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O projeto propõe a realização da primeira Semana de Cinema Negro de Belo Horizonte, que acontecerá no Cine Humberto Mauro/Palácio das Artes e Centros Culturais descentralizados. Serão apresentadas aproximadamente 30 sessões de cinema com entrada gratuita, além de sessões comentadas, debates e seminários divididos entre os espaços do Cine Humberto Mauro, Universidades Feredais e Escolas Municipais. Haverá a construção de uma plataforma on-line em que possam ser disponibilizados filmes que serão exibidos no festival, a iniciativa se deve a situação do COVID-19 que pode impossibilitar a ocupação de toda a capacidade das salas de cinema. As sessões comentadas e seminários também serão disponibilizados on-line. É esperado um público estimado de 5.000 pessoas para o evento. Serão exibidos filmes realizados na África, buscando conhecer os trabalhos cinematográficos realizados no continente e obras contemporâneas de realizadores negros do Brasil.
A Semana de Cinema Negro de Belo Horizonte realizara a sua primeira edição no ano de 2021. O principal objetivo do festival é solidificar a identidade negra e incentivar o intercâmbio cultural Brasil-África através de exibições, debates e seminários, promovendo relações entre realizadores negros brasileiros, africanos e da diáspora. Serão exibidos filmes nacionais e internacionais, clássicos e contemporâneos, em diversos formatos. Iremos produzir um catálogo com uma média de 250 páginas contendo não apenas informações sobre os filmes, mas também publicação de textos inéditos, entrevistas e de traduções, servindo de referência para pesquisadores, realizadores e cinéfilos. A programação será inteiramente gratuita.
OBJETIVO GERAL *Solidificar a identidade negra e incentivar o intercâmbio cultural Brasil-África através de exibições cinematográficas, debates e seminários, promovendo relações entre realizadores negros brasileiros, africanos e da diáspora. * Propor uma semana de exibições fílmicas e discussões sobre a compreensão do que é cinema negro na África e no Brasil. *Propor um intercâmbio entre filmes africanos e filmes brasileiros: filmes de países que sofreram com a diáspora, com filmes de um país que foi construído sobre a diáspora. OBJETIVOS ESPECÍFICOS *Apresentar aproximadamente 30 sessões de filmes, entre curtas e longas-metragens, ao longo de 7 dias no Cine Humberto Mauro/ Palácio das Artes. Programação totalmente gratuita. * Promover um seminário que trará uma reflexão acerca do cinema negro com debates e presença de especialistas e realizadores; * Publicar catálogo com informações (cerca de 250 págs) sobre os filmes, além de entrevistas e ensaios de autores nacionais e internacionais que apresentam uma discussão pertinente sobre o cinema negro. Serão impressos 700 cátalogos, que serão distrubuidos gratuitamente para o público do festival. * Realização de uma Oficina de Curadoria - A curadoria é um espaço de disputa do olhar, de formação do imaginário, de cura e também de construção de futuros. Serão ofertadas 15 vagas para a oficina, a escolha será feita através do envio de carta de intenção. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS * Como ação de contrapartida propomos realizar dez sessões de filmes, com debates. Iremos realizá-las junto a Universidades públicas federais e escolas municipais. As universidades previstas para abrigar tais ações são: Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG); Universidade Federal de Ouro Preto e sua sede em Mariana (UFOP) e Universidade Federal do Recôncavo Baiano (UFRB). Ação formativa cultural (contrapartida social): Serão contratados palestrantes para comentar as sessões. As ações serão presenciais e gratuitas, destinadas a alunos e professores de instituições de ensino, que visão a conscientização para a importância da arte e da cultura. Os filmes selecionados para exibição traram o cinema realizado por cineastas negros do Brasil e do continente Africano. Cada sessão contará com no mínimo 120 minutos de duração em cada universidade e escola Municipal. Será alcançado um público de 500 pessoas, entre estudantes e professores das redes federais e públicas de educação.
Com a Semana de Cinema Negro, temos a oportunidade de dar espaço para realizadores cinematográficos negros, que são invisibilizados pelo racismo estrutural em sua profissão e na difusão/ circulação de suas obras. A partir deste contexto do mercado e do cenário artístico e cultural do Brasil, vemos a necessidade da criação de espaços próprios para exibição desses filmes, como forma de trazer à luz esta cinematografia do país. Percebe-se um aumento na quantidade de filmes produzidos por pessoas negras no Brasil e na diversidade dos temas que eles abordam. Diretores negros têm diferentes formas de olhar e lugares como cinema, teatro, artes visuais, literatura, etc, permitem que pessoas negras resinifiquem seu passado e pensem em novos futuros. Heitor Augusto, no texto "Passado, presente futuro: cinema, cinema negro e curta-metragem", publicado no catálogo do FestcurtasBH de 2018, destaca algumas formas de olhar vindas de obras realizadas por cineastas negros brasileiros: "Raça ao centro", que é quando num amplo espectro estão, obviamente, as obras que tomam a questão racial, especialmente o racismo, como objeto focal do filme, em que a condição do negro está condicionada à relação com o branco; Temos também a "Raça como detalhe", que tem uma porção significativa de curtas, em especial os realizados por alguns pioneiros no formato trazendo o componente racial como detalhe. Seja na não-discussão do tema, seja na ausência de atores negros ou de elementos associados ao universo negro; Temos o "Registro documental", como o ato de contarmos nós mesmos as nossas histórias ainda representa um gesto político, entende-se a importância premente do documentário; Temos também o "Desejo narrativo", que é um espectro interessante de ser observado e destacado como muitos filmes almejam ocupar explicitamente o campo do cinema narrativo de ficção - o que explica, novamente, pelo desejo de nos vermos em tela; "Despertar racial", fenômeno de maior envergadura especialmente nos últimos 3 anos, diretamente conectado a uma ideia de empoderamento através da estética. Assumir o cabelo crespo, um dos marcadores da injúria racial no Brasil, apresenta-se com frequência. O que era motivo de chacota se transforma em orgulho e escudo. A mostra pretende falar para além das fronteiras brasileiras. Ter acesso ao cinema realizado no continente africano é um primeiro passo para entender nossa própria história, uma história negada ao povo negro no Brasil. Destacamos a importância da influência africana na formação da identidade da cultura brasileira em ver e pensar na construção de imagem realizada a partir do processo de colonização dos povos africanos, mostrando uma outra forma de ver e fazer cinema. Para estabelecer esta ponte entre o Brasil e o continente africano, utilizaremos como recorte o Fespaco. É importante destacarmos este festival por ele ser o maior da África, e por trazer produções de diversas partes do continente. A partir dos filmes exibidos lá, é possível promover um intercâmbio cultural Brasil-África. O Fespaco possui uma parceria com o Encontro do Cinema Negro, no Rio de Janeiro, festival idealizado por Zózimo Bulbul, que estabelece esta ponte Brasil-África. Procuramos trazer para Belo Horizonte esta mesma parceria. Compreendemos que as narrativas brasileiras vindas de cineastas negros são baseadas na diáspora dos povos negros e, a partir disso, pretendemos conhecer como são as narrativas dos povos de África e onde difere das produções brasileiras. Justifica-se apoiar esse projeto pois, apesar do país ter suas raízes ligadas ao continente africano a sua cinematografia ainda é muito desconhecida e inacessível para o público brasileiro. Fazer esta ponte é resgatar parte de um saber negado há décadas ao povo negro brasileiro: o saber de suas origens, de sua identidade, o acesso à pluralidade e diversidade de imagens, dizeres e culturas dos países africanos. Tem-se acesso à cultura europeia, norte-americana, e pouco se sabe sobre a cultura de países africanos. É importante descentralizarmos estas imagens, mostrar outras narrativas, oriundas de um lugar com vínculos profundos ao território brasileiro, para que possamos nos conectar com outras culturas e que possamos construir, a partir deste contato, a nossa própria identidade e as nossas próprias narrativas, sejam elas diaspóricas ou não. Beatriz Nascimento diz: "É preciso a imagem para recuperar a identidade. Tem-se que tornar-se visível. Porque o rosto de um é o reflexo do outro. O corpo de um é o reflexo do outro. E em cada um o reflexo de todos os corpos. A invisibilidade está na raiz da perda da identidade." Tendo em vista os argumento acima descritos, assim como a grande amplitude de atividades contempladas pelo festival, a presente proposta se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Por fim, em relação ao Art. 3° da referida norma, serão alcançadas as seguintes finalidades: realização de festival de arte, contemplado pelo inciso II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; e inciso IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
Tendo em vista o contexto atual devido a pandemia do COVID-19 e atendendo a uma demanda cada vez mais crescente de programação de conteúdo on-line, disponibilizaremos via plataforma streaming o festival on-line, que contará com um canal exclusivo de exibição na internet, disponibilizando a programação de filmes selecionados e um fórum composto por debates e comentários, podendo contar também com lives de cineastas, pesquisadores/as e curadores/as, brasileiros/as e estrangeiros, produzidas especialmente para esta finalidade. A ideia é ampliar o acesso ao festival e construir outros diálogos possíveis, trazendo ao público conversas com realizadores(as) e comunidades forma remota.
Publicação de um cátalogo com informações sobre os filmes, além de entrevistas e ensaios de autores nacionais e internacionais que apresentam uma discussão pertinente sobre o cinema negro. O catálogo do festival irá reunir informações sobre todos os filmes exibidos, com sinopses, fichas técnicas e fotos dosfilmes, além de informações sobre toda a programação do festival.Haverá uma sessão dedicada a ensaios, entrevistas e textos críticos, inéditos ou republicados mediante autorização dosautores. Os textos são selecionados e organizados em função de sua pertinência para a reflexão sobre os filmes e temas que iram ser discutidos no festival.‐ Tiragem: 700 exemplares. ‐ Número de páginas: 250 paginas, aproximadamente (o número de páginas pode variar).‐ Miolo: Papel Off set, 90 gr., duas cores. ‐ Capa: Off set, gramatura 120gr, 4X0 cores. ‐ Número de imagens: o número de imagens também varia de acordo com o número de filmes selecionados (uma vez que são incluídas imagens dos filmes, fornecidas pelos distribuidores e produtores dos mesmos). Idiomas: português e inglês (edição bilíngue), nas informações sobre os filmes, mostras, ensaios e entrevistas.‐ 10% para o patrocinador.- Exemplares serão distribuídos gratuitamente para o público do festival (isso corresponderia a aproximadamente 80% dos produtos).‐ Para ampliar ainda mais a difusão, o conteúdo do catálogo será disponibilizado, em formato pdf, no site criado para o festival.
Deficientes auditivos podem acompanhar os filmes internacionais através da legendagem eletrônica. Garantimos dentro da programação duas sessões com legenda descritiva que serão devidamente indicadas no material gráfico de divulgação. As sessões com legenda descritiva serão comentadas e contarão com tradução em linguagem de libras. Todos os dias do seminário contarão com tradução em linguagem de libras. Teremos uma sessão com audiodescrição.
O público deste evento é amplo e aberto. Não há pré-requisitos para participar do Festival, as sessões, debates, seminário e oficina serão abertos a toda comunidade. Haverá a construção de uma plataforma on-line em que possam ser disponibilizados filmes que serão exibidos no festival, as sessões comentadas e seminários também serão disponibilizados on-line no proprio site do festival e nas plataformas do facebook e no youtube, visando alncançar um público bastante mais ampliado e descentralizado geograficamente. Pelo fato de obras de vários estados da federação e de diferentes países serem veiculadas no festival, esse alcance será bastante significativo. Toda a programação é inteiramente gratuita. Publicar catálogo com informações (cerca de 250 págs) sobre os filmes, além de entrevistas e ensaios de autores nacionais e internacionais que apresentam uma discussão pertinente sobre o cinema negro. Serão impressos 700 cátalogos, que serão distrubuidos gratuitamente para o público do festival. Ação formativa cultural (contrapartida social): serão realizadas 10 sessões de filmes em universidades públicas federais e escolas municipais, serão contratador palestrantes para comentar as sessões. As ações serão presenciais e gratuitas, destinadas a alunos e professores de instituições de ensino, que visão a conscientização para a importância da arte e da cultura. Os filmes selecionados para exibição traram o cinema realizado por cineastas negros do Brasil e do continente Africano. Cada sessão contará com no mínimo 120 minutos de duração em cada universidade e escola Municipal. Será alcançado um público de 500 pessoas, entre estudantes e professores das redes federais e públicas de educação.
LAYLA BRAZ - COORDENAÇÃO GERAL Graduação em Cinema e Audiovisual no Centro Universitário Una (2016). Produtora, programadora e curadora de mostras e festivais de cinema. É produtora do forumdoc.bh – Festival do Filme Documentário e Etnográfico Fórum de Antropologia e Cinema desde 2014. Trabalhou na produção das Mostras de Cinema, “Território Ameríndio” (2015), “Política e Palavra no Filmes Documentário” (2016) e na “Mostra Cinema Português Contemporâneo - Às Margens da Indústria” (2017), que foram realizados em parceria com o Sesc em Minas Gerais. Foi Assistente de Programação e Editorial do Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte (2018 e 2019). Produziu a Mostra de Cinema Árabe Feminino (2019), que trouxe para o CCBB mais de 25 filmes entre curtas e longas-metragens que questionaram as expectativas quanto ao papel da mulher no Oriente Médio. Fez a seleção de filmes para a Mostra Contemporânea Brasileira do forumdoc.bh (2018/ 2019). Foi curadora da Mostra Brasil do Festival Internacional Curtas de Belo Horizonte (2019). É produtora do projeto Olhares Periféricos - Meu Território, meu cartão postal (2020). Produtora Executiva do Ciclo de Cinema e Narrativas da Diáspora Negra (2020). Em seus trabalhos fomenta a construção de um olhar que tenha como urgência trazer para o primeiro plano as narrativas e os corpos historicamente alijados, com atenção especial ao trabalho de pessoas negras. ANDREZA VIEIRA - PRODUÇÃO Graduação: Publicidade e Propaganda no Centro Universitário Una (2016). Atua como produtora na Associação Filmes de Quintal desde 2017.Integra a produção do forumdoc.bh: Festival de Filme e Documentário Etnográfico desde 2017 e Itinerância MG forumdoc. Assistente de Produção na Mostra de Cinema Árabe Feminino, realizada em parceria com o CCBB RJ, 2019. Assistência em Assessoria Financeira pela DIVERSIDADE GESTÃO E DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS: - Filme em processo de realização “As órfãs da Rainha” de Elza Cataldo- Filme em processo de realização “Yõg ãtak: meu pai, kaiowá” de Roberto Romero- Festival de Inverno de Itapecerica de 2018 ; Espaço Ampliar;- Mostra Retrospectiva Helena Solberg, realizada em parceria com o CCBB RJ, SP e DF, 2018.- Mostra Katsudo Shashin, Belo Horizonte, Marina Gazire, 2019.- Festival Rua Viva em Camanducaia, Camanducaia, Espaço Ampliar, 2019.- Projeto “Olhares Periféricos” em processo, Belo Horizonte, Arthur Medrado. JANAÍNA OLIVEIRA - CURADORA DA MOSTRA PRINCIPAL Doutora em História pela PUC-Rio e Fulbright Scholar no Centro de Estudos Africanos na Universidade de Howard, em Washington D.C. Pesquisadora e professora no Instituto Federal do Rio de Janeiro – Campus São Gonçalo, onde coordena o Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígena (NEABI). Realiza pesquisas centradas na reflexão sobre Cinema Negro, no Brasil e na diáspora, e também sobre as cinematografias africanas, sempre buscando conexões que possam incidir também na área da educação das relações étnicorraciais. Desde 2009, orienta o projeto de pesquisa “Cinegritude: reflexões sobre a invisibilidade das produções cinematográficas africanas e afro-brasileiras na contemporaneidade” que conta atualmente com duas bolsistas de iniciação científica (CNPq). Desde 2011 participa ativamente do FESPACO, Festival Panafricano de Cinema e Televisão de Ouagadougou e da JCFA, Journée Cinématographique de la Femme Africaine d’Image, ambos em Burkina Faso. Foi consultora do Ministério da Cultura e das Organizações das Nações Unidas. É membro também do CODESRIA (Conselho para o Desenvolvimento da Pesquisa em Ciências Sociais em África). Fez curadoria de filmes para as duas edições do Plateau – Festival Internacional de Praia, Cabo Verde. No Brasil, fez curadoria para a Mostra de Filmes Africanos do FINCAR - Festival Internacional de Cinema Realizadoras (PE), a 7a edição do Cachoeira Doc (BA), para o Diálogos Ausentes do Itaú Cultural - módulo de Audiovisual (SP) e para a 8a Semana dos Realizadores (RJ). Recentemente, realizou a curadoria da mostra “Soul in the eye – Zózimo Bulbul’s legacy and the contemporary Black Brazilian” para o 48º do Festival Internacional de Rotterdam (IFFR) na Holanda e é programadora da edição 2020 do The Flaherty Film Seminar nos Estados Unidos.É idealizadora e coordenadora do FICINE, Fórum Itinerante de Cinema Negro. TATIANA CARVALHO COSTA - CURADORA MOSTRA CONTEMPORÂNEA NACIONAL Graduada em Jornalismo (UFMG,1997), especialista em Jornalismo e Práticas Contemporâneas (UniBH, 2001) Mestre em Comunicação Social (UFMG , 2005). Realizadora audiovisual, roteirista e professora universitária. Desde 2007, é professora nos cursos de Jornalismo e Cinema e Audiovisual no Centro Universitário UNA onde coordena o projeto de Extensão Universitária PRETANÇA (desde março de 2016). Integra o movimento segundaPRETA desde março de 2017 e o grupo de estudos CORAGEM – Cor, Raça e Gênero – PPGCom/UFMG desde 2018. Atuou como integrante da equipes de curadoria em cinema nos seguintes festivais e mostras: curtas-metragens da 22ª Mostra de Cinema de Tiradentes (2019), 22º Festival do Filme Documentário e Etnográfico e Fórim de Antropologia e Cinema – forumdoc.br.2018 (2018), Mostra Sesc de Cinema – etapa estadual (2017 e 2019), CinePRETO (2018), Cinema de Fachada – teatro Espanca (2017), Festival Interamericano de Cinema Universitário - LUMIAR (2015 e 2019), 1ª Mostra de Cinema e Diversidade de Belo Horizonte TODXS DIVERSXS (2012). coordenação do júri jovem da 20º Mostra de Cinema de Tiradentes. É co-autora dos livros “Olhares Contemporâneos: Comunicação, Moda e Cinema” (editora IUS, 2011), “Mulheres Comunicam: Mediações, Sociedade e Feminismos” (editora Letramento, 2016) e "Respeito à diversidade e aos Direitos Humanos no ambiente escolar: experiências no ensino superior" (editora Letramento, no prelo). ANDRÉ DE NOVAIS OLIVEIRA - CURADOR MOSTRA CONTEMPORÂNEA NACIONAL Graduado em História pela Pontifícia Universidade Católica de Minas GeraisCinema pela Escola Livre de Cinema – Belo Horizonte Escreveu e dirigiu os curtas Fantasmas, Domingo, Pouco mais de um mês e Quintal e os longas Ela volta na quinta e Temporada. Juntos seus filmes foram selecionados e premiados em vários festivais como a Quinzena dos Realizadores em Cannes, Festival de Locarno, Rotterdam, Fid Marseille, Indie Lisboa, Mostra de Tiradentes e Festival de Brasília. Temporada, seu último longa-metragem, ganhou os prêmios de Melhor Filme, Melhor Atriz, Melhor Ator Coadjuvante, Melhor Direção de Arte e Fotografia no 51º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Como curador André já integrou a equipe de seleção em festivais como a Semana do Cinema do Rio(Antiga Semana dos Realizadores), BrasilCine – Festival de Cinema Brasileiro na Escandinávia além de ser programador da sala Cine Humberto Mauro em 2011, onde produziu e curou mostras como Perolas do Cinema Francês, Retrospectiva Sidney Lumet e Mostra Passou Batido. Desde 2009, André é sócio da produtora mineira Filmes de Plástico (www.facebook.com/filmesdeplastico). DIANA GEBRIM - GESTÃO FINACEIRA Advogada graduada pela Universidade Federal de Ouro Preto – UFOP – em 2003 (OAB/MG 124.322); Gestão Cultural pelo Centro Universitário UNA de Belo Horizonte. Sócia-fundadora da Diversidade Consultoria e da Piancó & Gebrim Assessoria Jurídica, desde 2006 atua como consultora jurídica e gestora de projetos na área de Leis e Mecanismos de Incentivo e Fomento à Cultura, Convênios (inclusive através do SICONV), Direitos Culturais, Autorais, da Moda, Entretenimento e do Terceiro Setor, tendo atuado em diversos longas-metragens, curtas-metragens, gravações de CDs, livros, festivais de música, de cinema e de artes integradas; trabalha com comunidades tradicionais (indígenas, quilombolas, congados, comunidades de matriz africana), participou de registros e pesquisas na área de patrimônio imaterial e conhecimentos tradicionais, dentre outras assessorias para projetos na área das artes, da cultura e do entretenimento.
PROJETO ARQUIVADO.