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PRONAC 203564Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

O QUE É QUE O BRASIL NÃO TEM?

TRAMA CRIACOES DE ARTE LTDA - ME
Solicitado
R$ 199,2 mil
Aprovado
R$ 199,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Produção de websérie
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2020-10-02
Término
2021-01-28
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O projeto O Que É Que o Brasil Não Tem? consiste na produção de uma Websérie de humor com 06 episódios de 30 minutos cada, finalizados em Formato HD, disponibilizados no Youtube, com temas sobre o comportamento da sociedade de massa brasileira, tendo um evento de lançamento e 02 ‘talks shows’ em espaços culturais.

Sinopse

SINOPSE DA OBRA 3 VÍDEOS DE HUMOR POR MÊS VEICULADOS EM PLATAFORMA DIGITAL O projeto O Que É Que O Brasil Não Tem? consiste na produção e veiculação de 03 vídeos de humor, de visita, dentro de uma plataforma digital na internet, em cada uma das suas edições (quinzenais), sobre a realidade brasileira atual e o comportamento da sociedade de massa, escritos e dirigidos artisticamente por Cláudio Torres, com as atuações dos humoristas Cláudio Torres e um convidado. FORMA E CONTEÚDO Serão 03 Vídeos de Humor, com duração de 10 a 15 minutos, veiculados a cada 15 dias, representando 01 Episódio da Websérie, sendo 02 Episódios por mês, 06 Episódios, em 03 meses, totalizando a produção de 18 vídeos, com conteúdos voltados sempre para a representação cômica dos aspectos frívolos da cultura de consumo no Brasil, através da linguagem “Stand-Up”, ilustrando o comportamento brasileiro para um humorismo involuntário e indissociável da realidade, incorporando-o ao seu dia a dia. Produção de 01 Evento de Lançamento e de 02 “talks shows” em espaços culturais. Evento de lançamento na Livraria Cultura, tendo a participação da equipe e dos humoristas convidados. 02 ‘Talk Shows’ Realização de 02 ‘talk shows’, depois do lançamento, em espaços culturais da cidade, com a participação dos humoristas do projeto. CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA DA FAIXA ETÁRIA: A.1. Livre São admitidos com essa classificação obras que contenham predominantemente conteúdos positivos e que não tragam elementos com inadequações passíveis de indicação para faixas etárias superiores a 10 anos.

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS O projeto O Que É Que O Brasil Não Tem? pretende contribuir para que o humor brasileiro seja visto como uma manifestação fundamental da formação cultural do nosso país, tomando-o como um ponto de partida para a afirmação de que existe uma história cultural do humor no Brasil; Discutir a relevância da contribuição de uma história de humor como processo de integração social; Contribuir para a compreensão de que o riso faz parte do reflexo de cada cidadão e dos desdobramentos das diversas atividades que compõem o comportamento da sociedade; Contribuir para a visão de que o humor é um produto cultural em expansão e historicamente identificado com a população brasileira; Apostar na cultura brasileira como forma de incentivar a educação no Brasil; Apostar no humor brasileiro como forma de incentivar a informação em nosso país. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Produzir uma Websérie (de humor) com 06 episódios de 30 minutos cada, finalizados em Formato HD, disponibilizados no Youtube. Serão 18 vídeos de 10 minutos, produzidos no período de 03 meses; Realizar um evento de lançamento com a apresentação de um ‘talk show’ com 2 humoristas da Websérie; Realizar 02 ‘talk shows’, 01 a cada mês, nos 02 meses subsequentes ao lançamento, em 02 espaços culturais diferentes no Rio de Janeiro, com a participação dos humoristas do projeto.

Justificativa

JUSTIFICATIVA Antes da televisão, o rádio foi o grande veículo de comunicação de massa no Brasil. Sabemos que o humor faz parte da cultura brasileira, desde os tempos do teatro de Martins Pena, na década de 40 dos anos 1800, considerado o inventor da comédia de costumes, com obras irônicas e bem humoradas sobre as injustiças e as mazelas da realidade brasileira da época. Machado de Assis foi outro pioneiro. Publicou suas comédias satíricas, entre os anos 1860 a 1906, nas quais seus personagens pertenciam à alta burguesia e em seus textos não faltavam críticas desmedidas aos costumes da sociedade, chistes de todas as ordens e uma ironia sofisticada, que veio marcar definitivamente a literatura do autor. Mas foi o rádio que imortalizou o humor no Brasil. Os primeiros programas surgiram em 1931, como "Manezinho e Quintanilha", interpretado pelos atores Artur de Oliveira e Salu de Carvalho. A partir daí, pode-se dizer do surgimento de uma história do humor em nosso país. Em 1946, o genial Mazzaropi estreou na Rádio Tupi no programa "Rancho Verde", transmitido ao vivo e dirigido por Cassiano Gabus Mendes. Sucesso extraordinário. "Rancho Verde" foi para TV Tupi, em 1950, com as participações de João Restiffe e Geny Prado. Porém, o grande sucesso cômico brasileiro teria se tornado o quadro "O Primo Rico e O Primo Pobre", do programa "Balança Mais Não Cai", estrelado por Paulo Gracindo e Brandão Filho, em 1950, na Rádio Nacional, com direção de Max Nunes, que varou décadas inteiras, indo consagra-se na Rede Globo, a partir de 1968. Entender o Brasil de hoje não é uma tarefa fácil. A história que demarcou a colonização do nosso país, a escravidão, a república, a nossa evolução política e social, até então, torna complicada essa missão. Para tanto, é legítimo afirmar, também, que o humor, enquanto gênero literário, cultural e artístico, faz parte desse nosso desafio e assume um grau de compreensão da realidade bastante elevado. A comicidade não se integra à sociedade através de regras, convencionalismos e posicionamentos autoritários. Ela faz uso do caminho contrário. A piada é o desmoronamento do arbítrio, da falta de liberdade, do jugo de um governo. Como brasileiros estamos na contra mão da opressão. A graça vem de encontro à democracia, à nossa forma de expressão peculiar enquanto povo livre. É nesse sentido que o projeto O Que É Que O Brasil Não Tem? vem postular a oportunidade de pensarmos a nossa realidade, tendo por objetivo intervir com muito humor na construção de uma revisão crítica do momento atual do Brasil, utilizando a internet como veículo e o impressionante índice de usuários que ela tem alcançado a cada ano que passa. O uso da internet não para de crescer no Brasil. O IBGE estima que o público digital tem 10 milhões de novos internautas por ano. O ano de 2019 registrou um total de 149,1 milhões de usuários, entre 210 milhões de brasileiros. Essa marca impressionante coloca o Brasil no 4º- Lugar do Mercado da Internet, atrás somente da China, da Índia e dos EUA. A internet se tornou o 3º- veículo de maior alcance no país, atrás apenas da TV e muito próxima do Rádio. O fluxo de acesso à internet alcança tráfegos exponenciais. No atual momento, em que o mundo virtual se confunde com a realidade pela força do fenômeno da comunicação analógica, a proposta de veicular vídeos de humor crítico sobre a nossa realidade é atender o usuário em suas demandas de "diálogo" com o tempo e a realidade, dando-lhe subsídios para a formação da sua opinião, estando atento às alternativas presentes no conteúdo da informação como ponto de partida para o melhor entendimento dos fatos. Os vídeos serão concebidos de acordo com um conceito totalmente diferenciado, indo buscar internautas em vários segmentos da sociedade, com uma linguagem crítica, de excelência, mas com muita graça, bom humor, ironia e diversão, uma nova fórmula de se fazer humor observando os padrões de mudança que a internet exige. O projeto se enquadra no ART.18: f) produção de obras cinematográficas e videofonográficas de curta e média metragem e preservação e difusão do acervo audiovisual; e (Incluída pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001). O referido projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei n° 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Bem como deverá alcançar os seguintes objetivos do Art. 3 da referida norma: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural;

Estratégia de execução

CONTRAPARTIDAS SOCIAIS Escolas Públicas / Contrapartida Social: no Colégio Estadual Souza Aguiar (Centro do Rio); Escola Municipal Rivadávia Corrêa (Presidente Vargas, Centro) e Escola Municipal Arthur da Costa e Silva (Botafogo). EVENTOS: Lançamento (Livraria Cultura), Contrapartida Social: Colégio Estadual Souza Aguiar (Centro). Primeiro 'Talk Show' (Auditório do MAR), Contrapartida Social: Escola Municipal Rivadávia Corrêa (Presidente Vargas, Centro), Segundo 'Talk Show' (Auditório da UFRJ na Urca), Contrapartida Social: Escola Municipal Arthur da Costa e Silva (Botafogo). Serão 03 ações formativas nas 03 escolas públicas citadas com a participação integral dos professores e alunos das escolas, com a previsão da participação de cerca de 350 pessoas em cada uma das escolas. Total: 1.050.

Especificação técnica

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS Elaboração, Edição e Veiculação de 03 Vídeos de Humor Filmagem, edição e veiculação de 03 vídeos de humor, de 10 a 15 minutos de duração, para a difusão digital, de 15 em 15 dias, tendo-os como ponto de partida para uma ampla reflexão sobre a realidade atual do Brasil, através do humor, da sátira e da comicidade. Serão 06 Episódios de 03 vídeos, somando 18 produções em 03 meses. Conteúdo Conteúdos com a perspectiva de apresentar os aspectos da cultura de consumo, ilustrando o comportamento brasileiro para um humorismo involuntário e indissociável da realidade. Estratégia de Marketing Digital Maximizar a difusão dos vídeos tendo em vista o desenvolvimento de um planejamento eficiente que potencialize a capacidade de obterem o máximo de visualizações e usuários fidelizados, através de anúncios no google, no facebook, ‘inbound’ marketing, gerenciamento das redes sociais, utilização das técnicas de SEO, sistema de envio de e-mail marketing. Evento de Lançamento Evento de lançamento do projeto na Livraria Cultura, tendo a participação da equipe e dos humoristas convidados. Realização de 02 ‘Talk Shows’ Realização de 02 ‘talk shows’, depois do lançamento, nos Auditórios do MAR (Museu de Arte Moderna) e da UFRJ, na Urca, com a participação dos humoristas do projeto. Os 02 ‘Talk Shows’ após o lançamento serão: em 06/11 (auditório do MAR) e 04/12/2020 (UFRJ).

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE Para promover o acesso às produções cinematográficas às pessoas com deficiência visual e auditiva (em atendimento ao Art. 18 da Instrução Normativa nº 2/2019), os organizadores do projeto adotarão todas as medidas de Audiodescrição, LIBRAS e Legendagem Descritiva. Cada vídeo produzido pela Websérie contará com as medidas de acessibilidade integradas na obra audiovisual: - Audiodrescição: uma faixa de narrativa adicional para as pessoas com deficiência visual; - Legendagem descritiva: legenda em Libras (na Língua Brasileira de Sinais) que descreve o texto do Vídeo interpretado pelo humorista destinada aos portadores de deficiência auditiva.

Democratização do acesso

DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO Os vídeos estarão disponibilizados ao público na plataforma digital específica do projeto e em canais a exemplo do Youtube e Vimeo, além das mídias sociais conhecidas. Além disso, informamos as medidas de democratização relacionadas no art. 21 da Instrução Normativa nº 02/2019. Será adotadas:. II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22. A cada realização dos 'Talk Shows' para o público, iremos realizar como contrapartida social em uma escola pública próxima aos locais dos eventos uma palestra de ação formativa sobre a ‘linguagem audiovisual’ utilizada para gravações humorísticas. Cada evento terá 02 horas de duração e contará com as participações de Cláudio Torres (ator, humorista, diretor e redator de humor) e Roberto Dalmaso (Designer gráfico e diretor de câmera e fotografia). Tema: como se criar e se produzir esquetes (cenas rápidas) de humor para televisão, teatro e gravações na internet, com detalhamento sobre a importância do humor como manifestação cultural e conscientização sobre os fatos da realidade. As Ações Formativas Culturais estarão relacionadas para acontecer nos auditórios do Colégio Estadual Souza Aguiar (Centro do Rio), na Escola Municipal Rivadávia Corrêa (Presidente Vargas, Centro) e na Escola Municipal Arthur da Costa e Silva (Botafogo), para professores e alunos com um público previsto de 500 pessoas em cada escola.

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA Direção Artística e Redação – Cláudio Torres Humoristas – Cláudio Torres e convidados Coordenação Geral – Maurício Nolasco Produção Executiva – Camilo Rezende Nolasco Assistente de Produção – Thalita Gualluci Assessoria de Comunicação – Beatriz Santos CLÁUDIO TORRES Redator-Chefe da Rede Globo, durantes anos. Trabalhou no programa A Grande Família. Assinou a redação-final de humorísticos como Sob Nova Direção e Zorra Total. Escreveu para Chico Total, O Belo e As Feras, Escolinha do Professor Raimundo, Malhação, Brava Gente e Sai de Baixo. Dirigiu a peça Enfim Nós em parceria com Bruno Mazzeo. Criador do Comédia em Pé, o primeiro show de comédia stand up do Brasil, no Rio, cujo elenco contava com Fernando Caruso, Fábio Porchat, Paulo Carvalho, Léo Lins, Bruno Motta e Victor Sarro, além de diversas participações especiais. Em 2017, escreveu o filme Os Parças, segunda maior bilheteria do Brasil, no anos, com Tom Cavalcante, Whindersson Nunes e Tirullipa. Em 2018, cria a Sitcom Dra. Darcir para o Canal Multishow, também estrelado por Tom Cavalcante ao lado de Fabiana Karla. MAURÍCIO NOLASCO Iniciou suas atividades profissionais como jornalista em 1979 em algumas redações no Rio de Janeiro (O Dia, Jornal do Brasil, Última Hora), voltado para o jornalismo político e ambiental. Foi editor de economia no jornal Tribuna da Imprensa no final dos anos 80. De 92 a 96, assessorou o Consulado de Angola em projetos culturais naquele país. Entra para o movimento social no ano de 2002, fundando o Instituto Bandeira Branca, tendo coordenado um projeto patrocinado pelo Programa Cultural da Petrobras, por 10 anos consecutivos, com sede na Zona Portuária. Durante esse período, produziu e dirigiu vários espetáculos e apresentações com grandes músicos da MPB, na Sala Cecília Meireles, Teatro João Caetano, Tom Jobim, Fundição Progresso, Circo Voador, entre outros espaços. É escritor com o seu primeiro livro lançado, “Geografia dos Infiéis”, em 2018, no Circo Voador. Possui mais cinco outros títulos. Como coordenador do Instituto Solidariedade e Cultura executou contratos com a Ligth e a Braskem, arregimentando artistas, músicos, escritores e poetas, para a realização de projetos incentivados. Exerce as atividades de Comunicação Institucional e Planejamento Estratégico da instituição. CAMILO REZENDE NOLASCO Formado em Comunicação Social pela Faculdade Hélio Alonso (FACHA), o ex-Presidente do Instituto Solidariedade e Cultura (ISC), durante a gestão 2015 a 2018, exerce a função de Coordenação de Planejamento e Relações Institucionais da instituição, sendo responsável pelo planejamento anual das atividades, elaboração de projetos, aprovação nas Leis de Incentivo, comunicação em redes sociais, coordenação de equipe e produção de eventos. THALITA GALLUCI SOTERO Formada em História pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e em Comunicação Social, graduação em Jornalismo, pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC). Trabalhou para a Televisão Princesa D’Oeste (Afiliada TV Record – Campinas) realizando produção de reportagens, cargo de coordenação de chefia nas editorias de polícia, cultura, economia, política, esporte, faits divers. Atualmente, administra as redes sociais de ONG’s organizando a produção de conteúdo para Facebook, Instagran, Youtube e outras mídias. Curso DULF – Diplome Universitaire de Langue Française na Université Sorbone Nouvelle (Paris), nível concluído com diploma de certificação. BEATRIZ SANTOS Formada em Comunicação Social e Jornalismo pela Universidade Veiga de Almeida (UVA). Pós-Graduação em Jornalismo Esportivo pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Possui inglês avançado e espanhol intermediário. Domínio em todo o pacote Microsoft Office (EXCEL, WORD, POWERPOINT, etc.). Noções de ilustração, InDesign e Photoshop (Veiga de Almeida). Conhecimento especializado sobre Gestão de Mídias Sociais e Marketing de Conteúdo: Facebook Ads, Instagran Ads e Google Ads (Certificação Contenuto Comunicação e Rock Content). Conhecimento sobre E-commerce e Inbound Marketing (certificação Rock Content). Curso SEO (Contenuto Comunicação). Analytics Avançado (Certificação Google Academy) e WordPress (Certificação Rock Content). Experiências profissionais: Analista de Marketing Digital na Agência InsideOut. Colaboradora do Mídia Ninja Futebol Feminino e do Blog Esportivo Salve a Seleção; Analista de Mídias Sociais da Cacau Moda Feminina e do Evento “Qual o Seu Talento?”; Produtora de Conteúdo das Mídias Sociais do Site Rolé no Rio; Colaboradora no Portal Mídia Criativa; Recepção e Divulgação nas Mídias Sociais no Evento Secom UVA; Produtora de conteúdo da Agência UVA.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.