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PRONAC 203637Apresentou prestação de contasMecenato

Uma Joia na Baia: recuperação estrutural, conservação e restauração do conjunto arquitetônico da Ilha Fiscal

ABRIGO DO MARINHEIRO
Solicitado
R$ 2,44 mi
Aprovado
R$ 2,44 mi
Captado
R$ 2,44 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (2)
CNPJ/CPFNomeDataValor
27816487000131Empresa Gerencial de Projetos Navais1900-01-01R$ 2,24 mi
07658098000118Qualicorp Administradora de Beneficios Ltda1900-01-01R$ 200,0 mil

Eficiência de captação

100.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Restauração de Patrimônio Material
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Conservação de equipamento cultural
Ano
20

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2020-11-16
Término

Resumo

O projeto foi idealizado para contemplar ações que demandam um certo nível de urgência estrutural e de conservação das edificações ali localizadas. Elo permanente entre o passado e o presente da cidade do Rio de Janeiro, o prédio principal deste conjunto arquitetônico está diretamente vinculado aos últimos momentos do Império e aos primeiros da República. Deteriorado pelo tempo e pelas condições adversas que ali, em particular, são severas, o projeto aqui proposto visa o começo do processo de restabelecimento pleno das condições de segurança estrutural de vigas, pilares e lajes tanto no subsolo como do prédio principal. Também pretendemos revigorar a pintura de fachada, as salas de exposição e recuperar a manta asfáltica, que encontram-se parcialmente deterioradas. Com este projeto concluído esperamos devolver ao público toda a magnificência desta "joia da baia" que um dia no passado abrigou o último baile do Império, uma das mais icônicas passagens da História do Brasil.

Sinopse

Não Aplicável

Objetivos

Objetivo Geral:A proposta deste projeto centra-se na realização da obra de reforço estrutural, na realização de ação de impermeabilização, e também no desenvolvimento de projetos executivos de acessibilidade e de recuperação do molhe de acesso da Ilha Fiscal.Assim, o referido projeto se apresenta como uma primeira fase de um programa que visa à recuperação das edificações da Ilha Fiscal e restabelecimento da integridade deste patrimônio, assegurando ao público um espaço para reflexões e diálogos sobre a Memória Nacional. Obedecendo a instruções e normas específicas de conservação e restauração para o patrimônio arquitetônico, o projeto irá potencializar o aproveitamento da Ilha Fiscal como símbolo da História do Rio de Janeiro e do Brasil.Objetivos Específicos:1. Realização da obra de reforço estrutural.2. Impermeabilização do torreão do prédio principal com troca da manta asfáltica, incluindo aplicação de proteção mecânica e térmica.3. Elaboração Projeto Executivo de Acessibilidade, seguindo todos os parâmetros da NBR 9050/2015, com a finalidade de proporcionar a utilização de maneira autônoma, independente e segura do ambiente à maior quantidade possível de pessoas, independentemente de idade, estatura ou limitação de mobilidade ou percepção. A norma inclui parâmetros antropométricos, áreas de circulação, informação e sinalização, símbolos de acesso, rota acessível, sanitários, vestiários e mobiliário. As áreas técnicas de serviço ou de acesso restrito não necessitam ser acessíveis.4. Elaboração de Projeto Executivo de Iluminação para a Ilha Fiscal

Justificativa

A Ilha Fiscal é um patrimônio material tombado em nível estadual pelo INEPAC e emblemático símbolo do período histórico de transição do Império para a República, assinalado pelo notável evento conhecido como "Último Baile da Ilha Fiscal". Com o objetivo de contribuir com a preservação da memória nacional, este projeto visa proporcionar a execução de procedimentos de restauração e conservação deste espaço tornando o mesmo não só apto a continuar recebendo os mais de 30.000 visitantes por ano que procuram este espaço como tambem ampliar este acesso, inclusive para os portadores de necessidades especiais. Referência no campo do Turismo Histórico-Cultural, este conjunto arquitetônico representa o que existe de mais significativo na arquitetura da cidade. O edifício repousa elevado sobre embasamento de cantaria lavrada. O corpo central, ladeado por dois torreões, é coroado por uma agulha de ferro. No pavimento térreo, grandes aberturas ogivais com portais que dão passagem para a praça de armas formam o esqueleto estrutural de abóbadas de aresta nervuradas. Internamente, os pisos foram revestidos com tábua corrida. Os gradis, bandeiras de portas, janelas e escadas, foram todos fabricados em ferro fundido; o parquet do piso da Câmara do Almirante, de autoria de Moreira e Carvalho, foi feito com madeiras nacionais, sendo que algumas em extinção. O prédio pintado na cor verde-jade possui adornos em cantaria, uma técnica desenvolvida pelos portugueses para o polimento das pedras. A pedra utilizada foi a gnaisse, retirada do Morro do Pasmado na Urca. Em cantaria, também foram esculpidas, com muita precisão e riqueza nos detalhes, as armas imperiais, sustentadas por dragões e ladeadas pelos grifos da casa de Bragança. O brasão do Império, localizado na entrada principal do prédio, a escada em helicoidal que leva ao Torreão, e outros símbolos do Império também foram produzidos por esta arte. No alto da torre, encontra-se o relógio de quatro faces construído na Alemanha. O mecanismo, que recebe corda duas vezes por semana, funciona até hoje. As quatro faces permitiam aos comandantes dos navios no porto acertarem os seus cronômetros a qualquer hora do dia. Os vitrais, coloridos a fogo, foram importados da Inglaterra, compondo todos os vãos de portas e janelas com emblemas e figuras em estilo gótico do século XVI. Envoltos em artísticas molduras em cantaria, os vitrais dão ao ambiente a austeridade de uma catedral. Rosáceas, também em cantaria, envolvem as figuras da Princesa Isabel e de D. Pedro II. O vitral estampando o Imperador Dom Pedro II retrata o monarca vestindo o mesmo uniforme de Almirante que, ironicamente, usaria por ocasião do "Último Baile do Império". Devido a sua posição estratégica e à grande visibilidade da Baía de Guanabara, por ordem do Imperador D. Pedro II, essa ilha foi escolhida para sediar um posto aduaneiro. Também chamado de Palacete Alfandegário, o projeto de construção do prédio, de beleza singular, adotou o estilo Eclético, com a predominância de características neogóticas. Embora tivesse o papel funcional de atracadouro e alfândega, com desembarques constantes, o prédio foi também construído visando criar na Baía de Guanabara um belo "cartão de visitas" do Império para os navios que chegavam ao Rio de Janeiro. Seis meses após a sua inauguração, a Ilha Fiscal recebeu o evento que marcaria de forma indelével a sua história e a história do Brasil. Uma festa promovida pelo Imperador para receber a comitiva chilena a bordo do Encouraçado Almirante Cochrane, reunindo os grandes nomes da política Imperial. Seis dias depois, a República se fez presente. A Ilha Fiscal, durante a Revolta da Armada, em 1893, foi atingida por projéteis, danificando o mobiliário e atingindo tetos, paredes, cimalhas e vidros. Em 1913, a Ilha foi transferida do Ministério da Fazenda para a Marinha, que a cedeu em troca do Vapor Andrada. No ano seguinte, foi instalada no local a Repartição da Carta Marítima (atual Diretoria de Hidrografia e Navegação _ DHN). Em 1983, a DHN foi transferida para a Ponta da Armação, em Niterói, permanecendo na Ilha Fiscal o Grupamento de Navios Hidroceanográficos até março de 1998. Nas décadas de 1930 e 1940, a Ilha Fiscal sofreu obras, sendo construída a edificação conhecida como Prédio Leste. Em 1998, quando foi entregue ao então Serviço de Documentação da Marinha (SDM), abrigava o Grupamento de Navios Oceanográficos. Já em 1990, cogitava-se a transformação da Ilha Fiscal num espaço cultural aberto à visitação pública, enfatizado pelo seu processo de tombamento, no mesmo ano, pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (INEPAC). Elaborados há mais de um século pelas técnicas de forja e fundição, os elementos arquitetônicos em ferro presentes no edifício principal da Ilha Fiscal são de grande valor histórico, artístico e cultural. Em formato de folhas, frisos e ornatos finos, com motivos que remetem ao repertório neogótico, esses elementos compreendem um harmonioso conjunto de peças em ferro que dialogam com o estilo predominante da edificação, resultando em peças ricas em detalhes, formas, inclusive, com dimensões monumentais. Dentre as peças de principal valor, podemos citar: os portões, os gradis dos porões, os guarda-corpos, as bandeiras das portas, os barbarás e a escada em caracol do terraço. Os elementos em ferro da Ilha Fiscal, de valor artístico e funcional, necessitam de restauro imediato, pois têm suas estruturas seriamente comprometidas pela passagem do tempo e pelos elementos naturais. Os portões, gradis, guarda-corpos e dutos apresentam pontos deteriorados e de ferrugem, comprometendo a integridade das peças e a segurança dos visitantes. Além da visível necessidade de restauro, devido à rotina de visitação e aos diversos projetos culturais/educativos realizados na Ilha Fiscal, existe também a demanda da elaboração de projetos executivos que facilitem o acesso, tanto para o público em geral quanto para visitantes com necessidades especiais. Os desafios e soluções técnicas a serem adotadas em projetos subsequentes tão logo os projetos executivos estejam prontos tanto no que tange a acessibilidade quanto a recuperação Estrutural do molhe de concreto. Ponto turístico obrigatório para os que desejam explorar a História do Brasil e aproveitar a excelente vista da Baía de Guanabara, a Ilha Fiscal e suas exposições recebem milhares visitantes por ano, apresentando-se como um patrimônio de valor inestimável para o cenário cultural do Rio de Janeiro. Tendo isso como fato, fica evidenciada a necessidade imediata do início de intervenções de restauro na Ilha Fiscal. O projeto aqui proposto se enquadra nos incisos do Art. 1º da Lei 8.313 abaixo citados: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Assim como nos seguintes incisos do Art 3º da Lei 8313: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; b) conservação e restauração de prédios, monumentos, logradouros, sítios e demais espaços, inclusive naturais, tombados pelos Poderes Públicos; c) restauração de obras de artes e bens móveis e imóveis de reconhecido valor cultural

Estratégia de execução

Plano de DistribuiçãoCategoria: ingressoQuantidade total: 30.000Proponente (50%)preço unitário: R$ 50,00quantidade inteira: 7.500quantidade meia: 7.500Preço Popular (20%)preço unitário: R$ 50,00quantidade inteira: 3.000quantidade meia: 3.000Distribuição gratuita (30%)divulgação: 3.000patrocinador: 1.000população: 5.000

Especificação técnica

A metodologia com a solução para o reparo do prédio da Ilha Fiscal e dos projetos executivos necessários se dará da seguinte forma: PROJETOS 1. Elaboração de projeto arquitetônico de acessibilidadeProjeto executivo de acessibilidade, seguindo todos os parâmetros da Norma Técnica NBR 9050/2015, com a finalidade de proporcionar a utilização de maneira autônoma, independente e segura do ambiente à maior quantidade possível de pessoas, independentemente de idade, estatura ou limitação de mobilidade ou percepção. A norma inclui parâmetros antropométricos, áreas de circulação, informação e sinalização, símbolos de acesso, rota acessível, sanitários, vestiários e mobiliário. As áreas técnicas de serviço ou de acesso restrito não necessitam ser acessíveis. 2. Elaboração de projeto de recuperação estrutural do molheProjeto executivo de engenharia de recuperação estrutural do molhe de aproximadamente 750 metros de extensão que interliga a Ilha Fiscal ao continente. 3. Elaboração de projeto de recuperação e reforço estrutural do prédio principalProjeto executivo de engenharia de recuperação e reforço estrutural baseado nas Normas Técnicas NBR 6118:2014 - Projeto de Estruturas de Concreto - Procedimento e NBR 8800:2008 - Projeto de Estruturas de Aço e de Estruturas Mistas de Aço e Concreto de Edifícios, prevendo soluções de projeto com o intuito de minimizar os efeitos do ambiente agressivo, devido à proximidade do mar com as estruturas. ESCORAMENTO NO SUBSOLO DO PRÉDIO PRINCIPAL 1. Escoramento do subsoloEscoramento de áreas com pilares, vigas e lajes comprometidas para garantir a segurança até que a obra de recuperação e reforço estrutural seja feita. O subsolo, hoje, funciona como guarda de acervo, e para que o escoramento possa ser feito, faz-se necessário a retirada de todo este material, que será temporariamente armazenado em contêineres alugados. SERVIÇOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO, RECUPERAÇÃO E PINTURA DE FACHADA DO CONJUNTO ARQUITETÔNICO A. SERVIÇOS NO PRÉDIO PRINCIPAL/RESERVA TÉCNICA Os serviços no prédio principal e da reserva técnica englobam três grandes grupos, sendo eles impermeabilização, pintura das fachadas e recuperação de salas de exposição/reserva técnica. Todos esses serviços são precedidos por serviços preliminares e de apoio, bem como administração da obra. ImpermeabilizaçãoImpermeabilização do terraço de 885 metros quadrados com manta asfáltica, incluindo aplicação de proteção mecânica e térmica. Impermeabilização também da platibanda que contorna todo o perímetro dos prédios, bem como tratamento dos ralos. O serviço prevê a demolição do piso existente e colocação de piso novo semelhante, que atenda às necessidades de tráfego. Pintura das fachadasA pintura das fachadas envolve, além da pintura em si, o tratamento de fissuras externas pontuais. Esse tratamento consiste na regularização da superfície com argamassa e colocação de tela de reforço. O sistema de pintura externa inclui a limpeza com jato de alta pressão, a aplicação de fundo selador, aplicação de massa acrílica e aplicação da tinta látex acrílica, recomendada para fachadas pela alta resistência. As esquadrias do prédio principal pedem um trabalho mais específico de restauração. Por esse motivo, nessa etapa de serviço comum, foi considerada apenas a colocação de um vidro temperado incolor para proteção de algumas janelas e vitrais e pintura sobre madeira. O vidro não deve ser colocado em todas as janelas para não tirar a possibilidade de ventilação natural dos ambientes. As esquadrias do prédio da reserva tácnica pedem um trabalho mais específico de restauração. Por esse motivo, nessa etapa de serviço comum, foi considerada apenas a colocação de um vidro temperado incolor para proteção de algumas janelas e pintura sobre madeira. Recuperação das salas de exposição/ reserva técnicaA recuperação de algumas salas de exposição consiste na preparação de superfícies, tanto teto como paredes, para receber nova pintura, bem como tratamento pontual de fissuras e infiltrações internas. O sistema de pintura inclui a aplicação de fundo selador, aplicação de massa látex e aplicação da tinta látex PVA, recomendada para ambientes internos. Salão de festas não está incluído nessa recuperação, somente salas de exposição. Na Sala da Baronesa está prevista a troca do forro de gesso por drywall. No que tange a recuperação de algumas salas da reserva técnica o mesmo va exigir preparação de superfícies, tanto teto como paredes, para receber nova pintura, bem como tratamento pontual de fissuras e infiltrações internas. O sistema de pintura inclui a aplicação de fundo selador, aplicação de massa látex e aplicação da tinta látex PVA, recomendada para ambientes internos. B. SERVIÇOS NO PRÉDIO LESTE Pintura das fachadasA pintura das fachadas envolve, além da pintura em si, o tratamento de fissuras externas pontuais. Esse tratamento consiste na regularização da superfície com argamassa e colocação de tela de reforço. O sistema de pintura externa inclui a limpeza com jato de alta pressão, a aplicação de fundo selador, aplicação de massa acrílica e aplicação da tinta látex acrílica, recomendada para fachadas pela alta resistência. Nesse prédio, foi considerada a troca de janelas que estão voltadas para a Baía, no limite da Ilha. C. SERVIÇOS NO PRÉDIO DO GERADOR ImpermeabilizaçãoImpermeabilização da cobertura de aproximadamente 55 metros quadrados com manta asfáltica, incluindo aplicação de proteção mecânica e térmica. Impermeabilização também da platibanda que contorna todo o perímetro do prédio, bem como tratamento do ralo. Pintura das fachadasA pintura das fachadas envolve, além da pintura em si, o tratamento de fissuras externas pontuais. Esse tratamento consiste na regularização da superfície com argamassa e colocação de tela de reforço. O sistema de pintura externa inclui a limpeza com jato de alta pressão, a aplicação de fundo selador, aplicação de massa acrílica e aplicação da tinta látex acrílica, recomendada para fachadas pela alta resistência. Foi considerada apenas a colocação de um vidro temperado incolor para proteção de algumas janelas e pintura sobre madeira. O vidro não deve ser colocado em todas as janelas para não tirar a possibilidade de ventilação natural dos ambientes. Demonstrativo dos resultados pretendidos em termos de economicidade e de melhor aproveitamento dos recursos humanos, materiais ou financeiros disponíveis A contratação de empresa para executar serviços para reparo do prédio da Ilha Fiscal, sob a responsabilidade administrativa do Abrigo do Marinheiro e da Organização Militar, acarretará benefícios positivos para todos os envolvidos no acordo: o contratante, os beneficiários difusos, para com o ambiente natural e para a sociedade como um todo. A contratação dos serviços de reparo constituirá em benefícios para a contratante como a motivação dos militares e servidores que desfrutarão de num ambiente funcional e limpo no desempenho de suas tarefas, redução no consumo de materiais para conservação e limpeza, economia de energias com água, energia elétrica, conforto térmico e transmissão de voz e dados. O ambiente natural e a população também se beneficiarão com a circulação dos recursos financeiros por meio do recolhimento dos tributos além da redução do consumo de energias elétrica e de água, de forma mais sustentável. O maior benefício, entretanto, é a manutenção e a preservação do patrimônio e do acervo existente, missão primordial desta Diretoria. Junte-se ao fato de que os prédios da Biblioteca, Arquivos e Museus são muito visitados por estudantes de Arquitetura, História e Belas Artes, além de possuir um público cativo de alunos de escolas de nível secundário. A recuperação dos prédios terá a fornecer mais subsídios histórico-culturais /culturais-artísticos e arquitetônicos para a formação desses futuros profissionais.

Acessibilidade

BEM IMÓVEL - RESTAURAÇÃO / PRESERVAÇÃO Acessibilidade física: Desenvolvimento do Projeto Executivo de Acessibilidade, documento que irá nortear a introdução de adaptações que promovam a acessibilidade física à Ilha Fiscal, tomando como referência a legislação e as normas técnicas relevantes, tais como os estipulados na Lei Federal nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000 e no inciso II do art. 27 do Decreto 5.761, de 27 de abril de 2006. Algumas das medidas a serem estudadas no projeto são: - a instalação de elevadores e/ou rampas internas e externas que garantam o acesso seguro e autônomo a idosos, pessoas portadoras de deficiência e/ou com mobilidade reduzida; - troca de parte do paralelepípedo externo por um percurso plano que facilite a locomoção; - o acesso nas embarcações terrestres e marítimas à Ilha Fiscal; e - adaptações necessárias aos banheiros e lanchonetes. Atualmente, a Ilha Fiscal não possui quaisquer recursos que possibilitem o acesso físico de pessoas com deficiências. Devido a isso e também pelas características físicas das edificações aqui tratadas, a execução do Projeto Executivo será efetuada nas etapas posteriores, quando já teremos em mãos as soluções a serem adotadas. Acessibilidade para deficientes visuais: não aplicável Acessibilidade para deficientes auditivos: não aplicável CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: o espaço onde serão realizas as atividades de mediação possui elevador, rampa, corrimões e banheiros adaptados. Acessibilidade para deficientes visuais: contratação de intérprete de LIBRAS para o evento (ABNT NBR 15599:2008) quando pessoas com deficiências auditivas se inscreverem e identificarem a necessidade do serviço no formulário de inscrição. Acessibilidade para deficientes auditivos: disponibilização de guia vidente de cegos (item 7.4.2 da ABNT NBR 15599:2008). Esta ação não irá gerar custos à proposta.

Democratização do acesso

BEM IMÓVEL - RESTAURAÇÃO / PRESERVAÇÃO III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22. VI - oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural. CONTRAPARTIDA SOCIAL III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22.

Ficha técnica

Departamento Cultural do Abrigo do Marinheiro - Proponente e Coordenação do Projeto O Departamento Cultural do Abrigo do Marinheiro (DCAMN), criado em 28 de dezembro de 1995, com sede e foro na cidade do Rio de Janeiro, foi estabelecido para dinamizar as atividades sociais de cunho cultural e recreativo do Abrigo do Marinheiro (AMN), fundado em 12 de outubro de 1919. É uma associação civil de direito privado, sem fins lucrativos e considerada de utilidade pública. Seu objetivo é promover, dirigir, incentivar e colaborar com as iniciativas e eventos de caráter cívico, cultural, social e recreativo, bem como despertar o apreço à Marinha e às tradições navais, contribuindo para criar e manter junto à sociedade uma consciência sobre a importância do mar para o País. Nesta função, o DCAMN tem estabelecido ao longo dos anos uma estreita parceria com a Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha (DPHDM), desenvolvendo e executando numerosos projetos conjuntos, como se seguem, dentre outros: - A revitalização museográfica parcial (Sala I) da exposição “O Poder Naval na Formação do Brasil”, no Museu Naval, em 2004; - a higienização, catalogação e informatização do acervo museológico da DPHDM, de 2004 a 2006, e novamente em 2007; - A modernização da área educativa do Museu Naval, em 2005; - diversos projetos cívico-educativo-culturais, desde 2005; e - a revitalização da Galeota D. João VI (patrimônio material tombado pelo INEPAC), em 2008. Entre as diversas ações desenvolvidas, elaboradas e/ou apoiadas pelo DCAMN, destacam-se, nos últimos anos, os projetos: “Museu Marítimo do Brasil - MuMa” (PRONAC 181084); “Projeto Escola” (realizado desde 1998 e em 2018 em parceria com a EMGEPRON e a Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro, via Lei Municipal de Fomento à Cultura); “Uma Tarde no Museu” (desde 2009, patrocinado pela Granado Pharmácias e atualmente captando recursos via Lei Federal de Incentivo à Cultura – PRONAC 190189); a visitação à Ilha Fiscal e ao Museu Naval; o Passeio Marítimo pela Baía de Guanabara; a editoração da Revista Marítima Brasileira e da Revista Navigator; a exposição “Amazônia Azul” no Aquário Marinho de Rio de Janeiro; a Campanha de Conscientização do Patrimônio Cultural Subaquático (2017 - patrocinado pela Vale); e diversas exposições temporárias e itinerantes como: "A História dos Jogos Olímpicos através dos selos", "De Martino no Brasil", "o Rio de Janeiro em Cartas Náuticas", "O Brasil e a MINUSTAH - 10 anos de paz no Haiti", e “Tamandaré – Patrono, Marinheiro, Homem”. Fábio Bittencourt Quirino (Diretor do DCAMN) Função: Supervisão do projeto e elo de ligação entre o proponente a instituição beneficiária (voluntário) Engenheiro Eletrônico pela Universidade Gama Filho e de Telecomunicações pelo Centro Federal de Tecnologia Celso Suckow da Fonseca. Especialização em Redes Locais de Computadores pela Universidade Estácio de Sá e em WEBDESIGN pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Auditor de Segurança da Informação Digital da Marinha do Brasil e Autoridade Certificadora da Infraestrutura de Chaves Públicas da Marinha do Brasil. Professor convidado de Sistemas de Informação nos MBA Executivo em Gestão de Pessoas da FUNCEFET e do IDHGE. Assessor de Tecnologia da Informação do Departamento Esportivo do Clube Naval. Rubricas emitidas pelo proponente: Custos administrativos / Captação de Recursos. As demais atividades realizadas pelo DCAMN e por seus dirigentes serão executadas em caráter voluntário. Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha – Direção Geral do Projeto Sediada no Rio de Janeiro e sob a direção do Vice-Almirante José Carlos Mathias, a DPHDM é responsável por promover estudos e pesquisas, consolidar e publicar documentação relativa à cultura marítima, conservar o patrimônio histórico e cultural da Marinha, promover intercâmbios com entidades públicas e privadas, nacionais e internacionais, envolvidas com a história e a cultura marítima. Sob sua administração estão a Biblioteca da Marinha, o Arquivo da Marinha, o Museu Naval, a Ilha Fiscal, o Espaço Cultural da Marinha, os navios-museus Bauru e Laurindo Pitta, o submarino-museu Riachuelo, o carro de combate Cascavel e o helicóptero-museu Sea King. Vice-Almirante José Carlos Mathias (Diretor da DPHDM) Função: Dirigente da instituição parceira do projeto e supervisão geral das atividades (voluntário) Formado pela Escola Naval fez aperfeiçoamento de Armamento para Oficiais – Centro de Instrução Almirante Wandenkol. Também fez curso no Comando e Estado-Maior, na Escola Superior de Guerra Naval, na Escola Superior de Guerra Naval e na Escola de Altos Estudos em Política e Estratégia, todos da Escola Superior de Guerra. Possui MBA em Planejamento e Gestão Estratégica – Fundação Getulio Vargas. É diretor da DPHDM desde 2016. As atividades de supervisão do projeto pela DPHDM serão executadas inteiramente em caráter voluntário e, portanto, não constam na planilha orçamentária do projeto.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2023-10-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro