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PRONAC 203590Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

RUAS COM MEMÓRIA

LETRAS EM CENA MARKETING E PRODUCOES CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 891,9 mil
Aprovado
R$ 891,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2020-12-21
Término
2023-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Inteiramente gratuito, a proposta fará intervenções teatrais, em ruas e prédios da cidade, recuperando a memória de figuras públicas e espaços identificados por placas do projeto Inventário Memória Paulistana, do DPH-SMC. Inicialmente, serão retomadas as trajetórias de Tebas, Pato N’Água e Mário de Andrade no Departamento de Cultura. Como ação formativa, o projeto prevê a realização de 3 palestras sobre os homenageados, para alunos e professores da rede pública de São Paulo. É um projeto de recuperação histórica e artística que pode contribuir para uma progressiva mudança de qualidade nas relações das pessoas com a cidade.

Sinopse

TEBAS: COM PEDRA E ÁGUA SE CONSTRÓI A LIBERDADE -Oswaldo Faustino É um espetáculo teatral/cortejo que será realizado semanalmente, às terças-feiras, 13h, em ruas do Centro Histórico. A peça se inicia no Largo da Misericórdia, onde havia o Chafariz da Misericórdia, construído por Tebas – Joaquim Pinto de Oliveira, encerrando-se no interior da Igreja das Chagas do Seráfico Pai São Francisco, no Largo São Francisco. A peça terá cerca de sessenta minutos. SINOPSE (provisória) CENA INICIAL (cerca de 5 minutos): Largo da Misericórdia, ao lado da placa: O mote é Cadê o Chafariz? O público é chamado a apanhar água no Chafariz da Misericórdia. Mas o chafariz não está mais lá. A sua presença em nossa imaginação é estimulada exatamente pela sua ausência. Tebas é chamado para reconstruir o Chafariz da Misericórdia, o que será feito por ele e quatro mulheres escravizadas, através de cantos, coreografia e cenografia. A ação é observada à distância por um policial. CENA 2 ( cerca de 10 minutos) : Largo da Misericórdia- Calçadão- Igreja de São Gonçalo. O Policial afirma não acreditar na capacidade de Tebas, que ignora a provocação e puxa um canto religioso católico, misturado com ritmos africanos. É formado um cortejo de atores e coro, que, cantando, andam em direção à Igreja de São Gonçalo. O Policial interrompe várias vezes o cortejo, questionando a veracidade das obras atribuídas a Tebas. O grupo escuta as provocações, mas não responde. Antes de entrar na igreja, o grupo responde: “Ninguém consegue escravizar um coração e uma mente que nasceram para voar. A criatividade de Tebas extrapolou sua origem e sua cor”. O grupo se compromete a contar essa história, mas antes irá pedir a proteção divina. CENA 3 (cerca de 7 minutos): Igreja de São Gonçalo. Tebas puxa uma reza pedindo a proteção dos santos e dos espíritos para contar essa história. Agradece a permissão, tornando-se o menino que vivia em Santos. Conta à sua mãe Clara o encontro que tivera com um marinheiro que lhe falou sobre Tebas. Sua mãe fala das rochas e das águas que ele gosta de observar. Duas coreutas executam a coreografia da Pedra e da Água. Bento e Antônia entram em cena para comunicar a mudança para São Paulo. Bento afirma que Joaquim está aprendendo muito bem o ofício de pedreiro e que isso será muito útil em São Paulo. Todos se animam com essa perspectiva e saem da Igreja de São Gonçalo, dirigindo-se à Igreja das Chagas, no Largo São Francisco. CENA 4 (cerca de 10 minutos): Caminho para o Largo São Francisco. O grupo canta a Canção de São Francisco, em ritmo africano. Antes de todos entrarem, as quatro escravizadas usam seus jarros de água para lavar as escadas da Igreja das Chagas. CENA 5 (cerca de 5 minutos): Corredor lateral e claustro. Bento transforma Joaquim em escravo de ganho e ele começa a executar seus primeiros trabalhos em pedra na cidade. O Policial cruza o seu caminho e, ao chamá-lo de escravo, não é atendido por Joaquim. O Policial o detém com violência. Joaquim, calmamente, lhe explica a diferença entre escravo e escravizado. Duas coreutas executam a coreografia da Pedra e da Água. Natária grita o nome de Tebas. O casal se encontra e agenda a data do casamento. Todos se dirigem para a nave da Igreja das Chagas, onde até 150 pessoas passarão a acompanhar a peça sentadas. CENA 6 (cerca de 5 minutos) Nave da igreja. Tebas e Natária se casam. No ponto oposto, há o velório de Bento. Antônia discute sua situação de dívidas com o Arcebispo Matheus Lourenço de Carvalho, que lhe cobra a construção da Torre da Igreja da Sé, serviço que já fora pago ao seu marido. Antônia se compromete a mandar Tebas terminar a obra. CENA 7 ( cerca de 7 minutos): Nave da igreja. Antônia se queixa da vida. Tebas entra e a viúva, despeitada, afirma que a vida dele está muito boa, que os padres não param de chamá-lo para trabalhar, etc. Tebas demonstra a alegria de poder trabalhar, mas reclama de que não está conseguindo juntar dinheiro para a sua alforria. Afirma que está tendo um excesso de trabalho, para que Antônia e seus filhos não ficassem desemparados em função das dívidas deixadas por Bento. Antônia esbraveja que esse trabalho não está sendo suficiente, pois os seus bens estão sendo leiloados para pagar os credores. O Arcebispo entra e informa que acabou de rematar Tebas nesse leilão. De agora em diante, ele trabalharia para concluir as obras da Sé e em outros serviços que lhe permitissem comprar a sua alforria. Tebas se alegra e Antônia chora. Duas coreutas executam a coreografia da Pedra e da Água. CENA 8 (cerca de 5 minutos): Nave e Coro da igreja. O Arcebispo, Antônia e Tebas discutem diante de um Juiz. Antônia havia entrado com uma ação indenizatória contra Tebas. Porém, o Arcebispo fez Tebas contratar um procurador que conseguiu inverter a ação: Antônia é que deveria pagar por serviços indevidamente prestados. Tebas ganha ação e Antônia xinga o Brasil, falando que nada presta nesta terra e decide voltar a Portugal. CENA 9 (cerca de 5 minutos): Nave da igreja. Tebas consegue comprar a sua Carta de Alforria. Felizes, o Arcebispo e Natária narram tudo o que Tebas havia construído, conquistado e se tornado reconhecido por todos como especial. Afirmam que o povo de São Paulo elogia alguém dizendo : Você é um Tebas! O Policial discorda e ironiza os elogios. Tebas repete os trechos bíblicos que dizem ser inútil falar aos surdos ou dar pérolas aos porcos. Tebas faz a sua fala final: reconhece estar feliz por ter conquistado a sua liberdade, mas que essa felicidade só poderá ser completa quando todos estiverem livres. Duas coreutas executam a coreografia da Pedra e da Água. Tebas afirma que a felicidade completa depende da união da Pedra com a Água, para a construção de um mundo fraterno, igualitário e livre. E, para chegar a este mundo, todos seremos Tebas, insistentes e resistentes, até a afirmação solidária dos homens na Terra.Uma pessoa do elenco começa cantar à capela a música sobre Tebas, PRAÇA DA SÉ , de Geraldo Filme. O elenco entra no canto e puxa o público para a frente da Igreja. CENA FINAL: Frente da Igreja. Todos cantam, recebendo uma camélia ( símbolo do movimento abolicionista). PATO N’ÁGUA: O MESTRE DO APITO- Paulo Jordão É espetáculo teatral cortejo, com cerca de 60 minutos de duração, a ser realizado aos domingos, às 14:30h, da Feirinha da Praça Dom Orione, até a sede da UESP, na Rui Barbosa, onde está a placa em homenagem a Walter Gomes de Oliveira, o Pato N’Água, um dos maiores diretores de bateria da história do samba paulista, chefe da torcida organizada do Corinthians e um dos fundadores do cordão carnavalesco Vai-Vai. No final dos anos 60, ele apareceu morto, boiando em uma lagoa em Suzano. Assim como tantas outras, sua morte nunca foi investigada ou explicada. 1.CONCENTRAÇÃO: PRAÇA DOM ORIONE (cerca de 15 minutos): nas escadarias, um grupo canta a estrofe do samba da Mangueira de 2019 ( Brasil, meu nego deixa eu te contar/a história que a história não conta/o avesso do mesmo lugar/ na luta é que a gente se encontra). Do centro da praça, Pato N’Água grita que gostaria de ter sido o mestre de bateria desse samba, em seguida congela. O grupo canta a segunda estrofe (Brasil, meu dengo, a Mangueira chegou/ com versos que o livro apagou/ desde 1500, tem mais invasão do que descobrimento. Tem sangue retinto pisado...) Este último verso é repetido pelo atores. Em seguida apresentam Pato N’Água e convidam o público a conhecer a sua história. Pato N’Água descongela e puxa com o grupo sambas das escolas paulistas dos anos 50 e 60. Levando o público, o grupo começa a se deslocar pela rua Treze de Maio. (continua no item seguinte)

Objetivos

Objetivos Gerais: Recuperar histórica e artisticamente espaços e figuras públicas, visando à criação de vínculos intelectuais e emocionais com a cidade de São Paulo. Homenagear brasileiros ou estrangeiros já falecidos, que encontraram em São Paulo condições objetivas para o seu desenvolvimento pessoal e profissional, tendo criado uma obra, material ou imaterial, que continue sendo, de alguma maneira, referência para os habitantes ou comunidades profissionais ou temáticas da cidade. Gerar formas de trabalho artístico que possam se tornar permanentes, por serem ações culturais passíveis de integrar o calendário turístico da cidade. Objetivos Específicos: Realizar a pesquisa e a criação dos textos dramáticos sobre Tebas, Pato N’Água e Mário de Andrade à frente do Departamento de Cultura. Realizar a criação de trilhas e de músicas originais que serão executadas nas peças. Levantar e agendar escolas públicas e organizações sociais que recebam antecipadamente ingressos para assistirem às peças. Complementar a equipe de criação da peça: diretores, assistentes de direção, elenco, cenógrafos e figurinistas, iluminadores, criadores musicais, técnicos e preparadores vocal e corporal. Formar 3 coros de 5 artistas amadores e profissionais, totalizando 15 pessoas que dançarão, farão pequenos papéis e executarão músicas nas três peças. Tendo como critérios principais a disponibilidade e o talento artístico, a seleção deverá privilegiar moradores de bairros populares, valendo-se, principalmente, da nossa parceria com a UESP, entidade que representa as escolas de samba das regiões mais periféricas de São Paulo. Realizar os ensaios e a produção das três peças. Realizar 12 sessões de cada peça. Realizar três palestras com o dramaturgo e a curadora, sobre cada um dos homenageados, em CEUs ou Casas de Cultura da periferia de São Paulo. Avaliar e buscar condições objetivas para a continuidade das apresentações destas três peças, bem como a realização de novas intervenções teatrais vinculadas às placas identificativas do DPH , em outras regiões da cidade de São Paulo.

Justificativa

De acordo com as finalidades do PRONAC, expressas no seu Artigo 1º, RUAS COM MEMÓRIA atende aos incisos I, II, IV e VI. De acordo os objetivos expressos no Artigo 3º, RUAS COM MEMÓRIA atende ao inciso II/alínea c e ao inciso IV/alínea a. Isto porque RUAS COM MEMÓRIA é um projeto que promove o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, na medida em que gratuitamente apresentará a trajetória de artistas cuja obra se inscreve com destaque na cultura brasileira; valoriza recursos humanos e conteúdos locais, pois gerará postos de trabalho para artistas brasileiros; apoia, valoriza e difunde o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores, pois enfocará artistas que se destacaram na arquitetura, na música popular, na literatura e na gestão cultural; protege as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional, pois retomará formas de expressão artísticas prioritariamente introduzidas e mantidas pela etnia africana no Brasil; fomenta a produção artística e cultural mediante a realização de três espetáculos de artes cênicas e estimula o conhecimento dos bens e valores culturais mediante a distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. RUAS COM MEMÓRIA é um projeto que fomenta a produção cultural e artística, mediante a realização de três espetáculos de artes cênicas, cuja temática está associada à preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, pois têm como ponto de partida placas indicativas de espaços públicos que pertencem ao inventário de bens culturais móveis e imóveis, formadores da memória paulistana. O projeto também estimula o conhecimento dos bens e valores culturais, mediante a distribuição gratuita e pública dos ingressos para os espetáculos, as três palestras sobre os homenageados e os catálogos informativos sobre as peças. RUAS COM MEMÓRIA é um projeto de recuperação histórica e artística que pode contribuir para uma progressiva mudança de qualidade nas relações das pessoas com a cidade de São Paulo. Na nossa cidade, tudo muda tão depressa, que as referências se perdem, as afetividades desaparecem e a memória se esfumaça. É como se vivêssemos passando por espaços que não nos dizem mais nada. A maioria das pessoas corre para sair do espaço público, com o qual não se identifica, para atingir um espaço privado onde possa experimentar algum tipo de reconhecimento. Ao vincular de forma continuada uma intervenção artística a um espaço público, RUAS COM MEMÓRIA tenta contribuir para a alteração dessa relação impessoal com a cidade. O projeto consiste em uma intervenção teatral feita por artistas, tendo como tema principal a relação entre uma figura pública já falecida e um determinado espaço na cidade de São Paulo, que tenha recebido uma identificação permanente feita pelas placas do projeto Inventário da Memória Paulistana, do Departamento do Patrimônio Histórico-DPH, da Secretaria Municipal de Cultura. A encenação deverá incorporar um coro de artistas amadores ou profissionais, que possam atuar em pequenos papéis, cantar , dançar ou tocar instrumentos musicais. A peça será feita semanalmente, em dia e horário fixos, estabelecendo um hábito cultural, integrante da programação turística da cidade. Além do estímulo à economia criativa, a proposta busca adicionar história e afetividade aos espaços paulistanos. A ideia não é nova. Em várias cidades europeias, imóveis históricos estão identificados por placas ou sinalizações, além de, geralmente, abrigarem centros de documentação e atividades culturais. Porém, nem sempre a sinalização está vinculada a uma manifestação teatral, repetida em dia e horário fixos, criando uma programação cultural permanente a ser vivenciada racional e emocionalmente pelo público. RUAS COM MEMÓRIA é um projeto que deve se iniciar com estas três peças, prosseguindo para outras regiões da cidade, que tenham placas indicativas e que possam pluralizar o projeto em termos geográficos, históricos e expressivos. Optamos por iniciar com Tebas, Pato N’Água e Mário de Andrade pela importância das suas trajetórias e pela conexão que elas têm com o nosso presente histórico. A figura de Tebas vem sendo retomada há alguns anos: em 1974, Geraldo Filme o exaltou no samba PRAÇA DA SÉ, do Paulistano da Glória; em 2008, foi realizada a SEMANA THEBAS, na Casa de Cultura Cidade Tiradentes; em 2019, foi lançado o livro TEBAS: UM NEGRO-ARQUITETO NA SÃO PAULO ESCRAVOCRATA, de Abílio Ferreira. Cremos ser muito importante que o conhecimento sobre Tebas transcenda os limites geográficos e étnicos, por ser um brasileiro que não se conformou aos limites odiosos da sua condição de escravo, conseguindo superá-la através do seu talento, do seu esforço e das suas múltiplas habilidades. Pato N’Água é referência obrigatória na história do samba paulista e nas narrativas sobre as torcidas organizadas do Corinthians. Por ter sido assassinado no final dos anos 60, em um crime até hoje não explicado, ele é, também, um triste marco da violência policial contra a população negra e da impunidade desfrutada pelos autores de assassinatos não esclarecidos, que perduram até os nossos dias. Mário de Andrade é um autor lido e estudado na maioria das escolas e faculdades brasileiras. Mas o autor de MACUNAÍMA não pertence apenas à nossa história artística e intelectual. Ele também tentou transferir suas experiências e conhecimentos para a gestão de órgãos culturais públicos, como o Departamento de Cultura em São Paulo. A retomada desta experiência deverá fazer o público perceber que há possibilidades concretas de ações inovadoras dentro de estruturas administrativas envelhecidas e burocratizadas. Além disso, dentro dessas estruturas, é possível e necessária a execução de uma política de preservação da cultura material e imaterial do Brasil. RUAS COM MEMÓRIA irá somar a alguns espaços públicos uma experiência de fruição artística e de reconhecimento histórico, que possa estimular a participação da comunidade em um processo de valorização e de conservação de seus espaços.

Estratégia de execução

PÚBLICO ALVO -Alunos e professores de escolas públicas de São Paulo. -Organizações sociais e entidades representativas da comunidade negra, da população periférica e de escolas de samba, blocos e cordões carnavalesco. -Comerciantes, trabalhadores e frequentadores das regiões de realização das peças. -Público de teatro em geral. PLANO E MATERIAIS DE DIVULGAÇÃO 1. PROGRAMAS DA PEÇA 4000 RETANGULAR na proporção 15 cm por 12 cm DISTRIBUIÇÃO GRATUITA AO PÚBLICO PRESENTE 2. MÍDIAS SOCIAIS 120 VÁRIAS INSERÇÕES DE MATERIAIS DIVERSOS DURANTE 120 DIAS FACEBOOK/ INSTAGRAM/ TWEETER 3. CARTAZES 90 RETANGULAR na proporção 30 cm por 50 cm ESCOLAS, BARES, RESTAURANTES, CLUBES E PONTOS DE ENCONTRO PRÓXIMOS AOS LOCAIS DE APRESENTAÇÃO DAS PEÇAS

Especificação técnica

2.DESFILE: RUA TREZE DE MAIO( cerca de 10 minutos): o cortejo atravessa para o outro lado, passando por baixo do viaduto. O grupo puxa vários sambas da Vai-Vai, de Geraldo Filme, de Adoniran Barbosa , inclusive uma música feita por ele ao Corinthians, time de Pato N’Água. 3.EVOLUÇÃO: Entrada de até 100 pessoas no Centro de Memória do Samba Paulista, Treze de Maio, 855. (cerca de 5 minutos): Elenco e coreutas cantam à capela Silêncio, Silêncio, no ritmo de Silêncio no Bexiga, de Geraldo Filme. O público se senta. 4.EVOLUÇÃO: SALÃO DO ANDAR INFERIOR (cerca de 15 minutos): Duas cenas paralelas: Geraldo Filme e a esposa de Pato N’Água conversam sobre ele. Dois policiais falam mal de Pato N’Água, revelando racismo e inveja do sambista. O grupo de amigos se pergunta onde Pato N’Água está. Cantando o coro responde O poeta está dormindo/ Ele foi mas foi sorrindo. Pato N’Água aparece com o Motorista de Táxi e fala dos seus planos para aquele domingo. A esposa começa a gritar no corredor lateral para ele não ir, repetindo várias vezes o nome dele. O público se desloca para o local. O coro canta A notícia chegou quando anoiteceu. 5.RECUO (cerca de 10 minutos) : No janelão da Secretaria da UESP, o Motorista de Táxi telefona para a polícia, afirmando que o seu passageiro é muito suspeito. No corredor, a esposa está aflita pelo desaparecimento do marido. Entram Geraldo Filme e Carlão do Peruche relatando a identificação do corpo de Pato N’Água, encontrado em Suzano. Todos cantam Escolas eu peço silêncio de um minuto/ O Bexiga está de luto/ O apito de Pato N’Água emudeceu e vão se deslocando para a saída rua Rui Barbosa. 6.DISPERSÃO E ENCERRAMENTO: Rua RUI BARBOSA 588 (cerca de 10 minutos): Ao lado da placa, a cena final é o canto integral do samba Silêncio no Bexiga. MÁRIO DE ANDRADE NA PREFEITURA: DA EUFORIA AO ESGOTAMENTO- Gabriela Rabelo Com cerca de 60 minutos de duração, é um espetáculo teatral/cortejo que será realizado semanalmente, às sextas-feiras, 15:30h, na Rua da Cantareira, 216 ( anexo) e em espaços do Mercado Municipal. A peça se inicia na frente externa do anexo, na Rua da Cantareira, onde está a placa indicando que ali foi o local em que, de 1935 a 1938, funcionou o Departamento de Cultura, dirigido por Mário de Andrade, embrião da atual Secretaria Municipal de Cultura. A encenação ocorrerá em mais 3 espaços diferentes, encerrando-se no Salão de Eventos, no andar térreo do Mercado Municipal. CENA INICIAL (cerca de 15 minutos): Frente do anexo na Rua da Cantareira, 216- Fundação do Departamento de Cultura, em maio de 1935: Elenco e coro cantam músicas da época.Fábio Prado, Paulo Duarte e Mário de Andrade se destacam para apresentar o Departamento. Os três relembram as suas origens, as reuniões no apartamento de Paulo Duarte, a resistência de Mário em aceitar a direção do órgão e as batalhas políticas que travaram para não submeter o seu projeto a interesses partidários. Mário também fala da Divisão de Expansão Cultural que será coordenado por ele. Mário chama seus colaboradores: Oneyda Alvarenga ( diretora da Discoteca Pública), Rubens Borba de Moraes ( diretor da Divisão de Bibliotecas), Nicanor Miranda ( diretor da Divisão de Educação e Recreios). Ao chamar Sérgio Milliet, diretor da Divisão de Documentação Histórica e Social, Mário se inquieta, ao perceber que ele não está no local e, antes de sair à sua procura, chama o casal Claude Lévi-Strauss e Dina Dreyfus para fazerem uso da palavra. Após a fala do casal, Paulo Duarte propõe que todos sigam Mário. O grupo aceita e sai. Durante todas as falas, dois funcionários, circulando junto ao público, comentam os discursos em tons opostos: um, otimista, está animado com os projetos e o outro, pessimista, diz que tudo é impossível de ser realizado nos limites de um Departamento de Cultura. CENA 2 ( cerca de 10 minutos) : Deslocamento do público pela Rua da Cantareira ou pelo corredor lateral , em direção ao Mercado Municipal: Há uma passagem de tempo. É anunciado que estamos em 1936. Espalhados entre o público, os atores e coro entoam canções com as quais contam histórias do DC, das conquistas feitas, dos obstáculos vencidos e dos projetos em gestação. Os funcionários otimista e pessimista continuam a fazer suas considerações, gerando cenas cômicas. CENA 3 (cerca de 10 minutos): Espaço interno do mercado. É anunciada nova passagem de tempo. Estamos em 1937. Sérgio Milliet fala com os dois funcionários sobre a sua seção e de como as suas pesquisas poderão embasar a definição de políticas da Prefeitura. O funcionário pessimista sempre joga água fria no entusiasmo. Cria-se uma discussão acalorada, enquanto o grupo vai se deslocando para a base da escada rolante que dá acesso ao mezanino. Em cima, Mário de Andrade encerra a discussão, reclamando da burocracia e das críticas medíocres que tem recebido pelo seu trabalho. Ao mesmo tempo, fala animado das suas realizações. O funcionário otimista lê para Mário algumas cartas recebidas, como as de Paris e da Alemanha, pedindo informações sobre os projetos desenvolvidos ou propondo parcerias. Usuários chegam pedindo informações sobre a programação, etc. Mário circula entre todos e manda bilhetes para Paulo Duarte, para que a coisa caminhe. É uma cena movimentada, otimista, alegre. Mário convida o público para ouvir um concerto madrigalista, no Salão de eventos do Mercado. Todos se dirigem para lá. CENAS FINAIS (cerca de 25 minutos): Salão de eventos no térreo do mercado.(As cadeiras para o público serão colocadas no centro, para que as cenas ocorram à sua volta). Enquanto o público se acomoda, ouve-se o madrigal gravado. Jornaleiros anunciam o golpe do Estado Novo e a nomeação de Ademar de Barros e de Prestes Maia, como governador e prefeito de São Paulo. Prestes Maia anuncia que promoverá uma inversão de prioridades, privilegiando a concretização do seu Plano de Avenidas. Jornaleiros anunciam desapropriações, demolições e transferência forçada da maioria da população para os bairros periféricos. Uma nova passagem de tempo é anunciada. Estamos em 1938. Mário fala apaixonadamente do projeto da Missão de Pesquisas Folclóricas. O funcionário pessimista, começa a mudar de posição,dizendo ser difícil, mas não impossível. Fala do que está acontecendo na cidade, do que o Plano de Avenidas do Prestes Maia está provocando, da dissolução paulatina dos projetos do DC, etc. De repente, como conhecedor das burocracias, ele verá uma possibilidade de preservar o projeto da Missão: despachar o pessoal antes que o governo tenha tempo de bloquear o projeto. Todos aceitam a solução. Mário de Andrade, que havia perdido a direção da Divisão de Expansão Cultural em 1937, pede demissão da direção do DC. É um momento difícil, mas, mesmo fora do Departamento, Mário irá orientar o trabalho da Missão de Pesquisas Folclóricas. Passagem de tempo para o momento atual. Todo o elenco se transforma em ex-integrantes da Missão, cantam quais eram os seus objetivos, retomando trechos do material musical recolhido. Falam das suas conquistas e da necessidade e o dever de preservar nossos bens culturais, informando o público de que o acervo da Missão está no Centro Cultural São Paulo. Todos cantam uma música final.

Acessibilidade

As atividades previstas em RUAS COM MEMÓRIA serão realizadas nas ruas próximas às placas indicativas e, na sua parte final, irão ser feitas em um espaço fechado do entorno, em condições de facilitar a acessibilidade do público ( banheiros, locais de assento, etc.). Caso seja necessária ajuda a alguma pessoa portadora de deficiência física, disponibilizaremos uma pessoa da equipe para essa ação. O conteúdo das três peças será acessível por se tratar de narrativas assumidas poeticamente, com várias intervenções musicais e um programa informativo e explicativo distribuído gratuitamente ao público. ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os portadores de necessidades físicas especiais deverão estar acompanhados por alguém que lhes possa ajudar. Exceto a sede da UESP, os outros locais são acessíveis por rampas. Neste caso, alguém da equipe poderá se somar a este acompanhante para garantir o acesso da pessoa. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: a inexistência de um serviço de audiodescrição previsto neste projeto, não impedirá que deficiente visuais possam acompanhar a peça, em grupos com seus próprios monitores que lhes darão ao vivo as explicações necessárias. A administração do projeto garantirá as melhores condições para este trabalho. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: o projeto prevê a realização de uma sessão de cada peça com a presença de intérpretes em libras. A administração garantirá que o grupo de deficientes auditivos tenha deslocamento privilegiado e esteja sempre próximo ao intérprete. CATÁLOGO O catálogo será distribuído gratuitamente a todos os presentes e poderá ser acessado por todo e qualquer portador de necessidade especial, diretamente ou através de seus acompanhantes e cuidadores. CONTRAPARTIDA SOCIAL- PALESTRAS As palestras serão gratuitas e dirigidas a alunos e professores da rede pública de ensino. Portanto, os portadores de necessidades especiais poderão participar desta ação, contando com os recursos disponibilizados cotidianamente nas suas instituições de ensino. A administração do projeto garantirá que as necessidades especiais sejam atendidas pelo nosso pessoal. LOCAIS DE REALIZAÇÃO DO PROJETO 1-CHAFARIZ DA MISERICÓRDIA: ( na rua) Largo da Misericórdia, 23, Centro Histórico, Sé, CEP 01012-020 2-IGREJA DAS CHAGAS DO SERÁFICO PAI SÃO FRANCISCO: 150 pessoas, Largo de São Francisco, 173, Centro Histórico- Sé, CEP 01005-010 3-SECRETARIA DE SERVIÇOS E OBRAS (ANEXO MERCADÃO): (na rua) Rua da Cantareira, 216, Brás, CEP 01024-000 4. MERCADO MUNICIPAL: 100 PESSOAS, Rua da Cantareira, 306, Brás, CEP 01024-900. 5. PRAÇA DOM ORIONE: (na rua) Praça Dom Orione, s/n, Bela Vista, CEP 01325-020. 6. SEDE DA UESP: 80 pessoas, Rua Rui Barbosa, 588, Bela Vista, CEP 01326-010.

Democratização do acesso

Todas as atividades previstas em RUAS COM MEMÓRIA serão gratuitas. Haverá agendamento prévio de escolas e de organizações sociais, prioritariamente aquelas localizadas ou atuantes em regiões da periferia de São Paulo, para comparecerem às 36 sessões das peças. A própria configuração do projeto já é democratizante, pois ele se desenvolves nas ruas próximas às placas e, somente na parte final, dirige-se a recintos fechados de acesso limitado às suas capacidades físicas. ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: -doação de, no mínimo, 70% dos seus ingressos para escolas públicas, sindicatos e organizações socioculturais de São Paulo. Os demais ingressos também terão distribuição gratuita entre os convidados de membros da equipe, do grupo de patrocinadores e apoiadores do projeto e de jornalistas e blogueiros indicados pela assessoria de imprensa para auxiliar a divulgação das peças. - disponibilização na Internet de registros audiovisuais e de depoimentos sobre os espetáculos. -permissão de captação de imagens dos espetáculos, autorizando-se a sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias. PALESTRAS: -realização gratuita de 3 palestras sobre cada um dos homenageados ( Tebas, Pato N’Água e Mario de Andrade) , como atividades paralelas ao projeto, mas vinculadas à sua temática e objetivos. CATÁLOGOS - doação gratuita de 100% dos exemplares para o público presente, equipe, apoiadores e veículos de comunicação. - disponibilização na Internet de alguns trechos e imagens.

Ficha técnica

Temos uma equipe suficiente para iniciar os trabalhos de RUAS COM MEMÓRIA e, a partir da do desenvolvimento das pesquisas e processos de criação textual, ir envolvendo outros profissionais: compositores musicais, diretores , assistentes, e assim por diante. GRAÇA BERMAN: COORDENAÇÃO GERAL E CURADORIA. É formada em Artes Cênicas pela ECA/USP e Letras pela PUC-SP. É mestre em teatro pelo Instituto de Artes da UNESP. Seus trabalhos mais recentes foram: atriz na peça OS AZEREDOS MAIS OS BENEVIDES, de Oduvaldo Viana Filho e direção de João das Neves; curadora de literatura da exposição FUTEBOL NA PONTA DE LÍNGUA, do Museu da Língua Portuguesa; atriz do SBT, na novela infantil CÚMPLICES DE UM RESGATE e atriz e produtora em MAU ENCONTRO, de Guilherme Mattos e direção de Imara Reis. É coordenadora, atriz, produtora e, às vezes, dramaturga na Cia. Letras em Cena, exercendo estas funções desde a sua criação, em 1996. GUILHERME MOTTA: ASSISTENTE DE CURADORIA E DE PRODUÇÃO É roteirista e diretor. Teve quatro roteiros premiados: ANDALUZ, TREM FANTASMA e VIDA SUSTENIDA pela Secretaria de Estado da Cultura e a série A FANTÁSTICA BIBLIOTECA DE TATIANA BELINKY pelo MINC. Os dois primeiros foram produzidos através do Edital PROAC e foram veiculados pela TV Cultura. Foi também diretor de ANADALUZ e produtor executivo de TREM FANTASMA. Na CIA. LETRAS EM CENA foi responsável pela projeção de vídeo-cenários nas peças NOS CAMPOS DE PIRATININGA e MAU ENCONTRO, e pela assistência de direção em A BOLA DA VEZ: PLÍNIO MARCOS. Coordenou a estrutura técnica na leitura pública do 1º ato de BOLA DE SONHOS, no Auditório da Folha de São Paulo. GABRIELA RABELO: DRAMATURGA DE MÁRIO DE ANDRADE: DA EUFORIA AO ESGOTAMENTO É atriz, dramaturga, educadora, doutora pela ECA-USP, na área de Teoria e História do Teatro – Dramaturgia; graduou-se em Educação Artística com Habilitação em Artes Cênicas pela Faculdade Mozarteum de São Paulo e fez o curso de formação de atores da Escola de Arte Dramática-USP. Como atriz, atuou em dezenas de peças, como Os Náufragos do Louca Esperança (com o Théâtre du Soleil), Interrogações (com Yoshi Oida), Bella Ciao, Uma Lição Longe Demais e Mau Encontro. Como dramaturga, escreveu várias peças, como Luiz Gama ou O Diabo Coxo, O Grande Grito, O Brilho Inútil das Estrelas, Nem Tudo Está Azul no País Azul, além de, durante três anos, ter escrito o programa infantil Bambalalão, da TV Cultura – S.P. Recebeu diversos prêmios, como atriz e como autora, entre os quais: Prêmio Luso-brasileiro de Dramaturgia (2013), Molière, Mambembe, APETESP, APCA, etc. OSWALDO FAUSTINO: DRAMATURGO DE TEBAS: COM PEDRA E ÁGUA SE CONSTRÓI A LIBERDADE É jornalista, formado pelas Faculdades Integradas Alcântara Machado, tendo trabalhado em vários jornais, como a Folha de São Paulo, o Diário Popular e O Estado de São Paulo, entre outros veículos. Participou do NEINB-Núcleo de Estudos Interdisciplinares Sobre o Negro Brasileiro/USP, dedicando-se a investigar relações étnico-raciais e a ministrar cursos e palestras. Participa da Cojira-Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial, do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo. É autor do blog ReflexSoul – Reflexões de uma alma Preta. Escreveu vários livros, como A Cor do Sucesso, Luana e as Semente de Zumbi, Luana, Capoeira e Liberdade, Luana e as Asas da Liberdade, entre outros como a biografia do escritor e compositor Nei Lopes e o romance histórico A Legião Negra, sobre a participação de batalhões de voluntários negros na Revolução Constitucionalista de 1932 e a presença negra na cidade de São Paulo até as primeiras décadas do Século XX. Em 2008, participou do projeto TV da Gente, de Netinho de Paula, vivendo o personagem Tio Bah, que diariamente contava histórias no programa infantil, Turminha da Hora. Oswaldo escreveu e produziu as histórias, priorizando narrativas da cultura negra. PAULO JORDÃO: DRAMATURGO DE PATO N’ÁGUA: O MESTRE DO APITO É ator e dramaturgo. Estudou no SEMDA – Seminário de Dramaturgia do Arena – coordenado pelo dramaturgo Chico de Assis. Escreveu várias peças, entre elas “A Claque”, 3º lugar no Concurso Nacional de Dramaturgia realizado pela Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo – Prêmio Plínio Marcos -, em 2000 e encenado em 2007 pela Companhia Letras em Cena, com direção de Fernando Neves e “Viva o Comandante Pompílio”, encenado pelo Grupo Teatral de Macatuba, finalista do Projeto Ademar Guerra, em 1999; “Corrida ao Caos”, texto classificado em 3º lugar no 4º Concurso Nacional de Dramaturgia – Prêmio Carlos Carvalho -, em 2003 e encenado em 2007 e 2009 pela Companhia das Artes, com direção de Antonio Netto; “Hércules de Feira”, com direção de Mauro Baptista Vedia, dentro do Projeto Terças em Cena, em 2016. Foi ator em dezenas de peças, como “A Volta de Serafim Ponte Grande”, baseado na obra de Oswald de Andrade, com direção de Chico de Assis; “Jesus Homem”, de Plínio Marcos, com direção de Marcelo Medeiros; “Rolex o Anti-Velox” e “Nossa Vida Não Vale Um Chevrolet”, textos e direção de Mário Bortolotto. No cinema, atuou em vários curtas e nos longas “Sinfonia da Necrópole”, direção de Juliano Rojas, “Ralé” e “A Moça do Calendário”, ambos dirigidos por Helena Ignez.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.