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Realizar a montagem e circulação do espetáculo conceito para crianças de 3 a 6 anos "A Minha Cidade _ um espetáculo pela liberdade de brincar" por cidades brasileiras. Como ação educativa o Diretor Mário de Ballentti realizará palestra sobre "A linguagem teatral na primeira infância e a liberdade de brincar". O uso de LIBRAS será utilizado na expressão corporal dos atores, tanto como por intérprete específico nas palestras e paneis apresentados. O projeto prevê apresentação para público com necessidades especiais e a edição do Catalogo/Revista " A minha Cidade " contendo a ficha técnica do espetáculo ,fotos e artigos relacionados ao tema escritos por especialistas. O proponente realizará como contra-partida social ao projeto um painel " A Minha Cidade no ponto de vista da Gestão Cultural e Produção Artística do Espetáculo", o evento será realizado em espaço público fora do âmbito das apresentações
Produto Principal - Espetáculo de Artes Cênicas: A Minha Cidade - Um espetáculo pelo direito de brincar A etapa mais poética da infância inicia-se em torno de 1 a 2 anos, não que as crianças sejam poetas, mas porque compreendem o mundo ao seu redor pela ótica do faz-de-conta. O brincar é uma característica importante na infância pois através desta atividade a criança elabora sua compreensão do mundo e de si mesma desenvolvendo capacidades de interpretação e ressignificação da realidade. A Minha Cidade é um espetáculo teatral feito com bonecos, objetos e brinquedos diversos destinado a crianças de 3 a 6 anos de idade. A peça foi inspirada na relação lúdica do brincar com blocos de madeira. As narrativas observadas durante as brincadeiras serviram de elementos para criação das histórias expressas nas cenas pelos atores. Concebido como uma instalação, o material da cenografia utilizará piso vinílico cor de telha no piso do palco e reproduzirá os 320 blocos com formatos geométricos diferentes em tamanho avantajado para que possibilite sua utilização pelos atores e público infantil envolvido. Os blocos serão de espuma forrados de tecido impermeável e texturizado com tinta de tecido, proporcionando o fácil manuseio pelas crianças e dentro de normas específicas recomendadas pela saúde e meio ambiente. De forma inovadora e como fator de inclusão social, serão usadas pelos atores uma expressão corporal com base em LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais, permitindo entendimento direto por parte do público com deficiência auditiva, sejam crianças ou acompanhantes. Um espetáculo teatral comprometido com o prazer das descobertas e a liberdade de expressão do universo infantil. Como divulgação do espetáculo e sua linguagem será sorteado estojo avançado do brinquedo educativo A Minha Cidade a escolas de Educação Infantil (02 por cidade) da Rede Pública durante a turnê; Serão 12 apresentações com entrada franca, 4 para público com necessidades especiais, censura livre e foco em crianças de 03 a 06 anos de idade, seus pais e cuidadores. Produto - Catálogo/Revista: O Catálogo/Revista A Minha Cidade, contem a ficha técnica do espetáculo, fotos e artigos relacionados ao tema escrito por 10 especialistas da área com a curadoria e supervisão da Pedagoga com habilitação em Educação Infantil pela FURG, Mestre e Doutoranda em Educação pelo Programa de Pós Graduação da UFRGS na linha de pesquisas de estudos sobre Infâncias Queila Almeida Vasconcelos, ela é uma pesquisadora colaboradora do CLIC ( Grupo de Pesquisas de Linguagens Currículo e Cotidiano de Bebês e Crianças Pequenas/UFRGS;GEIN- Grupo de Estudos de Educação Infantil) Produto - Palestra A palestra "A Linguagem teatral na primeira infância e o direito de brincar" traduz a questão descoberta, experimentação e criação em uma ação específica para as crianças: o direito de brincar! A convivência com artefatos culturais como o teatro e sua participação efetiva, reflete sobre o processo de subjetivação das crianças pequenas e as possibilidades de sua relação com a arte e a cultura desde cedo. O uso de LIBRAS será utilizado na expressão corporal dos atores como por intérprete específico nas palestras apresentadas; Será disponibilizada no website da Cia Caixa do Elefante - Teatro de Bonecos a Revista "A Minha Cidade" e "in loco" para os participantes da palestra, como forma de divulgação. Produto- Contrapartida social O proponente realizará, como ação formativa cultural, um Painel com representantes da equipe principal do projeto, intitulado:" A Minha cidade, no Ponto de Vista da Gestão Cultural do Projeto e da Produção Artística do Espetáculo".No evento, Mario de Balenti, fundador da Cia Caixa do Elefante e diretor do espetáculo; Marco Araújo,produtor executivo e Maria Aparecida Herok, diretora de produção, irão abordar o processo do planejamento, pre-produção, produção e circulação no ponto de vista da Gestão Cultural do Projeto e da Produção Artítisca do Espetáculo. O evento terá tradução em Libras. Impacto Ambiental: A definição dos teatros e locais de palestras e oficinas levarão em conta o impacto ambiental, dando preferência a locais com coleta seletiva de lixo, parceria com cooperativa locais para reciclagem e energia solar (quando possível). O espetáculo conta com ambientação para acolhida da plateia. Estes materiais serão reutilizados a cada sessão e por toda a circulação, diminuído os resíduos descartáveis gerados pelo próprio espetáculo.
Objetivo Geral: Realizar montagem e circulação nacional do espetáculo "A Minha Cidade _ Um espetáculo pela liberdade de brincar" da Cia Caixa do Elefante. Serão realizados 12 espetáculos com entrada franca, sendo 4 com acessibilidade, com o objetivo de difundir a arte através da circulação de um espetáculo de qualidade voltado à primeira infância. Será editada Revista pedagógica/catálogo A Minha Cidade.Serão realizadas pelo Diretor da Cia.Caixa do Elefante como ação educativa do projeto 4 palestras para estudantes,professores,pais e cuidadores "A Linguagem teatral na primeira infãncia e o direito de brincar." Como contrapartida social serão realizados pelo proponente 4 paineis " A Minha Cidade no ponto de vista da Gestão Cultural e Produção Artística do Espetáculo." Objetivos Específicos: Realizar circulação teatral por 04 cidades brasileiras; Realizar 12 apresentações do espetáculo "A Minha Cidade- Um espetáculo pela liberdade de brincar" sendo 04 com acessibilidade; Realizar 04 palestras com o Diretor da Cia. do Elefante com tradução em LIBRAS; Publicar e distribuir 1.000 catálogos/ revistas A Minha Cidade (que também estará disponível no website da Caixa do Elefante); Realizar 4 eventos do proponente,ação formativa/contrapartida social, sendo um painel com membros da equipe principal em uma instituição pública de ensino,intitulado " A Minha cidade, no Ponto de Vista da Gestão Cultural do Projeto e da Produção Artística do Espetáculo. " Contemplar um público de 1.800 pessoas com entrada franca nos espetáculos; Contemplar um público de 1000 nas palestras; Contemplar um público 480 pessoas nos eventos do proponente;
O projeto "A Minha Cidade _ Um espetáculo pela liberdade de brincar" se enquadra na Lei Federal 8313/91 tendo em vista os seguintes critérios: I - contribuir para facilitar a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais: a partir de apresentações gratuitas teatrais, ações educativas, contrapartidas sociais. LIBRAS incorporada a partitura corporal dos atores, não como mera tradução do texto falado, mas sim como potente recurso de linguagem teatral e palestras com o Diretor da Cia. Caixa do Elefante,Paineis com a equipe principal - como evento do Proponente/Contrapartidas Sociais,também, com tradução em LIBRAS. III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores: a partir da difusão de uma obra cultural criada no Estado do RS para outros estados brasileiros com amplo acesso. IX - priorizar o produto cultural originário do País: a partir de um projeto cultural centrado em criadores e criativos brasileiros apresentando-o para outras plateias do território nacional. Dito isto, este projeto atingirá as seguintes metas da Lei Federal 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante realização de montagem e doze apresentações de artes cênicas por quatro cidades brasileiras; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a distribuição gratuita de ingressos para todos os espetáculos teatrais, bem como para as palestras e paineis. Ambos terão instrumento de acessibilidade: tradução em LIBRAS. Também, por meio da divulgação das pesquisas no campo da pedagogia e da criação de espetáculos para a primeira infância (conteúdo das palestras) que terá acesso gratuito e disponibilização do catálogo/ revista A Minha Cidade "in loco" e pela internet. A Lei de incentivo à cultura é fundamental para a realização desse projeto. Outras informações relevantes: Atentos aos novos desafios no que diz respeito à produção cultural para a primeira infância e no momento que CUCO _ A Linguagem dos Bebês no Teatro chega a expressivos 8 anos de apresentações no Brasil, a Companhia Caixa do Elefante dá continuidade a proposta estabelecida e apresenta "A MINHA CIDADE _ Um espetáculo pela liberdade de brincar". A partir da criação de um ambiente propício a vivência de uma experiência estética, o espetáculo pretende atingir um público de 3 a 6 anos de idade tendo como conceito a experimentação espontânea da plateia, através do estímulo dos sentidos propostos pela música, objetos e situações apresentadas e conduzidas em cena pelos atores brincantes. Tendo o "brincar" como fator preponderante para o desenvolvimento cognitivo, o espetáculo se desenvolve sob a perspectiva da pediatra húngara Emmi Pikler* _ referência mundial na Educação Infantil. Nesse interim, pretende o diálogo entre as instâncias do universo infantil, sem estabelecer fronteiras entre a fantasia e a realidade, entre o possível e o ficcional. O acolhimento das crianças, como de seus acompanhantes (pais, cuidadores,familiares, educadores) será realizado por integrantes da produção nos espaços de apresentação, locais preparados e com a infraestrutura necessária para seu recebimento e acomodação. A Minha Cidade _ Um espetáculo pela liberdade de brincar tem roteiro, direção de Mário de Balentti e a cenografia é assinada por Rafael Silva. A supervisão pedagógica é de Queila Almeida Vasconcelos e os figurinos e objetos cênicos são responsabilidade de Margarida Rache. A trilha sonora será de Beto Chedid e Marco Araujo e a criação de luz e fotografia ficará por conta de Fabrício Simões. O elenco terá a participação dos atores circenses Gabriel Martins e Eduardo D’Ávila e contará com a supervisão em LIBRAS de Lucas Freitas Bourscheid. A direção de produção do projeto será de Cida Herok e a realização e produção de espetáculo será assinada pela Caixa do Elefante. Nos últimos 35 anos, a Companhia Caixa do Elefante Teatro de Bonecos vem dedicando-se a produção de espetáculos para crianças e adultos, sempre primando pela qualidade do texto, pela excelência na estética produzida e pela sofisticação das trilhas sonoras. Fruto disso, a Cia coleciona importantes prêmios no cenário gaúcho e brasileiro, dentre eles, as cinco premiações no Troféu Tibicuera - Teatro Infantil (melhor espetáculo, melhor produção, melhor atriz, melhor iluminação, melhor figurino) com o espetáculo "Os Encantadores de História" (2004), quatro prêmios com o espetáculo "O Cavaleiro da mão de fogo (2003) (melhor espetáculo, melhor trilha sonora, melhor iluminação e melhor produção) e também, no Prêmio Associação Gaúcha dos Escritores (2005), com melhor livro do ano. Três prêmios Açorianos (espetáculo, trilha e dramaturgia) para "A Tecelã" (2011) e os quatro prêmios Tibicuera (direção, espetáculo, cenografia e produção) para "Cuco - a linguagem dos bebês no teatro" (2015), conforme citado anteriormente. Se para a primeira infância esta experiência pode representar uma forma de conhecer o mundo, para a Cia Caixa do Elefante, configura-se como um meio de se aproximar dessa linguagem, de reconhecer as suas ações e a formas singulares que utilizam para participar e usar a cultura da qual fazem parte. *Emmi Pikler _ Pediatra e Educadora Infantil: nasceu em 9 de janeiro de 1902 em Viena e morreu em 6 de junho de 1984 em Budapeste. Formada em Medicina em Viena (1927), seu treinamento em pediatria foi no Hospital Infantil da Universidade de Viena por Clemens von Pirquet, ainda, estudou cirurgia pediátrica sob Hans Salzer. Com cidadania húngara, qualificou-se em Pediatria na Hungria (1935), publicou seu primeiro livro em 1940 introduzindo novas teorias para a educação infantil a partir de experiências que colocou em prática no orfanato que administrava.
Links: Website da Cia Caixa do Elefante: http://www.caixadoelefante.com.br/ Evento do Proponente: Ação formativa cultural será um Painel com representantes da equipe principal intitulado: "A Minha Cidade, no ponto de vista da gestão cultural do projeto e produção do espetáculo".No evento, Mario de Balenti, fundador da Cia Caixa do Elefante e diretor do espetáculo; Marco Araújo,produtor executivo e Maria Aparecida Herok, diretora de produção, irão abordar o processo do planejamento, pre-produção, produção e circulação no ponto de vista da Gestão Cultural do Projeto e da Produção Artítisca do Espetáculo. O evento terá tradução em Libras. Público Alvo: Estudantes e professores de instituições públicas de ensino da àrea de gestão cultural, artes cênicas e economia da cultura,e interessados . Duração: 60 minutos
Espetáculo de Artes Cênicas: Ambientação: Espaço amplo em formato retangular, com almofadas distribuídas em formato de arena. Ao fundo uma grande parede feita de blocos empilhados disposta na frente de uma cortina. Cena 1 – O QUE SERÁ QUE ESTARÁ ESCONDIDO ALI EMBAIXO? O Público entra na sala de espetáculo e encontra no centro da área de atuação uma grande parede de blocos coberta por um tecido. Entra em cena dois personagens (cidadãos da cidade), eles atravessam a cena dirigindo um veículo imaginário que muda a todo instante, ora é um carro, ora é um ônibus, ora é um avião. Apresentam ao público o enorme paredão de blocos que está escondido no fundo do palco. Em determinado momento os personagens desvendam a montanha de blocos, tudo isto conduzido pela música e expressão corporal dos atores. Cena 2 – O QUE FAZEMOS COM TANTAS PEÇAS DIFERENTES? Os dois personagens exploram os formatos diversos dos blocos, brincam com as infinitas combinações que os blocos geométricos podem compor. Cena 3 – A ORIGEM DA CIDADE. Diante de tantas peças, os personagens iniciam a construção de ambientes urbanos. Trazem para cena caixas contendo muitos brinquedos para interagir com as casas e edificações distribuídas pelo espaço cênico. Cena 4 – QUEM VIVE NESTA CIDADE? Em cada edificação os atores manipuladores vão dando vida aos seus habitantes. Surgem diversos tipos de bonecos e brinquedos para representarem os habitantes da cidade. Cena 5 – O QUE OS HABITANTES FAZEM NA CIDADE? Cenas urbanas vão sendo representadas com bonecos e brinquedos diversos. A praça, a feira livre, o incêndio, os bombeiros, o hospital, a escola, o circo, o desfile de carnaval. Cena 6 – VAMOS TODOS A BRINCAR DE CIDADE? Os dois personagens convidam pais e crianças a brincar com os blocos, objetos e brinquedos. O espaço cênico está liberado para que as crianças e seus acompanhantes possam vivenciar a construção coletiva de suas cidades. Essa nova produção teatral da Caixa do Elefante abre espaço para reflexão sobre a importância do brincar, livre e sem condicionantes. Espaço e objetos dispostos as crianças como uma tela em branco para o exercício prazeroso da imaginação. Ferramenta que consideramos fundamental oferecer as crianças desde cedo para incentivar a vontade de caminhar em direção ao conhecimento. Aprender a navegar aos ventos da curiosidade para conquistar o prazer que vem das descobertas. Como material pedagógico vamos oferecer a revista A MINHA CIDADE disponibilizada na internet através do site da Cia. Inclusa nos links e “in loco” para os participantes das palestras. REVISTA A MINHA CIDADE: Capa: 29x46,1cm, 4x4 cores, Tinta Escala em Couchê Brilho 210g. Processo CTP Incluso. Miolo: 12 págs., 23x29cm, 4 cores, Tinta Escala em Couchê Brilho 90g. Processo CTP Incluso. Prova Digital Epson (Capa), Vinco (Capa), Prolan Brilho, Nº lados 1(Capa), dobra, grampo. Será sorteado o estojo avançado do brinquedo educativo A Minha Cidade a escolas de Educação Infantil da Rede Pública (02 por cidade) durante a turnê do espetáculo; BRINQUEDO EDUCATIVO A MINHA CIDADE: O brinquedo será fornecido em uma caixa de madeira tamanho 680mm x 520mm x 208mm com rótulo de 480mm x 640mm (nome do brinquedo e referência ao patrocinador) contendo 116 peças em madeira subdivididas em 16 retângulos grandes; 16 retângulos pequenos; 08 cubos; 08 pontes; 04 cilindros grandes; 08 cilindros médios; 08 cilindros pequenos; 08 semicírculos; 16 triângulos grandes; 24 triângulos pequenos. FAIXA ETÁRIA: crianças pequenas de 3 a 6 anos TÉCNICA: teatro de objetos e formas animadas. DURAÇÃO: 45 min. CARACTERÍSTICAS e AMBIENTAÇÃO: ESPAÇOS NECESSÁRIOS: ÁREA PARA ESTACIONAMENTO DE CARRINHOS, BAGAGENS E CALÇADOS: 3m x 5m; FRALDÁRIO: banheiro próximo ao local para trocador, com 1m x 0,80m; ESPAÇO DE ACOLHIMENTO: Sala ao lado da área de atuação, com 6m x 6m; ESPAÇO NECESSÁRIO PARA ATUAÇÃO E ACOLHIMENTO DO PÚBLICO: Salão ou palco, com 10m de largura x 10m de profundidade, podendo reduzir para 10m x 5m. TEMPO DE MONTAGEM: 6 a 8 h TEMPO DE DESMONTAGEM: 2 h PESO DO MATERIAL: 110kg PALESTRA: "A Linguagem teatral na primeira infância e a importância de brincar" Palestrante: Mário de Balentti - Fundador da Companhia Caixa do Elefante Teatro de Bonecos. Participou de espetáculos da Cia. Etceteratral (RS), sob a direção de Nestor Monastério, recebendo diversos prêmios. Atuou como manipulador em programas de televisão, entre eles: Pandorga (TVE/RS), A Turma do Arrepio (Rede SBT/MANCHETE), TV Colosso (Rede Globo) e programas educativos da TV FUTURA. Manipulando o boneco Abelardo, apresentou-se em diversos festivais internacionais na Europa, América do Norte e América Latina. Também está atuando como ator, representando o mestre de cerimônias SR. Bugiganga no FITO - Festival Internacional de Teatro de Objetos, apresentando-se em diversas capitais do país. Dirigiu o Teatro de Marionetes, A Arca de Noel e atuou no último ano como diretor residente da Fantástica Fábrica de Natal, todos no Natal Luz em Gramado. Cria em 2012 o espetáculo Cuco, premiada montagem para público infantil de 0 a 3 anos. Em 2016 dirige e atua no espetáculo de teatro de luvas Bom pra Cachorro. Duração: 120 min. Lotação: até 250 pessoas (por cidade).
Espetáculo de Artes Cênicas Acessibilidade Física: Rampa, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos, idosos e etc. Acessibilidade para Deficientes Visuais: Não se aplica, mas crianças com deficiências visuais leves poderão participar com seus pais ou cuidadores. Acessibilidade para Deficientes Auditivos: A linguagem de libras será incorporada a partitura corporal dos atores, não como mera tradução do texto falado mas sim como potente recurso teatral. O espetáculo terá 4 sessoes acessíveis. Palestra Acessibilidade Física: Será realizada em sala com Acessibilidade universal. Acessibilidade para Deficientes Visuais: Serão convidados para ouvirem a palestra e a palestra será disponibilizada em BRAILE. Acessibilidade para Deficientes Auditivos: Teremos tradução em LIBRAS nas palestras. Catalogo/ Revista Acessibilidade Física: Não se aplica.Serão distribuidas revistas físicas e postadas nas plataformas digitais. Acessibilidade para Deficientes Visuais: Quanto ao catalogo/revista será disponibilizado em formato pdf para que tenha livre acesso nas plataformas online. ISSUU, Facebook e site da Cia Caixa do Elefante. Como medida de acessibilidade o catalogo será disponibilizado online em pdf através do recurso Voice Over. Acessibilidade para Deficientes Auditivos: Não se aplica, serão distribuidos tanto a revista física para leitura, ou nas plataformas digitais. Contrapartida social Acessibilidade Física: Será realizado em sala com Acessibilidade universal. Acessibilidade para Deficientes Visuais: Serão convidados para ouvirem a palestra. Acessibilidade para Deficientes Auditivos: Teremos tradução em LIBRAS no evento.
Além da Contrapartida social prevista nesta proposta, o projeto irá oferecer como forma de democratização de acesso, a palestra com o diretor da Cia. Caixa do Elefante, a distribuição do catálogo/revista e sua disponibilização para download na web e o espetáculo A Minha Cidade, todos com entrada gratuita e com registros audiovisuais disponibilizados na internet. Elencamos abaixo os produtos oferecidos no projeto e seus respectivos atendimentos ao artigo 21 da normativa 02/2019: Produto: Espetáculo de Artes Cênicas Segundo a Normativa 02/2019, Art. 21, o produto atende: I- Além do previsto na línea "a" do Art. 20: "I - estimativa da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites:a) mínimo de 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativoou formação artística". VI- Permitir a captação de imagens dos espetáculos, ou autorizar sua veiculação por redes de televisão públicas e outras mídias. VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; Produto: Palestra com diretor da Cia. Caixa do Elefante Segundo a Normativa 02/2019, Art.21, o produto atende: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades deensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; Produto: Catálago/ Revista Segundo a Normativa 02/2019, Art.21, o produto atende: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtosresultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais deacesso franqueado ao público, devidamente identicados; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades deensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22;
Gestão do Projeto: Cia Caixa do Elefante Centro Cultural de Projetos e Pesquisas, Será responsável pela gestão geral e pelo processo decisório do projeto, será agenciadora dos cachês das apresentações dos espetáculos e palestras.Os recursos recebidos serão distribuídos aos atores, técnicos, direção cênica, adereços e despesas administrativas e de manutenção do espetáculo “A MINHA CIDADE – Um espetáculo pela liberdade de brincar”.Este é um projeto com direitos autoriais da Cia do Elefante, os mesmos não serão cobrados em função da viabilização deste projeto. Direção Artística : Mario Hernandes Balenti Fundador da Companhia Caixa do Elefante Teatro de Bonecos. Participou de espetáculos da Cia. Etceteratral (RS), sob a direção de Nestor Monastério, recebendo diversos prêmios. Atuou como manipulador em programas de televisão, entre eles: Pandorga (TVE/RS), A Turma do Arrepio (Rede SBT/MANCHETE), TV Colosso (Rede Globo) e programas educativos da TV FUTURA. Manipulando o boneco Abelardo, apresentou-se em diversos festivais internacionais na Europa, América do Norte e América Latina. Também está atuando como ator, representando o mestre de cerimônias SR. Bugiganga no FITO - Festival Internacional de Teatro de Objetos, apresentando-se em diversas capitais do país. Dirigiu o Teatro de Marionetes, A Arca de Noel e atuou no último ano como diretor residente da Fantástica Fábrica de Natal, todos no Natal Luz em Gramado. Cria em 2012 o espetáculo Cuco, premiada montagem para público infantil de 0 a 3 anos. Em 2016 dirige e atua no espetáculo de teatro de luvas Bom pra Cachorro. Direção de Produção: Maria Aparecida Herok /Cida Cultural EIRELI _ME Maria Aparecida Herok ‐ é produtora e adiministradora da Cida Cultural. Formada em Pedagogia pela Unisinos, realizou as pós‐graduações em Administração e Organização Educacional/UNISINOS, Economia da Cultura/UFRGS e MBA em Gestão de Pessoas pela Fundação Getúlio Vargas. Há 32 anos atua na área cultural como produtora, curadora e gestora de Projetos Culturais. Idealizadora e realizadora de diversos projetos socioculturais para instituições públicas e privadas do RS através de Leis de Incentivo à Cultura. Presta serviços de direção de produção, planejamento e gestão cultural para artistas, associações, fundações, governos e empresas. Produção Executiva: Pandorga Produtora Cultural/ Marco Afonso Ginar de Araujo Marco Araujo é cantor, compositor e pedagogo. Natural da cidade de Rio Grande/RS, traz em sua trajetória 150 canções gravadas e 80 premiações nos festivais do sul do Brasil. Destacam-se dessas premiações a Linha Livre da Califórnia da Canção Gaúcha de Uruguaiana (2005), o 1º Lugar no 10º Canto da Lagoa de Encantado (2004) e a premiação de Melhor Música do Clube Caiubi de Compositores em São Paulo (2011/2012). Em 2010 foi agraciado pela Assembleia Legislativa do RS com o Troféu Vitor Mateus Teixeira de Melhor Cantor Gaúcho, reconhecimento por seu trabalho de recuperação da música e cultura litorânea do RS, sua participação no Festival de Cosquim na Argentina (2006) e o CD Mar de Dentro, lançado em 2008 com sucesso de público e crítica.Como poeta e escritor, participou das coletâneas Giribanda (1984), Poemas à Flor da Pele (várias), Doido Eu (2012) - Coletânea de Crônicas. Em 2007, vence o 2º Prêmio Lila Ripoll de Poesia da Assembleia Legislativa do RS. No teatro trabalhou com os diretores Gatto Larsen, Vaniá Brow e Mário de Ballentti. Fez música tema para o espetáculo de dança Para Não Dançar de Rubens Barbott e música tema para o filme Onde o Mar Beija a Lagoa de Thiago Picolli.Como produtor e diretor artístico atuou em muitos projetos, destacando-se sua participação no Governo do Estado do RS como Coordenador de Projetos do Instituto Gaúcho de Tradição e Folclore onde realizou inúmeros trabalhos, como a organização do Museu de Música Regional e três edições da parte artística da EXPOINTER. Atualmente trabalha na produção e direção do Documentário Território Quicumbi e dedica-se a seus dois próximos trabalhos, o CD Caminho D’Água e o espetáculo teatral Navegantes do Futuro. Entre suas últimas produções estão duas edições da Tafona da Canção Nativa de Osório e a produção e direção em parceria com Felipe Janiscek do Documentário Embaixada – No Ensaio de Pagamento de Promessa Quicumbi, gravado em 2019 na cidade de Tavares/RS. Coordenação e Execução Administrativa e Financeira: Manuel Dias / Lathu Sensu Administração Cultural Currículo breve: a empresa, sediada em Santa Maria, RS, atua em planejamento, elaboração, produção, gestão, consultoria e prestação de contas de projetos socioculturais. Vem trabalhando, desde sua fundação, em 1999, com a elaboração e gestão de projetos incentivados pelos sistemas estadual de incentivo à cultura, Pró-cultura RS e Sistema Federal – PRONAC, além de projetos financiados com recursos diretos de editais ou patrocinadores sem incentivo fiscal.Alguns projetos realizados: Restauração e implantação do Memorial Casa João Goulart e Museu Getúlio Vargas, em São Borja; Restauração da Casa de Gomes Jardim, em Guaíba para a Associação do Meio Ambiente - AMA; Restauração da Igreja Matriz de Farroupilha, para a Associação Cultural Monsenhor Thiago Bambardelli; Restauração da Igreja São Domingos de Torres; Restauração do Cemitério de Philippson, em Itaara para a Sociedade Beneficente Israelita de Santa Maria; elaboração do projeto cultural do Museu do Pão, em Illópolis, para o Grupo Nestlé; elaboração e produção dos projetos Centenário Erico Verissimo e Centenário Mario Quintana, para o Centro Cultural CEEE Erico Verissimo, em Porto Alegre; elaboração e produção do projeto Freud Para Todos, para a Associação Brasileira de Psicanálise; elaboração e produção do projeto Estações em Foco para a TRENSURB, em Porto Alegre; elaboração e produção do projeto As Artes de Vitório Gheno, para o artista; elaboração do projeto e edição do livro As Artes Plásticas no RS: uma Panorâmica, para o curador Paulo Gomes; Projeto O Sonho e a Ruína de Luiz Carlos Felizardo, selecionado pelo Edital Arte e Patrimônio do Petrobrás, Ministério da Cultura; Exposição Balonismo II de Danúbio Gonçalves, para o Centro Cultural CEEE Erico Verissimo. Projetos em fase de execução: Casa das Artes SEMEC II de Novo Hamburgo da Prefeitura Municipal de Novo Hamburgo; Restauração do patrimônio arquitetônico gaúcho – modelagem de projetos através das Leis de Incentivo à Cultura, projeto selecionado no edital FAC da LICRS. Projetos em fase de elaboração: Restauração da Casa de Cultura de Santa Maria, para a Prefeitura Municipal de Santa Maria; Restauração da Igreja da Comunidade Evangélica Luterana de Santa Maria, Criação e Implantação do Memorial do Cementerio Español, em Porto Alegre, para a Ângelus Assistência Funerária; Restauração da Casa de Borges de Medeiros, em Caçapava do Sul. Contador: Maurício Lemos Guedes - Confianza Gerenciamento Empresarial EIRELI Currículo breve: a empresa, sediada em Porto Alegre, RS, atua com consultoria administrativa, financeira e contábil. Apoio na gestão de empresas de pequeno e médio porte, empreendedores e startups, desde 2018 atua com empresas parceiras na gestão administrativo, financeira e contábil de projetos incentivados pelo sistema estadual de incentivo à cultura, Pró-cultura RS, Sistema Federal – PRONAC, além de projetos financiados com recursos diretos de editais ou patrocinadores sem incentivo fiscal.Alguns projetos realizados: 28ª Tafona da Canção Nativa de Osório - Prefeitura Municipal de Osório e Pandorga Produtora Cultural e Filme documentário Embaixada - No Ensaio de Pagamento de Promessa Quicumbi - Pandorga Produtora Cultural com produção e direção de Marco Araújo. Restauração do Museu do Carvão, Restauração do Castelo Simões Lopes, Restauração Antiga Intendência de São José do Norte, Parque Arqueológico de Pinhal da Serra, Restauração Catedral de São Francisco de Paula – Janela da Alma, Restauração Clube do Comercio de Pelotas/RS.
ARQUIVADO CONFORME SOLICITAÇÃO DO PROPONENTE.