| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 01417222000177 | MRS LOGISTICA S/A | 1900-01-01 | R$ 137,7 mil |
| 61198164000160 | PORTO SEGURO COMPANHIA DE SEGUROS GERAIS | 1900-01-01 | R$ 128,3 mil |
| 06881898000130 | Financeira Itaú CDB S.A. | 1900-01-01 | R$ 110,0 mil |
| 01425787000104 | REDECARD INSTITUICAO DE PAGAMENTO S.A. | 1900-01-01 | R$ 90,0 mil |
O projeto prevê a programação do Teatro de Contêiner Mungunzá visando estimular a cultura através da realização de uma programação artística para todos os interessados de São Paulo/SP, através de 4 temporadas de espetáculos teatrais, além de oficinas de teatro e encontros formativos.
Produto: Espetáculo Teatral Espetáculo: EPIDEMIA PRATA Sinopse: O espetáculo “Epidemia Prata” traz uma costura entre duas linhas narrativas: a visão pessoal dos atores sobre os personagens reais, que conheceram em sua residência na Cracolândia, e o mito da Medusa, que transforma pessoas em estátuas. Partindo desse mote, no desenrolar da narrativa, os atores vão, aos poucos, adquirindo a cor prata, até estarem completamente prateados, ao final do espetáculo. Repleto de imagens, predominantemente performático e sinestésico, o universo PRATA, no espetáculo, assume uma infinidade de conotações: sua cor é a cor da pedra de crack quando acesa, sua luz traz o brilho e a necessidade de ser visto por uma sociedade que ignora determinados guetos, sua designação é indicativo de riqueza, dinheiro. Transitando entre essas conotações, os atores realizam uma infinidade de performances, que vão desconstruindo personagens estigmatizados pela sociedade, e compartilhando a sensação de petrificação diante de tudo. Espetáculo: POEMA SUSPENSO NUMA CIDADE EM QUEDA Sinopse: Uma pessoa cai do topo de um prédio e não chega ao chão. Os anos passam e toda a vida dos moradores desse prédio se congela em seus próprios traumas, enquanto aquele corpo permanece em suspenso. Após 33 anos, aquele corpo continua "sem cair", e as histórias de cada morador vão se amarrando de formas inusitadas. Presos numa espécie de "buraco negro pessoal", os personagens vivem uma experiência que não finaliza, que gira em círculos, que ignora seu entorno. Trata-se de uma fábula contemporânea sobre a sensação de suspensão e paralisia geral do mundo contemporâneo. Através do excesso de possibilidades e uma abertura de infinitos caminhos a percorrer em um segundo, o homem pára diante de tudo e começa a traçar um caminho circular dentro de seu reduto que, muitas vezes, ilude uma vida, mas, na verdade, é um eco de si mesmo. Enquanto não tocamos o chão, tudo o mais é encontro. Um encontro entre desconhecidos, em plena queda. Produto: Contrapartidas sociais As oficinas de teatro propõe disseminar conteúdos básicos e práticas teatrais para crianças e adolescentes, de maneira lúdica e criatividade. As atividades do projeto serão direcionadas para comunidades de baixa renda, visando a descentralização do acesso à cultura e a inclusão social.
Objetivo Geral Realizar programação cultural do Teatro de Contêiner Mungunzá, a fim de promover a democratização do acesso à cultura e a ressignificação do território onde está localizado o teatro, através de apresentações gratuitas e abertas à comunidade. Objetivos Específicos: - Realizar 8 temporadas de espetáculos teatrais e circenses (6 apresentações cada), que irão compor a programação do Teatro de Contêiner Mungunzá, totalizando 36 apresentações artísticas. - Realizar de 4 bate papos gratuitos/encontros formativos com a equipe dos espetáculos,visando contextualizar as trajetórias artísticas de cada um, a e os possíveis diálogos, ecos, potências, descobertas e desdobramentos do fazer teatral. - Realizar 4 oficinas culturais.
O Teatro de Contêiner Mungunzá é um lugar de encontro e fomento das artes integradas. Viabilizando através de atividades mediadoras, a discussão entre grupos de artistas visuais, atores, diretores, performers, dramaturgos ,curiosos e interessados. Um polo onde a integração das artes no intuito de provocar as potências artísticas do entorno, promover a reflexão e lazer para o bairro e para pessoas que precisem de um espaço para "mostrar sua arte". No Contêiner, desde o início, tem-se como premissa de gestão criar oportunidade para jovens,coletivos teatrais e fomentar grupos e artistas com trabalhos já reconhecidos e relevantes no cenário cultural, sempre respeitando e acolhendo múltiplas vozes, estéticas e valorizando uma sociedade plural. Em dois anos, o Teatro recebeu mais de 150 mil pessoas em cerca de 700 atividades artísticas e sociais. O Contêiner foi indicado aos mais prestigiados prêmios relacionados à arquitetura e ao teatro, tornando-se referência em gestão cultural. Ganhou o Prêmio Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) em 2017, categoria especial - ocupação de terreno abandonado. O espaço funciona como um mediador cultural das relações devido ao seu acesso popular e plural: é frequentado pelo público do entorno (que é composto por crianças e adolescentes em contraturno escolar, lojistas da área comercial da Santa Ifigênia e de pessoas em situação de vulnerabilidade social: ocupações de moradia, pessoas em situação de rua e usuário de drogas em fase de reabilitação), trabalhadores da região (devido a proximidade da Cracolândia recebemos muitos agentes de saúde, ativistas dos direitos humanos, psicólogos, terapeutas, médicos, educadores sociais e políticos) e interessados nas linguagens artísticas (moradores do centro, artistas, atores e atrizes, estudantes, educadores, pesquisadores etc). Diante dessas considerações, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1o da Lei 8313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
Conceito de curadoria artística do Teatro de Contêiner Mungunzá. _ Escolher e organizar ações artísticas visando a formação de público e a democratização do acesso à cultura; _ Estar conectado com os temas e demandas artísticas, estéticas e políticas da atualidade: nos interessa a multiplicidade e diversidade de vozes; _ Estar conectado com os temas, interesses e demandas do entorno: assimilamos que, mesmo com a grande oferta de equipamentos culturais na região central da cidade de São Paulo, pouquíssimas instituições culturais também têm atenção ao bem-estar social da população local, que em sua grande maioria estão em processo de vulnerabilidade social; _ Criar oportunidade para jovens coletivos teatrais e também reunir grupos e peças já consagrados: promover intercâmbio, encontros e intersecções entre teatro e cidade, artista e espaço cultural, entre plateia e artista e entre artistas e artistas.
Conteúdo programático: Oficinas de Teatro - Elementos básicos da produção teatral; - Representação cênica; - Criação em grupo e espontaneidade; - Dinâmicas em grupo. Carga horária: 6horas
Produto:Espetáculo de Artes Cênicas: - Acessibilidade física:Todo o projeto será totalmente acessível uma vez que o local escolhido para a realização do projeto possui acesso por meio de rampas, corrimãos, avisos e sinalizações de identificação, de tal modo que o amplo acesso de gestantes, idosos, cadeirantes e de pessoas com dificuldades de locomoção e de seus respectivos acompanhantes, sendo que, todos estes, ainda terão banheiros adaptados e o atendimento especializado. - Acessibilidade para deficientes visuais: No teatro haverá equipe especializada para orientação e direcionamento dos deficientes visuais. - Acessibilidade para deficientes auditivos: 20% de todas apresentações do projeto terão tradução em libras. Produto:Contrapartidas Sociais - Acessibilidade física:Os locais onde ocorrerão as ações contarão com o acesso por meio de rampas, corrimãos, avisos e sinalizações de identificação, de tal modo que o amplo acesso de gestantes, idosos, cadeirantes e de pessoas com dificuldades de locomoção e de seus respectivos acompanhantes, sendo que, todos estes, ainda terão banheiros adaptados e o atendimento especializado. - Acessibilidade para deficientes visuais: Nos ações previstas, haverá equipe especializada para orientação e direcionamento dos deficientes visuais. - Acessibilidade para deficientes auditivos: As ações contarão com tradução em libras.
- Ingressos serão gratuitos - Realização de quatro oficinas de teatro gratuitas - Realização de duas palestras/debates com entrada franca. A medida adotada referente ao artigo 21 da IN 02/2019, iremos: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; Os espetáculos estarão disponíveis nas mídias sociais nas mídias sociais do Teatro de Contêiner Mungunzá.
FICHA TÉCNICA: CURADORIA: MARCOS FELIPE DIREÇÃO E COORDENAÇÃO GERAL VERONICA GENTILIN DIREÇÃO DE PRODUÇÃO: SANDRA MODESTO DESIGNER GRÁFICO: LEONARDO AIKO COORDENAÇÃO ADMINISTRATIVO: VIRGINIA IGLESIAS PRODUÇÃO EXECUTIVA: GUSTAVO SANNA CURRÍCULOS EQUIPE: Leonardo Akio Artista visual, artista gráfico, ator, performer, educador e produtor. Integra a Cia Mungunzá de Teatro desde 2013. Criou e participa das montagens “Epidemia prata” (direção Georgette Fadel), “Poema suspenso para uma cidade em queda” (direção Luiz Fernando Marques Lubi) e “Era uma Era” (espetáculo infantojuvenil direção Verônica Gentilin). É criador e gestor do “Teatro de Contêiner Mungunzá”. Também atua como artista educador no Programa de Iniciação Artística (PIÁ). Trabalhou na Escola Internacional Eugênio Montale como atelierista adaptando a abordagem Reggio Emilia para o contexto da escola. Integrou o núcleo educativo da Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura e do Centro Cultural São Paulo. Foi assistente de coordenação do teatro Viga Espaço Cênico. Foi oficineiro do Projeto Quixote (expressão artística para crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social) e do Instituto Olga Kos de Inclusão Cultural (aulas de artes para crianças, jovens e adultos com deficiência intelectual). Participou de exposições coletivas de artes visuais no estado de São Paulo, Rio de Janeiro e Paraíba. Marcos Felipe Ator e produtor. Formação em Jornalismo. Fundou a Cia Mungunzá de Teatro em 2006 na conclusão de seu curso no Teatro Escola Macunaíma. É artista e produtor das montagens “Por que a criança cozinha na polenta”- direção de Nelson Baskerville, “Luis Antonio–Gabriela” – direção de Nelson Baskerville, “Poema suspenso para uma cidade em queda” - direção de Luiz Fernando Marques, “Era uma era” - direção de Verônica Gentilin e “Epidemia Prata” com direção de Georgette Fadel. Como diretor trabalhou por quatro vezes com o grupo Teatro do Kaos de Cubatão: espetáculos “A Falecida” (de Nelson Rodrigues), “Os sapatos que deixei pelo caminho”, “Hamlet Futebol Clube” e "Vocifera". Pela atuação em “Luis Antonio-Gabriela” foi indicado aos prêmios de melhor ator no APCA e Shell 2011 e eleito melhor ator pelo Portal R7. Foi indicado como melhor ator com o espetáculo “Por que a criança cozinha na polenta” nos festivais: FETACAM 2009, 37o FENATA - PR e 5o FENTEPIRA. Em 2015 foi indicado como melhor ator pelo espetáculo “Poema suspenso para uma cidade em queda” no site Aplauso Brasil. Foi um dos idealizadores do Teatro de Contêiner Mungunzá - Centro Cultural estabelecido no centro de São Paulo Sandra Modesto Atriz, arte-educadora, produtora. Formação em Comunicação Social – Jornalismo. Se formou como atriz em 2006 quando fundou a Cia Mungunzá de Teatro juntamente com outros colegas do Teatro Escola Macunaíma. A partir daí atuou e produziu as montagens “Por que a criança cozinha na polenta”- direção de Nelson Baskerville (ganhou 6 prêmios de melhor atriz em festivais de teatro), “Luis Antonio–Gabriela” – direção de Nelson Baskerville, “Poema Suspenso para uma cidade em queda” - direção de Luiz Fernando Marques (Lubi), “Era uma era” - direção de Verônica Gentilin e “Epidemia Prata” com direção de Georgette Fadel. Foi assistente de direção nos espetáculos “As estrelas cadentes do meu céu são feitas de bombas do inimigo” e “Lou&Leo”, ambas com direção de Nelson Baskerville. Foi diretora assistente nos espetáculos “A Falecida” de Nelson Rodrigues, direção de Nelson Baskerville e Marcos Felipe, “Os sapatos que deixei pelo caminho” e “Hamlet Futebol Clube”, direção de Marcos Felipe - todas as montagens do Teatro do Kaos (Cubatão). Também fez os figurinos das seguintes montagens: “Era uma era” - direção de Verônica Gentilin“, Hamlet Futebol Clube” - direção de Marcos Felipe, “Epidemia Prata” - direção de Georgette Fadel e "Vocifera" - direção de Marcos Felipe e Lucas Beda. É idealizadora e gestora do Teatro de Contêiner Mungunzá, inaugurado em 2017. Verônica Gentilin Atriz, dramaturga, arte-educadora, artista visual e produtora. Integra a Cia. Mungunzá de Teatro desde 2009 (participa de todas as montagens do grupo). Atua como arte-educadora de artes integradas no Grão do Centro da Terra. Pesquisa as narrativas digitais e tecnologia criativa dentro de sala de aula. Trabalhou com arte-educação por 16 anos na Casa do Teatro (escola para crianças e adolescentes integrada ao Teatro escola Celia Helena). Trabalhou na rede Estadual de ensino como professora de artes e atuou no programa Vocacional como artista orientadora de Artes Integradas em 2015. Dirigiu e escreveu os espetáculos “Era uma Era” com a Cia Mungunzá de Teatro e “A[GENTE] com a Cia do Terreno. Criou e executou um projeto de mediação em arte no CCSP, intitulado “Recolhedores de Bocados”, em 2011. Em 2008 teve um microconto publicado pela editora Andross, na antologia de contos e microcontos intitulada “Entrelinhas”. Foi indicada ao Prêmio Shell de teatro como melhor autora junto a Nelson Baskerville pelo espetáculo “Luis Antonio Gabriela”. Foi indicada ao prêmio de melhor atriz coadjuvante nos festivais de: Campo Mourão (PR), Jundiaí, Pindamonhangaba e Ponta Grossa (PR) com o espetáculo “Por que a criança cozinha na polenta”. Foi contemplada com o Prêmio Funarte de Estímulo à Dramaturgia como autora do texto “Suspensões”, em 2007. Virginia Iglesias Atriz e produtora da Cia Mungunzá de Teatro desde 2009 (participa de todas as montagens do grupo). Formada em Turismo pela ECA/USP, em 1996. Sua formação como atriz acontece no Teatro Escola Célia Helena em 2008. Participa nas montagens “Por que a criança cozinha na polenta” e “Luis Antonio - Gabriela” - direção de Nelson Baskerville, “Poema suspenso para uma cidade em queda”- direção de Luiz Fernando Marques e “Era uma era” - direção de Verônica Gentilin. Integrou o Grupo Conexion Latina de 2006 a 2011 tendo participado das montagens “Nuestra Señora de las Nubes”, de Aristides Vargas, “Topografia de um Desnudo”, de Jorge Diaz e “Ridícula Concórdia”, de Humberto Garcia, todas dirigidas por Hugo Villavicenzio, e “Respira”, de Eduardo Adrianzen, dirigida por Carla Lorena Bauche. Participou como atriz, em 2009, do Núcleo de Direção Teatral na Escola Livre de Teatro (ELT) de Santo André/SP. Mestre: Luiz Fernando Marques (Lubi) do Grupo XIX de Teatro. Recebeu o Prêmio de Melhor Atriz na 9a edição do FETA- CAM Festival de Teatro de Campo Mourão (PR) em set/2009 com o espetáculo “Por que a criança cozinha na polenta”, de Aglaja Veteranyi. Gustavo Sanna Graduado em comunicação social no Centro Universitário Belas Artes, e pós graduado em Gestão Cultural pelo Senac, Gustavo Sanna possui em seu currículo a realização de mais de 30 obras em diversas mídias e formatos, com enfoque principal em teatro, dança e eventos culturais.Tem produzido espetáculos com ótima repercussão de crítica e público, frequentemente indicados a prêmios, dentre os quais se destacam Não nem nada (2014, duas indicações ao Prêmio Shell/14), Assim é (se lhe parece) (2014, dir: Marco Antônio Pâmio, três indicações ao Prêmio Shell/14), Gotas d’água sobre pedras escaldantes (2014, dir: Rafael Gomes, três indicações ao Prêmio Shell/14), O convidado surpresa (2014, dir: Rafael Gomes), Riso Nervoso (2013, Cia. As Olívias) e muitos outros.Trabalha com gestão de projetos culturais de diversos espaços e Cias teatrais, como a Cia Mununzá de Teatro, Cia Empório de Teatro Sortido, Instituto Cultural Capobianco entre outros. FUNÇÃO DO PROPONENTE NO PROJETO: A Veronica Lo Turco Gentilin, produtora artística com foco em espetáculos teatrais e será a responsável pela adminstração e gestão do projeto, acompanhando todas as etapas referentes ao projeto. Será responsável pela contratação da equipe envolvida para criação dos espetáculos e devidas prestações de serviço. A produtora também fará a produção do projeto, e receberá recursos das rubricas de produção e administração. CURRÍCULO PROPONENTE: Atriz, dramaturga, arte-educadora, artista visual e produtora. Integra a Cia. Mungunzá de Teatro desde 2009 (participa de todas as montagens do grupo). Atua como arte-educadora de artes integradas no Grão do Centro da Terra. Pesquisa as narrativas digitais e tecnologia criativa dentro de sala de aula. Trabalhou com arte-educação por 16 anos na Casa do Teatro (escola para crianças e adolescentes integrada ao Teatro escola Celia Helena). Trabalhou na rede Estadual de ensino como professora de artes e atuou no programa Vocacional como artista orientadora de Artes Integradas em 2015. Dirigiu e escreveu os espetáculos “Era uma Era” com a Cia Mungunzá de Teatro e “A[GENTE] com a Cia do Terreno. Criou e executou um projeto de mediação em arte no CCSP, intitulado “Recolhedores de Bocados”, em 2011. Em 2008 teve um microconto publicado pela editora Andross, na antologia de contos e microcontos intitulada “Entrelinhas”. Foi indicada ao Prêmio Shell de teatro como melhor autora junto a Nelson Baskerville pelo espetáculo “Luis Antonio Gabriela”. Foi indicada ao prêmio de melhor atriz coadjuvante nos festivais de: Campo Mourão (PR), Jundiaí, Pindamonhangaba e Ponta Grossa (PR) com o espetáculo “Por que a criança cozinha na polenta”. Foi contemplada com o Prêmio Funarte de Estímulo à Dramaturgia como autora do texto “Suspensões”, em 2007.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.