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PRONAC 203567Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

2º Festival Raridades: arte e doenças raras

ASSOCIACAO BRASILEIRA DE AMIGOS E FAMILIARES DE PORTADORES DE HIPERTENSAO ARTERIAL PULMONAR
Solicitado
R$ 199,4 mil
Aprovado
R$ 199,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Difusão de acervo e conteúdo audiovisual
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2021-02-01
Término

Resumo

O 2º Festival Raridades propõe ampliar o debate e ressignificar o lugar social das pessoas que convivem com doenças raras através da arte, fomentando a produção do audiovisual, das artes plásticas e da música nesta temática. Tem como resultado previsto a entrega dos seguintes produtos: 1) Mostra internacional de cinema sobre o tema a ser realizada em equipamento de cultura em São Paulo-SP; 2) Realização de uma sessão de filme da mostra em uma escola pública de São Paulo-SP.

Sinopse

Produtos: 1) Website com informações sobre a mostra (programação, sinopses, etc.); A página do 2º Festival Raridades contará com informações sobre o conceito e a programação da mostra, sinopse e, se possível, o trailer dos filmes que serão exibidos. 2) Mostra internacional de cinema sobre pessoas com doenças raras com duração de três dias a ser realizada em equipamento cultural a definir em São Paulo; A mostra internacional de cinema sobre pessoas com doenças raras contará com a exibição de três sessões de 10 curtas-metragens selecionados através de curadoria especializada. O evento será aberto ao público, sem restrição de idade e sem a necessidade de inscrição prévia. 3) Debate com a participação pessoas com doenças raras, cuidadores e de profissionais da saúde (médicos, fisioterapeutas, psicólogos, etc.) com duração de um dia em equipamento cultural a definir em São Paulo; O debate será realizado durante um período de apenas um dia, em sala de equipamento cultural a definir (ex.: Itaú Cultural), entre a programação da mostra. O evento contará com uma mesa de palestrantes convidados para discutir o dia-a-dia com uma doença rara e quais são os desafios que estas pessoas enfrentam. A mesa contará com pessoas com doenças raras, familiares, cuidadores e profissionais da saúde. O evento será aberto ao público, sem restrição de idade e sem a necessidade de inscrição prévia. 4) Lançamento do Festival e abertura de exibição de pinturas em tela sobre doenças raras; A exposição exibirá 10 peças de pinturas em tela são retratos de crianças com doenças raras. Cada pessoa retratada tem uma doença rara específica. A pintura das telas é organizada pela instituição Beyond the Diagnosis (“Além do Diagnóstico”, em tradução livre do inglês), dos Estados Unidos. A exibição trazida convida artistas do mundo todo a pintarem o retrato de pacientes com doenças “órfãs” e negligenciadas. A atividade contará com informações educativas das pessoas e de suas doenças em cada obra. A abertura da exposição terá um lançamento com música, realizada por pessoas com doenças raras, contemplada pelo projeto e um coquetel, como contrapartida orçamentária da instituição. 5) Uma sessão de um filme da mostra em uma escola pública de São Paulo-SP. O projeto realizará, como contrapartida social, uma atividade de formação cultural sobre pessoas com doenças raras em uma escola pública de São Paulo-SP voltada para alunos, professores e toda a comunidade escolar. A iniciativa contará com a exibição de uma sessão de um dos filme da programação da mostra internacional de cinema e uma palestra. O evento será aberto ao público da comunidade escolar, sem restrição de idade e sem a necessidade de inscrição prévia.

Objetivos

Objetivo Geral O projeto Festival Raridades tem como objetivo ressignificar o lugar social das pessoas que convivem com doenças raras através das artes, fomentando a produção do audiovisual, das artes plásticas, da música e da literatura nesta temática. Objetivo específico Os objetivos específicos do projeto são: 1) Desenvolver um website com informações sobre a mostra (programação, trailers, sinopses, etc.); 2) Realizar a pré-produção, execução e pós-produção da mostra internacional de cinema com pelo menos 10 produções sobre pessoas com doenças raras e debates após 3 sessões com duração de três dias a ser realizada em equipamento de cultura (local a definir) em São Paulo; 3) Realizar a pré-produção, execução e pós-produção de um debate com a participação pessoas com doenças raras, cuidadores e de profissionais da saúde (médicos, fisioterapeutas, psicólogos, etc.) com duração de um dia em equipamento de cultura (local a definir) em São Paulo-SP; 4) Realizar a pré-produção, organização e pós-produção da exposição de pelo menos 15 pinturas em tela com duração de 20 dias e lançamento do Festival no espaço da exposição com duração de 1 noite em equipamento de cultura (local a definir) em São Paulo-SP; 5) Como contrapartida social do projeto, realizar uma sessão de filmes da mostra seguida de palestra sobre a diferença entre as doenças raras e as doenças de alta prevalência para 200 alunos de ensino médio em uma escola pública de São Paulo-SP, sendo esta última acompanhada por profissional de LIBRAS.

Justificativa

Com base no Art. 1º da Lei 8.313/91, esta proposta tem finalidade de "captar e canalizar recursos para o setor", enquadrando-se nos incisos: "I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais"; "III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores"; e "VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória". Com base no Art. 3º da mesma lei, esta proposta também cumpre o dispostos nos incisos: "II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore" e "e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres"; e "IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos". Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), estima-se que haja 8.000 doenças raras capazes de acometer os seres humanos. A maioria dessas doenças tem origem genética e alto grau de dano e/ou letalidade. Ainda segunda a organização, considera-se doença rara aquela que atinge até 65 pessoas a cada 100.000 habitantes. Tal assertiva foi acatada pelo Governo Brasileiro no tocante à análise e definição desse grupo de doenças. Pouco se sabe sobre este universo: população e classe médica ensaiam os primeiros passos para entender como realizar o diagnóstico de forma correta e como lidar com a notícia de precisar conviver com uma síndrome de baixa incidência e pouco estudada pela medicina ainda. Se o cenário não parece ser dos mais favoráveis, é preciso destacar que os avanços não param de acontecer. Aproximadamente 20% dessas doenças possuem tratamento (de alto custo), impulsionado, principalmente, pelo Orphan Drug Act. Tal medida, liderada pelo Governo dos Estados Unidos em 1983, garantiu medidas de incentivo à indústria farmacêutica para estudar possíveis medicamentos a essa camada da população. Se antes a indústria não tinha interesse pelo público, devido ao seu número restrito de usuários e alto custo para encontrar uma droga eficaz, após essa medida aumentou-se o número de estudos que buscavam encontrar medicações que prolongasse e melhorasse a qualidade de vida dos pacientes de doenças raras. Por esta razão, nos últimos anos, o avanço da medicina e a entrada de novas drogas no mercado têm trazido uma nova esperança aos pacientes e familiares, que, apesar de ainda se sentirem isolados, ao menos, são alimentados pela esperança de um futuro melhor. Ainda que o cenário esteja melhor do que há 30 anos atrás, há muita luta em cada família que convive com a uma doença rara. O desafio se inicia, quase sempre, nos primeiros sintomas e na busca incessante por uma diagnóstico preciso. Essa batalha inicial pode levar anos e, se o diagnóstico chegar antes do falecimento do paciente, certamente culminará em outro desafio: a ausência de terapia específica (para 80% dos casos) ou a oferta de drogas de alto custo inacessíveis para a grande maioria da população. Aí é que se inicia uma jornada contra o tempo. Cada um reage de uma forma. Há quem funde organizações da sociedade civil para influenciar em políticas públicas, há quem faça arrecadação de recursos online, há quem busque a judicialização como sua mão amiga. O que todos têm em comum é a luta pela sobrevivência e impedimento de avanço dos efeitos devastadores dessas doenças: incapacidade motora, respiratória, intelectual, etc. Diante de todo esse cenário, não é difícil concluir que essas famílias vivem na marginalidade, no isolamento da própria luta inerente ao paciente, bem como do preconceito da população diante de seu desconhecimento e da falta de acessibilidade geral. Em muitos casos, o paciente necessita de diversos cuidados para além de uma cadeira de rodas, como sonda, cilindro de oxigênio, cuidador 24 horas por dia etc. E todo esse aparato tende a gerar cada vez mais isolamento da família. Eis o ciclo vicioso: quanto mais isolados estão os pacientes, menos empatia gera o seu clamor - muitas pessoas ainda aceitam a premissa de que pagar o medicamento de um paciente raro é deixar de atender milhares de pessoas na atenção básica. Seguindo esse ciclo, as políticas públicas são cada vez menos favoráveis a essa parcela da população que, para além dos desafios que a própria doença impõe, ainda precisam se provar dignas de participação social. Recentemente, a Organização das Nações Unidas (ONU) adotou na sua declaração política sobre a cobertura universal de saúde (UHC) a necessidade de se incluir as doenças raras nessa cobertura, entendendo que a atenção básica não é excludente do cuidado ao paciente com uma doença rara. Por fim, cumpre salientar que o termo "raro" sempre traz a conotação de algo distante da nossa realidade, alheio à nossa vivência e com chances mínimas de entrar à nossa casa. Todavia, se consideramos o fato de que existem 8.000 doenças raras e colocarmos que cada um delas atinge 1 pessoa a cada 100.000 (OMS indica até 65/ 100.000), temos o número de 8.000 pessoas com doenças raras a cada 100.000. Ou seja, quase 10% da população é afetada por uma doença rara. Tendo em vista que se considera "raridade" algo que acontece com pouca frequência, a Associação Brasileira de Apoio à Família como Hipertensão Pulmonar e Doenças Correlatas entende que a busca pela humanização e a ressignificação do locus social da pessoa com doenças raras precisa estar presente no debate social com frequência. Diante desta conjuntura, se faz necessária a segunda edição do Festival Raridades, cujo intuito é levar à população o conhecimento e entendimento sobre as doenças raras, bem como reinserir os atingidos pelo tema ao convívio social, promovendo o senso de pertencimento, através da realização de uma mostra internacional de filmes com intervenções poéticas, um debate e uma exibição de telas. Além disso, através do financiamento via Lei de Incentivo do festival, o projeto também visa incentivar a produção de filmes curta-metragem e artes plásticas que tenham como efeito a conscientização da população a respeito dessas doenças, gerando maior empatia e engajamento com a causa.

Estratégia de execução

O desenvolvimento das atividades culturais contribuirá para a compreensão do conceito de Cultura, que num sentido amplo identifica a maneira pela qual os indivíduos se humanizam por meio de práticas que criam a existência social, econômica, política, religiosa, intelectual e artística. A proposta do projeto 2º Festival Raridades entende e busca evidenciar a pessoa com doenças raras como sujeito produtor e consumidor de Cultura.

Especificação técnica

Os filmes da mostra podem ter qualquer duração e ser de qualquer gênero, desde que alinhados à temática proposta, e estarão sujeitos à avaliação da banca da curadoria e pela instituição proponente. As pinturas em tela poderão ser de qualquer material e também estarão sujeitas à avaliação da curadoria do festival.

Acessibilidade

Tendo em vista o objetivo principal do Festival ser de aproximar o público à realidade das pessoas com doenças raras, é fundamental acessibilizar o conteúdo dos produtos do projeto realizando suas entregas em espaços físicos que permitam o acesso e a locomoção segura de pessoas com deficiência motora, visual, auditiva, intelectual e mental. Esta premissa do projeto inclui: a) disponibilização em uma (1) sessão de exibição de filme em formato alternativo para deficientes com LIBRAS, LEGENDA DESCRITIVA (legenda para surdos e ensurdecidos - LSE) e AUDIODESCRIÇÃO; b) intérpretes de LIBRAS durante os 3 debates, que serão realizados ao final de sessão de filme em dia e horário a definir de acordo com a programação e curadoria final dos filmes; c) intérprete de libras durante a palestra a ser realizada como contrapartida em escola pública da cidade de São Paulo-SP; d) disponibilização de formato alternativo para deficientes visuais com BRAILE nos materiais impressos de divulgação e placas descritivas das pinturas em telas exibidas; e) disponibilização de um profissional de mediação inclusiva durante as atividades. Ainda, os espaços físicos selecionados para a realização do projeto têm rampas de acesso, portas amplas, elevadores e banheiros adaptados para pessoas em cadeiras de rodas, local reservado para cadeira de rodas, piso tátil, etc.

Democratização do acesso

Com base no Art. 27 do Decreto no 5.761, de 27/04/2006 e nos Art. 21 e 22 da INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 2, de 23/04/2019: I – Serão realizadas: a) produção de mostra de cinema, intervenções poéticas e exibição de pinturas com entrada gratuita à população; b) acesso monitorado (mediação cultural) visando a formação de público consumidor e produtor de cultura com ingressos distribuídos gratuitamente aos beneficiários diretos do projeto; II - Quanto à acessibilidade de idosos e pessoas com deficiência, a instituição proponente irá utilizar espaços de realização dos produtos culturais (mostra, debate e exibição) tendo em vista a democratização do acesso e a circulação de pessoas com mobilidade reduzida a partir de visita da equipe verificando a sua adequação no que se refere a segurança, conforto, serviços e acessibilidade; III - Ainda, como Contrapartida Social, será realizada uma atividade de formação cultural em uma escola pública de São Paulo-SP em parceria com a instituição Parceiros da Educação, beneficiando 200 educandos e educadores na instituição de ensino (10% do quantitativo de público previsto no plano de distribuição, sendo estes 100% estudantes e professores de instituição pública de ensino). Será realizada a exibição de uma sessão de um dos filme da programação da mostra internacional de cinema e uma palestra. As atividades para a execução da Contrapartida Social serão: - realizar reunião de alinhamento com Parceiros da Educação; - realizar reunião de alinhamento com Parceiros da Educação e direção/docentes da instituição pública de ensino selecionada; - selecionar um dos filmes da mostra de cinema; - administrar logística de transporte de pacientes e representantes da instituição proponente e Parceiros da Educação para a escola pública selecionada; - realizar exibição e debate com a participação de pacientes e aberto à comunidade escolar. V - Está prevista a participação de agentes de instituições parceiras no projeto, com acesso gratuito às atividades, visando a multiplicação de conhecimentos e práticas. VI - Todos os produtos gerados pelo projeto são inteiramente gratuitos sem qualquer tipo de cobrança para o público beneficiário e geral. Ou seja, todas as atividades culturais propostas pelo projeto serão gratuitamente destinadas ao público em geral, em especial para pessoas com doenças raras, familiares, cuidadores e profissionais do cuidado e da saúde. Além do acesso gratuito, as atividades também serão livres para todas as faixas etárias e não irão requerer inscrição prévia. Apenas, para controle da utilização do espaço, será feita a distribuição de ingressos gratuitos na bilheteria do espaço da mostra e exposição, considerando que cada sessão poderá comportar uma estimativa de até 189 pessoas nos assentos, sendo 4 para cadeirantes e 3 para pessoas obesas.

Ficha técnica

A instituição proponente e a produção executiva realizarão toda a negociação com parceiros (Parceiros da Educação, escola pública selecionada, Secretaria de Educação, etc.) e para liberação para exibição do filme, contratação e supervisão dos prestadores de serviço para logística, apoio e execução do projeto. Paula Menezes - Advogada, formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, pós-graduada em Patient Advocacy, pela Universidade Austral. Também possui a certificação de Rare Disease's Expert, concedida pela Eurordis. Além da atuação na presidência da ABRAF, é vice-presidente da Sociedade Latina de Hipertensão Pulmonar e atua como membro do grupo de estudos de participação social de ongs em políticas públicos da ISPOR (The Professional Society for Health Economics and Outcomes Research). Realizou a produção de (in)visível, evento cultural e instalação de 24 retratos com depoimentos de pacientes, em parceria com a Organização das Nações Unidas, no Dia da Cobertura Universal de Saúde de 2019, em São Paulo. Ao final de 2019, terá realizado a produção do 1º Festival Raridades. Sthefanie Petti - Formada em Relações Internacionais e Gestão de Projetos Sociais pela PUC de São Paulo, tem 8 anos de experiência em gestão de projetos, captação de recursos, comunicação e marketing. Acumula passagem em organizações internacionais como Visão Mundial, Fundação Fé e Alegria e Consulado da Índia. Fala inglês, espanhol e francês. Iniciou como Coordenadora de Sustentabilidade Institucional na Abraf em 2019. Na instituição, também realizou a produção de (in)visível. Terá realizado a produção do 1º Festival Raridades, ao final de 2019. Érica Amorim - Profissional da área de Comunicação Social, possui 9 anos de experiência em redação jornalística e publicitária, gestão online de marcas, produção de conteúdo para redes sociais, sites e blogs; elaboração e execução de campanhas de marketing digital. Trabalhos com produção, revisão, edição e preparação de textos. Supervisão de estagiários em comunicação. Terá realizado o plano de comunicação do 1º Festival Raridades, ao final de 2019.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2021-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo