| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 33592510000154 | VALE S.A. | 1900-01-01 | R$ 900,0 mil |
Montar uma exposição sobre a vida e obra de Moraes Moreira é promover um mergulho na história da música popular e da cultura brasileira, revisando movimentos únicos da nossa história. Moraes, em suas canções, narra a diversidade musical do Brasil, sendo um dos mais versáteis compositores, misturando ritmos como frevo, baião, rock, samba, choro e até mesmo música erudita. A parceria com seu filho Davi Moraes e suas aventuras no campo da literatura como cordelista e cronista de ‘’causos’’ da Bahia serão revisitadas e mostradas para o grande público na exposição Moraes Moreira - Música e poesia. Além da expo, como contrapartida social, faremos três oficinas gratuítas de cenografia.
Montar uma exposição sobre a vida e obra de Moraes Moreira é promover um mergulho na história da música popular e da cultura brasileira, revisando movimentos únicos da nossa história. Moraes, em suas canções, narra a diversidade musical do Brasil, sendo um dos mais versáteis compositores, misturando ritmos como frevo, baião, rock, samba, choro e até mesmo música erudita. Este mergulho na história, também traz um frescor atual. A parceria com seu filho Davi Moraes e suas aventuras no campo da literatura como cordelista e cronista de ‘’causos’’ da Bahia serão revisitadas e mostradas para o grande público na exposição Moraes Moreira - Música e poesia.
Objetivos Gerais: - Celebrar a trajetória de um dos mais importantes nomes da música brasileira; Moraes MoreiraObjetivos específicos: - Promover uma ação de preservação da memória cultural brasileira; - Realizar uma ação difusão e consumo cultural; - Geral emprego e renda para a cadeia produtiva da cultura. - Promover a realização de 04 visitas guiadas para escolas da rede pública de ensino.
O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. No que se refere ao Art. 3° da mesma lei, o projeto possui sinergia com os incisos: II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres e com o item IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. ?Moraes Moreira: Mancha de Dendê não sai?, tem a intenção de oferecer ao público um mergulho na vida do artista através das suas produções musicais e poéticas. De forma contemporânea, múltipla, única e consistente, como a do artista, serão oferecidos ambientes diversos que promovem experimentação e interatividade estando sua produção artística em primeiro plano. O título da exposição é uma citação a um dos discos icônicos de Moraes Moreira como também uma analogia à sua origem, sua personalidade firme e à perpetuidade da sua produção artística. Do lado de fora da galeria, dois postes de alto falantes tocam músicas instrumentais do artista. A entrada da exposição evidencia o principal recorte que é a carreira solo com os principais sucessos e hits do carnaval. Um trio elétrico desenhado em xilogravura homenageia Dodô e Osmar, reforça a parceria com Armandinho, registra Moraes como primeiro cantor de trio elétrico, além de proporcionar um cenário instagramável e interativo. Uma linha de tempo sonora e visual que nos faz nos colocar nos ouvidos de Moraes e ter uma pequena experiência de tudo que ele absorveu e produziu musicalmente. Em paralelo, poemas de cordel são recitados de tempos em tempos por um rio de bocas de alto falantes espalhados no ambiente, reforçando o clima interiorano. Um ambiente com bancos e cadeiras convidam o espectador a sentar e ouvir depoimentos de diversos artistas que criaram com Moraes músicas icônicas. Outro ambiente nos surpreende com um número incrível de músicas cantadas por intérpretes e compositores renomados que gravaram composições do artista. Não poderíamos deixar de oferecer um espaço em homenagem ao início da carreira de Moraes que foi o encontro com os Novos Baianos, a experiência sonora evidencia a potência individual e coletiva do grupo. Fios e cabos dos equipamentos sonoros se direcionam para a sala final da exposição e desaguam no rio de microfones direcionados ao único objeto que pertenceu a Moraes Moreira exposto na exposição, seu violão que usou por mais de 30 anos. Moraes, seu violão e suas canções. Do violão saem as músicas instrumentais que ouviu-se dos alto falantes que estão na entrada da galeria.
Informamos que poderão ocorrer alterações quanto aos profissionais envolvidos no projeto, em razão de disponibilidadeno período de realização. No entanto, desde já informamos que os novos profissionais seguirão a temática do projeto eestarão em conformidade com o objetivo proposto.
Não se aplica.
Mancha de Dendê não sai - Moraes Moreira: Exposição Acessível e Socialmente Engajada1. Exposição Acessível1.1 Acessibilidade Física: Os locais escolhidos para a exposição garantirão acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida e idosos com elevadores e rampas.1.2 Acessibilidade para Deficientes Auditivos: Os conteúdos audiovisuais contarão com intérpretes de Libras para atender deficientes auditivos.1.3 Acessibilidade para Deficientes Visuais: A exposição proporcionará uma experiência sonora sobre a vida e obra do artista. QR Codes serão disponibilizados com descrições das salas e ambientes para visitantes com deficiência visual.2. Contrapartida Social2.1 Visitas Guiadas com Escolas Públicas: Reconhecendo a importância da educação e do acesso à cultura para todos os públicos, estamos comprometidos em proporcionar experiências enriquecedoras para os jovens da nossa comunidade. Por meio de quatro visitas guiadas especialmente projetadas, escolas da rede pública terão a oportunidade de explorar a exposição "Mancha de Dendê não sai - Moraes Moreira" de maneira imersiva e educativa.Nessas visitas, os estudantes serão conduzidos pela curadora, especialista na obra do artista, e pela coordenadora geral da exposição. Eles serão guiados pelas diversas seções da exposição, mergulhando na jornada sonora que retrata a vida e o legado de Moraes Moreira.
Como parte de nossa estratégia para democratizar o acesso à cultura, realizamos uma exposição totalmente gratuita. Essa iniciativa visa ampliar significativamente o alcance e a participação de diversos segmentos da sociedade, tornando a experiência cultural acessível a todos.Com essa abordagem inclusiva, estamos comprometidos em proporcionar uma oportunidade igualitária para que idosos, jovens, crianças e uma ampla variedade de públicos possam desfrutar das riquezas artísticas e culturais apresentadas na exposição "Mancha de Dendê não sai - Moraes Moreira". Acreditamos que a cultura é um direito fundamental e, ao eliminar barreiras financeiras, estamos garantindo que um espectro diversificado de pessoas possa se envolver e se inspirar na história e na obra desse renomado artista.
Abaixo, segue a ficha técnica da equipe principal Nome: Fernanda Bezerra: Função: Coordenação Geral Currículo resumido: Formada em Comunicação com Hab em Produção Cultural, no ano de 2008.1, pela Universidade Federal da Bahia, Fernanda é uma das produtoras mais atuantes de sua geração. É diretora geral da Maré Produções Culturais uma das principais empresas de produção cultural da Bahia. Ao longo de 10 anos de trajetória, já coordenou mais de 120 iniciativas nas mais variadas linguagens tais como; Festival Sangue Novo(música), Festa Literária Internacional do Pelourinho(Flipelô), Caravana da Música, Festival Letra de Mulher(literatura), Festival Red Bull Paranauê(capoeira), além da realização de diversos shows, espetáculos teatrais e exposições. Nome: Renata Mota Função: Cenógrafa Currículo resumido: Graduada em Arquitetura pela UFBA em 2008, tem cerca de 18 anos de experiência na área de Cenografia e mais de 50 projetos realizados. Toda a base do seu conhecimento se desenvolveu através do exercício da atividade para o Teatro e a Dança. Por 4 anos foi Diretora do Centro Técnico do Teatro Castro Alves (2007 – 2011) e nos últimos 6 anos vem desenvolvendo seus próprios projetos explorando outras linguagens e espaços. Recentemente assinou projetos para Brasil Orquestral (2018); Letras de Mulher (2018); Camaleão 40 anos (2018); O Grande Circo Clássico com NEOJIBÁ (2017); Exposição Gregorio’s (2017); Casa do Sol (2017), Inauguração da Concha Acústica do TCA (2016); Prêmio Brasken (2016); FLIQUINHA, espaço infantil da FLICA (2013 a 2017); Jam no Mam (2015); Virada Publicitária Bahia Recall (2015 e 2016); Festival de Ilustração e Literatura da Bahia (2015); Troféu Dodô e Osmar (2014 a 2016); Concurso Beleza Negra (2014 a 2018); Ensaio de Verão de Luiz Caldas (2015/2017); show de Tito Baiense Bop Samba; ensaios da Timbalada verão 2014/2015; (2015); concerto Rumpilezz canta Caymmi (2014); premiação BAHIARECALL (2014); DVD de Margareth Menezes “Para Gil e Caetano” (2014); peça teatral “A Caixa não é de Pandora” (2014), concerto “Elas por Elas” (2014) dirigido por Hebe Alves; projeto Verão Fantoches (2014 a 2018)) com Moraes Moreira, Luis Caldas e Bailinho de Quinta; concerto Pérolas Mistas (2014) idealizado por Carlinhos Brown; Ópera Pagliacci promovida pela Associação Lírica da Bahia (ALBA); peça infantil “Legal, Tchan Tchan Tchan!” dirigido por Elísio Lopes (2013); show “Lá vem ela!” da cantora Ivete Sangalo para o Festival Rock in Rio 2013; concerto Kindembu que fez parte do programa “Cultura em Campo” dirigido por Elísio Lopes (2013); gravação do ”DVD Saulo ao Vivo” na Concha Acústica (2013); “Camila e o Espelho” de Jorge Alencar (2010).
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.