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O projeto DUAS CIDADES alia arte a ação social em dois dias de festival de música e projeções visuais no Museu de Arte Moderna da Bahia - MAM em Salvador. Tem como objetivo a valorização da diversidade cultural brasileira por meio da representação de causas sociais, diversidade do nosso povo e luta por direitos de existência. Põe em discussão e evidencia as diferenças sociais presentes na "cidade alta" e na "cidade baixa" em Salvador na Bahia, através de um festival de música e artes visuais.
Geral: Tem como objetivo a valorização da diversidade cultural brasileira por meio da representação de causas sociais, diversidade do nosso povo e luta por direitos de existência. Por em discussão e evidenciar as diferenças sociais presentes na "cidade alta" e na "cidade baixa" em Salvador na Bahia, através de um festival de música e artes visuais, mapeando as mais diversas manifestações do cenário contemporâneo, entre a tradição e as novas tendências. Específicos: Realização da 1ª edição do Festival Duas Cidades em duas noites com show montado com vista para a Baía de Todos os Santos, que acontecerá em um dos lugares mais emblemáticos da cidade, o Museu de Arte Moderna da Bahia. Do local é possível ver as duas cidades ao mesmo tempo o Corredor da Vitória e Gamboa. Duas cidades com realidades completamente distintas e que evidenciam as questões sociais as quais influenciam no criar artístico do povo soteropolitano. 1ª Noite: Portella Açúcar l Veko Araújo e A Outra Banda da Boca: A banda surge no Centro de Artes ABOCA (Associação Baiana e Observatório de Cultura e Arte), que nasce da ocupação de ruínas no Santo Antônio Além do Carmo, através do desconhecido mundo do fotógrafo e pesquisador Vinícius Lima, que diante das destruições físicas e abstratas da nossa cidade, se atira para uma batalha épica e quixotesca, tendo apenas como arma a sua efervescente mente criativa. A Banda, que tem como vocalistas Portela Açúcar e Veko Araujo, integrantes do Cortejo Afro, abre as noites de quartas da casa, levando música afrobaiana com referência a artistas que representam a cultura do povo preto da cidade. Baiana System: O BaianaSystem é um projeto musical formado em 2009 com o objetivo de encontrar novas possibilidades sonoras para a guitarra baiana, instrumento criado em Salvador - Bahia nos anos 1940 e que foi responsável pela criação do trio elétrico. O grupo musical tem como referência o rock e reggae brasileiro. Em 2016, BaianaSystem ganhou visibilidade internacional com a faixa "Playsom". A canção faz parte do segundo álbum do grupo, Duas Cidades, música que inspirou o Festival Duas Cidades. A banda ganhou ainda o prêmio de melhor álbum de Rock ou de Música Alternativa em Língua Portuguesa, com o disco O Futuro não demora, na 20ª edição do Grammy Latino, em 14 de novembro de 2019 2ª Noite: Nara Couto: Foram através das batidas do bloco afro Ilê Aiyê, no bairro do Curuzu, onde nasceu a cantora Nara Couto, que a artista começou a pesquisar, ainda adolescente, sobre a origem da cultura afro-brasileira e a relação da musicalidade baiana com o continente africano. Dançarina de formação, especializada em dança afro contemporânea, Nara atuou no Balé Folclórico da Bahia e acompanhou grandes artistas da Axé Music, em turnê pelo mundo, como Daniela Mercury, Ivete Sangalo e Margareth Menezes. Após nove anos como bailarina, começou a atuar como backing vocal, acompanhando diversos artistas, até ingressar na Orquestra Afrosinfônica em 2009, como vocalista mezzo soprano. A pesquisa de Nara Couto sobre o continente africano começou a se fortalecer depois da artista viajar pelo mundo e alguns países da África conhecendo a dança e música, juntando esse tempo de estudo com a compreensão de que existe uma memória genética muito forte, que precisava ser aproximada ainda mais, entre esses dois mundos/irmãos. Todo o trabalho realizado com o Balé Folclórico da Bahia e, posteriormente, com a Orquestra Afrosinfônica deu a Nara uma carga afetiva e uma experiência empírica que faz do trabalho musical desta artista uma das grandes ‘jóias’ da nova música produzida na Bahia. Xênia França: é uma cantora baiana. Foi indicada ao Latin Grammy 2018 pelo seu álbum de estréia Xenia, e também pela música Pra que me chamas? , a qual se tornou mais conhecida do público com o videoclipe dirigido por Fred Ouro Preto e lançado em seu canal de youtube. Inserida em um cenário artístico de resgate e propagação da cultura Afro-Brasileira, a cantora se transformou em referência de empoderamento e comportamento feminino, principalmente para as mulheres negras. Integrou durante 7 anos a banda paulistana Aláfia.Já se apresentou nos principais festivais brasileiros como Recbeat, Coala, Coma, Queremos, entre outros. Em setembro de 2019, fez um duo com o cantor inglês Seal no palco Sunset do Rock in Rio. Em 2018 subiu ao palco do Summerstage no Central Park, em Nova York um dos mais importantes festivais dos Estados Unidos. Se apresentou também na Philadelphia e no Teatro Pablo Toblón em Medellín, na Colombia. Foi indicada ao Women Music Award 2018 nas categorias Melhor Videoclipe e também Melhor Show. O festival conta com instalações e projeções visuais criadas especialmente especialmente para o projeto. O Coletivo Psiu é a união poética no olhar do fotógrafo Pis Santos, com as cores do artista Igor Melo e as palavras da redatora Ludi Ventura. Tudo isso, forma e transforma o Coletivo Psiu em uma impactante intervenção no cinza dos dias e das cidades. Lambe lambe nas ruas, pôsters em áreas de publicidade no metrô de Salvador, projeções mapeadas em prédios públicos, e é assim que colore as esquinas da cidade. O grupo participou do festival de projeções SSA Mapping, em Salvador. Realizar um workshop de Lambe-Lambe: O workshop ensina o uso do lambe-lambe como ferramenta para expressão de ideias e diálogos artísticos, nos processos para a confecção de cartazes e colagem de cartazes. É um espaço para reflexão sobre o uso de várias linguagens artísticas para produção de conteúdo pensando a melhor interação com o cenário urbano. Conversa Performática: Especulação imobiliária, sobrevivência na selva de pedra, divisões sociais, diversões, comportamentos, forças da natureza, crenças, lutas, fé. está tudo aqui, presente.
O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91 II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; do Art. 1 da Lei 8313/91. Objetivos do Artigo 3 da Lei 8.313/91 que serão alcançados: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. A utilização da lei de incentivo para a realização do projeto é de suma importância haja vista que este busca valorizar a cultura popular brasileira, fortalecendo e ampliando o acesso da população aos bens e serviços culturais, apoiando a produção e a expressão cultural e fortalecendo a economia criativa, contribuindo para o desenvolvimento do país. conforme preconiza a lei 8331/91 e a instrução normativa nº 2, de 23 de abril de 2019. O projeto põe em discussão e evidencia as desigualdades sociais existentes na cidade de Salvador na Bahia e como estas diferenças influenciam no processo de criação artística de cada indivíduo, trazendo as dores e belezas do povo soteropolitano. Alia arte a ação social, além de promover os trabalhos de associações e grupos que utilizam a música e as artes visuais como meio de expressão artística, contribui diretamente com doação de 20% dos valor arrecadado com ingressos, promovendo a cultura de doação surgida no período de coronavírus, através de ações reais nas cidades atendidas pelo projeto. Contribui diretamente com ações sociais existentes na cidade e apoia grupos e coletivos que fazem atividades artístico-culturais, com intuito de fomentar a continuidade dessas manifestações. Por fim, planejar, viabilizar e executar o FESTIVAL DUAS CIDADES significa dar continuidade ao processo de teatralização da cidade, que ao reunir artistas de diferentes etnias, dinamiza a vida cultural da cidade e proporciona interações e trocas culturais de grande importância para o cenário local, conectando os baianos com a sua identidade e referências artísticas em um momento pós pandêmico que, sem dúvida, contribuirá para florescer esperança em suas almas.
O festival alia arte a ação social, além de promover os trabalhos de associações e grupos que utilizam a música e as artes visuais como meio de expressão artística, contribui diretamente com doação de 20% dos valor arrecadado com ingressos, promovendo a cultura de doação surgida no período de coronavírus, através de ações reais nas cidades atendidas pelo projeto. Nesta edição, dois importantes projetos que acontecem em Salvador recebem as doações, são eles: ABOCA - Associação Baiana e Observatório de Cultura e Arte O Centro de Artes ABOCA (Associação Baiana e Observatório de Cultura e Arte), nasce através do desconhecido mundo do fotógrafo e pesquisador Vinícius Lima, que diante das destruições físicas e abstratas da nossa cidade, se atira para uma batalha épica e quixotesca, tendo apenas como arma a sua efervescente mente criativa. Após ocupar uma ruína no Centro Histórico de Salvador, ele tornou sua morada a morada de várias expressões artísticas. Com o objetivo de praticar a mobilização popular, educar e incentivar novas formas de interpretações das nossas convicções históricas, artísticas e culturais. Aboca conta com espaço para a exibição de vídeos e palestras e uma galeria de arte diferenciada e com acervo próprio composto por obras de renomados artistas plásticos como Carybé, Carlos Bastos, Betty King, Waldomiro de Deus, Juarez Paraiso, Reginaldo Bonfim entre outros, proporcionando a todos o acesso direto a obras de arte, de forma gratuita, contribuindo para educação através da arte e do reaproveitamento de materiais, além de trazer semanalmente nomes importantes do cenário artístico, político e cultural nacional e internacional, através de projetos como o Quarta a Gente Arranja onde desde 2014 o cantor e compositor vanguardista e visíonário Jota Velloso em parceria com Vinícius Lima, Mestre Ras Ciro Lima e Coordenação da Produtora Liza Araújo, vem transformando os escombros desse antigo casarão no centro histórico de Salvador no maior laboratório embrionário da arte baiana, já marcaram presença nomes como: Armandinho, Paulinho Boca de Cantor, Mariene de Castro, Matheus Aleluia entre tantos. Circulando por lá estão entre artistas, escritores, produtores,fotógrafos, jornalistas, estudantes, professores... Pessoas com um gosto comum: o de ser tomado pela arte em todos os sentidos. Teatro Gamboa Nova Nasce em 2007, com o intuito de reanimar um espaço cultural muito querido e peculiar de Salvador, que já foi administrado e ocupado por grandes artistas de dentro e fora da soterópolis, desde 1974. Um lugar de intimidade, de troca, de parcerias e amizades, que faz com que muitos criadores possam iniciar seus processos de apresentação e divulgação de espetáculos, shows, exposições, filmes, performances, entre outras obras importantes para a dinâmica artística local. Cada projeto é avaliado para proporcionar a formação de novas plateias, com ingressos a preços populares, misturando linguagens, lançando novos talentos, abrindo espaço também ao longo destes anos para oficinas de formação. A ideia é construir uma estrutura coletiva, democrática desde sua administração. Assim, o artista não paga pauta e tem à sua disposição serviços técnicos de iluminação e sonorização, além do trabalho de produção e assessoria de comunicação.
PRODUTO: ESPETÁCULOS MUSICAIS ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos. *Não gerará custo haja vista a estrutura já faz parte do Museu de Arte Moderna da Bahia. DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras durante os shows. DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição. *Não gerará custo ao projeto. PRODUTO: WORKSHOP DE LAMBE-LAMBE ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos. *Não gerará custo haja vista a estrutura já faz parte do Museu de Arte Moderna da Bahia. DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras durante toda a atividade. DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição. *Não gerará custo ao projeto. PRODUTO: CONVERSA PERFORMÁTICA ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos. *Não gerará custo haja vista a estrutura já faz parte do Museu de Arte Moderna da Bahia. DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras durante toda a atividade. DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição. *Não gerará custo ao projeto.
PRODUTO: ESPETÁCULO MUSICAIS Trata-se de projeto cultural com cobrança de ingressos. A forma de distribuição dos produtos da proposta segue plano de Distribuição detalhado, visando assegurar a ampliação do acesso aos produtos, bens e serviços culturais produzidos. 20% (vinte por cento) dos ingressos para distribuição gratuita em caráter social para pessoa de baixa renda; 10% (cinco por cento) dos ingressos para distribuição gratuita por patrocinadores; 10% (cinco por cento) dos ingressos para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto. Em complemento, o proponente irá: Disponibilizar na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22, conforme previsto no art. 21, III da instrução normativa nº 2; Permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos e autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídia, conforme prevista no art 21, IV da instrução normativa nº 2.
FICHA TÉCNICA Proponente: Paulo Ricardo Lima Freitas Função: Produtor Executivo O produtor executivo irá cuidar das questões conceituais e técnicas, lidando com recursos humanos, artísticos, materiais, financeiros e de planejamento. Fará o intermédio entre o patrocinador e a agência de captação de recursos. Currículo Resumido: Produtor Cultural formado em Produção Cultural pela Faculdade Metropolitanas Unidas - FMU 2015 Fundador e Diretor do Centro Cultural Dona Nêga localizado no Povoado de Santo Antônio em São Domingos/BA. Atualmente é produtor executivo na 23ª Edição do Panorama Percussivo Mundial - PERCPAN, e no projeto Luz, Câmera, Sertão! no interior da Bahia e a 2ª Edição da Feira do Livro Infantil de Salvador/BA. Foi produtor executivo na Exposição Artemisa na Casa das Rosas, e produziu a 1ª Edição da Feira do Livro Infantil de Salvador, o projeto QualificAÇÃO Cultural no Litoral Sul da Bahia, a 22ª Edição do PERCPAN - Panorama Percussivo Mundial em Salvador, A 1ª e 2ª edição da mostra Antro Hilda Hilst, a mostra Buruquê, O rosa Valente no Sesc Bom Retiro, além de diversos outros projetos. Atuou por dois anos na Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo como analista, no Programa de Ação Cultural - ProAC ICMS. Na Secretaria do Município foi Supervisor de Programação do Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso. Leandro Veneza Santos Função: Produtor Ativista pelos direitos humanos, formado em Documentário pela Academia Internacional de Cinema de São Paulo, discente do curso de Comunicação em Produção Cultural pela Universidade Federal da Bahia e criador de conteúdo audiovisual para plataformas digitais, realizou a websérie documental “Nosso Povo é Amor” para a plataforma IGTV do Instagram (@leoveneza). A primeira temporada traz histórias que possuem como pano de fundo narrativas ligadas à comunidade LGBTQIA+, feminismo, gordofobia, pessoas vulneráveis, questões raciais, sociais e culturais. A segunda está em produção para lançamento no primeiro semestre. Criou ainda o projeto #ExperimentaBahia, também para o IGTV, no qual apresenta novas experiências culturais na cidade de Salvador/BA. No início de 2020, dirigiu o curta documentário “Sagradas”. O filme traz a história de duas mulheres trans, Érika Hilton, co-deputada pela Bancada Ativista em São Paulo, e Jaqueline Chanel, evangélica atuante e militante pelos direitos das pessoas trans, estando o lançamento programado para ocorrer em dezembro. Nos mesmo ano, executa a função de orientador do curso de produção audiovisual do Projeto Luz, Câmera, Sertão. Artistas e Grupos Função: Apresentações musicais Portela Açúcar l Veko Araújo e A Outra Banda da ABOCA: A banda surge no Centro de Artes ABOCA (Associação Baiana e Observatório de Cultura e Arte), que nasce da ocupação de ruínas no Santo Antônio Além do Carmo, através do desconhecido mundo do fotógrafo e pesquisador Vinícius Lima, que diante das destruições físicas e abstratas da nossa cidade, se atira para uma batalha épica e quixotesca, tendo apenas como arma a sua efervescente mente criativa. A Banda, que tem como vocalistas Portela Açúcar e Veko Araujo, integrantes do Cortejo Afro, abre as noites de quartas da casa, levando música afrobaiana com referência a artistas que representam a cultura do povo preto da cidade. Baiana System: O BaianaSystem é um projeto musical formado em 2009 com o objetivo de encontrar novas possibilidades sonoras para a guitarra baiana, instrumento criado em Salvador - Bahia nos anos 1940 e que foi responsável pela criação do trio elétrico. O grupo musical tem como referência o rock e reggae brasileiro. Em 2016, BaianaSystem ganhou visibilidade internacional com a faixa "Playsom". A canção faz parte do segundo álbum do grupo, Duas Cidades, música que inspirou o Festival Duas Cidades. A banda ganhou ainda o prêmio de melhor álbum de Rock ou de Música Alternativa em Língua Portuguesa, com o disco O Futuro não demora, na 20ª edição do Grammy Latino, em 14 de novembro de 2019 Nara Couto: Foram através das batidas do bloco afro Ilê Aiyê, no bairro do Curuzu, onde nasceu a cantora Nara Couto, que a artista começou a pesquisar, ainda adolescente, sobre a origem da cultura afro-brasileira e a relação da musicalidade baiana com o continente africano. Dançarina de formação, especializada em dança afro contemporânea, Nara atuou no Balé Folclórico da Bahia e acompanhou grandes artistas da Axé Music, em turnê pelo mundo, como Daniela Mercury, Ivete Sangalo e Margareth Menezes. Após nove anos como bailarina, começou a atuar como backing vocal, acompanhando diversos artistas, até ingressar na Orquestra Afrosinfônica em 2009, como vocalista mezzo soprano. A pesquisa de Nara Couto sobre o continente africano começou a se fortalecer depois da artista viajar pelo mundo e alguns países da África conhecendo a dança e música, juntando esse tempo de estudo com a compreensão de que existe uma memória genética muito forte, que precisava ser aproximada ainda mais, entre esses dois mundos/irmãos. Todo o trabalho realizado com o Balé Folclórico da Bahia e, posteriormente, com a Orquestra Afrosinfônica deu a Nara uma carga afetiva e uma experiência empírica que faz do trabalho musical desta artista uma das grandes ‘jóias’ da nova música produzida na Bahia. Xênia França: é uma cantora baiana. Foi indicada ao Latin Grammy 2018 pelo seu álbum de estréia Xenia, e também pela música Pra que me chamas? , a qual se tornou mais conhecida do público com o videoclipe dirigido por Fred Ouro Preto e lançado em seu canal de youtube. Inserida em um cenário artístico de resgate e propagação da cultura Afro-Brasileira, a cantora se transformou em referência de empoderamento e comportamento feminino, principalmente para as mulheres negras. Integrou durante 7 anos a banda paulistana Aláfia.Já se apresentou nos principais festivais brasileiros como Recbeat, Coala, Coma, Queremos, entre outros. Em setembro de 2019, fez um duo com o cantor inglês Seal no palco Sunset do Rock in Rio. Em 2018 subiu ao palco do Summerstage no Central Park, em Nova York um dos mais importantes festivais dos Estados Unidos. Se apresentou também na Philadelphia e no Teatro Pablo Toblón em Medellín, na Colombia. Foi indicada ao Women Music Award 2018 nas categorias Melhor Videoclipe e também Melhor Show. O Coletivo Psiu é a união poética no olhar do fotógrafo Pis Santos, com as cores do artista Igor Melo e as palavras da redatora Ludi Ventura. Tudo isso, forma e transforma o Coletivo Psiu em uma impactante intervenção no cinza dos dias e das cidades. Lambe lambe nas ruas, pôsters em áreas de publicidade no metrô de Salvador, projeções mapeadas em prédios públicos, e é assim que colore as esquinas da cidade. O grupo participou do festival de projeções SSA Mapping, em Salvador.
PROJETO ARQUIVADO.