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PRONAC 203841Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

PRODUÇÃO DO ESPETÁCULO TEATRAL ONDE A GENTE VAI MORAR?

João Basílio Costa e Paula
Solicitado
R$ 175,1 mil
Aprovado
R$ 175,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2020-10-01
Término
2023-12-31
Locais de realização (1)
Belo Horizonte Minas Gerais

Resumo

QUANTO AO ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: Montagem e realização de apresentações do espetáculo teatral "Onde a gente vai morar?", uma comédia musical que aborda dos desafios de se adquirir uma moradia. // QUANTO À CONTRAPARTIDA SOCIAL: Realização de ciclo de palestras sobre teatro musical. Tópicos a serem abordados: dramaturgia de musicais; composição e produção musical - desafios e processos; criação e produção de vídeo: possibilidades de diálogo entre as linguagens do audiovisual e do teatro; desafios e processos na preparação e direção de atores.

Sinopse

Produto principal (espetáculo teatral no gênero comédia musical): Reginaldo e Gisela têm uma filha de 15 anos e agora estão esperando um bebê. A iminente chegada do novo membro da família está obrigando-os a buscar um apartamento maior. O processo de escolha é difícil e cansativo, e quando afinal encontram o lugar ideal, perdem o negócio porque outro comprador foi mais rápido. Iniciam então várias tentativas para fazê-lo desistir da compra. Será que vão conseguir? Classificação etária: 14 anos

Objetivos

OBJETIVO GERAL - Produzir um espetáculo teatral no gênero "comédia musical", com realização de 3 apresentações. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Produzir (arranjar, gravar e mixar) 9 músicas de autoria própria, sendo 6 canções e 3 trilhas instrumentais. - Produzir 12 vídeos para uso como projeção durante o espetáculo. - Conceber e produzir cenário, figurino e projeto luminotécnico do espetáculo. - Promover 4 meses de ensaios com elenco formado por 5 atores, diretor e assistente de direção. - Realizar três apresentações do espetáculo teatral "Onde a gente vai morar?", em teatro de médio ou grande porte de Belo Horizonte. - Quanto à contrapartida social, promover um ciclo de palestras voltado para estudantes e professores do Ensino Médio da rede pública e particular de ensino, além de estudantes e professores de Artes Cênicas. Com um total de 6 horas/aula, as palestras objetivam a capacitação do público quanto à criação e produção de montagens, com quatro especialistas abordando quatro aspectos do gênero "teatro musical": dramaturgia; composição e produção musical; diálogo entre vídeo e teatro; e preparação e direção de atores.

Justificativa

Entende-se que o projeto ora proposto enquadra-se nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Quanto aos objetivos constantes no Art. 3º, o projeto consiste em: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. Em atendimento ao art. 22 da Instrução Normativa nº 2/2019 - Contrapartidas sociais -, o projeto irá promover um ciclo de palestras voltado para estudantes e professores do Ensino Médio da rede pública e particular de ensino, além de estudantes e professores de Artes Cênicas. Com um total de 6 horas/aula, as palestras objetivam a capacitação do público quanto à criação e produção de montagens, com quatro especialistas abordando quatro aspectos do gênero "teatro musical": dramaturgia; composição e produção musical; diálogo entre vídeo e teatro; e preparação e direção de atores. Discorrendo mais detalhadamente a respeito: A aquisição da casa própria tende a ser um momento relevante na vida de quase todo mundo _ afinal, crescemos com a convicção de que ter um lugar pra morar constitui necessidade elementar para se viver. Principalmente porque a compra é, pra muita gente, resultado de grande esforço _ financeiro, físico e psicológico _ no processo de busca do imóvel ideal. Ao adotar essa temática, a peça "Onde a gente vai morar?" perpassa várias questões em torno desse sonho: o status de cada região da cidade, a especulação imobiliária, a relação entre vendedor e comprador, os critérios de escolha (valores), os medos, a autoestima... A intenção é, por meio de um espetáculo com linguagem moderna e humor crítico, levar à reflexão sobre esses aspectos e como eles contemplam várias facetas do comportamento humano. Montada e encenada, acreditamos que a proposta constitua-se em um produto de reconhecido valor cultural, dadas a qualidade do texto, sua originalidade, a competência da equipe com a qual se pretende trabalhar e a performance esperada dos atores envolvidos, que serão selecionados de forma criteriosa e preparados com o auxílio de profissionais experientes. No âmbito da contribuição cultural, entende-se que a montagem poderá agregar qualidade ao teatro criado e produzido em Belo Horizonte. O texto parte do entendimento de que o gênero "comédia" deve ir além do entretenimento puro e simples, oferecendo múltiplas camadas para discussão e reflexão. Entende-se que o humor pode ser uma forte ferramenta de crítica, capaz de sublinhar comportamentos, apontar contradições e provocar debates importantes para nossa evolução enquanto seres sociais. E, ainda: que é possível _ mais do que isso, é necessário _ abandonar os clichês e estereótipos presentes em boa parte da produção de teatro cômico, e que, a essa altura, somente reforçam preconceitos e promovem o riso pela dor. Além disso, a montagem pretende propor um diálogo dinâmico e criativo entre atores, cenário, recursos cênicos, vídeos e músicas, agregando encantamento e ampliando o envolvimento do público. A contribuição cultural também está na valorização do gênero "musical", que vivencia um revival no teatro brasileiro, mas ainda não ganhou a devida força na cena de Belo Horizonte. O espetáculo tem como referência os musicais clássicos, nos quais as letras das músicas fazem parte da dramaturgia, mas explorando-se também as possibilidades de humor e encantamento proporcionadas pelos elementos musicais para além das letras _ a melodia, os timbres, os ritmos, os arranjos, os andamentos. Além do ganho dramático/criativo, as canções fazem com que o projeto também tangencie o gênero "música", gerando uma simbiose entre categorias artísticas. O mesmo acontece com a demanda prevista para produção de vídeos, no espetáculo. Haverá cenas gravadas, com atores, cenários, dramaturgia, computação gráfica e edição. O uso do vídeo tem por objetivo a integração das linguagens cênica e de audiovisual, uma vez que está previsto na dramaturgia e também aparece como solução de cena. O processo de criação a ser despendido na produção dos vídeos visa investigar esta fronteira entre as linguagens teatral e audiovisual, provocando mais uma situação de convergência, experimentação e diálogo entre formatos. Assim, espera-se agregar valor à cena teatral da cidade, com o espetáculo em um gênero pouco explorado, que é a COMÉDIA MUSICAL. O alcance que se espera, aliado à longevidade prevista do espetáculo, irão fazê-lo atingir um grande público por um bom tempo, levando junto as marcas do Governo Federal e das empresas que irão apoiar o projeto. Por acreditar que o estímulo à fruição de bens culturais deve se dar principalmente por meio de experiências positivas de consumo, entende-se que um espetáculo de qualidade é capaz de dar sua contribuição para o fortalecimento dos hábitos culturais do público. Para além da qualidade, a política de preços populares prevista para as sessões do espetáculo facilitará o acesso ao espetáculo pelas camadas menos favorecidas da população, cumprindo sua missão de disseminar o gosto pelas artes cênicas e, em última análise, propiciar ao maior número de pessoas o contato com a produção cultural. Estabelecido o que consideramos relevante para justificar a produção desse espetáculo _ ou seja, por que ele irá contribuir para a sociedade -, devemos responder: por que pleitear recursos públicos por meio da aprovação junto à Lei Federal de Incentivo à Cultura? Sabe-se que a produção teatral, com raras exceções, tem dificuldades para se manter e muito frequentemente resulta em prejuízo para seus promotores e toda a cadeia produtiva em torno do meio. Criar, montar, ensaiar, transportar, alugar, levar público _ tudo é desafiador, e muitas vezes é a paixão o elemento que ainda move os profissionais envolvidos no ofício. Com o momento atual de pandemia provocada pelo coronavírus, as dificuldades se multiplicam _ certamente, viveremos dias difíceis até que a normalidade seja retomada. Para as artes cênicas, além das restrições ligadas à promoção de aglomerações, teremos a consequência nefasta da crise econômica, que já gera desemprego recorde e recuo do PIB. Nesse cenário, a perspectiva de redução do dinheiro em circulação vai atingir em cheio o consumo de "supérfluos", como costuma ser percebido o teatro. Soma-se ao cenário externo as peculiaridades da produção aqui proposta _ uma peça musical, com vários atores, cenário complexo, grande produção de áudio e de vídeo, necessidade de espaço amplo para montagem, com um set de iluminação abrangente. São vários elementos que, se por um lado irão contribuir para o resultado positivo que se espera, por outro lado oneram a produção de modo a inviabilizar seu desenvolvimento com recursos próprios. Daí a importância de se buscar na Lei Federal os recursos para prover, ainda que parcialmente, os custos da produção.

Especificação técnica

Peça teatral do gênero "comédia musical", com duração estimada em 1 hora e 20 minutos. A peça irá envolver 5 atores e prevê a produção de 12 vídeos e gravação de 6 canções e 3 trilhas musicais instrumentais. O texto é inédito, de autoria de João Basílio. Serão produzidos cenário e figurino sob medida. Na temporada de estreia, serão realizadas 3 apresentações em teatro de médio/grande porte na cidade de Belo Horizonte (MG).

Acessibilidade

ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICASAcessibilidade física: as apresentações serão realizadas, necessariamente, em locais que propiciem acesso fácil e cômodo a pessoas com necessidades especiais (notadamente dificuldades de locomoção), além de estrutura de banheiros adaptadas. Acessibilidade para deficientes visuais: o teatro e seu entorno deverão ter piso podotátil para facilitar o deslocamento de deficientes visuais.Acessibilidade para deficientes auditivos: uma das sessões realizadas terá intérprete de Libras, para deficientes auditivos, e será amplamente divulgada junto a órgãos, associações e escolas que atendem este público. CONTRAPARTIDA SOCIALAcessibilidade física: o ciclo de palestras será realizado, necessariamente, em local que propicie acesso fácil e cômodo a pessoas com necessidades especiais (notadamente dificuldades de locomoção), além de estrutura de banheiros adaptadas.Acessibilidade para deficientes visuais: o teatro e seu entorno deverão ter piso podotátil para facilitar o deslocamento de deficientes visuais.Acessibilidade para deficientes auditivos: haverá um intérprete de Libras na lateral do palco, durante as palestras.

Democratização do acesso

Os ingressos dos espetáculos serão comercializados em plataforma online e em pontos de venda físicos, de acordo com os parâmetros percentuais de ampliação do acesso previstos no art. 20 da IN 2/2019. Além disso, tendo em vista a democratização do acesso, pretende-se realizar: - Ensaio aberto à população, na véspera do início da temporada, com entrada franca - Disponibilização, na internet, em plataformas de livre acesso, de seis vídeos contendo os clipes produzidos para as seis canções integrantes do espetáculo. Com essas ações propostas, o projeto atende aos seguintes incisos do art. 21 da IN 2/2019: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22;

Ficha técnica

JOÃO BASÍLIO COSTA E PAULA (PROPONENTE): Autor do espetáculo; Diretor; Coordenação geral Currículo: • Graduação em Publicidade e Propaganda e em Jornalismo (UFMG) - 1993 e 2005• Especialização em Marketing e Comunicação (UNI-BH) - 2002• Curso de Improvisação para o Teatro - Jogos Teatrais (Fundação Clóvis Salgado - 2012)• Curso de Improvisação - Módulo II - UMA Companhia (2013)• Curso de teatro do Centro de Pesquisas Teatrais de SESI/MG (2014)• Cursou duas oficinas livres de improvisação teatral com Assis Benevenuto (2010 e 2012)• Ator profissional com registro no SATED/MG (DRT 9933)• Oficina de Dramaturgia com a diretora Regiana Antonini (6 horas) - 2017• Oficina Manipulação de Objetos não-convencionais e Improvisação Cênica (6 horas) - 2015• Oficina de Dramaturgia de Musicais, com o diretor Sergio Maggi (Brasília) - 6 horas - 2018 • Atividades na área de comunicação: redator publicitário, jornalista, revisor de textos, designer, compositor e produtor de jingles, roteirista para rádio e TV, diretor de vídeos e de eventos, professor universitário• Diretor e roteirista do programa de auditório "Elias Sunshine Show" (1999), com exibição pela Rede Minas de Televisão• Autor do livro infantil “Gabi, perdi a hora” (Ed. Lê) e organizador do livro infantil “Meu Tempo e o Seu” (Ed. Lê)• Roteirista, produtor e proponente do espetáculo “Mulheres de The Jingles” (2002)• Coautor da trilha sonora do espetáculo infantil “O Menino que virou História”, indicada para o prêmio SESC/SATED 2005• Tecladista e compositor da banda de humor The Jingles• Comediante stand-up desde novembro/2009, membro dos grupos “Os Comédia” e “Desculpa Qualquer Coisa” (Belo Horizonte)• Coautor, produtor, ator e co-direção da peça "Desculpa, não estamos na TV" (desde 2013)• Coautor, produtor e diretor de arte do livro "Desculpa Qualquer Coisa - Reflexões geniais, piadas infames e vice-versa" (2016)• Participações semanais no programa "Graffite" (rádio 98 FM), como locutor e humorista, entre 2012 e 2017• Coapresentador e produtor de conteúdo dos programas de rádio Central 98, Rock News e Redação 98, da rádio 98 FM (janeiro/2018 a março/2020) ANA CRISTINA CARVALHO E COSTA: ASSISTENTE DE DIREÇÃO / PRODUTORA Curso superior de Letras, pela UFMG (1995)1999 - Oficinão do Grupo Galpão no Galpão Cine Horto – 1 ano1999 - Curso de interpretação com o ator Cacá Carvalho; Oficina de Interpretação Cacá Carvalho – Festival de Inverno – UFMG2002 - Oficina de Interpretação com Renato Borgui - Mostra da Nova Dramaturgia Contemporânea - SP2004 - Oficina de Interpretação para cinema – Sergio Penna – SP2007 - Oficina O ator no cinema – Luís Carlos Lacerda – Festival de Cinema Ouro Preto2009 - Oficina O Jogador – Alexandre Del Perrugia – França-ECUM2010 - O Ator Imaginário – Interpretação para Cinema – Christian Duurvoort2011 - INTERPRETAÇÃO(ÕES) – Pierre Pradinas – Companhia Brasileira de Teatro2013 - Imersão em Mis-en-cene para câmera – como atriz - Pablo Stoll – Uruguai – Lugar de Cinema2014 - Ferramentas para o Diretor – como atriz – com Simon Phillips – Inglaterra – Lugar de Cinema 2014 - Oficina de Interpretação Método Meisner – Stephen Bayly - Inglaterra - 65h – Lugar de Cinema2000/2001 - Oficina de Dramaturgia – Galpão Cine Horto – Coord. Luís Alberto de Abreu – SP2001 - Workshop de dramaturgia – O Processo Colaborativo – Antônio Araújo e Luís Alberto de Abreu – SP2006 - Workshop de dramaturgia – Processos criativos a partir de autores contemporâneos – ACT (Ateliê de Criação Teatral de Curitiba) – Márcio Abreu2013 - Laboratório de Séries para TV – Ángel Luis Lara e Guillermo Zapata – Espanha - Lugar de Cinema - (55h/aula) 2014 - Oficina de roteiro com Eliseo Altunaga – Cuba – Lugar de Cinema (50h/aula)2016 - Oficina de argumento com Joana Oliveira – ONG Contato (15h/aula) COMO ATRIZ DE TEATRO1996 a 00 - Catavento, uma pequena estória de amor – Dir. Júlio Cesar Maciel, pela Cia. Cínica (Indicação para o prêmio de Melhor atriz – Prêmio Bonsucesso 1999)1998 - Espetáculo “Amor de Don Perlimplim” – Dir. Bete Penido, pela Cia. Cínica (indicação para o prêmio de atriz coadjuvante Prêmio Bonsucesso 1999)2000 - Espetáculo CX POSTAL 1500, pelo OFICINÃO GALPÃO CINE HORTO – Direção Júlio Cesar Maciel2003 - Cena Curta "A Pêssega" – Direção Glicério Rosário (eleita melhor cena no Festival de Cenas Curtas do Galpão Cine Horto)2007 a 10 - Espetáculo RUBROS: Vestido-Bandeira-Batom - Dir. Rita Clemente (8 indicações ao Prêmio USIMINAS-SINPARC - Melhor Texto e Melhor Atriz Coadjuvante)2013 - Espetáculo Polissonografia - Direção Julio Cesar Maciel2015 - Para Desacreditar no Amor, direção Mariana Muniz2017 - Peixes - Dir. Ana Régis (também autora) COMO DIRETORA/PREPARADORA DE ELENCO2013 - Comercial sofá – Produtora Coletivo Imaginário2014 - Curta Metragem “A Batalha das Colheres”2015 - Comercial Hospital do Câncer Mário Penna2016 - Série Mostra Tua Cara – Aldeia Produções2016 - Comercial Radiocare – Março Produções2017 - Série Árvore dos Araujo – Aldeia Produções COMO PRODUTORA E PESQUISADORA DE ELENCO EM TEATRO, CINEMA, TV E PUBLICIDADE2002- O Diabo a quatro, dir. Alice Andrade – Pesquisa para protagonista2003- Vida de Menina, Dir. Helena Solberg – Elenco secundário e de apoio2004- Depois daquele Baile, Dir. Roberto Bontempo - Elenco secundário, de apoio e figuração.2005- Mutum, dir. Sandra Kogut – Pesquisa de elenco2006- Cinco Frações de Uma Quase História – Elenco principal e secundário.2009 - A Hora e a vez de Augusto Matraga, Dir. Vinicius Coimbra – Elenco secundário2010 - Pesquisa e produção de elenco para o Museu MEMORIAL DE MINAS GERAIS, com curadoria de Gringo Cardia.2011 - O Menino no Espelho – Direção Guilherme Fiuza - Oficinas de interpretação para escolha de elenco principal.2012 - Produção de Elenco para o Filme “O HOMEM NA MULTIDÃO”, de Cao Guimarães e Marcelo Gomes. Elenco principal2015 - Escalação de elenco para a série Poltrona 27, dir. Paulo Thiago, para o Canal Brasil COMO PROFESSORA DE ATUAÇÃO2001 a 2014 - Professora de Teatro para Ensino Fundamental II – Colégio Neusa Rocha2009 a 2011 - Professora Substituta no Teatro Universitário UFMG - Disciplinas: Ator e Câmera e Didática2017 - Oficina de Atuação para Câmera – Centro de Referência da Juventude LEANDRO DINIZ NASSIF: PRODUTOR MUSICAL / ATOR PRINCIPAL Graduação em Comunicação Social/Publicidade e Propaganda pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais - 2003Curso livre de canto - Celinha Braga Oficina de Música BH/MG - 2007/2008Curso livre música guitarra - Promusic Escola de Música 2001/2002 - BH/MGNúcleo de Formação Profissional DGC Áudio - módulos básico e I. 2001/2002 BH/MGCurso livre de música teclado/órgão - Pascoal Centro de Educação Musical - BH/MG 1992/1996Registro ator: DRT 8970Registro técnico de som: DRT 6933Registro técnico de iluminação: DRT 6933Registro diretor: DRT 8970Inscrição na Ordem dos Músicos do Brasil ESPETÁCULOS TEATRAIS"O Rei Careca" (2014) - Trilha sonora original. Peça infantil"Aqui Jaz a Comédia" (2000 a 2003) - Atuação"Querido, vou posar nua" (2012-2013) - Atuação"Improriso" (2013-2014) - Direção teatral, direção musical e atuação. Com Bruno Motta e Nany People"Finalmente Tudo" - Atuação, improvisação e criação musical. Com Nany People, Murilo Couto, Marco Gonçalves, Fernando Caruso"60 pra rir - Dois é demais" (2014 a 2018) - Autor, ator, assistente de direção, compositor de trilha sonora, iluminação."Stand up acústico" (2014-2015) - Direção musical, direção teatral e atuação. Com Bruno Motta"Mazzi ou Menos – Humor em primeiro lugar" (2016) - Direção teatral, iluminação e trilha sonora"1,2,3 e já" (2013-2015) - Direção teatral e atuação ESPETÁCULOS MUSICAISBanda Swing de Palha (tecladista)"Leandro e Rosca" - música bem humorada (violão e voz)Leandro Nassif (shows solo ou com banda) - Guitarra e voz PARTICIPAÇÕES NA MÍDIAPrograma do Ratinho (SBT) e SUPERPOP (Rede TV) - Apresentação da música "Amor de Cemitério"Programa Graffite (Rádio 98 FM) - Diversas participações e composições entre 2013 e 2016Programa Ricardo Amado (Rádio 98 FM) - Coapresentador, roteirista e produtor desde 2016 AYRON BORSARI SILVA ARAÚJO: DIRETOR E PRODUTOR DE VÍDEO Bacharel em Cinema e Audiovisual (Faculdade Una) - 2011Curso After Effects CS6 Avançado (2012) - 55 horasOficina de Cinema (2003) - 155 horasCurso "O melhor do pior - O cinema trash" (2004) - 10 horas Longa-metragem "Momentos Irreversíveis" (2009) - Direção, câmera, ediçãoCurta-metragem "Urbaninjas" (2010) - Direção, câmera, ediçãoCurta-metragem "Geração Y" (2012) - Direção, câmera, ediçãoLonga-metragem "Americanos na terra da Copa" (2014) - DireçãoMinistrou a palestra "A linguagem do presente: ranqueamento de vídeos nas plataformas digitais" (2017) - Faculdade Promove

Providência

PROJETO ARQUIVADO.