| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 17281106000103 | COMPANHIA DE SANEAMENTO DE MINAS GERAIS COPASA MG | 1900-01-01 | R$ 500,0 mil |
O projeto proposto contempla manutenção da Cia. Candongas e suas atividades em 2021. A circulação de três espetáculos do grupo em 45 cidades, sendo: "Sísifos", em 8 cidades de Minas Gerais e São Paulo; "O Monstro do Lixo", com apresentações em 41 cidades de 8 regiões mineiras, e "Mitos - O Folclore do Mestre André" em Belo Horizonte. Prevê também montagem e temporada do novo espetáculo da companhia, com direção do encenador Paulo Flores. Outra ação é a manutenção das ações formativas, de compartilhamento e de fomento realizadas no Centro Cultural Casa de Candongas com foco em uma comunidade periférica de BH. A perspectiva é de que o projeto atinja 34.860 pessoas.
SÍSIFOS: Com Sísifos, o mais novo espetáculo da Companhia Candongas, o grupo amplia seu campo de estudos e conclui uma pesquisa de cinco anos sobre o universo do Teatro do Absurdo. A partir do desenvolvimento de uma dramaturgia própria, a montagem encontra ponto de interseção nas obras “O Mito de Sísifo”, do filósofo francês Albert Camus, e no “Mito da Caverna”, de Platão e “1984”, de George Orwell. Em cena, Tralha e Troco (Gustavo Bartolozzi e Antônio Rodrigues) enquanto carregam pedras, refletem sobre a utilidade de suas existências, suas relações de trabalho e com o poder. Os diálogos contêm os conflitos e a solidão, desolação e incomunicabilidade presentes em diversos textos do absurdo, revelando a fragilidade da existência humana. Enquanto conversam sobre a morte inevitável e a insatisfação humana frente ao mundo contemporâneo, perguntam-se: Para que vale a vida a não ser para vivê-la? A questão principal da montagem é trazer ao público a possibilidade de refletir sobre sua condição humana e social, sua presença no seu meio, seu papel de cidadão e sua busca pela felicidade. A direção é assinada por Cláudia Henrique, também fundadora da Companhia Candongas, que dirigiu a primeira experimentação cênica do grupo no campo do citado gênero teatral: a Leitura Dramática do texto “O Cachorro de Três Pernas”, de Eid Ribeiro. A dramaturgia é assinada por Guilherme Théo e Gustavo Bartolozzi.O artista plástico Marcelo Xavier, juntamente com o figurinista Adriano Borges, colaboram nesta pesquisa propondo um universo visual em diálogo com o Teatro do Absurdo e com o Surrealismo, criando uma estética desconexa e irreal. Que é ao mesmo tempo atemporal e tem relação direta com a vida cotidiana. A equipe também conta com Fernando Muzzi na consultoria musical, Marcos Miranda na preparação corporal dos atores, Felipe Cosse e Juliano Coelho na iluminação, Cleverson Eduardo na técnica, Débora Silva na produção executiva, Romulo Avelar e Márcio Nobre (Ravel Cultural) na consultoria de gestão e planejamento e a comunicação é assinada pela Pessoa Comunicação e Relacionamento. O MONSTRO DO LIXO O Monstro do Lixo é uma fábula criada pela Companhia Candongas, inspirada pelas festas e folguedos populares de Minas Gerais, cujo tema central é a produção desordenada de lixo e a falta de consciência dos homens na poluição e na utilização ruim dos recursos naturais do nosso planeta. Guarda Mor e Bastião, dois Marujos, se apresentam como defensores do Meio Ambiente e de tudo o que forma nosso habitat. Com um estilo brincante épico-dramático, os Marujos narram o sofrimento da Mãe Terra, personagem análogo a uma Santa, que representa a Mãe Natureza. Com suas matas morrendo, seus bichos fugindo e suas águas secando, a Mãe Terra alerta que seu sofrimento vem do Lixo. O Monstro do Lixo é representado no espetáculo por um boneco confeccionado com plástico, pets, CDs velhos e embalagens desordenadas. Tem o formato de uma grande serpente, parecida com os dragões chineses e é manipulada pelos atores. No decorrer da peça, os marujos descobrem que o Monstro não é o vilão da história. A culpa do sofrimento da Mãe Terra é o mal tratamento do nosso lixo, a compra desordenada, o desperdício e a falta de reciclagem. Todos os adereços e figurinos contém materiais reciclados, remetendo ao assunto central da peça. O espetáculo é totalmente musical, com instrumentos produzidos a partir do lixo, como galões de água, latas de biscoitos e panelas velhas. Com uma linguagem poética e com músicas animadas, O Monstro do Lixo é um espetáculo para todas as idades que propõe uma reflexão a respeito da forma como temos cuidado do nosso Meio Ambiente, tratamos o nosso lixo e nos preocupamos com a vida longa do nosso planeta. MITOS - O FOLCLORE DO MESTRE ANDRÉ A peça infantil é uma montagem, a partir da versão adaptada para o teatro dos livros “Mitos” e “Crendices”, ambos da Coleção “O Folclore Mestre André”, do escritor e artista plástico Marcelo Xavier. O autor também assina a direção cênica e é responsável pela exuberante plasticidade dos adereços e do cenário. O espetáculo, assim como os livros das quais foi extraído, é apresentado por um personagem folclórico pertencente a uma canção popular chamado Mestre André. Marcelo Xavier usou toda a sua experiência com o público infantil para criar o visual curioso deste personagem: "um contador de histórias que parece saber um pouco de tudo". As importantes informações sobre os mitos e as crendices populares, intensamente pesquisadas pelo autor, estão presentes no espetáculo através de cena, dentro dos diálogos e ações. Desta forma, "Mitos - O Folclore do Mestre André" garante a mesma qualidade didática do livro na transposição cênica, utilizando a forte potencialidade dramática do argumento. Este potencial foi, aliás, a principal razão que motivou o autor a realizar a adaptação da sua obra. Esquetes independentes contam histórias tradicionais de cada mito. Nelas, seres humanos comuns (de carne e osso) têm a sua rotina de vida alterada quando encontram estes personagens maravilhosos. Com muito humor e magia, o público revive os casos que já ouviu da boca dos parentes mais velhos. É possível saber como pegar o Saci ou porque o Boitatá aparece. Além destes dois, o espetáculo fala sobre mais quatro mitos: o Lobisomem, o Curupira, o Boto e a Mula-sem-cabeça. Com todo este encanto, a Companhia Candongas garante que a peça pode ser vista por crianças de todas as idades. “Mitos - O Folclore do Mestre André” lembra a todos que o povo brasileiro tem uma cultura rica e fascinante. Assistindo ao espetáculo, as crianças poderão assimilar com prazer toda esta riqueza, criando laços mais fortes com as próprias raízes. O Espetáculo pode ser realizado em qualquer tipo de palco, bem como em áreas abertas, espaços públicos e escolas, visando assim, chamar a atenção das nossas crianças para a existência de um universo de personagens, crenças e manifestações culturais. A peça é recomendada para crianças acima de 3 (três) anos. NOVA MONTAGEM Com o presente projeto, a Companhia Candongas pretende viabilizar a montagem do seu mais novo espetáculo teatral. A obra dará continuidade ao trabalho de pesquisa sobre Teatro do Absurdo que culminou no seu espetáculo mais recente, “Sísifos”. A ideia é estruturar o que o grupo chama “Trilogia do Absurdo”, associando as características deste gênero Teatral surgido no período entre guerras. A direção cênica será feita pelo encenador Paulo Flores, da Tribo de Atuadores Ói Nóz Aqui Traveiz, do Rio Grande do Sul, que conduzirá o processo a partir do seu trabalho de Teatro Ritual e Performance. O especialista em Teoria dos Jogos, Rubens Rangel, trabalhará com o elenco os conceitos de jogabilidade e ludificação aplicados à cena. A equipe conta também com Babaya Morais, na preparação vocal, e Marcos Miranda na preparação corporal do elenco. A Trilha Sonora será assinada pelo premiado compositor Fernando Muzzi. O espetáculo será direcionado a público jovem e adulto.
Objetivo geral Promover a manutenção e continuidade das atividades artísticas permanentes da Cia. Candongas, tanto no Centro Cultural Casa de Candongas quanto através da circulação dos seus mais novos espetáculos de repertório "Sísifos" e "O Monstro do Lixo", além de apresentações do espetáculo de repertório que completa 20 anos de existência "Mitos - O Folclore do Mestre André", bem como a montagem e temporada de estreia de um espetáculo inédito com direção do encenador gaúcho Paulo Flores, garantindo a estrutura física e o treinamento dos profissionais do grupo e promovendo a formação de público e ampliação do acesso aos bens culturais. Objetivos específicos - Realização de 8 oficinas no Centro Cultural Casa de Candongas nas seguintes áreas artísticas: Teatro - três oficinas (uma de iniciação para crianças, uma para jovens e adultos e uma preparação vocal para adultos); Dança - três oficinas (Dança de Rua, ballet e ballet baby class) e Música - duas oficinas (violão para jovens e adultos e pandeiro); - Realização da Mostra das Oficinas da Casa de Candongas, com duas apresentações para público da Comunidade dos bairros Santa Cruz e Cachoeirinha, aberto a toda Belo Horizonte; - Circulação do espetáculo "Sísifos" - 19 apresentações, sendo 7 em cidades do interior Minas Gerais, 8 apresentações em Belo Horizonte e 4 apresentações na cidade de São Paulo/SP; - Circulação do espetáculo "O Monstro do Lixo" - 102 apresentações em 41 cidades de Minas Gerais; - Temporada do espetáculo "Mitos - O Folclore do Mestre André" com 5 apresentações (4 gratuitas para escolas públicas e 1 para público geral); - Montagem do mais novo espetáculo da companhia, com direção do encenador Paulo Flores, da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz, do Rio Grande do Sul, cumprindo temporada de 17 apresentações em Belo Horizonte; - Promover à população do interior do estado o acesso a bens culturais, através de apresentações de espetáculos de estéticas distintas em 8 regiões distintas de Minas Gerais; - Viabilizar a manutenção das despesas básicas do Centro Cultural Casa de Candongas.
A Companhia Candongas e Outras Firulas é um grupo teatral que, desde a sua formação em 1994, dedica-se ao estudo das artes cênicas nas suas múltiplas formas e manifestações, além das possibilidades expressivas do trabalho do ator. Neste processo, um dos objetivos consiste em confrontar os aspectos técnicos e éticos deste ofício milenar. Na sua trajetória, a trupe sempre procurou aprimorar a linguagem de um teatro popular que pudesse ser apresentado em diversos locais e para públicos distintos. Dedica-se também a representar no seu trabalho a cultura popular brasileira, em especial a mineira. Esta opção vem da vontade de fixar o seu local de enunciação, reconhecendo a riqueza cultural e o ecletismo do nosso povo. Atualmente, a companhia concentra suas atividades no Centro Cultural Casa de Candongas, um galpão situado na região Nordeste de Belo Horizonte, que tem, além de atividades permanentes para a comunidade, espaço para ensaios e escritório de produção do grupo. Com vinte anos de atuação, a Casa é uma referência cultural para a população da região. Com ações do projeto proposto, a Companhia Candongas realizará a comemoração de mais de duas décadas de trabalho contínuo dedicadas ao teatro e à valorização da cultura popular brasileira assim como a continuidade das atividades realizadas há 20 anos no Centro Cultural Casa de Candongas. O projeto tem duas linhas de ação que podemos destacar. Primeiramente, viabilizar a manutenção de atividades artísticas para um público eclético o que inclui o de uma comunidade com pouco acesso a ações que valorizem a mineiridade, as raízes culturais brasileiras e o seu empoderamento social e cultural, conforme Art. 1° inciso I da Lei 8313/91. A segunda linha de ação diz respeito à sustentabilidade de ações culturais e artísticas existentes nos moldes da Cia. Candongas, contribuindo com a formação continuada de seus gestores, grupos congêneres, suas ações e respectivas populações atendidas. Neste sentido, a população da comunidade dos bairros Santa Cruz e Cachoeirinha terá um estímulo inicial de empreendimento Cultural através dos trabalhos desenvolvidos nas oficinas artísticas do Centro Cultural, demanda latente deste público da região. A continuidade de um projeto como este vem preencher uma lacuna sociocultural para a comunidade em que a Casa de Candongas está inserida. Principalmente pelo fato deste Centro Cultural ser o único na região, que tenha a arte e a Cultura como prioridades no seu trabalho. A importância do projeto se dá pela garantia da difusão do trabalho de uma companhia teatral de grande relevância na cena teatral pelo trabalho que realiza, contribuindo para a reflexão, democratização de acesso e formação de público. O espetáculo "O Monstro do Lixo" é uma fábula criada pela Companhia Candongas, inspirada pelas festas e folguedos populares de Minas Gerais, cujo tema central é a produção desordenada de lixo, suas consequências socioambientais e a falta de consciência dos homens na poluição e na utilização ruim dos recursos naturais do nosso planeta. Um teatro popular e de familiaridade do público por sua temática, "O Monstro do Lixo" possui em sua dramaturgia uma linguagem acessível, que contempla tanto o público que já frequenta bens culturais quanto aquele que não têm acesso às salas de apresentações teatrais. Todas as apresentações de "O Monstro do Lixo" serão realizadas em escola públicas, sem cobrança de ingresso, atendendo ao Inciso IV a do artigo 3º da lei 8313/91, o objetivo é de envolver o maior número possível de participantes de idades e condições econômicas distintas. Com "Sísifos", o mais novo espetáculo da Companhia Candongas, o grupo amplia seu campo de estudos e conclui uma pesquisa de cinco anos sobre o universo do Teatro do Absurdo. A partir do desenvolvimento de uma dramaturgia própria, a montagem encontra ponto de interseção nas obras "O Mito de Sísifo", do filósofo francês Albert Camus, "Mito da Caverna", de Platão e o romance "1984", de George Orwell. A questão principal da montagem é trazer ao público a possibilidade de refletir sobre sua condição humana e social, sua presença no seu meio, seu papel de cidadão e sua busca pela felicidade. "Mitos - O Folclore do Mestre André" é uma montagem, a partir da versão adaptada para o teatro dos livros "Mitos" e "Crendices", ambos da Coleção "O Folclore Mestre André", do escritor e artista plástico Marcelo Xavier. O autor também assina a direção cênica e é responsável pela exuberante plasticidade dos adereços e do cenário. A peça lembra a todos que o povo brasileiro tem uma cultura rica e fascinante. Assistindo ao espetáculo, as crianças poderão assimilar com prazer toda esta riqueza, criando laços mais fortes com as próprias raízes. Este espetáculo realizará 4 apresentações gratuitas para escolas da rede pública além de uma apresentação para público geral. As sessões serão realizadas no Grande Teatro do Palácio das Artes (Fundação Clóvis Salgado). A pesquisa cênica da Companhia Candongas a respeito do Teatro do Absurdo continuará neste projeto, através do treinamento vocal e corporal do elenco e de trabalhos direcionados à nova montagem do grupo. Seguindo a pesquisa a respeito do Teatro do Absurdo que culminou a montagem de "Sísifos", os atores irão preparar uma nova obra, com a supervisão do encenador Paulo Flores, da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz, do Rio Grande do Sul, que trará ao coletivo as bases para o trabalho de Teatro Ritual e Performance. Associado a estas técnicas, o grupo também contará com o especialista em jogos Rubens Rangel, para trazer conceitos que ampliem as possibilidades de relação entre os atores e o público. O espetáculo será o segundo da trilogia do Absurdo, com estreia em setembro de 2021, cumprindo 17 apresentações em Belo Horizonte. Com todas estas características, o projeto visa ampliar a ação cultural do grupo através da divulgação, memória e registro do seu trabalho.
Oficinas do Centro Cultural Casa de Candongas Recursos didáticos para as oficinas: aparelho ou caixa de som, internet para uso de aplicativos de músicas, colchonetes, espelho para dinâmicas corporais, figurinos, adereços e materiais alternativos para treinamentos corporal e cênico (bastões, bolas, bambolês, tecidos, revistas e livros literários), tapete apropriado para a dança, rolhas de garrafa, baldes para técnica de escuta e fala e violões, uniformes específicos para o ballet, barra para a dança, tapete apropriado para a dança, quadro branco, pinceis, apostilas, lápis, borracha, pandeiros. Condições de participação e critérios de seleção para as oficinas: Preenchimento de ficha de inscrições online ou presencial e entrevista, vagas destinadas preferencialmente para pessoas moradoras de periferias e em situação de vulnerabilidade social. Plano de atividades: oficinas artísticas Recursos técnicos e humanos para cada oficina: Teatro Iniciação Dia: 2ª e 5ª Feira Horário: 19h Professora: Claudia Henrique (Cláudia da Silva) Carga Horária: 52 Público perfil: Jovens e Adultos, a partir de 14 anos. Número: 20 Conteúdo Programático: Desenvolvimento prático e teórico dos princípios da interpretação para expressão dentro da convenção teatral, abordando a função social do teatro, a pesquisa do teatro social, épico e brasileiro, a questão ética e estética da criação e a importância do trabalho coletivo na construção e desconstrução de cenas e personagens. Teatro Infantil Dia: 3ªFeira Horário: 18:30 Professora: Morgana(Marília Cristina Abreu de Souza) Carga Horária: 40 Público perfil: Crianças entre 05 a 12 anos. Número: 20 Conteúdo programático: A oficina propõe uma maior integração entre as crianças e o meio onde vivem através dos jogos e curiosidades. Trabalhando o fazer artístico aliado a espontaneidade do jogo dramático infantil inerente às crianças, ou seja, pertencente ao próprio brincar delas. A oficina propõe a prática do brincar como elemento propiciador da concepção cênica, utilizando um repertório diverso de jogos e brincadeiras tradicionais. Dança de Rua Dia: 3ªFeira Horário: 20h Professor: Rodrigo Peres Carga Horária: 40 Conteúdo programático: Desenvolver aulas teóricas e práticas sobre a Cultura Hip Hop nas praças e ruas e ajudar a difundir o pensamento do quinto elemento - Consciência. Canto e Preparação Vocal Dia: 4ªFeira Horário: 19h Carga Horária: 40 Público perfil: a partir de 14 anos. Número: 20 Conteúdo Programático: As aulas de canto utilizarão a voz, o corpo e a música com técnicas respiratórias, relaxamento corporal e vocal; dinâmicas rítmicas corporais (percussão) e musicais, apreciação, criação e expressão; exercícios para dicção, afinação da voz e memorização; com um repertório de música popular brasileira e folclórica. Ballet Baby Class e Ballet Infantil Dia: 5ªFeira Horários:18h Baby Class 19 h: Ballet Infantil Professor: Ueslei Gomes Carga Horária: 40 Público perfil: crianças entre 3 e 12 anos Número: Baby Class 15 e Infantil: 20 Conteúdo Programático: A técnica clássica para baby e infantil será passada de uma forma lúdica sem perder seu frescor do trabalho físico e mental. O ballet clássico consiste em unir a técnica, a musica e a atuação nos movimentos. São habilidades que as crianças vão adquirindo pouco a pouco através de exercícios e posturas. Exige disciplina, boa postura e ritmo. No Centro Cultural Casa de Candongas, O Ballet favorece a criatividade, a musicalidade e o trabalho em grupo. É dividido em duas categorias: Baby Class e o Ballet infantil. Baby Class: está direcionada a crianças de 03 a 6 anos de idade. O objetivo das aulas é divertir e estimular a imaginação da criança. As crianças brincam, jogam, se divertem e aprendem ao mesmo tempo. Violão Dia: Sábado Horário: 10:30 Professor: Fernando Muzzi Carga Horária: 40 Público perfil: a partir de 8 anos Número: 20 Conteúdo Programático: Estudo da estrutura musical, acordes, cifras; escolha do repertorio musical e ensaios gerais do repertorio musical para a Mostra de Oficinas Artísticas. Pandeiro Dia: Sábado - Horário: 9h Professor: Carlos Felipe Carga Horária: 40 Público perfil: a partir de 7 anos Número: 20 Conteúdo Programático: Aprimoramento da coordenação motora utilizando as mãos é braços; e trabalho da musicalidade brasileira através da percussão. Avaliação das atividades: A avaliação das atividades do Centro Cultural Casa de Candongas acontece como meio para acompanhar as atividades de forma a ajudar as pessoas a superar as dificuldades para que consigam continuar progredindo na aprendizagem. Ajudando e orientando oficineiros e gestores do centro cultural, a aperfeiçoarem seus procedimentos e escolhas de meios e atividades. A avaliação tem a função diagnóstica e formativa, em função do alcance dos objetivos previstos. O processo avaliativo acontece ao longo do ano, em um processo contínuo e sistemático. De forma planejada pela equipe pedagógica, podendo ser aperfeiçoada de acordo com as devidas necessidades. A avaliação parte desde a pessoa atendida até a sua família, porque acreditamos no sujeito como um ser total e integrado e não de forma compartimentada. São utilizadas técnicas diversas desde a observação, escuta em reuniões de grupos, oficineiros ou individual, revisão de planos de ensinos e experimentos práticos relativos às oficinas artísticas e autoavaliação.
Peças Gráficas: PEÇAS GRÁFICAS: Banner 145 x 2100mm Programa/Cartilha 32x46xm Filipeta 150x210mm Cartaz 42x29.7mm Wind Banner 210x55cm Espetáculos: O MONSTRO DO LIXO: Área Cênica Mínima: 4 metros de comprimento por 4 metros de largura e 2,5 metros de altura. Iluminação: Luz geral ou iluminação natural Sonorização: O espetáculo é totalmente acústico não tendo necessidade de equipamentos de som. Em todos os casos em que haja um número de espectadores maior que 200 crianças, será necessário equipamento de sonorização compatível com o público. Preparação do espetáculo: Montagem: 1 hora - Desmontagem: 1 hora SÍSIFOS: Área Cênica Mínima: 6 metros de comprimento por 6 metros de largura e 3,5 metros de altura. Iluminação: Mesa de luz DMX para ligação de Par led; Refletor Par 64 220 V / 1000 W.; Refletor Set light 220 V / 500 W.; Refletor Par led com efeito de luz uv; Ribalta; Cabos xlr Para ligação de par led; Módulo dimmer Para ligação dos refletores Sonorização: Mesa de som 12 canais com entrada auxiliar; Caixas de som Ativas (amplificadas); Cd player/Computador para reprodução de trilha; Microfone Lapela; Computador Para reprodução de trilha; Pedais de efeito Reverb e delay; Cabos xlr Para ligação das caixas e microfones Preparação do espetáculo: Montagem: 4 horas - Desmontagem: 2 horas MITOS - O FOLCLORE DO MESTRE ANDRÉ: Área Cênica Mínima: 4 metros de comprimento por 4 metros de largura e 2,5 metros de altura. Iluminação: Mesa de luz DMX para ligação de Par led; Refletor Par 64 220 V / 1000 W.; Refletor Set light 220 V / 500 W.; Refletor Par led com efeito de luz uv; Ribalta; Cabos xlr Para ligação de par led; Módulo dimmer Para ligação dos refletores Sonorização: Mesa de som 12 canais com entrada auxiliar; Caixas de som Ativas (amplificadas); Cd player/Computador para reprodução de trilha; Microfone Lapela.; Computador Para reprodução de trilha; Pedais de efeito Reverb e delay; Cabos xlr Para ligação das caixas e microfones Preparação do espetáculo: Montagem: 4 horas - Desmontagem: 2 horas NOVA MONTAGEM: Área Cênica Mínima: 6 metros de comprimento por 6 metros de largura e 3,5 metros de altura. Iluminação: Mesa de luz DMX para ligação de Par led; Refletor Par 64 220 V / 1000 W.; Refletor Set light 220 V / 500 W.; Refletor Par led com efeito de luz uv; Ribalta; Cabos xlr Para ligação de par led; Módulo dimmer Para ligação dos refletores Projeção: 3 Projetores VGA com pelo menos 3000 ANSI Lumens Sonorização: Mesa de som 12 canais com entrada auxiliar; Caixas de som Ativas (amplificadas); Cd player/Computador para reprodução de trilha; Microfone Lapela; Computador Para reprodução de trilha; Pedais de efeito Reverb e delay; Cabos xlr Para ligação das caixas e microfones Preparação do espetáculo: Montagem: 4 horas - Desmontagem: 2 horas CENTRO CULTURAL CASA DE CANDONGAS – CIA. CANDONGAS - Plano Pedagógico Diretrizes: O que é o Centro Cultural Casa de Candongas? O Centro Cultural Casa de Candongas, que completou vinte anos neste ano é uma referência artística para a região nordeste de Belo Horizonte e conta com a grande participação de várias pessoas da comunidade dos bairros Santa cruz, Cachoeirinha e de outros locais da cidade prestigiando os eventos, apresentações, debates e oficinas realizadas no Centro Cultural. Criado pela Cia. Candongas, grupo teatral que sempre trabalhou acreditando na função social da arte e trabalha motivada por essa consciência. Desta forma, o grupo atua junto a um público diverso, o que inclui as camadas sociais que com pouco acesso aos bens culturais. Na Casa de Candongas, o grupo desenvolve um trabalho das artes variadas para que a população do seu entorno construa uma arte possível, com base nas manifestações populares, comunitárias e sociais. O Que desenvolve? Oficinas de diversas áreas artísticas para faixa etária variada, espetáculos abertos para público em geral, seminários, Mostras artísticas, festivais de artes e trabalho específico com um grupo de mulheres com artesanato e gerador de cultura criativa. Atendimento de demandas de ocupação artística por grupos e artistas da cidade. Qual é objetivo? Desenvolver atividades e eventos artísticos e culturais, que possibilitem a apreciação da arte, a fruição e a contextualização, o encontro e a inter-relação entre artistas da Cia. Candongas, as pessoas da comunidade e artistas que ocupam o centro cultural. Inclusive entre diferentes gerações. Uma programação permanente e continuada é imprescindível para caracterizar a Casa de Candongas como equipamento cultural e inseri-lo no contexto artístico-cultural da cidade. Qual é o público atendido: Crianças, adolescente, jovens, adultos, terceira idade e artistas da cidade. Planejamento anual: Atividades oferecidas: oficinas de teatro para jovens e adultos, dança para infância e adolescência, musicalização e instrumentalização (canto, pandeiro e violão), brincadeiras populares e pilates como preparação corporal. Atividades permanentes: O Centro Cultural Casa de Candongas comporta, além do trabalho artístico e de produção da Companhia Candongas, as seguintes atividades: * Temporadas e Apresentações de Espetáculos da Companhia Candongas: A Companhia Candongas sempre realiza apresentações de seus espetáculos de repertório na Casa de Candongas. Os objetivos principais destas apresentações são a divulgação da Casa como espaço alternativo atuante na cidade de Belo Horizonte e também de oferecer à comunidade local um retorno pela acolhida da companhia e pelos apoios oferecidos à trupe. * Temporadas e Apresentações de Espetáculos de grupos parceiros e convidados: A Casa de Candongas sempre recebe grupos e artistas diversos para realizarem apresentações de seus espetáculos. Isto se dá principalmente no caso de espetáculos elaborados para espaços abertos e/ou alternativos, tendo em vista que o galpão pode compor diversas configurações de relação espetáculo-plateia. O espaço também abriga a sede da Cia. Candongas e seus treinamentos, ensaios, produções e apresentações. A companhia tem solicitado aos grupos que se apresentam na Casa, como contrapartida cultural, a realização de workshops e oficinas curtas para as pessoas da comunidade local. AÇÕES * Oficinas para crianças: A oficina para crianças da região tem como objetivo aliar o teatro, a dança e a brincadeira as dinâmicas de desenvolvimento de potencialidades humanas. Jogos lúdicos, brincadeiras e outras atividades são passadas e elaboradas juntamente com os participantes. As oficinas para crianças acontecem em dias e horários variados. * Oficinas para adolescentes: A oficina para adolescentes envolve jovens de 13 a 18 anos da região com os quais são trabalhados os fundamentos da arte teatral, dança de rua e técnica vocal. As bases da construção de personagens e do jogo cênico. As oficinas também acontecem de acordo com o cronograma de atividades anual. * Cessão do espaço para ensaios e treinamentos de grupos teatrais: De acordo com a disponibilidade do espaço, a Companhia Candongas também cede a Casa para realização de ensaios de companhias teatrais que não possuem espaço. Esta atividade é eventual, e já acolheu ensaios dos grupos e artistas diversos. * Trocaldo - Trocas e seminários Este projeto de Compartilhamento visa promover a discussão a respeito de temas pertinentes aos diversos coletivos artísticos e teatrais, envolvendo assuntos de ética, estética e técnica. Tem duração de 4 dias e conta com convidados para explanação sobre sua experiência e workshops. O Trocaldo é voltado a atores, performers e pessoas interessadas no universo artístico, com participação gratuita. Cada edição do evento prioriza a discussão de um tema específico, escolhido pela Companhia Candongas com a ajuda dos seus colaboradores. (Detalhamento das oficinas no campo "Descrição da Atividade do produto" abaixo).
A Casa de Candongas tem fácil acesso a pessoas com necessidades especiais de locomoção. Diversas das suas atividades permitem a participação de públicos sem restrição, o que inclui variadas faixas etárias. As atividades desenvolvidas no espaço são direcionadas a crianças e idosos. O Centro Cultural está instalado em um galpão amplo que contempla o acesso de portadores de necessidades especiais. Assim, as oficinas e a atividade aberta ao público o “Mostra das Oficinas da Casa de Candongas”, contam com estas características. As apresentações do espetáculo “O Monstro do Lixo” serão feitas em escolas públicas, priorizando espaços com garantia de acessibilidade a cadeirantes. Os locais de apresentações dos espetáculos Sísifos e da nova montagem também serão definidos dentre aqueles em que haja acessibilidade garantida a pessoas com locomoção especial (cadeirantes e piso podotátil). O espetáculo “Mitos – O Folclore do Mestre André” será realizado no Grande Teatro do Palácio das Artes (Fundação Clóvis Salgado), espaço que respeita as condições de acessibilidade com rampas de acesso e espaço para cadeirantes na platéia. O projeto contará com a presença de uma Intérprete de Libras, para espectadores deficientes auditivos em algumas apresentações a saber: - 7 apresentações do espetáculo “Sísifos” no interior de Minas; - 2 apresentações do espetáculo “Sísifos” em São Paulo; - 2 apresentações do espetáculo “Sísifos” em Belo Horizonte; - 2 apresentações do espetáculo “O Monstro do Lixo” em Belo Horizonte; - 2 apresentações do novo espetáculo em Belo Horizonte; - 2 apresentações do espetáculo “Mitos – O Folclore do Mestre André” em Belo Horizonte. Totalizando 17 ações com esta medida de acessibilidade (Intérprete de Libras).
Apresentação de Espetáculos. - As apresentações do espetáculo "Sísifos" no interior de Minas gerais terão entrada franca. Nas 4 sessões previstas em São Paulo, os ingressos terão preços populares. As apresentações de "Sísifos" em Belo Horizonte terão ingressos a preços populares, sendo que 10% serão distribuídos gratuitamente junto a instituições ou associações que tenham por finalidade atender camadas menos assistidas da população e com menor poder aquisitivo. E, conforme inciso I do artigo 20 da IN nº02/2019 da Secretaria Especial da Cultura, todas as apresentações de “O Monstro do Lixo” serão em escolas públicas e gratuitas - Os demais ingressos terão preços populares, abaixo do valor do Vale-Cultura, para alcançar todas as classes, principalmente aquelas pessoas que não possuem alto poder aquisitivo. O espetáculo "Mitos - O Folclores do Mestre André" cumprirá 5 sessões no Grande Teatro do Palácio das Artes, sendo que 4 destas apresentações serão gratuitas e realizadas para escolas da rede pública de ensino e 1 com preços populares. O novo espetáculo a ser montado durante o projeto cumprirá 17 apresentações, uma para convidados e 16 com ingressos a preços populares, abaixo do valor do Vale-Cultura. Assim como no espetáculo “Sísifos”, 10% da bilheteria serão distribuídos gratuitamente. - Contrapartidas Sociais - Atendendo ao Artigo 22 da IN nº 02/2019, todas as apresentações do Espetáculo "O Monstro do Lixo" serão gratuitas e realizadas em escolas públicas das cidades envolvidas. Nas Regiões Mineiras do Vale do Rio Doce (Ipatinga, Coronel Fabriciano e Timóteo) e Noroeste Mineiro (Unaí, Natalândia, João Pinheiro e Bonfinópolis de Minas), as apresenteções serão seguidas de um bate-papo a respeito da utilização da arte com temas importantes, como a temática do espetáculo - Meio Ambiente. Estas ações envolverão aproximadamente 3.600 alunos e professores das escolas que receberão o espetáculo. - A partir da circulação/apresentações de 4 espetáculos e realizações de oficinas de formação artística, o projeto pretende contemplar cerca de: 28.180 crianças e adolescentes 4.240 adultos e 2.440 idosos - A maioria das apresentações do projeto será realizada em cidades do interior do estado de Minas Gerais, para promover a descentralização da cultura; - Registros em foto e vídeo serão disponibilizados gratuitamente no site, no facebook e instagram da companhia, fazendo com que interessados de outras cidades e estados tenham acesso ao material, conforme inciso III do artigo 21 da IN nº02/2019 da Secretaria Especial de Cultura; - As datas e horários para as apresentações serão escolhidos de modo a favorecer e incentivar a participação da comunidade em cada local; - Divulgação intensiva em pontos de maior concentração das cidades, promovendo o acesso amplo aos bens culturais; - Parceria com escolas, centros e agentes culturais das regionais que receberão o espetáculo para divulgação; - Nas cidades cujo acesso aos meios de comunicação convencionais seja mais escasso, será feita promoção das apresentações com carros de som nas imediações de cada local para os dois espetáculos, a fim de contemplar um maior número de espectadores. Atividades no Centro Cultural Casa de Candongas: - As oficinas do Centro Cultural Casa de Candongas serão a preços populares contando com uma cota de 30% de inscrições sem custo, para atender à demanda da comunidade dos Bairros Cachoeirinha e Santa Cruz (conforme parágrafo 1º do artigo 22 da IN nº02/2019 da Secretaria Especial de Cultura). Formação de Plateia: Como ação de formação de plateia, ofereceremos em cada apresentação do espetáculo " O Monstro do Lixo", um bate papo com alunos e professores das escolas públicas onde o espetáculo será apresentado. Os temas centrais do bate papo advirão da pesquisa para criação da obra teatral que engloba a cultura popular brasileira, especificamente a marujada. E também abordaremos as temáticas do consumo consciente e da preservação do meio ambiente que igualmente compõem a peça. O folder produzido para o espetáculo " O Monstro do Lixo" será didático direcionado ao desenvolvimento e ampliação da conscientização de jovens e crianças em relação aos cuidados com o meio ambiente e a cultura popular, fatores que reforçam a ideia de pertencimento tão preciosa a Cia Candongas. Em suas 102 apresentações em 41 cidades de Minas Gerais; pretende-se com o espetáculo “O Monstro do Lixo” atingir cerca de 20.400 crianças, adolescentes e professores. Da mesma forma, o programa do espetáculo "Mitos - O Folclore do Mestre André" conterá textos sobre o folclore brasileiro e a importância da valorização da nossa cultura. As apresentações comemorativas de 20 anos deste espetáculo, a serem realizadas no Grande Teatro do Palácio das Artes, devem abranger um público de 7.600 pessoas.
Guilherme Théo Diretor Administrativo e Financeiro da Companhia Candongas Coordenador do Projeto; Diretor - O Monstro do Lixo; Ator – Mitos – O Folclore do Mestre André Atividades a serem realizadas: - Coordenação das atividades do projeto, no tocante ao envio de informações à Secretaria Especial de Cultura e patrocinadores; - Organização dos Contratos e outros documentos necessários à realização das atividades do projeto; - Participa artisticamente do projeto através direção do espetáculo “O Monstro do Lixo” e no elenco do espetáculo “Mitos – O Folclore do Mestre André”. Breve Currículo: - Curso Superior de Artes Cênicas - UFMG - Bacharelado em Interpretação Teatral - Oficina de Iniciação Teatral – Secretaria Municipal de Cultura. Ministrante: Wilson Avelar - Abril a julho de 1994 - Oficina de Capacitação de Grupos – Secretaria Municipal de Cultura. Ministrantes: Iara Fernandes e Sérgio Marrara - Setembro a dezembro de 1994 - Usina de Teatro do Parque Fazenda Lagoa do Nado - Coordenação Marcos Vogel É integrante da Cia. Candongas desde a sua fundação, em 1994. Principais espetáculos onde atuou: - Hoje – Direção de Rogério Araújo – Coletivo Conectores (2019) - Rosa Choque - Direção de Cida Falabella (2015) - Aqueles Dois - Texto de Caio Fernando Abreu com a Cia. Luna Lunera (2010) - As Grandes Lonas do Céu - Texto e direção: Fernando Limoeiro (2008) - Match de Improvisação - Direção: Mariana Muniz (2008) - Commedias a La Carte / Roteiros da Commedia dell’Arte - Direção: Fernando Linares (2001) - Mitos O Folclore do Mestre André / Texto e Direção: Marcelo Xavier (1999) Dramaturgia e Direção: - O Monstro do Lixo - Direção e Dramaturgia (2014) -Sísifos - Dramaturgia e assistência de direção (2017) Gustavo Bartolozzi Coordenador de Produção; Ator - “O Monstro do Lixo”, “Mitos – O Folclore do Mestre André”, “Sísifos” e na nova montagem - Coordenação das atividades de produção das ações: contatos com fornecedores e parceiros para as apresentações e monitoramento do trabalho das produtoras executivas; - Contato junto à Assessoria de Comunicação na construção das estratégias de divulgação no projeto; - Participa artisticamente do projeto no elenco dos espetáculos “Sísifos”, “O Monstro do Lixo”, “Mitos – O Folclore do Mestre André” e na nova montagem. Breve Currículo: Formação: Centro Universitário Metodista Izabela Hendrix - Comunicação Social /Publicidade e Propaganda Período do Curso: Fevereiro/2009 a Dezembro/2012 - Carga horária: 3160 horas/Aula UFMG - Administração -Matérias Isoladas de Mestrado e Doutorado • Estudos Organizacionais e Sociedade: Foucault, Certeau e Congruências/Divergências. Prof. Alexandre Carrieri - 2013 / 64 horas • Avançados em Estudos Organizacionais e Sociedade: Leituras Clássicas em Teoria da Administração e Pensamento Divergente. Profª. Ana Paula Paes de Paula – 2013 / 15 horas • Administração Estratégica: Teorias da Estratégia, Competição das Organizações. Prof. Carlos Alberto Gonçalves - 2015 / 32 horas • Seminário em Estudos Organizacionais e Transdisciplinaridade: Estudos Organizacionais e Transdisciplinaridade I e II. Profª. Ana Paula Paes de Paula – 2015 / 64 horas • Pós graduado pela PUC MInas em Gestão Estratégica – 2018 Experiência Profissional: - Ator, Produtor , Diretor e Comunicólogo; - Sócio-fundador da Cia Candongas em BH/1994; - Diretor de produção da Cia. Candongas desde 1995; - Diretor de Comunicação da Cia Candongas desde 2007; - Idealizador e Coordenador do Minas de Grupos- 1º Encontro Estadual de Teatro de Grupo de Minas Gerais; - Coodenador da 3ª Estação em Movimento- Mostra de Teatro do MTG; - Planejamento de Comunicação e Marketing da Associação Crepúsculo-Centro de Desenvolvimento Humano (2013/2014) - Coordenador de Comunicação e Marketing do Crepúsculo-Centro de Desenvolvimento Humano (2014/2015) - Integrante do Núcleo de Planejamento e Gestão do Crepúsculo-Centro de Desenvolvimento Humano (2015) Trabalho em Dramaturgia: Os 4 Distintos / Cia Teatral Crepúsculo (2014) Alguns Espetáculos como Ator: - Commedias a La Carte - Pesquisa cênica sobre a Commedia Dell’Arte.Direção de Fernando Linares. (2001) - As Grandes Lonas do Céu - Pesquisa cênica sobre o Circo Tradicional BrasileiroTexto e Direção Fernando Limoeiro (2008) - Leitura dramática: O Cachorro de três Pernas/ Texto de Eid Ribeiro (2011) - O Monstro do Lixo - Direção e Dramaturgia Guilherme Théo (2014) - Sísifos - Direção Claudia Henrique / Dramaturgia Guilherme Théo e Gustavo Bartolozzi (2017) Claudia Henrique Atriz - “O Monstro do Lixo”, “Mitos – O Folclore do Mestre André” e na nova montagem; Diretora - Sísifos; Coordenadora Pedagógica da Casa de Candongas - Coordenação Pedagógica das atividades formativas e de compartilhamento no Centro Cultural Casa de Candongas; - Participa artisticamente do projeto como diretora do espetáculo “Sísifos” e atriz no elenco dos espetáculos “O Monstro do Lixo”, “Mitos – O Folclore do Mestre André” e na nova montagem. Breve Currículo: - Graduada em Pedagogia (UEMG) - Curso de Iniciação Teatral com Onice Sousa- 1986 - Oficina de Capacitação de Grupos – Secretaria Municipal de Cultura Ministrantes: Iara Fernandes e Sérgio Marrara - 1994 - Usina de Teatro do Parque Fazenda Lagoa do Nado Coordenação: Marcos Vogel - Curso Agente Cultural, pela Secretaria Municipal de Cultura de BH (1996 e 1999) - Treinamento de Máscara/ Orientado por Fernando Linares(2001) Alguns espetáculos em que participou: - Pantagruel - Autor: François Rabelais /Direção: Marcos Vogel (1995) - Hamlet Exercício nº 1 / De Shakespeare - Direção: Marcos Vogel (1997) - Lenda do Céu / De Mário de Andrade - Direção: Gustavo Bartolozzi (2000) - As Grandes Lonas do Céu/ Texto e direção de Fernando Limoeiro (2008) - O Monstro do Lixo - Direção e Dramaturgia Guilherme Théo (2014) - Sísifos - Direção Claudia Henrique / Dramaturgia Guilherme Théo e Gustavo Bartolozzi (2017) Como Arte Educadora/ Diretora de Teatro: -Educadora social/Oficina de teatro - Centro Comunitário Metodista - (1992 a 2004) -Oficinas de Teatro/Projeto Trilhas da Cultura: Sabará, Contagem, Vespasiano, João Monlevade, Nova Era, Governador Valadares e Barra do Jucu(E.S.) (2004 e 2005) - Oficina de Teatro para crianças e adolescentes: Fundação Metodista(2007) - Oficina de teatro e direção cênica: Um Canto pra Algum Lugar/Sabará(2008) - Oficina de Teatro/Programa PET Ribeirão das Neves (2008) - Oficina de Teatro para crianças, adolescentes e adultos/ Espaço Cultural Casa de Candongas(2010, 2011 e 2012) - Coordenação Pedagógica do Espaço Cultural Casa de Candongas Outros profissionais envolvidos: Antônio Leite Rodrigues (Ator Convidado - “O Monstro do Lixo”, “Mitos – O Folclore do Mestre André” e “Sísifos”) Paulo Nunes Flores (Diretor Nova Montagem) Juliana Ribas de Aguiar (Produtora Executiva - Companhia Candongas) Cleverson Eduardo Rodrigues (Coordenador de Técnica de Iluminação e Sonorização) Thaíssa Gonçalves de Oliveira (Produtora Executiva – Casa de Candongas) Rubens Rangel Silva (Assessoria em Teoria dos Jogos e aplicabilidade na Cena) Fernando Muzzi (Criação de Trilha Sonora Novo Espetáculo e Oficineiro de Violão) Marcelo Moreira Xavier (Cenógrafo – Nova Montagem) Érika Pessôa (Assessoria de Comunicação) Maria Amália Morais (Babaya Morais) (Preparação Vocal) Marcos Miranda (Preparação Corporal) Ueslei Gomes (Oficineiro – Ballet) Carlos Felipe Pintangui (Oficineiro de Pandeiro) Marília Cristina Abreu de Souza (Oficineira de Teatro Infantil) Antônia Claret dos Santos (Atriz na nova montagem) Wesley Simões (Ator na nova montagem) Rodolfo Goulart (Ator na nova montagem) Romulo Avelar (Consultor de Produção e Planejamento Estratégico) Anderson Feliciano (Núcleo de Dramaturgia) Harley Silva (Consultor História da Economia)
DILIGÊNCIA NA ANÁLISE PREDITIVA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.