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PRONAC 203708Apresentou prestação de contasMecenato

Projeto Circulação Parque Diversom

UDIGRUDI PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 998,2 mil
Aprovado
R$ 998,2 mil
Captado
R$ 500,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
12056613000120Mineração Usiminas S.A.1900-01-01R$ 500,0 mil

Eficiência de captação

50.1%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
DF
Município
Brasília
Início
2021-02-01
Término

Resumo

O projeto visa aprimorar e ampliar conhecimento, metodologias e interesse da população sobre os mecanismos construtivos de instrumentos musicais e suas sonoridades e circular o parque sonoro Diversom por 05 (cidades) cidades do país. O projeto consiste na instalação de um parque em áreas abertas e acessíveis, permanecendo por um período de 16 (dezesseis) dias em cada uma dessas localidades. Além da experiência sensorial e prática, o projeto prevê a realização de seminários e palestras realizadas pelos autores e criadores do projeto. Todas as atividades serão gratuitas e acessíveis a população das localidades.

Sinopse

O Parque Diversom é um playground com brinquedos que emitem sons. O foco principal do Diversom é despertar a percepção auditiva através da associação de sons e movimento, proporcionando um ambiente lúdico de experimentação sonora. É formado por brinquedos tradicionais e originais acoplados a aparatos sonoros que são acionados pelo movimento do brincante. Embora sejam brinquedos para crianças, são dimensionados para suportar o peso de adultos, de modo a facilitar o entrosamento familiar nas brincadeiras. Projetados para serem montados ao ar livre, não necessitam de fixação e podem ser colocados sobre areia, grama, terra ou piso de cimento. Atualmente é formado por cinco tipos de brinquedos – descritos abaixo –, sendo que será acrescido de mais um.

Objetivos

2.1 Objetivos Gerais: Ampliar e difundir no país o conhecimento dos mecanismos de construção das sonoridades;Contribuir para o enriquecimento artístico das pessoas envolvidas com o projeto;Valorização da cultura musical no Brasil.Estimular as discussões acerca dos processos artesanais e construtivos das musicalidades a partir de materiais alternativos;Difundir a linguagem musical e as particularidades dos instrumentos. 2.2 - Objetivos específicos: * Realizar 05 (cinco) instalações do Parque Sonoro Diversom nas cidades de São Paulo/SP, Belo Horizonte/MG, Brasilia/DF, Salvador/BA e Maceió/AL.;* Realizar 05 (cinco) oficinas "Construção de instrumentos musicais a partir de materiais alternativos" nas cidades de São Paulo/SP, Belo Horizonte/MG, Brasilia/DF, Salvador/BA e Maceió/AL. *Realizar 05 (cinco) palestras sobre "As metodologias, processos criativos e acústicos utilizados na produção dos instrumentos" nas cidades de São Paulo/SP, Belo Horizonte/MG, Brasilia/DF, Salvador/BA e Maceió/AL.

Justificativa

Brincar é extremamente importante para o desenvolvimento integral do ser humano nos aspectos físico, social, cultural, afetivo, emocional e cognitivo. No brincar a criança comunica-se com o mundo e consigo mesma, estabelece relações sociais, aceita a existência dos outros e constrói conhecimentos. Outro fator fundamental para o desenvolvimento da criança é o contato com a música. As experiências e o contato com sons musicais na infância têm grande importância para o desenvolvimento sensorial, o que é um alicerce para aquisições cognitivas posteriores. O Parque Sonoro Diversom comunga com esses dois pensamentos, reunindo-os no brincar musical, e ainda amplia essa experiência ao possibilitar que esta atividade lúdica e prazerosa seja desfrutada por crianças acompanhadas dos pais, estreitando laços parentais e sociais. Além disso, uma aproximação especial é vista entre os brincantes no Parque Diversom _ crianças que não se conhecem desenvolvem interações lúdicas com frequência _, fato creditado, a princípio, pela produção sonora compartilhada por todos. O Parque Sonoro Diversom foi criado para o Projeto Diversom, contemplado pelo Edital 6/2013 _ Inovação e Transversalidade _ do Fundo de Apoio a Cultura da Secretaria de Cultura do Distrito Federal (FAC). De autoria de Márcio Vieira e Luciano Porto, do Circo Teatro Udigrudi, o Projeto Diversom foi exibido com enorme sucesso no CCBB/Brasília (2016), e no SESC Ceilândia (2016). Em 2017, o Parque Sonoro Diversom foi convidado novamente pelo CCBB/Brasília para uma temporada de 4 (quatro) meses e em 2019, circulou por 10 (dez) cidades do DF (FAC/DF). Desde sua criação, duas vertentes de trabalho permeiam as atividades no projeto. A criação de novos brinquedos e o aperfeiçoamento dos já existentes. O uso intenso dos aparelhos e sua consequente manutenção trouxeram soluções que foram implementadas progressivamente, resultando em brinquedos mais resistentes e adaptados a um uso seguro. O aperfeiçoamento e manutenção decorrem pelo fato dos brinquedos construídos serem colocados à prova tanto pelo uso intenso, quanto pelas intempéries. Por isso, alguns dos aparatos sonoros dos brinquedos, que são mais delicados e sensíveis, sofrem danos. Desse modo, contemplou-se no presente projeto um período e verba para o aprimoramento e manutenção dos brinquedos. Alguns desses são corrigidos prontamente ao longo das temporadas, mas outros, por apresentarem problemas estruturais, retornam à fase de planejamento e são refeitos com materiais e configurações mais adequadas. A outra vertente _ a criação de novos brinquedos _, por sua vez, apoia-se na observação das possibilidades lúdicas e educativas que o espaço proporciona. O contato com o Parque Sonoro Diversom em uso, a interação das crianças com os aparelhos, as opiniões dos pais e responsáveis, além de um olhar crítico por parte dos criadores, catalisam ideias e propostas que são levadas para a oficina de projetos e criações do grupo. Nesse sentido, o presente projeto terá a criação de um novo instrumento _ o "Rema-rema" _, no qual vários brincantes participam do movimento de báscula, produzindo sons com o arrastar de pequenas esferas que se movimentam sob a tábua central. Em discussões com usuários (pais, crianças, especialistas e etc), algumas reflexões surgiram. Uma dessas considerações questionava o fato de apesar dos brinquedos provocarem uma experiência com sons musicais harmônicos e afinados, aliados às atividades físicas inerentes a estes _ subir, escorregar, bascular, balançar, pedalar _ eles não possibilitavam tocar uma melodia. Por isso, foram desenvolvidos instrumentos que pudessem oferecer a todos a possibilidade de uma experiência musical mais estruturada, além de poderem ficar expostos às intempéries. Assim surgiram os instrumentos melódicos percussivos que estão instalados no "Castelo de Sons", um brinquedo tipo "trepa-trepa" que possibilita a atividade de escalada e abriga os dispositivos musicais. Outra razão para implementar essa nova linha de "brincadeira musical" no Parque Sonoro Diversom _ o tocar música _ se baseia no fato que, apesar de estudos recentes confirmarem a música como fator fundamental para formação do ser humano, no Brasil são inúmeras as famílias, mesmo das classes com maior poder aquisitivo, que não possuem instrumentos musicais em casa. Daí a importância de disponibilizar instrumentos musicais para que o público, educado musicalmente, ou não, possa expandir a experiência sonora dos brinquedos em direção à formação musical, possibilitando crianças e adultos tocarem sozinhos ou em grupos, aprenderem melodias simples ou apenas compartilharem sua arte musical. Esse exemplo serve para destacar o caráter dinâmico do Parque Diversom. Segurança, durabilidade, originalidade, são algumas qualidades que norteiam o processo criativo empregado, além da certeza do impacto sensorial produzido, fruto de observações de sua repercussão durante as temporadas realizadas. Importante ainda ressaltar que seus criadores têm uma capacitação técnica e criativa adquirida em uma longa trajetória de trabalhos. O Parque Diversom é o aprofundamento e o amadurecimento do trabalho de pesquisa cenográfica de Luciano Porto e da criação de instrumentos musicais de Márcio Vieira, ambos integrantes do Circo Teatro Udigrudi. Márcio, engenheiro eletricista formado pela UnB, começou a pesquisar a Física Acústica ainda na universidade e hoje possui um amplo conhecimento nessa área. Luciano, um dos fundadores do Udigrudi, além de atuar como palhaço e músico, também assina a cenografia dos espetáculos da companhia. Desde a montagem do espetáculo O Cano, em 1998, o Udigrudi pesquisa a interação do som e da cena, o que rendeu ao grupo diversos prêmios citados no currículo do proponente. O trabalho do Circo Teatro Udigrudi é hoje referência nacional sobre a mescla das linguagens cênica e musical; foi objeto da pesquisa de mestrado de Morgana Fernandes Martins sobre a Dramaturgia Sonora, pela Universidade Federal de Santa Catarina, e também serviu de suporte para a dissertação de mestrado de Marcio Vieira _ "Coisas Sonoras em Cena e a Invenção de Timbres: linhas da malha criativa do Udigrudi" _, pela Universidade de Brasília (UnB). Desta forma, acreditamos que as pesquisas e investigações práticas neste campo, envolvendo "coisas de brincar" sonoras, podem servir de substrato para trabalhos acadêmicos que ampliem o conhecimento humano. Esses conteúdos teóricos estarão presentes nas palestras previstas no projeto. O projeto ora apresentado contará com a realização de palestras e oficinas, no intuito de compartilhar conhecimentos relativos à construção de coisas sonoras e suas possibilidades de aplicação. Fazer instrumentos musicais permite abordar vários campos da educação. Além da musical, fundamentos de física, fisiologia, história e matemática são envolvidos em uma atividade que traz coesão e estímulos afetivos à aprendizagem. Além do uso de materiais alternativos e de baixo custo para obtenção dos instrumentos _ muitos deles reaproveitados e oriundos do descarte _, operações e fundamentos comuns à educação básica são utilizados, permitindo um reforço do aprendizado por meio desta simbiose de atividades.

Estratégia de execução

Resposta Diligência 29/07: Carxs, Obrigado pelos questionamentos e indicações de adoção de procedimentos compatíveis com os requisitos necessários. Inserimos, aquilo que compreendemos serem as informações apropriadas, diretamente nos itens questionados. Não sei se era para fazer exatamente isso ou colocar os referidos esclarecimentos nesse tópico de “Outras Informações”. Com relação ao questionamento do CNAE da proponente, esclarecemos que com o mesmo código fomos anteriormente atendidos por vocês quando da proponência do projeto (projeto Parque Diversom PRONAC 15 3946, realizado em 2016, em Brasília, com patrocínio do CCBB). Na ocasião, a empresa dispunha apenas do CNAE principal - 90.01-9-99 - Artes Cênicas, espetáculos e atividades complementares. Por essa razão não nos demos conta da nova regra disposta na IN 02/2019. Esclarecemos, por fim, para dirimirmos quaisquer questionamentos, que em 12/08/2020, solicitamos à Receita Federal a inclusão do CNAE "90.02-7/01 - Atividades de artistas plásticos..." para satisfazer o disposto na referida IN. O prazo para deferimento é de 3 a 7 dias úteis. O protocolo dessa solicitação foi anexado a essa proposta. Resposta Diligência 14/08/2020; Carxs pareceristas, em atendimento a sua mais recente diligência anexamos o novo cartão de CNPJ da proponente com as correções solicitadas para o CNAE. Fico a disposição e agradeço o empenho e colaboração. Carxs, Em resposta a diligência data de 02/09/2020 venho informar-lhes que anexamos o croqui básico da planta e das instalações que serão realizadas atentando se tratar de um projeto que acontecerá em parques públicos e em diferentes cidades. Igualmente, os criadores e diretores do projetos serão os seus curadores. As instalações estavam já descritas no corpo dessa proposta, mas atendendo a diligência juntamos num anexo os currículos dos curadores e a descrição das instalações que serão montadas.

Especificação técnica

ESCORREGATOM Um escorregador duplo. Em cada descida há um carrilhão microtonal, – placas de alumínio afinadas em intervalos muito pequenos, os microtons –, que podem ser tocados com uma das mãos ao escorregar. Em uma das descidas sobem os agudos, na outra, descem os graves. Entre as rampas, é possível tocar em todas as notas. GANGORRAS DAS BOLINHAS Estas gangorras têm acopladas caixas em forma de ampulheta contendo no seu interior barras de alumínio afinadas em escala pentatônica – baseadas em cinco notas – e bolinhas de gude. Com o movimento do brincar, elas tocam melodias em cascata GANGORRA DAS ÁGUAS Esta gangorra, que tem acoplada uma caixa com forma de canoa, produz dois tipos de sons: ondas do mar e o tilintar de moedas. O som de água escorrendo vem de pequenas esferas passando sobre uma placa de metal corrugada, já o tilintar é devido a bolas de gude rolando sobre barras de alumínio afinadas em comas – intervalos musicais microtonais. VIOLANÇO Conjunto de três balanços que têm na parte superior dois tipos de aparatos sonoros: um similar ao violão, com seis cordas, e outro, a uma marimba feita com barras de alumínio. O movimento dos balanços acionam palhetas e baquetas, que fazem soar melodias de vai-e vem. Cada balanço toca dois aparatos ao mesmo tempo. HÉLISSOM O brinquedo parece um helicóptero acionado por pedaladas. Ele não sai do lugar, mas ao girar, as hélices, feitas de mangueiras plásticas, produzem as notas da série harmônica, que parecem produzidas por uma nave espacial. TREPA TREPA MUSICAL O brinquedo, uma casa para brincar de música, tem a forma de pirâmide. Pode ser escalado por todos os lados, adentrado por alguma abertura, ou pode-se descer do seu topo escorregando por um cano de bombeiros. Nele há instrumentos musicais percussivos melódicos que podem ser tocados com facilidade. No topo, o Panzão (grave), um instrumento de tubos de metal. No interior há a Comarimba(agudo), uma marimba microtonal, e o Carrilhão dos Anjos(médio), um conjunto de tubos que soam como sinos Panzão Feito com tubos de metal, possui oito notas – uma oitava. Soa quando é percutido por baquetas de borracha em forma de raquete. Carrilhão dos Anjos Conjunto de onze tubos de alumínio que, quando percutidos por uma baqueta de borracha, soam como sinos de uma igreja. Comarimba Um metalofone que possui barras de metal afinadas em comas – microtons. A Comarimba possui 60 notas e uma extensão de uma oitava e meia. Novo brinquedo a ser desenvolvido – REMA-REMA O brinquedo é tradicionalmente formado por uma prancha pendurada por quatro pontos em uma trave dupla. Suportará de três a cinco pessoas e, ao ser acionada pelo brincante, adquire movimento de vai-e-vem . Debaixo da prancha haverá uma caixa sonora que emitirá sons provocados por pequenas esferas que sã arrastadas pelo movimento pendular.

Acessibilidade

Seguindo a IN (02/2019), no seu artigo 18 serão oferecidas as seguintes estruturas/medidas de acessibilidade: de deslocamento (rampas e corredores) para portadores de necessidades especiais, bem como guias para deficientes visuais. Exposição de Artes Visuais: Acessibilidade física: rampas e corredores para portadores de necessidades especiais; Acessibilidade para deficientes visuais: guias de orientação e acompanhamento; Acessibilidade para deficientes auditivos: contratação de profissionais especializados em Libras. Ações de Capacitação/Treinamento de Pessoal: Acessibilidade física: rampas e corredores para portadores de necessidades especiais; Acessibilidade para deficientes visuais: guias de orientação e acompanhamento; Acessibilidade para deficientes auditivos: contratação de profissionais especializados em Libras. Conteudos Audiovisuais: Acessibilidade para deficientes auditivos: aplicação de legendas em todos os videos produzidos; Contrapartidas: Bolsas de Estudo: Acessibilidade física: rampas e corredores para portadores de necessidades especiais; Acessibilidade para deficientes visuais: guias de orientação e acompanhamento; Acessibilidade para deficientes auditivos: contratação de profissionais especializados em Libras. Oficinas: Acessibilidade física: rampas e corredores para portadores de necessidades especiais; Acessibilidade para deficientes visuais: guias de orientação e acompanhamento; Acessibilidade para deficientes auditivos: contratação de profissionais especializados em Libras.

Democratização do acesso

O presente projeto é totalmente gratuito e acessível as comunidades abrangidas no mesmo. Como exposto, tratam-se de instalações artísticas em áreas abertas (geralmente parques públicos) e atividades formativas que acontecerão nas localidades do projeto e referem-se a formação de músicos, agentes comunitários e jovens que tenham interesse em conhecer mais detalhadamente aspectos da sonoridade e suas possibilidades. Além disso, o projeto permitirá a captação de conteúdos audiovisuais que serão publicados e disponibilizados gratuitamente ao público em geral e interessado na temática, através de emissoras de rede pública. Assim, o projeto como um todo, atende os preceitos de acessibilidade, formação de público e interesse social não havendo uma distinção específica. Com isso, atende-se os preceitos estabelecidos na Instrução Normativa (IN) nº 02/2019, nos seus art. 18 (paragrafo I), 21 (itens III, V e VII) e art. 22. Atividade de Ação Comunitária: Como estabelecido no item VI, do Art. 21, da referida Instrução Normativa, serão oferecidas 100 (cem) bolsas de estudos a jovens estudantes da rede pública para participação em atividades de formação/orientação (assistência e participação nas orientações ao público). Serão ofertadas 20 (vinte) bolsas em cada uma das cidades do projeto.

Ficha técnica

Funçao do Proponente: A proponência será da empresa Udi Grudi que possui como seus dois sócios os criadores e diretores do projeto (Marcio Vieira e Luciano Porto). Portanto, a empresa proponente é a representação jurídica dos criadores e executores do projeto. Márcio Vieira - Criador e Diretor Rio de Janeiro (1959). Engenharia Elétrica (UNB - 1985). Em teatro participa como ator e músico das peças: Capital da Esperança (1979), com o Grupo Carroça, direção de Humberto Pedrancini, se apresentando em Brasília e em diversas capitais brasileiras no Projeto Mambembão; A Hora e a Vez do Jumento(1981), de Orlando Tejo e Esmeraldo Braga, direção de J. Pingo; e da primeira peça do Circo Udi Grudi em 1982, participando de suas atividades até 1986. A partir de 1980, utilizando conceitos da física acústica e teoria musical, começa a desenvolver um modelo para estudo de instrumentos musicais. Esta pesquisa, associada ao desenvolvimento de técnicas construtivas com materiais alternativos, permite a obtenção tanto de instrumentos musicais originais e convencionais. Em 1984 obtém bolsa de pesquisa do CNPq com o projeto ‘Técnicas e Materiais para Construção de Instrumentos Musicais’, onde propõe um modelo de análise de instrumentos musicais, utilizando conhecimentos de acústica e teoria musical. A partir de 1986 inicia a produção de instrumentos musicais profissionais. Pesquisa e aprimora a Kalimba, um instrumento rústico africano, comercializado no Brasil e na Alemanha. Cria o Girassino, instrumento que utiliza o efeito Doppler e o Microtônio, instrumento composto por microtons que introduz o conceito de ‘densidade microtonal’. Em 1995 realiza uma exposição de seus instrumentos no Espaço Cultural 508 Sul, como resultado de uma pesquisa para a criação e construção de instrumentos musicais voltados para a alfabetização musical. Entre 2007 e 2009, desenvolve os instrumentos musicais para a peça teatral ‘A Devolução Industrial’, Do grupo Udi Grudi. Entre 2013 e 2016, coordena a pesquisa e construção dos instrumentos e objetos musicais do projeto DiVerSom, contemplado pelo FAC/DF, e com apoio do CCBB/Bsb, apresentado em 2016. Em 2019, termina o curso de Mestrado da Univ. de Brasília (UnB), no departamento de Artes Cênicas (PPG-CEN), apresentando a dissertação “Coisas Sonoras em Cena: linhas da malha criativa do Udigrudi”. Luciano Porto - Criador e Diretor Brasília (1962) - Aos 12 anos inicia o aprendizado musical, e aos 17 é convidado a participar do Grupo GOTA de Teatro Amador, e estreia com a peça Manú, A Menina que Sabia Ouvir. O grupo não tinha diretor e era formado por jovens entre 12 e 19 anos, que desempenhavam todas as funções: desde a leitura do romance de Michel Ende e sua adaptação para o teatro, como a composição das músicas, figurinos, cenários, adereços, produção, atuação e até a direção, que era coletiva. A partir dessa primeira experiência trabalha com diversos diretores de teatro da cidade: Ary Pararraios, Guilherme Reis, J Pingo, Dácio Lima, Fernando Villar, Hugo Rodas, Zé Regino, Alessandra Vanucci e Leo Sykes dentre outros. Suas principais funções no teatro são ator, produtor e cenógrafo, mas ao longo de sua carreira desempenhou inúmeras outras como diretor, diretor musical, preparador físico, iluminador, aderecista, músico, compositor e roteirista. De 89 a 91 trabalha na Fundação Cultural do Distrito Federal. Exerce os cargos de Gerente de Projetos do Departamento de Promoções, de Diretor do Departamento de Promoções durante as férias da titular do cargo, e de Diretor do Gran’Circo Lar. Assume a direção daquele próprio após o sinistro ocorrido com a cobertura, e é o executor do processo de reforma e recolocação da lona até sua reinauguração. Recebe uma bolsa de estudos do Conselho Britânico e da Fundação Vitae para estudar na Inglaterra (1992), onde realiza diversos cursos de formação: mímica e teatro físico com Desmond Jones – um dos professores de Denise Stoklos; palhaço com Philippe Gaulier – professor da famosa escola Lecoq de Paris e um dos principais mestres da arte do clown; artes circenses na Fooltime Centre em Bristol e um estágio com a companhia inglesa RA-RA-ZOO, dirigida por Sue Broadway e Dave Sapataky – Sue integrou o CIRCUS OZ, grupo australiano pioneiro do movimento Novo Circo surgido em meados dos anos 70. Realiza inúmeros trabalhos em cinema, vídeo e televisão, com destaque para o curta-metragem A Roda da Fortuna, no qual assina o roteiro e direção com estreia em 2018 – Menção Honrosa na Mostra Brasília no 51º Festival de Brasília – Melhor Filme do Júri Popular na Mostra Tesourinha do 7º Curta Brasília – Melhor Atriz para Fernanda Rocha no 13º Festival de Aruanda – Melhor Humor no 2º Festival Mazzaropi. Destaque também para o longa-metragem O Cego que Gritava Luz, de João Batista de Andrade, um dos filmes que marcaram o renascimento do cinema nacional, no qual interpreta o papel de Olavo, o cego que dá nome ao filme. A principal característica do profissional de Luciano é seu trabalho junto ao Circo Teatro Udigrudi, um dos mais tradicionais e bem-sucedidos grupos do DF. Em 1982 integra o elenco da peça Circo Ude Grude, que depois viria se tornar o nome do grupo. Desde então participa intensamente de todos as atividades e projetos realizados pelo grupo. Luciano é o responsável pela ideia original para a montagem do maior sucesso do Udigrudi: O Cano, espetáculo que alavancou a carreira do grupo no Brasil e no exterior, a partir do prêmio recebido no ano 2000 no Festival de Edimburgo, o maior festival de teatro do mundo. Desde então já percorreu 16 países, alguns repetidas vezes, e quase todos os estados brasileiros com seus espetáculos. João Carlos Paciello Júnior - Diretor de Produção Economista - FEA-USP (1985) ; Produtor cultural e coordenador de diversos grupos teatrais/projetos culturais : Improvável – Cia Barbixas de Humor - Dir. Executivo – Temporadas 2009/2020 – Teatro Tuca (12 anos em cartaz); Temporadas 2009/2020 – Turnê Nacional (12 anos em cartaz); Temporadas 2009/2017/2018 – Turnê internacional (Holanda e Portugal); As Olivias Palitam – Teatro Cleide Yaconis - Dir. Executivo – Temporada 2012 As Olivias – Espetáculo Riso Nervoso - Dir. Produção temporadas 2014 e 2015 Teatro Viradalata Noite de Improviso – espetáculo de Improvisação teatral - Temporadas 2011 a 2017 – Comedians Em Breves – Cia Barbixas de Humor - Dir. Produção: Temporada 2008 – Teatro Jaraguá; Temporada 2013 – Teatro Viradalata. Inconscientemente – Espetáculo de Psicologia, Mentalismo e Humor - Dir. Produção: Temporadas 2018 e 2019 – Teatro Viradalata Espetáculo | “Animal” de Gustavo Miranda - Dir. Produção Temporada 2019 Espaço Parlapatões; Fino Fio – Espetáculo de Dança – Cia Som - Dir. Produção: Temporada 2017 – Teatro Sesc Ipiranga Planeta Oca – Musica Infantil – Cia Dois Sois - Dir. Produção: Temporadas 2019 – Teatro Sesc Belenzinho, Sesc Campinas, Sesc Sorocaba. Programa É Tudo Improviso– TV Band - Dir. Produção do Elenco – Temporadas 2010/2011 Programa Cante Se Puder– SBT - Agente de Elenco – Temporadas 2012/2013 Programa Olivias na TV - Multishow - Prod. Exec. Olivias – 4 temporadas (até abril/2013) Espetáculo “Se Fosse Fácil Não Teria Graça” de Nando Bolognesi - Prod. Associado Temporadas 2013/2014 Teato Eva Herz; Temporadas 2015/2016 e 2019 - Tucarena Dir. Produção espetáculo “Circo Zanni – 10 anos” – FIC Sesc (2014), Temporadas locais (2015 e 2016). Dir. Produção espetáculo “Soma ao Som”, primeiro espetáculo de dança, música e improviso, da Cia Soma – Teatro Brincante, 2016 Espetáculo Musical “Let’s Duet” de Daniel Tauszig, Leonardo Padovani e Gustavo Miranda - Dir. Produção (2014) Jogando no Quintal - Dir. Executivo e Dir. Produção 2005-2010 O Mágico de Nós - Dir. Produção: Temporadas 2008-2010 – Teatros Tucarena/SESC Av. Paulista & Teatro Alfa Caleidoscópio – Um espetáculo de Improvisação - Dir. Produção: Temporada 2008/2009/2013 – Sala Crisantempo & Tucarena

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2024-03-30
Locais de realização (5)
Maceió AlagoasSalvador BahiaBrasília Distrito FederalIgarapé Minas GeraisIpatinga Minas Gerais