| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 33592510000154 | VALE S.A. | 1900-01-01 | R$ 5,20 mi |
O projeto tem por objetivo garantir, em 2021, a manutenção e funcionamento do Museu de Ciências da Amazônia-MUCA, localizado em Belterra _ Pará, para dar início as ações de comunicação, pesquisa, preservação e divulgação do patrimônio material científico da região da Amazônia, sob guarda da entidade.
Material educativo | Museu de Ciências da Amazônia - MUCA Objetivo: produzir um material que possibilite o professor ter uma ferramenta e conteúdo para trabalhar em sala de aula. O material poderá ser usado para contextualizar e aquecer a turma antes da visita ao Museu de Ciência da Amazônia - MUCA ou mesmo como um instrumento facilitador para discussões referentes aos temas tratados no Museu e no dia a dia na escola. O material será desenvolvido pela equipe do MUCA, com a colaboração de professores de escolas da região e pesquisadores de universidades do Brasil e do Mundo. O lançamento deste produto será realizado em uma visita especial para as escolas participantes no Museu. O material será disponibilizado no formato online. Público Alvo: professores de escolas municipais, estaduais e particulares e educadores da educação não formal. Conteúdo: sugestões de atividades pedagógicas a partir dos temas biodiversidade, amazônia, fauna, flora, ecossistema, terra preta, entre outros.
Objetivo geral: O projeto tem por objetivo garantir, em 2021, o pleno funcionamento do Museu de Ciências da Amazônia-MUCA localizado em Belterra - Pará, tendo em vista a contratação de sua equipe e execução de sua programação. Objetivos específicos: ● Realizar as ações cotidianas de manutenção do Museu de Ciências da Amazônia-MUCA; As ações serão realizadas pelo prazo de 12 (doze) meses, a contar do início das operações do Museu, compreendendo todas as rotinas de manutenção geral, inerentes ao funcionamento do equipamento cultural. ● Promover a preservação, democratização e visibilidade do patrimônio científico integrado a comunidade através da formação de mão de obra local; As ações voltadas à capacitação de mão de obra tem como público-alvo a população local, buscando-se a formação técnica museológica, que possibilite a participação, apropriação e engajamento de habitantes locais para com a salvaguarda e valorização de seu patrimônio cultural. A diretriz primordial desta ação é gerar profissionais locais que atuem no equipamento cultural, tendo por efeito a criação de novos postos potenciais de trabalho para a população local, conciliando assim benefícios econômicos e culturais para a região. A mencionada frente abriga as seguintes linhas de ação: Oferecimento de atividades educativas de nível profissional para indivíduos que integram a comunidade local, no decorrer de 12 (doze) meses, a contar do início das operações do Museu; Produção de 01 (um) material digital educativo com conteúdos relacionados às temáticas do acervo museológico, com mão de obra local, resultante das atividades educativas de nível profissional oferecidas pelo projeto em tela. ● Promover a preservação e a democratização do acesso a um dos principais bens culturais da cidade de Belterra. Considerando que o Museu ainda não foi inaugurado, não existem parâmetros que suportem indicadores de frequência de visitação. Porém a meta estabelecida é receber, inicialmente, cerca de 6 mil estudantes anuais. ● Dar condições de potencialização do município como destino turístico regional, estadual e nacional através de suas ações; O projeto conta com linhas estratégicas de contribuição e fortalecimento do aprimoramento do potencial turístico do Município em suas ações como um todo. Pertinente destacar que este produto está presente em todas as ações do projeto, tanto de forma direta como indiretamente, tornando-se assim, inviável quantifica-lo conforme orientado. ● Dar condições da região se tornar um polo de projetos educativos e socioculturais. O projeto conta com linhas estratégicas de contribuição e fortalecimento do aprimoramento do potencial educativo e sociocultural do Município. Para este produto, as dinâmicas serão realizadas pelo prazo de até 12 (doze) meses, a contar do início das operações do Museu e dividem-se no âmbito dos seguintes pontos: Implementação do Programa de Visitação de Escolas Públicas ao Museu de Ciências da Amazônia; Implementação do Programa Laboratório Experimental para Escolas Públicas ao Museu de Ciências da Amazônia - MUCA; e Disponibilização online gratuita de 01 (um) material digital educativo voltado aos professores da rede municipal e estadual de educação, com a finalidade primordial de apresentar as melhores pratica didáticas de exposição dos conteúdos do Museu para os alunos das escolas públicas. ● Realizar ações de pesquisa, preservação e comunicação dentro e fora do Museu de Ciências da Amazônia-MUCA, buscando aprimorar a contextualização do acervo e a inserção de novos temas; A partir do desenvolvimento da mão de obra especializada local e fechamento de parcerias institucionais, serão fomentadas ações de produção de conteúdos educativos, ações de pesquisa, preservação e comunicação. Para este produto, as dinâmicas serão realizadas pelo prazo de até 12 (doze) meses, a contar do início das operações do Museu. ● Contribuir para a formação de público de museus, arquivos e instituições culturais, com disponibilização de transporte e lanches para estudantes de escolas públicas _ Programa de Visitação de Escolas Públicas Museu de Ciências da Amazônia-MUCA; Para este produto, o projeto conta com dois Programas específicos, o Programa de Visitação de Escolas Públicas e o Programa Laboratório Experimenta, que dispõem das seguintes ações praticas: Contratação de ônibus, visando o transporte de 24 (vinte e quatro) turmas mensais com 46 (quarenta e seis) alunos cada, durante 10 (dez) meses, a contar do início das operações do Museu; Aquisição de unidades de kit lanche para atender a 12 (doze) turmas mensais com 46 (quarenta e seis) alunos cada, durante 10 (dez) meses, a contar do início das operações do Museu. Disponibilização dos laboratórios do Museu aos professores da rede pública, com o fito de suprir a carência de laboratórios de ciências nas escolas públicas da região, garantindo assim a oferta de atividades pratica de cunho educativo aos alunos locais. ● Produzir ações de comunicação, tais como exposições temporárias; ciclo de palestras; exibição de filmes; oficinas e entre outras. Ações previstas: Realização de 01 (uma) Mostra de Filmes; Realização de 01 (um) Ciclo de palestras; Produção de atividades educativas por 12 (doze) meses; Realização de 01 (um) Evento cultural; e Desenvolvimento e divulgação de tour virtual, envolvendo as equipes técnicas que atuarão no Museu e a população local.
O Plano Anual do Museu de Ciências da Amazônia 2021 é amparado pela Lei 8313/91: • em seu Artigo 1º, nos seguintes incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. • em seu Artigo 3º, nos seguintes incisos e alíneas: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; b) conservação e restauração de prédios, monumentos, logradouros, sítios e demais espaços, inclusive naturais, tombados pelos Poderes Públicos; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais; Belterra é um município do interior do Estado do Pará e está localizado cerca de 45 km do município de Santarém, junto ao rio Tapajós na selva Amazônica. Em 1934 o local recebeu investimentos introduzidos pela companhia Ford para a produção de borracha no Brasil, o projeto tinha como objetivo de transformar o local no maior produtor de borracha natural do mundo, nascia assim uma cidade planejada com um conjunto arquitetônico urbano de forte influência norte-americana. Neste processo foram derrubados cerca de 2.500 acres da vegetação original para dar início ao processo de implantação do projeto de Henry Ford. A produção e exportação de látex eram uma fonte de lucro para Belterra. Porém, com o surgimento da borracha sintética e seu baixo custo no continente asiático, o cenário mudou. Os investimentos perderam o sentido, e a Companhia Ford desistiu do seu projeto que estava planejado para durar um século. Belterra foi reapossada pelo governo brasileiro em 1945, fazendo parte do município de Santarém. Em 29 de dezembro de 1995, Belterra tornou-se um município, contando, portanto, com uma prefeitura própria. Com 4.398 km², Belterra possui 10% (439,8 Km²) de território municipal e sua área rural detém os 90% (3.958,2 Km²) restantes. Destes 90% da área rural, 70% é composto da Floresta Nacional do Tapajós (FLONA), 10% Área de Preservação Ambiental do Aramanaí (APA) e 10% corresponde às áreas no eixo da BR 163. Belterra apresenta uma economia diversificada baseada na agricultura e observa-se o predomínio do cultivo de soja, alterando drasticamente o meio ambiente natural. O município possui uma população assistida de 17.145 habitantes (dados do IBGE, 2016) em sua maioria de ribeirinhos descendentes de tribos indígenas e da miscigenação muito característica que ocorreu em várias regiões amazônicas, dos quais 60% residem na área rural 40% residem na área urbana. O rio Tapajós é a via de maior importância para o desenvolvimento econômico da região, através do escoamento de produtos nela gerados, pela utilização de pequenas, médias e até grandes embarcações. A cidade é procurada por turistas e estudantes, principalmente pelo papel que desempenhou na produção da borracha no Brasil e por sua biodiversidade riquíssima. O Museu de Ciências da Amazônia _ MUCA usará o método da educação patrimonial para estimular o sentido de pertencimento da comunidade, a fim de disseminar e valorizar a cultura local, a riqueza deixada pela passagem do ciclo da borracha, seu patrimônio natural e imaterial. Entre os eixos de ação prioritários estão a educação ambiental, a economia verde e a pesquisa em torno da biodiversidade local. Sediado no local onde antes existia o Hospital da cidade, o Museu contará com exposições interativas, tour virtual, laboratórios para pesquisa básica, coleção zoológica e locais apropriados para exibição de vídeos e oficinas culturais. O patrimônio histórico restaurado servirá de base, também, para hospedagem de pesquisadores e turistas interessados em conhecer as riquezas culturais e naturais desta parte da Amazônia. O MUCA pretende ser um espaço interativo, tecnológico e dinâmico focado nas riquezas naturais da Floresta Amazônica, com destaque para a Floresta Nacional (Flona) do Tapajós, importante área de preservação localizada nos limites dos municípios de Belterra, Aveiro, Placas e Ruropólis. A Prefeitura de Belterra _ proprietária da área e das edificações onde está instalado o Museu de Ciências da Amazônia _ autorizou a ONG AmaBrasil a propor e a executar este projeto, bem como captar recursos para viabilizá-lo. Destacamos que já existem empresas interessadas no seu patrocínio. Após captação de recursos e início dos trabalhos de campo, serão desenvolvidas ações de ativação do Museu, tais como; exposição e exibição de documentário sobre Belterra a partir do olhar dos seus moradores e oficinas de formação de mão de obra local que atuarão como profissionais na instituição.
Propostas museográficas O Museu de Ciências da Amazônia propõe a manutenção continuada de sua exposição de longa duração e um evento cultural – MUCA CULTURAL Chega mais! A exposição de longa duração do MUCA é baseada em um conceito de conexões, a tipologia do projeto é de um sistema adaptável e ajustável a narrativa personalizada de cada indivíduo e grupo. Isso é possível graças a elementos e componentes expográficos que cruzam os temas curatoriais com contextos temáticos, e que podem ser modificados, criando conexões narrativas. Além da criação temática que pode ser programada semanalmente, a atualização dos conteúdos também vai ser possível localmente, permitindo uma independência (Ver o Layout previsto da Exposição em “Documentos da proposta”). Evento Cultural: MUCA CULTURAL Chega mais! Conjunto de ações socioculturais e educativas, reunidas em eventos pontuais, que visam integrar o Museu de Ciências da Amazônia à comunidade do entorno e promover a apropriação do espaço, reforçando os vínculos da instituição com a população da região, além de atender à crescente demanda de projetos que trabalhem a integração de diferentes comunidades e a questão da vulnerabilidade social na região. O projeto contempla: - Terceira Idade: seção de espaço e realização de atividades para grupos que atendem idosos na região; - Atividades educativas, científicas e socioambientais para crianças e jovens estudantes da região, utilizando os laboratórios e a experimentoteca Museu de Ciências da Amazônia; - Apresentação teatral e musical - peça infanto juvenil voltada a temas relacionados ao meio ambiente e sustentabilidade; apresentação musical [povos originários] para a população local. O cronograma de etapas de trabalho tem caráter provisório e não definitivo, uma vez que o real dependerá da disponibilidade dos profissionais, bem como dependente do processo de captação de recursos. Informa-se que os itens com os quais o proponente irá se remunerar não foram definidos, mas esclarece que será no limite legal vigente, no presente caso, a somatória de valores não ultrapassará o montante de R$ 150.000,00 (cento cinquenta mil reais).
1. MONSTRA MUCA- Mostra Anual de Filmes do Museu de Ciências da Amazônia - 12 meses; Objetivo: exibir produções de longas e curtas produzidos na Ásia, América do Latina, África e Oriente Médio que promovem a educação científica e facilitam a conscientização, pelas crianças, das questões ambientais e tecnológicas contemporâneas. A entrada é gratuita. Carga Horária: 10 exibições, totalizando 20 horas (cada filme terá a duração média de até 2 horas) e acontecerão durante o ano de 2020. Público Alvo: ação aberta ao público em geral, com destaque para os estudantes, pesquisadores e comunidade do entorno. Conteúdo: questões ambientais e tecnológicas contemporâneas. 2. Ciclo de palestras no Museu de Ciências da Amazônia-MUCA – 12 meses; Objetivo: proporcionar ao público do Museu de Ciências da Amazônia - MUCA um espaço de discussão sobre temáticas relacionadas aos temas apresentados na exposição com profissionais, pesquisadores e especialistas. Carga Horária: 8 encontros, totalizando 16 horas (cada palestra terá a duração de 2 horas) e acontecerão durante o ano de 2020. Público Alvo: ação aberta ao público em geral, com destaque para os estudantes, pesquisadores e comunidade do entorno. Conteúdo: ● Terras Pretas de Índio em Território Quilombola: levantamento de padrões de assentamentos, estudando o passado, entendendo o presente. Palestrante Lilian Rebellato ● Bioma da Floresta Amazônica com o seu enclave de Cerrado local. Palestrante Giuseppe Puorto ● Plantas que curam e plantas que matam. Palestrante Rosa Mourão ● Os desafios da prática museológica em museus de ciência na região oeste do Brasil Palestrante Marilúcia Bottallo ● A Natureza da Forma - A Forma da Natureza Marko Brajovic ● Biomimética, conectando áreas da ciência para inovação do design Alessandra Araujo ● Pra lá de um jardim devitórias-régias | Empreendedorismo local Dulcecleia OIiveira ● Empreendedorismo e desenvolvimento sustentável na Amazônia João Marcello Gomes Pinto Os profissionais indicados e os temas poderão ser alterados, conforme disponibilidade do profissional. OFICINA - Ações Extramuros: Observação de aves Carga Horária: 6 horas Número de edições: 8 Local de realização: as oficinas integram a programação do Museu de Ciências da Amazônia - MUCA, com saídas para observação de pássaros em Belterra e em pólos do Museu. Público Alvo: Livre Objetivos: promover o conhecimento sobre as aves e seu habitat, a troca de experiências entre os participantes, a aproximação do homem com a natureza, o aumento da consciência ecológica para a preservação de áreas verdes. Conteúdo: Levantamento da avifauna; Equipamentos e sua utilização; Comportamento e habitat das aves; Alimentação; Postura e ética do observador; Potencial turístico. Programação: Café-da-manhã comunitário, Introdução sobre à pratica de observação de aves, saída a campo. 4. OFICINA - Ações Extramuros: Observação de espécies da flora Carga Horária: 6 horas Número de edições: 8 Local de realização: as oficinas integram a programação do Museu de Ciências da Amazônia - MUCA, com saídas para observação de espécies da flora amazônica em Belterra e em pólos do Museu. Público Alvo: Livre Objetivos: promover o conhecimento sobre da flora local, a troca de experiências entre os participantes, a aproximação do homem com a natureza, o aumento da consciência ecológica para a preservação de áreas verdes. Conteúdo: Levantamento herbário; Equipamentos e sua utilização; flora apícola/meliponícola; Alimentação; Postura e ética do observador; Potencial turístico. Programação: Café-da-manhã comunitário, Introdução sobre à pratica de observação de aves, saída a campo.
Todas as instalações e propostas educacionais do Museu foram idealizadas para serem responsivas, surtindo assim o acesso a qualquer indivíduo, independentemente de qualquer limitação de locomoção, ou deficiência física. Considerando o exposto e tendo em vista que todos os produtos deste projeto, de alguma forma estabelecem: i) acesso físico aos ambientes do Museu; ii) experiência auditiva de apreciação do acervo, materiais educativos e atividades de capacitação; e iii) experiência visual de apreciação do acervo, materiais educativos e atividades de capacitação, apresento as seguintes soluções de acessibilidade incorporadas ao projeto: PRODUTO PRINCIPAL - PLANO ANUAL Acessibilidade física: a edificação contempla rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos e etc. na edificação; Acessibilidade para deficientes visuais: legendagem em recursos audiovisuais e contratação de Interprete de Libras para atendimento do público surdo 04 (quatro) vezes no ano. Acessibilidade para deficientes auditivos: conteúdo da exposição em forma de apostila em Braille é previsto a inclusão de áudio descrição em recursos audiovisuais; PRODUTO SECUNDÁRIO - OFICINA /MOSTRA/PALESTRAS Acessibilidade física: o local de realização das ações contempla rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos e etc. na edificação; Acessibilidade para deficientes visuais: conteúdo será apresentado por meio de audiodescrição. Acessibilidade para deficientes auditivos: conteúdo será apresentado por meio de legenda e ou interprete de libras. PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: o local de realização das ações contempla rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos e etc. na edificação; Acessibilidade para deficientes visuais: conteúdo será apresentado por meio de audiodescrição. Acessibilidade para deficientes auditivos: conteúdo será apresentado por meio de legenda e ou interprete de libras.
Em menção ao respectivo inciso/medida do Artigo 21 da Instrução Normativa nº 2/2019 do Ministério da Cidadania será adotado para os Produtos previstos no Projeto: PRODUTO PRINCIPAL: PLANO ANUAL No que tange a livro e ou periódicos editados pelo projeto: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; O acesso ao Museu e as suas atividades serão livres e gratuitas. PRODUTO SECUNDÁRIO: OFICINA /MOSTRA/PALESTRAS o MONSTRA MUCA- Mostra Anual de Filmes do Museu de Ciências da Amazônia o CICLO DE PALESTRAS no Museu de Ciências da Amazônia-MUCA o OFICINA - Ações Extramuros: Observação de aves o OFICINA - Ações Extramuros: Observação de espécies da flora III- Disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22;
Cargo:Coord. Geral/Luiz Felipe H. A. Moura-Função:Proponente|Diretoria Executiva-subordinado diretamente ao Cons. de Admin., incumbindo-lhe a representação legal e gestão geral da instituição e projeto.Currículo:Cineasta, Editor e Produtor Cultural formado em comun. social pela FIAM, espec. em produção de conteúdo com mais de 40 public. em livros e 20 filmes (CPB) com documentários, animação 3D, Ficção e Documentário com diversos produtos ligados ao patrimônio cultural brasileiro. Vencedor do Premio Jabuti 50˚ com livro "As moedas contam a História do Brasil" e varias vezes finalista do mesmo premio. Vencedor do Premio Ibero Americano - Comkids com animação "Guardiões da Biosfera" e "Kauan e a Lenda". É o coord. do Projeto para implantação do MuCA através do comitê gestor que envolve BNDES, Gov. do Pará, Instituto Butantan e Ama Brasil. É atualmente Vice-Presidente da Oscip Ama Brasil e coordena há 15 anos os projetos do Instituto Butantan e da Ama Brasil na Amazônia nas áreas de Educação, Entretenimento e Cultura. Cargo:Coord.educativo/Claudio Rubiño-Função:Coord. da Área Educac. e de Acessibilidade do Museu de Ciências da Amazônia-Currículo:Gestor de acessibilidade cultural, licenc. em artes visuais pela Facul. de Belas Artes de SP, pós-graduado em educ. inclusiva pela UNIFESP. Um dos idealizadores e coord. do Progr.de Acessibilidade do Instituto Tomie Ohtake, ex-coorden. e idealizador do Progr.de Acessibilidade Singular Plural do Museu Afro Brasil. Há 17 anos desenvolve trabalhos de educação em museus e equipam. de cultura com ênfase no atendimento e planej. de ações para inclusão física, comunicacional e sensorial de pessoas com deficiência nas programações oferecidas. Apaixonado por arte e educação não-formal, visita muitos museus e equipam. culturais nacionais e internacionais, tendo percorrido cerca de 30 países, observando características de acessibilidade e as abrangências para a diversidade. Cargo:Coord.Tecn.Acervo/Giuseppe Puorto-Função:Coord. da Área Salvaguarda do Acervo de Zoologia do Museu de Ciências da Amazônia-Currículo:Biólogo formado pela Universidade de Mogi das Cruzes – SP em 1978. Pesquisador Científico do Instituto Butantan. Herpetólogo, especialista em serpentes, atuando nas áreas de Sistemática, Distribuição Geográfica, Biologia e Anatomia de Serpentes neotropicais, Educação Ambiental e divulgação com Animais Peçonhentos. Atualmente está na função de Dir. Téc. do Museu Biológico; Curador da Coleção Herpetológica do Instituto Butantan e Coordenador da Recepção de Animais do I. Butantan; Conselheiro da Fundação Parque Zoológico de SP e do Cons. Regional de Biologia – CRBio-01. Curador da Coleção Herpetológica do I. Butantan (1988 a 1998); Pesquisador Científico IV a VI e Diretor Técnico I do Museu Biológico do I. Butantan. Entre artigos, notas científicas, relatos de caso, livros, capítulos de livros, boletins e manuais técnicos são oitenta e três publicações. Cargo:Coord.Curadoria/Rosa Mourão-Função:Coord. da Área de Curadoria do Museu de Ciências da Amazônia.Currículo:Grad. em Ciências Biológicas pela Univ. Fed. do Ceará (1993), trabalho de conclusão de curso Tratamento de camundongos com Trypanossoma cruzi com lectinas de sementes de Artocarpus heterófilos. Mestrado em Bioquímica Vegetal pela Univ. Fed. do Ceará (1996) com a pesquisa Isolamento e caracterização de lectinas presentes nas frações albumínica e globulínica de Artocarpus heterophyllus. Dr em Ciências Biológicas pela Univ. Fed. de Pernambuco (2006) com bolsa sanduíche na Univ. Est. de Campinas sob orientação do Prof. Dr. Mário Saad trabalho de tese Modelagem Molecular e Atividade hipoglicemiante de novas arilideno-tiazolidinedionas. Atualmente é profa. associada da Univ. Fed. do Oeste do Pará, atuando em disciplinas na Grad. e Pós Grad., além de coord. o Labor. de Bioprospecção e Biologia Experimental no qual, são desenv. pesquisas na área de PROD. NATURAIS, tanto básica quanto aplicada. As ativid. estão voltadas principal. para estudos com metabólitos primários e secundários de origem vegetal e animal – substâncias orgânicas resultantes das vias metabólicas celulares que do ponto de vista humano estão relacionados com medicamentos, aromas, corantes, sabores, larvicidas, inseticidas naturais, etc. Possui artigos científicos em periódicos nacional e internacional com resultados oriundos das pesquisas científicas principal. com foco em plantas medicinais, óleos essenciais e animais peçonhentos. Além de public. científicas possui experiência em técnica na prod. de cartilhas e oficinas com cunho científico e de linguagem simples para comunidades da Amazônia. Cargo:Coord. Tecn.Infraes/João Marcello Gomes Pinto-Função:Coord. da Área de Infraestrutura do Museu de Ciências da Amazônia -Currículo:Estudou Engenharia Civil na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, Brasil. M.Sc. em Recursos Engenharia na Karlsruher Institut of Technology, Alemanha. É pós-graduado em Gestão de Riscos Ambientais na Universidade das Nações Unidas (ONU), Tóquio, Japão. Tem especialização em Ciências Holísticas e Ecologia Profunda na Schumacher College, Totnes, Inglaterra. É fundador da Founder & Partner Sustentech, empresa brasileira líder no desenvolvimento de edifícios verdes, sustentáveis e saudáveis. Possui 15 anos de experiência em empreendedorismo em empresas em estágio inicial voltadas para o meio ambiente no Brasil. Cargo: Coord. Museologia/Marilúcia Bottallo-Função: Coord. da Área de Museologia do Museu de Ciências da Amazônia-Currículo: Museóloga especializada em Gestão de Informações e em Gestão institucional. Dir. Técnica do Instituto de Arte Contemporânea. Dra em Ciências da Informação e Mestre em Artes ambos pela ECA/USP. Coord. da Pós-Graduação em Museologia, Colecionismo e Curadoria do Centro Universitário Belas Artes de SP. Autora, entre outros, do Livro Patrim. da Humanidade no Brasil: suas riquezas culturais e naturais editado pela Unesco Publishing e do Livro Festas no Brasil publicado pela Editora Brasileira. Membro da Diretoria do Comitê Brasileiro do Cons. Intern. de Museus (ICOM/BR). Membro da Comis. Científica e Edit. da Coleç.Gestão e Documentação de acervos: textos de referência. Docente das disciplinas: Arte Contemporânea; Arte Moderna; Museologia e História dos Museus; Gestão de Coleções Públicas e Privadas, Ética e Gestão Patrimonial, entre outras. Cargo:Coord.Tecn.Projetos/Luciana Nemes-Função:Coord. Proj. do Museu de Ciências da Amazônia-Currículo: Grad.em Educação Artística e Pós-Graduada em Museologia pelo Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo– MAE USP. Com vinte anos dedicados à cultura, possui trabalhos expressivos em seu histórico profissional, como a participação no desenv. do projeto museográfico do Museu da História do Estado de São Paulo – MHSP, implantação do Museu do Holocausto - Curitiba, e a exposição de projeção internacional “Caravaggio e seus seguidores”, através da Base 7 Proj. Cultur. e a exposição “Resistir é Preciso” realizada Arte3 Assessoria, Prod. e Mkt Cultural em parceria com o Instituto Vladimir Herzog. Como documentalista de acervos museológicos, atuou em coleções partic. e institucio. como Banco Bradesco e AmBev, através da Expomus. Atuou como docente no Centro Univ. Belas Artes de SP no curso de pós-graduação em Museologia, Curadoria e Colecionismo e no Curso Técnico de Museu na ETEC Parq.da Juventude – Centro Paula Souza. No Educativo da Fund. Bienal de SP atuou no gerenciamento do orç. geral do setor, e na elaboração de projetos junto a leis de incentivo. Assessorou o Museu Santa Casa de SP, onde desenv. o proj. de reestruturação museológica da instituição. Atualmente, coordena o Museu da Energia de São Paulo. Profissionais à definir:Coord.Tec.Comunicação,Advogado,Contador,Designer,Bombeiro,Educadores/Monitores,Recepcionista,Serviço de limpeza,Técnico de Audiovisual,Técnico receptivo de animais.Os profissionais indicados poderão ser alterados devido disponibilidade do profissional.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.