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PRONAC 203746Prestação de Contas AprovadaMecenato

Carta, Cartão, Afeto - Mostra interativa sobre outras formas de estar junto

CGC-CSA CONSULTORIA E ASSESSORIA LTDA
Solicitado
R$ 690,5 mil
Aprovado
R$ 676,1 mil
Captado
R$ 676,1 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (16)
CNPJ/CPFNomeDataValor
04033993000159ExxonMobil Business Support Center Brasil Ltda1900-01-01R$ 288,7 mil
81106957000119Aldo Componentes Eletrônicos-1900-01-01R$ 100,0 mil
00080714000157AÇOS CONTINENTE INDUSTRIA E COMERCIO LTDA1900-01-01R$ 63,6 mil
13692691000183ACSO ? CENTRAL DE SERVIÇOS DO AÇO LTDA1900-01-01R$ 50,5 mil
21820014000121Vacinar Indústria e Comércio Ltda1900-01-01R$ 30,0 mil
61059978000113METAL AR ENGENHARIA LTDA1900-01-01R$ 29,1 mil
01795309000188Veirano Advogados Associados1900-01-01R$ 25,6 mil
27819937000140VEIRANO E ADVOGADOS ASSOCIADOS1900-01-01R$ 25,6 mil
02898246000158BHS CORRUGATED SOUTH AMERICA LTDA1900-01-01R$ 15,0 mil
03291625000148Linea Verde Alimentos Ltda1900-01-01R$ 14,3 mil
05007043000112Tintas Alessi Ltda1900-01-01R$ 11,0 mil
82646332000102PERKONS S/A1900-01-01R$ 8,4 mil
01335050000192TRATORNEW SA1900-01-01R$ 6,7 mil
08641686000101Tratorcase Máquinas Agrícolas S/A1900-01-01R$ 4,8 mil
80220791000102Magparaná S/A1900-01-01R$ 2,8 mil
***688886**LUCIANA PATRICIA DE MORAIS1900-01-01R$ 10,00

Eficiência de captação

100.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações educativo-culturais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
PR
Município
Curitiba
Início
2021-03-08
Término

Resumo

Este projeto prevê a realização de mostra interativa de cartas, cartões, bilhetes e outros escritos afetivos de crianças e adolescentes em situação de internamento hospitalar, criados a partir de oficinas de estímulo à escrita. Como contrapartida social, o projeto irá oferecer gratuitamente curso de formação em narração de histórias voltado para professores da educação infantil, atuantes na rede pública de ensino de Curitiba e Região Metropolitana.

Sinopse

OFICINAS As oficinas previstas pelo projeto visam sensibilizar os participantes e estimular a curiosidade para o universo da escrita, apresentando suas diversas facetas e possibilidades, tendo como escopo a escrita epistolar e a afetividade. Despertando a atenção para o ato de escrever com as mãos, estas oficinas objetivam encorajar os participantes a experimentar e exercitar a escrita. Seu formato em vídeo irá permitir ampla divulgação por meio da internet (o material será disponibilizado também no ambiente virtual previsto para a mostra interativa) além de, no interior da instituição hospitalar beneficiada, garantir a participação de pacientes que não possam se deslocar de seus quartos e enfermarias. LIVRETO-CARTILHA O livreto-cartilha projeto irá apresentar conteúdo afim ao projeto, propondo pequenos exercícios de reconhecimento e prática da escrita epistolar e áreas adjacentes. Juntamente com este conteúdo, o material irá trazer papelaria (papeis de carta, cartões e envelopes), com o intuito de despertar a prática do escrever a mão para um destinatário.

Objetivos

Objetivo Geral Por meio da realização mostra interativa de objetos escritos a partir de oficinas gratuitas (em vídeo) entre pacientes do internamento de instituição hospitalar pediátrica e profissionais da escrita com reconhecimento nacional, o projeto pretende contribuir para a democratização do acesso à arte e à cultura, bem como para o exercício da escrita e o conhecimento do universo variado dos gêneros literários, para a formação de novos leitores e a equidade no acesso às diversas formas de expressão da cultura no Brasil. Objetivos Específicos - Realizar mostra interativa _ em ambiente virtual _ de cartas, cartões, bilhetes e outros escritos produzidos por pacientes do Hospital Pequeno Príncipe e seus familiares; - Realizar 8 vídeo-oficinas gratuitas para pacientes da instituição beneficiada. Os encontros irão promover o contato dos pacientes com profissionais de reconhecida atuação no universo da escrita literária, que irão apresentar diversas facetas e possibilidades da escrita epistolar por meio de vídeos gravados a serem disponibilizados nos televisores internos da instituição beneficiada, que conta com cerca de 400 televisores em seu interior. Espera-se atingir, com estas oficinas, um público de pelo menos 800 pessoas entre pacientes e familiares. - Produzir 3.000 exemplares de livreto-cartilha contendo parte do conteúdo abordado nas vídeo-oficinas e material (papel de carta, cartão, envelope) para o exercício da escrita e participação na mostra; - Adquirir, como contrapartida social, matrículas/vagas de curso on-line (adquirido em plataforma já existente) de formação em narração de histórias para professores da educação infantil vinculados à rede pública de ensino de Curitiba e Região Metropolitana. As vagas serão disponibilizadas gratuitamente e espera-se atingir, com a oferta destas inscrições, 500 educadores; - Promover e proporcionar o contato com os gêneros da literatura, no interior de instituição sem fins lucrativos voltada para o atendimento à saúde; - Proporcionar o acesso à arte e à cultura a pessoas de origens socioculturais diversas, com circulação restrita devido ao internamento hospitalar, bem como a seus familiares; - Contribuir de forma fundamental para a democratização da cultura e para o cultivo de novos leitores, por meio do estímulo ao exercício da escrita; - Oferecer ao público a oportunidade de aproximar-se de profissionais da literatura brasileira, ampliando horizontes; - Consolidar valores em torno do exercício da cidadania e identidade cultural, ao contribuir para o desenvolvimento e prática do pensamento crítico e da escrita.

Justificativa

Escrever uma carta é visitar, com palavras escritas a mão. Cartas são consideradas um importante meio de comunicação desde que a escrita foi inventada. Talvez até a mais antiga forma de comunicação escrita entre pessoas. Mais de 4.000 anos antes da Era Cristã, há registros de mensageiros egípcios, portadores de mensagens escritas, que as levavam a pé, a cavalo ou a camelo a seus destinos. Alguns estudos apontam até que a carta seria a precursora de todos os demais gêneros textuais, juntamente com a mitologia e as histórias das tradições populares. Sendo um instrumento de comunicação, a carta se constituiu como uma importante forma de alguém se fazer presente na distância geográfica _ uma maneira de estar junto. E ganhou o mundo. Desde suas formas mais protocolares e oficiais _ as cartas-documentos; até as escritas com o intuito de divulgar e fazer chegar o conhecimento a lugares distantes, como as correspondências entre médicos, filósofos, poetas e outros profissionais. Com um lugar especial para a escrita afetiva. No século XIX foram criados os primeiros serviços postais similares ao que conhecemos hoje, para garantir a circulação segura e a chegada ao destino destes preciosos escritos. O segundo país no mundo a utilizar selos foi o Brasil, em 1843, atrás apenas da Inglaterra. Uma carta, além de levar notícias de alguém para outrem, pode ser considerada também um documento histórico. Quando alguém conta de si, acaba por reproduzir a linguagem de uma época, os ares de um lugar; descreve formas de sociabilidade e relata fatos históricos. Além, é claro, de fazer com que essa pessoa dure no tempo. O que a gente pensa, sente, fala, defende, fica registrado para que as gerações posteriores possam nos conhecer. E a nossa individualidade é amplificada na mesma medida em que a cultura e a sociedade de que fazemos parte são narradas pelas nossas palavras. Desde meados dos anos 1990 os computadores foram ganhando lugar nas mesas de escrita, empurrando para o lado os papéis, envelopes, adesivos e canetas coloridas que ajudavam a colorir a alma dos escritos. Mas em 2020, frente a uma pandemia que, pela primeira vez no mundo globalizado, colocou em xeque as formas de estar junto da pós-modernidade, abriu-se a oportunidade de retornar ao tempo da escrita a mão, envio e leitura de cartas, cartões, bilhetes e outros escritos epistolares para relatar o cotidiano e, com isso, deixar também registradas as formas de expressão de nossa cultura; do jeito de se ver, se pensar e estar no mundo. Se a presença física se torna difícil ou suspensa dado o necessário isolamento social imposto pelas circunstâncias sanitárias, é possível vislumbrar um horizonte em que o estar junto e o registro da vida possa ser, novamente, por meio do tempo de escrita, envio e leitura de uma carta ou cartão. O projeto Carta, Cartão, Afeto _ Mostra Interativa Sobre Outras Formas de Estar Junto propõe desenvolver junto aos pequenos pacientes do internamento do Hospital Pequeno Príncipe uma mostra que disponibilize o resultado do estímulo à escrita de notícias e afetos a mão, a partir de 8 vídeo-oficinas com profissionais reconhecidos do universo literário. A mostra, além de revelar o que as crianças, adolescentes e seus familiares registraram ao longo do processo, irá disponibilizar o registro audiovisuais destes profissionais. Tudo isso em ambiente virtual, buscando a interação do público em geral que, além de poder acessar os resultados do projeto, poderá participar realizando "pedidos" de cartas ou compartilhando seus escritos epistolares. Desta forma, o projeto contribui para a democratização, acesso e descentralização das atividades culturais, além de promover o exercício da escrita para o público em geral. O internamento hospitalar é um momento de fragilidade cujo enfrentamento demanda diferentes formas de apoio. O contato com a cultura e a arte, um direito previsto na Declaração Universal dos Direitos Humanos, é especialmente importante nestas circunstâncias em que as pessoas têm a circulação restrita: além de propiciar momentos lúdicos e afetivos, proporciona o conhecimento das diversas formas de expressão de nossa gente. Considerando‐se o contexto de hospitalização infantojuvenil, as manifestações artísticas e culturais são importantes aliadas para que as crianças e adolescentes desenvolvam‐se emocional e socialmente. Levar projetos culturais a hospitais no Brasil é essencial para garantir a cultura como um direito de todos, pois permite tanto o reconhecimento de si no outro (artistas, demais crianças envolvidas, familiares, cuidadores e outros que por ali passam) quanto a vivência de manifestações culturais diversas e novas maneiras de ver o mundo. Considerando que o Hospital Pequeno Príncipe destina cerca de 70% de sua capacidade de atendimento ao SUS, projetos culturais realizados nesta instituição contribuem verdadeiramente para a democratização da arte e da cultura. O envolvimento nas apresentações musicais irá colaborar para converter o período de internamento em uma temporada de aprendizagem, de ampliação de repertório e de expansão dos horizontes culturais dos pequenos pacientes e seus familiares. Uma vez que as ações do projeto serão oferecidas de forma inteiramente gratuita (para os participantes do projeto) e que o mesmo não possui apelo mercadológico, somente é possível viabilizá-lo por meio de leis de incentivo à cultura. Dentre os incisos do Artigo 1 da Lei 8313/91 a proposta se enquadra em:*contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais (inciso I) _ uma vez que prevê a realização de oficinas de escrita gratuitas;*apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores (inciso III) - uma vez que promove a participação de profissionais do universo da literatura brasileira nas vídeo-oficinas previstas;*estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória (inciso VIII) - uma vez que possibilita o contato de grande número de pessoas com a escrita, uma expressão e ferramenta de difusão da cultura brasileira. Para o cumprimento destas finalidades, o projeto atende ao seguinte objetivo (Art. 3 da referida lei):II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes - no caso específico, edição de livreto-cartilha com parte do conteúdo das vídeo-oficinas do projeto, voltadas para o exercício e aperfeiçoamento da escrita.IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos _ no caso específico, disponibilização gratuita de vídeo-oficinas culturais, de estímulo ao exercício da escrita; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos _ no caso específico, fomento ao conhecimento da língua portuguesa e cultura brasileira, por meio das vídeo-oficinas de escrita. De acordo com os termos do Art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003 e do Art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, e com a intenção de proporcionar o pleno exercício dos direitos culturais aos idosos e portadores de deficiência, o projeto irá garantir condições de acessibilidade com as seguintes ações:‐ Promover a participação de pacientes do Hospital Pequeno Príncipe, portadores de deficiência, nas vídeo-oficinas garantindo, como previsto em lei, seu acesso a ações artísticas e culturais;‐ O Hospital Pequeno Príncipe, por se tratar de ambiente hospitalar, possui os equipamentos necessários para garantia de acesso a idosos e pessoas portadoras de deficiência, tais como rampas, elevadores e banheiros equipados.

Estratégia de execução

* O proponente irá receber as rubricas Coordenação Geral e Captação de Recursos; * No Plano de Distribuição, para os exemplares do livreto-cartilha destinados ao proponente não foi inserido valor, pois serão usados pelo mesmo para relacionamento e não tem a finalidade de venda; * No Plano de Distribuição, os exemplares da cartilha com previsão de venda a preço popular, serão doados à instituição beneficiada - Hospital Pequeno Príncipe - para a venda, com renda integral para a instituição. * O orçamento da contrapartida social prevê para o item Palestra, 400 ocorrências, pois destina-se à aquisição de matrícula de curso de narração de histórias, em plataforma digital, para professores da rede pública municipal de Curitiba. * PROJETO PEDAGÓGICO OFICINA DE ESCRITA 01 – Resumo dos conteúdos que serão ministrados: • Carta e sociedade – a escrita epistolar dos diferentes tempos e lugares.• Escrever o cotidiano – dizer de si, do mundo, da cultura.• Carta e literatura.• Processos criativos. 02 – Profissionais envolvidos: 08 profissionais de escrita a serem definidos de acordo com a programação do projeto 03 – Carga horária da oficina: 08 episódios em vídeo com 10 a 15 minutos cada. 04 – Público alvo: Pacientes e seus familiares, funcionários e visitantes do Hospital Pequeno Príncipe;Público em geral. 05 – Metodologia a ser aplicada: • Exercícios de leitura e criação literária;• Apreciação de conteúdo epistolar de diferentes momentos históricos e estilos;• Jogos de percepção e criação da escrita – jogos com palavras;• Brincadeiras com “contar o cotidiano”.

Especificação técnica

ESPECIFICAÇÃO VÍDEO-OFICINAS O projeto irá realizar 08 vídeo-oficinas de escrita, trazendo orientações de profissionais brasileiros reconhecidos no universo da escrita literária. Cada vídeo terá entre 10 e 15 minutos de duração e contará com apresentação de gêneros e estilos de escrita, bem como proposição de exercícios de estímulo à escrita dos participantes. ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA LIVRETO-CARTILHA 3.000 unidades contendo:- 20 páginas 4 x 4 cores- tamanho aberto: 42 x 21cm - tamanho fechado: 21 x 21 cm- papel: pólen bold 90g; capa Duo Design 250 g/m2 Hot Stamping;- 01 bloco encartado papel de carta 30 páginas 4 x 0 cores- tamanho – 15 x 21cm- papel: alta alvura 90g - 06 cartões cartão encartado 4 x 0 cores- tamanho aberto 15 x 22cm- tamanho fechado 15 x 11cm- papel: cartão supremo 250g - 36 envelopes encartado - tamanho 11,5 x 16cm- papel color plus cores

Acessibilidade

De acordo com os termos do Art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003 e do Art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, e com a intenção de proporcionar o pleno exercício dos direitos culturais aos idosos e portadores de deficiência, o projeto irá garantir condições de acessibilidade com as seguintes ações: MOSTRA Acessibilidade para deficiência visual: o site da mostra interativa contará com espaço para inserção dos conteúdos também em formato pdf, de forma que possam ser processados por sistema de leitura. Acessibilidade para deficiência auditiva: caso haja conteúdo em áudio na mostra, o mesmo contará com legendas.Por se tratar de ambiente online, não demanda acessibilidade física. VÍDEO-OFICINAS Acessibilidade para deficiência visual: o livreto que acompanhará as vídeo-oficinas será disponibilizado em ambiente on-line em pdf, de forma que possa ser processado por sistema de leitura. Acessibilidade para deficiência auditiva: as vídeo-oficinas contarão com legendagem. *Promover a participação de pacientes do Hospital Pequeno Príncipe, portadores de deficiência, nas vídeo-oficinas garantindo, como previsto em lei, seu acesso a ações artísticas e culturais (cada paciente é necessariamente acompanhado por um familiar que, muitas vezes é avô ou avó); **O Hospital Pequeno Príncipe, por se tratar de ambiente hospitalar, possui os equipamentos necessários para garantia de acesso a idosos e pessoas portadoras de deficiência física, tais como rampas, elevadores e banheiros equipados; CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade para deficiência visual: será considerado diferencial, na seleção do curso a adquirir, a plataforma que oferecer acessibilidade para deficientes visuais. Acessibilidade para deficiência auditiva: será considerado diferencial, na seleção do curso a adquirir, a plataforma que oferecer legendagem ou janela de Libras.Por se tratar de ambiente online, não demanda acessibilidade física.

Democratização do acesso

As ações para ampliação e democratização de acesso previstas pelo projeto "Carta, cartão afeto – mostra interativa sobre outras formas de estar junto”, conforme o art. 21 da IN nº05/2017 do MinC são as seguintes: ‐ Disponibilizar na internet, de forma gratuita e aberta, as vídeo-oficinas do projeto e seu resultado, via mostra interativa, para garantir acesso ao conteúdo (Inciso III); ‐ Permitir a captação de imagens e sua veiculação por redes públicas de televisão (Inciso IV); - As oficinas previstas pelo projeto serão realizadas no interior do Hospital Pequeno Príncipe, que atende exclusivamente a pacientes entre 0 e 18 anos de idade, e instituições parceiras (Inciso VII); *O Hospital Pequeno Príncipe tem cerca de 70% de seu atendimento voltado a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). A instituição dispõe de 370 leitos e, por ano garante que cerca de 13.000 familiares adultos acompanhem os pequenos pacientes atendidos via SUS. Muitos destes acompanhantes são idosos – avôs e avós. O Pequeno Príncipe é uma instituição de referência em diversas especialidades médicas. Além do atendimento ambulatorial acolhe, por exemplo, pacientes de nefrologia que necessitam utilizar o hospital 3 vezes por semana, bem como portadores de doenças raras com grande índice de retorno aos leitos e pacientes de diferentes especialidades que precisam, às vezes, passar seis meses ou mais internados. Uma vez que a hospitalização é uma condição que restringe a circulação, a oferta destas oficinas em instituição hospitalar irá contribuir fundamentalmente para garantir a arte e a cultura como direito dos pacientes e de seus acompanhantes.

Ficha técnica

Coordenação Geral: CGC-CSA Consultoria e Assessoria LTDA. Produção Executiva: Luciana Patrícia de Morais Coordenação Pedagógica: Claudio Cesar Pimentel Teixeira Coordenação Geral: CGC-CSA Consultoria e Assessoria LTDA.A coordenação geral será responsável pelo planejamento e gerenciamento do projeto como um todo, contratando, articulando e supervisionando todas as equipes envolvidas na realização do projeto. Irá coordenar as etapas de execução do projeto de modo a garantir o cumprimento das atividades e prazos, bem como a adequação de todos os processos às especificidades exigidas pela Lei de Incentivo à Cultura. *o proponente do projeto também é responsável pela captação de recursos, e irá receber as rubricas “coordenação geral” e “captação de recursos”, em caso de captação de recursos. DIRETORA DA EMPRESA: ETY CRISTINA FORTE CARNEIRO, brasileira, casada, formada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal do Paraná. Fez MBA em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas. Diretora de Relações Institucionais e Marketing do Hospital Pequeno Príncipe (entidade do 3º Setor). Em 2002 inaugura no Hospital Pequeno Príncipe o setor de Educação & Cultura, onde são desenvolvidas atividades artísticas, educativas, leitura, lúdicas e recreativas. Responsável por parceria entre Fundação Cultural de Curitiba e Hospital, para fazer parte do calendário de eventos culturais da cidade. Permitindo o acesso aos bens culturais aos pacientes e a toda comunidade do Hospital (portfólio anexo ao projeto). Produção Executiva: Luciana Patrícia de Morais PRODUÇÃO EXECUTIVA - Luciana Patrícia de MoraisLuciana Patrícia de Morais é graduada em Ciências Sociais, com ênfase em Antropologia, pela Universidade Federal de Minas Gerais. Dedicou seus estudos deste então às interfaces entre a ideia de cultura e os temas da memória, tradição, patrimônio e identidades. Estas questões permearam seus caminhos no mestrado e no doutorado em História, bem como nas pesquisas desenvolvidas sobre a Umbanda, o Jazz, o Carnaval e brinquedos artesanais em Curitiba. Desde 2010, passou a se dedicar à produção, pesquisa e conteúdo para projetos culturais que se preocupam em oferecer informação sobre temáticas relevantes acerca da cultura e história do Brasil a crianças. Foi assim que participou como co-autora dos livros Pratos do Brasil – Culinária Brasileira Para Crianças (2013) e Comida de Afeto – Lembranças Embaladas Para Viagem (2016). Trabalhou também na pesquisa e produção de conteúdo para os livros Nascentes, Corredeiras e Cachoeiras do Alto Iguaçu (2016), Jardins Imaginários (2017), Iguape (2018) e Que Pira é Essa? (2018) . Atuou, ainda, na equipe de produção de diversos projetos voltados para a democratização do acesso à arte e à cultura para crianças hospitalizadas, como Ad Cordis: Yamandu Costa e Renato Borghetti (2018), Cirandas Brasileiras (2018), O Menino Quadradinho e o Tempo das Palavras (2018) e Vozes do Pequeno Príncipe (2018), tendo também assimido, em 2019, a produção executiva do projeto Música no Pequeno Príncipe. Coordenação Pedagógica: Claudio Cesar Pimentel Teixeira PsicólogoEspecialização: mestre em Educação (UFPR/2007)Atuação profissional:‐ Coordenador do setor de Educação e Cultura do Hospital Pequeno Príncipe (HPP), Curitiba, PR‐ Orientador de estágios de artes no HPP‐ Coordenador das atividades de artes no HPP‐ Educador, atende crianças internadas no HPP‐ Pesquisador e produtor de jogos de todo o mundoOficinas‐ Oficina de jogos aplicados à educação, Escola Palmares, Curitiba, PR ‐ abril 2002‐ Oficina de jogos aplicados à educação, Colégio Dom Bosco, Curitiba, PR ‐ maio 2002‐ Oficina de jogos aplicados à educação, Hospital Pequeno Príncipe, Curitiba, PR ‐ agosto 2002‐ Oficina de música, Hospital Pequeno Príncipe, Curitiba, PR ‐ março 2003‐ Oficina de artes circenses, Hospital Pequeno Príncipe, Curitiba, PR ‐ outubro 2003‐ Oficina de artes plásticas, Hospital Pequeno Príncipe, Curitiba, PR ‐ abril 2004‐ Oficina de música, Hospital Pequeno Príncipe, Curitiba, PR ‐ setembro 2004‐ Oficina de jogos, Hospital Pequeno Príncipe, Curitiba, PR ‐ abril 2005‐ Oficina de artes plásticas, Hospital Pequeno Príncipe, Curitiba, PR ‐ outubro 2005‐ Oficina de música, Hospital Pequeno Príncipe, Curitiba, PR ‐ março 2006‐ Oficina de artes circenses, Hospital Pequeno Príncipe, Curitiba, PR ‐ outubro 2006‐ Oficina de artes ASAS 1, Hospital Pequeno Príncipe, Curitiba, PR ‐ março a dezembro 2007‐ Oficina de artes Volpi, HPP/M useu Oscar Niemeyer, Curitiba, PR ‐ setembro 2007

Providência

" Prestação de contas Aprovada conforme Relatório Executivo de Avaliação de Resultados nº 1137/2024/CATE/SGPTC/SE/MINC, de 30/06/2024.

2022-03-14
Locais de realização (1)
Curitiba Paraná