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PRONAC 203561Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Documentário - Ressurgência

Dunas Filmes Ltda.
Solicitado
R$ 199,9 mil
Aprovado
R$ 199,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. Av Games
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Duque de Caxias
Início
2020-08-01
Término
2021-12-31
Locais de realização (1)
Arraial do Cabo Rio de Janeiro

Resumo

O Projeto vai produzir um documentário de média metragem sobre a vida dos funcionários da Companhia Nacional de Álcalis e o Arraial após a falência da empresa que foi fundada em Arraial do Cabo, Rio de Janeiro. O documentário será composto por entrevistas; depoimentos; passagens de prosas, poesias, ficções e músicas produzidas por trabalhadores no contexto das atividades da Álcalis e do trabalho no mar; imagens do agora: os escombros da indústria, os locais de atuação e as atuais vivências dos ex operários. Como Ação Formativa Cultural a proponente promoverá palestras dos diretores do documentário par alunos da rede pública de ensino. Tratar-se-á de um filme documentário média metragem com 45 minutos de duração filmado e finalizado em 4K.

Sinopse

No Arraial do Cabo de 1960 visto no documentário homônimo de Paulo César Saraceni e Mário Carneiro, o pescador inicía sua jornada do mar à indústria, novas gentes chegam de outras cidades e estados para compor a massa operária que constituirá o corpo de funcionários da Companhia Nacional de Álcalis e o Arraial começa a deixar pra trás o isolamento geográfico com as promessas industriais do Estado Novo. Hoje é sabido que a empresa nunca foi o que pretendia ser. Com a privatização, falência e encerramento das atividades, aquele que deixou o mar pra ser operário, está de volta ao cotidiano marítimo. São esses os nossos personagens, os sujeitos que em algum período durante os 63* anos entre início da construção e encerramento total das atividades, integraram o operariado da industria e com seu fechamento, voltaram para o mar. Estruturado por entrevistas; depoimentos; passagens de prosas, poesias, ficções e músicas produzidas por trabalhadores no contexto das atividades da Álcalis e do trabalho no mar; imagens do agora: os escombros da indústria, os locais de atuação e as atuais vivências dos ex operários; além do suporte de áudios e imagens de arquivo para compor a narrativa. Esse é um filme sobre as ruínas de um caráter industrial e o regresso do homem para o mar. Para compreender como se dá o retorno, abordamos os movimentos políticos e econômicos que levaram a Companhia Nacional de Álcalis ao fim das atividades e o contexto social que vivia o Arraial do Cabo. Em 2020, 28 anos após a desestatização da empresa e interrupção parcial e 14 anos após encerramento total do funcionamento, a indústria ainda é muito presente: nos escombros que se fundem a paisagem da restinga e dos costões, nos irreversíveis danos ambientais causados nas lagoas, na massa de operários que segue aguardando para receber indenizações trabalhistas, na memória do povo. O Arraial, uma porção de terra esparramada para fora da linha do continente com um cabo de restinga, espremido entre o oceano e a maior laguna hipersalina do mundo, cercado de ilhas, contornado por costões rochosos e uma vegetação de caatinga no meio da Mata Atlântica, está sob influência do fenômeno da ressurgência, que trás a costa abundante vida marinha além da coloração turquesa das águas. Por essas razões, o povo do Arraial tem no mar seu lugar cativo. A pesca artesanal cabista mantém sua função e tradição, mas já não é a única, concorrendo com traineiras de pesca industrial, que por vezes atuam clandestinamente dentro dos limites da Resex, e perde espaço para o turismo. Centenas de embarcações vagueiam o mar, sobretudo nas temporadas de verão e feriados, carregando grupos de turistas. Aquele que um dia saiu das águas pra bater o ponto na indústria, está de volta ao mar em outras funções e condições, atuando tanto na pesca artesanal, quanto nas traineiras ou no turismo, que constitui hoje a principal atividade econômica do município. Se a indústria revirou o fundo dos mares e lagoas para produzir a barrilha, deixando o rastro do desemprego e dos danos ambientais, o turismo que não considera o impacto que vem causando nas águas do Cabo, pode provocar danos em escalas industriais e talvez já não haja mar para o cabista regressar.

Objetivos

Objetivo Geral - Estimular a produção audiovisual independente no Brasil; - Ampliar a oferta de produtos culturais brasileiros; - Usar a arte e a cultura como veículo para conscientização em assuntos relevantes e atuais; - Aumentar a circulação de obras audiovisuais no Brasil; - Incentivar a indústria cinematográfica nacional. Objetivo Específico - Produzir um filme documentário média metragem - Disponibiliza o filme documentário, na sua integra, de forma totalmente gratuita, na internet. -Realizar 04 palestras para cerca de 50 alunos da rede pública de ensino, totalizando cerca de 200 beneficiarios.

Justificativa

O Documentário trata-se de um projeto independente, é de suma importância para seu pleno desenvolvimento o apoio propiciado pela Lei 8313/91. A proposta, ainda, se enquadra nos objetivos expressados no art. 1° da Lei 8.313/91, sendo: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Para isso, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do art. 3 da mesma Lei: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural.

Estratégia de execução

Ação de Formação Cultural - Como ação cultural voltada ao público infantojuvenil, o projeto irá promover 04 palestras dos diretores do documentário com crianças e adolescentes de instituições públicas de ensino. Os diretores irão falar sobre o processo criativo de criação e gravação de um documentário, buscando aproximá-las do universo audiovisual. A proponente preêve a participação de cerca de 50 alunos em cada palestra, totalizando 200 beneficiários.

Acessibilidade

Este projeto propõe as seguintes ações para garantir a acessibilidade do público em geral: 1) Disponibilização do filme em ambientes acessíveis para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida (internet); 2) Adaptação dos vídeos para atender pessoas com deficiência sensorial (visual e auditiva), através da audiodescrição, legendagem descritiva.

Democratização do acesso

Como medida de democratização de acesso, o filme será distribuido em plataforma digital de forma totalmente gratuita, de modo a cumprir com o item a, inciso I, do art. 20 da Instrução Normativa 2/2019, que instrui a um mínimo de 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística. As plataformas em que o filme será disponibilizado são: Youtube e Vimeo. - Além disso, as ações de contrapartida social serão gravadas e disponibilizadas na internet, buscando atender o inciso III citado como forma de democratizar o acesso à cultura.

Ficha técnica

Todas as atividades do Projeto serão remuneradas. Felipe Carvalho – Diretor Geral 33 anos, estudou geografia na Universidade Estadual do Rio de Janeiro, atuou como pesquisador no Núcleo de Estudos Visuais em Periferias Urbanas, a partir daí começou a atuar ativamento no cenário audiovisual e cultural da cidade, sendo um dos fundadores do Gomeia Galpão Criativo, o primeiro espaço de coworking da baixada fluminense. Fundou a produtora audiovisual Dunas Filmes, produtora que tem clientes como Anistia Internacional, FGV, Oceana. Atuou como Diretor e Diretor de fotografia em diversas produções. Alguns projetos de documentário que atuou: Planeta UFRJ como diretor e diretor de Fotografia, TV Olho como assistente de direção, Armanda o Documentário como operador de câmera, Documentário Maya Gabeira / OCEANA coo produtor, diretor e diretor de fotografia. Também atua ativamente em produções de Videoclipes, alguns artistas que produziu: Toni Garrido Clipe “VAI” como diretor de Fotografia, Clipe Bruna Caram “Baile da Revanche” como diretor de fotografia, Vanessa da Mata show da turnê “Quando deixamos nossos beijos na esquina” como diretor de fotografia Bárbara Dantas Cardoso - Produtora Executiva Bacharel em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, onde desenvolveu interesse pela fotografia etnográfica. Estudou fotografia no Ateliê da Imagem/RJ e fez o curso de Fundamentação na Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Vive há quatro anos em Arraial do Cabo onde documenta de maneira livre o cotidiano da cidade em sua relação com o mar e a pesca. Tem como principal interesse o estudo da interseção entre documentário e ficção para narrar através de imagens as histórias e vivências do povo sul-americano. Daniel Martins- Coordenação de Produção Estudou Produção Cultural na IFRJ, criador e coordenador do Festival MOV em todas as suas edições. Técnico de Som para cinema e TV, trabalhou em filmes como “5x Favelas” “5xupp”, “Mundo sem Mulheres”e “Histórias que só existem quando lembradas”. Baterista profissional durante 9 anos da banda Medulla. Atua divido entre as produções audiovisuais e culturais.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.