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PRONAC 203695Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Música Fora da Caixa

FILIPE PIRES ARAGAO
Solicitado
R$ 193,3 mil
Aprovado
R$ 193,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Educativos em geral
Ano
20

Localização e período

UF principal
BA
Município
Salvador
Início
2021-07-01
Término
2022-04-30
Locais de realização (5)
Barreiras BahiaJequié BahiaPaulo Afonso BahiaPorto Seguro BahiaSanto Antônio de Jesus Bahia

Resumo

O projeto pretende ampliar o acesso das pessoas às possibilidades de se profissionalizar no mercado da música. Através de palestras, workshops e oficinas, os participantes aprenderão novas formas de atuar no atual mercado artístico fonográfico. Pretende-se compartilhar com os participantes o universo artístico das trilhas sonoras para cinema, games, teatro, licenciamento, jingles, spots e sound designer. Atualmente, encarar música como negócio pode ir além de formar uma banda ou ministrar aulas.

Sinopse

Música Fora da Caixa é uma atividade que busca estimular novos olhares acerca do trabalho com a música, visando extrapolar perspectivas ainda cristalizadas sobre os ofícios desse universo. A ação busca apresentar, de forma prática, alternativas de atuação no mercado musical, a partir da reflexão, debate e experimentação de atividades que são hoje ponta de lança na indústria fonográfica brasileira. Nesse sentido, serão realizadas palestras, workshops e oficinas introdutórias nos SESC's de cinco cidades do interior da Bahia: Porto Seguro, Jequié, Barreiras, Paulo Afonso e Santo Antônio de Jesus. A escolha das cidades foi pensada de forma que pudéssemos dialogar com maior amplitude nos territórios de identidade, uma vez que também é objetivo do presente projeto democratizar e descentralizar o conhecimento sobre o mercado musical. Dessa forma, visamos atingir desde o extremo norte, na região de Itaparica com Paulo Afonso, até a Costa do descobrimento, com ações em Porto Seguro (local que possui amparo estrutural do SESC mais próximo do extremo sul da Bahia). Abrangemos também o Médio Rio de Contas (Jequié) e o Recôncavo (Santo Antonio de Jesus), bem como, no extremo oeste baiano, na Bacia do Rio Grande, o município de Barreiras. As ações, que ocorrerão sempre em três dias em cada uma das cidades, abordarão os seguintes temas: - A representatividade feminina no mercado musical; - Música é arte ou negócio?; - Comercializando minha música – Plataformas streaming, licenciamento, direitos autorais e feiras de música; - Produzindo música com smartphone; - Abrindo a mix: Games – Particularidades e Mercado; - Manipulando o áudio: como melhorar minha música; - Abrindo a mix: Cinema – Música e Sound Design. A partir das principais ideias e conceitos de cada um desses tópicos, os(as) facilitadores(as), atrelando a música à tecnologia, abordarão vias alternativas para trabalhar nesse segmento. Além de um debate sobre esse cenário, portanto, serão elucidados conceitos básicos de áudio e ferramentas modernas musicais (softwares e aplicativos) que contribuem para a profissionalização de quem opta trabalhar com música nos dias de hoje. As atividades pretendem despertar o olhar do público para vertentes possíveis do trabalho com a música, mas que fogem ao senso comum de que somente é possível ser bem sucedido(a) formando um conjunto musical ou dando aulas. A ideia é abrir um leque de possibilidades para quem se interessa por música e quer atuar neste ramo. O projeto acontecerá entre setembro/2021 e janeiro/2022, nos primeiros finais de semana de cada mês (sexta, sábado e domingo), contando com carga horária aproximada de 06 horas por dia. Tal distribuição pretende concentrar os temas por ordem de abordagem num espaço de tempo que seja, simultaneamente, suficiente e proveitoso para a assimilação de quem irá participar. O projeto é destinado prioritariamente a estudantes secundaristas de escolas públicas, estando também aberto a pessoas interessadas em trabalhar com música que vivem nas cidades atendidas e suas adjacências. Nesse sentido, num primeiro momento será realizado um levantamento das escolas públicas de cada cidade e uma divulgação direcionada a este público, seguida de ampla divulgação para a comunidade. As palestras, workshops e debates estarão sujeitas a lotação máxima dos teatros/auditórios de cada cidade e as oficinas (a contrapartida social), por sua vez, serão limitadas ao número de 30 participantes, pois além do aspecto expositivo, para que o caráter prático possua absorção relevante, faz-se necessário atenção pessoal e maior tempo de interação dos participantes com as ferramentas apresentadas. Por oportuno, importante mencionar, que, no caso das oficinas (a contrapartida social), como o número de participantes é reduzido, a seleção de participantes será feita através do preenchimento de formulário de inscrição somado a elaboração de uma carta de interesse, onde os interessados deverão expor os motivos que o levaram a pleitear uma vaga na oficina e qual o contato e experiência musical. A escolha dos selecionados será feita pelos facilitadores que levarão em consideração aspectos como experiência musical, contato com tecnologias do áudio (softwares, DAWS), real interesse em seguir no mercado da música e capacidade de elaborar uma linha de raciocínio lógica na argumentação. Imperioso frisar ainda que no dia da oficina todos os estudantes deverão levar comprovante de matrícula e assiduidade das instituições de ensino. Será ainda solicitado autorização por escrito do/a responsável, nos casos em que o estudante seja menor de idade. Ainda sobre as oficinas, tendo em vista que o projeto não será destinado exclusivamente para estudantes, serão reservadas 20% das vagas para a comunidade geral que estiver interessada em iniciar ou ampliar os conceitos abordados.

Objetivos

Objetivos:GeralO objetivo principal do projeto em questão é difundir novas possibilidades de trabalhar no mercado da música junto à população do interior da Bahia. A ideia é dialogar sobre o grande leque de oportunidades artísticas que a música propõe, apresentar a variedade artística que a carreira do músico possibilita em seguimentos ainda pouco explorados. Desse modo, o escopo principal do projeto alinha-se ao artigo 2, incisos V e VII do decreto 5.761 que afirma que o Pronac tem como missão apoiar projetos com a finalidade de incentivar a ampliação do acesso da população à produção de bens culturais, bem como o desenvolvimento de atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura. EspecíficosNosso objetivo específico está atrelado ao artigo 2, inciso IX do decreto 5.761 que assevera que o Pronac tem como missão apoiar projetos com a finalidade de impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural, uma vez que nossa proposta é realizar palestras, oficinas e workshops sobre a carreira artística do músico, visando democratizar o conhecimento acerca de ferramentas artísticas o que corrobora com a descentralização do mercado da música na Bahia.

Justificativa

É notória a falta de eventos e informações especializadas sobre o mercado musical no interior da Bahia. Infelizmente, a grande maioria das pessoas ainda pensa que viver de música está vinculado, obrigatoriamente, a tornar-se um "artista famoso". Porém, existem outras vertentes do mercado musical que são pouco exploradas e parecem distantes, somente, por falta de informação e incentivo. O mercado do entretenimento cresce a cada ano. O setor audiovisual, atendo-se especificamente à cinema e games, por exemplo, está em continua ascensão e busca, cada vez mais, profissionais capacitados. Na Bahia, os poucos profissionais que trabalham especificamente com música para jogos e filmes estão centralizados na capital, o que é um contrassenso, pois, existem cidades, como Cachoeira, que já é destaque no cenário nacional produzindo filmes. Capacitar profissionais para outras vertentes do trabalho com música é importante na medida em que expande o universo de atuação do profissional, fortalece o seguimento e proporciona retorno financeiro. O músico moderno está a um passo de licenciar sua música para publicidade, jogos, filmes, peças teatrais, plataformas streaming, etc. Tudo que é preciso para isso acontecer é informação e estratégia. Hoje, a tecnologia proporcionou ao homem comum utilizar, através do smartphone, ferramentas, que, antigamente, somente era possível encontrar em grandes estúdios de gravação. O músico moderno deve usar isso a seu favor. O trabalho via home office fortaleceu o ecossistema independente e aproximou realidades que pareciam ser distantes. Existe, na Bahia, um mercado forte envolvendo cultura e entretenimento, seja no audiovisual (publicidade, cinema, games), seja em performances ao vivo (concertos, shows, teatros), o importante é disseminar que existem caminhos para além do senso comum de que músico deve, somente, ocupar os espaços atinentes às performances. Existem espaços que ainda não foram amplamente explorados, é possível trabalhar com música para além do horizonte. "Música fora da Caixa" é um projeto pioneiro na Bahia. A proposta de apresentar e demonstrar conceitos, ferramentas e caminhos que possibilitem que pessoas (alunos da rede pública, músicos profissionais ou amadores) comecem a se familiarizar (através de palestras), se prepararem (através de oficinas) e entendam como funciona a dinâmica e linguagem de trabalho de alguns desses novos seguimentos (através dos workshops) nunca antes foi apresentado no interior da Bahia. O projeto torna-se interessante, pois levará a alguns municípios a possibilidade de músicos (profissionais ou amadores), estudantes do ensino médio da rede pública e interessados a absorverem, em local com equipamento e estrutura adequada, de forma prática e teórica, conteúdo substancial, de profissionais jovens que vêm se destacando nessa nova forma de pensar música como trabalho. Dessa forma, o projeto "Música Fora da Caixa" é relevante para o meio cultural brasileiro pelos seguintes motivos: Primeiro, o projeto está em completa submissão à legislação, uma vez que ancorado no inciso I, alínea "c)" do art. 3° da Lei n. 8.313 atende a um dos objetivos propostos, pois incentiva à formação artística e cultural mediante cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento pessoal da área da cultura que ocorrerá em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos. Ademais, o projeto encontra-se em harmonia ao inciso II do artigo 1 da Lei n. 8.313, pois visa promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais, uma vez que o projeto ocorrerá em cidades do interior da Bahia e alcançará, principalmente, pessoas em vulnerabilidade econômica e social. Além disso, conforme o inciso I (do artigo e lei acima mencionados), o projeto visa contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, uma vez que todas as aulas serão gratuitas e voltadas à alunos de escolas públicas, músicos amadores e profissionais. Por fim, outro motivo importante é que, por não haver nenhum recurso prévio para a produção do projeto, a lei de incentivo à cultura é a única forma para trazer essas oficinas, palestras e workshops ao interior da Bahia e promover o contato das pessoas em situação de vulnerabilidade econômica e social com outras possibilidades para viver artisticamente no Brasil.

Especificação técnica

Música é arte ou negócio?Facilitador: Mateus Aragão - Palestra - Duração: 60 Min.1. Ementa: Apresentação de formas de se pensar a música dentro da problemática que envolve a arte e o mercado.2. Objetivos: Discutir os aspectos artísticos e mercadológicos da música. Apresentar caminhos onde a arte e o negócio dialogam dentro de um mesmo propósito.3. Conteúdo Programático: Conceitos de música; Conceitos de arte; Conceitos de negócio; Música artística x Música mercadológica; Pontos de intercessão entre Arte e negócio; Análises de movimentos musicais comercialmente bem sucedidos e mal sucedidos.4. Metodologia: Exposição em slides de tópicos relacionados ao conteúdo programático.5. Recursos Didáticos: Notebook; Projetor; Monitores de áudio; Interface de áudio. A representatividade feminina no mercado musicalFacilitadora: Rebecca Gallinari - Palestra - Duração: 60 Min.1. Ementa: A palestra tem como foco pensar o papel da mulher dentro do mercado musical atual, abordando a utilização de novas tecnologias e apresentando uma discussão sobre as vantagens, as desvantagens e possibilidades que se encontram dentro desse mercado.2. Objetivos: Apontar novas tendências dentro do mercado musical. Apresentar algumas das ferramentas especificas desse mercado.3. Conteúdo Programático: Revisão sobre os conceitos de mercado e música; O mercado de música na atualidade; Mulheres no mercado de música; Vantagens, incentivos e novidades; Desvantagens, cuidados e ressalvas; Possibilidades e perspectivas para a mulher no futuro do mercado; Análise/apresentação de mulheres que são referencias no mercado atual.4. Metodologia: Exposição em slides de conteúdos (fotos, áudios e vídeos) relacionados ao tema.5. Recursos Didáticos: Notebook; Projetor; Monitores de áudio; Interface de áudio. Comercializando minha músicaFacilitador: Mateus Aragão - Palestra - Duração: 60 Min.1. Ementa: Apresentar alternativas atuais de comercialização de músicas de diferentes vertentes.2. Objetivos: Entender como funcionam as principais alternativas de comercialização de música. Analisar estratégias e possibilidades deste mercado.3. Conteúdo Programático: Comércio e Música: breve apanhado histórico; Plataformas Streaming; Licenciamento de músicas; Tópicos introdutórios sobre Direito Autoral; Feiras de Música; Existe a melhor estratégia de comercialização para um trabalho?; Análise de estratégias de comercializações bem sucedidas;4. Metodologia: Exposição em slides de conteúdos relacionados as ferramentas de comercialização da música.5. Recursos Didáticos: Notebook; Projetor; Monitores de áudio; Interface de áudio. Produzindo música com smartphone (Contrapartida Social);Facilitadora: Rebecca Gallinari - Oficina - Duração: 240 Min.1. Ementa: Discutir sobre a utilização do smartphone como uma ferramenta para se trabalhar com a criação e manipulação de música e áudio e atividade prática.2. Objetivos: Apresentar o smartphone como uma possibilidade de produção musical contemporânea e analisar como a sua utilização vem sendo incorporada pelo mercado moderno, desde produtores iniciantes a grandes nomes da produção atual.3. Conteúdo Programático: Conhecendo o perfil dos participantes: experiências pessoais, profissionais e expectativas para a oficina; Apresentação da palestrante; Conceitos básicos: música, áudio e smartphone; Comparar a utilização/rendimento do smartphone na produção musical com um computador e equipamentos analógicos; Demonstrar de forma teórica e prática alguns aplicativos específicos; Vantagens de se trabalhar com smartphone; Desvantagens de se trabalhar com smartphone.4. Metodologia: Exposição em slides de conceitos teóricos relacionados ao tema, demonstração de exemplos em software no smartphone. Propor e demonstrar processos técnicos e criativos para a realização de música através do smartphone. Os alunos serão encorajados a compor uma música para uma cena pré-estabelecida.5. Recursos Didáticos: Notebook; Projetor; Monitores de áudio; Interface de áudio. Abrindo a mix: Games – Particularidades e MercadoFacilitador: Tharcísio Vaz - Workshop - Duração: 120 Min.1. Ementa: Apresentação de conceitos relacionados aos processos criativos e ao mercado de áudio para Games no Brasil e no mundo.2. Objetivos: Apresentar e demonstrar conceitos, ferramentas e boas práticas relacionadas à produção e ao mercado de áudio para Games nacional e internacional com projetos de escopos variados.3. Conteúdo Programático: Apresentaçãodopalestranteeprojetosrecentes; Particularidades do áudio para Games: conceitos áudio dinâmico, linearidade vs não-linearidade e apresentação de exemplos; Demonstração de exemplos de produções próprias em software de edição de áudio (Logic Pro X) e Middleware de áudio (FMOD Studio); Mercado de áudio para Games: possibilidades de atuação, como se inserir e cobrar pelo seu trabalho; Abertura de perguntas e discussões trazidas pelos participantes.4. Metodologia: Exposição em slides de conceitos teóricos relacionados ao tema, demonstração de exemplos em software de edição de áudio (DAW’s) e Middleware de áudio.5. Recursos Didáticos: Notebook; Projetor; Monitores de áudio; Interface de áudio. Manipulando o áudio: como melhorar minha música (Contrapartida Social);Facilitador: Tharcísio Vaz - Oficina - Duração: 240 Min.1. Ementa: Discussão e compreensão dos processos criativos e técnicos que envolvem a pós- produção de áudio (mixagem e masterização) através de exemplos e atividade prática.2. Objetivos: Discutir e refletir sobre questões relacionadas aos processos técnicos e criativos que permeiam a mixagem e masterização de áudio. Propor e demonstrar processos técnicos e criativos para a realização de uma mixagem eficiente.3. Conteúdo Programático: Conhecendo o perfil dos participantes: experiências pessoais, profissionais e expectativas para a oficina; Arranjo X Mixagem: O que são e a importância de cada um no processo criativo e de produção; Arranjo X Mixagem: mitos e verdades (“A mixagem começa no arranjo?”, “A gente resolve tudo na mix”?); MIDI X Gravação de instrumentos acústicos: performance, “imperfeições” e expressividade (apresentação de exemplos: Breu); Realizando uma mixagem de áudio: equipamentos necessários; 3 Dimensões da mixagem: Propondo processos de produção; Atividade: Mixando uma música em tempo real. 4. Metodologia: Exposição em slides de conteúdos relacionados aos processos de criação de arranjos e mixagem para discussões entre os participantes, demonstração de exemplos e criação de mixagem em tempo real através de escolhas criativas feitas pelos participantes em softwares de edição de áudio (DAW’s).5. Recursos Didáticos: Notebook; Projetor; Monitores de áudio; Interface de áudio. Abrindo a mix: Cinema – Música e Sound DesignFacilitador: Filipe Aragão - Workshop - Duração: 120 Min.1. Ementa: Apresentar e discutir algumas formas de utilização de músicas para cinema e Sound Design.2. Objetivos: Discutir sobre a utilização de músicas e Sound Design no cinema. Fazer uma análise em paralelo das duas áreas, abordando suas semelhanças e diferenças.3. Conteúdo Programático: Apresentação de alguns conceitos mássicos dobre música e Sound Design; Breve apanhado sobre a história da música e do Sound Design no cinema; Atividades desempenhadas por compositores de música para cinema; Atividades desempenhadas por profissionais de Sound Design para cinema; Pontos de intercessão entre as duas áreas; Semelhanças e diferenças nos processos de composição e Sound Design; Conteúdos relacionados aos processos de criação de para discussões entre os participantes e experiência prática.4. Metodologia: Exposição em slides de conteúdos relacionados a musica para cinema e ao sound design, demonstração de exemplos e criação músicas e sound design em tempo real através de escolhas criativas feitas pelos participantes em softwares de edição de áudio (DAW’s). 5. Recursos Didáticos: Notebook; Projetor; Monitores de áudio; Interface de áudio.

Acessibilidade

CURSO/OFICINA/ESTÁGIO Acessibilidade física: Os eventos ocorrerão em espaços com rampas de acesso para cadeirantes, e equipe de produção contará com pessoas que darão tratamento especial a portadores de qualquer tipo de deficiência, e ainda a pessoas idosas. Acessibilidade para deficientes visuais: Equipe de produção contará com pessoas que darão tratamento especial a portadores de qualquer tipo de deficiência visual. Acessibilidade para deficientes auditivos: Não se aplica, uma vez que as paletras e oficinas estão vinculadas necessariamente ao processo criativo da música. Ainda sobre acessibilidade é importante informar que todo material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto irão conter informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade adotadas para acessar as aulas. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: Os eventos ocorrerão em espaços com rampas de acesso para cadeirantes, e equipe de monitores contará com pessoas que darão tratamento especial a portadores de qualquer tipo de deficiência, e ainda a pessoas idosas. Acessibilidade para deficientes visuais: No caso da exibição do filme, o projeto se compromete em levar uma cópia do filme com audiodescrição. Acessibilidade para deficientes auditivos: De modo a incluir o deficiente auditivo no debate filmico o projeto se compromete em disponibilizar tradutores de LIBRAS nos dois momentos de debates.

Democratização do acesso

Em harmonia com o inciso III do art. 21 sobre outras medidas de ampliação ao acesso, disponibilizaremos, gratuitamente, na internet alguns registros audiovisuais das atividades de ensino presenciais, sem prejuízo do disposto no § 2o do art. 22; O custo dessa democratização de acesso está devidamente prevista no orçamento do projeto. Importante lembrar que o público alvo do projeto em sua grande maioria são estudantes de escola pública do ensino médio, com baixo poder aquisitivo, e faixa etária a partir de 15 anos interessados em música. Todas as palestras, oficinas e workshops serão gratuitos. Será disponibilizado ainda 20% das vagas para as comunidades locais, como forma de ampliar o acesso à população.

Ficha técnica

Filipe Pires Aragão – Proponente, Facilitador e Diretor Geral; Filipe Pires Aragão é um Artista (compositor, produtor musical e músico) e empreendedor Jequieense. Possui formação em psicologia, Letras e é graduando da EMUS-UFBA no curso de Composição e Regência, onde têm elaborado composições dentro das vertentes do Atonalismo e Serialismo. Possui experiência em composições para trilha sonoras de games e filmes, alguns dos quais estão se repercutindo mundialmente. Fundou a empresa Punk Hazard Studios juntamente com Mateus Aragão, seu irmão, onde oferecem prestação de serviço sonoro no audiovisual. Fez cursos importantes dentro da área do áudio, como o curso de fundamentos de acústica e áudio no Instituto de Audio e Vídeo (IAV) e o Curso de Gravação ao Vivo e Estúdio da Pracatum. Filipe vem ganhando espaço no mercado baiano como um compositor criativo e versátil, que apresenta um excelente desempenho em equipe. Tharcísio Vaz da Costa de Moraes – Coordenador Pedagógico e Facilitador Tharcísio é um sound designer premiado na área de Games e Cinema. Doutorando em Composição Musical para Jogos Eletrônicos na UFBA, trabalhou na produção de música e áudio em cerca de 70 projetos de Games, Filmes e Animação. Possui exibição e premiação em eventos nacionais e internacionais. Entre seus projetos se destaca o Audio Game Breu, no qual Tharcísio Vaz atuou como coordenador geral do áudio, incluindo o áudio binaural, compôs e produziu a trilha sonora, dirigiu e gravou as locuções com 15 atores profissionais. Vaz atualmente leciona as disciplinas de Game Audio e Game Production no Curso Superior Tecnológico em Jogos Digitais da UESB, e as disciplinas de Música para Audiovisual e Novas Tecnologias aplicadas à Música na Graduação de Licenciatura em Música da UCSal. Vaz já palestrou em instituições como o Instituto Politécnico de Bragança, University of Liverpool e University of Leipzig. Rebecca Gallinari Barbosa – Facilitadora Rebecca Gallinari Barbosa é uma compositora soteropolitana, que tem se tornado uma grande referência feminina no mercado de áudio na Bahia. Prolifica, Rebecca tem se destacado em áreas como música para games, sendo a única representante feminina da bahia na WGJ (Women Game Jam) , o maior evento de desenvolvedores de games para o público feminino, e música para cinema, onde possui trabalhos em filmes selecionados para festivais e filmes realizados inteiramente por mulheres. Graduanda na EMUS-UFBA no curso de Composição e Regência, onde tem produzido composições dentro das vertentes do serialismo e pós-tonalismo, Rebecca vem se destacando no curso como uma compositora de competência acima da média, visto que no ano de caloura foi finalista do concurso “Prof. Ernst Widmer”. Apesar da pouca idade, Rebecca vem se mostrando uma excelente aposta com relação a representação feminina ao futuro da música e do áudio. Mateus Pires Aragão – Facilitador Mateus Pires Aragão é músico, advogado e empreendedor. Graduado em Direito pela UNIJORGE, especializou-se em Processo Civil pela Faculdade Baiana de Direito, hoje está finalizando sua segunda graduação no Bacharelado Interdisciplinar em Artes com ênfase em Cinema e Audiovisual na Universidade Federal da Bahia. Estudou roteiro na AIC (Academia Internacional de Cinema) e Música com ênfase em tecnologia na Pracatum. Atua como advogado no escritório Jorge Amado Neto - Advogados Associados e também é sócio- fundador da Punk Hazard Studios (empresa especializada em áudio para projetos audiovisuais) onde desempenha, além das funções artísticas de sound designer e mixagem, é responsável por captação de clientes, licenciamento das músicas e gestão empresarial. Walerie Sena Gondim – Produção Walerie Gondim é produtora cultural formada pela Universidade Federal Fluminense (UFF-RJ) e graduanda em direção teatral pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Acumula experiências como produtora e gestora de projetos e ações nas áreas de cinema, música e teatro. Concebeu e foi diretora de produção do evento Baião de Dois (RJ, 2017 – em curso), projeto com foco na música tradicional nordestina, que une música ao vivo e gastronomia típica. Foi também, por cerca de 10 anos, produtora e intérprete da banda Frutos do Eterno (Araruama-RJ) e, em Salvador, é da equipe de produção do Tambores de Aruanda, grupo de música percussiva afro-baiana, residente da Escola de Dança da FUNCEB. Nas artes cênicas, além de atuar como produtora freelancer de diferentes projetos, integrou por quase 10 anos o Grupo Teatrama, grupo de teatro do interior do Rio de Janeiro, trabalhando como produtora de 3 Mostras de Rua do grupo (2011, 2012 e 2013) e produtora, atriz e coordenadora musical de espetáculos como “A Megera Domada” (2012), que itinerou por mais 6 cidades fluminenses, “Comédias da Vida Privada” (2011 e 2017), “Morra, Charles Querido” (2010), dentre outros. Dirigiu e produziu os espetáculos “Auto” (2016) e “O primeiro sorriso” (2017). Em Salvador, vem atuando como produtora ou assistente de produção de espetáculos como Sonho de Uma Noite de Verão na Bahia – 2a temporada, musical de João Falcão (2019), e O Corcunda de Notre Dame (2019), espetáculo de formatura da Escola de Teatro da Escola de Teatro da UFBA, além de atualmente compor o elenco da peça musical “Regime Novo”, da Cia Beluna de Artes, com estreia prevista para fevereiro de 2020. No audiovisual, integrou por cerca de 3 anos a equipe da RioFilme, estando à frente de programas de exibição (Rede CineCarioca), formação de plateias (CineCarioca Escola), acessibilidade (Edital Cinema Acessível) e preservação. Fez parte ainda da equipe do British Council no RJ, além de ter trabalhado na produção de mostras e curtas metragens cariocas independentes. Em Salvador, foi assistente de produção da 3a edição da Mostra Lugar de Mulher é no Cinema (2019) e vem colaborando com a empresa baiana Olho de Vidro como produtora em curtas como "Em cima do muro" (2018) e "O Sorriso de Felícia" (2018).

Providência

PROJETO ARQUIVADO.