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PRONAC 203698Arquivado a pedido proponenteMecenato

AS MENINAS DO QUARTO 28 (nova itinerância)

CHANSKY SERVICOS ADMINISTRATIVOS LTDA
Solicitado
R$ 1,25 mi
Aprovado
R$ 1,25 mi
Captado
R$ 250,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

20.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2021-03-01
Término
2024-02-29
Locais de realização (2)
Itu São PauloSão Paulo São Paulo

Resumo

Realização da exposição "As Meninas do Quarto 28" em dois pontos. A exposição retrata, por meio de desenhos e painéis explicativos, o dia a dia de cerca de 60 meninas que viveram no quarto 28, no campo de concentração de Theresinstadt, fortaleza próxima da cidade de Praga, durante a Segunda Guerra Mundial. A exposição é baseada no livro de mesmo nome da escritora alemã Hannelore Brenner. O livro foi baseado em relatos e diários das poucas meninas que sobreviveram, cujo desejo foi homenagear as amigas que tiveram suas vidas tiradas de maneira brutal pelos nazistas, homenagear os adultos, também prisioneiros que lhes deram aulas clandestinas, e deixar um registro para as futuras gerações. A exposição é o complemento visual deste desejo das Meninas do Quarto 28. O projeto apresenta contrapartida social com ações formativas realizadas em instituições de ensino de diferentes níveis.

Sinopse

Da Exposição Conta com as imagens de mais ou menos 50 desenhos, uma réplica de 18m² do quarto em que elas ficaram aprisionadas, painéis com detalhes históricos, filme com depoimentos das sobreviventes, mapas posicionando o fato no tempo e espaço, adesivos e fotos das meninas e do campo de Theresienstadt e atendimento educativo para dar ao visitante uma experiência de interação única. O projeto apresenta contrapartida social com ações formativas realizadas em instituições de ensino públicas e privadas. Dos Desenhos e suas Artistas As meninas do quarto 28 eram meninas judias que foram enviadas para o campo de concentração de Theresienstadt, pelos nazistas durante a ocupação da Checoslovaquia em 1941. Elas estavam entre os 75.666 judeus do chamado Protetorado da Bohemia e Moravia que com a incursão das tropas alemãs em seu país, perderam seus lares, suas propriedades, sua liberdade, e foram por fim deportadas para Theresienstadt, uma pequena fortaleza, perto de Praga. Lá seus caminhos se cruzaram. Entre 1942 e 1944 viveram juntas no quarto 28, Casa das Meninas. Enquanto os prisioneiros de Theresienstadt sofriam crescentes privações físicas e psicológicas, que levaram milhares de vidas, um grupo de adultos – educadores, professores e artistas – estava determinado a proteger as crianças e educá-las, para salvá-las da “deterioração dos valores”. (Fredy Hirsch). A exposição foi criada para transmitir, através dos desenhos feitos, o desejo das “Meninas do Quarto 28” de contar a história de suas amigas e suas infâncias vividas em Theresienstadt durante o regime nazista para as futuras gerações. Ilustra suas histórias baseadas em documentos e ecos de vidas das jovens – traços de vidas perdidas e das sobreviventes. A exposição revela a marcante história da pequena comunidade e do poder da arte, música, amizade e educação. Suas vidas foram confinadas a este pequeno quarto onde dormiam (trinta meninas em 30 metros quadrados) em triliches e beliches estreitos, comiam comida racionada e liam. Quando as luzes se apagavam conversavam sobre suas experiências, dividiam seus pensamentos e sonhos, suas ansiedades e medos. Quando novas meninas chegavam, as mais antigas eram enviadas para a morte em Auschwitz.

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS Nova itinerância da Exposição "As Meninas do Quarto 28" em dois pontos do estado de São Paulo - cidade de São Paulo e cidade de Itu -, permanecendo por cerca de 3 meses em cada local. A proponente decidiu retomar o projeto devido ao interesse da área cultural e dos incentivadores. A primeira mostra aconteceu em 2014 no Museu da Escultura _ MUBE, na cidade de São Paulo - Pronac 132033. Em seguida itinerou para as cidades de Brasília (2015), Porto Alegre (2015/16), Rio de Janeiro (2016), Recife (2017) - Pronac 1410791. A exposição pretende mostrar desenhos feitos por um grupo de meninas, numa época tenebrosa da história e mostrar a importância da educação em situações adversas. As meninas em situação de risco, tiveram sua produção artística desenvolvida dentro do campo de concentração de Theresienstadt graças as aulas clandestinas da professora de arte, também prisioneira, Friedel Dicker Brandeis. Friedel, usou as aulas de arte como uma ferramenta para dar às meninas, esperança de vida. Friedel, hoje é considerada precursora da arte terapia. Antes de ir para Auschwitz, onde foi assassinada nas câmeras de gás, Friedel escondeu 2 malas com mais de 3.000 mil desenhos que foram encontradas 10 anos depois do fim da guerra. Hoje os desenhos estão no Museu Judaico de Praga e são considerados documentos históricos. A Exposição será baseada naquelas realizadas anteriormente. A mostra pretende: Dar acesso ao conteúdo da exposição a diferentes públicos; Ampliar o acesso da população brasileira às exposições de arte/história; Estimular atividades artísticas e culturais para o público em geral; Aumentar a atenção para a importância da arte e da história na formação cultural do público em geral; Incentivar uma cultura de paz entre os povos; Promover a coexistência das diferentes culturas e sociedades; Reforçar valores universais de respeito aos direitos humanos, tendo como tema central a produção artística de jovens meninas durante o Holocausto; Relatar e expor através da cultura e da arte, fatos passados para construção de um mundo melhor, sem intolerância; A exposição contará com até 18 painéis informativos A0, que contarão a história destas meninas e outras informações sobre a Segunda Guerra Mundial; Exibição Audiovisual de Depoimentos coletados de sobreviventes deste quarto, hoje a maioria delas com cerca de 80 anos. OBJETIVO ESPECÍFICO - Realização de 2 exposições com período previsto de 3 meses cada uma. Público estimado de 6000 pessoas no primeiro ponto SP e de 4000 pessoas em Itu, segundo ponto . Estamos levando em consideração a situação atual do Corona Virus, restrições de aglomerações. A media de visitantes da anterior foi maior. Tivemos mais de 60 mil visitantes no total, 5 capitais, media de 12 mil visitantes/ponto. - Ações de contrapartida social para o mínimo de 1.000 pessoas (600 pessoas no primeiro ponto e 400 pessoas no segundo ponto) - Impressão de 3000 folders com distribuição gratuita

Justificativa

"As histórias do Holocausto ainda não foram todas contadas... O que vem a sua mente quando você ouve falar em Segunda Guerra Mundial? Um nome, com certeza: Anne Frank e seu diário. Mas as vítimas do Holocausto têm tantos nomes e tantas histórias que precisamos contar! Não podemos esquecê-las. Helga, Flaška, Zajiček, Marta, Judith, Eva, Handa... Algumas das 15 sobreviventes do Quarto 28 do Abrigo para Meninas de Theresienstadt ainda estão entre nós. Elas não se deixam calar. Muitos prisioneiros judeus passaram pelo campo de concentração Theresienstadt, uma cidade de faz-de-conta, encenada para desviar a atenção da imprensa e da Cruz Vermelha Internacional. Ali, no Quarto 28 do Abrigo para Meninas, moraram 60 crianças das quais somente 15 sobreviveram. Suas histórias, mescladas com fatos históricos e anotações do diário de Helga Pollak, desenhos infantis feitos durante aulas de desenho secretas e poesias escritas em álbuns de recordações, nos convidam para uma caminhada por Theresienstadt. Neste livro, Hannelore Brenner conta essa história. Uma história feita de tristeza, amizade, compaixão e esperança." (Sinopse do Livro "As Meninas do Quarto 28", de Hannelore Brenner) A idealização da mostra, realizada na Europa, é da jornalista Hannelore Brenner, e ela já esteve em quase todos os países da Europa e Israel. Foi escolhida pela União Europeia, em 2013, para a tradicional homenagem realizada anualmente no Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto. Em 2014, a Organização das Nações Unidas (ONU) também selecionou a exposição para lembrar as vítimas do genocídio cometido pelos nazistas. Os direitos da exposição foram comprados por Karen Zolko e Rosaly Chansky, proponente deste projeto, para expor na América Latina. Cumprimos bem esse papel expondo em 5 capitais brasileiras, mas, em São Paulo, ela aconteceu durante a Copa do Mundo de Futebol, e nossa avaliação é a de que a visitação poderia ter sido melhor se tal importante evento esportivo não tivesse acontecido ao mesmo tempo. Por isso é importante expormos novamente em SP. Através da realização da exposição será possível oferecer a um público amplo uma visão do cotidiano em Theresienstadt e da força extraordinária demonstrada nos desenhos artísticos realizados pelas meninas. A exposição foi criada para transmitir o desejo das meninas de contar a história de suas amigas e de suas infâncias durante o regime nazista para as futuras gerações. Também é mostrado como este campo foi usado para a propaganda nazista Ainda possibilitará o resgate, a preservação e a divulgação do patrimônio histórico e cultural mundial, através da história da Segunda Guerra Mundial e incentivará a população brasileira a conhecer a marcante história da pequena comunidade e do poder da arte, da música, da amizade e da educação para formação do ser humano. O projeto se enquadra na Lei no. 8.313 de 23/12/1991 em seu artigo 1o. nos seguintes incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VII _ desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Para o cumprimento dessas finalidades, este projeto atende aos objetivos do seguinte inciso do artigo 3o da mesma lei: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres.

Estratégia de execução

Assim que forem definidos os pontos expositivos, isso será informado ao Ministério. Em caso de aquisição de bens permanentes, eles terão destinação cultural ao término do projeto para entidade a definir, que possua objetivo cultural. Proponente prestará serviços ao projeto e será remunerado nas seguintes rubricas: Coordenação Geral / Gestão Administrativa Financeira / Captação / Curadoria MEIO AMBIENTE O projeto doará, na medida do possível, o material utilizado na expografia para instituições sem fins lucrativos. Postais serão impressos em papel reciclado. TRANSPORTE DE MATERIAL Esse item se refere ao transporte do material cenográfico e painéis aos dois pontos expositivos, inclusive a maquete do quarto em tamanho real. Necessário um caminhão baú e já está prevista no projeto a verba de manutenção, pequenos reparos e alterações necessárias para adequação da exposição aos espaços que serão selecionados na fase da visita técnica. ALUGUEL DE ÔNIBUS Está prevista a locação de ônibus / vans para levar estudantes ao local expositivo, com atendimento pelo serviço educativo contratado. Quando necessário, o ônibus será adaptado para públicos especiais.

Especificação técnica

EXPOSIÇÃO Os espaços que serão locados para a realização da exposição serão definidos na fase de pré-produção, por ocasião da realização das visitas técnicas. Eles poderão ser espaços fechados ou abertos, nesse caso será alugada uma tenda para acolher a mostra. Porém, vale mencionar que existe já traçado um perfil do espaço necessário e desejado, que deverá ter por volta de 250 m2, de forma que possibilite o acondicionamento confortável dos desenhos, painéis, local para que o público assista em audiovisual os depoimentos coletados e gravados para transmissão e nos termos do anteprojeto anexado que contém o Memorial Descritivo e croquis da exposição. Replica do Quarto 28 “O quarto em escala real, mobiliado inclusive com beliches similares aos que elas dormiam, oferece aos visitantes a experiência de como foi a vida daquelas meninas. É emocionante ver desenhos tão coloridos e alegres dessas crianças, que viveram uma realidade tão difícil. A arte, realmente, tem um poder transformador”, afirma Karen Zolko, familiar de uma das meninas que habitou o Quarto 28 e curadora da exposição no Brasil, junto com Dodi Chansky e Roberta Sundfeld. Oficinas As Oficinas serão realizadas durante a exposição em local apropriado, possibilitando o desenvolvimento de um trabalho artístico paralelo, de arte terapia, proporcionando a interação entre o público e a exposição. Teremos uma área reservada para as oficinas com material de arte para o público poder se expressar livremente em forma de cartões postais em branco (escrita, desenho, relatos etc). Os cartões postais eram uma das formas de comunicação da época. Outra atividade será o plantio de vasos pequenos com terra para o visitante plantar uma semente de árvore. Um simbolismo para ressaltar a importância de cultivar para o futuro. Filme Será transmitido um filme, com duração de 10 minutos, com depoimentos das poucas sobreviventes, quando tinham em torno de 75 anos, contando suas memórias dos anos em Theresinstadt. O filme é legendado em português. Será passado em forma de looping, contínuo e transmitido em uma TV grande.

Acessibilidade

EXPOSIÇÃO Acessibilidade física Os espaços que serão locados para a realização da exposição serão definidos na fase de pré-produção, por ocasião da realização das visitas técnicas. Será critério de escolha as condições físicas existentes no prédio, que dizem respeito à plena acessibilidade a portadores de necessidades especiais e idosos, estimulando assim a sua participação. Os locais deverão ter rampas para acesso, portas largas, reserva de assentos especiais e banheiros adaptados. Acessibilidade de conteúdo Para cada local serão adequados e atualizados todos os projetos de forma a atender a legislação pertinente. As equipes contratadas para o atendimento serão devidamente capacitadas. A exposição contará com resumos de textos em Braile e dois desenhos em alto relevo para visitantes com deficiência visual (itens de "material de apoio pedagógico" na planilha). Para os deficientes auditivos, um dos educadores contratados terá conhecimento em Libras. Serão pré agendadas visitas guiadas para grupos especiais com educadores adequados e preparados. Para grupos de estrangeiros ou escolas bilingues, as visitas podem ser feitas em inglês. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS Acessibilidade física: As escolas já devem ser adequadas a receber alunos e professores com deficiências físicas. No momento da pesquisa para agendamento das escolas, essa será uma observação necessária, que determinará a ação do projeto no local. Acessibilidade de conteúdo para portadores de deficiência auditiva e visual Será dada a preferência para escolas que contem com profissionais de apoio escolar para mediar as ações junto aos alunos com deficiência. A legislação brasileira para inclusão educacional de alunos portadores de deficiência é bastante efetiva (por exemplo, a Lei nº 7.853, de 24 de outubro de 1989). Através dela, é previsto que as escolas estejam preparadas para receber todos os alunos. O Programa Escola Acessível promove a acessibilidade ao ambiente escolar, por meio de salas com recursos multifuncionais e adequação do espaço físico, medidas necessárias à consecução da meta de inclusão plena. Caso seja detectado que alguma das escolas visitadas pelo programa não seja totalmente capacitada, o educador especializado já contratadovacompanhará a atividade. OBSERVAÇÕES: 1 - O material de divulgação gerado pelo projeto irá dispor de informações sobre as medidas de acessibilidade. 2 - Os custos previstos para viabilização da acessibilidade de conteúdo estão inseridos na planilha orçamentária. Os recursos físicos serão oferecidos pelos espaços escolhidos. O projeto expográfico irá considerar os aspectos de acessibilidade necessários ao público especial.

Democratização do acesso

EXPOSIÇÃO Também na fase de pré-produção e por ocasião da escolha dos locais expositivos, serão priorizados locais de fácil acesso ao público em geral (exemplo, proximidade do metrô, pontos de ônibus e avenidas importantes das cidades). A entrada será gratuita, dessa forma estão preenchidos os Planos de Distribuição. Caso algum local cobre ingresso para entrada ao prédio, essa verba será para manutenção da instituição ou outra finalidade especificada pelo local expositivo. Não será direcionada ao proponente e a sua destinação não dependerá de interferência do proponente. Haverá distribuição gratuita de folder impresso (3000 exemplares). Em atendimento ao Artigo 21 da IN nº 2 de 2019, o projeto adotará ainda as seguintes medidas de ampliação de acesso: II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infanto-juvenil; A comprovação das medidas de democratização de acesso será feita na fase de Prestação de Contas.

Ficha técnica

PROPONENTE: CHANSKY PRESTACAO DE SERVICOS ADMINISTRATIVOS EIRELI Funções no projeto: Coordenação Geral / Gestão Administrativa Financeira / Captação / Curadoria A empresa presta serviços de Produção Executiva e gestão administrativa de projetos. Assessoria para a Finguermann Assessoria em Projetos Culturais Ltda. desde 2012, tendo feito a produção executiva de vários eventos e projetos culturais desenvolvidos pela empresa, tais como “Cinesolar” (2013/2014) e “Rede Brazucah nas Escolas” (2011/2012/2013 – ICMS/SP), ambos da Brazucah Produções Culturais Ltda. ME. Produz a palestra “ABC do Projeto Cultural – As Leis de Renúncia Fiscal no Brasil”, ministrada pela especialista na área de cultura e terceiro setor Rebeca Débora Finguermann na CIESP OESTE em 2013/2014. As meninas do Quarto 28 itinerâncias em 2014 no Museu da Escultura – MUBE, na cidade de São Paulo; cidades de Brasília (2015), Porto Alegre (2015/16), Rio de Janeiro (2016), Recife (2017). ROSALY CHANSKY em artes DODI CHANSKY, Diretora da Empresa proponente - presta serviços de direção de produção, gestão e concepção de projetos culturais, cuja missão é desenvolver, produzir e promover projetos culturais nacionais e internacionais; e Captadora de Recursos da Exposição Room 28 Projects - versão Brasil – exposição As Meninas do Quarto 28, exposta no MUBE até dia 29/06/2014. Participou de todas as etapas do projeto, desde a sua proposição perante o antigo MINC, via Lei Rouanet, direção e produção e captação de recursos, além de desenvolver o plano de marketing, contratação de equipe, dentre outras atividades; Produtora Executiva da Obra seriada (13 episódios) para Televisão “arte.tv” , aprovada na ANCINE, onde além da produção efetuou os contatos com museus internacionais e nacionais tais como, MET, MOMA, MAM, Bienal e toda a organização para as filmagens. O programa foi veiculado no Arte 1 no segundo semestre de 2014. Produtora: Backboard Produções Artísticas Ltda. 2012/2013; Diretora do futuro Museu Judaico de São Paulo, que está em construção, com previsão de inauguração para 2021/22; Participou da Comissão de Eventos da Congregação Israelita Paulista, com o Rabino Henry Sobel. Desenvolveu e selecionou palestras, concertos musicais, pré estréias de teatro entre outros, 2000/2005. KAREN GEORGETTE ZOLKO, em artes KAREN ZOLKO Funções no projeto: Produção Executiva / Projeto Expográfico e Cenográfico / Projeto Educativo / Curadoria Arquiteta, designer, cenógrafa e produtora cultural. Formada em Arquitetura pela Universidade de Illinois, EUA em 1984. Inscrita no CREA/SP sob o nº 193.110 D. Histórico Profissional: Sócia Diretora da MAD – Móveis, Arquitetura e Design desde 1999 até hoje, onde atua na área de projetos arquitetônicos, design de interiores, mobiliário, cenografia e coordenação de eventos culturais. Foi arquiteta autônoma de 1990 a 1999. Desenvolveu vários projetos, dentre eles: Centro Israelita de Apoio Multidisciplinar, Franco da Rocha/ SP; Condomínio Aldeia do Mar, Juquey/ SP; Condomínio Parque da Cascata, Juquey/ SP; Hospital Israelita Albert Einstein – Restaurante e Espaço Cultural, São Paulo/SP; Residências no Condomínio Plaza Atenee, Itu/SP; Lollapalooza Arte Bar Café, São Paulo/SP; Pial Legrand, Guarulhos/SP. Participou dos seguintes eventos, atuando na produção, logística, organização e cenografia: Congregação Israelita Paulista: (2000 -2006), Encontro Notáveis, cenografia temática de palco para receber palestrantes como: Mauricio de Souza, Luciano Huck, Viviane Senna, Raí, Marta Suplicy, Serginho Groisman, Paulo Renato, Boris Casoy, Herodoto Barbeiro, entre outros; Sala São Paulo: (2004) European Union Orchestra com regente Vlademir Ashkenazy: Idealização, produção e logística; Evento Parque Vila Lobos: (2009), Ação Reumática, cenografia temática e coordenação de todos os stands; Sala São Paulo (2009),: Coordenação e produção do Evento Musical em Homenagem ao Rabino Henry Sobel com Zizi Possi e Orquestra instituto Baccarelli. Exposições de Fotografia: (2011-2012), Organização, produção e montagem dos fotógrafos André Lorch e Ike Levy, dentre outros. Organização, curadoria e projetos para “As meninas do Quarto 28” itinerâncias em 2014 no Museu da Escultura – MUBE, na cidade de São Paulo; cidades de Brasília (2015), Porto Alegre (2015/16), Rio de Janeiro (2016), Recife (2017). ROBERTA ALEXANDR SUNDFELD Função no projeto: Curadoria Bacharel e Licenciada pela PUC-SP em História no ano de 1982. Fez os cursos de pós-graduação em História na PUC-SP e em Comunicação Empresarial na ESPM. Foi sócia da Ícone Pesquisas de História de 1986 a 1996. Desde então é sócia do Gabinete Cultural Sundfeld, onde trabalha com memória empresarial, de pessoas e de produtos; realizando pesquisas para publicações e outras mídias. Também tem participado de projetos de cunho cultural. Trabalha no projeto do Museu Judaico de São Paulo, como diretora voluntária, desde 2000, tendo auxiliado no júri do projeto arquitetônico, na escolha da empresa de museologia e acompanhando as aprovações em órgãos públicos. Participou como uma das organizadoras de todas as exposições que o Museu realizou até o momento. Também organizou a participação do Museu Judaico na Primavera de Museus de 2012. Há 3 anos participa dos Congressos de Museus Judaicos Europeus – AEJM. Coordenou o vídeo documentário que trata do resgate da memória do Clube Athletico Paulistano de São Paulo, que foi tecido a partir de testemunhos de sócios históricos e tradicionais da instituição (2007). Fez a pesquisa de conteúdo e de imagens para o livro 'Intimidade Revelada' que narra a história do lingerie, da sensualidade e da moda íntima através dos séculos (editora Olhares). Foi a responsável pela pesquisa, levantamento de dados e coordenação da exposição para a ABTCP - Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel para o 35º Congresso e Exposição Anual de Celulose e Papel. Evento que ocorreu em outubro de 2002. O produto desta pesquisa foi a exposição 'Magias do Papel em História'. Em 2000, foi contratada pelo Instituto Itaú Cultural para coordenar o Banco de Dados e Imagens e atualizar o currículo e redigir a biografia de 3.000 artistas plásticos brasileiros. Assim, entrou em contato com Museus, Galerias de Arte e familiares dos artistas para realizar esta tarefa, inclusive a de pedir autorização para colocar as obras na Internet. Trabalha desde 1997 com a organização e a direção da Sociedade Brasileira de Direito Público – SBDP implantando cursos, seminários, pesquisas e publicações. Foi diretora do CISV-SP e atualmente está no Comitê Famílias desta ONG que trabalha com o intercâmbio de jovens. Curadoria da exposição “As meninas do Quarto 28” itinerâncias em 2014 no Museu da Escultura – MUBE, na cidade de São Paulo; cidades de Brasília (2015), Porto Alegre (2015/16), Rio de Janeiro (2016), Recife (2017). HANNELORE BRENNER Direitos Autorais Jornalista alemã, autora do Livro “As Meninas do Quarto 28 – Amizade, Esperança e Sobrevivência em Theresienstat”, publicado em 1998, traduzido para o inglês por John E. Woods e Frish Shelley. Idealizadora da Exposição que leva o mesmo nome. Autora, jornalista, nascida em 09 de junho de 1951 no sul da Alemanha. Após uma estadia de um ano nos EUA em 1971, estudou Filosofia, Literatura Alemã e Teatro Ciências, em Tübingen, Munique e Berlim. Em 1976 mudou-se para Florença / Itália para trabalhar para o autor alemão exilado Hans Rothe. Após a morte de Rothes em 1978, ela organizou o seu acervo literário antes de ser entregue ao "Literaraturarchiv Marbach" no sul da Alemanha. Entre 1980 e 1984, enquanto estudava na Universidade Livre de Berlim, trabalhou para uma casa de teatro-editora (Gustav Kiepenheuer Bühnenvertriebs-GmbH). Em 1984, ela tornou-se assistente do autor americano Peter Wyden e foi sua pesquisadora em alemão, especialmente para seus livros "Wall. Os bastidores da dividida Berlim" (1989) e de "Stella", a história de um colaborador Judaico de Berlim. (1992). Nesses anos, ela trabalhou também como freelancer para vários projetos e filmes. Em 1989, ela produziu seu primeiro rádio-documentário sobre o poeta polonês Tadeusz Rozewicz seguido por produções sobre vários assuntos. Seu documentário de rádio sobre ópera infantil Brundibar, produzido para a Freies Sender Berlim em 1997 e, em uma nova versão, para o austríaco Rádio de Viena, marcou o início de uma nova era para ela. Ela havia encontrado sobreviventes de Theresienstadt e Auschwitz, relatou sobre suas experiências, e se encontraram, em 1996, um grupo de mulheres que são conhecidas como "As meninas do Quarto 28". Em estreita cooperação com as sobreviventes do quarto 28, Theresienstadt e sobre seu desejo Hannelore Brenner-Wonschick escreveu o livro "As meninas do Quarto 28". Foi publicado em 2004, na Alemanha, seguido por edições na República Checa, nos EUA e na Polônia. No mesmo ano da publicação do livro, ela criou uma exposição que se transformou em itinerante, que já foi vista em mais de 60 lugares na Alemanha (também no Bundestag alemão) e, uma versão em francês/checo e Inglês, que circulou em vários lugares na Europa. Apenas recentemente, para o Dia de Lembrança do Holocausto, a exposição foi exibida na Comissão Europeia, em Bruxelas, e uma leitura de seu livro. A autora também escreveu uma peça de teatro "Ghetto-Tears 1944: As meninas do Quarto 28 ", que foi encenada várias vezes e levou a muitos outros projetos. Em 2007 fundou com amigos da organização "Room 28", que podem ser consultados no site www.room28.net

Providência

PROJETO ARQUIVADO.