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GIRO TÓIN DANCINFÂNCIA é um projeto de circulação por 08 cidades das regiões N, NE e CO. Com livre acesso, ocupa espaços e formatos incomuns e apresenta dois eixos de ação: Espetáculo interativo TÓIN: Dança Para Bebês para o público de 0 a 3 anos, pais e/ou tutores e geral; e Oficina TÓIN: Educandança voltada para educadores do ensino infantil da rede pública de 4 a 7 anos. A partir destes eixos de ação como pontos centrais, o projeto busca promover o desenvolvimento do mundo simbólico e cognitivo da primeira infância e fortalecer os vínculos afetivos no uso da estética e da poética da Dança como fatores indissociáveis do desenvolvimento da fruição, no encontro entre bebês, pais, tutores, artistas, educadores e público em geral que cercam este Universo. Também atua como potente ferramenta pedagógica baseada no corpo como o brinquedo, pois ao utilizar a linguagem da Dança de forma lúdica, valoriza o ato de brincar, compondo a motivação de apreciar, vivenciar e aprender.
A pesquisa do projeto TÓIN nasceu em 2008 por conta do mestrado em Inclusão Social e Acessibilidade/ FEEVALE 2010 da Coreógrafa Jussara Miranda, titulado “Carcaça e Gente Dentro: políticas públicas culturais e grupos de dança em situação de trabalho”. Relacional, o estudo de campo foi realizado em cidades das regiões sul do Brasil e da Espanha, especificamente, Porto Alegre, Sevilha e Granada entre 2008 e 2009, quando e onde foram entrevistados gestores de dança e diretores de grupos de dança da cena livre. Entre outros aspectos, buscava identificar políticas públicas avançadas criadas para estes grupos e impactos gerados na produção artística. Referente às contrapartidas de grupos para o Governo, observou no Plano Nacional de Cultura da Espanha o lema FUTURO, cujas contrapartidas dos grupos, cumpririam 20% de atividades artísticas voltadas para a primeiríssima infância (0 a 3 anos). Terminado o estudo de mestrado em 2010, a coreógrafa e Diretora da Muovere Cia de Dança há 30 anos, através do Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna 2011, beneficiou a montagem do espetáculo “TÓIN: Dança Para Bebês”, tendo realizado até o momento, em torno de 250 apresentações. O projeto “GIRO TÓIN DANCINFÂNCIA” é um desdobramento do “TÓIN: Dança Para Bebês”de 0 a 3 anos, que inaugurou o formato de espetáculo destinado a este público baseado no mote do CORPO como BRINQUEDO e importantes motivações: apreciar e vivenciar. Apreciar assistindo à encenação e vivenciar brincando de dançar, o que vem a constar como uma das duas atividades oferecidas. A segunda, refere-se à oficina TÓIN: Educandança, destinada à educadores da rede do ensino infantil, engendra uma terceira motivação: aprender com o corpo como o brinquedo. Desta premissa, o projeto “GIRO TÓIN DANCINFÂNCIA” beneficia toda a etapa da primeira infância, de 0 a 7 anos. De forma artístico pedagógica e visando explorar o corpo como o brinquedo de forma criativa e original, a pesquisa reuniu conteúdos estéticos e poéticos da literatura, de animações e de memórias vivas da infância dos agentes envolvidos. Autores como Gláucia de Souza e Eva Furnari, Monteiro Lobato e Mário Quintana, e animações como Menina Flor, Sapo Xulé, Bebê Jeans e Topo Didio transitam livremente entre narrativas contadas tradicionais e imagéticas. Valorizando o folclore brasileiro, Marcelo Delacroix compôs a trilha reunindo 09 melodias. Entre elas menciona “Mulher Rendeira”, “Samba Lelê” e “Sapo Xulé”. Também criou melodias originais como “A Dança dos Palitos”, “A Dança dos Dedinhos e das Perninhas”, trilha utilizada em todas as atividades.
Objetivos Gerais: O projeto GIRO TÓIN DANCINFÂNCIA objetiva promover o desenvolvimento do mundo simbólico e cognitivo da primeira infância, seus gestos, corporeidades e símbolos, bem como fortalecer os vínculos afetivos ao utilizar a estética e a poética da Dança como fatores indissociáveis do desenvolvimento da fruição no encontro entre bebês, pais, tutores, artistas, educadores do ensino infantil escolar e público em geral que cercam este Universo. Também atua como potente ferramenta pedagógica baseada no corpo como o brinquedo, pois ao utilizar a linguagem da Dança de forma lúdica, valoriza o ato de brincar, compondo a motivação de apreciar, vivenciar e aprender. Objetivos Específicos: - Executar o projeto circulação GIRO TÓIN DANCINFÂNCIA com um total de 12 apresentações do espetáculo TÓIN: Dança Para Bebês e 08 oficinas TÓIN: Educandança;- Realizar 08 apresentações do espetáculo TÓIN: Dança Para Bebês nas capitais dos estados de Alagoas, Pernambuco, Tocantins e Goiânia;- Realizar 04 apresentações do espetáculo TÓIN: Dança Para Bebês em cidades de até 150 mil habitantes dos estados de Alagoas, Pernambuco, Tocantins e Goiânia;- Promover 08 oficinas TÓIN: Educandança direcionadas a professores da educação infantil da rede pública de cada uma das 08 cidades da circulação, como forma de difundir a dança como instrumento artístico pedagógico;- Facilitar o acesso ao público proporcionando a gratuidade em todas as ações previstas;- Proporcionar acessibilidade a um público diverso através interpretação de libras e audiodescrição durante as ações previstas;- Contribuir para o fortalecimento, em rede, da economia cultural criativa, a partir da contratação descentralizada de profissionais da área; - Valorizar a trajetória de 30 Anos de uma Cia de dança genuinamente brasileira;- Investir em um projeto cultural de relevância e trajetória de 8 anos;- Propor que as atividades artísticas (eixos de ações) sejam executadas em locais de livre acesso (shopping centers, praças, parques e escolas da rede pública);- Desenvolver o mundo simbólico e cognitivo da primeira infância: gestos, corporeidades e símbolos, através da linguagem da dança como o Brinquedo;- Instrumentalizar educadores da educação infantil da rede pública de ensino contribuindo para o repertório de práticas pedagógicas criativas;- Valorizar referências artístico culturais nacionais tradicionais e recentes da literatura infantil, da memória infantil, de brincaqueiras e brinquedos
A necessidade da Lei de Incentivo dá-se, pois é essencial o aporte para viabilizar a realização de um programa abrangente e descentralizado. Assim, destacam-se os incisos em que enquadra-se o projeto "GIRO TÓIN DANCINFÂNCIA"; Artigos 1º e 3º da Lei 8313/91: Art. 1º da Lei 8313/91 I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; O "GIRO TÓIN DANCINFÂNCIA" facilitará o acesso da população geral ao bem cultural e de forma gratuita a partir dos seguintes tópicos: - Realizar o projeto em 8 cidades distribuídas entre as regiões N, NE e CO com a apresentação de espetáculo em espaços públicos, direcionados à primeiríssima infância, além de oficinas formativas dirigidas a professores da educação infantil da rede pública de ensino utilizando o espaço físico da escola pública; sendo ambas atividades de livre acesso;- Priorizar 4 cidades, ou 50% das incluídas na circulação, que apresentem as seguintes características: população de até 150.000 habitantes e carência de aparelhos culturais para a apresentação de espetáculo; - Incluir acessibilidade a atividade espetáculo que será realizada em espaço público (praças, parques, shopping etc). Prevendo um número de 200 pessoas por apresentação serão reservados: 04 espaços (PCR); 02 assentos (PO) e 02 (PMR). Medidas como espaço de circulação adequado; rampa e área de aproximação para PCR; rotas de mobilidade e outras providências serão tomadas. Quanto à atividade formativa, a oficina para professores realizar-se-á em sala de escola pública. 30 vagas por oficina serão disponibilizadas, totalizando 240 vagas;- Com referência a acessibilidade de comunicação, o projeto "GIRO TÓIN DANCINFÂNCIA" contará com profissionais interpretação de libras e audiodescrição; O projeto destaca-se, também, pelo aspecto descentralizador, oportunizando que regiões equidistantes do País se aproximem na sua diversidade cultural, seja formando plateias, abordando outros métodos de fruição e multiplicando fazedores de conteúdos artístico pedagógicos dirigidos a primeira infância, desde o primeiro ano de vida. IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; O projeto será realizado por uma companhia nacional, independente e fundadora do histórico da dança contemporânea no RS e Brasil com trajetória de 30 anos. Conta com profissionais colaboradores autônomos: diretores, dançarinos, produtores, músicos, figurinistas, educadores, técnicos e artistas das artes visuais e moda com formação artística e acadêmica de relevância comprovada. Reconhecida pela pluralidade e hibridismo, os fatores originalidade, criatividade e inovação traduzem o temperamento poético e criador da companhia, ao mesmo tempo em que associa cultura, arte, dança e educação com conhecimento prático e acadêmico, sustentados pela preservação da memória e noção de FUTURO. V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; Além do público que usufrui diretamente como espectador e protagonista, o projeto valoriza seus colaboradores criadores, partindo da CORPOREIDADE como a chave de criatividade. Primar por conteúdos criativos e inventados pela via do corpo como representação de vida pulsante, animando as sensibilidades e despertando emoções. O projeto inspirou-se em conteúdos poéticos passíveis de gerar as mais diversas interpretações. Através da literatura, os poemas de Mario Quintana, estórias de Monteiro Lobato, Imagens de Eva Furnari e Gláucia de Souza traçam o encontro entre a tradição e atuais narrativas como forma de transmissão de conhecimento. Também inspirou em animações pouco ou nada conhecidas pela nova geração da infância, a exemplo do boneco Topo Dídio- da década de 60, que combinado com o atual curta metragem 3D, Maria Flor, deu origem a personagem Menina Flor do espetáculo, salvaguardando a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar. Os modos de fazer e viver das sociedades resultam do conjunto de experiências vividas no corpo, abrindo espaço para a construção de representações singulares, sendo o imaginário, o ambiente através do qual produzimos saberes. Os processos criativos deste projeto, passam por corpos e experiências diversos, a exemplo de estórias de infância contadas pelos diretores, bailarinos, produtores, técnicos, figurinista, compositor etc; reproduzidas em forma de jogos e movimentos dançados. O compositor e cantor gaúcho Marcelo Delacroix criou a trilha. Composta por 9 melodias, transitou entre a tradição e atuais narrativas sonoras, desconstruindo e reconstruindo regionalidades, a exemplo das canções Mulher Rendeira e Sapo Xulé. Também criou novas citações musicais, como A dança dos Palitos, A Dança da Pernas e das Mãos, atribuindo valor musical às coreografias. Com referência a atividade formativa oferecida, propõe o projeto, seja ampliado o universo de interação entre a criança e o professor além do ambiente familiar, considerando o professor, mais um criador de estratégias e métodos de invenção do que mero mediador de conteúdos formalizados. O professor do ensino infantil é corresponsável pela condução dos processos criativos, cuja docência implica na evolução do caráter social, cognitivo, motor, afetivo e cultural das crianças. VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O projeto emprega energia em sua capacidade de transformação junto a primeira infância em direção ao FUTURO, entre outras disposições, a formação de uma visão de mundo capaz de contribuir para uma virtuosa humanidade vindoura. Pretende-se formar e informar, levando em conta bens culturais de valor universal, aqui direcionados a primeira infância no respaldo de referências e costumes de conhecimento, cultura e memória, cito: - Fortalecer vínculos entre a primeira infância e o universo que a cerca; - Provocar o florescimento das sensibilidades, das emoções e do prazer de criar;- Entrelaçar culturas populares às atuais linguagens da dança;- Difundir a diversidade cultural em dança, suas motivações e conteúdos históricos;- Formar plateias e apreciadores de espetáculos de dança direcionados ao público da primeira infância;- Promover o interesse de professores para capacitação formativa e difusão de conteúdos originais. IX - priorizar o produto cultural originário do País; O projeto valoriza a trajetória de 30 Anos de uma Cia de dança e prioriza um produto cultural de relevância, ambos genuinamente brasileiros. Art. 3º da Lei 8313/91 II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; A pesquisa do espetáculo "TÓIN: Dança Para Bebês" a exemplo da trilha original partiu de melodias do folclore regional e nacional, bem como de poetas e escritores nacionais da infância, como Monteiro Lobato, Eva Furnari, Gláucia de Souza e Mário Quintana, contribuindo assim, na difusão e preservação do patrimônio artístico, cultural, intelectual e histórico brasileiro. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Serão 12 apresentações do espetáculo "Tóin: Dança para Bebês" e 240 vagas para a oficina "Tóin Educandança", ambas com acesso gratuito. V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais; O projeto contribui para o fortalecimento, em rede, da economia cultural criativa, a partir da contratação descentralizada de profissionais da área.
Espetáculo Tóin Dança Para Bebês A atividade espetáculo “TÓIN: Dança Para Bebês” tem duração de 40 minutos, sendo 20 minutos de encenação em dança e outros 20 minutos dedicados a interação entre público e artistas. A encenação é composta de 9 pequenos trechos coreográficos realizados sobre um tapete linóleo xadrês por 4 bailarinos, enquanto o público assiste no entorno do tapete. Tais apresentações (12) ocorrerão em espaços diversos: shoppings, praças, parques etc. Acessórios como luvas, perucas e quadros ilustrados são utilizados pelos bailarinos durante a apresentação. Para os 20 minutos seguintes de interação, pais e tutores são convidados para brincar de dança com seus bebês junto aos artistas. Já a atividade formativa “TÓIN Educandança” é uma oficina com duração de 3 horas. Direcionada à educadores do ensino infantil da rede pública, será realizada em sala de práticas corporais, ou adaptadas para o fim, em escolas da rede pública de ensino. Oficina TÓIN: Educandança PLANO PEDAGÓGICO - Resumo: Visa instrumentalizar sobre práticas corporais criativas no exercício do ensino aprendizagem da primeira infância, tendo o corpo como o Brinquedo. Envolve práticas corporais focadas na linguagem da dança, suas formas e conteúdos poéticos e estéticos. Aborda o desenvolvimento e aprimoramento da propriocepção da criança, ou na capacidade de reagir e reconhecer a localização do seu corpo e modos particulares de “atuar” no mundo na relação com o ambiente e pessoas que a cercam. - Inovação: Ministrantes artistas com formação no setor da dança e atuantes na área do ensino; atores sociais em projetos autorais direcionados à infância. Uma proposta pedagógica com visão artístico focada na primeira infância. - Objetivo geral: Trabalhar o corpo como memória afetiva através da brincadeira, tendo como fundamento a linguagem da dança, suas formas e conteúdos poéticos e estéticos. - Metodologia: trabalho corporal (gestos, movimentos, formas e conteúdos); Jogos, brincadeiras et. Narrativas corporais. - Público alvo: Professores da educação infantil (de 4 a 7 anos) de instituições de ensino público das cidades contempladas pelo projeto. Carga Horária: 3 horas Plano de aula RECEPÇÃO/APRESENTAÇÃO - Duração 30min. - Sem trilha sonora Apresentação dos oficineiros e breve explanação do que será trabalhado na Oficina. Contextualizando o referencial Desconstrução e ampliação do entendimento sobre corpo e da relação ensino-aprendizagem tendo o corpo como o brinquedo. Referência: Corpo sem órgãos (A.I.). o corpo se torna intensivo. Tudo no corpo passa a fluir e a afetar. O corpo passa de instrumento para um conjunto de sensações. Aumentar o prazer de viver, de sentir, de experimentar, produzir, afetar e ser afetado. E Laban, R: O Domínio da Movimento, 1950. COMO VOCÊ SE VÊ NO MUNDO ENQUANTO FORMA? - Trilha 1Cada participante deverá encontrar uma forma para representar a si (um retrato). Exs: corpo bola, corpo quadrado, corpo lua, corpo montanha etc. (individual) CORPO AÇÃO - Trilha 2Representar o corpo forma com ação dinâmica. Exs: corpo bola girando; corpo lua caindo, corpo montanha saltando etc. (individual) CORPO SENTIDO - Trilha 3Unindo a forma e a dinâmica, prover sentido. Exs: Corpo bola girando na lua; corpo lua caindo na água etc (individual) DANÇA MAESTRO - Sonoridades corporais“Braços mágicos” Brincando de Manipulação. Disposição em um único grupo (forma: bolo/massa de modelar) Ações: Tremer, dividir-se, deslocar-se pelo espaço, comprimir, dilatar, pular, girar, saltar, cair, pausar etc ENCERRAMENTO - Sem trilha sonoraReunir o grupo: relatos da experiência
ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade física Serão adotadas medidas de acessibilidade compatíveis com as características do objeto sempre que tecnicamente possível, conforme a Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018. No intento de adequar as medidas de segurança reservadas aos espaços fechados para os espaços urbanos, onde o projeto GIRO TÓIN DANCINFÂNCIA também atuará. Para a atividade espetáculo interativo, o projeto prevê um público de 200 pessoas por apresentação, sendo reservados, 04 espaços para cadeirantes (PCR); 02 assentos para obesos (PO) e 02 para pessoas com mobilidade reduzida (PMR). Medidas como espaço de circulação adequado; rampa e área de aproximação para PCR; rotas de mobilidade e outras providências serão tomadas. Acessibilidade de ConteúdoAcessibilidade para deficientes visuais: Será oferecido audiodescrição em todas as apresentações.Acessibilidade para deficientes auditivos: Será oferecido intérprete de Libras em todas as apresentações. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: Serão adotadas medidas de acessibilidade compatíveis com as características do objeto sempre que tecnicamente possível, conforme a Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018. Os locais de realização das oficinas serão em escolas públicas dotadas de medidas de acessibilidade para pessoas com deficiência como: rampa, banheiro e corrimão. Acessibilidade de Conteúdo Acessibilidade para deficientes auditivos: Será oferecido intérprete de Libras em todas as oficinas.
Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; Canclini nos ilumina quando afirma que a democratização como acesso consiste nadistribuição e popularização da cultura e seus valores, buscando garantir o acesso igualitáriodos diferentes indivíduos e grupos a diversos bens culturais.A partir do livre acesso às atividades propostas; do modo da distribuição geográfica ecaracterísticas das cidades previstas para a circulação (mais e pouco populosas); do uso deespaços diversos e incomuns (shopping, praças, escolas, etc); dos conteúdos poéticos eestéticos aplicados; diversidade cultural e valor cultural, o projeto “GIRO TÓINDANCINFÂNCIA” cumpre com o seu papel na democratização do acesso. Também, adequa-se através da promoção de práticas que melhorem a permanência de pessoas portadoras dedeficiências, interpretação de libras e audiodescrição, incluídas nas medidas de segurançafísica e de comunicação. Democratizar o acesso também é garantir a diversidade nãosomente das pessoas que participam do consumo, mas daquelas de produzem o bemcultural: artistas, técnicos, produtores, professores e todos fazedores das coisas da arte devárias tribos, regiões e cidades do Brasil. Trata-se de ampliar a participação de agentessociais nos espaços de produção, valorizando e apoiando narrativas, ideias e práticasdiversas. Outro fator producente da democratização do projeto, dá-se pelas cidadeselencadas na circulação, dentre as 08, 04 possuem população até 150 mil habitantes e nãopossuem equipamento cultural específico para apresentações artísticas.
PROPONENTE / Direção geral do projeto / coreografia / concepção: JUSSARA MIRANDA Mestre em Inclusão Social e Acessibidade Feevale 2010, é graduada em Tecnologia e Dança Ulbra 2006/RS. Habitada em dança teatro, técnica de dança moderna e análise de movimento pelo Instituto Goethe Brasil/ Alemanha 1998. Prêmio Hélio Barcellos Jr. e Personalidade da Dança SMC/ RS/ BR, é Diretora da Muovere Cia 30 anos, contando com importantes Prêmios concedidos pelo Ministério da Cultura BR; Funarte; Governo do RS e Prefeitura de Porto Alegre. Publicações: MIRANDA, J. OLHO3: Muovere Fashion Week. Anais / Seminário Nacional de Dança, Curitiba: Faculdade de Artes do Paraná [2010]. MIRANDA, J. Processos endêmicos estimulados por picadas. Política Culturais: teoria e práxis de Lia Calabre - São Paulo: Itaú Cultural; Rio de Janeiro: Fundação Casa de Ruy Barbosa [2011]. MIRANDA, J. Visões de Dança: Situação do trabalho continuado. Encontro Funarte de Políticas para as Artes; Rio de Janeiro [2011]. Diretor artístico / operação de som: DIEGO MAC Define-se como um colecionador de movimentos. Atua no campo cultural e do entretenimento em projetos artísticos que transitam entre encenação, dança, cultura popular, imagens, tecnologia, criatividade, gestão e empreendedorismo. Diretor da Macarenando Dance Concept. Diretor artístico da Muovere Cia. de Dança. É graduado em Dança. Mestre e especialista em Poéticas Visuais. Iniciou atuação profissional em 1997, tendo trabalhado em mais de 100 projetos culturais. Seu trabalho é reconhecido no cenário local e nacional, sendo considerado pelo público e pela crítica um dos diretores mais inovadores e talentosos da sua geração. Elenco principal: ARTHUR BONFANTI Arthur Bonfanti é bailarino e produtor cultural. Graduado em Licenciatura em Dança pela UFRGS, pesquisa sobre o fazer da produção em relação à sua atuação como bailarino. Possui experiências que perpassam danças urbanas, contemporâneo e ballet clássico, participando de festivais e espetáculos de dança. Atualmente trabalha na Macarenando Dance Concept como produtor e bailarino e na Muovere Cia de dança como bailarino, participando de espetáculos como Dance a Letra Caetano, Das Tripas Sentimento (2018) e Tóin Dancinfância, e projetoscomo Cassino da Cassandra e Casa do Medo. Elenco principal: ALINE KARPINSKI Formada em Dança pela UERGS (2006) e Pós Graduação em dança pela UFRGS (2008), atualmente dança com o Grupo Macarenando Dance Concept, participou do espetáculo Toin da Muovere Cia de Dança. Bailarina Profissional desde 1996 quando ingressou no Grupo Phoenix de Porto Alegre, Joca Vergo Cia de Dança e Grupo Experimental de Dança de POA. Coreografou e dançou para algumas obras do Grupo Falos & Stercus como Hybris, o qual ganhou prêmio Braskem de Melhor Espetáculo júri popular em 2011 no POA em Cena, entre outros. Também coreografou trabalhos solos como a obra Desnuda, Rapel com dança desde 2000, com de técnicas de escalada, último trabalho com La Fura Dels Baus em Atlântida. Ópera Chimango da OSPA no Theatro São Pedro como coreógrafa e bailarina, bem como a Ópera Açores na reinauguração do Museu Júlio de Castilhos em 2013, na releitura para o Palácio Piratini 2014 e Açores Junho de 2014. Elenco principal: BRUNO FERNANDES Graduando diretor teatral pela UFRGS e formado em administração de empresas, Bruno Fernandes atuou em dezenas de espetáculos teatrais entre eles QUAL A DIFERENÇA ENTRE O CHARME E O FUNK? (2015), indicado a melhor ator no Açorianos de Teatro. É integrante e fundador do grupo PRETAGÔ e protagonista do musical O GATOS DE BOTAS da Cia Menino Tambor. É diretor e apresentador do Humor Negro Night Show (2018) e do infantil A JUJUBA É MINHA (2016). Atuou no longa-metragem Tinta Bruta (2018) onde foi eleito melhor ator coadjuvante do festival do Rio. Elenco principal: DENIS GOSCH Ator, diretor, bailarino, produtor cultural e professor de teatro e dança, bacharel em Interpretação Teatral/UFRGS com 20 anos de carreira. Participou de turnês de teatro e dança pelo Brasil, países do MERCOSUL e Europa com as companhias Santa Estação Cia de Teatro e Muovere Cia de Dança Contemporânea, sendo intérprete criador, ensaiador e colaborador cênico da obra DESVIO desde sua concepção. Ganhou os prêmios Tibicuera e Braskem de Melhor Ator, além de diversas indicações como bailarino, diretor e cenógrafo nos prêmios Açorianos de dança e teatro. Fez parte da coordenação de produção do Festival Porto Alegre Em Cena por 3 anos consecutivos. É professor do curso de formação de atores da Casa de Teatro de Porto Alegre e atualmente é membro da Macarenando Dance Concept e da Muovere Cia de Dança Direção de Produção: ANA PAULA REIS Produtora cultural, licenciada em Dança pela ULBRA (2012), especialista em Dança pela UFRGS (2016) e mestranda em Artes Cênicas pelo PPGAC/UFRGS. Atua como professora de Arte / Dança pela rede estadual de ensino desde 2014 e foi supervisora de Dança do Programa de residência do Capes. Iniciou na área da produção cultural em 2009 em estágio pela Coordenação de Dança de Porto Alegre e a partir de 2012 atuou como produtora executiva de diversos projetos: Outras Danças – programa de residências artísticas, mostras e seminários - realizado pela FUNARTE em parceria com o Governo do Estado do RS, “Manchas Urbanas” (2013 - Fumproarte) da Eduardo Severino Cia de Dança, “Herança Sagrada: a corte de Oxalá” (2015) do Ballet Folclórico da Bahia. Em 2015 criou a Bendita Cultura, sendo a responsável pela coordenação e execução de projetos como: “Iluminus” (2016 - Fumproarte) da New School Dreams Cia de Dança – sendo indicada pela terceira vez na categoria Melhor Produção no Prêmio Açorianos de Dança. É produtora da Muovere Cia de Dança e da Geda Cia de Dança. Produção executiva: EDUARDO RICHA Graduando em Produção e Gestão Cultural pela Universidade Cruzeiro do Sul. É produtor cultural, bailarino e professor nas áreas de Dança Contemporânea e Danças Urbanas. Ministrou aulas de dança em importantes projetos do Governo Federal como Pontos de Cultura e Municipal como Formação Para Bailarinos realizado pela Secretaria de Cultura de Canoas/RS. Como bailarino atuou em grupos independentes de renome como Muovere Cia de Dança, Macarenando Dance Concept e Malma Cia de Dança. Atuou em 2017 como produtor delegado da Muovere Cia de Dança no Mercado de Artes Performativas do Atlântico Sul, realizado em Tenerife, Espanha. No ano de 2019 foi aluno contemplado pelo programa de formação em artes visuais com foco em produção cultural “ENTREOLHARES”, realizado pelo Itaú Cultural. Atualmente trabalha na produção e coordenação de projetos de descentralização e distribuição de produtos culturais da Macarenando Dance Concept e Muovere Cia de Dança. Coordenação de comunicação / assessoria de imprensa: SILVIA ABREU Silvia Abreu – Assessora de Imprensa Graduada Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos. Pós-graduada em Administração e Organização de Eventos pelo Centro Universitário Senac São Paulo. Especialista em Produção e Gestão Cultural, atuando há 29 anos no mercado. Possui curso de Extensão em Políticas Públicas de Cultura (Unisinos) e Administração Pública da Cultura (Ufrgs). Foi membro Suplente do Colegiado Setorial de Circo do Conselho Nacional de Política Cultural - CNPC, eleito no Fórum Nacional Setorial de Circo (2015-17). Foi diversas vezes premiada por sua atuação profissional.Tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em Relações Públicas, Propaganda e Marketing, atuando principalmente nas seguintes subáreas: divulgação e produção de espetáculos musicais, teatrais, de dança, circo e artes visuais. Entre os grupos que produz e/ou divulga estão: Cia. Face & Carretos, Circo Girassol, Theatro São Pedro, Café Fon Fon, Associação Negra de Cultura, Galeria Paulo Capelari. É idealizadora do projeto Cartografia dos Palcos – Mapeamento dos Equipamentos Cultural do RS, financiado pelo FAC/Procultura-RS, em parceria com Michele Rolim.
PROJETO ARQUIVADO.