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PRONAC 203616Apresentou prestação de contasMecenato

GUAPORE - ITÉNEZ: o guardião da fronteira.

Espaço Vídeo e Cinema
Solicitado
R$ 599,4 mil
Aprovado
R$ 595,8 mil
Captado
R$ 599,4 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
02750988000131Termo Norte - Energia Ltda1900-01-01R$ 599,4 mil

Eficiência de captação

100.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. Av Games
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
RO
Município
Porto Velho
Início
2020-10-12
Término
2024-12-27

Resumo

GUAPORÉ é a produça~o de média metragem (filmado e editado em alta resolução) com 52 min, formato documentário, com imagens inéditas e originais que através do trajeto fluvial do rio Guaporé, abordará aspectos históricos de sua formação, manifestações culturais e religiosas e o modo de viver contemporâneo.

Sinopse

ARGUMENTO Eu tenho muitos milhares de anos Sou do tamanho do mundo Sou água onde nasce a vida Dentro de mim vivem outras vidas, com seus braços repletos de vida Mansidão, corredeiras Em mim vivem aqueles de outros tempos: do passado, do presente e para o futuro Nunca estive só Vivo na companhia dos seres que estão em meu interior, debaixo das águas As minhas margens brotam cores de todas as tonalidades, com troncos, folhas, flores Há vida de todos os tamanhos e espécimes Sobre mim passeiam olhos que avistam muito longe e permitem enamorar do céu e das estrelas Falo em varias línguas, do passado e do presente Dentro de mim vivem crianças, jovens e velhos Homens e mulheres que celebram a vida Sou o Guaporé. Há 15 anos navegamos pelas águas do Rio Guaporé, em meio as suas enchentes, noites estreladas, no verão seco de suas corredeiras e do nascimento de tartarugas e voos de numerosos biguás. Em cada período e ano, nunca se repetiu a experiência em navegar no calor úmido ou debaixo das chuvas torrenciais. A cada ano o fascínio e a surpresa nunca nos deixou de surpreender. Pessoas pequeninas que se transformaram e outras que se foram. Navegar pelo Guaporé também se transformou numa viagem interna, emocional, de sentimentos diversos e muitos. Comemos da fartura do rio, descobrimos novos sabores, cheiros e iguarias. Sonoridades, silêncios profundos, céu estrelado. Aprendemos ao longo de todos esses anos, o sentido em costurar histórias entre territórios da língua portuguesa e castelhana. Um território ibero-americano, com influências de Portugal e Espanha dos séculos passados. O Guaporé é um rio que separa e ao mesmo tempo une dois países, Brasil e Bolívia, e se faz um território exuberante e rico. Por suas águas, muitos que vieram antes de nós, por lá estiveram. Povos originários e suas línguas que não mais faladas, mas que presentes através de costumes, cerâmicas, hábitos. Um rio que serpenteia tantas e ricas histórias daqueles que também vieram de tão longe, do continente africano e por lá impingiram sua força, dor, saberes, cores. O seu nome - Guaporé, já foi nome de terras tão extensas que proporcionou que o sertanista Marechal Rondon nos contasse de seus desafios por suas águas e nos ensinasse sobre a Amazônia, seus rios e o respeito por todos os povos. A memória. Essa experiência de mais de uma década não poderia ficar guardada somente dentro de nós. Diante do avanço da destruição da Floresta, ainda temos um grande desafio em registrar/filmar/documentar a região na atualidade. Através de acervos, pesquisas históricas, iconográficas, pelas lentes e sensibilidade de cineastas, a exuberância da floresta, a força dos rios e seus afluentes, as histórias de milhares de pessoas necessitam ser documentadas como memória da região e para o restante do Brasil. Os registros imagéticos, intuitivamente inspirados, pela “nau” estética e a força das imagens do Major Thomaz Reis, que em sua viagem no tempo e no espaço, nos permitiu a nos fazer sentir parte de um universo maior e mais complexo, daqueles que estamos acostumados. E foi a partir das imagens do cinema, levando uma tela grande para a floresta, que nos permitimos a sair de um lugar para o outro. Sair da comodidade de nosso olhar comum, ver e sentir um relicário de historias e experiências do Guaporé, num mundo cheio de novos desafios, possibilidades e sonhos. GUAPORÉ é a produção de média metragem (filmado e editado em alta resolução) com 52 min, formato documentário, com imagens inéditas e originais que através do trajeto fluvial do rio Guaporé, abordará aspectos históricos de sua formação, manifestações culturais e religiosas e o modo de viver contemporâneo. A indicação etária classificatória do Média Metragem conforme preceituado pelo Guia Prático -2012 da Secretaria Nacional de Justiça/MJ está enquadrado em LIVRE. ROTEIRO EM ANEXO.

Objetivos

OBJETIVO GERAL GUAPORÉ é a produça~o de média metragem (filmado e editado em alta resolução) com 52 min, formato documentário, com imagens inéditas e originais que através do trajeto fluvial do rio Guaporé, abordará aspectos históricos de sua formação, manifestações culturais e religiosas e o modo de viver contemporâneo. O Documentário terá tiragem de 1.000 (mil) exemplares que serão distribuídos Gratuitamente para instituições públicas. OBJETIVOS ESPECI´FICOS: 1. Resgate e registro histórico da formação e ocupação no entorno do Rio Guaporé, que tem trajeto de 1716 km, junto aos Estados do Mato Grosso e Rondônia; 2. Registro cinematogra´fico representado pelo encontro de dois biomas, a Floresta Amazônia e o Pantanal, com imagens dos rios e florestas que compo~em a regia~o do Vale do Guapore´; 3. Formação de "novos olhares" num formato pedagógico sobre região de valor estético, cultural e histórico; 4. Propiciar ao telespectador, de forma informativa e como entretenimento, comunicação atraente, democrática e popular sobre conhecimento geográfico e histórico da região; 5. Difusa~o e visibilidade ao publico em geral, atrave´s do conteu´do audiovisual, da dimensa~o ambiental com seus impactos ambientais e a aça~o humana da regia~o do Vale do Guapore´, estimulando-se dessa forma, o conhecimento acerca da complexidade e importância da regia~o; 6. Propiciar e estimular conhecimento à futuras pesquisas quanto a memo´ria, histo´ria e belezas naturais do Vale do Guapore´; 7. Formaça~o de banco de imagens da cultura produzida a partir da Amazônia dos povos dessas localidades fomentando-se dessa forma, o empoderamento cultural das populaço~es envolvidas.

Justificativa

JUSTIFICATIVA O presente Projeto GUAPORE´ se encontra perfeitamente enquadrado junto as diretrizes, objetivos e princípios da Lei 8313/91, que institui o Programa Nacional de Apoio à Cultura, o qual prevê̂, precipuamente, o fomento à produção cultural e artística brasileira, de forma que cumpra com valores que possibilitem a democratização do acesso à cultura, dos mais variados e diversificados segmentos populacionais brasileiros. Isso equivale a ressaltar que o referido projeto ao produzir o Média Metragem atende os objetivos preceituados na respectiva Lei de Incentivo à Cultura, em seus incisos do art. 1º, quais sejam: " ... I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País". E ainda, o projeto esta´ plenamente enquadrado nas exigências do art. 3o da referida Lei 8313/91, por se tratar de projeto que incentiva fomento à produção cultural e artística, além do estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante distribuição gratuita e pública do produto cultural a ser produzido, que se dará junto as instituições públicas como escolas, bibliotecas, pontos de cultura dentre outras. Ressalta-se aqui que a Lei 8.313/91, após vigência de mais de 25 anos, e´ o mais importante e principal mecanismo de promoção da cultura no Brasil. No caso de projetos culturais através do Estado de Rondônia, a Lei de Incentivo à Cultura e´ o único mecanismo de incentivo à cultura existente, o qual prevê̂ renúncia fiscal, considerando que não ha´ leis de incentivo estadual, nem municipais, que possibilitem aos agentes culturais a realização de seus projetos. É imprescindível o registro da cultura da população tradicional dessa Região visando a preservação da memória e costumes para as presentes e futuras gerações. O histórico do Vale do Guaporé´ remonta ao período do Brasil Colônia, com a conquista e ocupação do território pela metrópole portuguesa. Essa intervenção e apropriação do território representou impactos diferentes na construção das identidades culturais. A ocupação se deu através da presença militar com a construção de fortificações e a exploração da mão de obra escrava, com a formação de comunidades quilombolas (Santo Antônio do Guaporé´ e Pedras Negras) provenientes da resistência de escravos fugitivos da construção do Forte Príncipe da Beira (Costa Marques) e posteriormente, do manuseio das seringueiras (extração do látex) e coleta de castanha na Região. A presente região tem ainda, relação profunda com os costumes da população ribeirinha local que vive da pesca e coleta da castanha. Cortada pelos rios amazônicos Guaporé´ e Mamoré´ mantem intensa convivência com o lado boliviano da fronteira e a partir dos últimos anos o cenário na região vive intensa modificação sendo este território, foco de grandes e importantes projetos de desenvolvimento da região. O conteúdo audiovisual GUAPORE´ a ser captado em formato de alta definição, o qual também será finalizado com a mesma qualidade, onde conterá inclusive mapeamento visual, com intervenção de computação gráfica, mapas históricos, ilustrações iconografias, acervos históricos e imagéticos, dentre outros. O conteúdo audiovisual, a ser produzido é destinado diretamente a Distribuição Gratuita com 52 min. O conteúdo a ser produzido será ainda importante instrumento de democratização cultural. O documentário possibilitará novos olhares no saber e fazer audiovisual, investigando as formas de apropriação da linguagem cinematográfica, como inclusive, ferramenta pedagógica para todas as pessoas. O hábito de ver cinema, televisão, acessar novas plataformas virtuais faz parte da cultura atual. Nesse sentido, o Documentário procurará mostrar de uma forma atraente, o uso desta tecnologia para promover a aprendizagem de forma crítica e atualizada, buscando tratar de assuntos atuais, sejam eles informativos ou de entretenimento. Além do exposto acima, o projeto GUAPORÉ atende e observa ainda, os impactos positivos sócio econômicos, dessa forma promove: Quanto a utilização de mão de obra local: a produtora por ser da região Norte utiliza-se em seus projetos, costumeiramente, de mão de obra local, especialmente, a exemplo das atividades que envolvem a contratação de produtores locais, motoristas, profissionais do audiovisual, dentre eles, assistentes de câmera, cinegrafistas, iluminadores, operadores de som, editores de imagem, produtor, fotógrafo, auxiliares de produção, administrador, secretária, contador, barqueiros, práticos, tripulantes, cozinheiros, dentre outros, necessários para a execução do projeto. Quanto a contratação de serviços, aquisição de produtos e gastos: Os gastos realizados com o orçamento previsto são efetivados junto à própria região do respectivo Projeto. Dessa forma, passagens aéreas, alimentação, hospedagem, locação de embarcação, combustível, locação de equipamentos, material de divulgação, dentre outros que são realizados de forma integral nas respectivas localidades. Os patrocínios recebidos são em quase 100% investidos nas localidades das atividades do Projeto. Quanto a democratização do acesso e medidas de acessibilidade: O trabalho terá a distribuição gratuita para escolas, bibliotecas e instituições publicas, com tiragem de 1.000 (mil) unidades. Estao ainda garantidas as medidas de acessibilidade, o qual sera´ ainda observado rigorosamente o cumprimento da Lei 13.146 de 06/07/2015, que disciplina a assegurar e promover o exerci´cio dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, e para tanto adotara´ as medidas necessa´rias a audiodescriça~o, legendagem descritiva e Li´ngua Brasileira de Sinais. Quanto a realização de workshops e palestras: Será realizada a oficina de Pixilation, como atividade socioeducativa do Projeto GUAPORÉ, que será acompanhada por equipe técnica preparada para o desenvolvido do respectivo trabalho e realizado em escola pública em cidade a ser escolhida, objeto do projeto.

Estratégia de execução

ROTEIRO ANEXADO.

Especificação técnica

PLANO DE DIREÇÃO A seguir a espinha dorsal inicial do Documentário GUAPORÉ, considerando que haverá trabalho a ser desenvolvido na Primeira Etapa quanto a definição do Roteiro Final, bem como, maior detalhamento da pesquisa histórica, iconográfica e acervos filmográficos. GUAPORÉ é a produção de média metragem (filmado e editado em alta resolução) com 52 min, formato documentário, com imagens inéditas e originais que através do trajeto fluvial do rio Guaporé, abordará aspectos históricos de sua formação, manifestações culturais e religiosas e o modo de viver contemporâneo, o qual registrará o trajeto do Rio Guaporé – desde sua nascente no Estado de Mato Grosso até o encontro com o Rio Mamoré, no Estado de Rondônia, fronteira com a Bolívia. Tiragem: 1.000 (mil) exemplares. Nessa grande área alagada, uma extensão natural do Pantanal, o Guaporé por dias e noites, noites e dias já foi em partes documentado em todas as estações do ano, especialmente na seca e chuva. Barcos encalhados, dificuldades de navegação, cheias monumentais. Testemunhos de uma África da época da escravidão, século XVIII Brasil Colônia, presença Portuguesa e Espanhola. A ocupação do Vale do Guaporé é testemunha das guerras travadas entre a Coroa Portuguesa e os escravos, estes que vieram da África e juntos com índios nativos, brancos e cafuzos criaram seus próprios quilombos. O mais importante deles, Quilombo do Piolho, com sua importância histórica, resistiu com seu líder fundador José Piolho, que após sua brutal morte assume sua mulher Teresa de Benguela. O então Estado de Mato Grosso, com sua primeira capital instalada no ano de 1751, Vila Bela da Santíssima Trindade é o ponto inicial da navegação do Rio Guaporé. O Estado de Rondônia nasceu a partir do desmembramento de Mato Grosso e Amazonas no ano de 1981. O nome Rondônia, em homenagem ao patrono das comunicações General da Paz Marechal Rondon, mato-grossense que nos anos iniciais da instalação da República em 1890, já impulsionando o grande projeto de integração nacional através dos marcos que foram a instalação de linhas e postos telegráficos, assim se estabeleceu a comissão Rondon. A importância de Rondon e seu legado de proteção aos povos indígenas, com a criação do SPI, Serviço de Proteção ao Índio, profetizando que a causa indígena é uma causa global, onde cada vida é necessária. O Documentário GUAPORÉ será filmado numa perspectiva de uma câmera “beija-flor”, que permite proximidade com os personagens, usando um steady cam, como uma câmera flutuante, que acompanhará cada personagem. A ideia central é criar uma atmosfera intimista para o telespectador. Soma-se a essa abordagem, uma câmera fixa com a técnica de cinema direto. Serão ainda utilizadas imagens de acervo, realizadas através de Drone (visto de cima), onde mostra a exuberância da região. A partir da abordagem dos personagens condutores em cada localidade, a câmera será sempre próxima dos personagens, mostrando a beleza do cotidiano e uma aproximação da essência das pessoas filmadas, com respeito e confiança, no projeto de mostrar realidade de forma documental, usando como referência o cinema do cineasta Silvio Tendler. “O documentário cria uma empatia com o real. O subjetivo não é mentira, é apenas uma interpretação do mundo” (REVISTA ECLÉTICA,2005) O som captado traduzirá toda a proximidade com o ambiente filmado, longe e perto, vazio e cheio, valorização do ruído e silêncio, na ambiência de cada espacialidade, naturalidade do dia a dia. O projeto propõe-se a valorização das histórias orais, escutando além dos mais velhos, adultos, jovens e crianças, compondo um mosaico de possibilidades de valorização dessas vozes, vozes essas quase sempre as margens. Foco na objetividade e uma subjetividade poética. A abordagem fílmica se dará a partir de três pontos de vista, que serão: Imagens captadas com a estética do Steady Cam: incorporar a espacialidade do ambiente, com uma suave abordagem de uma câmera “beija-flor”, versátil, acompanhando caminhadas de personagens, imersão na floresta, uma cobertura de 360 graus, a fusão entre a câmera do drone e a câmera fixa; Imagens captadas com Câmera Fixa: o enquadramento apresentará os personagens num plano em relação a câmera, onde os personagens serão entrevistados pelo personagem narrador. A partir da abordagem do personagem condutor, a sua câmera será sempre próxima dos personagens, mostrando a beleza do cotidiano e uma aproximação da essência das pessoas filmadas, com respeito e confiança. Imagens captadas a partir de Drone (ACERVO): sob um ponto de vista de uma câmera do alto, vista de cima, com a versatilidade da aproximação dos objetos filmados, com uma dinâmica de cobertura de planos que contemplem planos gerais e médios, dollys, travellings em personagens explorando ao máximo as facetas do drone; Quanto a captação de som, a primazia na captação sonora, mostrando toda a proximidade com a diversidade desse rico território, com a valorização, também, de ruídos e silêncios.

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE Quanto a acessibilidade será observado rigorosamente o cumprimento da Lei 13.146 de 06/07/2015, que disciplina a assegurar e promover o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, e para tanto adotará as medidas necessárias a audiodescrição, legendagem descritiva e Língua Brasileira de Sinais. Dessa forma está previsto junto a planilha orçamentária os custos do respectivo trabalho.

Democratização do acesso

A ESPACO VIDEO LTDA – ACAPULCO FILMES, produtora do PRONAC 203616 – VOANDO SOBRE A AMAZONIA: RIO GUAPORE, o qual ocorre de forma totalmente GRATUITA, vem perante essa SECRETARIA DO AUDIOVISUAL – SAV, expor e ao final requerer o que se segue: O supracitado PRONAC prevê em suas ações como CONTRAPARTIDA SOCIAL, visando o atendimento do art. 22 da antiga I.N 02/2019, oficina de PIXILATION. A oficina será realizada para adolescentes e crianças do ensino fundamental e educadores, como instrumento pedagógico. Como instrumento pedagógico solicitamos a modificação da Oficina de Pixalation, pela Oficina de PINHOLE. A respectiva oficina, se propõe a promover um mergulho nos primórdios da fotografia, utilizando a técnica da fotografia Pinhole, também conhecida como estenopéica. Esta técnica faz uso da câmera escura, fenômeno ótico conhecido há cerca de 3000 anos pela humanidade. A oficina começa com um histórico da fotografia no século XIX, e a seguir concentra-se na prática com a manufatura de artefatos artesanais óticos e fotográficos, culminando com a pós-produção das imagens. Entretanto, compreende-se que a execução e mudança da oficina, considerando-se grande dificuldade em navegação em extenso território fluvial durante período de cheias dos rios amazônicos, voltado exclusivamente para esse fim, teria maior amplitude e atenderia mais territórios, sendo realizada em plataforma digital de forma virtual. Para tanto, a oficina será ministrada, gravada e disponibilizada em plataforma digital de forma virtual junto as redes sociais e canal do projeto e envolverá estudantes e educadores em todas as localidades percorridas pelo Projeto. Além da quantidade prevista inicialmente no projeto e mantida, a formação/ação ficará a mesma, disponibilizada de forma permanente na plataforma digital do Youtube, bem como, junto aos canais do projeto e do site da produtora, e ainda, será aberta ao público de outras localidades/municípios do país. O atendimento dessa ação será comprovado através de quantitativo de acessos a rede virtual, o qual se dará quando da Prestação de Contas; Dessa forma, pelas razoes fartamente expostas acima, vimos perante essa COMISSÃO DE ACOMPANHAMENTO DE PROJETOS INCENTIVADOS/SECRETARIA DO AUDIOVISUAL, solicitar a APROVAÇÃO e AUTORIZAÇÃO DA READEQUAÇÃO DO PROJETO VOANDO SOBRE A AMAZONIA: RIO GUAPORE, quanto a realização da atividade CONTRAPARTIDA SOCIAL, em todos os termos acima expostos. Pede Deferimento. ESPACO E VIDEO LTDA – ACAPULCO FILMES Jose Jurandir da Costa Sócio majoritário

Ficha técnica

CURRÍCULOS EQUIPE PRODUÇÃO EXECUTIVA: FERNANDA KOPANAKIS PRODUÇÕES ARTÍSTICAS/CULTURAIS/ARTES VISUAIS: Produtora Executiva: CINEAMAZONIA e CINEAMAZONIA ITINERANTE – Festival de Cinema Ambiental (2003 a 2020); Projeto AMAZONIA DAS PALAVRAS; Longa metragem PERDIDOS; Documentário VOANDO SOBRE A AMAZÔNIA: RIO MADEIRA; documentário CIRCO NO CINEMA; Diretora: série para TV DESCAMINHOS; série ITINERANTES; documentário QUILOMBAGEM; documentário DIVINO – O GUERRILHEIRO DO ARAGUAIA; documentário ARGONAUTAS DA AMAZÔNIA; série IMAGENS DA MEMÓRIA (MUSEUS VIVOS); Produção bibliográfica/fotografica: VIAGEM DE CORES E SONHOS; RIO GUAPORÉ/ITENEZ. FORMAÇÃO ACADÊMICA - Doutora em Planejamento Urbano e Regional IPPUR/UFRJ, Mestrado em Direito UFMG. Graduação em Direito – UNIR. DIRETOR ARTÍSTICO: JOSÉ JURANDIR DA COSTA Nasceu no Estado do Ceará. Cineasta, Diretor e Produtor de Vídeo e Cinema, Publicitário, Curador e Coordenador Geral do CINEAMAZÔNIA – Festival Latino Americano de Cinema Ambiental. FORMAÇÃO ACADÊMICA - 2002-2005 – Publicidade e Propaganda Uniron – Faculdade Interamericana de Porto Velho; FORMAÇÃO COMPLEMENTAR - 2017 – Curso O Processo Criativo na Realização Audiovisual - Com Tizuka Yamasaki. Escola de Cinema Darcy Ribeiro (Rio de Janeiro); 2017 – Curso Desenho de Som – A Narrativa Sonora e a Música dos Ruídos - Com Ricardo Mansur. Escola de Cinema Darcy Ribeiro (Rio de Janeiro); 2017 – Curso Cinema Auto Referencial com Basel Ramsés - Escola Internacional de Cinema e TV de Cuba; 2014 - Patrocínio, Marca e Reputação - CEMEC – Cultura e Mercado SP; 1997 - Curso de Diretor de Fotografia e Montagem - AICTV – Academia Internacional de Cinema. Diretor do VOANDO SOBRE A AMAZÔNIA: RIO GUAPORE (2019); Diretor de QUILOMBAGEM (2007); Diretor do Programa CULTURA EM CENA, TVE MADEIRA MAMORÉ, canal 2, no ano de 1994. Os programas produzidos retratavam obras de artistas locais, músicos, poetas, historiadores, etc. Editor dos fanzines (revistas alternativas) PICADA CULTURAL E MULTIPROPILENENDROXINAMELACRÍLICO, jornais independentes que circulam todo o mundo. Participou do FESTIVAL MUNDIAL DO MINUTO DE 1995 E 1996 com os vídeos: “NA FEIRA...” E “THE COWBOY”. Participou da mostra paralela do XVIII GUARNICÊ DE CINE E VÍDEO em 1995 com o vídeo “RAÍZES - RITA QUEIROZ”. Produziu e dirigiu “PATATIVA DO ASSARÉ” vídeo sobre o maior poeta popular do Brasil, trabalho que participou da mostra paralela do XIX GUARNICÊ DE CINE E VÍDEO em São Luiz - MA. Em 1996 foi premiado em SEGUNDO LUGAR, com THE COWBOY” - categoria ficção - no FESTIVAL NACIONAL DE VÍDEO DE TERESINA-PI.Em97concorreucomovídeo“Morto-Vivo”no FestivaldeCinemaeVídeodeCuritiba, Guarnicê de Cine-Vídeo do Maranhão em junho de 1997, em agosto de 1997 obteve menção honrosa no Palm Springs International Short Film Festival, Califórnia, USA, foi selecionado para o 5o Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá em novembro de 1997. Concorreu no 5o Festival de Vídeo de Teresina com os vídeos PATATIVA DO ASSARÉ e MUI AMIGO. Competiu no IV FENART - PB com MUI AMIGO, abril de 1998. Em maio de 1998 concorreu com PATATIVA DO ASSARÉ no Fest Cine Vídeo Curitiba. MARCAS DA AMAZÔNIA docudrama concorreu em junho de1998 no XXI Guarnicê de Cine e Vídeo em São Luiz - MA, obtendo prêmio especial do júri (narrativa) e melhor direção de arte. Festival ULAM de vídeos sobre educação ambiental, julho de 98 - Brasília, concorreu com THE COWBOY e NA BEIRA DO RIO MADEIRA. Co-dirigiu o making-of do festival de cinema e vídeo de Curitiba anos de 97 e 98. Concorreu no V Festival Internacional do Chile 1998 com o vídeo “Marcas da Amazônia”. Concorreu com Marcas da Amazônia no Festival de Cinema e Vídeo de Curitiba em maio de 1999, em setembro de 99 concorreu no Festival Internacional de Making Of com o vídeo Festival de Cinema e Vídeo de Curitiba - making of. Participou de UM OLHAR SOBRE A AMAZONIA, em duas cidades na Austria: Graz (Instituto Latino Americano) e Leoben (Universidade de Leoben), em novembro de 1999. Abril de 2000, exibiçãodefilmesamazônicosemGraz,Austria.Evento:500anosdeBrasil VisõesAmazônicas. Produtor da TV Cultura de São Paulo EXPRESSO Brasil Rondônia; Diretor e Produtor do PROJETO DE DOCUMENTAÇAO MUSICAL HISTÓRIAS MAL CONTADAS DIRETOR DE FOTOGRAFIA - JOSÉ EUGÊNIO VELOSO (XENO VELOSO) Formação; Radialismo: Sindicato dos Radialistas da Bahia - Faculdade Visconde de Cairú. 1994. Iniciou sua carreira no primeiro circuito de TV de rua do Brasil o VT Camaçari, programa informativo do Município de Camaçari, Bahia. Na preparação do projeto participa de curso de roteiro com Doc Comparato e oficina de produção de vídeo, ambos pela Fundação Cultural do Estado da Bahia (1982) A partir de 1984, passa a operar câmeras de video e em 1990 inicia-se no processo de iluminação, atuando como diretor de fotografia no Pernambuco 90, programa informativo do governo de Pernambuco. Auto didata ( período ausente de escolas no Brasil ) participa de várias oficinas práticas de fotografia entre elas: oficina de fotografia de cinema, pelo SATED BA (1996), oficinas de fotografia com Walter Carvalho 1997 e Carlos Ebert em 1998, ambas pela Fundação Cultural do Estado da Bahia. Em 1998 cria a produtora Xeno Produções Audiovisuais. Produz videos institucionais e documentários, atuando como diretor de fotografia e operador de câmera. A produtora se destaca no setor sócio ambiental, atendendo empresas privadas como Petrobras, SESI, Politeno e também entidades como UNEB, Universidade do Estado da Bahia, Prefeitura Municipal de Salvador e blocos afros como Ylê Ayê e Muzenza. A partir do ano 2000 presta serviço de diretor de fotografia em curta metragens, campanhas políticas, comerciais, documentários e series para tv. Referencias Mandinga em Colômbia - Diretor: Lazaro Faria - TV Educativa de Cali – Colômbia/25 anos da UNEB - Universidade Estadual da Bahia - Diretor Luciano Carcará 500 anos de Brasil - Bahiatursa - Diretor: Kabá Gaudenzi - Sec turismo da Bahia Série Brasil Místico - Diretor: Silvio Tendler - Globosat Série Brasil - Travessias - Diretor: Silvio Tendler - Canal Brasil Cine TV Rio Acima - Diretor: José Jurandir da Costa - Curta independente - Acapulco Filmes. MONTADOR – IVAN DE ANGELIS GOMES Há quase 20 anos trabalhando no setor audiovisual como produtor, diretor, montador e fotógrafo de curtas, longas, documentários, programas para TV, atuando também como gestor cultural, criando mostras e festivais, produzindo e fazendo curadorias. Currículo com participação em curtas premiados em festivais, além de vasta produção com vídeos institucionais e culturais. Na gestão cultural, produziu grandes mostras como “Tudo sobre o meu cinema”, com filmes de Almodóvar, no pátio do MAC, em Niterói, entre outros. FORMAÇÃO ACADÊMICA - Mestrando de Filosofia – UFF; Graduando de Filosofia – UFF; Graduado em História - UFRJ – 2007; Graduado em Cinema - Unesa – 2003; Pós-graduado em Relações Internacionais – PUC - 2008. CURSO ROTEIRO - TV Writting Intesive - curso de roteiros para séries de TV – Columbia University, com os professores Trey Ellis e Joe Cacaci, 2014. CURSO NO EXTERIOR - Curso de Postproducción Digital (edição e finalização) – Escuela Internacional de Cine y Tv de San Antonio de Los Baños (EICTV – Cuba) - 2009.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

Locais de realização (5)
Vila Bela da Santíssima Trindade Mato GrossoCosta Marques RondôniaGuajará-Mirim RondôniaPimenteiras do Oeste RondôniaPorto Velho Rondônia