| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 33931478000194 | SALOBO METAIS S/A | 1900-01-01 | R$ 2,00 mi |
| 33592510000154 | VALE S.A. | 1900-01-01 | R$ 1,00 mi |
| 27865757000102 | Globo Comunicações e Participações Ltda. | 1900-01-01 | R$ 900,0 mil |
| 24380578000189 | WHITE MARTINS GASES INDUSTRIAIS DO NORDESTE LTDA. | 1900-01-01 | R$ 524,5 mil |
| 48122295002572 | FMC TECHNOLOGIES DO BRASIL LTDA. | 1900-01-01 | R$ 500,0 mil |
| 65654303000173 | DIBENS LEASING S/A - ARRENDAMENTO MERCANTIL | 1900-01-01 | R$ 350,0 mil |
| 01425787000104 | REDECARD INSTITUICAO DE PAGAMENTO S.A. | 1900-01-01 | R$ 350,0 mil |
| 64858525000145 | Monsanto do Brasil Ltda. | 1900-01-01 | R$ 300,0 mil |
| 07658098000118 | Qualicorp Administradora de Beneficios Ltda | 1900-01-01 | R$ 250,0 mil |
| 04986320000113 | SER EDUCACIONAL S.A. | 1900-01-01 | R$ 245,0 mil |
| 14688220001640 | ULTRACARGO LOGISTICA S.A. | 1900-01-01 | R$ 229,0 mil |
| 61099834000190 | Arthur Lundgrem TEcidos S/A | 1900-01-01 | R$ 200,0 mil |
| 34597955000190 | WHITE MARTINS GASES INDUSTRIAIS DO NORTE LTDA. | 1900-01-01 | R$ 200,0 mil |
| 33311713000125 | Itaú Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A | 1900-01-01 | R$ 200,0 mil |
| 35820448000136 | White Martins Gases Industriais Ltda. | 1900-01-01 | R$ 163,5 mil |
| 46395687000102 | Bahiana Distribuidora de Gás Ltda. | 1900-01-01 | R$ 154,0 mil |
| 03071894000107 | VALGROUP AM INDUSTRIA DE MASTERBATCH LTDA. | 1900-01-01 | R$ 125,0 mil |
| 04807608000183 | VALGROUP AM INDUSTRIA DE EMBALAGENS FLEXIVEIS LTDA | 1900-01-01 | R$ 125,0 mil |
| 59274605000113 | Banco General Motors S.A. | 1900-01-01 | R$ 100,0 mil |
| 61602199000112 | COMPANHIA ULTRAGAZ S A | 1900-01-01 | R$ 33,0 mil |
| 24542953000140 | DUAL DUARTE ALBUQUERQUE COMERCIO E INDUSTRIA LTDA | 1900-01-01 | R$ 10,0 mil |
Esta proposta apresenta as atividades a serem realizadas no Paço do Frevo no biênio 2021-2022 contemplando as áreas de exposições, programação cultural, pesquisa e documentação, acessibilidade e programação educativa, além de considerar a manutenção e conservação do equipamento cultural.
Não se aplica.
Objetivo Geral? Adensar e ampliar as atividades oferecidas a diferentes públicos pelo Paço do Frevo, voltadas à difusão, registro e reflexão sobre o frevo, no âmbito de suas coordenações: Educativo e Programação, Música, Dança e Centro de Documentação Maestro Guerra Peixe, em estreita consonância com a política cultural do Município.? Transmissão de patrimônio imaterial, acesso às artes visuais e à música, e um local onde educadores, jovens, crianças e comunidade possam desenvolver potencialidades artísticas, valorizar e preservar o patrimônio cultural local.? Propiciar a troca de experiências, e a responsabilidade de esclarecimentos e colaboração da comunidade local e de visitantes, indo em direção a uma ação mais eficaz e urgente.? Gerar conhecimentos a respeito do Frevo por meio de pesquisa de artefatos, das referências e dos documentos históricos, bem como por meio da coleta de depoimentos e história oral de personalidades ligadas ao frevo;? Preservar a memória do Frevo por meio da catalogação, formação de banco referencial e conservação de documentos e artefatos simbólicos e representativos desse patrimônio cultural, contribuindo na perpetuação desse bem;? Difundir, de maneira educativa e prazerosa, os conhecimentos adquiridos e preservados no Paço do Frevo para o público em geral com vistas a fortalecer a identidade nacional: promover as agremiações, expor os conteúdos e acervos, realizar apresentações culturais, ampliar o conhecimento dos visitantes;? Formar o cidadão, por meio da educação patrimonial, no intuito de valorizar a identidade pernambucana e torná-lo corresponsável na preservação desse bem imaterial. Fortalecer a consciência e o sentimento de pertencimento ao patrimônio do frevo e suas expressões;? Promover a interação do frevo com outras expressões artísticas (música, dança, arte, teatro, cinema) contemporâneas, através da realização de ações de intercâmbio visando tanto a formação de públicos como de músicos, produtores e outros participantes da cadeia produtiva da música e da dança;? Promover a inserção cultural de pessoas com deficiência, com a realização de adequações espaciais visando a esta inserção no Paço do Frevo e, também, por meio da realização de ações voltadas especialmente para este público;? Tornar-se um espaço referencial e de encontro entre diferentes agentes do Frevo, nas suas mais diversas modalidades e possibilidades de expressão. Ser um equipamento de referência na produção de conhecimentos e reflexão a respeito da dinâmica desse patrimônio universal; ? Consolidar o Paço do Frevo como referência turística nacional e internacional de qualidade no Recife;? Adotar as medidas necessárias para garantir a salvaguarda do Frevo como Patrimônio Cultural Imaterial.I. DIFUSÃO/PROGRAMAÇÃO1.1 _ Exposições04 Exposições temporárias: ’A matéria do Imaterial’, ?10 anos do frevo como patrimônio da humanidade’. ?Lia de Itamaracá’ e ?A magia do Galo’.Manutenção da exposição permanente.1.2. Apresentações artísticas Sábado no Paço _ 24 apresentações por ano;Hora do Frevo _ 48 apresentações por ano;Arrastão do Frevo _ 12 apresentações por ano;Conexão Frevo _ 2 intercâmbios por ano;Roda de Frevo - 6 encontros por ano;Domingos de Sol _ Bailinho do Frevo - 6 apresentações por ano;Ensaios abertos _ 12 sessões por ano.II. AÇÕES FORMATIVAS (ver programa pedagógico anexado no Salic)2.1. Cursos de Música:1. Manejo de softwares na criação de Arranjos e Composições; 2. Composição e Orquestração para Frevo de Rua; 3. Orquestração de Banda Sinfônica Aplicada ao Frevo;4. Harmonia Modal e sua aplicação ao frevo; 5. Prática de Orquestra de Frevo de Rua;6. Prática de Orquestra de ?Pau e Corda?:; 7. Técnica Vocal; 8. Canto coral; 9. Produção musical;10. Escrita para cordas friccionadas aplicada ao Frevo;11. Oficina de Percussão: Frevo + Ritmos Nordestinos;12. Oficinas de curta duração.2.2. Cursos de Dança:1. Regular de frevo (iniciante, intermediário e avançado); 2. Frevo Pilates;3. Frevo Improviso;4. Frevo Cinquentão; 5. Frevo e Capoeira;6. Frevo Aprendiz; 7. Vivência ?Vamos Cair no Passo’;8. Danças Brasileiras; 9. Do Passo para a evolução do corpo (intensivo); 10. Laboratório corporal criativo;11. Oficinas e aulas experimentais;12. Sotaque de Mestres e Mestras2.3. Outros cursos:1. Oficina de Adereços Carnavalescos; 2. Maquiagem artística para o carnaval; 3. Confecção de estandartes e flabelos;4. La Ursa - Economia Criativa do Frevo;5. Escola Itinerante de FrevoIII. MEMÓRIA E COMPOSIÇÃO DE ACERVOS - Centro de Documentação Maestro Guerra Peixe - manutenção IV. PUBLICAÇÕES6.1 _ 08 títulos (catálogos e cadernos didáticos) impressos, com tiragem de 1.000 exemplares cada; 03 títulos em E-book.
O Paço do Frevo, inaugurado em fevereiro de 2014, a partir de uma iniciativa uma iniciativa da Prefeitura do Recife e da Fundação Roberto Marinho, nasce com o propósito de se afirmar como um espaço de referência cultural, arquitetônica e histórica para todo o País, contribuindo para perpetuar a riqueza do frevo, um dos principais ícones da identidade pernambucana, reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil (IPHAN) e Patrimônio Imaterial da Humanidade (UNESCO). Constitui-se num espaço dedicado à difusão, pesquisa, lazer e formação nas áreas da dança e música do frevo, visando propagar sua prática para as futuras gerações. Enfim, um equipamento âncora para a salvaguarda do Frevo. Tombado pelo IPHAN e parte integrante da história da cidade, o edifício sediou a Western Telegraph Company até 1973 e hoje se transforma num palácio para o Frevo. Como resultado do Plano Integrado de Salvaguarda do Frevo, este complexo cultural é acompanhado pelo Comitê Gestor de Salvaguarda do Frevo, eleito em 2011 em caráter provisório e renovado em abril de 2013 em caráter permanente. O Comitê Gestor é formado por produtores e brincantes de frevo, além de representantes de diversas instituições governamentais e da sociedade civil gestoras de cultura e segue a orientação do IPHAN como ação permanente para salvaguarda dos bens chamados "imateriais". Portanto, mais do que preservar, no sentido protecionista, a principal tarefa é a de possibilitar a fruição, a difusão e a dinamização, trazendo para a contemporaneidade seus valores, formas e conteúdos. Isto implica, por sua vez, num investimento na convivência e reflexão, experimentação e renovação, criação e difusão. Para tanto, importa abrir uma possibilidade concreta de projetos de diversas ordens e intensidades que estimulem o desenvolvimento de iniciativas direcionadas à memória, inovação e criatividade. Um grande desafio apontado e experimentado é a modelização de novos negócios que vai muito além de adequar o frevo ao mercado, ativando e desenvolvendo novos produtos e novas cadeias criativas e econômicas. Temos, nesse caso, enfrentado o desafio, primeiro, de modificar o modelo mental dos produtores de frevo, segundo, articular novas possibilidades de configurações do frevo e, consequentemente, gerar novos produtos culturais. Por outro lado, é fundamental perceber o campo de oportunidades possivelmente geradas numa nova inserção do frevo em circuitos internacionais de produção, programação, comercialização, formação e difusão, na realização de negócios e de intercâmbios. Temos, ainda, a necessidade de realizar Programas de qualificação _ repertório, profissionalização, transmissão e atualização, renovação do gênero e renovação de plateia, organização de carreiras. Sem dúvida, todo este empreendimento não é possível sem uma organização e articulação de uma Rede sociocultural do Frevo que permita, de maneira sistêmica, promover o desenvolvimento de territórios criativos e incubadoras dedicadas à Forma de Expressão. Por fim, apesar do curto período de atuação, compreende-se que o caráter desenvolvimentista do Paço do Frevo está, exatamente, na sua capacidade de promover os atores e artistas do frevo como protagonistas de um novo momento para a expressão-patrimônio, subsidiando e potencializando seu acontecimento e, principalmente, sua continuidade. Em curto período de existência, o Paço já ocupa uma relevante posição, não só no projeto de revitalização do bairro do Recife, sendo um de seus principais atrativos, como também equipamento público âncora na cena cultural da cidade. O Centro Cultural estabeleceu recordes de visitação, levando mais de 260 mil pessoas a conhecer e aumentar o seu encantamento com o frevo. Esteve presente, ativamente, no calendário de grandes eventos culturais da capital pernambucana, como a Mostra Brasileira de Dança, Festival Internacional de Dança do Recife, Janeiro de Grandes Espetáculos e o Porto Musical. Construiu uma programação intensa, com mais de 200 eventos culturais, contribuindo para que o frevo seja vivenciado, renovado e fortalecido durante o ano inteiro, incentivando o mercado e promovendo a sua salvaguarda. Desse modo, foi permitido combater a tão questionada sazonalidade da expressão. Demonstrou-se que o Frevo é um grande ativo e que há um campo de oportunidades a ser explorado, de profunda ressonância social, imenso repertório simbólico e potencial econômico. No campo da formação e da pesquisa, o Paço do Frevo promoveu duas edições do Encontro de Pesquisadores do Frevo, que mobilizou a participação de músicos, dançarinos, produtores, artesãos, pesquisadores, escritores e demais interessados na cultura do frevo. Investiu também em formações periódicas para o quadro de funcionários da instituição, assim como investiu em formação especializada sobre acessibilidade, dando visibilidade a públicos. Também realizou mais de 80 cursos e oficinas na Escola de Dança e na Escola de Música, que atraíram mais de 1500 alunos, tanto do público local quanto de turistas. No biênio, espera-se manter, porém expandindo, as conquistas, principalmente quando se trata do desenvolvimento de públicos, formação de plateias e ativação da cadeia criativa e produtiva do Frevo. Pretende-se, portanto, a depender dos fatores agregadores, amplificar e consolidar as parcerias institucionais, explorando as cooperações técnicas; investir em ações de fomento e intercâmbio, propiciando, assim, um maior troca de propostas, ideias e pensamentos; ampliar a ação de difusão de memórias, conhecimentos e conteúdos relacionados ao frevo e ao patrimônio cultural imaterial; explorar os canais de comunicação e difusão, investindo, especialmente, na operação da Rádio Paço do Frevo (online); desenvolver produtos culturais e conteúdos; empreender estratégias curatoriais e expográficas; aferir e produzir indicadores socioculturais e econômicos; Buscar-se-á, portanto, consolidar e amplificar, do ponto de vista institucional e programático, a convivência e reflexão, experimentação e renovação, criação e difusão, abrindo possibilidades concretas para o desenvolvimento de iniciativas direcionadas à memória, inovação e salvaguarda deste patrimônio imaterial. Sobre o Espaço Cultural O Paço do Frevo constitui-se num Centro de Referência que busca promover e consolidar o frevo como referência cultural, nacional e internacional, contribuindo para a valorização e salvaguarda em todas as suas práticas, representações e expressões. Em parceria com as diversas comunidades, grupos e indivíduos, realiza, a partir de processos colaborativos e participativos, ações que permitem a difusão da memória, a indução e desenvolvimento da cadeia criativa e a catalisação de novas experiências e transformações, revelando, assim, novos lugares, pensamentos, discursos e imagens do frevo. Trata-se, portanto, de um ambiente, de convergência e irradiação, voltado ao encontro, convívio e descoberta. Lugar vivo e democrático com uma programação inspirada na energia e vitalidade do frevo. Um espaço para estar, estudar, criar, experimentar e vivenciar o rico universo de histórias, personalidades, memórias e linguagens artísticas, contribuindo para a salvaguarda do frevo em todas as suas práticas, representações e expressões, e para o respeito às diversas comunidades, grupos e indivíduos. Um centro de sonhos e desejos, de arte e educação, de estética e política, da tradição e inovação, um lugar simbólico e vivencial, mutante por natureza e por vontade, com uma fisionomia e uma arquitetura pessoal. Na perspectiva de assegurarmos a continuidade desse tipo de ações, propomos este Plano. Fundamentando-nos nas experiências positivas, analisadas através de formulários qualitativos respondidos pelos diferentes públicos de nossas atividades, apresentamos a seguir tanto a continuidade de algumas atividades como sua expansão, além das novas propostas, que visam complementar e ampliar o campo de atuação do Paço do Frevo. A ideia, ao final de 2022, é consolidar-se como Centro de Referência do Frevo - difusor da memória, indutor da cadeia criativa e catalisador de novas experiências e transformações. Centro de Documentação e Memória Maestro Guerra Peixe O Centro de Documentação Maestro Guerra Peixe é dedicado à pesquisa, guarda e divulgação de documentos, pesquisas, partituras, vídeos e outros meios, assegurando ao frevo um local de referência sobre o tema. Tem atendido a uma ampla gama de pesquisadores, envolvidos ou não com a academia, que participam das atividades promovidas pelo centro, além de utilizarem o espaço como referência na busca por fontes de pesquisa em diversas mídias. No biênio esperamos ampliar seu campo de atuação e consolidar este espaço como centro de pesquisas, irradiador de novas descobertas sobre o frevo e fomentador de outros olhares sobre esta manifestação cultural. Nesse contexto, promove a produção, busca, sistematização, organização, armazenagem, preservação e acesso de documentos, conteúdos e informações relativos ao universo (histórico, antropológico, social, cultural e político) do frevo. Escola de Música Parte das ações afirmativas do Paço do Frevo que objetivam a salvaguarda, formação, produção, difusão e fruição do Frevo, como identidade cultural pernambucana, a Escola de Música permite, a partir do ensino e da pesquisa, um contato sistematizado com a música do frevo, em suas diversas linguagens e modalidades, oportunizando, assim, a formação de músicos e a criação de novos repertórios, além de contribuir, de forma eficaz, para desenvolvimento, manutenção e continuidade do Frevo. Focada no cumprimento dessa missão, nela, são ofertados para músicos profissionais e estudantes de música, cursos avançados nas áreas de Interpretação, Prática de Orquestra, Harmonia Funcional e Orquestração e Arranjo. Para o público em geral são ofertadas oficinas de Técnica Vocal e Percussão como forma de possibilitar o acesso à grade de cursos pela comunidade leiga na leitura e escrita musical ou que estejam na fase inicial dos estudos. Todas as ações voltadas à cadeia produtiva da música estão direcionadas ao processo contínuo de qualificação profissional, consolidação do mercado de trabalho e desenvolvimento de público. Vale comentar que, além dessas atividades, a Coordenação também promove encontros, simpósios e seminários, sempre buscando adensar as reflexões sobre o frevo. Escola de Dança A Escola de Dança do Paço do Frevo, busca oferecer atividades direcionadas ao estudo, formação, transmissão e difusão da dança do frevo, propiciando as condições favoráveis ao estímulo e desenvolvimento profissional, físico, social e cultural. Propõe-se, nela, tecer e amplificar as múltiplas redes, técnicas e repertórios que existem no universo sociocultural do frevo, em sua heterogeneidade e complexidade, princípios, modalidades e princípios, articulando, desse modo, as dimensões de arte, educação e sociedade. Pretende-se, por consequência, estimular e potencializar as diferentes modalidades e formas, produções artísticas e propostas educativas vinculados ao frevo enquanto dança. No biênio propomos a ampliação destas atividades e a consolidação das ações exitosas, com vistas a seu aprimoramento e à consecução do objetivo principal do Paço do Frevo, que é assegurar ao frevo um local permanente para o estudo, difusão, reflexão sobre o frevo. Exposição de longa duração A Exposição de Longa Duração do Paço do Frevo situa-se no terceiro andar da instituição, onde são sintetizados visualmente e de modo experiencial o frevo. Este último andar do Paço se divide em três ambientes. O primeiro é voltado para a música; o segundo, para o passo; e o terceiro, o principal deles, para o frevo de forma mais ampla, unindo ritmo e dança de forma visceral. Nos dois primeiros, há duas salas individuais para projeção de vídeos produzidos especialmente para o Paço, uma dedicada à dança e outra à música. É no terceiro ambiente que a exposição ganha forma, celebrando os músicos, os passistas, os foliões, as costureiras, os santos e orixás protetores e mostrando que o frevo permanece vivo durante todo o ano, para além das performances do calendário carnavalesco. Tudo feito a partir do trabalho realizado pelas agremiações, que estão presentes tanto nas exposições como na programação. Na Exposição de Longa Duração está sintetizado o espírito participativo da instituição, que em pouco mais de um ano de atividade, recebeu uma quantidade expressiva de visitantes nesta e em outras exposições e atividades, atendeu milhares de estudantes e grupos ligados a programas sociais, realizou diversos cursos e oficinas nas áreas de dança e música, promoveu dezenas de apresentações culturais, estimulou pesquisas, estudos e debates, contribuiu com processos criativos de inovação junto a cadeia produtiva e com a minimização de impactos econômicos da histórica sazonalidade associada ao frevo. A solicitação de apoio ao projeto junto à Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura, através da Lei Federal de Incentivo, é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura em todo o País. Sobre o atendimento ao Artigo 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Sobre o atendimento ao Artigo 3º da Lei 8.313/91: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais.
Catálogo do Paço do Frevo: lombada quadrada com 120 páginas de miolo nas medidas 21x21cm fechado; capa em triplex 250g/m² com 4x0 cores; miolo fechado em Pólen 180g/m² com 4x4 cores. Coleção Mestres e Mestras do Frevo: lombada quadrada com 120 páginas de miolo nas medidas 21x21cm fechado; capa em triplex 250g/m² com 4x0 cores; miolo fechado em Pólen 90g/m² com 4x4 cores.
Os quesitos de acessibilidade previstos na legislação brasileira para idosos, pessoas com deficiência motora, auditiva e visual estão contemplados no Paço do Frevo. PLANO ANUAL Acessibilidade física: No âmbito físico e arquitetônico, conta-se com acesso a todos os andares do edifício por meio de elevadores e rampas, além de instalações sanitárias com utilização independente, e dispõe-se de cadeiras de roda que podem ser utilizadas gratuitamente pelos visitantes mediante simples solicitação a um dos funcionários. As experiências museográficas serão providas de mobiliário e equipamentos adequados à circulação de públicos específicos com deficiência. Acessibilidade para deficientes auditivos: visitas monitoradas com intérprete de LIBRAS. Acessibilidade para deficientes visuais: contamos com maquetes e objetos táteis previstos para a exposição de longa duração. CURSO / OFICINA / ESTÁGIO Acessibilidade física: No âmbito físico e arquitetônico, conta-se com acesso a todos os andares do edifício por meio de elevadores e rampas, além de instalações sanitárias com utilização independente, e dispõe-se de cadeiras de roda que podem ser utilizadas gratuitamente pelos visitantes mediante simples solicitação a um dos funcionários. Acessibilidade para deficientes auditivos: prevemos a presença de intérprete de LIBRAS. Acessibilidade para deficientes visuais: contamos com profissionais especializados para a condução e participação de público com deficiência visual. APRESENTAÇÕES MUSICAIS Acessibilidade física: No âmbito físico e arquitetônico, conta-se com acesso a todos os andares do edifício por meio de elevadores e rampas, além de instalações sanitárias com utilização independente, e dispõe-se de cadeiras de roda que podem ser utilizadas gratuitamente pelos visitantes mediante simples solicitação a um dos funcionários. Acessibilidade para deficientes visuais: contamos com profissionais especializados para a condução e acomodação de público com deficiência visual. Acessibilidade para deficientes auditivos: prevemos a presença de intérprete de LIBRAS. ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade física: No âmbito físico e arquitetônico, conta-se com acesso a todos os andares do edifício por meio de elevadores e rampas, além de instalações sanitárias com utilização independente, e dispõe-se de cadeiras de roda que podem ser utilizadas gratuitamente pelos visitantes mediante simples solicitação a um dos funcionários. Acessibilidade para deficientes visuais: contamos com profissionais especializados para a condução e acomodação de público com deficiência visual. Acessibilidade para deficientes auditivos: prevemos a presença de intérprete de LIBRAS. CATÁLOGO Acessibilidade física: não se aplica. Acessibilidade para deficientes visuais: prevemos a disponibilização do conteúdo em audiolivro. Acessibilidade para deficientes auditivos: não existe qualquer impedimento para deficientes auditivos.
O Paço do Frevo funciona de terça a domingo sendo das Segundas às Sextas-feiras, das 9h às 17h; nos sábados e domingos das 14h às 18h; fechando ao público às segundas-feiras. Oferece ampla gratuidade que busca contemplar públicos em situação de vulnerabilidade social, incentivar educadores e estudantes, contemplando também idosos (acima de 60 anos), menos de 05 anos, escolas municipais e estaduais em visita agendada, agremiações e atores do frevo. Às terças e no primeiro domingo de cada mês, o acesso é gratuito a todos. Para atendimento ao Artigo 21 da IN 02/2019: Produtos Plano Anual; Catálogo Optamos pelo Inciso I, será distribuído no mínimo 20% dos ingressos gratuitamente para entidades de assistência a deficientes e população em vulnerabilidade social, mediante solicitação; Produtos Apresentação Musical; Curso / Oficina / Estágio; Espetáculo de artes cênicas; Optamos pelo Inciso IV para permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão.
O proponente será responsável pela COORDENAÇÃO GERAL (remunerado pela rubrica de mesma nomenclatura) e por todo o processo decisório para o projeto, e possui aptidão comprovada na gestão administrativa, financeira e operacional, como pode ser verificado nos projetos realizados PRONAC 158750, 163777, 175464, 184416 e 192583. CCORDENAÇÃO GERAL: IDG – INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO E GESTÃO O Instituto de Desenvolvimento e Gestão – IDG é uma organização sem fins lucrativos dedicada a promover a melhoria e modernização da gestão de centros culturais. Criado por um conjunto de arquitetos, engenheiros, e técnicos do Recife, um renomado grupo de gestores e técnicos está a frente de sua administração visando criar e consolidar um processo de desenvolvimento de projetos e gestão de espaços e equipamentos culturais públicos e privados. Este grupo foi responsável pelo desenvolvimento e gestão de iniciativas como o Museu da Língua Portuguesa, o Catavento Cultural e Educacional, e o Museu do Futebol, todos em São Paulo, além de inúmeros outros projetos na área de gestão cultural e educacional, incluindo os realizados pela Fundação Vale e pela Fundação Roberto Marinho, como a Casa de Paraty, Museu de Arte do Rio de Janeiro - MAR, Museu do Encontro Porto Seguro e Memorial do Rio Grande do Sul, entre outros. O IDG conta ainda com uma equipe especializada e multidisciplinar formada por um conselho gestor, bem como por equipes técnicas de profissionais com experiência em gestão de equipamentos culturais, constituídas para o atendimento de cada contrato de gestão assumido pelo Instituto. Atualmente o IDG é tem contratos com a Secretaria de Cultura do Município do Rio de Janeiro para a gestão do Museu do Amanhã; e com a Prefeitura Municipal do Recife para a gestão do Paço do Frevo. Henrique Oliveira – Diretor Executivo Graduado em Engenharia Civil e Matemática, Novembro 1983 UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO, São Carlos/SP. Especializações: Organizações Inteligentes, MIT/USA, PMBOK – Project Management Body of Knowledge – University of London, O&M na Gestão Corporativa – Universidade do Tennesse/USA. É atualmente Diretor de Operações e Finanças do IDG. Ocupou em 2014/2015 o cargo de Chief Operanting Office (COO), na empresa Jetset Inc. Miami/EUA; em 2009/2013 foi Diretor Administrativo Financeiro da AAPG – Associação Amigos do Projeto Guri, São Paulo; em 2007/2008 foi Diretor de Operações Worksheep Refinaria de Açúcar, Limeira/SP; em 2000/2006 foi Diretor de Operações Btoben do Brasil Ltda, São Paulo; em 1998/1999 foi Gerente de Planejamento Estratégico e Captação de Recursos, Associação Saúde Criança Renascer, Rio de Janeiro. Roberta Guimarães – Diretora de Planejamento Diretora de Gestão e Planejamento do IDG. Doutora em economia pela UFRJ, trabalhou por 10 anos no setor público tendo atuado como Subsecretária da Casa Civil da Prefeitura do Rio de Janeiro entre 2009 e 2016. Nesta posição liderou diversos programas da alta gestão do Município tais como o Acordo de Resultados, Plano Estratégico do período 2012-2016 e Visão Rio 500, coordenou o Cartão Família Carioca e o Rio Mais Fácil, programa premiado pelo Sebrae em 2016. Por dois anos, entre 2007 e 2009, trabalhou na Secretaria de Fazenda do Estado do Rio de Janeiro. Foi professora de Economia na UFF e trabalhou na fundação da ONG Rio Como Vamos. PAÇO DO FREVO Nicole Costa - Gerente Geral Mestre e doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Antropologia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Brasil. Especialista em Arte-Educação pela Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP). Coordenadora Cultural voluntária da Central Única das Favelas de Pernambuco (CUFA-PE), criando e realizando ações formativas e reflexivas em cultura. Realizou atividades como arte-educadora em instituições museais no Recife desde 2000, em museus como Instituto Ricardo Brennand e nas galerias de arte da Fundação Joaquim Nabuco. Coordenou o Curso de Bacharelado em Artes Visuais nas Faculdades Integradas Barros Melo entre abril/2010 e fevereiro/2013. Realizou consultoria educativa para a Fundação Roberto Marinho, em programas de formação de professores. Tem experiência na área de Artes, atuando e pesquisando nos seguintes temas: antropologia (através de pesquisas acerca do graffiti e do campo da arte, com ênfase no colecionismo) e arte-educação (com foco na criação de atividades educativas em instituições museais). TODOS OS ARTISTAS E PROFISSIONAIS TERCEIRIZADOS SERÃO SELECIONADOS DURANTE A FASE DE PROGRAMAÇÃO. NOS COMPROMETEMOS A ATUALIZAR AS INFORMAÇÕES NO SALIC ASSIM QUE FOR POSSÍVEL.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.