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PRONAC 203848Apresentou prestação de contasMecenato

Nascer: parto humanizado no Brasil

PRODUTORA BRASILEIRA DE ARTE E CULTURA LTDA
Solicitado
R$ 591,1 mil
Aprovado
R$ 591,1 mil
Captado
R$ 591,1 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
51780468000187Janssen-Cilag Farmacêutica Ltda1900-01-01R$ 591,1 mil

Eficiência de captação

100.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. Av Games
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2022-02-01
Término
2024-08-29

Resumo

O parto é o momento mais intenso da vida humana. No Brasil, mais da metade dos quase 3 milhões de partos anuais são cirúrgicos. Ao mesmo tempo, pesquisas indicam que mais da metade das brasileiras deseja um parto normal no início da gravidez. O medo da dor e a imprevisibilidade do processo são os dois principais fatores que levam muitas mulheres a acreditarem que a cesariana é a melhor opção, além do medo do parto natural ser visto como uma experiência dolorosa e perigosa para mãe e bebê, experiência vivida por muitas brasileiras em partos desassistidos ou com violência obstétrica. Muitos associam o parto humanizado a um parto normal a qualquer custo, outros pensam que se trata de parto domiciliar ou desassistido. Nesse documentário de 52 minutos, full-hd digital, vamos entender o que é o parto humanizado, mostrar quando a cesariana é a melhor escolha para mãe e bebê e conhecer o trabalho de algumas parteiras que, assim como o parto humanizado, ainda é cercado de mitos e desinformação.

Sinopse

Neste documentário acompanharemos a gestação e o nascimento de algumas crianças cujas mães optaram pelo parto humanizado (em alguns casos, em casa, com parteiras) em diferentes regiões do Brasil. Ao mesmo tempo, ouviremos especialistas como obstetras, ginecologistas, especialistas em saúde pública, doulas e parteiras, familiares e claro, as mães destes futuros brasileiros.

Objetivos

Objetivo geral O retorno ao parto normal e à humanização do parto é um processo que vem ganhando força no Brasil nos últimos anos. Além disso, dados e relatos sobre violência obstétrica _ caracterizada por assédio moral ou físico, cortes e procedimentos invasivos realizados sem a autorização da mulher e outros tipos de violência _ são frequentes. 25% das mulheres afirmaram já ter sofrido com tal. De acordo com a pesquisa Nascer no Brasil: Inquérito Nacional sobre o parto e nascimento com coordenação da Escola Nacional de Saúde Pública e Fiocruz, 73% da mulheres que participaram da pesquisa não tiveram acesso a procedimentos não medicamentosos para o alívio da dor, como banho quente; apenas 26,6% dos recém-nascidos tiveram contato com a pele da mãe logo após seu nascimento e 40,9% das mães amamentou o bebê ainda em sua primeira hora de vida. A Lei federal de número 11.108 de 2005, conhecida como Lei do Acompanhante, que garante à gestante o direito de ser acompanhada por uma pessoa de sua confiança no decorrer do parto em qualquer instituição pública e privada, nem sempre é respeitada. A cesariana, quando não tem indicação médica, ocasiona riscos desnecessários à saúde da mulher e do bebê: o parto prematuro aumenta em 120 vezes a probabilidade de problemas respiratórios para o recém-nascido e triplica o risco de morte da mãe. Cerca de 25% dos óbitos neonatais e 16% dos óbitos infantis no Brasil estão relacionados a prematuridade. Além disso, a cada 10 mil partos normais morrem duas mulheres. A cada 10 mil cesarianas morrem sete. Todos estes números servem para reforçar a importância desse documentário, que tem como objetivo principal, ajudar a esclarecer a população, e as mulheres de modo geral, da importância do parto humanizado e de como esta prática precisa se tornar hegemônica no país. Objetivo específico 1) Produzir e distribuir a obra "Parto humanizado no Brasil" 2) Realizar oficinas de produção de conteúdos audiovisuais (curta-metragem) em escolas e instituições públicas. 3) Realizar debates virtuais a respeito do tema. 4) Disponibilizar o conteúdo do documentário para escolas e bibliotecas públicas utilizarem como ferramenta de educação.

Justificativa

O conceito de parto humanizado surgiu no final dos anos 1980, como uma resposta à violência obstétrica sofrida pelas mulheres no auge da onda das cesarianas eletivas. Na época, a cesárea era apresentada como a opção de parto mais segura, prática e saudável para toda uma geração de mulheres. Era o chamado "parto industrializado": a mulher teria o direito de escolher o dia e a hora do nascimento do bebê, além de fugir de um dos maiores tabus em relação ao ato de parir: o medo da dor. "Por essa narrativa, numa cesariana eletiva a mulher moderna, autônoma e instruída, não precisaria por óbvio, enfrentar a temida dor. Não à toa, a técnica ganhou espaço no Brasil. Hoje, nosso país é reconhecido como um dos que mais faz cesárias no mundo — só ficando atrás da China." afirma a obstetriz Ana Cristina Duarte, idealizadora do Siaparto, um evento que promove discussões sobre a assistência adequada ao parto. No SUS (Sistema Único de Saúde), a cirurgia de cesárea é feita em 56% dos nascimentos, enquanto na saúde suplementar supera a inacreditável marca de 80%. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que esse número não passe de 15%. Segundo a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), uma cesariana mal indicada triplica o risco de morte materna e aumenta em seis vezes a probabilidade de a mãe ter uma complicação grave, como retirada do útero, infecção ou necessidade de fazer uma segunda cirurgia." A medicina de hoje direciona grande parte de seus investimentos e esforços para que as doenças sejam mitigadas. Ainda assim, mesmo com boa vontade, alguns profissionais de saúde não conseguem olhar para a gestação, o parto e o puerpério como um evento fisiológico e benéfico, como é na maioria das vezes. "Nesse momento tão especial, via de regra a mulher deveria ser apenas assistida, deixando seu corpo pleno e potente para agir sem necessidade de maiores intervenções." A parteira Naoli alia o conhecimento biomédico às práticas tradicionais, como aplicação de massagens e banhos quentes para aliviar as dores do parto. Desde 2011 ela faz atendimentos em Florianópolis, capital de Santa Catarina. Ao longo de 40 anos de atividade, mais de 1,6 mil crianças já nasceram por meio de suas mãos. Segundo Naoli, nos casos em que atua, a taxa de transferência de mães e bebês para o hospital está abaixo de 2% _ semelhante ao registrado pelas parteiras japonesas, consideradas referência no assunto. "Não conto com nenhuma morte materna, nenhuma morte de recém-nascido que não fosse por malformação incompatível com a vida, nenhum bebê morreu na minha mão". Há 22 a parteira Clarice Andreozzi de 44 anos, trouxe ao mundo 262 bebês. A decisão, segundo ela, ocorreu após sofrer violência obstétrica em sua primeira gestação. "A minha experiência de maternidade e pós-parto me colocou no apoio às mulheres. Por toda a violência que eu sofri durante o parto, no trabalho de parto. Uma gestação com pouca informação e um parto de muito desamparo e dificuldade, fez com que eu tivesse o desejo de acolher pelo menos as mulheres que estavam próximas a mim, para que elas não sofressem como eu sofri", conta. "Não tem nada mais gratificante, não tem preço e nem como valorar a grande dádiva de ver um bebê chegando de maneira harmônica. Cada bebê que eu tenho prazer de receber em minhas mãos é uma benção", acrescenta. Segundo Clarice, a mulher que opta pelo parto natural tem que buscar informações. "É necessário ter muita consciência do seu corpo, um pré-natal muito bem feito, alimentação boa, estar consciente", esclarece. No Distrito Federal, o acompanhamento por uma parteira tradicional varia de R$ 5 mil a R$ 10 mil. O valor é negociado conforme as condições financeiras das gestantes e inclui tanto o período pré-natal, quanto parto e o atendimento após o nascimento do bebê. O trabalho também pode ser remunerado por meio de trocas _ tanto de serviços como bens. "Quem não nasceu por mim, na sala de parto, passou por mim na sala de vacina" conta Adiles Sebastiana de Sá, conhecida como Irmã Soledade em Santo Antônio do Descoberto, Goiás, onde se radicou há mais de 40 anos e ajudou a montar a estrutura dos serviços de saúde. Filha e neta de parteira, ela "partejou" os últimos irmãos. Só mais tarde, estudou, formou-se e fez uma pós-graduação. Os estudos a ajudaram "em alguma coisa", disse ela, "Mas não do fundamental. Naquela época a gente esquentava a tesoura, hoje esteriliza". Verónique Durand, doutora em Antropologia e autora do livro Órfãs de Esperança _ Violências contra a Mulher _ Alguns relatos no mundo, conta que na França as parteiras são conhecidas como sages femmes (mulheres sábias). Ela também lembra que no Ocidente as parteiras sempre tiveram muito prestígio, por saberem acompanhar as mulheres no parto. "Até 1.560, a profissão era exclusivamente privada e feminina. Um marco da masculinizarão da obstetrícia foi a determinação de Luis XIV para os médicos acompanharem o parto de seus filhos. A maioria esquece que as parteiras têm "um conhecimento empírico e científico ao mesmo tempo". Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 140 milhões de nascimentos acontecem todos os anos, a maioria sem complicações para mulheres e bebês. A organização considera como "razoável" o índice de 15% dos nascimentos por meio de cesárias. No Brasil, 55,6% do total de partos realizados anualmente são cirúrgicos. Só este número, já justifica o debate e as propostas que esse documentário pretende abordar. A obra se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturaisVII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações De acordo com o Art. 3º da Lei 8313/91 os objetivos alcançados serão:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001)IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticosb) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos

Especificação técnica

Um documentário de 52 minutos com captação feita em full-hd digital (alta resolução) e previsão de exibição em tv aberta e fechada, festivais e eventos e em multiplataformas na web, ligados ao tema no Brasil e no exterior.

Acessibilidade

Documentário Acessibilidade física: não se aplica. Porém a proponente se compromete a realizar o lançamento do documentário em um local que possua todas as condições de acessibilidade exigidas conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Nº 13.146 Art. 42, com entrada gratuita a toda população. Acessibilidade de conteúdo: o conteúdo do documentário terá legendagem, legenda descritiva, LIBRAS e audiodescrição. Contrapartida social Acessibilidade física: não se aplica, visto que serão feitas oficinas em escolas públicas que realizem a inclusão das pessoas com deficiência, conforme preceitos da Lei Brasileira de Inclusão, conhecida como Estatuto da Pessoa com Deficiência. Acessibilidade de conteúdo: conforme indicado na acessibilidade anterior, o conteúdo do documentário terá legendagem, legenda descritiva, LIBRAS e audiodescrição. Além disso, para auxiliar o Arte Educador, as exibições em escolas públicas contarão com um intérprete de LIBRAS a fim de repassar todo o conteúdo do Arte Educador e ampliar o acesso a cultura no país.

Democratização do acesso

Como plano de distribuição, iremos adotar os expostos das seguintes alíneas do Inciso I, Art. 20, Seção II, Capítulo IV, Instrução Normativa n.º 2/2019:a) mínimo de 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artísticab) até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita por patrocinadoresA proponente se compromete a realizar o lançamento do documentário com ingressos gratuitos disponibilizados para toda população, divulgando sobre o evento em suas redes sociais e site. Como medida de ampliação de acesso, iremos adotar o exposto no inciso X, Art. 21, Seção II, Capítulo IV, Instrução Normativa n.º 2/2019:X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Secretaria Especial de CulturalA proponente se compromete a disponibilizar o conteúdo do documentário, de forma gratuita, para escolas e bibliotecas públicas utilizarem como ferramenta de educação. Além disso, a proponente também irá realizar debates virtuais a respeito do tema. Como contrapartidas sociais, iremos adotar adotar o exposto nos parágrafos 1º e 2º do Art. 22, Seção III, Capítulo IV, Instrução Normativa n.º 2/2019:Art. 22. As propostas culturais deverão apresentar ações formativas culturais em suas atividades ou equivalente, em território brasileiro, com rubricas orçamentárias próprias.§ 1º As ações formativas culturais deverão corresponder a pelo menos 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição, contemplando no mínimo 20 (vinte) limitando-se a 1.000 (mil) beneficiários, a critério do proponente.§ 2º 50% (cinquenta por cento) do quantitativo de beneficiários das ações formativas culturais devem se constituir de estudantes e professores de instituições públicas de ensino.Serão realizadas oficinas em escolas e instituições públicas. As oficinas serão voltadas para a produção de conteúdos audiovisuais e também, de fotografias. A ideia é ensinar como os alunos podem registrar e/ou capturar imagens, por meio das tecnologias que eles tem em mãos (como os próprios smartphones). Será fundamental para que os alunos consigam criar mini documentários com suas próprias tecnologias. A oficina terá uma duração, em média, de até duas horas e serão realizadas até três oficinas. As escolas serão definidas durante a execução do proejto e também, assim que existir algum tratamento em relação a pandemia da Covid-19. A proponente preza pela saúde de todos os seus profissionais e de todos os terceiros envolvidos com/no projeto. A obra será disponibilizada no YouTube (no canal da proponente) e em plataformas de VOD.

Ficha técnica

Luciano Oreggia O diretor e roteirista de não ficção, Luciano Oreggia, tem em sua trajetória prêmios como EL OJO de Iberoamerica na categoria Brand Content, o Grand Prix do europeu Cristal France, na mesma categoria e o brasileiro Vladimir Herzog de Direitos Humanos. Luciano trabalha com entretenimento e conteúdo documental para TV e Internet. Já dirigiu, criou, roteirizou e formatou séries para os canais HBO, SONY, Discovery, GNT, Globosat Mais, Red Bull TV, Animal Planet, Futura, Canal Off, TV Cultura, TVE, TV Record, Rede Globo, Band e Bandsports. Jornalista de formação as séries assinadas pelo diretor se caracterizam pelo cuidado estético e o peso humano que Luciano imprime em todas suas histórias. Na TV Cultura dois de seus trabalhos tiveram destaque, o premiado Mobilização Brasil e a série Criança Ecológica. Alguns realities e doc realities também fazem parte do histórico do diretor. Pela Fremantle, para a TV Record, Luciano participou do Programa Ídolos e desenvolveu o piloto da versão nacional do sucesso europeu “Fazendeiro quer Casar”. Dr. Selvagem e Cães Heróis, foram trabalhos para o canal Animal Planet pela produtora MIxer. As dificuldades do Rally dos sertões foram o tema de mais um projeto de destaque do diretor no segmento. Veiculada na Band Sports a série Rally Real ganhou repercussão por acompanhar e exibir diariamente a rotina da maior prova de off road do pais. Um flerte com o entretenimento e o humor resultou no divertido “Mulheres Possíveis”, para o GNT, com a atriz Ingrid Guimarães. O encontro, com o jornalismo espirituoso e único de Arthur Verissimo, rendeu a segunda temporada da série documental “Planeta Estranho”. Luciano dirigiu mais de 100 peças para a RED BULL. Este contato com a narrativa para marcas se estendeu e se consolidou com “Encuentros en Brasil 1 e 2”, veiculada pela HBO Latin America, em mais 50 países, a série apresentada pelo musico Paulinho Moska, é vencedora de vários prêmios internacionais. Entre seus trabalhos de life style mais recentes estão “A Roupa Ideal” com Arlindo Grund e as temporadas 1 e 2 de “Comer Bem que mal Tem?”, série de gastronomia de sucesso no canal SONY, ambos projetos desenvolvidos em parceria com a Santa Rita Filmes. Atualmente o diretor continua no mercado criando, formatando e desenvolvendo series e programas para diversas plataformas. Raphael Scire Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero (SP), especializado em roteiro audiovisual, com amplo interesse em dramaturgia e produção de conteúdo para Cinema, TV e mídias digitais. Pedro Fernandes Saad Com grande experiência na área cultural, coordenou mais de 100 projetos no âmbito nacional e internacional, tendo sido o editor chefe de importantes obras como o livro sobre os "70 anos da UNESCO" que foi distribuído para 193 líderes mundiais signatários da ONU, e os livros “Patrimônio Mundial do Continente Africano” e “Patrimônio da Humanidade no Brasil”. Advogado, pós-graduado no Curso de Especialização em Administração para Graduados (CEAG) pela FGV/SP, mestre e doutor em administração de empresas pela PUC-SP. Professor na PUC-SP e professor convidado da FGV e ESPM. Diretor de Desenvolvimento Sustentável e Investimentos de Impacto da Câmara de Comércio Brasil-Califórnia (BCCC), diretor da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Brasileira (CCILB), membro associado da Aliança Francesa e membro do Conselho Consultivo da Instituição R20 Brasil, organização fundada pelo ex-governador da Califórnia Arnold Schwarzenegger. Diretor fundador da Editora Brasileira, Produtora Brasileira e World Observatory. Elaborou diversos projetos nas áreas: cultural; educacional e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, que foi tema da sua tese de doutorado intitulada "Empresas e ODS - priorizando as ações sustentáveis de maior retorno econômico, social e ambiental para a humanidade”. Coordenou e coproduziu importantes projetos com a ONU, PNUD, UNESCO, UNICEF, OIM/ACNUR, ONU Mulheres, Itamaraty, MASP, Pinacoteca, MAM, USP, FGV, PUC-SP e com grandes empresas como: Bloomberg, Deloitte, PwC, Coca-Cola, At&t, General Motors, Zurich, Allianz, Basf, Bayer, Wolkswagen, Peugeot, Renault, Citröen, BNP Paribas, Saint-Gobain, Fiat, Anglo American, EDF, Petrobras, Itaú, Bradesco, União Europeia (Serviço de Publicações), Fundação Leonardo DiCaprio, Rede Brasil do Pacto Global da ONU, Aliança Francesa, Instituto Goethe, AlmapBBDO, Amazon, Atos, BCG, Instituto Ethos, Microsoft, Folha de S. Paulo, Falconi, CEPAL, Natura, entre outras. Heitor Cavalheiro Diretor e Diretor de Fotografia, em seus 14 anos de carreira dedicados ao cinema, Heitor Cavalheiro já transitou por diversas áreas criativas e técnicas da indústria em mais de uma centena de projetos. A ampla experiência e compreensão do processo o levou à Direção e à Direção de Fotografia, suas atuais áreas de atuação. Já em um de seus primeiros trabalhos no departamento de câmera, Heitor foi convidado a ser um dos diretores de fotografia da Expedição Oriente, da Família Schurmann, no qual teve a oportunidade de realizar a volta ao mundo à bordo do famoso veleiro Kat e documentar a cultura e vida dos povos dos mais de 55 portos do roteiro ao longo de dois anos e meio de produção para o National Geographic e para o Fantástico, da Rede Globo. No campo do documentário Heitor dirigiu e fotografou projetos como a mini série Rastreando o Rio Araguaia, a série de 13 episódios Aprendiz de Big Rider, da surfista Claudia Gonçalves para o Canal Off e o curta metragem Life Life in SP, projeto autoral que recebeu diversas indicações em festivais pelo mundo e foi premiado como melhor curta documentário no Crown Wood Film Festival na Índia. Foi ainda um dos diretores de fotografia da série Explorer Investigation, da Vice para o National Geographic. No campo da ficção se destaca pela direção de fotografia do curta Fly A Way in LA, rodado em Los Angeles e que estreou para o publico no NYLA International Film Festival e mais recentemente a direção e fotografia de fashion films, filmes publicitários e vídeo clipes de diversos artistas como Luisa Sonza (dentre os quais seu filme de Fazendo Assim, premido com melhor direção de fotografia no Music Vídeo Underground Festival em Paris), Preta Gil e Karol Conka. Matthew Garry Shirts Matthew Shirts é jornalista e diretor do World Observatory of Human Affairs. Shirts lançou a edição brasileira da revista National Geographic e dirigiu a publicação por 14 anos, até 2013, continuando como colunista da revista até 2019. Ajudou a criar o Planeta Sustentável, o maior e mais influente plataforma de sustentabilidade em português para a Editora Abril. Escreveu crônicas regulares para a revista Veja São Paulo de 2011 a 2015 e para o diário O Estado de São Paulo, de 1994 a 2011 e é autor de dois livros, O jeitinho americano (Realejo, 2010) e A feijoada completa (Realejo, 2015). Equipe Técnica Diretor: Pedro Saad e Luciano Oreggia Roteiro: Raphael Scire Produtor executivo: Pedro Fernandes Saad Diretor de fotografia/operador de câmera: Heitor Cavalheiro Pesquisador: Matthew Shirts Obs.: Informamos que a equipe técnica será efetivamente definida e contratada após a liberação dos recursos.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

Locais de realização (1)
Santos São Paulo