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PRONAC 203720Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

200 anos do Piauí

MARCOS PIFFER FOTOGRAFIA E EDITORA LTDA
Solicitado
R$ 304,0 mil
Aprovado
R$ 304,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livros ou obras de referência - valor Humanístico
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
Santos
Início
2020-12-01
Término
2021-07-31
Locais de realização (1)
Santos São Paulo

Resumo

Um livro de 192 páginas, bilíngue (português e inglês), ricamente ilustrado com imagens contemporâneas e uma ampla pesquisa do passado a qual relatará a história do Piauí, desde sua formação até os dias de hoje. O livro também mostrará a rica geografia do Estado, de seus parques nacionais, até o delta do Parnaíba no litoral.

Sinopse

Um livro que destaca a história do Piauí em diversos aspectos: político, econômico e social, a cultura, a arte, o povo, a natureza e o meio-ambiente do estado. Contando com uma pesquisa histórica que reúne os principais documentos manuscritos, impressos, fotografias e cartografia, desde a criação da então província, em 1821 até os dias de hoje em seu texto de apresentação. O livro também traz fotografias inéditas e contemporâneas de rara beleza, que lançam um olhar inovador e inusitado sobre a paisagem piauiense. A obra pretende se tornar referência para diversos públicos, com informações que permitam aos leitores enriquecer o seu conhecimento sobre o estado do Piauí.

Objetivos

Objetivo geralEste livro tem como objetivo destacar as singularidades do Piauí, que apresenta fatos únicos na história do país: do local onde foi encontrado o homem mais antigo das Américas; da luta para se manter independente de Portugal, das mudanças de capital, da carnaúba, do babaçu, da Coluna Prestes, do reisado, da congada, da cajuína, do delta do Parnaíba e do enorme esforço que está sendo feito para melhorar seus indicadores econômicos e principalmente os sociais.Ainda, por sua natureza didática e cultural, este livro também pretende "estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória", conforme preceitos da Lei nº 8313/91. Além disso, por se tratar de um livro com conteúdo informativo, pretende contribuir "para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais" visto que o tema será abordado por meio de diferentes narrativas (textual e visual) com a finalidade de atingir diversos níveis da sociedade brasileira e internacional. Objetivo específicoa) Produzir, publicar e distribuir 3000 exemplares do livro "200 anos do Piauí".b) Realizar rodas de leituras em escolas públicas da região para ressaltar a importância do acesso à cultura e o explicar o propósito do projeto.c) Realizar webinar e lançamento, com entrada gratuita.

Justificativa

"Existirmos, a que será que se destinaPois quando tu me deste a rosa pequeninaVi que és um homem lindo e que se acaso a sinaDo menino infeliz se nos iluminaTampouco turva-se a lágrima nordestinaApenas a matéria vida era tão finaE éramos olharmos na intacta retinaDa cajuína cristalina em Teresina Existirmos, a que será que se destinaPois quando tu me deste a rosa pequeninaVi que és um homem lindo e que se acaso a sinaDo menino infeliz se nos iluminaTampouco turva-se a lágrima nordestinaApenas a matéria vida era tão finaE éramos olharmos na intacta retinaDa cajuína cristalina em Teresina" Estes versos são de Cajuína, uma das mais belas canções já feitas por Caetano Veloso. Elas falam de Teresina, da Cajuína, tão típica de lá, mas homenageiam um dos maiores poetas e letristas da história do Brasil contemporâneo: Torquato Neto. Torquato era piauiense, assim como outro poeta e crítico literário: Mário Faustino. Mário foi uma referência no Brasil dos anos 50, e era admirado por outro baiano, Glauber Rocha, que o considerava o maior poeta de sua geração, e que escolheu um dos versos do poema Balada para abrir um de seus filmes mais importantes, Terra em Transe: "Não conseguiu firmar o nobre pactoEntre o cosmos sangrento e a alma pura.Porém, não se dobrou perante o fatoDa vitória do caos sobre a vontadeAugusta de ordenar a criaturaAo menos: luz ao sul da tempestade.Gladiador defunto mas intacto(Tanta violência, mas tanta ternura)" Entre o "cosmos sangrento e a alma pura", um dia, caçadores que estavam na Serra da Capivara, em São Raimundo Nonato, descobriram inúmeras pinturas rupestres expostas nas rochas da região. Chamaram o prefeito que, surpreso, tirou fotos. Seis anos depois, em uma conferência em São Paulo, o mesmo prefeito, por coincidência, encontrou a antropóloga Niède Guidon e mostrou as fotos a ela. Niède se interessou tanto que mudou pra lá, ajudou a criar o Parque Nacional da Serra da Capivara, e seus achados arqueológicos concluíram que o povoamento do continente americano se deu muito antes do que se imaginava. Pensava-se que os primeiros humanos tinham chegado no continente há 15 mil anos, mas alguns dos sítios arqueológicos do Piauí contêm artefatos que indicam que o "homem de Pedra Furada" vivia, caçava e acendia fogueiras por lá e por localidades próximas como Piripiri e Sete Cidades, há pelo menos 58 mil anos atrás. Os achados se encontram no Museu do Homem Americano, criado também por Niède em São Raimundo Nonato. Milhares de anos depois, mais especificamente em 1718, era criada a Capitania do Piauí, que se desmembrava do Maranhão, e era habitada não mais pelo homem da Pedra Furada, mas por fazendeiros brasileiros e portugueses que produziam algodão, fumo, cana de açúcar e criavam gado na região. Com a independência do Brasil em setembro de 1822, algumas províncias continuaram fiéis à Portugal, dentre elas, o Piauí. Com medo de perder o Piauí, a coroa portuguesa mandou a Oeiras, que era a capital da província, o brigadeiro João José da Cunha Fidié, acompanhado de uma tropa de reforço. Em 19 de outubro de 1822, a Câmara Provincial de Parnaíba declarou a independência de Parnaíba. Para conter os revoltosos, Fidié e sua tropa foram a Parnaíba, onde ficaram por quase dois meses. Na volta para a capital, ao passar por Piracuruca, viram que a cidade estava deserta. Isso serviu de sinal para o que aconteceu mais adiante: em Campo Maior, nas proximidades do Riacho do Jenipapo, houve um confronto entre portugueses e piauienses, no qual os portugueses possuíam armas avançadas, munição e alimento garantido, enquanto os piauienses tinham apenas equipamentos rudimentares. Essa batalha foi chamada de Batalha do Jenipapo. Os piauienses que sobreviveram, conseguiram roubar toda a munição e alimento dos portugueses que, desesperados, foram para União e, de lá para Caxias, no Maranhão, onde foram presos. Hoje, em Campo Maior, há um belo monumento dedicado à Batalha do Jenipapo. Oeiras é uma pequena cidade histórica com um pequeno e precioso patrimônio arquitetônico preservado e é cortada pela BR-230, mais conhecida como Estrada Transamazônica. A mesma estrada que corta Picos, outra importante cidade do Piauí. Parnaíba, no pequeno litoral piauiense, nunca virou capital do estado, mas é uma bela cidade no delta do Parnaíba, formado por mais de 80 ilhas, entre elas a Ilha do Caju, que hoje recebe turistas do mundo inteiro. A capital acabou sendo no meio do caminho, em Teresina, assim batizada para homenagear a imperatriz Tereza Cristina de Bourbon. Algumas décadas depois, com a procura pelo babaçu e pela carnaúba, a capital finalmente começou a crescer. Assim como hoje, o estado começa finalmente a reduzir a enorme desigualdade e também apresentar um dos melhores índices educacionais do país. A história do Piauí é pouco conhecida da maior parte dos brasileiros. A geografia do estado também, apesar da enorme beleza. Contar esta história e mostrar as belezas do Piauí para o grande público justifica plenamente este projeto. A publicação se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturaisVI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiroVII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações De acordo com o Art. 3º da Lei 8313/91 os objetivos alcançados serão:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artesIV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos

Especificação técnica

Características técnicasEdição bilíngue: português e inglêsTiragem: 3000 (três mil) exemplaresFormato fechado: 22,5 cm x 22,5 cmFormato aberto: 45 cm x 22,5 cmQuantidade de imagens: 80Quantidade de laudas de texto: 15Quantidade de páginas: 192 Formato do livroCapa: brochura, impressa 4x0 coresMiolo: papel couché 150 gramas, impresso a 4x4 cores LogomarcasFormato: PolicromiaA logomarca será inserida no livro e em todos os materiais de divulgação

Acessibilidade

LIVRO Acessibilidade física: O lançamento do livro será realizado em uma livraria que possua todas as condições de acessibilidade exigidas conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Nº 13.146 Art. 42, com entrada gratuita a toda população. Além disso, o livro também estará disponível em todas as livrarias do país. Acessibilidade para deficientes visuais: O livro será disponibilizado em audiobook, onde o leitor portador de necessidades especiais poderá visualizar o conteúdo para seu conhecimento ou entretenimento. O audiobook é referente ao item orçamentário "Transcrição", no valor de R$ 3.800,00 Acessibilidade para deficientes auditivos: Não se aplica, visto que o produto principal é um livro. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: Serão realizadas rodas de leituras em escolas públicas da região, a fim de, ressaltar a importância do acesso à cultura no país e de explicar o propósito do projeto. Acessibilidade para deficientes visuais: Os portadores de deficiência visual irão ouvir a explicação do Arte Educador e acompanhar a leitura do livro pelos alunos presentes na roda de leitura, também estará disponível, gratuitamente, o acesso ao audiobook. O Arte Educador prestará todo o auxílio necessário aos portadores de necessidades especiais. Acessibilidade para deficientes auditivos: Os portadores de deficiência auditiva terão auxílio do Intérprete em Libras a fim de repassar todo o conteúdo do Arte Educador e ampliar o acesso a cultura no país.

Democratização do acesso

Referente à distribuição, adotaremos os expostos nas seguintes alíneas do Inciso I, Art. 20, Seção II, Capítulo IV, Instrução Normativa n.º 2/2019: a) mínimo de 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artísticaSerão destinados 20% (vinte por cento) do total dos exemplares (600 exemplares) para as camadas da população menos assistidas ou excluídas.b) até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita por patrocinadoresSerão destinados até 10% (dez por cento) do total dos exemplares (até 300 exempalres) para os patrocinadores da obra.d) mínimo de 10% (dez por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012Serão destinados 10% (dez por cento) do total dos exemplares (300 exemplares), no valor de R$ 49,00 cada, para comercialização com distribuidoras e livrarias.e) a comercialização em valores a critério do proponente será limitada a 50% (cinquenta por cento) do quantitativo de produtos culturais, sendo o preço médio do ingresso ou produto limitado a R$ 225,00 (duzentos e vinte e cinco reais)Serão destinados 40% (quarenta por cento) do total dos exemplares (1200 exemplares), no valor de R$ 70,00 cada, para comercialização com distribuidoras e livrarias. Adotaremos também, o exposto no Inciso I, Art. 21, Seção II, Capítulo IV, Instrução Normativa n.º 2/2019, a saber:I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao públicoSerão destinados 20% (vinte por cento) do total dos exemplares (600 exemplares) para bibliotecas e escolas públicas. Adoratemos também, o exposto no Art. 22, Seção III, Capítulo IV, Instrução Normativa n.º 2/2019, a saber:Art. 22. As propostas culturais deverão apresentar ações formativas culturais em suas atividades ou equivalente, em território brasileiro, com rubricas orçamentárias próprias.§ 1º As ações formativas culturais deverão corresponder a pelo menos 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição, contemplando no mínimo 20 (vinte) limitando-se a 1.000 (mil) beneficiários, a critério do proponente.§ 2º 50% (cinquenta por cento) do quantitativo de beneficiários das ações formativas culturais devem se constituir de estudantes e professores de instituições públicas de ensino.Iremos realizar rodas de leitura em escolas públicas da região, a fim de estimular e explicar a importância do acesso a cultura no país e o propósito e os objetivos do projeto.

Ficha técnica

Marcos PifferÉ fotógrafo profissional desde 1989. Formado em Arquitetura e Urbanismo pela FAU Santos, tem especialização em Gestão Ambiental, é Mestre em Ciências pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo e Doutorandopela mesma Universidade. É professor universitário e autor de 16 livros de fotografia, entre eles Flora – Inventário particular de espécies da Mata Atlântica, Patrimônio Histórico,Cultural e Natural – baixada santista, Coffea – O café no Brasil no século XXI, Santos – Roteiro lírico e poético, Litoral Norte e Edifício Caetano de Campos. Suas fotografias integram os acervos permanentes do Museu de Arte de São Paulo (Masp), Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM), Museu da Imagem e do Som de São Paulo (MIS), Instituto Cultural Itaú, Banco Itaú BBA , Coleção Fnac e várias coleções particulares. Dos prêmios recebidos, é importante citar a Bolsa de Artes da Fundação Vitae, concedida em 1996, e o Prêmio Estímulo, da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo em 1995. Parte de suas imagens foi exposta várias vezes no país e no exterior. Vale destacar as exposições individuais “Coffea”, itinerante, instalada na Pinacoteca Benedicto Calixto, em Santos (SP), e que percorreu todas as livrarias Fnac pelo Brasil; “Santos – Roteiro Lírico e Poético”, no Museu Brasileiro da Escultura (MuBE); “Litoral Norte” no MAM; bem como sua participação nas exposições coletivas “Ibero-Americana 92”, em Colônia (Alemanha), e no Espaço Cultural Kultur Fabrik Esch-Sur-Alzette, em Luxemburgo. Foi editor da revista Guaiaó, em que propõe pensar a cidade de Santos (SP) através da cultura litorânea. Pedro Fernandes SaadCom grande experiência na área cultural, Pedro Saad coordenou mais de 100 projetos no âmbito nacional e internacional, tendo sido o editor chefe de importantes obras como o livro sobre os "70 anos da UNESCO" que foi distribuído para 193 líderes mundiais signatários da ONU, e os livros “Patrimônio Mundial do Continente Africano” e “Patrimônio da Humanidade no Brasil”.Advogado, pós-graduado no Curso de Especialização em Administração para Graduados (CEAG) pela FGV/SP, mestre e doutor em administração de empresas pela PUC-SP. Professor do curso de pós-graduação em Gestão Cultural da PUC-SP, professor convidado da FGV e ESPM. Diretor de Desenvolvimento Sustentável e Investimentos de Impacto da Câmara de Comércio Brasil-Califórnia (BCCC), diretor da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Brasileira (CCILB), membro associado da Aliança Francesa e membro do Conselho Consultivo da Instituição R20 Brasil, organização fundada pelo ex-governador da Califórnia Arnold Schwarzenegger. Diretor fundador da Editora Brasileira, Produtora Brasileira e World Observatory.Elaborou diversos projetos nas áreas: cultural; educacional e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, que foi tema da sua tese de doutorado intitulada "Empresas e ODS - priorizando as ações sustentáveis de maior retorno econômico, social e ambiental para a humanidade”.Coordenou e coproduziu importantes projetos com a ONU, PNUD, UNESCO, UNICEF, OIM/ACNUR, ONU Mulheres, Itamaraty, MASP, Pinacoteca, MAM, USP, FGV, PUC-SP e com grandes empresas como: Bloomberg, Deloitte, PwC, Coca-Cola, At & t, General Motors, Zurich Insurance, Allianz, Basf, Bayer, Wolkswagen, Peugeot, Renault, Citröen, BNP Paribas, Saint-Gobain, Fiat, Anglo American, EDF, Petrobras, Itaú, Bradesco, instituições nacionais e internacionais, entre elas União Europeia (Serviço de Publicações), Fundação Leonardo DiCaprio, Rede Brasil do Pacto Global da ONU, Aliança Francesa, Instituto Goethe, AlmapBBDO, Amazon, Atos, BCG, DataLab, Edelman, IOC Brasil, Instituto Ethos, Microsoft, Turma do Jiló, UOL, Folha de S. Paulo, Falconi, CEPAL, Sebrae MG, Natura, entre outras Matthew Garry ShirtsMatthew Shirts é jornalista e diretor do World Observatory of Human Affairs. Shirts lançou a edição brasileira da revista National Geographic e dirigiu a publicação por 14 anos, até 2013, continuando como colunista da revista até 2019. Ajudou a criar o Planeta Sustentável, o maior e mais influente plataforma de sustentabilidade (2007-2015) em português para a Editora Abril. Escreveu crônicas regulares para a revista Veja São Paulo de 2011 a 2015 e para o diário O Estado de São Paulo, de 1994 a 2011 e é autor de dois livros, O jeitinho americano (Realejo, 2010) e A feijoada completa ( Realejo, 2015). Cláudia FonsecaCláudia Fonseca é jornalista com mestrado em Comunicação e desenvolveu atividades em rádio, jornais, revistas e assessoria de imprensa. Foi também professora da Faculdade de Comunicação de Santos. Formada em História, em 2001, atuou em projetos de memória institucional e corporativa como coordenadora, pesquisadora e curadora de exposições para organizações como Petrobras, Votorantim, Volkswagen, Fundação Bradesco, Pão de Açúcar, Unimed do Brasil, Dieese, Instituto Ethos, jornal Estado de S.Paulo, Alcoa e Leroy Merlin, entre outras. É autora dos livros Pátria Vermelha (2001); Educar para o Futuro - 50 anos da Fundação Bradesco (2003); O futuro é nossa energia - 50 anos da Petrobras/RPBC (2003); História do inox através das pessoas - Memória da Acesita (2005), laureado no Prêmio Aberje (Associação Brasileira de Comunicação Empresarial); Cooperativismo médico no Brasil - 40 anos de Unimed (2005); Memória da luta pela autonomia política no Distrito Federal (2007); Raízes do Brasil (2013); Temperos do Brasil (2015); Construindo o Futuro - Grupo Lwart - 40 anos (2016); Brasil e Portugal: do descobrimento até os dias atuais (2017) e Construtores de sonhos - 20 anos da Leroy Merlin no Brasil (2019). Luciano FigueiredoLuciano Figueiredo é professor no Instituto de História da Universidade Federal Fluminense. Cursou graduação de História na PUC-RJ e fez mestrado e doutorado na Universidade de São Paulo. Editou e organizou o livro História do Brasil para ocupados (editora Casa da Palavra, 2013) e História do Brasil em 100 fotografias (editora Bazar do Tempo, 2017), dentre outros trabalhos. Miriam CollaresMiriam Collares Figueiredo é graduada em História pela Universidade Federal de Santa Catarina, especialista em Arquivologia pela Universidade Federal da Bahia e mestre em Bens Culturais e Projetos Sociais pelo Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil da Fundação Getulio Vargas (CPDOC-FGV). Trabalhou no Museu Eugênio Teixeira Leal (Bahia), no Ibase (Rio de Janeiro) e foi coordenadora do Programa Memória Petrobras (2003-2018). Tem experiência em memória empresarial, memória oral e atua como consultora em projetos de divulgação e popularização da história. Equipe TécnicaCoordenação Editorial: Pedro SaadFotografias: Marcos PifferPesquisa: Claudia Fonseca, Luciano Figueiredo e Miriam CollaresTradução para o inglês: Matthew ShirtsImpressão: Ipsis GráficaDistribuição: Queen Books Obs.: Informamos que a equipe técnica será efetivamente definida e contratada após a captação de recursos, de acordo com a disponibilidade de cada profissional.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.