| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 33931478000194 | SALOBO METAIS S/A | 1900-01-01 | R$ 900,0 mil |
O projeto "ARTE EM CORES - 2ª EDIÇÃO" consiste na realização de uma mostra/exposição de arte urbana, cuja mobilização será através de edital. A proposta é capacitar e promover artistas plásticos através de oficinas de artes plásticas online, a partir da utilização de técnicas de grafitti, para artistas residentes em cidades dos estados do Maranhão e do Pará. As oficinas serão concluídas com a realização de uma exposição em galeria virtual, premiação dos artistas que mais se destacarem, e a realização de 02 painéis urbanos, sendo um no Maranhão e outro no Pará.
Não se aplica.
As possibilidades do universo artístico _ neste caso das artes plásticas _ estarão disponíveis para jovens e adultos através de uma mostra/exposição de arte urbana, cuja mobilização ocorrerá através de edital e contará com capacitação e promoção de artistas plásticos através de oficinas de artes plásticas online, a partir da utilização de técnicas de grafitti para artistas residentes em cidades dos estados do Maranhão e do Pará. O projeto abrirá inscrições para artistas do PA e MA, para municípios entre Arari-MA a Tucumã-PA, num total aproximado de 1.200 km, tendo como base para produção do projeto as cidades de Imperatriz/MA e Canaã/PA. Após a publicação do edital, serão selecionados 50 artistas para a participação das oficinas de capacitações online, e na etapa final das oficinas serão produzidas 50 obras que serão expostas em uma galeria virtual. Entre os artistas participantes, serão escolhidos os 10 artistas que mais se destacaram, e os mesmos receberão uma premiação especial e serão convidados para a realização dos painéis urbanos, sendo um no Pará outro no Maranhão. A definição das cidades que irão receber os painéis urbanos (01 Pará e 01Maranhão) depende de um mapeamento prévio a ser realizado na fase de pré-produção do projeto Importante destacar que nos quatro dias de oficinas, com foco no universo do grafitti, ícone da arte urbana, os participantes terão contato com a história da arte, e com técnicas e referências de arte contemporânea e sua relação com os espaços e as dimensões urbanas, entre outros conteúdos. E durante a produção dos painéis urbanos os artistas irão definir, coletivamente, a temática que será utilizada nas intervenções, planejar sua execução e realizar a pré-produção da obra, o que envolve a escolha de técnicas associadas ao grafitti e materiais a serem utilizados. A linguagem artística escolhida para o desenvolvimento do projeto é o grafitti, uma plataforma jovem, alegre e urbana. De origem contestadora, muitas vezes confundido com a pichação, o grafitti também se ressignificou como manifestação artística contemporânea, ganhou as ruas e outros espaços das grandes cidades e consagrou novos artistas. As técnicas de grafitti são facilmente apreensíveis para o público iniciante e permitem o desenvolvimento de um trabalho coletivo em curto espaço de tempo. Com o objetivo de envolver os artistas participantes na atmosfera da arte urbana, durante a execução dos painéis uma apresentação musical embalará os trabalhos, e uma equipe de filmagem acompanhará toda a produção para a criação de um making off de todas as etapas do painel, para divulgação nas redes sociais do projeto. A organização vai oferecer suporte para os participantes em todas as etapas do projeto. Os inscritos receberão kits para a produção de seus trabalhos durante as oficinas, e serão certificados ao final do projeto. No dia da produção do painel de grafitti, os artistas terão um instrutor, água e tendas à disposição, bem como materiais e equipamentos para a construção dos painéis. Como resultados, o projeto quer proporcionar à juventude novas perspectivas, através desta experiência única que combina o elemento artístico à construção coletiva. Entre as implicações deste encontro destacam-se a troca de informações e experiências, o respeito à diversidade, o trabalho em equipe, a empatia e o reconhecimento ao esforço alheio. A inserção da juventude local no universo das artes incentivará a formulação de manifestações que valorizem a cultura local daquela comunidade. Colorir a cidade renova o olhar, rejuvenesce a estética. E pode, também, significar a oportunidade de imprimir cores que resgatem valores da ancestralidade, de tradições coletivas apagadas pelo tempo, que poderão ressurgir numa parede, num muro ou num viaduto. Expressões que podem aflorar o imaginário coletivo submerso e se transformar em base para a construção de um inventário do patrimônio imaterial dessas regiões. Um colorido especial de pertencimento e identidade. OBJETIVO GERAL Realizar o ARTE EM CORES _ 2ª EDIÇÃO uma mostra/exposição de arte urbana cuja mobilização será através de edital. A proposta é capacitar e promover artistas plásticos através de oficinas de artes plásticas online, a partir da utilização de técnicas de grafitti para artistas residentes em cidades dos estados do Maranhão e do Pará. As oficinas serão concluídas com a realização de uma exposição de obras em galeria virtual, premiação dos artistas que mais se destacarem, e a realização de 02 painéis urbanos, sendo um no Maranhão e outro no Pará. OBJETIVOS QUANTITATIVOS: - Selecionar 50 alunos/propostas através de Edital para participarem das oficinas à distância; - Realizar oficinas à distância para 50 alunos (VER plano pedagógico); - Distribuir 50 kits para os artistas selecionados; - Distribuir 50 prêmios para os artistas selecionados na 1ª seletiva, e 10 prêmios para os artistas que se destacarem na 2ª seletiva; - Realizar 01 mostra expositiva em galeria virtual das 50 obras produzidas durante as oficinas; - Produzir 02 painéis urbanos coletivos, sendo um no Maranhão e outro no Pará.
O projeto ARTE EM CORES - 2ª EDIÇÃO, enquadrado na área artes visuais, segmento exposição de artes visuais, conforme o art. 1, da Lei nº8.313, de 23 de dezembro de 1991, tem por finalidade: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. E os meios utilizados para o cumprimento destas finalidades expressas no art. 1, atenderão aos seguintes objetivos, conforme art. 3º da Lei nº 8.313: - incentivo à formação artística e cultural; - fomento à produção cultural e artística; - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais. A arte transforma e ressignifica. Aperfeiçoa os sentidos do ser humano. Seus múltiplos efeitos podem transformar a vida de pessoas e de comunidades inteiras. Podem redesenhar o semblante de uma cidade. A arte tem o poder da inclusão social, de desenvolver habilidades e talentos. A arte pode, simplesmente, ser apreciada. Pensando nestas premissas, a prática artística escolhida como condutora do projeto Arte em Cores foi o grafitti, uma das linguagens mais populares da denominada arte urbana (street art), uma arte contemporânea, de cunho popular, produzida intencionalmente para interferir em espaços externos da cidade, sobre o mobiliário urbano. A arte urbana reúne outras expressões artísticas difundidas nas ruas, como estêncil, colagem, teatro, dança e música, entre outras. A arte urbana tem raízes em outra importante linguagem que se constituiu no final da década de 1960, nas periferias de Nova Iorque: o Hip-Hop. Seu criador, Afrika Bambaataa, estabeleceu quatro bases principais da cultura hip hop, são elas: o rap (músicas rítmicas com rimas e poesias), o DJ (artista que seleciona e conduz as batidas), a breakdance (dança específica do rap e hip hop, geralmente improvisada) e o grafitti (pintura/escrita artística). Os grafittis utilizados pelo Hip-Hop são particularmente coloridos. A escrita estilizada, denominada de throwm up, se utiliza de recursos em 3D. Os desenhos refletiam as próprias atividades do movimento, em especial a dança e a música. De origem marginal e contestadora, as linguagens da arte urbana foram sendo assimiladas pelo mercado. Na década de 1980 a arte urbana ganha destaque pela primeira vez em galerias e impulsionou artistas de rua como Jean Basquiat e Keith Haring. O reconhecimento pelos espaços institucionalizados da arte só se ampliou desde então, e a arte urbana ganhou legitimidade também nos espaços públicos. As bases estilísticas dos grafittis norte-americanos passaram a influenciar a Europa e a América Latina, adquirindo, assim, expressão mundial. No Brasil, a arte urbana se desenvolve a partir da segunda metade da década de 1970, através do grafitti de estilo livre ou pela pintura através de máscaras (moldes vazados). Surgiram as primeiras referências, como Alex Vallauri, Carlos Matuk, John Howard, Waldemar Zaidler, Hudinilson Júnior, entre outros. Esses artistas passam a ser reconhecidos e popularizam o grafitti no país. Os expoentes da primeira geração de grafiteiros ganham espaços em galerias e em exposições de repercussão internacional, como as Bienais de Arte. Em 1990 é realizada a Mostra Paulista de Grafitti, a primeira do Brasil. Hoje o grafitti brasileiro é reconhecido internacionalmente como uma expressão de particular qualidade. Ele tem características próprias, como a valorização da identidade nacional no trabalho de diversos artistas como Derlon, Criola, Nunca, Os Gêmeos e Highraff, entre outros, que resgatam tradições regionais, como a literatura de cordel, lendas e folclores, as origens étnicas do povo brasileiro e o sincretismo religioso, tão característico do país. Cidade, poesia e identidade Atualmente, multiplicam-se as iniciativas que colorem espaços públicos e privados das ruas das cidades brasileiras. Isto acontece pelo impacto do grafitti na paisagem urbana. Ele transforma o olhar urbano, modifica tudo o que está ao redor do painel ou do mural. Induz o apreciador a percorrer o olhar por locais que nunca foram vistos. Trata-se, nas palavras do pioneiro Carlos Matuk, "de um recurso de transformar a própria cidade em arte, não utilizá-la como suporte, de convidar as pessoas a criar territórios poéticos, sair desse território da rigidez e objetividade e ir para um território poético". A transformação da cidade é outra premissa do projeto Arte em Cores. Entende-se que a arte pode inspirar as pessoas a refletir sobre novas soluções para questões coletivas, debater abordagens surpreendentes e a vislumbrar futuros possíveis. A arte pode atuar com enorme relevância na transformação urbana. O projeto Arte em Cores acredita que as oficinas vão contribuir para essa transformação, independente das características próprias de cada cidade atendida. Alguns núcleos urbanos são mais densamente povoados, outros não. Algumas cidades são mais jovens, outras mais antigas. Algumas refletem a presença de imigrantes em sua arquitetura e planejamento urbano. Outras se mantêm ligadas às suas origens locais e únicas, com antigas referências indígenas e caboclas. A construção coletiva da identidade local O que garante a unidade do projeto diante das diversidades urbanas é a capacidade de construção coletiva da releitura das cidades através da linguagem artística proposta. Esta é outra premissa do Arte em Cores. O grafitti é uma plataforma universal de arte e, como tal, pode expressar as mais diversas manifestações coletivas. A participação da comunidade nas oficinas estabelecerá conexões, colaborações e construções em rede. Essas características são as novas ferramentas para direcionamento, de maneira mais ampla, de participação do cidadão na sua relação com o ambiente em que vive. Valores como compartilhamento, colaboração, democratização do espaço público e direito à cidade serão alguns dos assuntos abordados nas oficinas. É preciso destacar que em cidades de pequeno e porte médio como as que sediarão o projeto, o efeito multiplicador de eventos como este é muito relevante. As oficinas envolvem familiares, amigos, vizinhança, transeuntes, artistas locais, cadeia de fornecedores, etc. E, neste contexto, as oficinas vão explorar, a partir de um debate sobre os conceitos de bem material e imaterial, a construção de temáticas relacionadas à memória coletiva dos grupos envolvidos no projeto. Ao final das oficinas, o tema selecionado deve representar, sempre que possível, o passado comum aflorado pelo debate com o grupo, que será conduzido de forma pedagógica pela equipe do projeto. Esta linha conceitual está em consonância com as orientações do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). De acordo com a publicação do órgão, Patrimônio Cultural Imaterial: para saber mais, "as pessoas de cada grupo social compartilham histórias e memórias coletivas, visões de mundo e modos de organização social próprios. As pessoas estão ligadas por um passado comum e por uma mesma língua, por costumes, crenças e saberes comuns, coletivamente partilhados". O documento da Iphan afirma ainda que "a cultura e a memória são elementos que fazem com que as pessoas se identifiquem umas com as outras, ou seja, reconheçam que têm e partilham vários traços em comum. Nesse sentido, pode-se falar da identidade cultural de um grupo social". Ao estimular a comunidade a exercitar sua memória coletiva através da técnica do grafitti, o Arte em Cores pretende também garantir que o patrimônio imaterial dos grupos envolvidos adquira visibilidade. Para a UNESCO, órgão das Nações Unidas responsável pela educação e cultura, uma das formas mais eficazes de preservar o patrimônio imaterial é garantir que os portadores desse patrimônio possam continuar produzindo-o e transmitindo-o. Ainda no campo do patrimônio imaterial, a professora e pesquisadora Vera Pallamin, da Universidade de São Paulo (USP), especialista em arte urbana e processos de estetização contemporâneos, afirma que "fazer reviver as origens é também uma forma de lidar com o risco de seu desaparecimento. O trabalho com esta memória social liga-se a uma reconstituição - que é, ao mesmo tempo, uma certa reinvenção - de referências anteriores (acontecimentos, modos de vida), de memórias coletivas". Desta forma, todo o resultado dos murais e painéis produzidos pelas comunidades do projeto Arte em Cores, ainda que não reproduza a totalidade de uma manifestação cultural imaterial, será sempre uma legítima atualização dela. A professora explica ainda que a "força desta memória tem por suporte um conjunto de pessoas, cujas distintas lembranças tecem-se umas nas outras, ou seja, a rememoração do passado de uns apela à lembrança dos outros". Por fim, é preciso lembrar a importância que a estética adquiriu na sociedade contemporânea. Para o filósofo alemão Wolfgang Welsch, da Friedrich Schiller University, um dos acadêmicos mais respeitados sobre o tema, "nos últimos duzentos anos, verdade, saber e realidade foram assumindo contornos estéticos. Enquanto antes se acreditava que a estética só teria a ver com realidades secundárias, ulteriores, hoje nós reconhecemos que o estético já pertence à camada fundamental do conhecimento e da realidade". Estampar as cidades renova a paisagem urbana, apresenta novas perspectivas estéticas para o olhar, provoca a redescoberta do imaginário coletivo e sugere novas reflexões sobre o passado e o presente das comunidades. Através da arte, o projeto Arte em Cores quer contribuir para inspirar vidas.
PLANO PEDAGÓGICO - ARTE EM CORES Apresentação / Objetivo Geral Em todo o mundo as cidades estão em permanente transformação. Elas são os espaços de convívio e problematização da sociedade contemporânea. O espaço público é sempre dinâmico e indefinido. É local de disputa permanente, construído pela coletividade, que pode ser ressignificado e requalificado a partir das mais variadas iniciativas. A arte pode intervir nesse processo, inspirando as pessoas a pensar em novas soluções para questões coletivas, discutindo abordagens surpreendentes e ajudando a enxergar futuros possíveis. A arte pode atuar com enorme relevância na transformação urbana. O projeto ARTE EM CORES propõe que ressignificações sejam dadas a partir de manifestações artísticas com identidade local, realizadas com o uso de elementos da arte de rua – grafitti, colagens, muralismo, pintura, stencils – sendo aplicados na realização de obras bidimensionais com suporte pictórico definido, para todos os artistas participantes, em telas de 1 metro X 1,5 metro. A produção de obras artísticas dentro de casa é a principal linha delimitadora desse projeto, desafio colocado aos(às) artistas que venham a participar do ARTE EM CORES. Arte e espaço público Vivemos o momento para repensarmos a construção – e reconstrução - de nossas cidades a partir da participação mais ativa das pessoas. Toda arte que é colocada no espaço público deve, de alguma maneira, dialogar com a comunidade em sua área de abrangência. A interferência artística em espaços urbanos é importante ferramenta de redescoberta da própria cidade em que se vive. Há uma relação direta entre arte em espaços públicos, autoestima dos moradores, senso de pertencimento e valorização de elementos da cultura local. A arte ajuda a mobilizar e inspirar a população a trabalhar unida em prol de cidades melhores. Monumentos normalmente são colocados nas cidades com pouquíssimo diálogo com a comunidade, praticamente sem troca com as pessoas que ali vivem. São intervenções no espaço comum que provavelmente ficarão por um período bastante longo naquele lugar. A arte pública compila uma série de intervenções provisórias, transitórias, diversas e efêmeras, que permite um diálogo mais aberto com a comunidade local. Uma das funções da arte pública é criar um meio de expressão que abra diálogo com a população, aproximando as pessoas e discussões que as obras propõem. Grafite, colagens, projeções de vídeo e outras possibilidades artísticas que utilizam a paisagem urbana como superfície discutem os problemas do espaço urbano de maneira direta. O encontro de artistas proposto pelo projeto ARTE EM CORES estabelecerá conexões, colaborações e construções em rede. Essas características são as novas ferramentas para direcionamento, de maneira mais ampla, de participação do artista na sua relação com o ambiente em que vive. Valores como compartilhamento, participação, colaboração, democratização do espaço público e direito à cidade serão alguns dos assuntos abordados ao longo da primeira edição do ARTE EM CORES. Abrangência: A abrangência do projeto ARTE EM CORES é ampla, variada e com especificidades que buscarão evidenciar variados perfis da arte produzida por realizadores paraenses e maranhenses. As especificidades regionais, de linhas de criação artística, de suporte pictórico e uso de variadas técnicas estarão representadas no diversificado mosaico que resultará do encontro das produções dos artistas selecionados na primeira edição desse projeto. PLANO PEDAGÓGICO O projeto de oficinas artísticas à distância e oficinas de arte presenciais de produção dos painéis do ARTE EM CORES será um espaço de troca de experiências, aprendizado e desenvolvimento de percepções mais agudas acerca dos trabalhos e trajetórias de todos(as) os(as) artistas envolvidos(as). Mesmo sendo coordenadas à distância, as oficinas artísticas têm o poder de melhorar as habilidades sociais de todos(as) os(as) participantes, o empoderamento, a autoestima, a autopercepção, identificação de necessidades e limitações a serem superadas. Elas podem também auxiliar os(as) artistas selecionados(as) a lidarem melhor com as situações em permanente transformação do cotidiano – como a atual necessidade do distanciamento social, por exemplo. Trata-se de uma estratégia que está em consonância com os princípios da Promoção da Saúde, conforme preconiza a Organização Mundial da Saúde. PROFESSOR 1 / COORDENADOR PEDAGÓGICO – funções: a) Criação e implantação de todo o plano pedagógico do projeto, em parceria com as equipes de coordenação e curadoria do projeto ARTE EM CORES. b) Interação com o coordenador artístico do projeto e planejamento de atividades ao longo de todos os meses de realização do ARTE EM CORES. c) Organização e criação de conteúdo dos materiais a serem utilizados durante o período das oficinas à distância e oficinas presenciais: pesquisas sobre a história da arte e sua relação com a arte de rua (street art / arte urbana), vídeos, pesquisa iconográfica etc. d) Definição, em parceria com a equipe de coordenação do projeto ARTE EM CORES, de iniciativas, orientações e decisões relacionadas às especificidades de execução de cada uma das obras dos(as) artistas selecionados(as) para as oficinas à distância e também dos projetos a serem executados nas oficinas de arte urbana presenciais. e) Desenvolvimento e aperfeiçoamento de métodos de estudo de natureza qualitativa, observacional e participante a serem estabelecidos entre os(as) artistas selecionados(as) e obras a serem produzidas. f) Desenvolvimento dos roteiros dos 4 vídeos que serão produzidos especialmente para o projeto ARTE EM CORES, funcionando como material didático complementar ao processo de oficinas à distância. g) Também estão previstas: - Uma conversa mensal com cada um(a) dos(as) artistas selecionados(as) através de videochamada, telefone, e-mail, troca de mensagens etc. - Conversas constantes com o Professor2/Coordenador Artístico para acompanhamento de casos e eventuais correções de rotas. PROFESSOR 2 /COORDENADOR ARTÍSTICO – funções: a) Acompanhamento periódico da evolução e desenvolvimento dos projetos artísticos dos(as) participantes do ARTE EM CORES ao longo do período de realização do projeto. b) Estabelecer ampla rede de troca de informações e conhecimentos com os(as) artistas selecionados(as), orientando-os(as) em suas demandas e necessidades técnicas. O coordenador artístico fornecerá links para referências de obras relacionadas às produções que estiverem em desenvolvimento e poderá sugerir alternativas criativas aos(às) realizadores(as), contribuindo para a ampliação de seus universos de conhecimento. O Coordenador Artístico fará uma espécie de diário de campo com acompanhamento da trajetória dos(as) participantes do ARTE EM CORES. c) O Coordenador Artístico terá encontros virtuais semanais com os(as) realizadores(as) selecionados(as) para participarem das oficinas presenciais através de videochamadas – encontro virtual com os artistas divididos em grupos, de acordo com a cidade em que produzirão o painel coletivo. d) Planejamento, junto aos(às) artistas selecionados(as), das obras coletivas a serem produzidas nas áreas urbanas. Através de videoconferências, trocas de mensagens e variadas comunicações entre todos(as) os(as) envolvidos(as), variadas etapas da produção da obra coletiva poderão ser adiantadas. Objetivos / Atividades – Oficinas artísticas coordenadas à distância: - Produzir, em parceria com cada um(a) dos(as) realizadores(as) selecionados(as) para a primeira edição do ARTE EM CORES, uma breve linha do tempo da trajetória do(a) artista e entender as suas expectativas em relação ao seu futuro criativo. Isso ajudará a entender o processo que levou cada realizador(a) à proposta que será desenvolvida e o que cada uma busca com esse novo trabalho. - Através do uso de vídeos e referências bibliográficas os(as) artistas selecionados(as) terão contato com o panorama da arte urbana e o envolvimento de cada vez mais pessoas no fortalecimento de laços de identidade, pertencimento e na transformação do espaço público num lugar melhor para todos. . Produção de 4 vídeos apresentando os seguintes assuntos: a) Discussão de temas como o direito à cidade, o urbanismo tático, redes projetuais, open design e ocupação do espaço público. b) Apresentação de exemplos e do conceito de Site Specific: a obra de arte produzida especialmente para determinado local, de acordo com o ambiente e com um espaço determinado. Trabalhos com essas características são planejados em um local determinado e seus elementos dialogam com o meio circundante para o qual a obra é elaborada. A noção de site specific liga-se à ideia de arte ambiente, que sinaliza uma tendência da produção contemporânea de se voltar para o espaço, incorporando-o à obra e/ou transformando-o, seja ele o ambiente natural ou áreas urbanas. c) Apresentação da história da arte urbana no Brasil e no mundo e análise de um amplo conjunto de iniciativas de intervenções artísticas em espaços públicos que se relacionam com o desenvolvimento de núcleos urbanos de variados portes e perfis socioculturais. d) Abordagem de temas como grafitti, a tecnologia e os limiares existentes entre arte e vandalismo. e) Apresentação de casos históricos e atuais que serão relacionados com situações locais onde a arte pode atuar com relevância na transformação das cidades e também do cotidiano de seus moradores. Objetivos / Atividades – Oficinas Presenciais de produção dos painéis: a) Realizar o primeiro encontro presencial entre os(as) artistas selecionados(as), coordenadores e equipe do ARTE EM CORES. b) Visita ao local que receberá a obra coletiva. c) Aprimoramento de técnicas de produção artística dos(as) realizadores(as) e entendimento final em relação à melhor maneira de usar o talento específico de cada um(a) dos(as) presentes. d) Produção e finalização da obra coletiva. Materiais de apoio pedagógico - Vídeos produzidos especialmente para o projeto e disponibilizados gratuitamente no Youtube, apresentando elementos da história da arte relacionados à história da arte de rua / Street Art. - Links para vídeos, sites e páginas de artistas que apresentam uma grande variedade de trabalhos de arte de rua produzidos no Brasil e exterior. - Links para vídeos no Youtube que apresentam e explicam variadas técnicas artísticas para uso de spray, tinta, intervenção em espaços públicos etc. - Referências bibliográficas e pesquisa iconográfica. Planejamento – Oficinas presenciais de produção dos painéis Dia 1 - Aula teórica: 8 horas. - Apresentação de variadas técnicas de produção artística ligadas à arte urbana e street art. - Definição de funções e atividades a serem desenvolvidas por cada artista selecionado(a). Dia 2 - Aula prática: 8 horas. - Aprimoramento de técnicas de uso de spray, tinta acrílica, stencil, colagens etc., de acordo com o perfil de cada intervenção a ser realizada. - Preparação da superfície que receberá a obra coletiva de grandes dimensões. Dia 3 - Aula prática: 8 horas. - Produção da obra coletiva. Dia 4 - Aula prática: 8 horas. - Produção e finalização da obra coletiva realizada pelos artistas selecionados(as) (nas cidades de culminância do projeto) e acompanhada pelo Professor 1/Coordenador Pedagógico e Professor 2/ Coordenador Artístico. - Encerramento da primeira edição do ARTE EM CORES.
Em caso de participante (artista) portador de necessidade especial, o ambiente de realização do painel urbano será adaptado com todas as medidas de acessibilidade física. - Oficinas Online: Deficientes auditivos: Libras nas vídeo aulas. Deficiente visual: Audiodescrição da vídeo aula. - Mostras/ Exposições Finais: Deficientes auditivos: Libras no filme de making off do projeto disponibilizado na galeria virtual. Deficiente visual: Audiodescrição no filme de making off do projeto disponibilizado na galeria virtual Obs.: Todo o material de divulgação do projeto conterá informações sobre as medidas de acessibilidade adotadas. (§2º art.18)
Todas as ações previstas no projeto serão gratuitas, com ampla divulgação, e realizadas em locais de fácil acesso. Serão desenvolvidas as seguintes medidas de ampliação do acesso, conforme art. 21, da IN 02/2019: OFICINAS: - As 50 obras produzidas durante as oficinas estarão disponíveis para acesso através de uma galeria virtual nas redes sociais do projeto (art. 21, III); MOSTRA/EXPOSIÇÃO: - As obras produzidas (painéis urbanos) estarão disponíveis gratuitamente para visitação livre e irrestrita no espaço público que será produzido. (art. 21, V)
VIVAS CULTURA E ESPORTE LTDA - Gestão do projeto Gilberto Scarpa – Curador e Coordenador Geral André Amparo – Professor Davi de Melo Santos – Professor e Instrutor VIVAS CULTURA E ESPORTE LTDA (PROPONENTE) FUNÇÃO: GESTOR DO PROJETO Vivas Cultura e Esporte empresa que atua com consultorias e realização cultural. Possui equipe multidisciplinar, com ampla experiência e formação qualificada, que atuam a partir de uma visão sistêmica dos setores cultural e esportivo e de sua interface com o mercado. Possui em seu currículo de projetos próprios a realização da exposição Absurdos: Murilo Rubião 100 anos, realizada na Biblioteca Pública do Estado de Minas Gerais, em junho e julho de 2017, e realização do evento Cultura na Praça, realizado em cidades do interior do Maranhão, no mês de setembro de 2017, ambos através de Lei Federal de Incentivo à Cultura. Importante destacar que nos últimos anos atendeu como consultora em gestão cultural e financeira o Cine Theatro Brasil Vallourec, Casa Fiat de Cultura e Academia Mineira de Letras. Abaixo, resumo do currículo das sócias-diretoras: Luísa Rubião Resende: Sócia e diretora da Vivas Cultura e Esporte. Graduada em Comunicação Social com habilitação em Relações Públicas pelo Centro Universitário de Belo Horizonte – UNI-BH, pós-graduada em Gestão Cultural pelo Centro Universitário UNA e Curso de Extensão de Média Duração pelo IBMEC em Planejamento e Gestão de Marcas em Redes Sociais. Solanda Steckelberg: Sócia da Vivas Cultura e Esporte. Formada em Jornalismo e Relações Públicas pela PUC Minas, possui especializações em Comunicação e Gestão Empresarial e Gestão do Patrimônio Cultural pelo IEC – Instituto de Educação Continuada. Além de cursos na ENAP - Escola Nacional de Administração Pública em Brasília-DF, onde concluiu um curso de extensão na área de planejamento e gestão pública. Em agosto de 2013, ganhou pela revista Mercado Comum, na 7° edição do Prêmio Minas Gerais de Desenvolvimento Econômico, a medalha Governador Israel Pinheiro – Destaque do Empreendedorismo de Minas Gerais. Também recebeu pelo Governo de Minas a Medalha da Inconfidência. GILBERTO SCARPA FUNÇÃO: COORDENADOR GERAL E CURADOR Artista plástico formado pela Universidade Estadual de Minas Gerais / Escola Guignard, participou das seguintes exposições: Individual 2003 - Arte Pública e Pinturas no Centro Cultural Maria Lívia de Castro. Coletivas 2004 – Seleção de Pinturas Galeria da Escola Guignard ?120 formigas? 2004 – Seleção de Gravuras Foyer da Escola Guignard ?VDSPE 01- Veículo desaperfeiçoado com serigrafia para puro exibicionismo? 2005 – Sala de Arte Galeria Brito Cimino - SP ?VDSPE 02- Veículo desaperfeiçoado com serigrafia para puro exibicionismo? 2005 – zerokilometrozero Pace Galeria de Arte ?45 formigas? Atua também no mercado audiovisual desde 1998 como diretor, roteirista e produtor. Estreou nas salas de cinema em 2008 com o média-metragem OS FILMES QUE NÃO FIZ, que recebeu mais de 40 prêmios em festivais do Brasil e no exterior. Em 2009 dirigiu e produziu o média O FILME MAIS VIOLENTO DO MUNDO que dentre outros prêmios recebeu o de melhor direção no 33o Guarnicê. Ainda em 2009 co-produziu o média-metragem BALA NA CABEÇA de Cristiano Abud, que participou da mostra competitiva do Festival de Havana. Em 2010 realizou o curta UM U.R.S.O NA MINHA RUA que foi finalista do ART.MOV. Apresentou, dirigiu e co-produziu duas temporadas do programa GENIAL!! (2010/2011) para o Canal Brasil e produziu e dirigiu o documentário de 52 minutos, O PODER E O BANG-BANG para TV CULTURA em 2011. Co-produziu no mesmo ano o documentário "SILÊNCIO 63" de Fábio Nascimento sobre o violento embate entre grevistas da Usiminas e o exército brasileiro. Em 2012 produziu e dirigiu o média-metragem MERDA! que estreou em janeiro de 2013 na 16 Mostra de Tiradentes e recebeu o Kikito de Melhor Montagem no 41º Festival de Gramado e Melhor Curta de Ficção e Montagem no 36º Guarnicê. Em Dezembro de 2012 produziu o longa-metragem CADA DIA UMA VIDA INTEIRA de Cris Azzi, comercializado com o Canal Brasil. Em 2013 produziu o curta-metragem de André Amparo MAX UBER que em outubro de 2014 recebeu o prêmio de Melhor Curta pelo Voto Popular no Festival do Rio. Dirigiu e produziu dezenas de filmes publicitários e vídeos institucionais antes de se dedicar ao cinema autoral. Ministrante de Oficina de Roteiro - Cine aberto, Belo Horizonte, 2011. Ministrante de Oficina de Argumentos Cinematográficos - Festival Ver e Fazer Filmes, Cataguazes, 2011. Ministrante Oficina de Argumentos Cinematográficos - FAM, Florianópolis, 2011. Ministrante Oficina de Montagem Cinematográfica - FAM, Florianópolis, 2011. Ministrante Consultoria de Roteiros Cinematográficos FUNCINE - Florianópolis 2013 Jurado da Mostra Nacional de Curtas do XIII Cine-PE, Recife. Jurado da Mostra de Curtas do Festival Primeiro Plano. Juiz de Fora, 2009. Jurado da Mostra Catarinense do FAM, Florianópolis, 2011. Jurado do Edital Minicipal de Cinema de Florianópolis 2012. Jurado da Mostra Pernambuco de Curtas do XV Cine-PE. Jurado 1º Concurso de Vídeos Estrada Real / FIEMG Jurado no Edital de Cinema de Pernambuco 2013. Prêmios pelo filme: Os filmes que não fiz. XII CINE PE - RECIFE Melhor Curta 35mm Melhor Direção de Arte 19o FESTIVAL INTERNACIONAL DE CURTAS DE SÃO PAULO Prêmio Melhores do Público Aquisição Canal Brasil Aquisição Espaço Unibanco de Cinema Mensão Honrosa ABDeC de São Paulo 10o FESTIVAL INTERNACIONAL DE CURTAS DE BELO HORIZONTE Melhor Curta Metragem Brasileiro - Juri Popular 16° FESTIVAL DE CINEMA E VIDEO DE CUIABÁ Melhor Filme – Júri Popular 19o CINE-CEARÁ Melhor direção FAM- FESTIVAL DO AUDIOVISUAL MERCOSUL - FLORIANÓPOLIS- SC Melhor filme Melhor ficção Melhor direção Melhor roteiro Prêmio Vivo - Melhor filme Prêmio Quanta - Melhor filme 2o BRAFFT - BRASILIAN FILM FESTIVAL OF TORONTO Melhor Curta - Escolha do Público 9o PRIMEIRO PLANO FESTIVAL DE CINEMA DE JUIZ DE FORA Melhor Curta Metragem - Juri Popular Melhor Roteiro Melhor Montagem Melhor Trilha IV CURTA CANOA - CE Melhor Direção de Arte 10o MONSTRA LONDRINA DE CINEMA Melhor Direção de Arte FESTIVAL DO AUDIOVISUAL INTERNACIONAL DE ATIBAIA Melhor Filme 35mm Melhor Direção conferido pelo SINDICINE Mensão Honrosa pela Associação Internacional de Cine-clubes 17° FESTIVAL DE CINEMA E VÍDEO DE CUIABÁ Melhor ator (Geraldo Carrato) 8° FESTCINE AMAZÔNIA Melhor filme Prêmios pelo filme: MERDA! 41º FESTIVAL DE CINEMA DE GRAMADO Kikito de Melhor Montagem. 36º GUARNICÊ Melhor Curta de Ficção Melhor Montagem ANDRÉ AMPARO FUNÇÃO: PROFESSOR Profissional responsável pelo conteúdo teórico e artístico da oficina. Coordenador das atividades dos alunos ao longo dos 4 dias de curso. O professor irá apresentar a história da arte urbana no Brasil e no mundo e analisará um amplo conjuntos de iniciativas de intervenções artísticas em espaços públicos que se relacionam com o desenvolvimento de núcleos urbanos de variados portes e perfis socioculturais. Temas como grafite, a tecnologia e os limiares existentes entre arte e vandalismo também estão presentes no curso. Através do uso de vídeos e referências bibliográficas os alunos terão contato com o panorama da arte urbana e o envolvimento de cada vez mais pessoas no fortalecimento de laços de identidade, pertencimento e na transformação do espaço público num lugar melhor para todos. Casos históricos e atuais serão colocados em foco e relacionados com situações locais onde a arte pode atuar com relevância na transformação das cidades e também do cotidiano de seus moradores. CURRICULO: Graduado em Comunicação Social pela UFMG com cursos de especialização na Holanda (Cinema Digital – Rotterdam International Film Festival), França (Multiskilling e Audiovisual – Institut national de l'audiovisuel, Paris) e Estados Unidos (Automação e sistemas de arte regenerativa – Harvestworks, NY). Cursos de especialização na Escola da Belas Artes (UFMG) e Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFMG. Atuando na área artística há mais de 25 anos com trabalhos desenvolvidos no Brasil e exterior, possui ampla experiência em concepção, planejamento, coordenação, gestão e implementação de projetos culturais que abrangem o audiovisual, a arte experimental e também intervenções urbanas ligadas às tecnologias contemporâneas. Seus filmes documentários, curtas-metragens, trabalhos em videoarte, performances com som e imagem ao vivo e videoinstalações foram apresentados em mais de 40 países em centros culturais como o Palais de Tokyo (Paris), Museu de Artes de Niigata (Japão), MoMA (Nova Iorque), Centro Georges Pompidou (Paris), ItauCultural SP, Festival Internacional Videobrasil (SP), Oi Futuro (RJ/BH), Palácio das Artes (BH), Videoformes Clermont Ferrand (França), Overtoom (Amsterdam, Holanda), Instituto Artes Alameda (Cidade do México), Bauhaus (Alemanha – obras no acervo permanente). Diretor, roteirista e produtor vídeo instalações, transmissões ao vivo, ambientação audiovisual para museus, teatro, shows musicais e eventos de grande porte. Trabalhos exibidos em rede internacional pelos canais CNN, HBO, HBO Max, Al Jazeera e Bloomberg Television. Plataformas HBOGo e Dekkoo. Trabalhos audiovisuais com veiculação nacional pela TV Cultura, Canal Futura, Rede Globo, Canal Brasil, MTV Brasil, Rede Minas, TV Brasil, dentre outros. Trabalhos MAIS RECENTES 2018 / 2019 – Série documental BABEL SP (7 episódios / 60 minutos cada) apresentando o universo da Ocupação Leila Khaled, prédio da cidade de São Paulo em que convivem brasileiros sem teto e refugiados palestinos de origem síria. HBO Latinoamerica / Filmegraph (São Paulo / Belo Horizonte). Criação, roteiro e direção. Exibições nos canais Max, HBO Signature e plataforma HBO Go para mais de 70 países. Estreia: agosto de 2019. 2018 / 2019 – Série de ficção SOU AMOR (13 episódios / 26 minutos cada) tendo como proposta a desmistificação de questões de gênero, relacionamento e sexualidade do público jovem. Projeto vencedor do Edital Prodav – TVs Públicas - Região Sudeste – 11/2015. Parceria com o realizador Cris Azzi. Co-criação, roteiro e direção. Exibição em rede nacional pela TV Cultura (estreia em março de 2019). Exibições em rede nacional pela TV Cultura (março/abril de 2019), Rede Minas (2018) e TVE Bahia (2019). Primeira temporada licenciada para a plataforma streaming Dekkoo (Estados Unidos e Reino Unido, 2019). Distribuição internacional – O2 Play, SP. 2016 - ?Caderno de Poesias? – Livro / DVD de Maria Bethânia (2013/2015). Direção Geral Gringo Cardia. Produção e direção de fotografia para DVD: André Amparo. Direção de Audiovisual Para museus e eventos de grande porte (em parceria com o designer Gringo Cardia) - ?Caderno de Poesias? – Livro / DVD de Maria Bethânia (2013/2015). Direção de fotografia e produção executiva (DVD). Diamantina, MG, 2014. - A Casa do Rio Vermelho – Memorial apresentando vida e obra de Jorge Amado e Zélia Gattai. Sala "Trocando Cartas". Salvador, Bahia, 2014. Prêmio do Programa de Otimização de Performance de acordo com o Global Review Index - categoria de Equipamentos e Atrativos Turísticos da cidade de Salvador, 2018. - Casa O Globo – Parque da Bola - A história do Brasil nas Copas do Mundo de Futebol. Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, 2014. - Caminhão Museu itinerante ?Os Sentimentos da Terra? – a história dos movimentos de luta pela terra no Brasil. UFMG / Ministério do Desenvolvimento Agrário. 2013/2015. - Diretor de imagem e fotografia do Memorial Minas Gerais Vale (Circuito Cultural da Praça da Liberdade - Belo Horizonte, 2009/2010). Museu de Experiência. Vencedor do Prêmio Guia Brasil 2012 de Novidade do Ano (Guia Quatro Rodas). Vencedor do Prêmio de Excelência do portal Trip Advisor (2014) como integrante do grupo de melhores museus do mundo segundo avaliação dos visitantes. - Turnê ?Meus Encantos?, da cantora Paula Fernandes (2012-2013). Direção de imagem cenográfica / vídeo cenário. Prêmio Canal Multishow Júri Popular - Melhor Show Brasileiro de 2012. - Prêmio da Música Brasileira edições 2011 e 2012. Theatro Municipal do Rio de Janeiro. - Exposição ?Natureza e Transformação? 50 anos Usiminas. Belo Horizonte/Ipatinga, MG, 2012. - 100 anos CPFL. Evento ao vivo. São Paulo, SP, 2012. - Prêmio de Cultura do Estado do Rio de Janeiro (Theatro Municipal do Rio de Janeiro, 2011) - Prêmio Anglo Ashanti Auditions (Belo Horizonte, 2010), - Casa Brasil 2014 (Johanesburgo, África do Sul, 2010) – Apex / EMBRATUR / Gov. Federal. Experiência Acadêmica 2019 – Workshops de produção de filmes documentários para adolescentes. Projeto Cinema na Praça. Ourilândia (PA), Parauapebas (PA), Canaã dos Carajás (PA), Açailândia (MA), Bom Jesus do Tocantins (MA), Igarapé do Meio (MA). Realização: Vivas Cultura e Esporte e Vale. Trabalho realizado em parceria com os realizadores Cris Azzi e Gilberto Scarpa. 2015 – Oficina de vídeo criação. 2o Paisagem Sonora. UFRB. Cachoeira, Bahia. 2014 – Workshop roteiro e direção audiovisual – Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte, MG. 2013 – Workshop Videoclips – Música e imagem – Fábrica do Futuro. Cataguases, MG. 2007 - 2008 – Curso sobre Projetos Culturais na área audiovisual. Org.: Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais. Governador Valadares e Viçosa, MG. 2005 – Palestra: Live Sound and Images (performances ao vivo com som e imagem). Vitória Cine Vídeo. Vitória, ES. 2005 – Palestra: Arte e Tecnologia. Fórum de Mídia Expandida. Belo Horizonte, MG. 2004 – Oficina de vídeo para estudantes de baixa renda. Prefeitura Municipal de Belo Horizonte, MG. 2003 – Live Images. Oficina de vídeo ao vivo. Unileste, Ipatinga, MG. 2002 – Produção Audiovisual Coletiva – Itaucultural São Paulo. Evento integrante do Projeto Interatividades (São Paulo, Brasil, 2002). Realização feitoamãos. 2001 – Não-paisagens. Oficina de vídeo digital. I Integrado de Arquitetura e Urbanismo. Belo Horizonte, MG, Brasil. 2001 – Música eletrônica e imagens digitais. Eletronika Telemig Celular – Festival de música eletrônica. Realização feitoamãos. Belo Horizonte, MG, Brasil. 1999 – Workshop experimental. TV Experimental da UFMG. Formação de pessoal para a implantação da TV Universitária da UFMG. Belo Horizonte. 1998 - De Olho na Cidade (oficina de vídeo, Festival Jovem, parceria com Eduardo de Jesus) - 30º Festival de Inverno da UFMG. Ouro Preto, MG. VIDEOINSTALAÇões The recollection box (A caixa das memórias guardadas) Videoinstalação. 2011-2015 Trabalho comissionado pela WBK Vrije Academie / World Wide Visual Factory (Haia, Holanda, 2011) através de programa de artista residente. Curadoria de Tom Van Vliet. Exibição no 28o Videoformes Festival. Clermont-Ferrand, França, 2012 / Reconvexo – Mostra de Arte Digital – UFRB – Cachoeira, Bahia, 2013 / Reconvexo Itinerante (Galeria da Caixa, Brasília, DF, 2015). Aeurasia. Vídeo instalação, 2008. Prêmio Filme em Minas - Novos Formatos - 2008. Apresentações em Belo Horizonte (Espaço 104, 2008) e na Cidade do México (Transitio MX – Instituto Artes Alameda, 2009). Parceria com Alessandra Soares, Claudio Santos e Fernando Maculan. Vale Vozes e Visões – a arte universal do Jequitinhonha. Documentário para televisão e exposição de arte, 2006. A cultura e a arte do Vale do Jequitinhonha, Minas Gerais. Parceria com Patrícia Moran, Marilia Rocha, Marcelo Braga, Cláudio Santos, O Grivo e LAGEAR - Escola de Arquitetura da UFMG. Palácio das Artes, Belo Horizonte, 2006 / Rede Minas de Televisão, 2006. Live Images Membro-fundador do coletivo FAQ/feitoamãos, grupo pioneiro na promoção e realização de trabalhos audiovisuais com som e imagem ao vivo no Brasil (projetos culturais e apresentações intermídia). 1999-2010. Apresentações no Brasil, França e Holanda. Carro Bomba – Guia anti-pânico e inversões rotativas. Performance intermídia ao vivo FAQ/feitoamãos. Apresentações: Abertura do 15o Videobrasil Festival Internacional de Arte Eletrônica. São Paulo, SP, 2005; Imagem dos Povos (encontro Brasil / Nova Zelândia) – Ouro Preto, MG, 2005. Fórum de Mídia Expandida (Belo Horizonte, MG, 2005). Trânsito. Performance intermídia ao vivo FAQ/feitoamãos. Apresentações: Prog:Me Festival (Rio de Janeiro, 2005), Abertura do XX Festival Videoformes (Clermont-Ferrand, França, 2005), Overtoom 301 (Amsterdam, Holanda, 2005), MacWeekend (Belo Horizonte, 2005). Révolution en Permanence. Videoclip, 2003 feitoamãos/FAQ. MTV Brasil. Apresentado no Indie 2003 (Belo Horizonte, MG). Monstruário Ilustrado Apresentação intermídia vj-ing, 2002 feitoamãos / FAQ. Parte integrante do FILE – Festival Int. de Linguagem Eletrônica. Paço das Artes - São Paulo, SP, 2003. Itaucultural São Paulo, 2002. Veja as Instruções Primeiro Performance intermídia Realização feitoamãos. Red Bull Live Images. (São Paulo, 2002). Apresentação no Eletronika 2003 / Fest. de Novas Tendências Musicais (BH, MG). Consultoria de audiovisual / Atividades Internacionais - Indústria para o futuro – Fiemg /SESI. Caminhão Interativo – escola móvel. 2013/2014. - Membro do Conselho Consultor da Fábrica Espetáculo (escola de formação de profissionais na área de entretenimento – Área de Audiovisual - Theatro Municipal do Rio de Janeiro – 2011/2013). - Consultor de audiovisual da Fundação Darcy Ribeiro (Rio de Janeiro / Brasília – 2009 a 2011) Trabalhos em direção – video AO VIVO PARA ÓPERA E PEÇAS DE TEATRO - Noturno. Grupo Teatro Invertido. Belo Horizonte, 2014. Direção de Yara Novaes e Monica Ribeiro. - Ensaio de mentira ou o último ensaio para dizer a verdade. Galpão Cine Horto – Oficinão 2013. - Madame Butterfly. Ópera de Puccini. Fundação Clóvis Salgado. Direção de Livia Sabag. Belo Horizonte, 2012. - Eclipse. Peça teatral do Grupo Galpão. Direção: Jurij Alschitz Belo Horizonte, 2011. - Poema do Concreto Armado. Direção Yuri Simon. Belo Horizonte, 2010/2011. - Grupo Galpão – Cenas de um casamento. Curta-metragem exibido durante a peça teatral ?Um Trem Chamado Desejo?. Belo Horizonte, MG, 2000. Elemento de cenário vencedor do Prêmio Shell de Artes Cênicas 2001/2002 (SP, SP, 2002). - Invento para Leonardo. 2001. Grupo de Teatro Armatrux. Belo Horizonte, MG. Residência artística Artista residente da WBK Vrije Academie (Haia, Holanda 2010-2011). Desenvolvimento da videoinstalação ?The Recollection Box?. Mostras Individuais – VIdeoarte e Filmes de Curta Metragem Oi Futuro - Belo Horizonte, 2008. Retrospectiva 1998-2008. ItauCultural 2006 – Belo Horizonte, Belém. Curtas: Toró, Sal Grosso, A Verdadeira História de Tião Coió, O Milagre de Dona Rita, Quimahata. ItauCultural 2003 – Belo Horizonte, Campinas, São Paulo. ?A Verdadeira História de Tião Coió, O Milagre de Dona Rita, Quimahata, O Fundo do Mar.? DAVI DE MELO SANTOS FUNÇÃO: PROFESSOR E INSTRUTOR Nascido em 1982, artista brasileiro, Davi de Melo Santos começou sua jornada com o graffite em 1998, em sua cidade natal, Belo Horizonte. Nestes ultimos anos, colaborou com instituiçoes e empresas para criaçao de murais , design , ilustraçoes de livro, cenàrio para teatro e televisao, além de exposiçoes solo e coletivas no Brasil, Palestina, Italia, Alemanha, Inglaterra, Tailandia e Taiwan. Curriculum artista Davi de Melo Santos : Setembro 2019: Realizaçao de mural para Faculdades Arnaldo. Maio 2019: Pintura em instalaçao da Multiplan ,15 anos Patio Savassi. Março 2019: Realizaçao de mural para a rede Materdei Fevereiro 2019: Realizaçao de mural para Greco Design. Janeiro 2019: Realizaçao de mural interno no Banco Mercantil do Brasil Dezembro 2018: Exposiçao individual ?Universos Interiores? na galeria Quarto Amado. Outubro 2018: Realizaçao de workshop e pintura no espaço Fernando Sabino Mercado distrital do Cruzeiro.BH/MG Maio 2018: Exposiçao coletiva ?Art Revolution Taipei?. Taipei/ Taiwan Abril 2018: Exposiçao coletiva Galeria Viaduto das Artes. Barreiro.BH Março 2018: Realizaçao de pinturas nas esculturas presentes do Elephante Parade 2018 BH. Fevereiro 2018: Realizaçao de mural ao interno do CFA (conselho Federal de administraçao) Brasilia.DF Dezembro 2017: Realizaçao de mural (empena) em larga escala para o CURA . BH. Brasil. Novembro 2017: Realizaçao de cenografia para o programa Encontro da Fàtima Bernardes.Globo Outubro 2017: Realizaçao de mural na faixada do shopping Itaù Power Shopping Contagem. Setembro 2017: Realizaçao de palestra no CasaCor Minas 2017 (fuckupnights) Agosto 2017: Realizaçao de pintura mural na faculdade de ciencias mèdicas de Tocantis ( ITPAC) Agosto 2017: Realizaçao de pintura na faixada do Museu de Arte do Bosque da Sila ( Italia) Julho 2017: Residencia artistica Hospital psquiatrico Galba Veloso Junho 2017: Realizaçao projeto parede Sesc Contagem/Betim Outubro 2016: Exposiçao coletiva London Art on a post card. The hepatitis C trust. Agosto 2016: Criaçao da coleçao Street Soul e filme conceito para Rider x DMS .?Street Soul? Junho 2016: Ilustraçoes livro ? Jonathas e a cabeça do dragao? Editora Joel Aleixo Sao Paulo Abril 2016: Telas Urbanas Street Festival. Museu de arte da Pampulha e Fundaçao Municipal de Cultura Realizaçao de pintura mural Viaduto José Alencar. Belo Horizonte Janeiro 2016: Verao Arte Contemporanea, realizaçao de pintura mural da faixada na biblioteca publica Luis de Bessa. Belo Horizonte Dezembro 2015: Expo Acervo II. Homegrown Galeria Rio de Janeiro. Novembro 2015: Colaboraçao Rider, lançamento de coleçao coletiva ?STREET TALKS?. Outubro 2015: Live Painting / expo coletiva MAM (Museo de Arte Moderna) Rio de Janeiro,RJ. Julho 2015: Realizaçao de pintura para o espaço Passos das artes e apresentaçao da palestra ?O graffite e suas vertentes? no colegio Loyola. Maio 2015: Exposiçao Coletiva Taipei Art Fair. Taipei/Taiwan Setembro 2014: Projeto Pon Aranceto. Coordenaçao laboratòrio de reciclagem. Catanzaro/Italia Setembro 2014: Ilustraçoes livro ?A arvore da vida? Editora Joel Aleixo.Sao Paulo Maio 2014: Live Painting Stroke Art Fair .Munich/Alemanha Maio 2014: Exposiçao coletiva West Bank London. Londres/Inglaterra Setembro 2013: Exposiçao Vidas Sagradas em Universos Interiores. Galeria Urban Arts. Belo Horizonte Agosto 2013: Requalificaçao artistica/arquitetonico Praça Rino Gaetano. Montauro/Italia Julho 2013: Coordenaçao Laboratorio de grafite em decorrencia do Festival Internacional da Palestina. Ramallah/Palestina Julho 2013: Idealizaçao e realizaçao cenografia/palco Festival Internacional da Palestina. Ramallah/Palestina Julho 2013: Exposiçao coletiva Salao BMW. Munich/Alemanha Janeiro 2013: Bienal Internacional GFA. Museu brasileiro da escultura. Sao Paulo Junho 2012: Coordenaçao/Requalificaçao artistica area skate ?Carlo Folino?. Parco della Biodiversità Mediterranea. Catanzaro/Italia Maio 2009/2012: Coordenador laboratorio de grafite , prisao juvenil Istituto Penale per Minorenni. Catanzaro/Italia Março 2012: Exposiçao coletiva permanente ?Living Stone? Museo di Papasidero. Italia Fevereiro 2012: Idealizaçao e realizaçao pintura mural no ? Parque Nacional da Sila?. Sila/Italia Outubro 2011: Exposiçao Solo ?Universi Interiori. Heidelberg/Alemanha Janeiro 2012: Expo Coletiva ?GASM?. Coleçao Internacional e segundo manifesto. Roma/Italia Julho 2011: Exposiçao Ogni Vita é Sacra ?Espaço Joel Aleixo?. Sao Paulo Junho 2011: Exposiçao coletiva ?Sacra Materia? Museo Diocesano de Catanzaro. Italia Maio 2010/2011: Coordenador Projeto ?Cerc-Art?. Catanzaro/Italia Fevereiro 2011: Exposiçao Toda vida é Sagrada. Castelo di San Giovani. Catanzaro/Italia Novembro 2010: Realizaçao de ilustraçoes para o livro ?O Tarot Alquimico?. Editora Joel Aleixo Fevereiro 2010: Idealizaçao e realizaçao mural interno. Tribunal de Menores. Catanzaro/Italia Dezembro 2009: Pintura realizada no interior da Biblioteca Municipal Filippo De Nobili, Villa Trieste. Catanzaro/Italia Junho 2009: Projeto Siamo BO-Colorala di idee. Requalificaçao artistica da area universitaria. Bologna/Italia Agosto 2006: Exposiçao coletiva salao Fiat. Belo Horizonte Junho 2006: Ilustraçoes Revista Mondana. Belo Horizonte Janeiro 2006/2007: Ilustrador Revista Ragga Para maiores detalhes: www.dmsonelove.tumblr.com
DILIGÊNCIA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.PROJETO LIBERADO PARA DECISÃO DO ANALISTA.