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PRONAC 203743Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Âmago-Açu

DIEGO ROCHA DE ARAUJO
Solicitado
R$ 199,2 mil
Aprovado
R$ 199,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Produção de conteúdo audiovisual de curta metragem
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
Campinas
Início
2021-01-01
Término
2021-12-31
Locais de realização (1)
Campinas São Paulo

Resumo

Produção e lançamento de um curta-metragem animado, intitulado Âmago-Açu, finalizado em Full HD e com duração estimada em 12 minutos. Com classificação livre, o filme vai mediar uma conversa silenciosa com crianças e adolescentes, na intenção de empoderá-los quanto ao próprio âmago, suas ações e escolhas para se sentirem pertencentes do meio no qual vivem. Além do curta, serão realizadas oficinas gratuitas de introdução à animação digital para crianças e também para público adulto (contrapartida social). Durante o lançamento do filme, serão realizadas palestras em escolas públicas de Campinas, apresentando o curta e discutindo temas como inadequação social, bullying e suicídio infantojuvenil.

Sinopse

• OFICINA DE INTRODUÇÃO A ANIMAÇÃO DIGITAL: Nos tempos atuais é impossível não se deparar com alguma forma de animação, constantemente disponível nas redes sociais (por meio dos memes), nas propagandas da televisão ou até mesmo no joguinho do smartphone. Com isso, a animação digital vem tomando grande parte da indústria cultural e a oficina de introdução à animação digital tem como objetivo desmistificar a criação de produtos digitais animados, proporcionando oportunidade prática e técnica aos processos envolvidos à pessoas leigas. Por fim, a oficina visa oferecer o conhecimento básico necessário para incentivar o surgimento de novos artistas digitais, animadores, game designers e/ou entusiastas das artes digitais. • DURAÇÃO: 12 encontros com 1h15 de duração cada. • PÚBLICO ALVO: Crianças a partir dos 12 anos. • ESCOPO: Proporcionar a introdução prática da animação a partir de técnicas essenciais da animação 2D e o estilo Pixel Art, apresentando ferramentas gratuitas capazes de criar trabalhos profissionais e de alta qualidade. • PLANO PEDAGÓGICO: O projeto terá início com a apresentação da história da animação no mundo, passando pelas primeiras animações criadas até chegarmos nos estilos, tecnologias e técnicas utilizadas atualmente. Em seguida, os participantes serão apresentados às possibilidades do mercado da animação, termos técnicos da área, panorama artístico e casos de sucesso – nessa fase pretende-se incentivar a discussão sobre o tema, troca de opiniões e compartilhamento de experiências. Após introdução teórica e histórica, serão apresentados diversos aplicativos gratuitos de animação, suas especificidades, vantagens e desvantagens, a fim de ampliar as possibilidades quanto usabilidade, estilo e propósito da animação por parte dos participantes. Para a fase prática da oficina será utilizada apenas uma ferramenta de animação – o site “piskelapp.com” – onde a turma realizará diversos exercícios com base em conceitos básicos da animação 2D e criação no estilo Pixel Art – nessa fase pretende-se incentivar e auxiliar a criação de projetos pessoais e autorais de animação digital. No final das atividades, o professor deverá apresentar registro por meio de fotos, gravações de vídeo, etc.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: Produzir e lançar um curta-metragem animado, intitulado Âmago-Açu, finalizado em Full HD, com classificação livre, abordando temas como bullying e suicídio infantojuvenil, promovendo inclusão social e cultural a partir do acesso à cultura, utilizada como ferramenta de desenvolvimento, fomento e empoderamento da identidade, integração e sensação de pertencimento individual nos meios coletivos. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: • Lançar 1 curta-metragem inédito, com duração aproximada de 12 minutos; • Realizar 5 eventos de lançamento para exibição oficial do curta-metragem, seguido por 5 palestras gratuitas realizadas em escolas públicas para cerca de 200 alunos por sessão; • Oferecer 1 oficina gratuita de introdução à animação digital, dividida em 12 encontros, para até 60 crianças a partir dos 12 anos; • Oferecer 1 oficina na contrapartida social, para pais, mães, professores, educadores e/ou estudantes da área, com abertura de até 120 vagas no total; • Oferecer aproximadamente 80 horas de conteúdo gratuito (prático e teórico) sobre introdução à animação digital durante as oficinas para crianças e adultos; • Impactar aproximadamente 1200 pessoas em todas as atividades do projeto, considerando público-alvo e prestadores de serviço; • Registrar as ações do projeto em foto e vídeo, disponibilizando-as na internet de forma gratuita; • Disponibilizar a íntegra do filme no YouTube, a fim de democratizar ainda mais o acesso ao conteúdo do projeto.

Justificativa

Os contemporâneos ritos sociais, formados por redes sociais e seus princípios egocêntricos, alimentam ativa e constantemente o sentimento de inadequação social e fracasso perante os outros. A ilusão da vida perfeita é consumida como algo alcançável por todos. O que se torna um grande problema, tendo em vista que a maioria da população que consome esses conteúdos fictícios sofre ao comparar vida real com a virtual. Um grande índice de depressão, síndrome do impostor, isolamento, radicalismo e propagação de mensagens de ódio se propaga a partir disso, traçando o atual perfil do jovem adulto. De acordo com dados divulgados pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o ambiente das escolas brasileiras é duas vezes mais suscetível ao bullying do que a média geral de instituições de ensino de 48 países. Estima-se que um a cada dez estudantes é vítima de bullying constante no país, segundo dados do terceiro volume do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa) 2015, dedicado ao bem estar dos estudantes. Além disso, o Brasil teve um acréscimo de 10% nos índices de suicídio entre crianças e adolescentes de nove a 19 anos entre 2003 e 2013. Este dado faz parte dos estudos Mapa da Violência, publicados em 2014 e 2015, que usam informações divulgadas pelo Ministério da Saúde. Partindo desta premissa, e sabendo que a inadequação social e o sentimento de fracasso são os problemas iniciais, a estória se coloca para o espectador como agente transformador, inerente a todo ser perturbado. Âmago-Açu torna-se, então, uma ode ao autoconhecimento, à reflexão e aceitação; uma aventura conjunta através das descobertas de um protagonista a caminho do ponto mais profundo da sua existência. Desta forma, o curta-metragem pretende conversar com o espectador, a fim de questioná-lo sobre a autodepreciação perante a sociedade, focando na valorização da vida. Por meio da arte, construímos aos poucos a cultura na qual vivemos, e é por meio da cultura que se definem os valores e virtudes da nossa sociedade. Os pilares que norteiam a criação da obra permeiam a universalidade do tema em questão, bem como a identificação de todos os espectadores potenciais com a personagem principal, independentemente de sua identificação de gênero, sexualidade, raça ou etnia, classe social ou poder aquisitivo, ou da formação educacional. Acreditando no poder que uma obra de arte tem, junto ao público que se identifica dentro dela, constrói-se uma estória protagonizada por uma forma de vida singular e distante da vida humana, mas que permite a mais ampla possibilidade de assimilação, reconhecimento e autoproteção por parte do espectador. Âmago-Açu vem a ser uma obra resultante de anos de estudo e treinamento por parte do seu criador, bem como da equipe de artistas envolvidos. A captação de recursos por meio da Lei de Incentivo à Cultura é de fundamental importância para viabilizar trabalhos tão relevantes quanto este, tendo em vista que o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I _ Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II _ Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III _ Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII _ Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX _ Priorizar o produto cultural originário do País. Para cumprimento das finalidades expressas no Art. 1° e de acordo com o Art. 3º da referida Lei, o projeto vai atender ainda aos incisos II _ fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; IV _ estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Estratégia de execução

Filme contemplativo com protagonista universal e ambiente emocionalmente imersivo. Pretende-se utilizar todos os elementos visuais em sinergia para transmitir a emoção necessária para atingir o espectador em cada uma das cenas. Durante o primeiro ato da estória, a paleta de cores será composta por matizes com baixa saturação (grande presença da cor cinza). Almeja-se assim, construir um ambiente que transmita apatia, frieza e prostração em sua atmosfera. Ao decorrer da jornada da personagem as cores irão aumentar sua saturação e presença na tela. O conceito visual combina estilos para a composição de cores, atmosfera levemente sombria e detalhes intimistas. A formação da paleta de cores, específica para cada cena e ambiente, é limitada a um espectro entre as duas cores principais: azul e violeta, além de suas cores análogas. Serão utilizados tons escuros e muitas sombras com o intuito de compor um ambiente carregado em seriedade e profundidade em todas as cenas. Essa definição visual também é muito importante como auxílio para transmitir alguns sentimentos específicos – como medo, insegurança, solidão e fragilidade – da personagem principal durante a estória. A escuridão funciona basicamente como uma representação ao desconhecido. Com cores saturadas e muito brilho, alguns elementos da estória utilizam o estilo quase neon para romper com a escuridão e criar lindas cenas de animação. Não menos importante, para o cenário define-se o desenho e o traço com estilo próximo ao expressionista, utilizando como referência pinturas digitais rápidas e fluidas, que possuem o formato do pincel utilizado marcado em suas composições e menos polimento em suas formas, detalhe que transmite mais liberdade e movimento. Vale salientar que a personagem principal receberá o devido polimento em sua forma, a fim de destacar sua presença e interação com o ambiente. Sua estrutura de movimento será inicialmente controlada pela técnica cut-out, porém será adicionado detalhes em técnica “full animation” frame a frame.

Especificação técnica

Animação 2D digital com técnica Cut-out e efeitos com técnica mista; duração aproximada de 12 minutos e gravação em Full HD. Reprodução em DVD e classificação livre.

Acessibilidade

• CURTA-METRAGEM – Acessibilidade Física: O curta-metragem será lançado em local apropriado, cujas instalações sejam acessíveis; ainda assim o proponente se compromete a realizar as adaptações necessárias para a locomoção e acesso de deficientes físicos, além de assentos reservados para idosos, cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. Acessibilidade de Conteúdo: O curta-metragem contempla audiodescrição. Não serão adotadas medidas específicas para deficientes auditivos, tendo em vista que não existem falas, apenas trilha sonora instrumental. • OFICINA – Acessibilidade Física: As instalações do local onde serão realizadas as oficinas são acessíveis, ainda assim o proponente se compromete a realizar as adaptações necessárias para a locomoção e acesso de deficientes físicos, além de assentos reservados para idosos, cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. Acessibilidade de Conteúdo: Os cartazes de divulgação das oficinas terão rodapé em braile para ciência do público com deficiência visual; as oficinas contarão ainda com a presença de um intérprete de libras, a fim de garantir a inclusão dos deficientes auditivos. • PALESTRA – Acessibilidade Física: As instalações do local onde serão realizadas as palestras são acessíveis, ainda assim o proponente se compromete a realizar as adaptações necessárias para a locomoção e acesso de deficientes físicos, além de assentos reservados para idosos, cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. Acessibilidade de Conteúdo: Os cartazes de divulgação das palestras terão rodapé em braile para ciência do público com deficiência visual; as palestras contarão ainda com a presença de um intérprete de libras, a fim de garantir a inclusão dos deficientes auditivos. • CONTRAPARTIDA SOCIAL – Acessibilidade Física: As instalações do local onde serão realizadas as oficinas de contrapartida são acessíveis, ainda assim o proponente se compromete a realizar as adaptações necessárias para a locomoção e acesso de deficientes físicos, além de assentos reservados para idosos, cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. Acessibilidade de Conteúdo: Os cartazes de divulgação das oficinas de contrapartida terão rodapé em braile para ciência do público com deficiência visual; as oficinas de contrapartida contarão ainda com a presença de um intérprete de libras, a fim de garantir a inclusão dos deficientes auditivos.

Democratização do acesso

• CURTA-METRAGEM: Com base no Art. 21 da IN 02/2019, serão realizadas as seguintes medidas de ampliação de acesso: III – Disponibilizar na internet registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do Art. 22; VII – Realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infanto-juvenil. • OFICINA: Com base no Art. 21 da IN 02/2019, serão realizadas as seguintes medidas de ampliação de acesso: III – Disponibilizar na internet registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do Art. 22; V – Realizar gratuitamente atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22. • PALESTRA: Com base no Art. 21 da IN 02/2019, serão realizadas as seguintes medidas de ampliação de acesso: III – Disponibilizar na internet registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do Art. 22; V – Realizar gratuitamente atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22. • CONTRAPARTIDA SOCIAL: A oficina oferecida na contrapartida social serão gratuitas e presenciais, com público de aproximado de 120 pessoas por oficina e abertura de 50% das vagas para estudantes e/ou professores de instituições da rede pública de ensino, conforme Art. 22 da IN 02/2019.

Ficha técnica

• Diego Rocha de Araújo / Diretor de Criação: Experiência acumulada ao longo de mais de 10 anos, envolvido diretamente na produção de material áudio visual e gráfico para o mercado publicitário. Sua primeira experiência como diretor aconteceu em 2015, quando dirigiu o curta "5am" (uma obra artística e de vivência prático-educativa). Também soma em seu currículo um live action combinado com pequenas animações em 2D, que visa discutir as condições da mobilidade urbana no Brasil. • João Paulo Corsini Batemarco / Músico e Som Designer: Trabalha com áudio profissional há mais de 7 anos, com experiência em todas as areas do segmento (broadcast, live, recording). Atualmente trabalha com desenvolvimento de projetos para sonorização, é músico multi instrumentista e compositor. • Oscar Mikio Suyama Junior: Atua como ilustrador há 6 anos. Entre os serviços prestados estão: ilustrações editoriais e autorais para gibis, hq, livros e propagandas. Algumas editoras que já publicaram seu trabalho: Quantum Comics, Publigibi, Sick Media Comics, Black Moss e Lucky Comics (as duas últimas sendo editoras estrangeiras). Tem seus desenhos em mais de 10 títulos de HQ. Entre eles: Beetle Girl, American Steel e Coruja Negra, sua obra autoral. • Tales Vinícius Osório: É Produtor Artístico e Diretor na produtora Highway, localizada no interior paulista (www.highwayproducoes.com.br). Com 5 anos no mercado e mais de 200 clientes atendidos, a produtora Highway possuí portfólio com mais de 300 vídeos entregues da mais alta qualidade técnica. Entre os seus clientes estão nomes como: EMS Farmacêutica, Algar Telecom, Faculdades Metrocamp e OSG Sulamericana. • BT Produções / Produção Executiva e Local: Com experiência na área desde 2012, acumula atuações em diversas produtoras (Numen, Cacho de Ideias, Teatro GT, EBPZ, Movmídia, Oceania, etc.) e em projetos de diferentes portes relacionados ao teatro, música, dança, audiovisual, evento cultural e etc. Atua ainda com produção executiva; tem experiência na participação na criação, pesquisa e concepção artística, no desenvolvimento de eventos e projetos, seleção e recrutamento de colaboradores e fornecedores e resolução de conflitos de produção. Todos os demais profissionais envolvidos serão contratados ao longo do projeto.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.