| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 17221771000292 | Ligas de Alumínio S/A - LIASA | 1900-01-01 | R$ 391,8 mil |
| 06981180000116 | CEMIG DISTRIBUICAO S.A | 1900-01-01 | R$ 150,0 mil |
"CRISTINA, 1300 / Affonso Ávila _ Homem ao Termo" propõe a realização de um documentário de 52 minutos, em Full HD, focado na obra do poeta e ensaísta Affonso Ávila, falecido em 2012, considerado um dos maiores intelectuais brasileiros. Composto por imagens raras e inéditas produzidas especialmente para esse fim (as gravações foram feitas durantes dois anos com o poeta) o documentário rompe o silêncio involuntário do poeta, abre as portas de sua morada, em espírito, para novamente receber àqueles que acreditam na força da poesia.
“CRISTINA, 1300 / Affonso Ávila – Homem ao Termo” trata-se da produção de um documentário de 52 minutos com direção do premiado cineasta Carlos Adriano. O filme será caracterizado por sua estrutura poética e natureza ensaística dedicado à poesia de Affonso Ávila, considerado um dos maiores poetas brasileiros do século XX, nascido em Minas Gerais Homem plural, em seu desempenho como poeta, intelectual, jornalista, ativista cultural, ensaísta e intérprete do país. Ávila é reconhecido, no Brasil e no exterior, por realizações crítico-teóricas como a sua inovadora e profunda revisão do barroco tropical brasileiro. Pela consistência e argúcia de suas análises estéticas. Por sua militância cultural. Por sua postura de cidadão comprometido com a transformação social, cultural e política do país em que nasceu. Um documentário que irá ser construído a partir de horas de gravações inéditas que foram feitas com o poeta, entre a casa quase mítica da Rua Cristina em Belo Horizonte e os monumentos históricos de Ouro Preto. O material se concentra em registros realizados, principalmente ao longo dos dois últimos anos de vida do poeta, e consiste em falas e imagens raras do poeta em sua casa, coisas colhidas em seu arquivo pessoal, conversas íntimas, oralizações de textos poéticos, etc. Partindo de seu universo, de seu processo mais íntimo de criação, de sua poesia irradiada a partir de sua casa da Rua Cristina 1300, em Belo Horizonte, o documentário surpreenderá pela linguagem inusual e por seu processo de edição que quer dialogar e repercutir a experimentação de sua poesia. Por tudo isso, é importante ressaltar que “CRISTINA, 1300 / Affonso Ávila – Homem ao Termo” não será um documentário de narrativa linear, como já destacado anteriormente. Mas, antes, um trabalho de desenho constelacional, articulando-se por meio de justaposições temáticas, nosso objetivo será construir um “ideograma” chamado Affonso Ávila.
O objetivo do presente projeto é produzir o documentário "Cristina, 1300 / Affonso Ávila - Homem ao Termo" com duração de 52 minutos dirigido por Carlos Adriano e Eleonora Santa Rosa.Para a criação do documentário os seguintes objetivos serão estabelecidos:- Pesquisar todo material bibliográfico do autor para seleção de poemas e apontamentos de temáticas que costuram sua vida e sua obra; - Decupar o material de arquivo registrado especificamente para o documentário;- Gravar entrevistas com artistas que conviveram com o autor ou se inspiraram na obra de Affonso Ávila;- Situar a obra de Ávila no horizonte de nossas reflexões culturais e estéticas, principalmente iluminando a luz sobre a sua prática poética; - Registrar leituras de poemas com personalidades que dialogam com a obra de Affonso Ávila;- Pesquisar recriações ou releituras de poemas de Ávila por outros artistas, em outras linguagens estéticas. Como na música experimental, por exemplo, com trabalhos de Gilberto Mendes e Willy Correia de Oliveira. Também no cinema e nas artes plásticas, assim como no "audiovisual" (no sentido antigo da expressão) de Frederico Morais, baseado em "Trilemas da Mineiridade". Um levantamento preliminar também indica que serão entrevistados Augusto de Campos, Silviano Santiago, Régis Bonvicino, Nelson Ascher, Júlio Castanõn Guimarães, Sérgio Sant'anna, Berenice Menegale, Carlos Ávila, dentre outros; - Editar e finalizar o documentário.
Affonso Ávila é reconhecido, no Brasil e no exterior, por realizações crítico-teóricas como a sua inovadora e profunda revisão do barroco tropical brasileiro. Pela consistência e argúcia de suas análises estéticas. Por sua militância cultural. Por sua postura de cidadão comprometido com a transformação social, cultural e política do país em que nasceu. Ensaísta, jornalista, crítico literário, sua trajetória exemplar foi marcada pela consciência crítica, pelo compromisso com a transformação social e politica, pelo rigor e pela atitude de vanguarda, sem jamais abdicar da coragem estética e da coragem criadora. Estranha e inexplicavelmente, a parte menos conhecida da obra de Affonso é a poesia. Daí a decisão de realizar o documentário CRISTINA, 1300 / Affonso Ávila _ Homem ao Termo. A poesia de Affonso é bastante lida, ouvida e comentada num grêmio também bastante reduzido de leitores. Não ultrapassou este círculo mágico de iniciados _ de poetas, conhecedores e estudiosos de poesia. Para dizer em poucas palavras, Ávila ainda é um poeta para poetas. Vamos realizar o documentário exatamente porque está mais do que na hora de ampliar esse público. De abrir o leque e alargar o horizonte da recepção e do consumo da poesia avilaniana. De promover uma divulgação maior dessa obra sólida e original. De romper o silêncio e resgatar o poeta e sua obra. Um fazer poético que tem muito de Minas, essa "pedra de amolar a poesia", no dizer de Benedito Nunes. Tanto tematicamente quanto na linguagem, com tantas coisas colhidas no _ e/ou retrabalhadas a partir do _ barroco. E que aparece para nós como um paradoxo, onde justamente o impessoal é o que particulariza. Ou, por outra: é no tipo de impessoalização discursiva que Ávila pratica que está a sua singularidade, a sua clara marca pessoal. Quanto ao nome do documentário, o próprio Affonso dizia que, na sua juventude, morava em Belo Horizonte, vivendo intensamente a vida da cidade. Mas que, com o tempo, passou a morar/viver na Cristina 1300: "Eu vivi nessa casa, Cristina 1300. E não em Belo Horizonte". Laís Correa de Araújo, sua mulher, poeta, ensaísta, tradutora, sua companheira em todos os sentidos, fala dessa casa como lugar de "abrigo e pouso", onde Affonso resguardava a sua identidade. E Carlos Ávila, filho do casal, também escritor (poeta e crítico): "...tradicional endereço onde tanta coisa foi pensada e criada, onde tanta gente foi recebida e a amizade cultivada; onde, por muitos, muitos anos, o poeta viveu ao lado da sua amada, também poeta. Onde o poeta viveu ao lado dos filhos e netos; dos muitos amigos e companheiros de trabalho e luta cultural". Mais: "Casa atapetada de livros e de afetos. Casa de muitas conversas e idéias; de almoços e jantares, de festas e natais memoráveis. Casa de artistas, de amores e valores, de encontros e descobertas". De certa forma, a casa da Cristina 1300 nos faz lembrar, do modo mais vívido possível, o que Hannah Arendt escreveu em A Condição Humana, ao dizer que, para os gregos antigos, um homem que não tinha uma casa não podia participar dos assuntos do mundo, "porque não tinha nele lugar algum que fosse propriamente seu". Buscamos, portanto, através deste Mecanismo de Incentivo estimular a produção artística, além de promover à cultura e a arte (inciso II). Criador de importantes movimentos literários e culturais, sendo, inclusive, um dos criadores do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais, o caminho e história de Affonso Ávila cruzam os de importantes figuras históricas como Juscelino Kubitschek e Tancredo Neves, Affonso Sant’Anna, Haroldo e Augusto de Campos, entre outros. Através desse documentário, nossa intenção é disseminar e eternizar os registros do pesquisador, ensaísta e poeta brasileiro Affonso Ávila e de sua importância cenário artístico brasileiro (inciso III).
N/A
Documentário, 52 minutos, Colorido, Full HD 1920 x 1080, com audiodescrição, libras e legenda descritiva. 500 dvds e 2 cópias DCP para exibição em salas de cinema.
Produto: DOCUMENTÁRIO ACESSIBILIDADE FÍSICA: O documentário, será exibido, sempre que possível, em salas que para atender às necessidades especiais de públicos específicos como pessoas com mobilidade reduzida e idosos. Como rampas de acesso e banheiros PNE. DEFICIENTES AUDITIVOS: O documentário contará com tradução em Libras e legenda descritiva. DEFICIENTES VISUAIS: O documentário contará com Audiodescrição.
Produto: DOCUMENTÁRIOA proponente se compromete a realizar as seguintes medidas visando a democratização do acesso:- Após a janela de festivais, o documentário será negociado para exibição em canais públicos e pagos de TV;- Disponibilização do documentário na internet após período de comercialização de pelo menos um ano;- Distribuição para circuito de cineclubes;- Previsão de algumas sessões gratuitas nos cinemas, em atividades de lançamento do filme e em festivais de acesso livre.- Produção de podcast (05 episódios x 1h de duração) com conteúdo inédito de leituras do poeta e entrevistas com convidados.- Produção de site para disponibilizar conteúdo inédito que não foi utilizado no filme, bem como apresentação de textos diversos sobre a vida e obra do poeta.Produto: CONTRAPARTIDA SOCIALSerão propostas em parceria com centros culturais da cidade de Belo Horizonte 02 (duas) exibições de lançamento para 200 pessoas (total), nas quais a proponente se compromete a realizar as seguintes medidas visando a democratização do acesso:- Entrada gratuita;- Bate-papo com diretores gravado e disponibilizado na internet.
PROPONENTE - Produção executiva: Santa Rosa Bureau Cultural DIRETOR: CARLOS ADRIANO ROTEIRISTA: ANTONIO RISÉRIO CO-DIRETORA E ROTEIRISTA: ELEONORA SANTA ROSA PROPONENTE - Produção executiva: Santa Rosa Bureau Cultural O Santa Rosa Bureau Cultural foi fundado em 1998. Uma das mais conceituadas agências de desenvolvimento de projetos culturais estratégicos do país, concebeu, coordenou, geriu e/ou planejou inúmeros projetos de repercussão no cenário nacional, tais como o Projeto de Educação Patrimonial Trem da Vale, em Ouro Preto/Mariana (2003/2015); a primeira fase de implantação e funcionamento do Museu de Artes e Ofícios, em Belo Horizonte (2000 a 2004), proposição e desenvolvimento da primeira fase do projeto de implantação do Memorial da Anistia Política do Brasil, em Belo Horizonte (2010). Desenvolveu o projeto do Museu da Liturgia, em Tiradentes (2012); estruturou e formatou o módulo cultural da Estação Conhecimento, projeto empreendido pela Fundação Vale para as regiões Norte e Sudeste do Brasil – 1ª Fase; dentre outros (2008/2010). O Bureau Cultural, ao longo de sua trajetória, atendeu a inúmeras instituições, empresas e artistas, destacando-se, dentre eles: Vale; Fundação Vale; Instituto Inhotim; Fundação de Educação Artística; Sociedade Amigos de Tiradentes; FID ‐ Fórum Internacional de Dança; Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais/Centro de Cultura Nansen Araújo; Instituto Cultural Flávio Gutierrez; Fundação Pitágoras; Zeta Filmes; Grupo Corpo; Fundação Cultural e Educacional da Arquidiocese de Mariana e Paróquia de Santo Antônio de Tiradentes/BNDES, bem como contou com o patrocínio de empresas como Petrobras, Itaú, BNDES e Vale, dentre outros. - Dentre os projetos audiovisuais próprios ou em co-produção, destacam-se: - Co-Produtor do longa-metragem “Redemoinho” (2016, Dir: José Luiz Villamarim) - Produtor do Documentário “Pedra Sabão” (2014) – Exibido no Festival de Inverno de Ouro Preto e Mariana - Fórum das Artes 2014 - Produtor do Documentário “Ferreomodelismo” (2011) - Produtor do Documentário “Circo” (2009) - Produtor do Documentário “Entoados” (2007) - Prêmio Manuel Diegues Júnior na categoria “Desenvolvimento, pesquisa e roteiro” na 12ª Mostra do Filme Etnográfico - Concerto para Curvas, Sinos e Anjoes (2007) – Espetáculo Multimídia - Produtor do Documentário Institucional “Trem da Vale” (2006) - Tancredo Neves: o homem e sua travessia (2005) – Espetáculo Multimídia CURRÍCULOS EQUIPE DIRETOR: CARLOS ADRIANO Pós-Doutor em Meios e Processos Audiovisuais (ECA-USP). Premiado diretor paulista, Carlos Adriano possui vasta produção teórica e pesquisa em torno do cinema experimental. Filmografia: - Suspens (16mm // 13 min // 1988-1989) - A luz das palavras (16mm // 8 min // 1991-1992) - Remanescências (35mm // 18 min // 1994-1997) - A voz e o vazio: a vez de Vassourinha (35mm // 16 min // 1997-1998) - O papa da pulp: R. F. Lucchetti (35mm / DV Cam // 15 min // 1999-2002) - Militância (35mm / DV Cam // 10 min // 2001-2002) - Um Caffé com o Miécio (35mm / DV Cam // 15 min // 2002-2003) - Porviroscópio (DV Cam // 31 min 42 seg. // 2004-2006) - Das ruínas a rexistência (35mm / DV Cam / 16mm // 13 min // 2004-2007) - Santoscópio = Dumontagem (35mm /vídeo digital; dolby digital 5.1 // 14 min 31 seg // 2007-2009) - Santos Dumont pré-cineasta? (HDV // 63 min 05 seg 07 frames // 2007-2010) Prêmios: - “Sem título # 2 : la mer larme” – É Tudo Verdade - 20º Festival Internacional de Documentários, 2015 Prêmio da Crítica (Prêmio da Associação Brasileira de Críticos de Cinema): Melhor Curta Metragem - “Sem título # 1 : Dance of Leitfossil” - É Tudo Verdade - 19º Festival Internacional de Documentários, 2014 Prêmio da Crítica (Associação Brasileira de Críticos de Cinema): Melhor Curta Metragem / Menção Honrosa (Associação Brasileira dos Documentaristas, São Paulo) / 42º Festival de Cinema de Gramado, 2014 Melhor Montagem; Melhor Trilha Sonora / Golden Reel International Underground Film Festival, 2015 (Ulaanbaatar) Melhor Filme (The Golden Reel Award - Top Prize) - “Santos Dumont pré-cineasta?” - 10º Recine Festival Internacional de Cinema de Arquivo, 2011 Melhor direção de longa metragem - “Santoscópio = Dumontagem” - 10º Recine Festival Internacional de Cinema de Arquivo, 2011 Melhor contribuição à linguagem cinematográfica - “A voz e o vazio: a vez de Vassourinha” – 36th Chicago Internacional Film Festival, 2000 Melhor Documentário de Curta Metragem (Gold Plaque) ROTEIRISTA: ANTONIO RISÉRIO Mestre em Sociologia (UFBA). Antônio Risério tem uma carreira marcada pela pluralidade, multiplicidade, pelos encontros que conseguiu provocar e que fazem dele um autêntico produtor da miscigenação cultural brasileira. Apesar de sua obra ter alcançado o limite da palavra, aquele limite depois do qual tudo o que se disser permanecerá inútil e sem sentido, tudo que ele faz tem uma intensidade poética muito grande e também qualidade. Risério pertence a uma linha de poetas que alcançaram grande fluidez entre a poesia escrita e a poesia cantada. É um nome já bastante conhecido, sobretudo entre os poetas da vanguarda concretista. Natural de Salvador (BA), 21 de novembro de 1953, poeta e antropólogo, fez política estudantil no final dos anos 60, mergulhando na viagem (underground) da contracultura, editou várias revistas de poesia experimental na década de 70: Código, Muda, Bahia Invenção. Em dezembro de 1989 Risério criou o suplemento quinzenal do Jornal da Bahia, Fetiche, editando nove números. Foi um dos integrantes da equipe que coordenou a implantação da televisão educativa na Bahia, e um dos criadores e diretor da Fundação Gregório de Mattos. Como diretor do Cerne - Centro de Referência Negromestiça, editou a revista Padê. Risério foi também um dos idealizadores da Fundaçãondazul e integrante da equipe que implantou o hospital SARAH-Salvador. Recentemente fez parte da equipe do Ministro da Cultura, Gilberto Gil e da equipe de elaboração do Museu da Língua Portuguesa. CO-DIRETORA E ROTEIRISTA: ELEONORA SANTA ROSA É considerada uma das maiores especialistas no Brasil na área de Projetos, Gestão e Patrocínio Cultural, com larga experiência na formatação, negociação e implementação de iniciativas culturais de envergadura e repercussão. Assistente de roteiro nas séries “Roteiro de Minas I” (1988), “A Liberdade é Amável” (1989) e assistente de direção dos programas “Cultura em Debate” (1986), dez episódios, e “Comunicação: tecnotransformações e sociedade – uma leitura semiótica” (1986), além de outras produções audiovisuais. Participou de inúmeras comissões voltadas à questão da profissionalização da produção artística e de mecanismos de fomento ao setor. Responsável pelo anteprojeto da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte (1993), aprovado e convertido num importante instrumento de apoio à ação dos produtores culturais. Da mesma forma, é de sua autoria o texto do anteprojeto da Lei Estadual de Incentivo à Cultura (1997) em vigor, e de toda a sua regulamentação. Ex-Secretária de Estado de Cultura de Minas Gerais de 2005 e 2008, durante seus quase quatro anos de gestão, implantou um processo de reestruturação e redimensionamento da Pasta, sem precedentes, com reflexos em todo o Sistema de Cultura do Estado e nas regiões de Minas Gerais, tendo atuado também, em parte desse período, como vice-presidente do Fórum Nacional dos Secretários de Estado da Cultura. Inclusive, sob sua gestão, promoveu profunda reformulação do Filme em Minas, com a adoção de novas categorias, maiores recursos e profissionalização das regras e processo de seleção do edital. Fundadora do Santa Rosa Bureau Cultural, em 1998, uma das mais conceituadas agências de desenvolvimento de projetos culturais estratégicos do país, concebeu, coordenou, geriu e/ou planejou inúmeros empreendimentos de repercussão no cenário nacional, nos quais produtos audiovisuais institucionais ganharam destaque.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.