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Finalizar o documentário de média-metragem Cinco Continentes Uma Língua: A língua Portuguesa pelo Mundo com duração de 52 minutos e classificação indicativa livre.
O projeto Cinco continentes uma língua: A língua portuguesa pelo mundo, trata de um documentário de 52 minutos com classificação indicativa livre. “Minha língua é minha pátria”, já dizia Fernando Pessoa. O idioma de um povo é um bem imaterial e é intrínseco à sua existência. Pensando nisso, algumas questões surgiram a respeito da língua portuguesa levando em conta que não fomos os únicos colonizados por Portugal. Qual a origem do nosso idioma? Como ele se dá entre nós? Como nos define? Há semelhanças entre nós, brasileiros e os outros falantes de português? Essas questões instigaram a busca por contatos com esses territórios onde o português exerce uma forte influência e relevância. A língua portuguesa possui mais de 270 milhões de falantes, o que faz dessa língua a terceira mais falada no universo linguístico ocidental, ficando atrás apenas do Inglês e do espanhol, mesmo assim a beleza da construção dos vocábulos, o surgimento dos sotaques, das sonoridades distintas entre os falantes de cada região e como as múltiplas fontes de influências, tanto externas quanto cotidianas, podem e vão transmutar as palavras, os fonemas e seus significados não são de conhecimento de todos e entendemos que um povo que não se conhece, não se valoriza, portanto, essa foi a nossa força motriz em transformar esse projeto em uma produção acessível para todos. Tendo tudo isso em mente, o Coletivo Entre Mundos, dispondo de orçamento próprio, partiu pelo mundo em 2018 para gravar o documentário “Cinco Continentes e Uma Língua: A Língua Portuguesa pelo Mundo”. Ao longo de dois meses, a equipe captou imagens, registrou culturas e histórias através de entrevistas com professores, estudantes e nativos das comunidades visitadas em Portugal, Cabo-Verde, Índia, China, Timor-Leste e, finalmente, São Paulo e Fortaleza, focando na captação das tradições orais que se ligam diretamente com a vida e a cultura de cada local.
O objetivo deste projeto é finalizar o documentário média-metragem Cinco Continentes Uma Língua: A Língua Portuguesa pelo Mundo, com duração de 52 minutos, que se destina ao circuito alternativo de cinema, com exibições previstas, sobretudo em festivais, cine-clubes, universidades, associações, televisões públicas do Brasil e Exterior, e internet. Objetivos Específicos: . Finalizar um documentário de média-metragem, com duração de 52 minutos, com atividades dentro do Ceará e equipe de profissionais local, movimentando a economia local e colaborando com o desenvolvimento da indústria audiovisual cearense. . Realizar exibições do documentário para um público estimado de 800 pessoas contribuindo para o debate acerca da língua portuguesa enquanto patrimônio imaterial. . Realizar 5 oficinas formativas entituladas "Língua Viva" em escolas públicas da cidade de Fortaleza incitando novas descobertas acerca da língua portuguesa. . Produzir 500 DVDs do filme a serem distribuídos para escolas e centros culturais públicos no Estado do Ceará
Somos o sexto idioma mais falado no mundo, terceiro entre as línguas ocidentais. Somos a língua oficial em 10 países nos cinco continentes: Portugal, Guiné-Bissau, Angola, Cabo Verde, Brasil, Moçambique, Timor-Leste, São Tomé e Príncipe e Guiné Equatorial, segundos os dados de Augusto Santos Silva, autor do novo Atlas da Língua Portuguesa, edição de 2018. Porém, apesar dessa potencialidade em números, ainda temos um baixo índice entre a população, principalmente no Brasil, que consegue conectar-se com a ligação de nosso idioma para além de nosso colonizador direto, que foi Portugal. Queremos com este projeto expandir a pesquisa sobre nosso idioma e apresentar através de um produto audiovisual a integração e conservação cultural sobre esta partilha intercontinental da língua portuguesa na Europa, África, Ásia, Oceania e América Latina em diferentes localidades. O principal benefício do nosso projeto é a geração de uma abertura de possibilidades culturais, artísticas e educativas para jovens, crianças e adultos. A língua é o primeiro componente formador de um povo e percebe-la de forma abrangente, desde o antigo Império Lusitano até suas transmutações de significados de palavras e sonoridades, surgidas do compartilhamento de tradições culturais, costumes, riquezas históricas, nos leva a novos rumos sobre as adaptações da mesma língua sob diferentes influências em diferentes partes do mundo. E é esse o ponto de partida que queremos compartilhar com nossos espectadores, para que se criem novas conexões entre os falantes de diferentes territórios. O valor desse projeto fortalece significativamente a valorização da cultura no Brasil, levando o expectador a reconhecer em outros discursos e ampliando seu pensamento crítico e criativo sobre futuras produções tendo como ferramenta nosso idioma, tudo isso através da linguagem do audiovisual, prezando pela qualidade de imagem e som, para proporcionar uma experiência arrebatadora sobre o tema. Sendo uma obra audiovisual que aborda um elemento tão necessário que é a nossa língua, estimulando não só a insdustria audiovisual local como a formação de público e o debate acerca do percencimento à pátria e a identidade nacional através da língua portuguesa o projeto Cinco continentes uma língua: A língua portuguesa pelo mundo se enquadra nos incisos I, II, III, VII e VIII do Art. 1º da Lei n° 8.313/91 e objetiva o inciso II do Art. 3 da referida norma.
. Documentário de média-metragem com 52 minutos . Ciclo de 5 oficinas, de 3h de duração, em escolas públicas de Fortaleza com capacidade para 20 participantes, cada . 500 DVDs do filme
. O filme contará com Legendagem Descritiva, Audiodescrição e LIBRAS . Os debate realizado na primeira exibição oficial contará com intérprete para LIBRAS . Os espaços de exibição serão checados pela equipe de produção afim de garantir características estruturais acessíveis
. O público terá acesso gratuito garantido nas exibições de lançamento . A oficina "Língua Viva" realizada em escolas públicas contará com a exibição gratuita do filme para todos os alunos e professores da escola além de membros da comunidade que a escola deseje convidar . Serão criado 500 DVDs do filme os quais serão distribuídos de forma gratuita para escolas e centros culturais públicos além de organizações da sociedade civil
Direção - Marcela Marvel Formada em Comunicação Social - Jornalismo pela Faculdades Cearenses – FAC, atuante como documentarista, jornalista, produtora cultural e dramaturga teatral. Atuou em mais de 15 espetáculos nas funções de atriz, caracterizadora, dramaturga e produtora, realizando trabalhos com o Grupo Caravana Tragos (Putos), Teatro do Sopro (Nas ondas da sua Emoção, Projeto Uma Bela Visita e Projeto Liderança e Território),CPBT (Peça Relíquias), Curtas-metragem ( A noite e o Silêncio/Inadequada/Enquanto eu Viver / Hana no Jikan/ O Poleiro). Ênfase em produção de documentário: “Os Cearenses”, para TV O POVO, canal 48, Em 2018 Documentário: Uma Bela Visita ( Palhaço Terapêuticos no Rio de Janeiro) Entre janeiro de 2018 realizou a formação do coletivo Entre Mundos e partiu para as gravações das entrevistas e imagens do projeto atual “5 Continentes e Um Língua”, rodado em Portugal, África, Goa (Índia), Macau (China) e Brasil. Produção Executiva - Camilla Osório de Castro Graduada em Cinema e Audiovisual pela Universidade Federal do Ceará (UFC) em 2017, é realizadora, assistente de direção e produtora de cinema desde 2013. Atua também nas áreas de docência, produção cultural, crítica e curadoria de festivais e mostras de cinema. Realizou e roteirizou os filmes “ Ninguém inventou isso, fui eu que inventei” (2013), “Vermelho” (2015), “ Todas as vezes que te vi” (2015) e “ Eu falo de nós” (2017) ”. Participou da organização do Colóquio Pós-Cinema , Pós- Fotografia : O devir das Imagens Contemporâneas organizado pelo PPGcom UFC em 2014 .Participou como produtora e curadora de três edições (2015 ,2016 e 2017) da Mostra PERCURSOS [mostra organizada pelo curso de Cinema e Audiovisual da UFC]. Como desdobramento da mostra realizou a curadoria temática “Filme de estudante” para o Cine Clube do Teatro Carlos Câmara organizado pelo Teatro Máquina em 2017.Participou como crítica e debatedora da mostra ida lupino subversão e resiliência em 2017. Organizou e produziu o III EIIC ( Encontro Internacional de Imagem Contemporânea – PPGcom e ICA UFC) em 2018 e foi produtora executiva da Mostra Quimerama em 2019. Trabalhou como assistente de direção em curtas e longas – metragens como “Boca de Loba” ( Bárbara Cabeça, 2018) , “Se arrependimento Matasse” ( Lilia Moema) e “Corpo Estranho” ( Grenda Costa , 2016) além de ter composto a equipe de produção do curta-metragem “ Aquele Céu de Azul Petróleo” ( Fernanda Brasileiro , 2016) e “O Clube dos Canibais” ( Guto Parente, 2018) Realizou com Beatriz Furtado e Luly Pinheiro a curadoria do 16º Noia, Festival do Audiovisual Universitário (2017).Participou como jurada da mostra “ Olhar do Ceará”, parte da programação do 27º Cine Ceará , Festival Ibero americano de cinema (2017). Foi jurada do prêmio troféu sabura do jornal o povo para a edição de 2018 do cine ceará . Foi professora de audiovisual da Rede Cuca Barra além de ter ministrado diversas oficinas avulsas em espaços culturais da cidade. Atualmente é pós – graduanda em Direitos Humanos pela PUC Rio Grande do Sul, sócia e produtora na empresa Pitomba Vermelha e integrante do corpo docente audiovisual e da equipe de comunicação do projeto Inglês na Estrutural. Produção - Alisson Severino Realizador e produtor audiovisual. Atua artística e politicamente em torno de questões sociais, na maioria relacionadas a territórios periféricos. E 2019, atuou como pesquisador no documentário animado “Jangadeiros da São Pedro” de Neco Tabosa(PE) e no curta “Via Crucis” de Josy Macedo. Foi diretor de produção nas mostras Quimerama e Negritude Infinita, ambas em 2019. Diretor de produção nos filmes “Mistério em Praia Branca” e “Dilema de Carpideira” de Phelipe Ribeiro. Continuísta na série Lana & Carol (Deberton Entretenimento e Praia à Noite), no longa “Se Arrependimento Matasse” de Lília Moema e em diversos curtas universitários. Diretor de Fotografia no curta “Encantária” de Fernanda Brasileiro e Montador nos curtas “Inadequada” de Mylla Fox, na websérie “Alastra 6x” da biblioteca comunitária Adianto e de peças autorais como as vinhetas da mostra PERCURSOS de 2016, do curso de Cinema e Audiovisual da UFC e os experimentais “Calçadas” e “Vamos de Mãos Dadas”. Em 2019, ministrou oficinas de audiovisual nas comunidades do Curió, Goiabeiras, Carlito Pamplona e Pirambu.
PROJETO ARQUIVADO.