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PRONAC 203614Arquivado - não atendimento à diligência técnicaMecenato

47º Festival Nacional de MPB de Ilha Solteira

FUNDACAO CULTURAL DE ILHA SOLTEIRA
Solicitado
R$ 246,9 mil
Aprovado
R$ 0,00
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação Música Popular Cantada
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
Ilha Solteira
Início
2021-03-01
Término
2021-12-31
Locais de realização (1)
Ilha Solteira São Paulo

Resumo

Este projeto visa a realização da 47ª edição do Festival Nacional de MPB de Ilha Solteira, evento de celebração da música autoral brasileira, cuja motivação é a importância da exposição e promoção do intercâmbio entre a diversidade de ritmos, composições e timbres da música brasileira. O resultado imediato é o tecimento de um panorama da atual produção da musical brasileira e o incentivo à profissionalização da música popular brasileira propiciada pela vitrine que o Festival proporciona.

Sinopse

A motivação O Festival Nacional de MPB de Ilha Solteira é um evento de celebração da música, cuja motivação é a importância da exposição e promoção do intercâmbio entre a diversidade de ritmos, composições e timbres da música brasileira. O resultado imediato é o tecimento de um panorama da atual produção da Música Popular Brasileira e o incentivo à profissionalização da música popular brasileira, propiciada pela vitrine que o Festival proporciona. O público O público alvo do Festival Nacional de MPB é formado por compositores, intérpretes e instrumentistas de todo o país, que têm a possibilidade de compartilhar e divulgar seu trabalho, assim como interagir com diferentes experiências musicais; além da população como um todo, que costuma girar em aproximadamente 3.000 pessoas por noite, chegando a aproximadamente 9.000 na Final, que prestigiam e se enriquecem culturalmente durante o período do festival e posteriormente, com os produtos resultantes do mesmo. No total dos 43 festivais realizados, estima-se que mais de 400 mil pessoas, entre compositores, intérpretes, músicos e afins, além da população em geral, oriunda das mais diversas localidades participaram do evento. Em média, a cada ano a cidade, de pouco mais de 25 mil habitantes, o Festival recebe uma circulação de mais de 10 mil pessoas durante a realização do evento. Os participantes Para os compositores, músicos, intérpretes e instrumentistas, o Festival Nacional de MPB se coloca como um instrumento de reconhecimento e projeção de seu trabalho artístico. Além disso, o Festival funciona para o participante como um laboratório, no qual pode experimentar a concretização ou o processo do trabalho artístico por meio da sua materialização musical no palco e a interação e diálogo com o público. Para o público que frui das músicas participantes, além do lazer e entretenimento, o evento lhe permite apurar a vivência artística e crítica da produção musical brasileira. Exemplo disso, é que o público que acompanha o evento ao longo de suas 42 edições, hoje já se posiciona criticamente em relação às execuções e ao julgamento da Comissão Julgadora. Com o objetivo de permitir a participação de músicos de todas as partes do país e ampliar a abrangência do Festival, é fornecida uma ajuda de custo para os classificados cujo principal critério é a distância da cidade do concorrente à Ilha Solteira. A previsão é um total de aproximadamente 18 mil reais para ajudar nos custos de transporte, refeição e hospedagem dos participantes. Da premiação A premiação do Festival de Ilha Solteira tem como premissa o reconhecimento qualitativo dos participantes e estímulo à profissionalização dos compositores, instrumentista e intérpretes da MPB. Atualmente o Festival de Ilha Solteira é um dos festivais que tem maior e mais abrangente premiação, considerando o montante e distribuição dos prêmios que chegam a mais de 33 mil reais contemplando prêmios nacionais e locais. 44 anos de festival Quantas histórias no mundo têm o privilégio de ter a sua própria trilha sonora? A história do Festival MPB de Ilha Solteira é uma das raras que podem ser contadas única e exclusivamente através da música. Cada uma das notas, melodias e interpretações executadas ao longo dos últimos 43 anos são responsáveis pela ressonância que o Festival tem hoje em todo o território nacional. São pelo menos 17.000 ângulos diferentes para se cantar uma mesma história, como se cada uma das mais de 17.500 canções inscritas até hoje fossem o testemunho da evolução e da maturidade deste evento. “Da Cor da Bahia” a “Leoa”, ambas as canções premiadas no Festival, a um tempo de 43 anos, entre rimas, versos, aspirações, lutas e paixões. Mas é para isso que são feitos os espaços. Para serem preenchidos, de preferência com música de primeiríssima qualidade. Afinado com os grandes festivais de música popular brasileira como os promovidos pela TV Excelsior e Record, o Festival de Ilha Solteira teve seu primeiro eco em 1971 com a construção da Usina Hidrelétrica de Ilha Solteira. A cidade recebia migrantes vindos de todas as partes do país em busca de melhores condições de vida e de trabalho, e a política local era a de avalizar este sonho dourado, criando oportunidades de desenvolvimento para todos na área da educação e cultura. Na década de 1970, com a construção da Usina Hidrelétrica de Ilha Solteira, o processo de ocupação da região, hoje município de Ilha Solteira, foi administrado pela CESP - Companhia Energética do Estado de São Paulo. E, como responsável por um contingente de aproximadamente 40.000 pessoas, migrantes de várias regiões do país, setores com infraestrutura, saúde, educação, esporte e, inclusive, cultura eram geridos pela empresa. Foi neste contexto, que em 1970, a CESP realizou o Festival de Música Popular de Ilha Solteira, cujo êxito incentivou a realização de um festival nacional. A partir de 1971, o Festival Nacional de MPB de Ilha Solteira passou a ser realizado anualmente e, em 1974, devido ao sucesso obtido, o evento foi incorporado oficialmente ao calendário de eventos do município. Ao longo das 41 edições, o palco do Festival já passou pelas Praias Marina e Catarina, por palcos improvisados pelos comerciantes locais, pela Casa da Cultura Casa da Cultura “Rachel Dossi”, e desde 2009, vem sendo realizado no Palco da Praça da Integração. No ano de 2003, o Festival participou do Circuito Paulista de Festival, evento realizado no Memorial da América Latina e transmitido pela TV Cultura paulista, um encontro com os vencedores dos três festivais mais importantes do país. Desde 2008, faz parte dos programas da Secretaria de Estado da Cultura. Até hoje passaram pelos palcos do festival shows de diversos artistas, como Kiko Zambianchi, Almir Sater, Toquinho, Zeca Baleiro, Guilherme Arantes, Chico César, Renato Teixeira, Boca Livre, MPB 4, Jorge Vercillo, Oswaldo Montenegro, Geraldo Azevedo, Luiza Possi, Elba Ramalho, Ana Carolina, A Banda Mais Bonita da Cidade, Alceu Valença e Maria Gadu. Por esses palcos também passaram muitos intérpretes, que obtiveram o êxito necessário e o respaldo do público para gravarem seus discos e serem reconhecidos pela mídia, como Renato Motha, Paulo Padilha, Rafael Altério, Paulo César Pinheiro, André Tiso, Zé Geraldo, Tavinho Lima, Nilson Chaves, Milton Edilberto, Celso Viáfora, Jota Maranhão, Dimi Zunquê, Eduardo Santhana, Grupo Voz, integrantes do 5 a Seco, Paulo Monarco e Dandara, entre outros.

Objetivos

O Festival Nacional de MPB de Ilha Solteira objetiva mapear, revelar e incentivar novos talentos da música popular brasileira, promovendo a integração de músicos, intérpretes e compositores de distintos locais do país, contribuindo com a disseminação de diferentes culturas. Dentre seus objetivos específicos estão: - Realizar 04 dias de evento, com a apresentação de 10 participantes de Ilha Solteira (Noite Ilhense) e 20 participantes de todo o país (Fase Nacional); - Contribuir com o mapeamento da produção musical brasileira, por meio do recebimento das inscrições, sistematização e divulgação dessa demanda apresentada; - Atribuir premiação ao melhores classificados, indicados por uma comissão julgadora; - Promover ampla divulgação do Festival, fomentando a produção e fruição musical no município de Ilha Solteira e região do extremo noroeste do Estado de São Paulo.

Justificativa

A cultura, mais do que a representação através de linguagens artísticas, engloba o "ser" e a teia de relações do qual pertence em continua construção e reconstrução, gerando os símbolos que regem a sociedade. Entre as várias discussões que dizem respeito às conseqüências sofridas pelas identidades culturais em razão do paradigma social, econômico e cultural gerado pela globalização, está a das identidades culturais, na qual a internacionalização possibilitou, por meio da abertura das fronteiras geográficas das diversas sociedades, a incorporação de bens materiais e simbólicos das outras. Apesar da massiva inferência de outras culturas, o desejo de preservar o "eu cultural", nomeado aqui como culturas regionais ou locais e a vontade de se mostrar dentre tantas culturas é eminente e tem se tornado importante instrumento de inclusão social. O Festival Nacional de MPB de Ilha Solteira é o mais antigo festival do Estado de São Paulo nesta categoria. E, cumprindo seu papel de valorizar e revelar os verdadeiros compositores e intérpretes de nossa música popular, cujo espaço no mercado é cada vez mais restrito, o Festival de Ilha Solteira se mantém como um dos raros remanescentes de música popular brasileira dos tempos memoráveis em que nomes famosos foram apresentados e revelados ao público, como é o caso de Chico Buarque de Holanda, Elis Regina, Jair Rodrigues, entre outros, que por ocasião do Festival de Música Popular Brasileira da Rede Tupi de Televisão, tiveram a perpetuação de suas imagens até os dias atuais. Evento de maior projeção de Ilha Solteira no cenário nacional, o festival objetiva descobrir e incentivar novos talentos da música popular brasileira e, ao mesmo reunir e integrar participantes de distintos locais do país, propiciando a disseminação da cultura nacional, além contribuir com o mapeamento, ano a ano, da produção da música popular brasileira na forma de registro cultural, resultante das titulação (premiações) e do CD que é gravado com as 14 músicas finalistas. O Festival Nacional de MPB de Ilha Solteira vem cumprindo seu papel de valorizar e revelar os verdadeiros compositores e intérpretes de nossa música popular, cujo espaço no mercado é cada vez mais restrito. Continuar as edições de festivais como esse é uma ordem nos dias de hoje e estimular os compositores e músicos através do mesmo é garantir sua sobrevivência num meio musical tão massificado pelo ecletismo da sociedade contemporânea.

Estratégia de execução

Do julgamento dos selecionados: Para o julgamento das músicas premiadas, é formada uma comissão de 05 profissionais com reconhecido e notório conhecimento na áreal músical e artística, que a partir dos critérios: arranjo, composição (letra e melodia) e intérprete, irão atribuir as seguintes premiações: 1º Lugar, 2º Lugar, 3º Lugar, 4º Lugar, 5º Lugar, Melhor Intérprete Nacional, Melhor Letra Nacional, Aclamação Popular, Melhor Intérprete de Ilha Solteira e Melhor Música de Ilha Solteira.

Especificação técnica

Programação: 1ª Noite - Fase municipal 21:00 - Recepção ao público e distribuição da Programação 21:10 - Solenidade de Abertura do 46º Festival Nacional de MPB de Ilha Solteira 21:20 - Apresentação Musical 22:00 - Início da Noite Ilhense 2ª Noite - Fase Nacional 21:00 - Recepção ao público e distribuição da Programação 21:10 - Apresentação Musical 22:40 - Início das apresentações 3ª Noite - Fase Nacional 21:00 - Recepção ao público e distribuição da Programação 21:10 - Início das apresentações 21:10 - Apresentação Musical 23:00 - Divulgação das classificadas para a Fase Final 4ª Noite - Fase Final21:00 - Recepção ao público e distribuição da Programação 21:10 - Início das apresentações 22:30 - Apresentação Musical – Show de Encerramento 23:30 - Divulgação da classificação e premiação

Acessibilidade

As ações de acessibilidade do 47º Festival Nacional de MPB de Ilha Solteira são: A - Contrapartida Social / Formação de Plateia - Para medidas de acessibilidade ao conteúdo para deficientes auditivos, as rodas de bate papo musicado contará com serviços de intérprete de libras, e para deficientes visuais, serviços de narrativa descritiva. Os custos dessa ação consta no produto Formação de Plateia. - No que se refere ao acesso a produto, o projeto 46º Festival Nacional de MPB de Ilha Solteira, não resultará em produtos culturais tangíveis. B - Festival/Mostra: - No espaço onde será realizado o 46º Festival Nacional de MPB de Ilha Solteira haverá a reserva e indicação por meio de comunicação visual de poltronas e espaços destinados e reservados para idosos e pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, de modo a possibilitar-lhes o pleno exercício de seus direitos culturais; - O espaço que receberá o evento (Palco da Praça da Integração) está de acordo com a atual legislação referente às leis de acessibilidade em vigência (Leis 10.098, de 19 de dezembro de 2000). Também serão buscadas outras formas para a ampliação da Lei; - A imagem visual do material de divulgação do evento será feita considerando um amplo leque de recursos visuais e impressos, com vistas a atender e contemplar um maior público possível. Serão utilizados como recursos de divulgação plataformas impressas como faixas e banners, além de recursos digitais e virtuais; - Na Praça da Integração há banheiros com sanitários especiais; - O espaço é localizado a 50 metros da Avenida Brasil Centro, onde há pontos de ônibus e estacionamentos reservados; - O piso da Praça dos Paiaguás e da Praça da Integração é revestido de tijolo, instalado de forma linear, sem buracos ou desníveis que comprometa o acesso de pessoas com mobilidade reduzida; - Para medidas de acessibilidade ao conteúdo para deficientes auditivos, o Festival contará com serviços de intérprete de libras, e para deficientes visuais, serviços de narrativa descritiva durante as 04 noites do evento. Os custos dessa ação consta no produto Festival/Mostra; - No que se refere ao acesso a produto, o projeto 46º Festival Nacional de MPB de Ilha Solteira, não resultará em produtos culturais tangíveis.

Democratização do acesso

As ações de democratização de acesso ao 47º Festival Nacional de MPB de Ilha Solteira são: A - Contrapartida Social / Formação de Plateia As atividades de formação de plateia serão realizadas de acordo com o art 21, inciso I, da IN n.º 02/2019 do Minc e serão destinadas aos alunos do Ensino Fundamental Ciclo I da Rede Municipal de Ensino. A disponibilização do registro videográfico da ação de formação de platéia será feita nos canais de comunicação do 47º Festival de MPB de Illha Solteira, na internet, contemplando o item III do artigo 21 da IN nº 02/2019 do Minc. B- Festival/Mostra - Todas a programação do Festival é gratuita aos participantes/concorrentes e ao público: a) Para os participantes não será cobrada taxa de inscrição para participar da triagem que selecionará os 30 participantes que se apresentarão concorrendo no Festival de MPB de Ilha Solteira; b) Para o público do Festival/Mostra, não haverá cobrança e nem distribuição de ingressos; o 46º Festival Nacional de MPB de Ilha Solteira será realizado em Praça Pública com livre acesso à toda população. c) Todas as etapas do Festival, desde as inscrições até a realização do festival, serão amplamente divulgadas, a fim de contemplar tanto os participantes, no período das inscrições, como a público que fruirá do evento, com vistas a atender abranger a todas as da população, incluindo a menos assistidas ou excluídas do exercício de seus direitos culturais por sua condição socioeconômica, etnia, deficiência, gênero, faixa etária, domicílio, ocupação, para cumprimento do disposto no art. 215 da Constituição Federal. - Os canais de comunicação do Festival na internet serão utilizados para disponibilizar o registro audiovisual e divulgação do Festival;

Ficha técnica

Coordenação Administrativa e Financeira: Fundação Cultural de Ilha Solteira (contrapartida) Coordenador de Programação (Coordenação de Programação e Triagem, e de Infraestrutura): Fabiana Alves dos Santos (rúbrica 05 do orçamento) Diretor de Palco (Direção de Palco da mostra competitiva e da mostra artística): Paulo H. Jordão (rúbrica 03 do orçamento) Produção (atendimento logístico aos músicos selecionados participantes do festival; interlocução com a Banda de Apoio do Festival): Tavinho Limma (rúbrica 04 do orçamento) Currículos: Fundação Cultural de Ilha Solteira Entidade de direito privado, sem fins lucrativos, a Fundação Cultural foi instituída pelo Sr. Felício Yunes Júnior, então Administrador do Núcleo Urbano de Ilha Solteira, em 28 de setembro de 1988, antes ainda da emancipação política da cidade, com autodeterminação de autonomia administrativa e financeira, em condição de entidade privada, sem fins lucrativos de acordo com a jurisdição da localidade de sua instituição. Ao longo dos mais de 29 anos de história, a Fundação Cultural tem uma significativa atuação no município de Ilha Solteira e região na área democratização de acesso, produção e difusão da cultura. As ações da instituição são financiadas por meio do estabelecimento de parcerias com o poder púbico e privado. Mas é sobretudo pela manutenção do Cine Paiaguás, que oferece a população de Ilha Solteira e região acesso ao cinema de forma acessível, além de inúmeros projetos de formação de público para o audiovisual, que a Fundação Cultural de Ilha Solteira tem se mantido. Dentre as ações da Fundação Cultural de Ilha Solteira nos últimos 05 anos elencamos: - Gestora do anfiteatro e hall de exposições do espaço Museu e Sala de Convenções Nara Lúcia Nonato; - É Ponto de Cultura do Estado de São Paulo, com o projeto Melodias Afluentes, de atendimento à Orquestra Popular Caipira Urubupungá; - Executora do projeto 'Cultura e Arte como extensão para a Comunidade”, nos anos de 2013, 2014, 2015, 2016 e 2017; - Parceira de projetos como Festival SESC Melhores Filmes (desde 2011) e Ponto MIS (desde 2013); - Ações de formação de público para o cinema, com o atendimento de projeções de cinema para escolas e instituições educacionais e culturais gratuitamente; - Curadora das exposições de Artes Visuais do Hall do Museu e Sala de Convenções Nara Lúcia Nonato; - Oficinas e workshops gratuitos de dança, teatro, audiovisuais e artes em geral; - Proponente e executora da Mostra de Teatro de Ilha Solteira, nos anos de 2012, 2013, 2014 e 2015; Fabiana Alves dos Santos Comunicóloga (graduada em Comunicação Social – Rádio e TV pela UNESP) e pedagoga (UFSCAR), especialista em Gestão Cultural (UnB – Universidade de Brasília), atua na elaboração e gestão de projetos na região noroeste do Estado de São Paulo desde 2003. Sócia fundadora da Orquestra Popular Caipira de Urubupungá; integrante da Comissão Organizadora e responsável pela Coordenação de Programação e Triagem do Festival Nacional de MPB de Ilha Solteira desde 2006; coordenadora Técnica do Ponto de Cultura Melodias Afluentes; Curadora da Mostra de Teatro de Ilha Solteira nos anos de 2010, 2011, 2013 e 2014; Produtora das Orquestra de Sopros e Percussão FACMOL e Orquestra Popular Caipira de Pereira Barreto desde 2013; Proponente e executora do projeto “O Som dos Festivais – São Paulo Canta o Brasil” – realizado pelo ProAC ICMS em 2014; Coordenadora do Projeto Orquestra de Sopros e Percussão FACMOL em execução pelo Proac ICMS; Proponente e coordenadora do projeto Orquestra de Sopros e Percussão Facmol – Atravessando Gerações – executado pelo Edital Proac Artes Integradas no ano de 2015; Coordenadora dos projetos Manhã Literária e Sarau dos Amigos, pelos Proac Edital 36/2015 e 27/2015; Elaboração e execução do projeto 'O Canto dos Arrecifes'- Pronac 150010; Atuou como Produtora Executiva do 8º Festival Nacional de Teatro de Jales, realizado em maio de 2016. Paulo H. Jordão Paulo Henrique Jordão é formado em Artes Cênicas pelo Conservatório de Tatuí, em Rádio e TV pela Universidade Bandeirantes de São Paulo e atualmente cursa Licenciatura em Pedagogia pela UNIP de São Paulo. Em teatro atuou nos espetáculos “Equus”, dir. de Alexandre Reinecke, “Bixiga, o musical”, com a Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo, “O Soldado e o Sacristão”, dir. de Jairo Mattos, “Nunca Se Sábado” de Isser Korik e outros. Em TV integrou o elenco do programa “Escola 2.0” TV CULTURA entre 2008 e 2011. Foi diretor de cena contratado pela Conteúdo Teatral, onde realizou, junto com Isser Korik, “O Mala” de Larry Shue “A Pequena Sereia” de Fabio Torres”, “Grandes Pequeninos” musical de Jair Oliveira e a trilogia “Enquanto Isso...” de Alan Ayckbourn, e outros espetáculos do Teatro Folha - SP Foi assistente de direção de Roberto Lage nos espetáculos “E o Vento não Levou” (2011), “Francesca” (2012) “Tic Tic Tati”, show musical da cantora Fortuna (2012), “Coração Bandoleiro” (2013), “Toda Donzela tem um Pai que é uma Fera” (2014). Produziu vários espetáculos, dentre eles: “Viagem ao Céu, de Monteiro Lobato”, ”Adeus Fadas e Bruxas” de Ronaldo Ciambroni, “Um elefante incomoda muita gente” , “Dom Chicote Mula manca” de Oscar Von Pfuhl e outros. Criou a empresa “Brigueiro Participações e Serviços Teatrais Ltda.” e presta serviços para diversas produções de São Paulo e interior. Fundou a Cia Dramática Raízes em 1997 e a Confraria do Beco em 2005. Foi contemplado em 2007 com o ProAC, onde produziu o Soldado e o Sacristão, dirigido por Jairo Mattos. Produziu a áudio-ficção “O Infiltrado” em 2004 e foi contemplado com o Prêmio RUMOS Itaú Cultural, onde integrou a coleção de CDs produzidos pela gravadora MCD. Integrou a equipe técnico/artística das 4 primeiras edições do Festival de MPB de Tatuí, sob direção do Maestro Neves entre 1992 e 1995. Fez parte da equipe organizadora das Mostras e Festivais de Teatro Estudantil da cidade de Tatuí, entre 1992 e 1997. Atualmente integra a equipe organizadora das edições da Virada Cultural Paulista no pólo de Ilha Solteira. Foi contemplado pelo Edital Proac 2016 com o projeto “Manhã Literária”, onde é curador e diretor artístico do Projeto. Tavinho Limma Natural de Recife, cantor/compositor e produtor, radicado em Ilha Solteira, desde 2002. Foi integrante da Banda de Pau e Corda. Tem parcerias Musicais com Jane Duboc, Tetê Espíndola, Lucina, Oswaldinho do Acordeon, Elton Ribeiro, entre outros. Como intérprete e compositor tem mais de 250 premiações em festivais de MPB. É autor do Hino Oficial do Festival Nacional de MPB do Festival de Ilha Solteira. Teve a canção "Malfeito", parceria com Rita Altério, inserida na trilha sonerada novela "Carrossel" - SBT. Projetos Realizados: Cantor, Compositor e Produtor. Tem parcerias com Jane Duboc, Tetê Espíndola, Oswaldinho do Acordeon, Elton Ribeiro, Martha Medeiros, Lucina, Lula Barbosa. Tavinho Limma é um dos responsáveis pela comissão organizadora do Festival Nacional de MPB de Ilha Solteira/SP. Produziu shows de Tetê Espíndola, Dani Black, Grupo Voz, Zé Alexandre, Bilora e Zebeto Correa.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.