenação de projetos e equipes. BRUNO FRANÇA Repórter especial de política e economia, entre outras editorias jornalísticas (cidade, políticas municipal, estadual e federal, internacional, saúde, ciência, educação e tecnologia, cultura e esporte), produção de entrevistas, matérias gravadas ou ao vivo, âncora, edição de textos, imagens, áudios e vídeos, locução e produção em geral. Formado em Jornalismo e Pós-graduado em Sociologia pela UERJ. Trabalhou nas Rádios MEC, Mundial e Roquette Pinto. Editor-chefe do Programa Nação Brasil da Rádio Livre 1440 AM-RJ. CAMILO REZENDE NOLASCO Formado em Comunicação Social pela Faculdade Hélio Alonso (FACHA), o ex-Presidente do Instituto Solidariedade e Cultura (ISC), durante a gestão 2015 a 2018, exerce a função de Coordenação de Planejamento e Relações Institucionais da instituição, sendo responsável pelo planejamento anual das atividades, elaboração de projetos, aprovação nas Leis de Incentivo, comunicação em redes sociais, coordenação de equipe e produção de eventos. FLÁVIA CAMPOS DE LIMA Jornalista com dois anos de formação. Escreve para a revista “Guiaar”. Determinada em pesquisas no campo da política, economia, meio ambiente, cidades e cultura, com experiência em matérias nessas áreas. Formação em gestão empresarial, informática, web designer, inglês e espanhol. BEATRIZ SANTOS Formada em Comunicação Social e Jornalismo pela Universidade Veiga de Almeida (UVA). Pós-Graduação em Jornalismo Esportivo pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Possui inglês avançado e espanhol intermediário. Domínio em todo o pacote Microsoft Office (EXCEL, WORD, POWERPOINT, etc.). Noções de ilustração, InDesign e Photoshop (Veiga de Almeida). Conhecimento especializado sobre Gestão de Mídias Sociais e Marketing de Conteúdo: Facebook Ads, Instagran Ads e Google Ads (Certificação Contenuto Comunicação e Rock Content). Conhecimento sobre E-commerce e Inbound Marketing (certificação Rock Content). Curso SEO (Contenuto Comunicação). Analytics Avançado (Certificação Google Academy) e WordPress (Certificação Rock Content). Experiências profissionais: Analista de Marketing Digital na Agência InsideOut. Colaboradora do Mídia Ninja Futebol Feminino e do Blog Esportivo Salve a Seleção; Analista de Mídias Sociais da Cacau Moda Feminina e do Evento “Qual o Seu Talento?”; Produtora de Conteúdo das Mídias Sociais do Site Rolé no Rio; Colaboradora no Portal Mídia Criativa; Recepção e Divulgação nas Mídias Sociais no Evento Secom UVA; Produtora de conteúdo da Agência UVA. MAURÍCIO NOLASCO Iniciou suas atividades profissionais como jornalista em 1979 em algumas redações no Rio de Janeiro (O Dia, Jornal do Brasil, Última Hora), voltado para o jornalismo político e ambiental. Foi editor de economia no jornal Tribuna da Imprensa no final dos anos 80. De 92 a 96, assessorou o Consulado de Angola em projetos culturais naquele país. Entra para o movimento social no ano de 2002, fundando o Instituto Bandeira Branca, tendo coordenado um projeto patrocinado pelo Programa Cultural da Petrobras, por 10 anos consecutivos, com sede na Zona Portuária. Durante esse período, produziu e dirigiu vários espetáculos e apresentações com grandes músicos da MPB, na Sala Cecília Meireles, Teatro João Caetano, Tom Jobim, Fundição Progresso, Circo Voador, entre outros espaços. É escritor com o seu primeiro livro lançado, “Geografia dos Infiéis”, em 2018, no Circo Voador. Possui mais cinco outros títulos. Como coordenador do Instituto Solidariedade e Cultura executou contratos com a Ligth e a Braskem, arregimentando artistas, músicos, escritores e poetas, para a realização de projetos incentivados. Exerce as atividades de Comunicação Institucional e Planejamento Estratégico da instituição.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.